Sete passos para você elevar a resiliência

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Prevenção de Acidentes no Trânsito – Direção Defensiva

Sensibilizar os motoristas em geral quanto a necessidade de neutralizar ao máximo a possibilidade de provocar acidentes; Adoção de procedimentos de rotina pautados pelas normas de segurança no trânsito; Cumprimento ao disposto na CTB – Código de Trânsito Brasileiro.

Bibianna Teodori

Saber atuar sob pressão, responder rapidamente em momentos de crise, demonstrar criatividade e encontrar soluções, mesmo com poucos recursos, não são tarefas fáceis. Mas hoje, mais do que nunca, é justamente este perfil de profissional que o mercado de trabalho valoriza.

Para quem não sabe, as citadas acima são algumas características da resiliência, um conceito que vem da física e que está tão em alta. Originalmente, a resiliência se refere à capacidade que alguns materiais têm de acumular energia quando submetidos à pressão e, depois de absorver o impacto, voltar ao estado original sem deformação, como se fosse um elástico.

No comportamento humano, a resiliência é a habilidade de se adaptar e superar adversidades, situações estressantes. Isso de forma saudável, construtora, sem ser afetado por elas de modo negativo, permanente. Em outras palavras, uma pessoa resiliente é aquela que tem energia e disposição para enfrentar dificuldades em vez de se deixar abater; é capaz de atuar com competência, mesmo sob forte pressão; antecipa as crises, prevê obstáculos e se prepara para lidar com eles; tem atitudes positivas, realistas e firmeza de objetivos; e recupera-se mais rapidamente após sofrer revezes e não muda sua essência depois de passar por experiências difíceis.

Desenvolver a resiliência é fundamental para enfrentar os desafios pessoais e profissionais. E também para ser bem-sucedido profissionalmente, uma vez que a pressão por resultados, as mudanças e as crises são constantes.

No mundo atual, quanto mais resiliente for o profissional, maior será sua vantagem competitiva. E maior será sua capacidade de lidar com tudo isso e ainda manter ou aumentar seu bem-estar, além de encontrar mais satisfação.

Confira sete passos para você elevar a resiliência:

1) Mantenha o foco no futuro. Olhe para frente e não se prenda ao passado.

2) Mantenha-se motivado. Lute por seus sonhos e objetivos. Quem trabalha por seus ideais não tem tempo para chorar mágoas.

3) Invista em seus relacionamentos. Eles são uma grande fonte de apoio e de encorajamento.

4) Mude o hábito de colocar defeito nas coisas e de ver apenas o que as pessoas têm de pior. Combata o costume de ter uma opinião formada sobre tudo.

5) Redescubra as coisas que lhe dão prazer. Fique atento as suas necessidades. Cuide de sua mente, de seu corpo e de sua saúde.

6) Fique atento às necessidades dos outros. Contribuição e compaixão aumentam a resiliência.

7) Resiliência não é rejeitar ou ignorar as emoções negativas, mas apenas não permitir que elas controlem você. Fique atento!

Bibianna Teodori é executive e master coach, fundadora da Positive Transformation Coaching e coautora do livro “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida” – www.bibiannateodori.com.br

Chupetas não conformes

chupetaO Inmetro, no âmbito das ações do programa de verificação da conformidade, realizou ensaios nas chupetas fabricadas pela Lillo do Brasil Indústria e Comércio de Produtos Infantis e encontrou não conformidades no modelo Lillo Funny Coleção Bichos Ortodôntica tamanho 2, código 670110, lote 13137, com data de fabricação do dia 17/05/13. Após realização dos ensaios de fervura e tração, foi constatado que a chupeta pode ter suas partes separadas, gerando pequenas peças que podem ser engolidas, expondo a criança ao risco de engasgamento.

As informações de identificação da chupeta podem ser encontradas na embalagem do produto. Se a embalagem foi descartada e o consumidor tem esse modelo em uso, recomenda-se a suspensão imediata. Para mais informação e para solicitar a substituição gratuita ou reembolso, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente da empresa, por meio do 0800 025-4415 e/ou pelo e-mail sac.lillo@lillo.com.br

A campanha de recall, que abrange 6.432 unidades inseridas no mercado de consumo, foi iniciada no dia em 3 de setembro de 2014, após a empresa comunicar as falhas do produto à Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça. O Código de Defesa do Consumidor determina que o fornecedor repare ou troque o produto defeituoso a qualquer momento e de forma gratuita. Se houver dificuldade, a recomendação é procurar um dos órgãos de proteção e defesa do consumidor.

