20 questões fundamentais sobre a sua empregabilidade

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

Ernesto Berg

Empregabilidade é a capacidade da pessoa desenvolver determinadas competências, habilidades e conhecimentos do interesse do mercado de trabalho e que são importantes e atraentes para as empresas. Para conhecer seu grau de empregabilidade preencha o teste abaixo. Para que o resultado seja fidedigno responda a cada questão com a máxima sinceridade retratando a sua situação atual e não a ideal.

S = SIM        N = NÃO        + – = MAIS OU MENOS

1. Eu me envolvo completamente. Trabalho no emprego como se o negócio fosse meu.
S    N     + –

2. Sou fluente na língua inglesa (conversação, leitura, escrita).
S    N     + –

3. Adapto-me rapidamente a todos tipo de mudanças na empresa.
S    N     + –

4. Minha profissão está totalmente de acordo com minha vocação.
S    N     + –

5. Crio constantemente desafios profissionais para mim mesmo.
S    N     + –

6. Faço pelo menos um curso de curta duração (de 8 a 24 horas) a cada seis meses.
S    N     + –

7. Estou sempre atento às oportunidades de trabalho que surgem no mercado, ligadas à minha
profissão. S    N     + –

8. No trabalho que faço na empresa sou substituível a qualquer momento.
S    N     + –

9. Tenho grande iniciativa e estou sempre inovando no meu trabalho.
S    N     + –

10. Cuido da minha aparência e utilizo sempre roupas adequadas ao ambiente em que estou.
S    N     + –

11. Tenho uma rede contatos e relacionamentos profissionais fora da empresa que podem
abrir-me oportunidades de trabalho rapidamente.
S    N     + –

12. Estou sempre me atualizando e fazendo cursos de aperfeiçoamento de média e longa
duração em minha área profissional.
S    N     + –

13. Tenho disponibilidade para viajar ou mudar de cidade, se necessário for.
S    N     + –

14. Tenho facilidade de me relacionar com qualquer tipo de pessoa.
     S    N     + –

15. Se eu fosse demitido hoje, teria uma nova colocação no máximo em dois ou três meses.
S    N     + –

16. Eu, não minha empresa, sou o maior responsável pelo desenvolvimento da minha carreira
e da minha profissão.
S    N     + –

17. Tenho facilidade de vender minhas ideias aos outros.
S    N     + –

18. Me sinto inibido em dar palestras e enfrentar público.
S    N     + –

19. Trabalhar em equipe e interagir com pessoas é um dos meus pontos fortes.
S    N     + –

20. Não me abalo com facilidade. Sei tomar decisões sob pressão e trabalhar em ambientes
estressantes.
S    N     + –

Faça sua Contagem de Pontos
Marque um ponto para cada resposta SIM dadas às seguintes afirmações: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 19, 20
Marque um ponto para cada resposta NÃO dadas às seguintes afirmações: 8, 18
Marque meio ponto para cada resposta MAIS OU MENOS
TOTAL DE PONTOS_________

SUA AVALIAÇÃO
De 18 a 20 pontos. Parabéns. O desemprego não aflige você, porque sua empregabilidade está no auge. Você sabe investir em você e se destacar no trabalho, tem um bom network extra empresa, está atento ao que ocorre ao seu redor e às tendências do mercado. Se viesse a perder o emprego rapidamente conseguiria outra colocação.
De 15 a 17,5 pontos. Sua empregabilidade esta entre média e boa. Você procura se atualizar e busca ser reconhecido pela empresa, embora, talvez, nem sempre o consiga. Demonstra interesse pelo que ocorre no mercado embora, necessariamente, não signifique que queira trocar de emprego. É provável que você tenha que melhorar seu network. Veja as questões onde você não pontuou, ou obteve meio ponto, pois elas podem dar-lhe boas indicações do que necessita melhorar.
De 12 a 14,5 pontos. Sua empregabilidade é apenas regular. Apresenta várias brechas que podem dificultar seu trabalho ou sua garantia de emprego. Procure analisar como anda seu aprimoramento profissional, seu relacionamento com entidades externas e profissionais da área e, sobretudo, como você está vendendo seu serviço dentro da própria empresa. Veja as questões onde você não pontuou, ou obteve meio ponto, pois elas podem dar-lhe boas indicações do que necessita melhorar.
Abaixo de 12 pontos. Sua empregabilidade é baixa. Talvez você ande desmotivado ou não esteja dando importância à sua carreira, mas existem muitas brechas que precisam ser ajustadas. Não subestime seu trabalho, sua empresa ou o mercado de trabalho. Se você trabalha numa organização onde não existe estabilidade de emprego você tem que investir forte em si e em sua carreira.  Boas colocações requerem trabalho intenso e continuado, aperfeiçoamento contínuo, e uma boa rede de contatos. Veja as questões onde você não pontuou, ou obteve meio ponto, pois elas podem dar-lhe boas indicações do que necessita melhorar.

