Teste sua habilidade de escutar

WORKSHOP ISO 9001:2015

EVENTO GRATUITO

28 de novembro

Sorocaba – SP

mailing

Mais informações e inscrições: Raquel: (15) 3228-2854 – raquel@consultoriaiso.com.br

Ernesto Berg

Escutar é uma habilidade que precisa ser desenvolvida, pois não nascemos com ela. Este teste vai lhe dizer se você tem a habilidade de escutar. Responda as questões em termos da sua maneira de ser. Não procure “acertar” ou imaginar a melhor resposta. Seja você mesmo.

S = SIM        N = NÃO        + –  = MAIS OU MENOS

1. Você prefere falar? (em vez de ouvir)  S   N   + –

2. Você costuma memorizar (ou anotar) os itens mais importantes de uma conversação?  

S   N   + –

3. Você tem o hábito de prestar atenção às mensagens não verbais (gestos, postura, expressão facial etc.) e as utiliza como fonte de referência para  dar seguimento ao diálogo?

S   N   + –

4. Você costuma virar-se, mexer-se, olhar para os lados ou ocupar-se com o celular enquanto alguém fala com você?  S   N   + –

5. Você costuma fazer perguntas para que você possa entender melhor o que a outra pessoa diz? S   N   + –

6. Você demonstra um real interesse no que a pessoa está dizendo, olhando atentamente para ela? S   N   + –

7. Você solicita uma nova explicação ou repetição de algo que não tenha entendido bem? 

S   N   + –

8. Você tem o hábito de interromper as pessoas enquanto elas estão falando?                       

S   N   + –

9. Você presta atenção aos conteúdos emocionais tanto quanto escuta o que a pessoa diz?

S   N   + –

10. Você demonstra impaciência ou irritação, quando alguém lhe diz algo que lhe aborrece?

S   N   + –

Faça sua contagem de pontos

Marque um ponto para cada resposta SIM dada às seguintes perguntas: 2, 3, 5, 6, 7, 9

Marque um ponto para cada resposta NÃO dada às seguintes perguntas: 1, 4, 8, 10

Marque meio ponto para cada resposta MAIS OU MENOS

TOTAL DE PONTOS: ______

Seu resultado

De 9 a 10 pontos. Você é um bom ouvinte. Sabe captar as ideias do interlocutor e sua atitude desperta confiança.

De 6 a 8,5 pontos. Você é um ouvinte médio. Consegue captar boa parte das mensagens, mas mostra, também, a necessidade de praticar mais a arte de bem ouvir, a fim de superar algumas deficiências.

Abaixo de 6 pontos. Você provavelmente tem dificuldades em saber ouvir. Boa parte das mensagens que escuta não é processada adequadamente e sofre algum tipo de interferência pessoal, o que o deixa “desligado” de alguns pontos importantes da conversação.

A diferença entre escutar e ouvir

Uma das melhores maneiras de demonstrar seu interesse pelas pessoas e estabelecer relacionamentos profícuos é a capacidade de saber escutar. Escutar é uma habilidade que precisa ser desenvolvida, pois não nascemos com ela. Gostamos mais de falar do que de escutar e poucas vezes nos concentramos em realmente ouvir. Confundimos escutar com ouvir. Ouvimos sons, ruídos, chiados, vozes, barulhos, mas não estamos, de fato, atentos a isso. Em geral só escutamos 25% do que ouvimos e os restantes 75% são eliminados. Escutar significa prestar atenção. Quando escutamos, isto é, prestamos atenção, somos capazes de entender melhor quem a pessoa é, sua forma de pensar e de agir. A capacidade de saber ouvir atentamente é uma das competências mais importantes que podemos desenvolver, pois dela depende, em alto grau, a condição de resolver conflitos e estabelecer entendimentos proveitosos tanto no ambiente de trabalho quanto familiar.

Ernesto Berg é consultor de empresas, professor, palestrante, articulista, autor de 14 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão, administração de conflitos.  Graduado em administração e sociologia, pós-graduado em administração pela FVG de Brasília. Foi executivo do Serpro em Brasília por dez anos e consultor senior da Alexander Proudfoot Company de São Paulo.

