Teste sua motivação pessoal

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Ernesto Berg

A automotivação é algo muito pessoal e íntimo. Está fortemente associada às expectativas e  objetivos de  vida de uma  pessoa e também às necessidades não satisfeitas. Quanto mais alguém deseja alguma coisa ou sente a necessidade de algo que não tem – seja material ou abstrato – mais envidará esforços (isto é, se motivará) em conquistá-lo.

O questionário abaixo vai ajudá-lo a desvendar suas principais motivações pessoais. Ele poderá ser muito útil para que você saiba o que motiva você profissionalmente.

Leia atentamente cada afirmação e então atribua notas de 1 a 5 de acordo com os seguintes critérios:

1 – Nunca

2 – Poucas vezes

3 – Mais ou menos

4 – Muitas vezes

5 – Sempre

1_________ Eu gosto de estar no comando.

2_________ Gosto muito de fazer parte de grupos e organizações

3_________ Eu confronto pessoas que fazem coisas que me desagradam.

4_________ Eu me esforço muito em sempre melhorar o meu desempenho

5_________ Eu adoro estabelecer e atingir metas realistas

6_________ Gosto mais de trabalhar em grupo do que sozinho

7_________ Sinto-me muito gratificado quando termino uma tarefa difícil

8_________ Eu quero ser benquisto pelas pessoas 

9_________ Gosto de competir e ganhar 

10________ Eu me esforço para ter controle sobre os acontecimentos que me cercam

11________ Gosto de enfrentar grandes desafios

12________ Frequentemente eu me pego conversando com meus colegas de trabalho sobre

assuntos alheios ao serviço

13________ Tenho a tendência de estreitar os relacionamentos com meus colegas de trabalho                  

14________ Gosto de influenciar as pessoas para que façam as coisas do meu modo

15________ Ao terminar uma tarefa, quero sempre saber quanto eu progredi

* Questionário baseado na teoria das motivações de David McClelland.                                                                                                                                  

SEU RESULTADO

Transponha a pontuação que você deu a cada afirmação inserindo-a na coluna correspon-dente. Certifique-se de que você está transferindo cada pontuação para a coluna certa.

Realização                         Relacionamento                      Poder

4__________                         2__________                       1__________

5__________                         6__________                       3__________

7__________                         8__________                      9__________                    

11__________                        12__________                    10__________

15__________                        13__________                    14__________

TOTAL     _______                 _______             _______

A coluna de maior pontuação indica o seu perfil predominante e o que mais motiva você.

Veja o significado das três características

Estudos realizados por David McLelland, da Universidade de Harvard, revelam que são três os padrões motivacionais relacionados às necessidades e desejos das pessoas dentro das organizações: realização, relacionamento e poder. Veja abaixo as características de cada um.

Pessoas motivadas por realização

– Assumem responsabilidade pessoal por suas ações

– Gostam de tomar iniciativa

– Estabelecem metas elevadas, porém realistas

– Procuram realizar o melhor desempenho possível

– Gostam de fazer as coisas de maneira criativa e inovadora

– Gostam de receber feedback para melhorar seu desempenho

– São competitivas

– Assumem riscos moderados (nem fáceis demais ou difíceis demais)

Pessoas motivadas por relacionamento

– Dão mais importância às pessoas do que às tarefas

– Procuram amizade e aprovação das pessoas

– Desejam relações próximas e amigáveis

– São mais produtivas quando trabalham com outras pessoas num ambiente de cooperação

– Preocupam-se com o bem-estar da equipe

– Interessam-se em resolver conflitos de forma amigável

– Têm empatia com as pessoas e procuram fazer com que os indivíduos gostem delas

Pessoas motivadas por poder

– Procuram exercer influência e controle sobre os outros

– Gostam de impressionar e provocar impacto

– Gostam de ocupar posições de liderança e comando

– São competitivas

– Apreciam prestígio e status

– Assumem riscos elevados

– Sabem persuadir e influenciar as pessoas

Algumas observações sobre sua pontuação

Em relação ao resultado do seu questionário poderá, por exemplo, ocorrer um escore que revela uma alta necessidade de relacionamento, média necessidade de realização e baixa necessidade de poder. Isto mostra que você é uma pessoa com caráter integrador e de ótima capacidade para coordenar trabalho de grupos.

