Por crescimento, empresas devem investir em governança corporativa

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

Em um mercado global competitivo, não há como se pensar numa empresa que não possua direcionamentos fincados nas práticas de Governança Corporativa. Em resumo, esse termo se refere ao conjunto de processos, normas, procedimentos, decisões e ideias que demonstram a forma como uma empresa é “governada” e monitorada. “Há quatro princípios básicos: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa”, explica Amauri Nóbrega, sócio fundador da Cinco Global, empresa especializada em projetos de consultoria em Gestão Estratégica.

A estrutura de agentes num sistema de Governança Corporativa consiste em Conselho de Família, Acionistas/Sócios, Conselho de Administração, Diretoria/Gestão, Auditoria Independente e Conselho Fiscal. A implantação da Governança Corporativa acarreta em diversos benefícios que ajudarão a perpetuação da empresa. De acordo com o especialista, há uma separação mais clara de papéis, maior grau de formalização, minimização de conflitos, maior transparência nas sucessões, maior controle dos riscos corporativos, ajuda nos processos de tomada de decisão e, principalmente, acesso ao capital com custos mais acessíveis.

Segundo Nóbrega, o sistema permite maiores chances para crescimento, principalmente se o negócio está em um mercado em franca expansão. “O momento certo para iniciar um processo de governança é quando a empresa deseja alçar voos mais altos e precisa de capital para isso”.

O processo de implantação das boas práticas de Governança Corporativa é recomendado não só a grandes empresas de capital aberto ou fechado, mas também para negócios familiares, que estão em processo de sucessão de comando, ou empresas privadas que desejam se financiar através da abertura de capital. “Alguns podem até dizer que todas as organizações devem iniciar esse processo, o que é verdade, porém, é um processo que demanda de todos os seus acionistas e diretores o investimento de tempo e dinheiro”, sinaliza o especialista.

Se a empresa deseja se expandir, buscar investidores ou mesmo abrir o capital através de uma Initial Public Offering (IPO), o processo deve ser iniciado com bastante antecedência de, no mínimo, cinco anos. “A maturidade deve ter sido atingida e o processo iniciado, visando o patamar que se deseja alcançar”, ressalta Nóbrega.

O consultor explica que a Governança Corporativa não é a única ferramenta disponível, mas é essencial para se conseguir um negócio sólido e que perpetue. Se a direção tomada for outra, há grandes chances de fracassar ao longo do caminho.

“Isso porque, invariavelmente, ocorrerão conflitos entre os sócios, sucessões erradas, disputa de poder, imagem difusa entre a operação e a estratégia, visão imediatista, interferência na gestão, entre outros”, diz o diretor da Cinco Global. “O processo pode ser custoso para uma empresa em expansão, porém, se mostra imprescindível para sua permanência e consolidação nos cenários nacional e mundial”.

Saiba o que levar em conta antes de pedir demissão

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Cansaço, rotina desgastante, salário baixo, falta de reconhecimento, chefe insuportável… São muitos os motivos que levam, diariamente, diversos profissionais a pedir demissão. Mas a atitude, muitas vezes tomada de forma repentina, pode gerar diversos problemas. De acordo com a coach Bibianna Teodori, alguns aspectos importantes devem ser levados em consideração antes de jogar tudo para o alto.

“O autoconhecimento é fundamental nesta fase. A pessoa deve perguntar para si: ‘O que eu realmente quero para mim? Quais são meus sonhos?’ Esse é um ponto muito relevante para tomar qualquer decisão”, ressalta a especialista.

Bibianna diz que, muitas vezes, essa avaliação é difícil de ser feita individualmente. “É comum acharmos que a grama do vizinho é mais verde, mas, na realidade, pode ser que a sua situação não seja tão ruim comparativamente. Deve-se pesquisar muito sobre outras empresas, inclusive sobre remuneração, e como anda o mercado.”

A coach afirma também que é comum que profissionais abandonem empregos por razões muito pontuais. “Às vezes, o que está por trás da decisão são problemas reversíveis, como falta de competências específicas ou dificuldade de relacionamento com colegas ou chefe. Esses problemas também podem ser encontrados no próximo emprego. Para se chegar ao ponto de pedir demissão, as razões devem ser mais profundas”, explica.

Pedir as contas sem ter uma recolocação garantida não é uma boa estratégia, segundo Bibianna. “Sair para ficar desempregado não é inteligente. É importante analisar de forma atenta e rigorosa as alternativas ao seu emprego atual. Quanto tempo você demorará a se recolocar? Se a ideia for abrir um negócio próprio, quanto tempo e dinheiro serão gastos até você se estabelecer?”.

Nesta fase, ter o suporte de outras pessoas é fundamental. “Ter o apoio de familiares e amigos fará muita diferença”, finaliza a coach.