Medidores eletrônicos de energia elétrica são obrigados a cumprir as normas técnicas

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Definidos como um medidor de energia elétrica estático no qual a corrente e a tensão agem sobre elementos de estado sólido (componentes eletrônicos) para produzir uma informação de saída proporcional à quantidade de energia elétrica medida, esses equipamentos, também chamados de medidores inteligentes, segundo seus defensores, proporcionam uma série de benefícios para os consumidores de energia, como a criação de condições para difundir a microgeração distribuída, ou seja, a possibilidade de que consumidores também atuem como pequenos geradores de fontes alternativas de energia.

Conforme a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), isso permitirá, ainda, algumas facilidades ao consumidor, como o contato remoto do medidor com a central de controle da distribuidora, permitindo que problemas de qualidade ou de interrupção no fornecimento de energia sejam comunicados automaticamente à concessionária, ensejando medidas corretivas mais rápidas. Outro ponto positivo é o fim da leitura presencial do medidor, o que significa mais praticidade e segurança para o consumidor. Na esteira das medidas pelo uso mais consciente de energia, o medidor eletrônico permitirá ao consumidor, por exemplo, beneficiar-se de descontos e tarifas mais baratas em horários de menor demanda.

As distribuidoras deverão oferecer os medidores eletrônicos aos seus consumidores. Haverá dois tipos de equipamentos, sendo que o primeiro, a ser instalado sem ônus, permitirá ao consumidor aderir à tarifa branca (estrutura tarifária que varia de acordo com faixas horárias de consumo). O outro modelo de medidor, mais completo, oferecerá acesso a informações específicas individualizadas sobre o serviço prestado, sendo que a instalação poderá ser cobrada pela distribuidora.

Esses produtos precisam ser fabricados conforme as normas técnicas. A NBR 14521 de 11/2011 – Aceitação de lotes de medidores eletrônicos de energia elétrica – Procedimento especifica os requisitos para a aceitação de lotes de medidores eletrônicos de energia elétrica, monofásicos e polifásicos, de índices de Classe A, B, C e D e é aplicada a medidores novos e a medidores reparados. A NBR 14519 de 11/2011 – Medidores eletrônicos de energia elétrica – Especificação especifica os requisitos aplicáveis a medidores eletrônicos, monofásicos e polifásicos, de índices de Classe A, B, C e D, para a medição de energia elétrica em corrente alternada encerrados em um mesmo invólucro. E a NBR 14520 de 11/2011 – Medidores eletrônicos de energia elétrica – Método de ensaio especifica métodos de ensaio para medidores eletrônicos monofásicos e polifásicos de índices de Classes A, B, C e D de medição de energia elétrica, especificados na NBR 14519.

Esse equipamento pode ser definido como um medidor de energia elétrica estático no qual a corrente e a tensão agem sobre elementos de estado sólido (componentes eletrônicos) para produzir uma informação de saída proporcional à quantidade de energia elétrica medida. O modelo do medidor de energia elétrica de tecnologia eletrônica é definido pelas seguintes propriedades metrológicas: grandezas medidas (energia ativa, reativa, demanda, etc.); tecnologia de elemento(s) sensores(es) de tensão; c) tecnologia de elemento(s) sensores(es) e de corrente; valor da corrente máxima; princípio de medição; e tecnologia de mostrador (eletrônico/eletromecânico).

Os medidores devem ser projetados e construídos de modo que evitem gerar perigo quando em uso, de modo a assegurar especialmente a segurança pessoal contra choques elétricos e os efeitos de temperaturas excessivas, a proteção contra a propagação de fogo, a proteção contra a penetração de objetos sólidos, poeira e água. Todas as partes sujeitas à corrosão devem ser devidamente protegidas. Qualquer revestimento protetor não pode ser passível de danos por manuseio normal nem de danos causados pela exposição ao ar ambiente.

Os medidores devem ter condições de suportar a radiação solar sem degradar significativamente os materiais. Os medidores de encaixe ou de embutir devem seguir esta norma no que se refere à especificação, exceto a: dimensões, características da base, terminais, elementos de fixação, tampa, pentes de calibração, dispositivos de selagem e outras características especiais.