Outro exemplo é de uma pessoa com alta pontuação em realização, média em poder, e baixa pontuação em relacionamento. Demonstra que é um indivíduo com espírito empreendedor, com características inovadoras, e poderá ser muito útil para ajudar no crescimento e expansão da organização.

Escores com alta pontuação em poder, média em realização e baixa em relacionamento mostram indivíduos muito determinados, que sabem enfrentar situações de riscos e sentem-se seguros em comandar pessoas, embora com tendência ao autoritarismo o que, eventualmente, poderá provocar conflito na equipe.

Pessoa cujo perfil é alto em relacionamento e alto em poder significa que ela tem necessidade de ser benquista, mas, ao mesmo tempo, gosta de exercer controle sobre os outros. Nesse caso, muitas vezes, ela poderá sentir algum conflito interno, porque tem que ajustar duas tendências opostas que não se coadunam.

Da mesma forma, uma alta pontuação em relacionamento e alta em realização, provoca uma dualidade difícil de coexistir, pois coloca em oposição a necessidade de estar em harmonia com o grupo com a necessidade de agir independentemente.

Ernesto Berg é consultor de empresas, professor, palestrante, articulista, autor de 14 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão, administração de conflitos – www.quebrandobarreiras.com.brberg@quebrandobarreiras.com.br

A desorganização rouba energia

Organizar as atividades diárias é o primeiro passo para manter o pique em alta

Você já reparou como a desorganização rouba nossa energia? Quando não conseguimos realizar o que planejamos é comum nos sentirmos estressadas e desanimadas. Sabe aquela sensação ao fim do dia de estar sendo engolida pelo tempo, quando não conseguimos dar conta das tarefas pendentes, ou no lado oposto, simplesmente de tempo perdido? A coach e psicóloga Cintia Seabra ensina como reverter essa situação e fazer o dia render a seu favor:

Comece fazendo uma lista dos afazeres diários

É interessante que no dia anterior, à noite, se faça uma lista das tarefas/atividades a serem realizadas no dia seguinte. “Esta atitude funciona como uma espécie de ‘download mental’, já que você transfere de sua cabeça para o papel tudo o que realmente é importante ou necessário realizar. Feito isto, você não precisa mais ficar ‘puxando na memória’ o que tem que fazer. Você pode relaxar e ter uma boa noite de sono”, orienta Cintia.

Quanto mais clareza você tiver sobre a qualidade da utilização do seu tempo, mais o seu dia irá render. Liste seus compromissos por grau de prioridade:

– Atividade Urgente – aquela que você não pode deixar de executar, como: entrega de um relatório, ir ao médico, levar o carro na oficina mecânica…

– Atividade Importante – tudo o que tem prazo e traz resultados. Por exemplo: pagamento de uma conta, estudar para uma prova, abastecer a geladeira e armário.

– Atividade Circunstancial – é tudo o que é excessivo ou não traz resultado nenhum, nos dá a sensação de perda de tempo. Como: horas exageradas nas redes sociais, na frente da televisão, ou mesmo dormindo além da conta.

Não tenha medo de pedir ajuda

Divida suas tarefas. “Pedir ajuda para equipe de trabalho, familiares ou amigos pode ser uma ótima alternativa para você conseguir respirar diante do acúmulo de compromissos que você tem”, orienta a Coach.

Aprenda a falar não

Antes de tudo, vale frisar que isto nada tem a ver com egoísmo. Tenha clareza que se você já está cheia de atribulações, vai ficar muito complicado dar o seu melhor para algo mais. Além disso, não é nada interessante você abraçar mais uma atividade e fazer de qualquer jeito, ou então prejudicar sua saúde física ou mental por isto, não é mesmo? Cada não que você consegue falar para o que não quer, é um sim que você consegue falar para você.

