Clientes, manobristas e restaurantes: uma relação de amor e ódio

Ao chegar a um restaurante para um momento de lazer em família, a primeira pergunta é: “em que local estacionar?”. Para garantir a comodidade dos clientes, muitos estabelecimentos oferecem o serviço de manobrista. A ideia é boa, mas todo cuidado é pouco

Ao sair para jantar ou se divertir com os amigos, muitas pessoas já se depararam com os manobristas – oferecidos pelos estabelecimentos – para direcionar os carros nas vagas livres. O que a maioria não sabe, é que esses consumidores também têm direitos e podem usá-los nos casos de danos nos veículos. “Existe uma desinformação muito grande neste sentido, ou seja, as pessoas não sabem o que fazer quando o automóvel volta com arranhões ou objetos furtados”, diz Cristiano Diehl Xavier, sócio do Xavier Advogados.

Aos donos dos bares e restaurantes, o especialista aconselha uma seleção criteriosa de seus motoristas, bem como a fiscalização do serviço. As reclamações são as mais diversas, desde multas com excesso de velocidade – quando o veículo deveria estar parado, até estacionamento em locais proibidos. “O problema é que o cliente só fica sabendo quando a notificação chega”, acrescenta. Xavier explica que a responsabilidade é do estabelecimento. “A briga que gera em torno disso é imensa, pois quem oferece o serviço não quer pagar, alegando que o consumidor assumiu o risco ao entregar a chave ao manobrista”, conta. Porém, ele reitera: “O cliente deve cobrar o dinheiro gasto com a infração, seja ela qual for. Assim também ocorre com os danos nos carros”, completa.

A orientação do especialista é que o cliente verifique se o estacionamento realmente existe ou se o manobrista deixará o veículo na rua. “Se não houver um local seguro, vale a pena dar mais algumas voltas e encontrar um estacionamento pago”, indica.

Nos casos em que o automóvel estiver em local coberto e com segurança, os riscos são bem menores. O consumidor pode solicitar as chaves ao estabelecimento e conferir se as portas estão trancadas e o alarme devidamente ligado. “São formas de prevenção, mesmo que o dono do carro saiba de seus direitos, pois evita o transtorno decorrente de um incidente. Entramos na boa e velha frase: é sempre melhor prevenir do que remediar”, conclui.

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