Alerta: detalhes na hora de comprar pela internet fazem toda diferença

Filtros de Harmônicos em Sistemas Industriais – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

NR 10 – Atendendo às exigências do Ministério do Trabalho – Reciclagem Obrigatória – A partir de 3 x R$ 264,00 (56% de desconto)

Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410 – A partir de 3 x R$ 320,57 (56% de desconto)

Atraso nas entregas ou produtos que nunca chegam ao consumidor são alguns dos problemas desse tipo de compra. Para aproveitar os bons preços do e-commerce, especialista orienta atenção e pesquisa

O Natal está chegando e as famílias começam a se preparar para a compra dos presentes. No Brasil, cada vez mais esse processo ocorre pela internet, tanto pela praticidade de um único “clique”, quanto pelos preços – que realmente são mais em conta.

Para auxiliar os consumidores e garantir que não caiam em armadilhas, o especialista Cristiano Diehl Xavier orienta a melhor forma de prevenção. “Alguns detalhes passam despercebidos na hora de efetuar a compra e custam caro para quem presenteia. Um dos maiores erros do internauta é não conferir a credibilidade do site, ação simples que evita muitos problemas”, revela. Essa pesquisa pode ser feita no Procon da cidade do consumidor e de forma gratuita.

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Ainda sobre os sites de compra, é possível verificar nos canais de reclamações espalhados pela internet, se o escolhido possui muitos clientes insatisfeitos. Além disso, o fornecedor é obrigado a ter CNPJ e o numero deve constar no site. A Receita Federal também oferece uma forma de verificar a situação da empresa.

Depois de realizada a compra, outro problema comum causa dor de cabeça para os consumidores: o prazo de entrega. Muitos casos de compras realizadas para o Natal chegam apenas no ano seguinte. Assim como o valor exato, o prazo tem que constar antes de aceitar o negócio. O conselho de Xavier é planejar com antecedência a compra. “Planejamento é a palavra mais adequada para evitar incidentes. Ter tempo para pesquisar o fornecedor, avaliar bem a compra e os valores são medidas básicas de segurança”, alerta.

Apesar de ganhar nos descontos e melhores preços, o consumidor deve desconfiar de “milagres” como aparelhos eletrônicos muito baratos. “O valor dos produtos é mais em conta, mas nada exagerado. Fique bem atento às promessas de “compre um, leve dois”, por exemplo”, diz.

Outro ponto importante é avaliar se o site apresenta outras formas de pagamento, além do cartão de crédito. O Código de Defesa do Consumidor exige que as pessoas tenha o direito de efetuar a compra de outras formas. As compras feitas fora do estabelecimento comercial podem ser canceladas em até sete dias.

Mantenha em local seguro os dados da compra efetuada, desde o protocolo até a confirmação do pagamento. “Na hora de reivindicar qualquer problema, esses documentos serão um aliado do consumidor. Cada site precisa respeitar as normas do seu país de origem, por isso, não se esqueça de analisar de que importador está comprando”, conclui.

Evite esses sites de compra

O Procon-SP tem uma a lista de sites que devem ser evitados, pois tiveram reclamações de consumidores registradas, foram notificados, não responderam ou não foram encontrados. Confira no link antes de comprar pela internet: http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php

Construindo a cadeia de suprimentos sustentável

A cadeia de suprimentos sustentável revelou-se como uma oportunidade inexplorada para capturar valor e gerar receitas superiores, de acordo com um novo documento técnico divulgado. Enquanto, antigamente, a cadeia de suprimentos era o elo mais fraco do ponto de vista da sustentabilidade, a nova cadeia de suprimentos sustentável de ciclo fechado é um imperativo de negócios que pode reduzir as emissões de carbono, proporcionar reduções significativas de custos e melhorar o favorecimento entre os consumidores.

