Teste: proteína de soro de leite

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wheyO Inmetro testou 15 marcas de proteína de soro de leite ou whey protein e 14 foram reprovadas

O whey protein é o nome comercial da proteína derivada do soro do leite extraído durante o processo de fabricação do queijo. Esse soro do leite é processado para que sejam separadas as proteínas que formam o produto. Os produtos possuem peso molecular leve, tornando assim a absorção mais rápida por necessitar de menos tempo e gasto energético do sistema digestório para quebrar as moléculas em partes menores a fim de facilitar a absorção. Além disso, possui altas quantidades de aminoácidos essenciais, ou seja, aqueles que o nosso organismo não produz, mas que necessita para formar estruturas como, por exemplo, as miofibrilas das células musculares que são importantes no ganho de massa muscular.

No começo, era bastante utilizado por atletas de alto nível como os fisiculturistas, para ganhar massa muscular. Hoje, é o suplemento alimentar mais famoso do mundo, tomado por atletas de todos os níveis, desde atletas de academia até fisiculturistas e também o que mais traz resultados.

Seu valor científico é comprovado já há alguns anos. E não somente para o ganho de massa muscular, mas também para melhorar a imunidade, visto que melhora a disponibilidade de proteínas no organismo, elemento necessário para criar as células que compõem o sistema imunológico.

Dessa forma, pela importância do uso do produto, o Inmetro testou os suplementos alimentares à base de proteína mais consumidos por quem é atleta ou pega pesado na malhação. No soro do leite, há uma grande quantidade de proteínas e aminoácidos diversos. Os anabolizantes são produtos derivados de hormônios sintéticos. Ou seja, da testosterona, do hormônio masculino.

No mercado existem diversos tipos diferentes de whey protein. Mas para esse teste foram analisadas 15 marcas de whey protein concentrado, que é a versão mais consumida desse suplemento: EAS, Body Action, Probiótica, Integral Médica, STN Steel Nutrition, Solaris, Voxx, Dynamic lab, Maxx Titanium, DNA, Universal, Met-Rx, Sportpharma, New Millen e Nature’s Best.

Segundo o Inmetro, para ser considerado whey protein, o produto deve apresentar, no mínimo, 10 gramas de proteína por porção. O primeiro teste avaliou justamente isso. E todas as marcas foram aprovadas.

Uma coisa é ter o mínimo de proteína, porém outra coisa é apresentar a quantidade de proteína escrita no rótulo. Nesse segundo teste, duas marcas foram reprovadas por terem quase 30% menos proteínas do que o anunciado: a Solaris e a Voxx.

O terceiro teste constatou que todos os whey protein concentrados têm carboidratos na composição. Mas das 15 marcas, 11 tinham quantidades bem diferentes do que estava no rótulo. No caso da Voxx, essa diferença era de 300%. Ou seja, quatro vezes mais do que o anunciado.

Quanto ao teste da origem da proteína, por ser derivada do soro do leite, em tese, a proteína deveria ser de origem animal. O whey da marca DNA também tinha proteínas do trigo e da soja. Economicamente ela teria um valor menor, então também o consumidor está sendo lesado. Foi adicionada proteína da soja, esse produto foi fraudado. Não se pode utilizar um suplemento de origem vegetal e dizer que esse suplemento é feito com proteína do soro do leite. O consumidor está pagando por uma coisa e levando outra.

Foram encontradas, ainda, substâncias não declaradas nas fórmulas, pois em cinco marcas havia cafeína: EAS, Probiótica, STN, Maxx Titanium e Sportpharma. No teste para ver se os rótulos estavam corretos, 11 marcas foram reprovadas. Resultado final: 14 das 15 marcas foram reprovadas.

Conforme alguns nutricionistas, o whey protein é um produto para quem é praticante de atividade física de intensidade muito grande. Se alguém começar a utilizar grandes doses por períodos prolongados, isso é uma sobrecarga para o rim e para o fígado. As pessoas podem vir a ter um problema no fígado e um problema renal grave.

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Como sustentabilizar o Return on Investments (ROI)?