O poder do pensamento no desempenho profissional

LIVRO

Renato Curi

Faz parte da essência do trabalho do líder avaliar o desempenho do seu liderado e apoiá-lo em seu desenvolvimento. Olhar para o desempenho e avaliar o que não está bom é algo que os líderes fazem com precisão, uma vez que, através das entregas, o desempenho pode ser facilmente mensurado, tornando-se algo objetivo. Atrelar a qual comportamento se deve o desempenho de um liderado, apesar de ser mais subjetivo, também é algo que a maioria dos líderes consegue fazer.

Por exemplo, relacionar que a falta de resultados deve-se à desorganização que um determinado liderado é relativamente simples. Portanto, é possível afirmar os resultados de cada um refletem o seu comportamento. E os verdadeiros líderes sabem como identificar estes pontos.

Na tentativa de fazer sua equipe evoluir, no entanto, você já percebeu que grande parte dos líderes tenta mudar o comportamento dos seus liderados “na marra”? Quando algo sai errado, é comum ouvirmos: “não quero mais que você aja dessa forma!”.

Apenas dizer a uma pessoa que tem dificuldades em organizar-se que “você precisa se organizar”, dificilmente resolverá o problema. Pode até ser que algo mude, mas raramente essa mudança será duradoura ou definitiva. Logo, é preciso encontrar uma maneira mais eficiente de apoiar a transformação das pessoas.

É preciso que os líderes se questionem: o que direciona nossos comportamentos?  Somente respondendo esta pergunta pode-se levar a transformação comportamental para um estágio mais profundo.

O que direciona, influencia e sustenta nossos comportamentos são nossos pensamentos. Logo, um problema na performance está relacionado a um possível problema no nível de pensamentos. Essa é a hora que o líder exerce sua função de desenvolver pessoas, ajudar seus liderados a, juntos, identificarem quais são os pensamentos que estão reduzindo o desempenho. Como?  Por investigação e diálogo, perguntando: por que você age assim? O que te impede de fazer diferente? Se fizesse diferente, quais seriam as implicações?

Imagine que um profissional perceba que, frente às ideias que passam pela sua cabeça para tornar seu trabalho mais otimizado ou o clima da empresa melhor, ele tem o comportamento de guardar as ideias para si e não compartilhar. Talvez se o líder dele questionasse: “o que te impede de fazer diferente?”, ele poderia chegar em pensamentos como: “quem sou eu para mudar as coisas aqui nessa empresa” ou “quando eu assumir uma posição de liderança, aí sim, vou me expor mais, vou arriscar e as pessoas vão me ouvir”. 

Fica evidente que no nível de pensamentos esse liderado tem a percepção que ele não tem poder para mudar as coisas, que é pequeno para mudar a cultura da empresa ou que se expor está vinculado a uma determinada posição de liderança. A consequência desses pensamentos é uma postura mais passiva no dia a dia.

Como, no nível de pensamentos, não existe certo ou errado, cada pessoa pode escolher no que acreditar. Certamente, na mesma organização, alguém acredita que “para a cultura melhorar, é preciso a começar”. Nessa pessoa é possível observar mais iniciativa e participação, maior protagonismo.

Agora, imagine aquele líder que prefere revisar no detalhe todo trabalho de seus liderados e requisita sempre mudanças, quando não, ele mesmo refaz o trabalho ao seu estilo. Se ele se perguntar curiosamente: “Porque faço isso?” Talvez conclua algo do tipo: “Ninguém faz tão bem quanto eu”.

Enquanto ele acreditar nesse pensamento, dificilmente encontrará maneiras de delegar e desenvolver sua equipe. Faço um convite a você mesmo. Reflita sobre seus comportamentos, principalmente, aqueles indesejados e questione: “Porque eu faço isso?”, e ainda questione como você, líder, pode dar o primeiro passo para identificar os pensamentos que estão travando o desempenho de seus liderados. Lembre-se: é no nível de pensamentos que reside à alavanca da mudança e do sucesso!

Renato Curi é sócio-consultor da Crescimentum.