Mobilidade global: boas práticas que fazem a diferença em uma expatriação

CURSOS DISPONÍVEIS PELA INTERNET

A Target preparou um programa especial de cursos pela Internet, contemplando as últimas tendências do mercado. Com o objetivo de facilitar a participação daqueles que possuem uma agenda de compromissos complexa, a Target criou a opção para que o cliente possa assistir aos cursos através da transmissão pela Internet. Fique atento aos cursos que estão disponíveis. Clique aqui e veja um exemplo de como funciona o recurso. Garanta a seu desenvolvimento profissional adquirindo os cursos pela Internet da Target. Para mais informações, acesse o link https://www.target.com.br/produtossolucoes/cursos/gravados.aspx

João Marques

Nos dias de hoje, encontrar estrangeiros no Brasil e brasileiros no exterior tem sido comum. Para os próximos anos, a expectativa é que essa tendência aumente tanto no turismo quanto nas transferências a trabalho. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), 232 milhões de migrantes no mundo estão fora do seu país de origem. As demandas pela mão de obra qualificada e especializada de empresas e de empregadores na economia global, explicam grande parte desse fenômeno.

Com relação aos estrangeiros em solo brasileiro, no primeiro trimestre de 2014, o Ministério do Trabalho e Emprego concedeu 10.529 autorizações de trabalho a estrangeiros, entre vistos temporários e permanentes. Identificamos um aumento de 300% no número de viagens ao exterior realizadas no primeiro quadrimestre de 2014, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Porém, mesmo com toda essa movimentação, o Brasil precisaria ter cinco vezes mais imigrantes para alcançar a média latino-americana, que é de sete milhões, 10 vezes mais para alcançar a média mundial e 50 vezes mais para alcançar a média da América do Norte, que é de 50 milhões. Para deixar o Brasil um país atrativo para a mão de obra estrangeira qualificada é necessário que a SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República), reconheça que nos tornamos “mentalmente fechados” para as migrações corporativas, compreenda o porquê de precisarmos da imigração e identifique o que é necessário fazer para promovê-la.

Na prática, quando um profissional é convidado para assumir um desafio em outro país, a empresa tem certeza do potencial dele, mas não é capaz de prever se a expatriação será um sucesso ou não. O processo de expatriação começa na busca das características técnicas e comportamentais do candidato, avaliando a capacidade intercultural dele e a adaptação às mudanças. Quem aceita esse desafio assume um risco diante de sua empresa e família.

Por isso, a assistência que ele recebe, tanto em seu país de origem quanto em seu país de destino, é de extrema importância. Certifique-se que ao contratar uma consultoria de sua confiança, esta possua a expertise necessária para indicar o tipo de visto correto, os procedimentos e documentos necessários, além do suporte em Relocation (busca de imóveis, escolas, contratação de serviços domésticos, entre outros), pois a experiência tanto para a empresa quanto para o profissional pode ser desastrosa, além de cara. Lembre-se de oferecer ao profissional e sua família um treinamento intercultural ainda no país de origem. Além de extremamente relevante para o momento, garantirá melhor e mais rápida adaptação no país de destino.

Algumas ações que o RH pode tomar para facilitar essa fase é registrar todos os detalhes da expatriação para o transferido. Os detalhes devem estar registrados em uma ‘offer letter’, guiada pela política de expatriação da empresa, que deve ser clara. Também é importante definir a missão do profissional nessa transferência e promover uma visita de familiarização no país de destino, incluindo city tour, visita às escolas em caso de família com filhos, visita às lojas de eletrodomésticos e móveis e visita a imóveis. Tanto a ‘offer letter’ como a política de expatriação contêm detalhes sobre o contrato de trabalho, remuneração, benefícios, custo de vida, orçamento para moradia, educação dos filhos, idiomas, viagens de férias e ao país de origem.

Para também garantir o bom andamento do processo de transferência é importante que todas as suas expectativas estejam alinhadas com o que foi oferecido pela empresa e com a realidade local. Evite frustrações. O expatriado deve ter a mente aberta ao novo, respeito por outras crenças, confiança nas pessoas, adaptabilidade, flexibilidade e paciência. Incentive também o expatriado a manter contato com o país natal, isso facilita o processo de retorno.

Quando a mudança acontece, o expatriado costuma passar pela “fase de turista”, na qual busca por programas que a cidade oferece, sai para passear e tirar fotos. Depois segue para a “fase de orientação”, quando procura orientação para construir um novo ambiente e adaptar-se à nova cultura. Nessa fase é muito importante que o profissional de recursos humanos ofereça suporte ao expatriado para que a adaptação seja positiva e de ganhos para os envolvidos, inclusive a companhia.

Devido ao alto investimento e a alta rotatividade, a empresa deve estimular seus colaboradores a enxergar a expatriação como um aperfeiçoamento de suas qualidades profissionais, seguidas por uma proposta de uma boa realocação no retorno e reconhecimento durante e depois do processo. Pense e aja estrategicamente, envolva todas as áreas da companhia, invista na transferência e extraia um bom retorno dela.

Preocupe-se também com o país de destino. As maiores dificuldades de adaptação ocorrem na China, Índia, Rússia, Estados Unidos e Brasil. Os fatores mais citados são: casas e escolas, preços altos, formalidades de imigração, língua e diferença cultural, legislação trabalhista e tributária, falta de disponibilidade de serviços, problemas com segurança, frequentes mudanças na lei (para Rússia e Brasil) e insegurança nas viagens.

