Evento: Excelência em gestão

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A Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) realizará no dia 23 de junho de 2015 o Congresso de Excelência em Gestão, que trará palestrantes de renome e conteúdo de vanguarda, além de ter seu formato atualizado. O evento acontecerá das 8h30 às 19h30 no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, e contará com debates e networking, para discutir tendências inovadoras para construções de novas ideias e soluções. O evento é direcionado à alta e média gerência das áreas de governança, planejamento, qualidade, gestão e sustentabilidade, principalmente. E o público esperado é de 350 pessoas.

Com o tema “O Novo Capitalismo”, o congresso pretende debater como uma gestão sustentável, integrada e inteligente, formada por um mapeamento de cenários internos e externos, pode representar ganhos para a organização a partir do momento em que ela consegue preparar-se para o futuro e criar valor para todas as partes interessadas. O palestrante internacional do evento, o economista indiano Pavan Sukhdev, principal autor do relatório The Economics of Ecossystems and Biodiversity (TEEB), da ONU, falará a respeito da importância e do valor da biodiversidade para a sociedade e as organizações.

Autor do livro Planeta Sustentável: Corporação 2020 – Como transformar as empresas para o mundo de amanhã, ele chama a atenção para as características marcantes da “Corporação 1920” – que prioriza o crescimento a qualquer custo e a publicidade voltada, exclusivamente, para a ampliação dos mercados – e para a necessidade de fazer a transição para a “Corporação 2020”. O novo modelo corporativo proposto por Sukhdev é baseado em novos incentivos e regulamentações que permitam às organizações aumentar o bem estar humano e a igualdade social, diminuir os riscos ambientais e os prejuízos ecológicos, e continuar a gerar lucro.

Hoje o capitalismo clássico está sob o cerco da sociedade. As organizações, antes admiradas pelo seu papel no desenvolvimento social, agora são acusadas de serem as protagonistas de uma destruição de nosso ecossistema, e se veem obrigadas a gerar transformação para se adequarem às exigências do planeta e, consequentemente, de seus consumidores. Não basta mais somente tratar de algumas ações sustentáveis, é preciso repensar a forma de trabalhar, repensar o modelo de negócio e seus reais impactos a pequeno, médio e longo prazo.

Em 2012, a consultoria Generation Investment Management, fundada por Al Gore, publicou um manifesto cujo título é um sinal dos novos tempos: Capitalismo Sustentável. E um dos principais pontos do manifesto é a busca por um cenário que procure maximizar a criação de valor econômico de longo prazo, reformando os mercados para que respondam as reais necessidades, levando em conta todos os custos e todos os stakeholders.

A criação de valor econômico de longo prazo, a produção voltada a melhorar o bem estar das pessoas, das comunidades e de seus ecossistemas são importantes para juntar as empresas, o governo e sociedade no enfrentamento destes desafios. Algumas organizações já perceberam que ao buscarem alternativas sustentáveis para a gestão de suas operações, o lucro aumenta, seja pela redução dos custos ou pela maior adesão dos consumidores.

Fica então cada vez mais claro que as organizações que buscam agregar valor à sociedade encontram no campo da sustentabilidade espaços para a inovação e diferenciação em um mercado cada vez mais interessado no tema. Pensando em todo este cenário, vem a pergunta: como os empresários brasileiros estão lidando com esta nova realidade, em um país cuja riqueza ambiental é um de seus diferenciais e que muito vem sendo destruída em prol de uma economia focada no lucro a curto prazo, sem realmente estudar todos os stakeholders envolvidos no negócio?

AGENDA PRELIMINAR

8h30 – Credenciamento e welcome coffee.

8h45 – Abertura: Wilson Ferreira Junior – Presidente do Conselho Curador da FNQ.

9h – Palestra magna: O Novo Capitalismo – Como transformar as organizações para o mundo de amanhã: pPavan Sukhdev, economista indiano, principal autor do relatório The Economics of Ecossystems and Biodiversity (TEEB), da ONU e autor do livro Planeta Sustentável: Corporação 2020.

10h30 – Intervalo para relacionamento e coffee break.

11h – Painel de debate: Investimento de impacto – Como canalizar forças para fins mais inclusivos e sustentáveis: Painelistas convidados: BNDES; Sistema B; Artemísia; Plataforma Saúde; e Yunus.

12h30 – Almoço

14h30 – Painel de debate: Repensando o crescimento econômico – Como prosperar dentro de limites: Painelistas convidados: Unilever; Cargill; Vale; Carbocloro e Dupont.

