Brasil deverá ser rebaixado no índice de corrupção

CEP – Controle Estatístico de Processo – A partir de 3 x R$ 165,00 (56% de desconto)

Curtos-Circuitos e Seletividade em Instalações Elétricas Industriais – Conheça as Técnicas e Corretas Especificações – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410 – A partir de 3 x R$ 320,57 (56% de desconto)

NR 10 – Atendendo às exigências do Ministério do Trabalho – Reciclagem Obrigatória – A partir de 3 x R$ 264,00 (56% de desconto)

propina

B.V.Dagnino

Segundo o Banco Mundial, mais de 1 trilhão de dólares de propinas são pagos anualmente em todo o globo. O problema da corrupção, portanto, não existe apenas no país. A mesma fonte confirma números mundiais impressionantes: até 50% das empresas pagam propinas; nos países em que o nível de corrupção é baixo os negócios crescem 3% mais rapidamente. A ONU estima que a corrupção adiciona 10% aos custos dos negócios.

Com os recentes acontecimentos, é bastante provável que o Brasil, que já havia caído do 69º. lugar em 2012 para o 77º. em 2013 entre 177 países, certamente despencará no ranking da Transparência Internacional. Dinamarca e Nova Zelândia disputam o primeiro lugar.

Estão em segundo lugar a Finlândia e a Suécia, também empatadas, seguidas de Noruega, Cingapura, Suíça, Holanda, Austrália, Canadá e Luxemburgo. Os Estados Unidos ficaram em 19º lugar. Nas Américas, Venezuela e Paraguai continuam sendo os piores, e Uruguai e Chile são vistos como os líderes em transparência. A tabela de honestidade da região tem o Uruguai no topo, com índice de 73. Em seguida, vêm Chile (71), Porto Rico (62) e Costa Rica (53), seguidos por Cuba (46), Brasil (42) e El Salvador (38).

Por outro lado, por apenas 38 francos suíços as empresas brasileiras poderão se vacinar contra a corrupção, adquirindo a norma em nível de minuta do Comitê ISO CD 37001 pela internet no endereço http://www.iso.org/iso/catalogue_detail.htm?csnumber=65034. O documento descreve um sistema de gestão antipropina que pode ser implementado por qualquer organização interessada. Sua edição final está prevista para 2016, mas no estágio atual já é possível a adoção de uma série de ações preventivas. A norma é redigida sob forma de requisitos, o que permite a certificação, fato que tem gerado controvérsias.

Implementando a citada ISO, baseada na norma britânica BS 10500, será possível reverter esse quadro, cumprindo requisitos sobre: política antipropina; comprometimento e postura da alta direção; avaliação de riscos; procedimentos compatíveis com os riscos envolvidos; monitoramento, análise crítica, auditoria interna e melhoria; comunicação interna e externa das políticas antipropina, e seu entendimento por todos os envolvidos por meio de educação, treinamento e orientação; due diligence; definição de atribuições e responsabilidades pelo cumprimento da política; poder de decisão delegado; recursos para combater a propina; política de brindes, hospitalidade e doações; procedimento dos colaboradores; controles contratuais; controles financeiros; controle de compras, incluindo a cadeia de suprimentos; controles comerciais; procedimento para denúncias; procedimentos investigatórios e disciplinares; e suborno de servidor público.

Em conclusão, podemos dizer que a promulgação recente de legislação anticorrupção punindo empresas e executivos com crescente rigor exige das empresas ações rápidas para evitar sua infringência, com todas as consequências financeiras e especialmente quanto à sua imagem e reputação. A ISO 37001 se constituirá numa ferramenta de capital importância para que as empresas estruturem seu sistema de gestão antipropina de forma a evitar danos irreparáveis aos seus negócios.

