Por paixão, profissionais largam o emprego e se realizam até com salário menor

VÍDEO EXPLICATIVO

Auditorias de 5S – Disponível pela Internet

Conheça o método eficaz para fazer auditorias de 5S em sua empresa.

Na hora da escolha da carreira, muitos profissionais acabam deixando a paixão de lado e optam por uma área mais lucrativa, com a expectativa de gerar riqueza e ter uma vida confortável. Entretanto, é cada vez mais comum ver pessoas insatisfeitas com suas ocupações e em busca de suas origens, de suas reais vocações.

O coach de carreira Maurício Sampaio acompanha de perto esse dilema. Segundo ele, em média 70% dos clientes que atendem já estão em processo de mudança de carreira ou, pelo menos, pensando no assunto.

site

NOVO SITE DA ACADEMIA BRASILEIRA DA QUALIDADE: http://www.abqualidade.org.br/

“Hoje, diferentemente das gerações de nossos pais e avós, quem se forma em Direito não tem obrigação de atuar na área até o final da vida. Os profissionais de hoje são mais independentes, têm mais autonomia e, claro, muito mais opções de carreira que antigamente”, afirma o especialista.

Para as empresas, esse dilema causa prejuízos. Mesmo com todos os investimentos em treinamento e desenvolvimento pessoal, o turnover continua a crescer. “Os profissionais de hoje, em especial os da geração Y, mudam de emprego, de carreira, mesmo sabendo que terão que recomeçar, ganhando um salário menor. Eles buscam a felicidade e a realização pessoal”.

Para Sampaio, a cultura organizacional nas empresas também colabora para a frustação dos colaboradores. “As corporações e seus gestores devem urgentemente dar um simples e pequeno passo: dispor de tempo para escutar os anseios profissionais de seus colaboradores. A questão do futuro profissional deve ser entendida como uma via de mão dupla, ambos devem se ajudar nesse processo. As pessoas possuem sonhos, querem fazer parte das conquistas, querem se sentir produtivas, realizadas”, finaliza o coach.

Siga o blog no TWITTER

Mais notícias, artigos e informações sobre qualidade, meio ambiente, normalização e metrologia.

Linkedin: http://br.linkedin.com/pub/hayrton-prado/2/740/27a

Facebook: http://www.facebook.com/#!/hayrton.prado

Skype: hayrton.prado1

Networking: seja interessante sem ser interesseiro

VÍDEO EXPLICATIVO

A Manutenção Autônoma – Disponível pela Internet

Como conscientizar e habilitar o operador a cuidar adequadamente do equipamento.

José Ricardo Noronha

No mundo dos negócios, uma das mais importantes atividades e habilidades dos bons profissionais é a de estabelecer um bom e poderoso networking. E o que vem a ser networking mesmo?

De forma bastante simples, é a arte de criar e fomentar ao longo do tempo uma rede de relacionamentos. E esse grupo precisa ter, por princípios, o desejo genuíno de ajudar e aprender com o próximo e de se buscar oportunidades de negócios interessantes para ambas as partes (que muito tem a ver com o conceito “win win” ou “ganha ganha”).

No entanto, ao longo dos tempos, o conceito de networking ganhou novas facetas que nada têm a ver com os princípios acima. Ainda vejo muitos “profissionais do relacionamento” que saem distribuindo seus cartões de visita ou brochuras de seus produtos e serviços, sem demonstrar qualquer desejo real de estabelecer um relacionamento verdadeiramente interessado na outra parte e de onde podem surgir oportunidades de negócios que tragam benefícios mútuos.

Aliás, outro dia, ouvi uma frase sensacional que “networking é a arte de ser interessante, sem ser interesseiro”. É uma descrição precisa, inteligente, realista e infelizmente não colocada em prática por tanta gente, que ainda acredita que o mais importante no processo de montagem de uma rede de relacionamentos é a quantidade, ao invés da qualidade. Afinal, do que vale ter milhares de pessoas em suas redes de contato pessoais, profissionais e sociais (Linkedin, Facebook, etc.), se todos estes contatos forem apenas superficiais?

Abaixo eu compartilho oito dicas muito bacanas para montar um networking eficaz e poderoso:

1. Tenha interesse genuíno nas pessoas. Mostre-se realmente interessado em conhecer outras pessoas, com visões e experiências distintas das suas e aprenda o máximo que puder com elas. A ideia é ampliar o seu repertório de conhecimento sempre. E, quando for pedir ajuda, tente ser o mais específico que puder, deixando claro os seus objetivos profissionais e as suas “empresas alvo”, que devem ser aquelas que você enxerga plena congruência entre os valores, princípios, missão e visão de existência com os seus.

2. Rede de relacionamento é para ser usada com sabedoria sempre. Não a utilize somente quando estiver em busca de uma nova oportunidade profissional, pois isso soa interesseiro e oportunista demais.

3. Não seja um mero distribuidor de cartões. Ofereça seus contatos nos momentos e ocasiões oportunas e, sempre que puder, faça pequenas anotações no verso do cartão que o permitam depois registrar corretamente os dados e características peculiares daquela pessoa.

4. Ajude de bom coração. Mostre-se sempre pronto a ajudar os outros com conselhos, dicas, recomendações e indicações sem querer nada (absolutamente nada mesmo!) em troca. Tenha sempre a certeza de que, quando ajudamos sem nada querer em troca, o mundo se incumbe de nos dar de volta muito mais do que aquilo que imaginávamos que poderíamos conseguir.

5. Amplie a extensão do seu networking o quanto puder. O bom networking nunca deve se resumir apenas aos contatos de fora da sua empresa. Amplie as possibilidades ao se conectar com o maior número de colegas que puder, especialmente levando em consideração que a tendência é que eles sejam os melhores conhecedores das suas habilidades, competências específicas, e dos pontos fortes e dons.

6. Nunca confie demais na sua rede de relacionamentos. Networking é apenas um dos muitos instrumentos que lhe permitem sempre estar bem colocado e com boa visibilidade e empregabilidade no mercado. Credibilidade e confiança se conquistam ao longo do tempo, através de relacionamentos reais e pautados no interesse de desenvolvimento mútuo.

7. Foque em qualidade e não em quantidade. Esta é uma regra de ouro para um networking bem realizado. O foco deve ser sempre na construção de uma rede de relacionamento eficiente e a mais diversa possível (para ampliar suas possibilidades e oportunidades). E eficiência muitas vezes não combina com quantidade, pois, quão maior for a rede de relacionamentos, menores são as possibilidades de se estabelecer relações reais e mais profundas com as pessoas.

8. Lei da reciprocidade. Vale aqui reforçar: networking é a arte de ser interessante, sem ser interesseiro. Portanto, sempre que obtiver a ajuda de alguém, faça o que puder para retribuir. Esteja sempre em contato com seus contatos e não apenas nos momentos em que precisar de ajuda. E, sempre que puder, compartilhe artigos, dicas e experiências que acredita serem de grande valia para seus contatos.

Portanto, cuide sempre e com o maior carinho e cuidado da sua rede de relacionamentos, pois ela é um instrumento poderosíssimo para o seu sucesso e para o sucesso dos seus contatos. Reciprocidade é tudo quando se fala em networking.

José Ricardo Noronha é vendedor, palestrante, professor, escritor e consultor. Formou-se em direito pela PUC/SP e tem MBA Executivo Internacional pela FIA/USP.