“Fechando o ciclo: construindo a cadeia de suprimentos sustentável”, o novo documento técnico de Lisa Harrington, presidente do grupo lharrington LLC, encomendado pela DHL, empresa de logística líder mundial. Isso justifica o fato das empresas pensarem de forma diferente sobre suas cadeias de suprimentos e os ‘custos’ relacionados a se tornarem ecologicamente corretas. O artigo argumenta que as empresas que aplicam melhores práticas de negócios – tal como uma das líderes mundiais do mercado de consumo – reportam redução de custos de quase US$ 1 bilhão resultante de sua cadeia de suprimentos sustentável – já não percebem a sustentabilidade como um custo adicional, mas sim como uma oportunidade de criar valor.

Lisa Harrington, presidente do grupo Lharrington LLC, acredita que uma grande mudança de atitude está acontecendo em todos os setores. Os equívocos de que ser ecologicamente correto significa ter custos mais elevados já pertencem ao passado. Quando o modelo de cadeia de suprimentos sustentável é executado corretamente, as empresas capitalizam em aumentos de receita e elogios sociais dos clientes, ao mesmo tempo garantindo que suas operações estejam de acordo com as medidas de conformidade exigidas.

“A receita do sucesso é aplicar corretamente os quatro princípios fundamentais. São eles: reduzir, reutilizar, reciclar e recuperar. A redução está relacionada com a eliminação de resíduos gerando eficiência; a reutilização envolve a remodelagem do produto; já a reciclagem significa garantir que seus resíduos gerados se transformem em oportunidade. A recuperação é o processo de decompor produtos que estão no fim de sua vida útil para capturar valores residuais, tais como os metais preciosos”, afirma.

Diante de tendências de mercado, tais como a pressão crescente do consumidor, a necessidade de melhorar a eficiência e reduzir os custos, a forte exigência com a conformidade e a elevação das expectativas de responsabilidade social, as empresas estão reavaliando sua abordagem de gestão da cadeia de suprimentos sustentável. As empresas líderes estão criando valor através da modificação de suas cadeias de suprimentos para gerenciar suas principais entradas e saídas, tais como energia, carbono, água, materiais e resíduos, de forma a reduzir os impactos ambientais da empresa e gerar novas fontes de receita a partir de seus resíduos.

O documento técnico identifica soluções que permitirão às empresas implementar os quatro princípios fundamentais da cadeia de suprimentos sustentável. Um Parceiro Ambiental Estratégico (Lead Environmental Partner – LEP) cumpre a função de torre de controle, monitorando os fluxos normais e reversos da cadeia de suprimentos para identificar oportunidades que possam proporcionar benefícios ambientais e econômicos aos negócios.

A próxima solução é a abordagem de gestão da cadeia de suprimentos em ciclo fechado, que integra a reciclagem de resíduos, a recuperação de valor e o cumprimento de normas de proteção ambiental através de um Parceiro Ambiental Estratégico (Lead Environmental Partner – LEP) que gerencia a coleta, a separação e a reciclagem dos fluxos de resíduos. Por fim, o Parceiro Ambiental Estratégico (Lead Environmental Partner – LEP) fornece visibilidade através de relatórios de emissão de carbono detalhados que permitem acompanhar o progresso de uma gestão aprimorada.

Chris Jackson, vice-presidente de soluções ambientais, da DHL Supply Chain, defende que a cadeia de suprimentos sustentável tornou-se rapidamente uma oportunidade e uma necessidade para as empresas. As companhias que têm demonstrado aplicar as melhores práticas de mercado estão reduzindo seus custos e economizando milhões, ao mesmo tempo garantindo que seus negócios respeitem os padrões de medidas de conformidade atuais, que podem gerar sérios danos quando não são cumpridos.

“O Parceiro Ambiental Estratégico (Lead Environmental Partner – LEP) ajuda a ampliar ainda mais a redução de custos com sua capacidade de atuar como um único fornecedor para a gestão de resíduos de uma empresa, garantindo que as melhores taxas de reciclagem possíveis sejam alcançadas e que o processo seja o mais simples possível. Por exemplo, atualmente, a abordagem integrada de parceria está na vanguarda da gestão de resíduos com empresas recebendo seus embarques e tendo seus resíduos recicláveis coletados pelo mesmo veículo. Ter um parceiro que possa cumprir essa função poupa centenas de milhares de dólares para a empresa em impostos para aterros sanitários, além de reduzir significativamente as emissões de carbono”, finaliza o executivo.

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