16h30 – Conclusões e encerramento.

17h – Happy hour no Espaço para Negócios.

18h – Show de stand up.

19h – Palestra: Cachaça e Caipirinha – cultura e prazer do Brasil

Palestrante confirmado: Jairo Martins, autor do livro Cachaça: o mais brasileiro dos prazeres.

Mais informações e inscrições: http://www.fnq.org.br/CEG2015/index.php

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Por que determinadas metas fracassam?

CURSO TÉCNICO

Aterramento e a Proteção de Instalações e Equipamentos Sensíveis contra Raios: Fatos e Mitos

Apresentação de novos conceitos e técnicas de projeto que resultem em maior eficiência dos sistemas de proteção contra os efeitos de surtos gerados internamente ou devidos às descargas atmosféricas. Aterramentos e SPDA´s (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas) não garantem a proteção de equipamentos eletroeletrônicos. Informações e inscrições: https://www.target.com.br/home.aspx?pp=1&c=680&cm=1

Com certeza você conhece alguém que vive falando “Ah, se eu tivesse nascido em outro país”, “Ah, se eu tivesse nascido em uma família rica”, não é verdade? Há mais de 2.000 anos, Aristóteles definiu que o nosso mundo é regido pelo Princípio da Casualidade, ou seja, nosso mundo é regido pela ordem e existe uma razão para tudo o que acontece.

Para o palestrante e consultor empresarial, Sergio Ricardo Rocha, hoje as pessoas chamam esse entendimento como a “lei da causa e efeito”, onde cada efeito ocorrido em nossa vida existe uma causa específica. Isso não que dizer que alguns sonhos não se realizam porque determinada pessoa é incapaz ou não possui um “dom especial”.

“Muito pelo contrário, essa lei permite que qualquer pessoa alcance qualquer sonho, a partir do momento que identificamos as causas necessárias para gerar o efeito desejado (também pode ser lido como sonho ou objetivo). Se desejamos emagrecer, mais produtividade no trabalho, melhor qualidade de vida, equilíbrio financeiro (efeito) precisamos entender quais os fatores geradores (causas)”, explica ele.

“Ao direcionarmos nossa energia, a partir de uma correta definição de metas para  gerarmos essas causas, consequentemente, vamos conquistar esse efeito. É como uma fórmula matemática, onde independentemente das variáveis (efeitos desejados e causas que precisão ser seguidas) o resultado vai ser obtido”, acrescenta.

Rocha acha que essa lei também funciona para o seu reverso: caso você não queria mais um efeito (excesso de peso, baixos resultados, relacionamentos nocivos), você precisa identificar quais as causas gerados para eliminar ou minimizar essa causa, assim, você poderá viver em conformidade e equilíbrio com seus desejos. O nosso mundo é redigo pela lógica e não pelo acaso, quero deixar claro que não estamos abordando questões religiosas, ok?

“Tudo ocorre por uma razão: ao repetirmos as causas, podemos alcançar os efeitos relacionados, independente de quem somos, onde nascemos ou quem acreditamos ser. Pode parecer um pensamento lógico e que todo mundo sabe, mas na verdade, não é. Como prova disso, certa vez Albert Einstein disse que insanidade é continuar fazendo as mesmas coisas e querer resultados diferentes”.

“Agora, podemos entender porque tantas pessoas estão insatisfeitas com suas vidas, mas não conseguem mudar seus resultados ou a causa da infelicidade. Por mais que desejam mudar, ainda estão fazendo a mesma coisa. Isso não é culpa delas. Grande parte das pessoas está acostumada a colocar a responsabilidade pelos sonhos e objetivos não se realizarem, em outras pessoas ou circunstâncias. Isso ocorre muito porque esse costume é ditado por nossa sociedade, não sendo culpa da pessoa”, observa.

O nosso dia a dia é muito corrido e muitas vezes somos desestimulados a pensar e analisar nossa vida, assim grande parte das pessoas ainda não conseguiu identificar quais as causas que precisam ser feitas para gerar os efeitos que desejam. “Após analisarmos as causas que precisamos incluir ou tirar de nosso dia a dia para conquistar os efeitos desejados (nossos sonhos e objetivos), devemos definir corretamente uma meta”.

“Caso, você ainda não siga um método testado e comprovado de definição de metas, fique tranquilo. Eu passei anos estudando em livros e treinamentos, além de aplicar e testar o que eu aprendia até entender como é um bom método de definição de metas e quais os cinco obstáculos que impedem a conquista de metas”, conclui o consultor.