Quando o contrato de trabalho termina, seja transparente sobre o reposicionamento do expatriado na empresa. A expatriação é um processo que deve ser aproveitado intensamente por ambas as partes: transferido e empresa. O mais importante é organizar e planejar essa mudança com antecedência e segurança. Mantenha uma comunicação livre entre expatriado e empresa. Seguindo essas dicas, a transferência tem tudo para ser um verdadeiro sucesso.

João Marques é sócio-diretor da EMDOC.

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Sete desculpas que impedem seu sucesso na carreira digital

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5S A Base para a Qualidade Total – Disponível pela Internet

As dicas para o sucesso do 5S em sua Empresa

Alan Pakes

Agir, tomar decisões, crescer profissional e pessoalmente… Tudo isso demanda esforço, algo que nem sempre estamos dispostos a ter. Nessas horas várias desculpas aparecem para justificar a nossa falta de ação, como uma forma de conforto mental: “Não fiz nada porque eu tinha um bom motivo para isso”. Se você tem sonhos e ambições, descubra quais são as desculpas mais comuns e veja como tirá-las da sua vida:

1) É preciso ter contatos

Sim, conhecer pessoas, ou seja, ter uma network, é algo muito importante e pode abrir muitas portas. Se você não tem contatos agora, é provável que diga: “Mas eu não tenho contatos!” O que você precisa saber é: um bom trabalho atrai bons contatos, e você ainda pode ir atrás deles… Aproveite as facilidades da tecnologia e crie conexões online. De que forma você pode fazer isso? Há várias maneiras. Uma delas é construindo autoridade na internet, seja por meio de um blog, canal do Youtube, podcasts… Com a sua plataforma de autoridade rodando, é possível entrar em contato com outras pessoas para realizar entrevistas e guest posts, assim como elas entrarem em contato com você com esse objetivo. Outra dica é fazer comentários em posts e participar de eventos presenciais, como congressos e palestras sobre a sua área de atuação.

2) Preciso fazer mais pesquisas

É normal bater aquele receio de que você não está pronto, de que é preciso mais treinamento ou mais pesquisas para poder escrever um texto, lançar um produto, enfim, tomar uma decisão e agir. No entanto, isso pode fazer com que você perca o timing do negócio, deixando as coisas ainda mais difíceis no futuro. Uma frase bem conhecida entre os empreendedores brasileiros que trabalham com marketing digital é: “Feito é melhor que perfeito”. Não existe perfeição, e você deve escolher se quer ser a pessoa que faz ou a que não faz. Deu algo errado? Se for possível, corrija e, claro, aproveite a oportunidade para aprender com o erro.

3) Tenho muitas/poucas ideias

Uma ideia é algo que todo mundo tem, todos os dias. A questão é: você está disposto a tirar a ideia da sua cabeça e passá-la para a realidade? O grande problema com quem tem muitas ideias é que a pessoa acha várias ou algumas delas fantásticas, perfeitas, e que precisa escolher a mais perfeita para que tudo dê certo. Enquanto isso, quem tem poucas ideias sofre porque acha que ainda não teve a ideia mais fantástica e perfeita. No final das contas, os dois tipos de pessoas esbarram em um grande problema: não existe ideia “mais perfeita”, e é isso que os faz perder tempo. Escolha uma que lhe faça sentir prazer em trabalhar, tire-a da sua cabeça e veja o sucesso acontecer.

4) A ideia que eu tenho já existe

Essa é a melhor prova de que ela funciona! O que há de errado nisso? Não deixe o medo de entrar no mercado lhe atrapalhar. Você já foi ao supermercado e viu uma única marca em todas as prateleiras? Só existe uma escola de inglês no Brasil? Uma agência de marketing? Uma fabricante de material de construção? Mais cedo ou mais tarde haverá concorrência.

5) Sou muito ocupado

Talvez você não seja tão ocupado quanto imagina. Será que você está usando o seu tempo de maneira produtiva? Isso inclui vários fatores, inclusive quantidade de sono e alimentação, que podem afetar a sua cognição e diminuir a sua produtividade. Seu tempo ocioso precisa ser analisado e você precisa ter disciplina para adotar uma nova rotina. As pessoas que escolhem organizar o tempo são capazes de aproveitar o dia muito melhor, e elas também têm mais sucesso na vida. Só depende de você. Faça uma análise do seu tempo por uma semana. Veja o quanto você demora para cumprir tarefas básicas, moderadas e complexas. Calcule o quanto você dorme e quanto tempo de intervalo entre uma tarefa e outra você tem. Com a internet ao nosso alcance o tempo inteiro, é provável que você esteja se distraindo mais do que deveria.

6) Preciso de dinheiro (ou mais dinheiro)

Há como começar negócios do zero, com pouco ou até mesmo nenhum dinheiro. E-books, blogs, canais no Youtube, podcasts, entre outras formas.

7) Vou fazer amanhã

Quantas vezes você disse isso e realmente fez? Há quem realmente esteja cansado ou em um momento ruim e consiga remarcar a atividade para o dia seguinte, sem prejudicar o andamento de um projeto, mas nem todo mundo age dessa forma. Evite dizer que vai fazer amanhã. Isso pode se tornar um hábito que lhe trará problemas. E então, vai deixar para aplicar as dicas amanhã ou hoje?

Alan Pakes é engenheiro de computação, formado pela USP em 2002, e expert em empreendedorismo e marketing digital.

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