Colchões e colchonetes são obrigados a cumprir as normas técnicas e devem ter a marca do Inmetro

O Inmetro realizou, em todo o país, por meios de seus órgãos delegados, a Operação Especial Morpheus que verificou no comércio, em empresas fabricantes e importadoras de colchões e colchonetes de espuma flexível de poliuretano se os produtos atendem aos requisitos estabelecidos na regulamentação. Foram realizadas 647 ações de fiscalização, verificando-se 39.803 produtos.

O índice de irregularidade foi de 2,3 % (921 produtos). Empresas irregulares foram notificadas e serão penalizadas, com multas que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, de acordo com o artigo 9º, estabelecido na Lei n.° 9.933/99. Os produtos irregulares foram apreendidos e serão encaminhados à destruição, após esgotadas as possibilidades de recurso. Para o comércio, a ação teve caráter de advertência e acompanhamento de mercado, já que o prazo de adequação termina somente em 7 de fevereiro de 2015.

Desde fevereiro de 2014, os produtos somente podem ser comercializados, por fabricantes e importadores, estando em conformidade com a Portaria Inmetro nº 79/2011, que estabelece os requisitos técnicos de avaliação da conformidade para a fabricação do produto. Eles são obrigados a cumprir as normas técnicas no processo de sua fabricação.

A NBR 13579-1 de 07/2011 – Colchão e colchonete de espuma flexível de poliuretano e bases – Parte 1: Requisitos e métodos de ensaio estabelece os requisitos e métodos de ensaio para colchões, colchonetes e bases constituídos, parcial ou integralmente, por espuma flexível de poliuretano, devidamente revestidos, exceto os que possuem estrutura de molas. A NBR 13579-2 de 03/2011 – Colchão e colchonete de espuma flexível de poliuretano e bases – Parte 2: Revestimento estabelece os requisitos e os métodos de ensaio para os materiais têxteis utilizados como revestimento de colchões e colchonetes de espuma flexível de poliuretano e bases.

As dimensões totais da espessura, largura e comprimento, assim como da espessura da lâmina de espuma, devem ser verificadas conforme Anexo A. São admitidas tolerâncias com relação à largura e comprimento do produto acabado de ± 1,5 cm e para a altura de – 0,5/+ 1,5 cm, com base nas dimensões declaradas na etiqueta pelo fabricante.

A espessura mínima da lâmina do colchão ou colchonete, sem o revestimento, deve corresponder à medida especificada na Tabela 1, sendo admitida tolerância de ±0,5 cm, da espessura total e individual de cada lâmina. A soma das espessuras dos materiais que compõem o revestimento do colchão (infantil, geral, misto) não pode exceder 1/3 da altura total. Colchonete: a altura total não pode exceder 8 cm, inclusive com o revestimento. Conjugado e auxiliar: a soma das espessuras dos materiais que compõem o revestimento do colchão conjugado e auxiliar não pode exceder 1/3 da espessura da lâmina de espuma.

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As espumas convencionais utilizadas na fabricação da lâmina central do colchão/colchonete devem corresponder aos requisitos estabelecidos na Tabela 2. As espumas hipermacias utilizadas em colchões compostos, na camada de toque (zona de conforto), devem corresponder aos requisitos estabelecidos na Tabela 3. As espumas macias utilizadas em colchões compostos, na camada de toque (zona de conforto), devem corresponder aos requisitos estabelecidos na Tabela 4. As espumas de aglomerado devem obedecer às propriedades descritas na Tabela 5.

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O que as empresas esperam dos candidatos a emprego nas dinâmicas

Bibianna Teodori

A dinâmica de grupo é uma das fases mais determinantes – e temidas – dos processos seletivos. Embora não seja novo, o método auxilia a empresa na identificação de características que adquirem importância crescente no mercado de trabalho.

Uma delas é o comportamento ético do profissional. São apresentadas situações que testam sua flexibilidade nesse quesito. Se ele se preocupa, por exemplo, em reduzir custos a qualquer preço ou leva em consideração a imagem da empresa no mercado. Além disso, hoje se busca quem saiba lidar com diferenças. Muitas vezes é possível perceber algum tipo de preconceito só pelo jeito de olhar do candidato.

Confira algumas dicas para ter sucesso nas dinâmicas:

Aposte no autoconhecimento: Quanto mais conhecemos a nós mesmos, mais existe o domínio da situação em que estamos vivendo. Por isso, antes de uma dinâmica é importante que o profissional reflita sobre si. Faça uma retrospectiva, analise quais são o seus valores, pontos fortes e fracos.

Em relação aos candidatos a estágio ou trainee, as habilidades comportamentais ficam ainda mais em destaque, e, nesses casos, a visão do avaliador volta-se para as características pessoais.  Para as funções que exigem mais experiência, o processo é composto pela junção entre as características  pessoais e profissionais.

Conheça a empresa na qual pretende trabalhar: Essa pesquisa deveria acontecer antes mesmo da candidatura à vaga, porque se parte do pressuposto de que a escolha é mútua: a empresa escolhe o candidato e este escolhe a organização.

Identifique seus valores: Pense naquilo em que você acredita e quais deles se assemelham ou vão de encontro com a organização que deseja integrar.

Descubra o estilo da empresa para não errar na roupa: Existem organizações nas quais o casual é adotado diariamente, mas, na dúvida, o melhor é ir social: terno e gravata para os homens (sempre prefira cores neutras, como azul ou preto) e terninho para as mulheres (também em cores neutras). Evite usar saias, pois existem algumas atividades que pedem liberdade de movimento e, se houver necessidade de sentar no chão, por exemplo, a saia com certeza atrapalhará. Proibido usar gravatas “divertidas”, decotes ou roupas muito justas.

Desenvolva algumas “competências unânimes”: Embora as dinâmicas sejam adaptadas para as necessidades específicas de cada empresa, existem atributos que, em geral, são desejáveis em qualquer área de atuação.

Entre as qualidades procuradas estão a capacidade de negociação e de persuasão. Portanto, comunicar-se bem é fundamental para ser aprovado nas seleções.

A boa comunicação também envolve o poder de análise e de síntese, o que requer a compreensão adequada do cenário definido na dinâmica. Dessa maneira, é preciso estudar com antecedência os valores da companhia e o segmento em que atua, para não titubear na hora de sugerir estratégias de negócio em um exercício proposto.

Não tenha medo de mostrar que você é: Antes, era comum nas dinâmicas serem analisadas algumas situações hipotéticas, como, por exemplo, decidir em grupo o que levar para uma excursão à lua ou para um refúgio subterrâneo. Hoje, as questões a serem resolvidas estão bem mais próximas da realidade, como a criação de um produto ou serviço para a organização.

O processo antigamente era muito chato e sem conteúdo. Avaliava muito as aparências e pouco o que movia, de fato, os desejos mais profundos do profissional. Agora, entretanto, as dinâmicas são muito mais criativas, mais envolventes, mais participativas. São reveladoras daquilo que cada um traz consigo. Então, você tem uma ótima oportunidade para mostrar quem você é, o seu valor, e conquistar a tão desejada posição profissional.

Bibianna Teodori é executive e master coach, fundadora da Positive Transformation Coaching e coautora do livro “Coaching na Prática – Como o Coaching pode contribuir em todas as áreas da sua vida” – www.bibiannateodoricoach.com.br

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