Motive-se

Para manter-se com a energia em alta é importante você ter consciência se está utilizando seu tempo de forma inteligente e proveitosa. Antes de realizar determinada tarefa, analise os benefícios que ela vai te proporcionar ou o que você poderá perder caso não a execute. “Quanto mais clareza você tiver dos ganhos ou das perdas, mais motivação você terá para usar seu tempo de forma otimizada no seu dia a dia. Isto é treino! Você precisa praticar no seu dia a dia para instalar este hábito e ter mais qualidade de vida ao invés de se estressar por perder tempo em atividades que não levam a nada”, diz Cintia.

Descanse

Uma outra dica é: A cada uma hora e meia, dê pausas no que esteja fazendo. Simplesmente levante da cadeira, estique suas pernas, vá tomar um copo d’água, respire… Isto vai ajudar você a oxigenar o seu cérebro, assim suas atividades terão melhor fluidez e você irá minimizar seu grau de estresse.

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O curso visa a orientação de todo o pessoal envolvido no Projeto, na Construção, na Aprovação de Licenças e na Fiscalização de Instalações voltadas para o Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis.

O fator de blindagem de cabos usados em ambientes industriais

GLOSSÁRIO TÉCNICO GRATUITO

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Interferências na transmissão de sinais nos cabos pode gerar até mesmo paradas no processo produtivo. Uma metodologia, desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), pode ser aplicável a qualquer indústria que empregue controladores, principalmente segmentos com linhas longas, como o de alimentos e o automobilístico

A transmissão de sinais em ambientes industriais está sujeita a uma série de ruídos e interferências provenientes de diversas fontes, o que leva à necessidade de encontrar soluções para proteger a integridade dos sinais nos cabos. Para auxiliar as indústrias na identificação e solução dos problemas em seus processos produtivos, o Laboratório de Equipamentos Elétricos e Ópticos do IPT concluiu este ano um estudo de blindagem de cabos, uma das soluções mais comuns para garantir a qualidade do sinal. O indicador adotado para quantificar a eficiência da ferramenta foi a impedância de transferência.

A impedância de transferência pode ser descrita como a relação entre a tensão resultante entre um par de terminais e a corrente aplicada na blindagem. “Quando um cabo conecta um controlador montado em uma sala técnica a um sensor ou atuador que está instalado a 500 metros em uma tubulação em campo de uma indústria petroquímica, por exemplo, a distância entre os dois pontos é muito grande. Os cabos blindados ficam muitas vezes aterrados nas duas extremidades, e a corrente que passa pela blindagem é conhecida como corrente de interferência”, explica o pesquisador Mario Leite Pereira Filho, responsável pelo laboratório e coordenador do projeto. “A impedância de transferência mede o quanto a interferência é transmitida para o miolo do cabo de controle, o que pode afetar o sensor em medição ou o comando aplicado”.

Um pedido da Petrobras para identificar problemas de interferência em uma de suas refinarias motivou a equipe do laboratório a desenvolver o projeto. Controladores instalados na planta industrial não funcionavam de maneira correta e apresentavam problemas como travamento e erros no sistema de abertura e fechamento de válvulas. “Eles queriam investigar os mecanismos de falhas envolvidos e conhecer as alternativas para se protegerem das interferências. Estudamos o problema e verificamos que a impedância de transferência era uma das causas”, explica o pesquisador.

As interferências em um ambiente industrial são originadas principalmente por campos eletromagnéticos tanto de baixa frequência – sejam cargas não lineares que provocam correntes que circulam pelo aterramento ou fenômenos do tipo curto-circuito que provocam correntes de fuga pelo aterramento – quanto de alta frequência, provocados principalmente pelos arcos gerados na abertura de contatos elétricos de relés de sobrecarga e contatores, assim como pela influência de sinais de rádio e TV ou até mesmo descargas atmosféricas.

Este tipo de interferência pode resultar em uma série de erros no dia a dia da indústria, incluindo desde uma unidade de medida incorreta – como uma passagem de vazão de mil litros, quando o correto são 500 litros, ou uma variação na temperatura – até o travamento da porta de controle de um controlador e impedir o envio de um comando de fechamento de válvula. Um exemplo de uma situação de interferência em um processo industrial ocorre quando o aquecimento de água não pode ultrapassar uma determinada temperatura – por exemplo, 75ºC.