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Roberta Valença

Transformar o substantivo em verbo. O que isso quer dizer?

  • Já fez até o final aquela dieta que sempre começa?
  • Terminou de ler os 12 livros que elencou no ano passado?
  • Tirou aquele projeto tão pensando do papel?
  • Consegue tirar proveito de todas as ações e decisões do dia para se aprimorar para o dia seguinte, mais consciente e alerta das oportunidades?
  • Contribuiu de alguma forma para auxiliar alguém que vá além dos seus, dos que ama?

Se respondeu não ao menos duas vezes para as perguntas acima, então você precisa passar do substantivo para o verbo. Precisa agir, realizar! Para isso, precisamos estipular metas, com objetivos e indicadores precisos e inteligentes, afinal sem data-limite para acontecer, nada funciona.

O ROI serve para avaliarmos se nossas metas, objetivos e indicadores estão de acordo com o investimento empregado, seja ele de tempo, dinheiro, esforço mental, pessoas, processos, tecnologias, etc. e não vejo problema algum em ser assim, pois é dessa forma que gira esse nosso mundão capitalista. O desafio da abordagem sustentável na estratégia de qualquer empresa está em tornar mensurável o que é qualitativo.

Em um hospital, por exemplo, as questões ligadas aos impactos ambientais em suas operações, como a utilização da água nas lavanderias especiais, o aproveitamento inteligente das edificações em termos de coleta de água da chuva, a gestão correta dos resíduos sólidos que geram riscos à sociedade e também a racionalização dos custos e aumento de receita são indicadores passíveis de gerar boa visualização do ROI.

Por outro lado, o bem estar dos pacientes, resultado de diversas variáveis como a excelência no atendimento prestados pelo corpo clínico, visando maior interação humana; a arquitetura e design ligados à hotelaria hospitalar, que agregam cuidados com o ambiente e das acomodações, dando suporte físico mais adequado aos pacientes, familiares e acompanhantes; os aspectos nutricionais; a orientação dos pacientes para ajudá-los a entender suas enfermidades; e as terapias complementares são elementos fundamentais no processo de cura, mas difíceis de quantificar. Como fazemos para saber seu retorno efetivo?

Como avaliar o ROI que um bom relacionamento com o paciente e todos os stakeholders (partes interessadas) pode gerar para o hospital? Os custos são basicamente mão de obra, treinamento e tecnologia. Mas será que a avaliação do ROI é somente sobre esses aspectos?

O que é complexo, na verdade, deveria ser muito mais simples, pois sabemos que existe um valor intrínseco nos resultados intangíveis. No entanto, nosso modelo de gestão enxerga os resultados por meio dos números.

Comecemos, então, por olhar alguns quadrantes que afetam o mercado de seu negócio. Podem ser interferências de longo prazo, mudanças no parâmetro legal que alteram o curso vigente, alterações na forma de prestar os serviços em relação ao perfil do cliente, atualizações nos valores cobrados e também o peso da concorrência atenta e proativa.

Visto tudo com muita calma e depois de debater com seus pares, a sugestão é elencar áreas-chave para a instituição, que forneçam indicadores necessários. Feito isso, é hora de traçar dois cenários: como era a empresa antes das ações de sustentabilidade e como ficou depois.

No centro fica a região mais importante de todo esse processo, pois aqui se misturam os novos valores com as crenças, visão, missão e valores da empresa. É o momento de resgatar o sonho do fundador e como ele o idealizou, e fazer o link com essa nova abordagem. Estes passos vão determinar, diferenciar e definir o bom andamento do projeto.

Daí pra frente, com as iniciativas desenhadas, metas claras e causas transparentes e compartilhadas é bem mais provável que seja feita uma boa entrega do que foi proposto, com ganhos mensuráveis. Aos poucos, o exercício de tornar o que é qualitativo em quantitativo fica mais fácil e será possível perceber que, apesar da sustentabilidade prover assertivamente resultados a longo prazo, é possível aferi-los em curto prazo também.

Roberta Valença é CEO da Arator, consultoria especializada em projetos de sustentabilidade com inovação – roberta@aratorsustentabilidade.com.br

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