A rotatividade da mão de obra e as novas gerações

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

turnoverAndando pelas empresas e conversando com os gestores, tenho notado uma alta rotatividade das novas gerações na área de Tecnologia da Informação e em algumas outras, principalmente nas funções produtivas ou operacionais. Em resumo, a estabilidade do profissional na empresa pode ser considerada como sendo a sua manutenção no desenvolvimento da suas atividades, ao passo que a rotatividade de pessoal seria os desligamentos dos profissionais da execução das atividades.

Mas, especificadamente, a rotatividade pode ser considerada como sendo a diferença entre o número de profissionais que entram e que saem da mesma empresa. Assim, rotatividade é a diferença entre a entrada e saída de profissionais, o que pode ou não dificultar no desenvolvimento das metas ou atividades que a empresa tem a cumprir. E essa rotatividade ou turnover pode ter vários fatores e esse fluxo de entrada e saída é uma flutuação de pessoal entre uma organização e o seu ambiente.

Ela é considerada um problema para muitas organizações, especialmente no que se refere às reposições de pessoal, os custos são grandes para o empregador que investiu em treinamentos para os trabalhadores, pois o investimento acaba não tendo resultado com a constante troca de trabalhadores. Porém, para algumas empresas a rotatividade é algo aceitável, como, por exemplo, em empresas de de call center, onde quanto maior tempo de exposição dos profissionais pode-se gerar mais gastos relacionados à saúde. Há grande rotatividade neste tipo de empresas, pois os profissionais passam grande parte do tempo sob pressão do trabalho.

Em alguns setores, considera-se que o alto índice de rotatividade pode ser saudável para a sua manutenção, contudo, em outras isso pode fugir do controle da organização e os desligamentos serem efetuados por iniciativa do próprio profissional. Nesses casos, pode-se dizer que a saúde da organização poderá estar comprometida. Por exemplo, no setor da construção civil há o benefício da rotatividade,devido às etapas das construções e a necessidade de contratar diferentes tipos de mão de obra.

Alguns fatores contribuem para o índice de rotatividade, e suas causas podem ser diversas. A empresa pode demitir devido ao quadro estar se reestruturando, mudança econômica, inadequação do trabalhador. Com relação a este pode ser pedido seu desligamento devido não ter se identificado com a política da empresa, como estar em busca de melhor salário, dificuldades de adaptação ao local de trabalho, insatisfação e questões ligadas à família, saúde e outros.

Quanto à questão da rotatividade percebe-se uma característica específica desse tipo de acontecimento dentro das empresas, o tempo de desenvolvimento de atividade dos profissionais que não passam de dois anos de empresa O grande desafio do mercado de trabalho de hoje é criar políticas e práticas capazes de integrar pessoas com pensamentos e valores completamente diferentes. Nas atividades produtivas ou operacionais, às vezes, há quatro gerações diferentes para atuando.

O mais importante que essas gerações precisam se falar e aprender a trabalhar juntas, mas isso é tão simples assim? A constatação é uma só: não há geração melhor ou pior, o que se tem hoje é um mercado com pessoas de valores e práticas distintas, cada uma com suas qualidades e defeitos.

Atualmente, não são apenas as empresas que estão atrás de práticas capazes de equilibrar conflitos e amenizar o clima do ambiente, já que a competência social e de integração é cada vez mais requerida de qualquer profissional. O destaque vai ficar para aqueles que tiverem a capacidade de conviver e aproveitar os pontos fortes de cada geração.

Todas elas trazem características importantes e relevantes para o mercado. Quando elas aprendem a utilizar o que têm de melhor juntas, pode-se reunir a experiência dos veteranos e baby boomers, a praticidade dos X e a vitalidade e a inovação dos Y.

Os veteranos, nascidos aproximadamente entre 1920 e 1945, possuem dedicação e sacrifício, as duas palavras chave para eles. As pessoas pertencentes a ela são obedientes, têm respeito máximo a qualquer autoridade e ao seguimento a regras. Aceitam a recompensa tardia e querem estabilidade. Para essa geração, a honra é muito importante e a paciência é uma virtude.

Os baby boomer, nascidos aproximadamente entre 1946 e 1960, são otimistas, querem contagiar, buscam a integração e o envolvimento de todos em um projeto. São profissionais orientados ao trabalho em equipe, ao coletivo. Começa neles a valorização por aspectos referentes ao bem estar, saúde e qualidade de vida. É uma geração muito preocupada com status. Workaholics, trabalham muito e o quanto for preciso.

Os da geração X, nascidos aproximadamente entre 1961 e 1980, são pessoas pragmáticas, práticas e mais confiantes. Buscam o equilíbrio entre vida pessoal e vida profissional, não querem viver só para o trabalho. Têm a autoestima mais elevada do que a das gerações anteriores, já começam a questionar autoridades, apesar do respeito que têm por elas.

Os da geração Y, nascidos aproximadamente entre 1981 e 2000, estão sempre cheios de questionamentos. Precisam de respostas, e que elas sejam convincentes. Lidam com a autoridade como se não houvesse, isso é, não criam barreiras na comunicação e no trato com pessoas hierarquicamente elevadas. Buscam prazer no trabalho, caso não encontre, mudam de trabalho. A maioria foi criada sozinha, então se tornou mais individualista. São grandes negociadores.

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A bagagem extraviou, e agora?

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Especialista dá dicas de como evitar o incidente e de que forma proceder no caso de desvio da bagagem

Viajar tem sido cada vez mais comum na rotina dos brasileiros independente da faixa etária ou até mesmo da classe social. As promoções oferecidas pelas companhias aéreas facilitam a realização dos sonhos de conhecer o mundo. No entanto, para muitos, esta experiência acaba em frustração quando as malas desaparecem dos aeroportos. “É muito frequente o passageiro chegar ao destino sem as bagagens e não saber o que fazer”, revela Cristiano Diehl Xavier, sócio do Xavier Advogados.

No entanto, o especialista alerta que o objeto mais importante da viagem não é a máquina fotográfica ou o sapato confortável, e sim uma declaração que deve ser feita antes de despachar a bagagem. “O procedimento é simples, basta declarar o valor estimado dos objetos. Porém, isso só é possível mediante o pagamento de uma taxa estipulada pelas próprias empresas”, explica. O especialista acrescenta que isso dá liberdade para que as malas sejam revistadas caso a companhia deseje negociar o valor. Outro ponto essencial é identificar as malas, que deve ser feita com o máximo de informações possíveis. “Uma placa com nome, telefone e destino evita os riscos do extravio”, complementa.

Se mesmo com essas medidas de segurança a mala for extraviada, o primeiro passo é preencher o Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB), além de registrar queixa no escritório da Anac, localizado em todos os aeroportos. “Além da indenização, o passageiro tem direito ao ressarcimento do valor declarado antes do despache, caso os pertences não sejam encontrados”, disse. Xavier explica que as empresas têm 30 dias para recuperar os objetos no caso de vôo doméstico. “Para as viagens internacionais, o prazo é de 21 dias”, acrescenta.

O especialista indica outras medidas, caso o problema não seja resolvido por meio dos procedimentos normais. “O passageiro pode não concordar com o valor pago pela companhia. Se isso ocorrer, a justiça deve ser acionada. A ação é feita no Juizado Especial Cível através de um advogado. A causa não pode ser maior do que 40 salários mínimos”, conclui.