Em um sistema equilibrado, o sensor mede a temperatura e o controlador avalia a quantidade de calor que está sendo transmitida para a água; caso ocorra uma interferência e o sensor passe a indicar 85ºC, uma mensagem poderá ser enviada e solicitar o desligamento do sistema de aquecimento da água. A queda da temperatura da água a um valor abaixo do desejado trará como consequência uma quebra no processo produtivo.

Para realizar o estudo, cinco modelos de cabos FieldBus blindados fornecidos pelo cliente foram ensaiados no laboratório para medir a impedância de transferência normal na faixa de frequência de 10 kHz e de 100 kHz e de 100 kHz e de 1 MHz, e a impedância de transferência do modo diferencial na faixa de frequência de 10 kHz e de 100 kHz. “Nossos objetivos eram desenvolver um método estável de medição, porque havia uma alta variabilidade em função de a metodologia não estar ainda desenvolvida de maneira adequada e, ao mesmo tempo, gerar procedimentos de ensaios no IPT”, explica Pereira Filho.

O estudo foi realizado em duas etapas. Primeiramente, uma série de leituras da bibliografia disponível sobre impedância de transferência e a criação de modelos matemáticos para servirem de orientação à equipe laboratorial foram feitas. Em seguida, um ambiente que permitisse evitar interferências externas na medição – para garantir que apenas o valor aplicado no corpo de prova fosse considerado nos ensaios – foi montado. A infraestrutura era composta de analisador de espectro, para conhecer as componentes harmônicas dos sinais elétricos, de analisador vetorial, para medir as transferências de um circuito para outro, e de um aparato de simulação computacional.

Os resultados levantados no estudo indicaram que, quando os cabos são aterrados em somente uma extremidade (padrão muito comum em indústrias em que o comprimento é relativamente curto), é mais vantajoso lançar mão de modelos cuja impedância de transferência seja mais alta. Isso acontece pelo fato de a instalação ser mais fácil de ser executada e a corrente não atravessar a blindagem. “A impedância de transferência não é muito importante nesta situação”, explica o pesquisador.

Quando cabos e instalações mais longos são usados, tal como nas situações em que a operação demande aterrar nas duas pontas e é possível a passagem de corrente pela blindagem, a opção mais conveniente é pelos cabos com impedância de transferência a mais baixa possível. Segundo o pesquisador, as alternativas devem ser estudadas considerando também os custos porque, quanto maior a impedância de transferência, uma menor quantidade de matéria-prima será empregada na produção do cabo e os custos serão menores; quanto menor a impedância de transferência, mais caro o cabo e mais difícil sua instalação, diz ele: “Este é um conflito de interesse que deve ser resolvido na engenharia”.

O Laboratório de Equipamentos Elétricos e Ópticos do IPT desenvolveu durante a execução do projeto dois procedimentos de ensaios que permitem caracterizar melhor a impedância de transferência tanto em cabos de par trançado quanto em cabos coaxiais. “Estes ensaios não existiam anteriormente. Eles são importantes porque permitem ao cliente escolher entre os diversos modelos de cabos à venda no mercado o mais adequado para uma determinada aplicação em função do valor da impedância de transferência, que é um parâmetro importante no controle de interferência eletromagnética”, diz ele.

A experiência adquirida no projeto permitiu também ao laboratório aumentar os conhecimentos na medição de tensões induzidas e outros efeitos semelhantes em cabos. Esta metodologia de medição é passível de aplicação em qualquer tipo de indústria que empregue controladores, principalmente em segmentos com linhas longas de produção como as indústrias de alimentos e automobilística. “Estamos capacitados a ajudar a indústria a resolver qualquer problema de interferência conduzida em cabos que existir em suas instalações. Caso a empresa tenha um problema que não consiga explicar pelos métodos normais de manutenção elétrica, as chances são grandes de ser um problema de interferência. Temos meios de diagnosticar e sugerir soluções”, completa Pereira Filho.

A comunicação entre pais e filhos

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Bibianna Teodori

A comunicação entre pais e filhos é parte essencial do desenvolvimento das crianças. Para sermos felizes, precisamos de nutrição afetiva, estímulos e contato. Quando se estabelece uma comunicação assertiva com as crianças, cria-se, consequentemente, uma profunda conexão com elas. Somente com esse elo podemos transmitir a nossos filhos as mensagens afetivas. Essa é a melhor forma para educar, pois comunicar alimenta a alma, constitui valores e expressa emoções.