Os problemas do trabalho: lidando com o estresse

Curso: Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410

Disponível pela internet, descreve aos participantes que, segundo leis nacionais como CDC – Código de Defesa do Consumidor e NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, as instalações elétricas de baixa tensão em edificações residenciais, comerciais e industriais devem ser padronizadas seguindo a Norma NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Estas leis visam garantir a qualidade, a segurança da instalação elétrica e de seus usuários tornando-a confiável.

Especialista oferece algumas dicas para aprender a tirar de letra os possíveis problemas que o trabalho pode trazer.

A partir de o momento em que uma pessoa vive em sociedade e trabalha em uma empresa que comporta mais pessoas – independente da quantidade de profissionais – ela está predisposta a ter que lidar com possíveis problemas e questões chatas que o emprego e a rotina oferecem. Mas esse não é o fim do mundo.

Segundo Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, é comum se deparar com pessoas que passem por esses momentos e deixem que eles o abalem, tanto na vida pessoal e profissional, e esse é o maior erro possível. “Todos passam por problemas no trabalho, desde a fofoca dos colegas, a desmotivação, a falta de estrutura da empresa, as possíveis crises, etc. Porém, para superá-las e não deixar com que elas tirem a harmonia de sua vida, é preciso tomar algumas atitudes: e a primeira delas é identificar os problemas”, diz a especialista.

Curso de Solução de Não Conformidades
O Curso sobre Solução de Não conformidades ajudará a você compreender esse tema, conhecer todos os conceitos ligados a não conformidades como evidência objetiva, não conformidade, graduação de não conformidades, correção, ação corretiva e preventiva e a solucionar de forma adequada utilizando ao MASP – método de análise e solução de problemas. E não para por aí!  O curso apresenta exemplos reais de solução de não conformidades passo a passo que foram eficazes em empresas certificadas.  Também disponibilizamos uma série de exercícios resolvidos sobre não conformidades. Não queremos que você fique a ver navios nesse treinamento, nosso objetivo é que você realmente entenda e saiba solucionar àquelas que aparecerem na sua empresa. Ao longo das vídeos aulas são apresentados exemplos de aplicações de ferramentas da qualidade que vão ajudar na solução.

Quando o problema é o cansaço ou o estresse, a sugestão de Madalena é o diálogo. “É comum nos depararmos com profissionais exaustos, que acumulam cada vez mais funções e, por causa disso, ficam mais estressados e vulneráveis emocionalmente. Quando for esse o seu caso, converse de forma sutil com o seu chefe e exponha a sua situação”, comenta a coach.

Uma boa forma para fazer com que essa conversa funcione é o profissional apresentar argumentos para o seu chefe. “Faça uma lista com as suas tarefas nos períodos antes e depois desse acúmulo, deixando claro o aumento de trabalho. Você deve mostrar ao seu superior que a sua intenção é manter a qualidade das suas funções, e que isso pode levar um pouco mais de tempo para ser feito. Além disso, a lista também é uma forma de você mesmo controlar e analisar o seu trabalho: você realmente está trabalhando demais ou está apenas desmotivado? – se a opção correta for a segunda, as atitudes a serem tomadas podem ser diferentes”, diz Madalena.

É difícil encontrar pessoas que estejam motivadas todos os dias, por isso, se o motivo do seu menor rendimento for o estresse, é preciso pesar na balança se o emprego lhe faz bem. “Motivação e estresse são sentimentos normais para sentir de vez em quando, mas, a partir de o momento em que você tem esse tipo de sensação no seu dia-a-dia, fique alerta: algo está errado”, ressalta Madalena.

Tanto o profissional quanto a empresa saem perdendo quando falta motivação: o resultado de um profissional desmotivado é algo perceptível aos olhos da chefia, – afinal, eles o contrataram e o querem lutando pelos ideais da empresa. “Pondere com cuidado a sua situação: os problemas são os valores impostos pela empresa (que não combinam em nada com os seus) ou é apenas uma má fase? Se a primeira opção for a correta, é preciso repensar se esse realmente é um emprego para você – e se vale a pena você ir contra seus valores pessoais por um emprego. Agora, se a opção que mais tem a ver contigo for a segunda, quem sabe valha a pena dar mais uma chance ao emprego. Todos passam por fases complicadas”, conclui Madalena.