B.V.Dagnino é consultor em modelos de excelência de gestão e membro fundador e vice presidente da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ) – dagnino@uol.com.br

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Construindo equipes de alta performance

Curso: Gestão de Energia – Implantação da Nova Norma NBR ISO 50001
Esse curso, disponível pela internet, visa permitir que as organizações estabeleçam os sistemas…

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Claiton Fernandez

Quando penso em equipes de alta performance me lembro da época em que fui contratado como CEO por um grupo econômico líder em seu segmento de mercado, no qual uma de suas unidades apresentava uma queda de faturamento em razão da perda de clientes há mais de ano. Um dos primeiros grandes desafios para essa unidade de negócio foi reverter o cenário. Ao diagnosticar que os gestores de área trabalhavam de forma isolada, o passo seguinte foi verificar que era necessário transformar o grupo de gestores numa equipe, fazendo com que trabalhassem com foco comum.

Com a inserção do coaching individual e coletivo, e a implementação de programas de desenvolvimento técnico e comportamentais abordando temas como estratégia, gestão de mudanças, planejamento e gestão do tempo, estabelecemos uma meta que deveria ser atingida nos próximos 12 meses: voltar a ter o mesmo número de clientes que a unidade tinha há um ano. Para alcançar este desafio, era necessário que se tornassem uma equipe de alta performance.

Quando analisamos mais detalhadamente as equipes de alta performance, encontramos algumas características fundamentais:

– Objetivo claro: todos os integrantes da equipe precisam saber qual é o objetivo a ser alcançado e estar engajados com o mesmo. Na ocasião, me recordo de um dia ter entrado na sala dos gestores e me deparado com um apontamento na lousa branca, escrito “31/12”, data definida para atingir a meta. Naquele momento soube que finalmente todos estavam comprometidos e caminhávamos para a formação de uma equipe de alta performance.

– Empowerment: permitir que as pessoas compartilhem seus conhecimentos, experiências e decisões com toda a equipe. Para isso, foram criados encontros mensais conduzidos sempre por um dos integrantes da equipe, que apresentava os resultados da sua área de negócio, agregando valor em todos através do aprendizado.

– Diversidade: uma equipe de alta performance é formada por tipos de pessoas que apresentam diferentes competências e habilidades, permitindo que se complementem com a utilização do potencial de cada um. Naquela época, em todas as áreas havia diversas tarefas a serem executadas pelos gestores, como o exercício da liderança e de uma efetiva gestão de pessoas, o relacionamento com clientes, o desenvolvimento e a organização de eventos de divulgação, entre outros. Dessa forma, mesmo com a presença de diferentes talentos, pudemos contar com todos na realização das tarefas.

– Relacionamento e feedback: as pessoas têm crenças e valores diferentes e, consequentemente, comportamentos e atitudes diferentes. Numa equipe de alta performance as pessoas devem aprender a respeitar a visão de mundo do outro e buscar criar relações de confiança. É essencial empregar o feedback como uma ferramenta que possa acabar com os ruídos da comunicação e ajudar o outro a se desenvolver cada vez mais. Com isso, passamos a exercitar o “falar para” em substituição ao “falar de”.

– Interdependência: entender que ninguém joga o jogo sozinho. No momento em que um lado está mais fraco, o outro fará mais força, para que juntos possam chegar ao objetivo comum. Foi o que aconteceu na unidade de negócio, cada área tinha a sua meta mensal a ser alcançada, o que no somatório fez com que todos atingíssemos a meta global.

Como se vê, o gestor líder é o responsável em permitir que essas características sejam desenvolvidas dentro de sua equipe, para que ela deixe de ser apenas um grupo de pessoas e passe a ser uma equipe de alta performance com um objetivo em comum.

Claiton Fernandez é palestrante, consultor e educador. Autor dos livros “Caminhos de um Vencedor” e “Da Costela de Adão à Administradora Eficaz”. Site: www.claitonfernandez.com.br

WORKSHOP ISO 9001:2015

EVENTO GRATUITO

28 de novembro

Sorocaba – SP

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Mais informações e inscrições: Raquel: (15) 3228-2854 – raquel@consultoriaiso.com.br