A criança necessita de reconhecimento dos pais para se sentir importante e amada, por isso, é fundamental declararmos o nosso amor. É importante dizer “amo você, filho”. Esta simples frase expressa a própria capacidade de amar e também que o outro é amável. Para os filhos, conversar com os pais mantém viva a conexão interior entre eles.

Assim, sentem-se amados, escutados, importantes, apoiados. O acolhimento permitido por essa comunicação desenvolverá autoconfiança, autoestima, autoeficácia, autossuficiência. Por meio da conversação diária, podemos alimentar o gênio que existe dentro de cada ser em formação.

Já para os pais, conversar diariamente com seu filho permitirá observar e compreender como os filhos se sentem, de que modo eles preferem se comunicar, como se movem no mundo, quais são os seus gostos, suas preferências, necessidades, seus pontos fortes e fraquezas. Somente respeitando o modo de seu filho ver, falar e se mover no mundo é possível criar proximidade. Filhos são seres únicos e o fato de expressarem uma personalidade diferente dos pais nem sempre significa desobediência ou vontade de contradizer.

A comunicação é uma arte, é a capacidade especial que supõe entregar-se ao outro. Há uma diferença muito grande entre as palavras falar e se comunicar. Quando articulamos palavras, sem necessariamente nos preocuparmos de ser compreendidos, significa que estamos falando. Diferentemente, quando os filhos compreendem as intenções através daquilo que dizemos, então significa que estamos nos comunicando com eles.

Às vezes, uma boa comunicação significa ficar em silêncio, para não piorar as coisas. Segundo o Dr. Albert Mehrabian, docente da universidade UCLA, da Califórnia (EUA), estamos nos comunicando sempre. O conteúdo verbal representa na comunicação apenas 7%, um dado surpreendente.

Portanto, para sermos eficazes nestes 7%, é necessário nos concentramos e melhorar o uso do tom, volume, ritmo, da intensidade da voz. As pausas e os silêncios respondem por 38% da comunicação.

No entanto, mais da metade, algo em torno de 55%, é representado pela comunicação não verbal, ou seja, a linguagem da postura, expressão facial, gestos, corpo, etc. Dessa forma, sempre estaremos comunicando algo com aquilo que dizemos e não dizemos, como nos expressamos, como utilizamos o nosso corpo enquanto estamos falando, e com a nossa presença ou a nossa ausência.

Uma pesquisa realizada na Europa, com 2.000 pais de crianças entre 3 e 18 anos, apontou que 42% dos pais não se sentem bons o suficiente porque passam 30 minutos com os filhos depois do trabalho. Alguns minutos são suficientes para estar com os filhos? A vida é corrida para a maior parte dos pais, muitos precisam trabalhar em dois ou três empregos, e às vezes chegam em casa e os filhos estão dormindo.

Acredito que a qualidade do tempo que passamos com os filhos seja mais importante que a quantidade. Mesmo com pouco tempo podemos dizer a eles o quanto os amamos e o quanto podem contar conosco.

A brecha para conversar estabelecer um elo de comunicação pode ser aberta com perguntas sobre a rotina dele. Questões francas abrem o canal da comunicação, enquanto outras fecham. Por exemplo: “Foi tudo bem na escola hoje, filho?”. A resposta pode ser um monossilábico “sim”.

Se perguntássemos “Como foi hoje na escola, filho?”, o diálogo poderia ter continuidade. A partir daí, todos os assuntos pertinentes à rotina da criança podem ser explorados, como escola, amigos, sexualidade, drogas, espiritualidade, etc.

Sem esse tipo de relacionamento não se cria a conexão e, consequentemente, não há comunhão, confiança, liberdade e apoio. A criança cresce sozinha e insegura, sem ter aprendido o que significa ser amada de verdade.

A melhor herança que podemos deixar para os nossos filhos é fazer com que eles se sintam amados. Portanto, abrace, beije, converse com os filhos, dedique o máximo de tempo que você conseguir. Aprenda com eles!

