Catálogo de Madeiras Brasileiras para a Construção Civil

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A exaustão de florestas nativas das Regiões Sul e Sudeste do Brasil provocou uma transferência para a Região Amazônica das fontes de suprimentos à construção civil de madeiras tropicais, muitas delas desconhecidas pelos consumidores e inadequadas ao uso pretendido. Para ampliar as alternativas de escolha e colaborar para o uso sustentável da madeira, vinte espécies de volumes conhecidos, disponíveis no mercado e provenientes de operações florestais sustentáveis estão relacionadas no Catálogo de Madeiras Brasileiras para a Construção Civil.

A publicação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) foi elaborada sob a coordenação do engenheiro florestal Márcio Nahuz, do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais do IPT, com o patrocínio do WWF-Brasil e o apoio do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP). “A demanda da madeira cresce nos usos tradicionais e também está se expandindo em direção a nichos mais sofisticados, como pórticos, guias laminadas e painéis engenheirados”, afirma Nahuz. “Vários fatores negativos incidem nas fontes tradicionais de matérias-primas, como baixa disponibilidade e sazonalidade de estoque, o que resulta em altos preços; novas áreas de suprimento ou a substituição de madeiras tradicionais por outras menos conhecidas são necessários para a expansão do uso, e essa é a proposta do catálogo”.

Segundo o pesquisador do IPT, um dos mais aspectos mais importantes a considerar na substituição de madeiras tradicionais por espécies menos conhecidas é compatibilizar os recursos técnicos que o uso apresenta com as propriedades presentes na madeira, especialmente o nível de desempenho: “Pisos requerem madeiras de alta dureza e com baixa contração, por exemplo, e esse conjunto de propriedades deve estar também presente na madeira que será escolhida como alternativa”, completa Nahuz.

Para a elaboração do catálogo, uma equipe multidisciplinar do IPT fez a alocação de madeiras em grupos de uso pela identificação das propriedades físicas e mecânicas necessárias para o bom desempenho de cada espécie no uso especificado. Para cada propriedade identificada foram fixados valores mínimos e máximos, tendo como base os valores de madeiras tradicionalmente empregadas nos usos considerados.

A compatibilização das propriedades das madeiras em níveis apropriados de desempenho com os requisitos técnicos dos componentes de construção foi feita em seguida, levando-se em consideração também as dimensões, as formas e os defeitos aceitáveis ou proibidos. Madeiras como angelim-amargoso, jatobá e pau-roxo, em um total de vinte espécies, foram classificadas para emprego em construção civil pesada externa; pesada interna; leve externa e uso temporário; leve interna decorativa; leve interna de utilidade geral; leve para esquadrias e assoalhos domésticos. “Estas madeiras podem substituir, por similaridade de propriedade e usos, uma série de outras difundidas no mercado, como andiroba, cedro, ipê e peroba-rosa”, afirma Nahuz.

Quem quiser acessar a publicação, clique no link http://www.ipt.br/download.php?filename=980-Catalogo_de_Madeiras_Brasileiras_para_a_Construcao_Civil.PDF

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A importância da espiritualidade nas empresas

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Transformando o desempenho em excelência

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Claiton Fernandez

Cada vez mais as empresas estão descobrindo que é necessário despertar o melhor das pessoas, estimulando sua espiritualidade e investindo na sua felicidade. No conceito de “terceira inteligência” o ser humano tem a faculdade de sobrepor à razão e à emoção uma essência espiritual, dando propósito às suas ações, e um sentido de direção focado no respeito e no bem-estar próprio e dos outros. É uma inspiração, algo que transcende os aspectos racionais e emocionais.

A ideia central da espiritualidade em grande parte das empresas ainda é de certa forma rejeitada, porque entende-se que está diretamente ligada à práticas religiosas, podendo ocasionar influências negativas e gerar conflitos internos. No entanto, a prática da espiritualidade assume um papel diferenciado: promover o bem estar no ambiente de trabalho e realização pessoal.

Urge entender as diferenças entre religiosidade e espiritualidade: enquanto a religiosidade refere-se à nossa escolha, à aproximação com o Deus que escolhemos dentro de nossa formação e crença, a espiritualidade é nossa conduta no caminho do bem e da prosperidade com ética, um estado de consciência que é capaz de se relacionar com “algo ou alguém superior”, auxiliando uns aos outros, independentemente da crença. Estudos mostram que não há possibilidade das empresas colherem expressivos resultados se não estiverem alinhadas profundamente com seus propósitos. “Se qualquer organização quiser sobreviver, terá que promover radicais transformações em si que não se referem à estrutura, mas sim aos valores, essencialmente, aos valores do coração e da alma”, diz Judith Neal, Ph.D. da Universidade de New Haven/EUA.

Se as empresas quiserem aderir a esta tendência espiritual, a transformação nos valores da alma e do coração é inevitável. Na verdade, os gestores e líderes precisam perceber a necessidade de se adequar a essa nova perspectiva organizacional.

Quando poderíamos imaginar que empresas, executivos e gestores pudessem buscar ajuda em atividades tão diferenciadas, dentre as quais a espiritualidade? Que um dia existiriam tantos debates e pudessem ser realizados congressos e fóruns com a presença deste tema?

São tantas as novidades neste sentido que os profissionais acabam ficando confusos – alguns não sabem no que acreditar, pois até mesmo estudiosos e astrólogos afirmam que a posição dos astros e dos planetas pode ser usada para tomar decisões profissionais. Dizem, ainda, que podemos escolher a melhor maneira de agir com nossos colegas de trabalho e superiores se soubermos seus signos. Pelo visto é hora da área de RH entrar em ação junto às suas empresas.

Os especialistas e consultores mais evoluídos já concordam com a inclusão da espiritualidade no desenvolvimento pleno das empresas. A natureza e o significado do trabalho estão passando por uma profunda evolução e a emergência da espiritualidade está ajudando a catalisar este momento.

Sabemos que o nervosismo, o medo, o stress e a depressão sempre fizeram parte do cotidiano dos profissionais e das empresas. E é neste momento que a espiritualidade surge como um processo de transformação íntima das emoções, da maneira de ser, de pensar e de agir dentro da ética e do bem, de forma consistente, impulsionando o ser humano a viver e a empresa a estabelecer metas que pretende alcançar.

Conclui-se que não é antigo e nem fora de moda falar de espiritualidade, pelo contrário, é uma questão de urgência, pois somente os aspectos técnicos e comportamentais são insuficientes para a empresa contar com profissionais competentes, capazes de inovar e desenvolver seu trabalho com mais felicidade e, consequentemente, auxiliar a promover a sustentabilidade (equilíbrio econômico/financeiro), objetivo maior de toda empresa.

Claiton Fernandez é palestrante, consultor e educador. Autor dos livros “Caminhos de um Vencedor” e “Da Costela de Adão à Administradora Eficaz” – www.claitonfernandez.com.br