A roda da vida do novo e do velho ano

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Capacitar os participantes a realizar auditorias compartilhadas do Sistema Integrado.

Conheça a ferramenta da Roda da Vida e analise melhor o ano que passou e o ano que logo vai chegar

O fim de ano vai se aproximando, e com ele chegam o espírito natalino, a vontade de mudança e os momentos de reflexão, que fazem com que as pessoas sintam-se mais felizes e nostálgicas, sentindo que esse é mais um ciclo que se fecha. Mas você realmente encerrou esse ciclo e está pronto para entrar em um novo ano?

Você ainda se lembra das promessas que fez no ano passado? Elas foram cumpridas? Essa é uma questão comum na vida de quase todos, e acredito que muitas pessoas não fazem nem ideia mais daquilo que prometeram a si mesmas, – porém, agora pode ser a hora de mudar isso, trazendo para a realidade aquilo o que você deseja.

Segundo o psicólogo e coach João Alexandre Borba, o final do ano não é necessariamente a época para pensar no futuro – e sim de repensar o passado. “Isso acontece porque para você conseguir programar um bom ano pela frente, precisa fazer um balanço do ano que passou. E porque chamamos de balanço? Porque o ideal é perceber se você passou por um ano equilibrado”, resume.

O balanço de fim de ano, para ter bons resultados no futuro, precisa ser um momento de pura reflexão, no qual a pessoa pare o que está fazendo e passe um tempo apenas pensando em como foi o ano nos mais diversos aspectos. “Essa é a hora de fazer um revisão detalhada dos últimos 365 dias. Como foi a área emocional? Você fez o que queria? Foi atrás dos seus planos e desejos? Buscou se satisfazer ou cuidou apenas dos outros e esqueceu de você? Essas são apenas algumas das perguntas que devem ser feitas a si mesmo”, comenta o psicólogo.

Uma boa ideia para terminar bem o ano vigente – e consequentemente começar bem o próximo ano – é terminar tudo o que você puder/conseguir o quanto antes possível, assim você entra em um novo ciclo sem nada que lhe prenda ao passado. “Está em um relacionamento que passa por uma fase ruim e não consegue tomar uma decisão? Aproveite o final do ano para analisar o que passou e ver se vale à pena continuar – e se esforçar para isso, – ou terminar de uma vez, começando 2015 de forma diferente, iniciando um novo ciclo”, exemplifica Borba.

Para ajudar nesse processo de equilibrar as áreas da vida, o coaching oferece uma ferramenta chamada de “Roda da Vida”, que auxilia no processo de analise e balaço. “A Roda da Vida é interessante porque abarca todas as áreas do ser humano, desde lazer/diversão, passando pela vida pessoal e amorosa, financeira, profissional, saúde, etc. O ideal é a pessoa reservar um tempo e analisar como anda a sua vida em geral, sendo sincera consigo mesma e percebendo o que falta para alcançar o equilíbrio”, comenta o profissional.

O que é muito comum é uma pessoa perceber que uma área de sua vida vai bem – e, por causa disso, ela investe nisso e deixa de lado áreas que precisavam de mais atenção. Isso acontece porque as pessoas são viciadas na vitória, em insistir no que já está bom, mas, ao fazerem isso, não percebem que muitas vezes estão deixando de lado aquilo que realmente precisa de atenção. “O equilíbrio só é alcançado quando existe um esforço maior nas áreas que estão deixando a desejar”, comenta.

Uma dica que Borba oferece é fazer duas rodas: uma do ano que passou e uma de como você pretende que seja a roda do próximo ano – de forma realista, é claro. E relembra: comece a fazer as coisas assim que puder. “É comum a gente deixar as coisas de lado, empurrar com a barriga e dizer que ah, no ano que vem eu começo. O ideal é deixar esse costume de lado e começar desde já a se mexer, assim, a entrada no próximo ano tem mais chances de ser melhor e mais equilibrada, afinal, o processo de balanço já começou antes. É claro que é bom aproveitar as férias, mas aproveite-as para fazer algo importante para si mesmo. E uma frase que eu gosto muito para essa época do ano é: enquanto o passado não deixar o presente acontecer, seu futuro será a esperança de um novo passado”, conclui o psicólogo.

Todo mundo quer direitos iguais, mas estamos preparados para eles?

