Dicas para ensaiar o discurso e deixá-lo perfeito

Sistema Target GEDWeb ajuda as empresas na Gestão do Conhecimento Tecnológico

Com o Target GEDWeb pode-se com alguns cliques acessar a informação técnica que a sua empresa necessita no seu dia a dia, como normas técnicas, regulamentos técnicos, publicações da ASQ, cursos online, toda documentação organizacional, etc. A tecnologia oferecida permite a inserção de qualquer conteúdo desejado pela empresa e, o que é melhor, monitorado e atualizado online.

Além disso, o usuário pode utilizar para acessar o sistema o Internet Explorer, Google Chrome, Firefox, Opera e Safari, etc. Isso permite aos usuários de tablets e smartphones acessar o sistema com esses equipamentos em qualquer lugar do mundo, bastando uma conexão à internet. E o visualizador de todos esses documentos foi desenvolvido pela Target que agiliza o acesso, aumenta a velocidade de pesquisa no próprio texto e facilita em muito a sua impressão. Igualmente, é um sistema multiplataforma, podendo abrir no Linux, Mac, etc. Um sistema multibrowser e multiplataforma. Para acessar o sistema, clique no link Target GedWeb. Para mais informações, ligue (11) 5641-4655 ramal 883 ou mande um e-mail para relacionamento@target.com.br

Não basta saber o assunto e ter uma boa apresentação: o ensaio correto faz toda a diferença.

Pense nos melhores oradores que você conhece. Alguns até podem ter o dom de falar espontaneamente – ou apenas fingir isso muito bem, – mas, acredite, a maioria dos bons discursos são acompanhados de ensaios intermináveis e do apoio de um profissional/pessoa de confiança para ajudar na melhora da dicção e segurança. Caso você se enquadre nas pessoas que precisam falar em público, mas que não possuem essa habilidade, existem algumas dicas que podem ser seguidas para sair-se bem durante a oratória e convencer aqueles que lhe ouvem.

Michel Soares, que é especialista em oratória e ministra treinamentos para pessoas que tem dificuldade de falar em público há mais de cinco anos, comenta que não existe um roteiro certo a ser seguido na hora do ensaio, mas que existem certas regrinhas que costumam funcionar com a grande maioria das pessoas durante os ensaios – e que isso faz com que a apresentação seja muito melhor. Ele explica: “para ficar mais didático, separo esse ensinamento em seis passos, e, quando há a união de todos eles, a oratória tem muito mais chances de sair da forma a qual o orador deseja, independente de dons, medo, vergonha, ansiedade, etc. É preciso passar por cima dessas inseguranças e vencer o que lhe trava”, explica. Os sete passos indicados por Soares são:

01. Defina seu objetivo: o que você quer obter com o seu discurso? Responda esse questionamento de forma concisa e clara, e isso ajudará a descobrir qual seu objetivo. 

02. Escolha um bom título: selecione a palavra, frase ou oração chave para o seu discurso. Opte por algo que desperte curiosidade e seja fácil para identificar o assunto da palestra; quem ler/ouvir o título deve saber sobre o que o discurso se trata e ao mesmo tempo sentir-se com vontade de saber mais sobre o assunto. Uma sugestão é fazer títulos curtos, que unam a ideia central, a ação que você deseja do público e um verbo na primeira pessoa do plural, (vamos, apoiemos, lutemos, etc).

03. Prepare uma introdução: essa é uma fase opcional, pois depende muito do tempo que você terá para apresentar o discurso. Quando dispor de um tempo maior, aproveite para introduzir as ideias de forma rápida e clara, fazendo uma pequena explicação do assunto – que pode servir também para lhe deixar mais seguro e para lembrar de alguns detalhes.

04. Siga uma ordem cronológica – e lógica: organize seu discurso de forma linear. Algumas ideias são começar pelo problema e terminar com a solução (método mais utilizado); comece com a causa e termine com os efeitos; apresente os fatos de maneira contrastante; combine estilos e ordenamento.

05. Conclusão: como você encerrará o seu discurso? Essa é a hora de pedir para o ouvinte refletir sobre o que ele ouviu e/ou motivá-lo a algo, seja para tomar uma atitude ou pensar sobre certo assunto. A conclusão de um discurso é extremamente importante para engajar ainda mais o público – por isso, capriche nela

06. Ensaie: depois de concluído, ensaie o discurso como achar melhor – sempre falando em voz alta, para treinar a dicção, tom e ritmo da fala. Na frente de um espelho, de um amigo/familiar, etc. Uma ideia é fazer “colinhas” com tópicos que possam te ajudar caso haja o temido “branco”. Um bom material de apoio também é importante na hora da apresentação. Além disso, use o poder de associação a seu favor, por exemplo, “quando chegar nesse slide devo tocar em tal assunto”, associando as falas com algo concreto, e por aí vai.

