Ano novo emprego novo: como fazer um bom currículo?

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O objetivo deste curso é levar aos participantes uma discussão dos principais riscos que os motores trifásicos assíncronos estão sujeitos.

Objetividade e clareza são duas características imprescindíveis para quem deseja impressionar com o currículo.

“Você nunca terá a oportunidade de causar a primeira impressão pela segunda vez” – e sabemos que a primeira impressão é a que fica, como já diria o velho ditado. Por isso, estar bem preparado para essa tal primeira impressão é extremamente importante para uma pessoa que deseja conquistar um novo emprego – e essa impressão pode ser causada até mesmo pelo currículo.

Com a chegada do ano novo, muitas pessoas mudam de emprego, e, para que a primeira impressão a ser causada seja boa, pode ser preciso um pouco mais de esforço – afinal, não é a toa que hoje existem empresas especializadas em montar currículos. Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, comenta que a procura por esse serviço é cada vez maior. “Recebemos inúmeros currículos, desde pessoas que foram desligadas de suas empresas após anos de trabalho até de profissionais que estão ingressando agora no mercado – e independente disso, todas elas entendem a necessidade de ter um bom currículo”, comenta a especialista.

Para que esse objetivo seja alcançado, existem algumas orientações que devem ser seguidas pelos profissionais a fim de deixar o currículo mais forte e atraente, podendo até mesmo ser um diferencial na hora da contratação. “Caso você monte sozinho o seu currículo, invista tempo e prepare-o com capricho. Tenha em mente que ele é o seu cartão de visitas, ou seja, ele precisa ser esteticamente bonito, claro e objetivo, e ter, no máximo duas páginas”, comenta Madalena. Outro passo importante é revisar o currículo algumas vezes para evitar possíveis erros de português, já que eles podem representar preguiça ou falta de conhecimento.

A princípio, um bom currículo possui as informações essenciais sobre o profissional, sua formação, conhecimentos, habilidades e, por fim, experiências profissionais. “É preciso sempre manter as informações atualizadas e deixá-las expostas de forma facilmente compreensível, assim a leitura do possível empregador é agilizada. Para isso, seguir uma ordem é importante. Sugiro uma sequência”:

1. Dados pessoais: nome, telefone (com DDD), endereço, e-mail, etc. Também pode ser interessante colocar a data de nascimento e o estado civil. Números de RG e CPF apenas se a empresa solicitar.

2. Perfil profissional: essa pode ser a parte mais importante do currículo. E o local em que o profissional deve escrever, em torno de 5 linhas, e em terceira pessoa, um resumo de suas experiências, formação, objetivo profissional e possíveis incoerências. Se você for de uma cidade e estiver concorrendo a uma vaga em outra, ou se tiver experiências somente em uma área específica e tiver concorrendo a outra área, explique isso neste espaço. Deixe de lado a pretensão salarial para discutir pessoalmente em entrevistas.

3. Formação acadêmica/escolaridade: se estiver cursando o 2° grau, coloque a escola e o ano em que estiver cursando. Se estiver no ensino superior, foque na graduação, relatando qual o curso, Instituição, data de início e fim (ou previsão de fim). Para pós-graduação, mestrado ou doutorado use as mesmas dicas – e deixe claro se o curso já foi concluído ou ainda está em andamento.

4. Experiência profissional: hora de descrever suas experiências anteriores de forma clara e objetiva. Escreva o nome da empresa, o cargo ocupado, as atividades que eram realizadas e o período – data correta de início e fim, não apenas o ano. Tenha em mente que o cargo é importante, mas, mais do que isso, é importante descrever as ações que eram feitas, ressaltando suas responsabilidades e rotina de trabalho. Estágios e experiências curriculares também devem ser colocados nessa parte – principalmente se não existirem outras experiências para serem citadas. Porém, experiências antigas que não possuem relação com a vaga pretendida, não precisam ser descritas.

5. Cursos extracurriculares: cursos de menor duração e de línguas, por exemplo, podem ser descritos nessa área – lembrando-se sempre de escrever qual a Instituição em que foram feitos os cursos e a data de realização.  Tratando-se de línguas, deixe claro o seu nível (básico – intermediário – avançado). Intercâmbios também podem ser citados nesse tópico.

6. Atividades complementares: conhecimentos em informática, por exemplo, podem ser interessantes para serem descritos nessa área. Além disso, outros conhecimentos e experiências que o profissional julgar relevantes também podem ser descritos de forma breve e clara nesse tópico, como artigos publicados, premiações, trabalhos voluntários, etc.

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