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Metodologia para Identificação e Classificação de Aspectos e Impactos Ambientais, Conforme NBR ISO 14001 – Disponível pela Internet

Possibilitar ao participante a identificação dos aspectos e impactos ambientais, e elaborar o LAIA – Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais de sua organização conforme a norma NBR ISO 14001.

Dolores Affonso

Todos os dias escuto que os direitos são iguais, homens e mulheres, negros e brancos, idosos e jovens, cristãos e muçulmanos e assim por diante. O mesmo ocorre com os deficientes. Todos os dias lutam por seus direitos, pela igualdade, pela inclusão, mas será que estão preparados para isso? Para ter “direitos iguais”?

Você pode estar se perguntando o que quero dizer com isso. Logo irá entender! Mas acredite: a grande maioria não está preparada para os “direitos iguais”. Levando em conta que, mesmo os direitos sendo iguais, as oportunidades oferecidas às “minorias” ainda estão muito aquém da igualdade; e que mulheres, negros e tantos outros grupos excluídos, esquecidos ou renegados continuam sofrendo com a desigualdade, é importante estarmos preparados, seja para a “igualdade desigual” que vivemos, seja para a igualdade verdadeira que ainda é uma utopia no Brasil e em muitos países pelo mundo. Quiçá em todo o planeta!

Vejamos: negros continuam recebendo um salário menor que brancos, assim como menos promoções e ocupando menos posições de chefia ou destaque. Mulheres, a mesma coisa. Se forem negras, menos ainda. Se, além disso, forem deficientes, a situação fica ainda pior!

Bom, isso foi só para nos lembrar da realidade da “igualdade” em nosso país. Mas se ela realmente acontecesse… se tornasse realidade, você estaria preparado? Nós todos estaríamos preparados para abrir mão de determinadas “coisas”? Pense bem: algumas mulheres estariam prontas para abrir mão de um marido que as “sustente”? Alguns homens estariam preparados para abrir mão da sua posição de “provedor” e “marido” cuidado pela esposa, para assumir o papel de parceiro nos cuidados da casa, na educação dos filhos, como muitas mulheres assumiram a posição de coprovedoras no sustento da família ou até mesmo a posição de provedoras? Alguns negros estariam dispostos a abrir mão de declarar o “orgulho de ser negro” ou de compreender que, se possuem este direito, o mesmo deveria ser concedido aos brancos? Ou seja, se é considerado preconceito um branco andar com uma camiseta “orgulho branco”, “raça branca” etc. por que para o negro não?

São apenas alguns exemplos de situações e “coisas” que precisaríamos abrir mão para que os direitos fossem realmente aplicados de forma igualitária. E os deficientes? Estão preparados para não serem mais os coitadinhos que todos precisam ajudar? Que o governo precisa “sustentar”? Será que estão prontos para assumir postos de trabalho como qualquer outra pessoa? Estão capacitados pessoal, profissional e emocionalmente?

Claro que muitos vão dizer: mas as cidades não estão preparadas… não possuem as mínimas condições de acessibilidade e usabilidade! As empresas não estão preparadas para nos receber! Sim, é verdade!

Mas neste mundo hipotético em que os direitos são iguais, a acessibilidade também seria uma realidade. Sendo assim, pense, se o mundo estivesse preparado para você, você estaria preparado para o mundo? Sem medo de viver, de cuidar de si, de buscar os seus sonhos? Você estaria apto a utilizar as tecnologias e ferramentas existentes? Teria capacidade de interagir com as pessoas?

Você diz que as pessoas não sabem se comunicar com um cego ou surdo, mas você sabe? Se você é cego, aprendeu Libras tátil para se comunicar com surdos? Você, surdo, aprendeu braille para se comunicar com um cego? Se sua resposta foi não para algumas dessas perguntas, então não está preparado para um futuro de direitos iguais! Pense nisso!

Para se preparar não é fácil, verdade, mas é possível. Coaching, cursos, capacitação, orientação, terapia etc. estão disponíveis, seja na rede pública, seja por empresas, ONGs ou profissionais que, assim como eu, buscam promover a autonomia das pessoas com deficiência em todos os níveis e setores da vida. Prepare-se! Esteja pronto para o mundo em que você sonha viver!

Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade – www.congressodeacessibilidade.com

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