Educação digital

CURSO PELA INTERNET

A Manutenção Autônoma – Disponível pela Internet

Como conscientizar e habilitar o operador a cuidar adequadamente do equipamento.

criança_tabletTenho certeza de que um pai ou uma mãe não deixa seu filho pequeno sozinho em um shopping center, mas deixa esse mesmo filho com um tablet plugado na internet inteiramente só e sem nenhum controle. Ele pode sofrer assédio de pedófilos e sequestradores, phishing scam, cyberbullying, acessar conteúdos inapropriados a menores, sofrer consequências legais do mau uso da internet, crimes cometidos sob a falsa impressão de anonimato, inabilidade de pensamento crítico quanto a informações falsas e verdadeiras disponíveis na rede, plágio, pirataria, e até uso indevido da marca da sua escola.

Essas podem ser algumas das situações que os filhos podem acessar, sobre os quais poucos pais conversam com os filhos. Muitos acreditam que filtros de conteúdo ou bloqueadores podem ser a solução para a falta de tempo em acompanhar o filho na internet.

Os pais não podem fugir de suas obrigações. Como os filtros de conteúdo não são 100% eficientes, é quase inevitável que crianças e adolescentes se deparem com pornografia infantil e adulta, conteúdos que promovem delinquência (destruir, construir armas, falsificar documentos, etc.), conteúdos que promovem ódio, tráfico de drogas, jogos de azar, entre outros.

Assim, não há tecnologia que substitua uma boa conversa sobre domínio da curiosidade e moderação. Sendo quase inevitável a descoberta desses problemas (até porque os jovens são peritos em descobrir meios de burlar os filtros), é o que os jovens farão naquele momento que fará toda a diferença.

Há modos fáceis das crianças entrarem em contato com conteúdos inapropriados: propagandas (pop-ups, na maioria), palavras em sites de busca, typosquatting e cybersquatting, email spam, entre outros. As crianças devem conhecer tudo isso para saber o que fazer.

Outro ponto a ser observado é o ensino sobre a diferença entre domínio público e ambiente público. Muitas crianças e adolescentes pensam que se o conteúdo está na Internet é porque pode ser utilizado de qualquer forma, sem ao menos pedir autorização ao responsável por ele. Porém, nem tudo o que está em “ambiente público” (no caso, a internet) está em domínio público (hipótese legal na qual o material pode ser utilizado sem autorização do autor).

Educação digital é a conscientização e o treinamento das pessoas para o uso das tecnologias, permitindo-lhes atuação correta, ética, livre de riscos ou com estes minimizados, de modo a não incorrerem especialmente em práticas danosas e com consequências jurídicas não desejadas. E a educação digital deve ser feita não só de forma leiga, mas com a assessoria que a complexidade de consequências exige. Todavia, a educação digital não é e não deve ser algo complexo.

Educar digitalmente não pode se resumir a ensinar o uso, na prática, da tecnologia, como o envio de uma mensagem de texto pelo aparelho celular ou de se fazer uma vídeo chamada entre computadores. É preparar as pessoas para que possam diante da fluência de informações e da enxurrada de novos aparelhos eletrônicos, atuar adequadamente, permeados pela ética e pelas normas jurídicas.

Mas o que importa ao direito a educação digital? Importa que pessoas digitalmente educadas não são afetadas pelo mau uso da tecnologia. As situações nas quais são criadas comunidades em redes sociais (como o facebook, por exemplo) para manifestar seu desgosto por um professor ou colega podem facilmente ser vinculadas a crime contra a honra, além das consequências civis, como a obrigação de indenizar por dano moral. Isso sem se falar nas possíveis punições no âmbito escolar.

O mesmo se diga para a “moda” do momento: selfie ou pessoas e adolescentes tirando fotos em poses sensuais ou até com nudez e divulgado por meio de mensagens de texto, inclusive para redes sociais. De novo podem se fazer presentes facilmente as indesejáveis consequências jurídicas da prática de crime e obrigação de indenizar.

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