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Corrente da produtividade

CURSO  TÉCNICO

Aterramento e a Proteção de Instalações e Equipamentos Sensíveis contra Raios: Fatos e Mitos

Apresentação de novos conceitos e técnicas de projeto que resultem em maior eficiência dos sistemas de proteção contra os efeitos de surtos gerados internamente ou devidos às descargas atmosféricas. Aterramentos e SPDA´s (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) não garantem a proteção de equipamentos eletro-eletrônicos. O curso apresenta os mais modernos conceitos e técnicas efetivas para eliminação dos efeitos de raios nas instalações. Mais informações e inscrições: https://www.target.com.br/home.aspx?pp=1&c=680&cm=1

Ruy Martins Altenfelder Silva

Inovação e produtividade não são temas para o futuro, são para ontem. Para iniciar este artigo, tomo emprestado o mote de oportuno seminário que reuniu, em junho, vários especialistas, lotando a plateia do Teatro CIEE, em São Paulo. Na abertura do encontro, utilizei a recorrente comparação entre a situação do Brasil e da Coreia do Sul, que há quatro décadas emplacavam índices muito próximos de produtividade e inovação.  Hoje, passados 40 anos, um curto lapso de tempo no relógio da história, a Coreia revolucionou sua economia e ocupa postos de liderança na florescente economia asiática.

Assim, transformou-se numa referência, sempre ditada, daquilo que o Brasil poderia ter feito, mas não fez, para alavancar seu desenvolvimento. Nas últimas três décadas, o país alcançou altas taxas de crescimento, criou empregos e engordou sua classe média.

Mas desde os anos 80 mantém estagnado, em nível muito baixo, o estratégico indicador de produtividade: ocupa a 75ª posição no ranking mundial que reúne 122 países. Trocando em miúdos, isso significa que, saindo de uma relação PIB/pessoal ocupado parelha, atualmente o trabalhador coreano produz quatro vezes mais do que seu colega brasileiro.

Vamos a outro aspecto preocupante. O Brasil também engatinha no quesito inovação, um dos pilares da produtividade. Segundo a consultoria Booz & Company, os investimentos anuais em pesquisa e desenvolvimento cresceram perto de 6% entre as mais empresas mais inovadoras do mundo.

Enquanto isso, por aqui houve uma retração de 18% entre 2012 e 2013, com investimentos na casa de 3 bilhões de dólares. Resultado: o 54º lugar numa lista de 75 nações, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), baseados em dados de 2010.

Esse dois fortes gargalos são atribuídos a uma longa série de causas, a começar pela reconhecida precariedade da educação e pelas deficiências da formação profissional. A essas, somam-se o baixo empenho de empresas e governo; o descolamento entre a pesquisa acadêmica e o universo da produção; o custo e a burocracia envolvidos na obtenção de patentes; a evasão dos cérebros que buscam oportunidades mais atraentes em outros países; a inexistência de estímulos para que os jovens se voltem à criação e à pesquisa, pois são raras as universidades que buscam despertar nos alunos a inquietude e a visão para o empreendedorismo de ponta. E por aí vai…

Em contraponto a esse cenário negativo, existem marcos animadores que sinalizam para o potencial brasileiro de inovação: as aeronaves da Embraer; os motores a biocombustível; a Petrobrás, com exploração em águas profundas; a Embrapa que fez do cerrado a área responsável por 63% da produção nacional de soja; e o case interessante da One que, ao colocar água de coco em caixinha, vem batendo de frentes com gigantes do mercado de bebidas hidratantes, como a tradicional Gatorade.

Acrescente-se a eles alguns dados internacionais e ficará clara a urgência tanto de uma política pública para a área de pesquisa e desenvolvimento quanto maior empenho das empresas em patrocinar a busca de inovações aplicáveis à indústria e ao comércio. Desde os anos 1990, não só os países desenvolvidos superam o Brasil em inovação científica e tecnológica, mas nações emergentes registram invejáveis avanços, graças a investimentos pesados em educação e ao planejamento de sistemas dinâmicos que os colocam em condições de concorrer com as grandes potências, que também não estão dormindo em berço esplêndido.

Nos Estados Unidos, enquanto cai o investimento governamental em P&D (principalmente na área da defesa), as indústrias, universidades e fundações aumentam as verbas para esse fim. Na China, em que pesem as controvérsias  sobre a originalidade de patentes, o governo concede incentivo fiscal para investimentos em pesquisa e prêmios em dinheiro para inventores, entre outros estímulos. E até a Europa, às voltas com longa crise, parece não ter cortado os recursos para essa área.

Embora não possa exibir diferenciais como os da Coreia do Sul, Taiwan, China e Cingapura, com seus 16% de crescimento no número de pesquisadores, o Brasil conta com boa quantidade desses profissionais e de artigos científicos publicados. Mas é preciso corrigir os muitos gargalos, não apenas na elite da inovação.

A bandeira, vale sempre destacar, é defendida pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) desde sua fundação há meio século, quando iniciou uma eficaz trajetória dedicada à disseminação do estágio e da aprendizagem como eficientes modalidades de formação profissional de qualidade e alinhada à realidade do mundo do trabalho. Afinal, para assegurar ganhos saudáveis de produtividade é preciso qualificar toda a cadeia de capital humano, da base ao topo.

Ruy Martins Altenfelder Silva é presidente do Conselho de Administração do CIEE e Conselho Superior de Estudos Avançados (Consea) da Fiesp.