Ernesto Berg é consultor de empresas, professor, palestrante, articulista, autor de 14 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão, administração de conflitos – berg@quebrandobarreiras.com.br

A evolução do bullying: do pátio da escola ao smartphone

VÍDEO EXPLICATIVO

Contaminantes químicos e suas medidas de controle – Disponível pela Internet

Avaliar criticamente, compreender e controlar contaminantes químicos em alimentos.

O fenômeno do bullying escolar não é nada novo – muitos adultos devem se lembrar de terem sofrido episódios na infância. Ainda que o bullying ‘tradicional’ possa estar relacionado com um abuso físico e verbal no pátio durante o recreio, nossa crescente dependência da internet e de dispositivos conectados fazem com que o bullying não se restrinja ao período da aula. Hoje em dia, ele não termina quando as crianças saem da escola, pois continua no mundo online em forma de ciberbullying. Cerca de 17% dos alunos são vítimas.

Uma pesquisa realizada pela Kaspersky Lab em conjunto com psicólogos especializados em meios de comunicação da Universidade de Wuerzburg, na Alemanha, mostra que um a cada cinco adolescentes entre 12 e 15 anos sofreram ciberbullying. Esta é uma etapa de desenvolvimento fundamental na vida de um adolescente, já que as crianças, ao se aproximarem da puberdade, começam a passar mais tempo online, principalmente por conta do uso das redes sociais – tais como Facebook, Instagram e Twitter.

Assim como é necessário ensinar às crianças algumas técnicas de segurança, é importante também ensiná-las o uso responsável da tecnologia. “As crianças devem desenvolver um senso moral ao se comunicarem com outras pessoas online, assim como fazem quando se comunicam ao vivo. Isto os encorajará a ter empatia pelos outros e reduzirá a probabilidade de participarem de ciberdelitos ou ciberbullying. É igualmente importante que entendam, desde pequenos, os potenciais perigos relacionados a algumas atividades online”, explica David Emm, pesquisador de segurança na Kaspersky Lab.

Mesmo que o cyberbullying não implique violência física, evidências mostram que o ciberbullying é ainda mais intenso que o bullying escolar ‘tradicional’ pelos motivos listados a seguir:

  • É anônimo. Como o internauta pode não se identificar, é mais difícil detectar os agressores e provar quem é realmente culpado. Isto também significa que os agressores estão menos conectados emocionalmente com os danos que causam e, por isto, acabam indo mais longe.
  • É difícil fugir. Hoje em dia, a maioria das pessoas tem acesso à internet e toda a informação humilhante que se armazena online, teoricamente, se mantém disponível a todos, para sempre.
  • Sempre online. É mais difícil escapar do ciberbullying porque é possível entrar em contato com as vítimas por meio de computadores ou smartphones a qualquer momento e em qualquer lugar.
  • É mais invasivo que a interação cara a cara. Os agressores e as vítimas não podem ver um ao outro. Por conseguinte, não podem ver as expressões faciais dos interlocutores, gestos ou movimentos. Os agressores ficam mais desconectados emocionalmente do dano que causam e, como resultado, se preocupam menos com as opiniões e sentimentos alheios.

A dificuldade se agrava porque, apesar de duas a cada três crianças considerarem o ciberbullying um verdadeiro problema, poucas delas informam a um adulto de confiança quando estão sendo vítimas do assédio. A psicóloga Astrid Carolus, especializada em meios de comunicação da Universidade de Wuerzburg, relata: “O diálogo é muito importante para as crianças que são vítimas. Se o seu filho se encontra nesta situação, mostre que ele não está sozinho, que há mais crianças passando pelo mesmo. Existe, inclusive, uma grande quantidade de celebridades que sofreram bullying e falam abertamente sobre suas experiências”.

O bullying não é algo novo, mas a tecnologia facilita que os agressores ataquem os mais vulneráveis. O uso generalizado das redes sociais levou nossas vidas ao ciberespaço e pôs mais lenha na fogueira. Quanto mais conhecimento tivermos sobre bullying, suas causas e táticas usadas hoje em dia, mais capazes seremos de frear os agressores com programas informativos e eficazes.