Bibianna Teodori é executive e master coach, idealizadora e fundadora da Positive Transformation Coaching – www.bibiannateodoricoach.com.br

A mitificação dos lacres das latas de alumínio por cadeira de rodas

lacresNo Brasil, existe um mito que a gente vê se espalhar pela rua, bares, resturantes, etc. de pessoas retirando o lacre das latas de alumínio a fim de trocar algumas toneladas dele por uma cadeira de rodas. Isso não é verdade.

Segundo a Associação Brasileira do Alumínio (Abal), não se sabe como isso começou, mas o boato de que os lacres das latas de alumínio teriam um alto valor comercial se espalhou pelo Brasil. Em São Paulo, principalmente, pessoas de todas as idades passaram a juntar quilos de lacres com a esperança de engordar o rendimento mensal, uma vez que, conforme o boato, uma garrafa de plástico de dois litros (contendo um quilo aproximadamente de lacres) valeria muitas vezes mais que um quilo da própria lata.

A venda dos lacres das latas de alumínio chegou até a internet com pessoas anunciando promoções, todas em busca de comprador. Mas ninguém sabe para onde ou para quem vender os lacres, e o resultado é um grande número de telefonemas e e-mails dirigidos à associação e às empresas de reciclagem em busca de informações.

A verdade é que as empresas de reciclagem de alumínio reciclam a lata inteira (com ou sem o lacre), mas não compram o lacre separadamente. Isso porque o anel da lata é muito pequeno e pode se perder durante o processo de transporte e peneiragem do material a ser reciclado, ou mesmo durante o processo de fundição. Daí ser importante manter o anel preso à tampa, razão pela qual foi adotado o sistema atual de abertura para as latas de alumínio chamado originalmente de stay-on-tab, conhecido como tampa ecológica.

O lacre, assim como o corpo da lata, é feito de uma liga de alumínio, com alto teor de magnésio. Ao contrário do que sugerem os boatos, não entram em sua composição ouro, prata e nem platina.

O conselho às pessoas: junte a lata e o lacre, amasse-os, e vá juntando uma quantidade suficiente para comprar uma cadeira de rodas. Uma cadeira de rodas simples custa em torno de 350 a 500 reais. O preço de latas soltas ou enfardadas está por volta de 3,59 o quilograma. A lata prensada pode ser vendida a 3,90 por quilograma. Assim, a pessoa precisará juntar mais ou menos 100 kg de latas de alumínio, comprar uma cadeira de rodas e doar para quem quiser. Fim do mito!

Você acredita nos laudos enviados pelos seus fornecedores?

Carlos Roberto Moreschi, coordenador da qualidade da Kap Componentes Elétricos – qualidade@kap.com.br

Um laudo é um relatório contendo os resultados dos ensaios de cada lote. Algumas observações:

– Você está lá no fornecedor para ver os ensaios?

– Observe os valores dos ensaios de cada laudo, na maioria das vezes, são os mesmos valores, ou quando muito, são bem próximos uns dos outros.

– Desde quando um pedaço de papel com alguns valores pode revelar a qualidade de uma peça/produto?

– Se tiver laudo tem qualidade, se não tem laudo, então não tem qualidade?

– Normalmente são enviados, pelos fornecedores, laudos em papel para cada lote. Estes são arquivados para nunca serem vistos (olha a ecologia).

Trata-se, em minha opinião, de uma hipocrisia, do tipo, me engana que eu gosto. Os laudos só devem ser aceitos, quando de uma matéria prima muito importante cujo ensaio no cliente for oneroso. Porém, este fornecedor deve ser auditado frequentemente.

No lugar dos laudos, devemos sempre ter a nossa inspeção de recebimento, sem usar do perigosíssimo skip-lote. Lembrete: nunca confie no seu fornecedor, um dia ele falhará e você vai pagar caro por isso.

Vamos melhorar a qualidade dos produtos brasileiros, temos que criar um “corrente” entre nós para que a imagem do nosso país cresça e com isto cada empresa se beneficiará com esta imagem. Vamos imitar os nossos amigos japoneses. Hoje, quando falamos de uma empresa japonesa, já imaginamos que o produto tem qualidade, porque é japonês.

