Terceira Idade está em alta quando o assunto é o mercado de trabalho

Target GEDWEB: a mais completa informação tecnológica na internet

Com o Target GEDWEB pode-se com alguns cliques acessar a informação técnica que a sua empresa necessita no seu dia a dia, como normas técnicas, regulamentos técnicos, publicações da ASQ, revistas técnicas e científicas, textos técnicos, jornais internos da empresa, cursos oferecidos para a participação dos funcionários, toda documentação organizacional, treinamento nas normas de qualidade, meio ambiente, etc. A tecnologia oferecida permite a inserção de qualquer conteúdo desejado pela empresa e, o que é melhor, monitorado e atualizado online. A empresa fica com o seu GEDWEB personalizado. Para acessar o sistema, clique no link Target GedWeb. Para mais informações, ligue (11) 5641-4655 ramal 883 ou mande um e-mail para relacionamento@target.com.br

Empresas estão optando pelo público da melhor idade

O Brasil tem hoje em dia, aproximadamente, 15 milhões de pessoas com 65 anos ou mais. E com a expectativa de vida maior, como anda o mercado de trabalho para os idosos?

De acordo com informações de Carlos Elias, advogado do Centro Nacional de Apoio ao Aposentado e Trabalhador (Cenaat), com o aumento da expectativa de vida do brasileiro, surgiram novas oportunidades para os aposentados aumentarem sua renda. “As empresas perceberam que empregar idosos é um bom negócio, porque são pessoas produtivas, com mais responsabilidade e disponibilidade. Além disso, dispõem de uma mão de obra mais qualificada e de um amplo conhecimento técnico” aponta.

O baixo valor da aposentadoria para suprir as necessidades básicas, aliada a dificuldade das empresas de recrutar mão de obra, contribuiu para ampliar a presença da terceira idade no mercado de trabalho. O artigo 26 do estatuto do idoso deixa claro que pessoas na terceira idade têm direito ao exercício de atividade profissional, sendo respeitadas suas condições físicas, intelectuais e psíquicas. “Quanto mais alto é o nível de escolaridade, maior é a participação de aposentados no mercado de trabalho. A maioria dos nossos associados está presente nas empresas, e muitos em cargos de gestão. Com isso eles se sentem valorizados e importantes” destaca.

Ainda conforme Carlos Elias, um dos fatores que atraiu esses trabalhadores a voltarem à ativa, é que a maioria continua colaborando com o sustento dos filhos e netos. “Como em toda história, temos os dois lados. O lado bom é o fato de o idoso estar trabalhando, sendo ativo, se sentindo útil. A parte lamentável é que, em muitos casos, esse regresso ao mercado de trabalho ocorre por necessidade, uma vez que o valor das aposentadorias é muito baixo” conclui o advogado.

Justiça mantém demissão por justa causa de empregado que se apropriou de valores de empresa

PALESTRA GRATUITA IN COMPANY

A IMPORTÂNCIA DA NORMALIZAÇÃO BRASILEIRA

O palestrante é o engenheiro Cristiano Ferraz de Paiva: Objetivos da Normalização; O fórum nacional de Normalização – ABNT; A posição institucional da ABNT; A observância das Normas Técnicas Brasileiras (NBR); Estrutura do Sinmetro; A função da Normalização no quadro institucional brasileiro; e Jurisprudência nos tribunais quanto à obrigatoriedade das normas técnicas. Sem custos para as organizações: hayrton@uol.com.br ou 11 991055304.

A Justiça do Trabalho de São Paulo manteve a demissão por justa causa de ex-empregado acusado de se apropriar indevidamente de valores da associação em que trabalhava. O ex-funcionário pleiteou na Justiça que a justa causa que lhe foi imposta fosse revertida para rescisão de contrato de trabalho sem justa causa, bem como o pagamento de horas extras e indenização por danos morais.

O advogado Fábio Christófaro, do Gaiofato e Tuma Advogados Associados, explica que o reclamante se apropriou de valores referentes a premiações não entregues a terceiros fornecedores da associação. “Ficou clara a gravidade e ilegalidade da conduta do ex- empregado porque, de acordo com artigo 482 da CLT, alínea “a” (ato de improbidade), isso se caracteriza como enriquecimento sem causa, que é vedado pelo ordenamento jurídico pátrio. Com base no mesmo artigo, o juiz julgou improcedente o pedido de reversão da justa causa”.

O pagamento de horas extras também foi julgado improcedente, uma vez que o empregado exercia cargo de confiança com poderes de gestão e autonomia para assinar cheques da empresa, além de subordinados, motivo pelo qual não possuía controle de jornada nos termos do artigo 62 da CLT. A indenização por danos morais foi igualmente julgada improcedente por não ter ficado demonstrado nenhum prejuízo sofrido pelo ex-funcionário em relação a sua carreira profissional ou a sua imagem perante terceiros por algum ato praticado pelo empregador.