Foco na solução e não na distração

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Especialista dá dicas sobre como lidar com as crises

Todas as pessoas passam por momentos bons e ruins durante a vida – e todos são obrigados a lidar com as possíveis crises que existem no meio do caminho, seja lá qual for o motivo. E enfrentar uma crise muitas vezes não é fácil. “Na verdade, enfrentar uma crise nunca é fácil. Não é fácil para mim, para você, nem para ninguém. Porém, ao se encontrar nesse problema é preciso sempre pensar que crises são curtas, que elas não duram eternamente – como pode parecer para pessoas que a estão enfrentando”, ressalta o psicólogo e coach João Alexandre Borba.

Ao entender que a crise é passageira, é restabelecido o equilíbrio e o ser humano sente um alívio, senão, a cabeça de qualquer um viraria um caos. “Isso acontece porque a crise gera uma vontade de resolver as coisas na hora. A crise é imediatista, normalmente causada por um evento estressante ou traumático”, explica Borba.

As crises estressantes podem ser causadas por aquela preocupação por antecipação. “A pessoa desconfia que esteja sendo traída. Ela se estressa, vai atrás de provas para comprovar isso, só pensa nisso, etc. Ou seja: ela está em crise – e o pior, o seu companheiro não sabe de nada. No fim, a pessoa descobre que era tudo coisa da cabeça dela e ela se estressou a toa”, exemplifica o psicólogo.

Já a crise traumática acontece quando, por exemplo, uma pessoa tem o carro roubado e fica nervosa, pois esse é o seu instrumento de trabalho, e ela quer resolver tudo na hora, mesmo isso não sendo possível.  Outro exemplo seria o de um relacionamento que terminou de um jeito negativo, como uma traição ou uma grande mágoa.

A crise, seja ela qual for, deixa a pessoa acelerada, com a adrenalina forte, e causa duas possíveis sensações: a de luta ou a de fuga, isso muda de pessoa para a pessoa. “O mecanismo de defesa de alguns é enfrentar o problema, bater de frente. Outros fogem sem perceber”, comenta.

Borba ressalta um erro comum cometido por aquelas pessoas que estão em crise: a distração. “Essa não é a hora de se distrair. A distração deve vir sim, mas apenas no pós crise. Durante a crise o ideal é usar toda a sua força para superá-la – e não gastá-la com distrações. Além disso, é muito comum fazer ‘besteiras’ nesse momento quando a pessoa vai se distrair. Por isso, recomponha-se, pare de andar em círculos e utilize todas as suas forças para resolver seu problema. Deixe a distração para depois. Entenda que aqui a distração significa toda ideia ou ação que possa levar a pessoa a lugar nenhum, mantendo ela estagnada”, ressalta.

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