Empresas buscam simplificar processos e liberar tempo para inovação

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

 Aplicar técnicas de design no tratamento de dados e informações é saída para tornar as áreas das empresas mais integradas e a comunicação mais fluida

O Massachusetts Institute of Technology (MIT) definiu no seu Programa de Desenvolvimento de Líderes o desenvolvimento de quatro competências críticas para uma liderança efetiva em um mundo cada vez mais complexo: sensemaking, visioning, relating e inventing. O sensemaking, enquanto competência, começa a ser explorado por algumas empresas brasileiras pioneiras na área, que buscam se tornar menos burocráticas, mais ágeis e muito mais integradas – cenário ideal para um mundo de negócios em que é preciso saber agir, analisar e redirecionar rotas cada vez mais rápido.

A base para que o sensemaking reduza essa distância entre estratégia e educação é através da gestão visual da informação, reduzindo processos e relatórios para informações mais claras, diretas e que, especialmente, façam sentido para os colaboradores. Ao nível da liderança, as ferramentas de sensemaking auxiliam os gestores a compreenderem cenários competitivos, modelos de negócios e forças de mudanças para então agilizarem a tomada de decisões quanto ao futuro da empresa e o cascateamento do planejamento estratégico.

No operacional, ele atua na redução do ruído na comunicação corporativa, em fluxos externos ou internos. Os colaboradores aprendem técnicas para tratar as informações relevantes para o negócios, considerando também os interesses dos usuários dos e-mails, relatórios, gráficos e apresentações.

O sensemaking é uma competência humana que se tornou crítica para os negócios devido ao aumento da complexidade crescente gerada por uma sociedade em rede. Felizmente, há como desenvolver o pensamento estratégico e facilitar os processos cognitivos por meio da capacitação contínua dos colaboradores”, afirma Denise Eler, mestre em educação e especialista em Gestão Estratégica da Informação pela UFMG.

A busca por mudanças na cultura organizacional das empresas foi o que motivou instituições como Sebrae e Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) a adotarem a metodologia em suas empresas. Para o presidente do Sebrae Minas, Lázaro Luiz Gonzaga, o objetivo é que os profissionais não fiquem presos a processos e, dessa forma, engessados na hora de tomar decisões.

O sensemaking é um processo que ajuda a criar esse significado, porque transforma a complexidade em algo de fácil compreensão. Trata-se de uma ferramenta poderosa no cotidiano das organizações, pois, ajuda a disseminar uma atitude mais consciente”. A metodologia surge como solução para empresas que, muitas vezes, estão aprisionadas, por inércia ou rotina, em um conjunto de percepções que se tornam sem sentido.

O Dilema da Atenção

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Eduardo Moura

Após ter conduzido uma boa quantidade de sessões de planejamento estratégico em diferentes empresas, cheguei a uma constatação interessante e importante, que gostaria de compartilhar com o leitor. Trata-se do que denominei “O Dilema da Atenção”. Mas antes deixe-me explicar o contexto no qual se insere o tal dilema. Um dinâmico grupo de executivos e gerentes, responsáveis pela direção de uma empresa, inicia uma sessão de planejamento estratégico, não pela via tradicional, mas usando uma metodologia mais moderna e eficaz (parte da Teoria das Restrições) chamada “Thinking Process”.

Tomando como referência a missão e a visão de longo prazo, iniciamos uma discussão sobre aquelas coisas angustiantes do dia-a-dia que nos desviam de cumprir a missão e que nos distanciam da visão. Chegamos então a uma lista de “efeitos indesejáveis da realidade atual”, os quais tipicamente são:

  • Temos clientes insatisfeitos;
  • Nem sempre cumprimos as entregas aos clientes;
  • Alguns produtos apresentam problemas crônicos de qualidade;
  • O custo operacional é alto;
  • A lucratividade diminuiu;
  • Temos perdido oportunidades de venda;
  • Não temos sido consistentes na inovação dos nossos produtos;
  • Dedicamos muito tempo a “apagar incêndios”;
  • A comunicação entre áreas é deficiente.