Enfim, esses medidores, conforme ressaltam seus defensores, também chamados de smart meters, representam uma nítida evolução em relação aos medidores eletromecânicos e eletrônicos tradicionais, por possuir funcionalidades como registrar medições em faixas de horários com tarifas diferenciadas, permitindo ao consumidor programar a utilização de determinados eletrodomésticos ao longo do dia, o que resulta na racionalização do consumo de energia elétrica. As suas vantagens adicionais incluem uma maior proteção contra fraudes e a possibilidade de utilização de pré-pagamento.

Assim, os medidores eletrônicos tem capacidade de processamento, armazenamento e comunicação, que vão muito além da mensuração de consumo. Eles permitem a troca de informação em tempo real e de forma bidirecional entre a empresa de eletricidade e o usuário final, e ainda o monitoramento da qualidade da energia. Tecnicamente, esses equipamentos possuem precisão de 1%, possibilitada principalmente pelo fato de não existirem limitações mecânicas nos elementos envolvidos no processo de medição e registro, e pela possibilidade de empregar sensores de alta precisão.

A revisão da ISO 9001:2015

Segundo ­ Luiz Carlos Nascimento (lcdnascimento@uol.com.br), coordenador técnico do ABNT/CB 25, o ­processo de revisão da norma ISO 9001:2008 entra no seu estágio final. Na semana de 16 a 20 de fevereiro de 2015, o Grupo de Trabalho ISO/TC176/SC2/WG24, responsável pela revisão da principal norma de gestão da qualidade da ISO, reuniu-se em sessão plenária na cidade de Vilnius, Lituânia, para concluir a análise dos mais de 3.000 comentários apresentados à etapa DIS e incorporar as modificações consideradas adequadas pelos representantes dos países participantes.

Ele acrescenta que se reuniu, em paralelo ao WG24, o TC176/SC1 que trata da terminologia. A análise dos comentários relativos ao estágio DIS havia sido iniciada em novembro passado, quando o WG24 se reuniu em Galway, Irlanda.

O Brasil enviou em torno de 70 comentários ao DIS, resultado da consolidação de mais de 300 comentários elaborados no Brasil com a participação direta de mais de 150 pessoas que integraram grupos de trabalho regionais e setoriais ou que compareceram aos seminários que promovemos em vários estados. “Nesta reunião, além dos comentários relativos ao DIS, foram também analisados os inputs do processo de validação, concluído apenas após a reunião de Galway. Várias e significativas modificações foram promovidas na versão DIS e alguns ajustes ainda serão necessários para dar conta de questões editoriais relativas ao texto, à estrutura, aos desvios em relação ao anexo SL e eventuais ajustes em função de alterações na terminologia realizadas pelo SC1”, explica Nascimento.

Entre as alterações promovidas inclui-se a remoção das quase 14 páginas com as definições da cláusula 3 – Termos e definições. Em seu lugar foi incluída uma referência à norma ISO 9000 que trata desses termos. Também foi incorporada à definição uma referência aos Princípios de Gestão da Qualidade, sobre os quais se fundamenta a norma ISO 9001. Com isso, foi excluído o anexo B. Também foram modificados os anexos A e C. Houve também ajustes de estrutura com mudanças de cláusulas, além de mudanças no conteúdo de alguns requisitos.

Caso essas alterações possam ser feitas pelos editores sem implicação técnica, o documento deverá ser emitido para votação pelos países membros como FDIS, caso contrário volta para a coordenação do WG24 e, se necessário, à reconsideração por todo o Grupo de Trabalho. Na votação do FDIS não há mais possibilidade de se apresentar comentários. Caso o FDIS seja aprovado, segue-se a sua publicação imediata como Norma Internacional.

A expectativa é que o FDIS seja aprovado e que a ISO 9001:2015 seja emitida ainda em 2015, por volta de setembro, como previsto no programa de trabalho. “Depois do grande envolvimento que tivemos na elaboração dos comentários nacionais, o ABNT/CB-25 já tem planejados seminários, workshops, cursos e outros eventos para a divulgação da nova edição da norma, além de artigos e notícias em nosso site, revistas especializadas e outros meios de divulgação”, conclui.

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