Normalmente, as pessoas reagem de maneira isolada a cada efeito indesejável, disparando uma “melhoria” pontual que via de regra é insuficiente para mudar radicalmente a situação, e os problemas continuam. Mas em vez fazer isso, a esta altura do planejamento estratégico usando o “Thinking Process”, a próxima etapa é realizar uma análise sistêmica para identificar o “Conflito Central”, que está por trás de todos aqueles sintomas negativos, e que se oculta sob uma complexa rede de causa e efeito. Não cabe aqui entrar nos detalhes da análise, mas é aí que quase sempre, sem forçar nada, emerge naturalmente o Dilema da Atenção, que podemos descrever da seguinte maneira:

“Nosso objetivo final é crescer de modo sustentável. Para tal fim, é necessário cumprir os objetivos de longo prazo, e para isso devemos dedicar nossa atenção ao planejamento e execução dos projetos estratégicos do negócio. Mas para crescer de modo sustentável também é necessário cumprir os objetivos de curto prazo,  e para isso devemos dedicar nossa atenção às necessidades e urgências do dia-a-dia.”

Eis aí o grande conflito: temos que dar toda a devida atenção gerencial para o longo prazo, mas também temos que fazer o mesmo para o curto prazo. E uma vez que, no frigir dos ovos, é o curto prazo que garante o leite das crianças (como dizia Keynes: “no longo prazo todos estaremos mortos”), a atenção ao curto prazo acaba prevalecendo, e assim sacrificamos a atenção ao longo prazo. Como consequência, entramos de cabeça no redemoinho do dia-a-dia, e vemos angustiados o tempo passar, sem que possamos executar o que sabemos ser vital para o futuro dos negócios.

Este tremendo conflito nos aflige até que decidamos fazer algo a respeito: todos ao planejamento estratégico! Realizamos uma sessão apaixonada de planejamento, traçamos objetivos, definimos metas, identificamos projetos, mas… não cumprimos quase nada, porque ao sair planejamento, a dura realidade nos ordena: todos ao combate de incêndios! E a coisa vai continuar assim ano após ano, enquanto não houver uma solução eficaz para o Dilema da Atenção.

“Solução eficaz” aqui significa implementar alguma “coisa” que nos permita, como empresa, assobiar e chupar cana ao mesmo tempo, isto é: implementar com fervor e disciplina férrea os projetos estratégicos e responder dinamicamente às necessidades e pressões do dia-a-dia. Sinuca de bico. Porque dentro do paradigma vigente de gestão, ainda que haja pessoas que façam o planejamento, a execução de boa parte (se não a totalidade) das ações de longo prazo recaem sobre o mesmo grupo de pessoas responsáveis pelas tarefas de curto prazo.

Na verdade, este conflito só pode ser resolvido se tivermos gente e recursos dedicados para cada tipo de atividade, isto é: processos dedicados à rotina operacional e processos dedicados à inovação. Porém, dentro do paradigma vigente, tal solução encontra sérios obstáculos, e normalmente não decola. E por que? Essencialmente por dois motivos.

Em primeiro lugar, porque num ambiente regido por indicadores e metas financeiras de curto prazo, não seria “eficiente em custo” ter um grupo dedicado a projetos cujos resultados, se vierem, só acontecerão num futuro nebuloso. E em segundo lugar, porque dentro de um modelo administrativo no qual as pessoas e demais recursos produtivos são agrupados por área de especialidade com enfoque no curto prazo (o que chamamos de departamentos), onde encaixaríamos um “bando de lunáticos” que têm de conhecer não apenas o mercado e os clientes, mas também a dinâmica operacional interna, e cujo principal produto são sonhos para o futuro?

Uma reflexão sobre os pontos anteriores aponta para o seguinte fato: a solução definitiva para o Dilema da Atenção requer o holocausto completo de duas vacas sagradas da administração: a Gestão por Departamentos e a Contabilidade de Custos. A espada afiada que consuma tal sacrifício tem dois gumes: de um lado a Gestão por Processos, do outro a Contabilidade de Throughput. E o sacerdote que comanda o ritual do holocausto deve ser, necessariamente, o CEO da empresa.

Eduardo Moura é diretor da Qualiplus Excelência Empresarial – emoura@qualiplus.com.br

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