Síndrome do Pensamento Acelerado

VÍDEO EXPLICATIVO

Contaminantes químicos e suas medidas de controle – Disponível pela Internet

Avaliar criticamente, compreender e controlar contaminantes químicos em alimentos.


Condição acomete milhares de pessoas, sendo característica do mundo contemporâneo.

No mundo em constante mudança e com o ritmo acelerado, é difícil afastar a mente dos problemas e obrigações diários, fazendo com que, mesmo nos momentos de descanso, as pessoas continuem com a cabeça cheia.

Com origem no ritmo alucinante das grandes cidades, overdoses diárias de informações e obrigações que afetam a saúde emocional, a Síndrome do Pensamento Acelerado é uma condição do mundo moderno, que acomete milhares de pessoas. Segundo especialistas, essa síndrome não é uma doença, mas, sim, um sintoma vinculado a um quadro de transtorno de ansiedade.

O psicólogo e master coach João Alexandre Borba explica que as pessoas mais vulneráveis a desenvolverem esse tipo de síndrome são aquelas avaliadas constantemente por causa de suas obrigações profissionais, não podendo se desligar delas por nem um segundo. ”Bons exemplos são médicos, jornalistas e executivos. A pressão profissional, juntamente ao excesso de informações às quais somos submetidos diariamente, que é considerado normal, atualmente, pode abalar o emocional de alguém”, afirma.

O profissional cita que os sintomas são a sensação de estar sendo esmagado pela rotina, a impressão de que as 24 horas por dia são insuficientes para o cumprimento de todas as tarefas, o sentimento de apreensão, falta de memória, déficit de atenção, irritabilidade e sono alterado. “O esgotamento mental é a principal descrição para a pessoa que sofre da SPA, transferindo o cansaço intelectual para o cansaço físico, o que faz com que o humor seja muito volátil, também. A tecnologia tem influência nesse quadro, pois é lotada de estímulos e informações que podem cansar a vista e o cérebro”, observa.

Borba conclui, falando que, para quem se identificou com os sintomas acima, é recomendado buscar ajuda profissional. “O melhor a se fazer é buscar um estilo de vida que permita fugas do estresse cotidiano, praticando atividades físicas e dedicando tempo ao lazer. Fazer pausas, retomar alguns hobbys e tentar fazer coisas sem nenhuma atividade simultânea”, finaliza.

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Carlos Eduardo Dalto, do Instituto MVC

Costumo dizer que fazer apresentações todo mundo faz. Para fazer boas apresentações, no entanto, é preciso refletir e sair da mesmice: pensar fora da caixa.

Apresentações que se prolongam demasiadamente, sem objetivos claros e bem definidos e sem estar de acordo com a “cara” dos ouvintes, são um convite ao fracasso. Pensemos um pouco: nos dias de hoje, as pessoas são altamente influenciadas pela tecnologia, pela necessidade de respostas cada vez mais rápidas e certeiras. E essas influências alteram diretamente o modo como trocamos informações.

Um exemplo claro é a influência do Youtube em nossas vidas e, como consequência, na forma como nos comunicamos. Ali, quando abrimos um vídeo que não chama nossa atenção logo no primeiro minuto (sim, no singular, e até mesmo antes de um minuto), rapidamente mudamos para o próximo ou desistimos.

Situação semelhante acontece quando sua apresentação torna-se por demais prolongada, sem clareza e objetividade na fala. É preciso ir direto ao foco, sem rodeios. Você já viu seus colegas mexerem no celular durante uma reunião, por exemplo? É disso que estou falando: demorou demais, tornou-se cansativa? Mudamos o foco, sem dó nem piedade!

Nesse sentido, precisamos entender as influências da vida cotidiana na forma como transmitimos nossas ideias e vendemos nossos projetos. As redes sociais têm mudado a forma como nos relacionamos com as pessoas e a sociedade. Têm dado poder e voz a quem sempre ficou à margem ou não tinha acesso aos meios de comunicação. E esse desejo de ser um agente participativo tem ultrapassado as fronteiras digitais e invadido o mundo das apresentações.

Quando vamos apresentar uma proposta comercial, por exemplo, falar de nossa empresa, vender um projeto ou fazer uma simples reunião com nossa equipe, isso também acontece.

Precisamos entender que, da mesma forma como as pessoas entram em um site de jornal e expressam suas opiniões acerca do ponto de vista defendido em determinado editorial, também querem se sentir parte integrante das apresentações e não meros espectadores.

Minha experiência tem mostrado que, quanto mais participativas e envolventes são as apresentações, mais resultados são obtidos por meio delas. Eis algumas dicas para envolver mais seus ouvintes e conectar-se com eles:

– estabeleça um contrato, no início da apresentação, convidando-os a participar e a expor seus pontos de vista.

– use e abuse de perguntas que estimulem a participação – O que vocês pensam sobre isso? Como acreditam que podemos alcançar esses resultados?

– mostre-se, pelo corpo, gestos e traje, que está aberto ao diálogo. Evite colocar barreiras para os ouvintes, como braços cruzados, olhar sisudo ou evasivo. Use recursos corporais de aproximação, como se sentar de forma elegante com um toque de informalidade, andar pelo espaço, dialogar visualmente com os espectadores.

– vista-se – igual ou levemente superior aos ouvintes – de forma a deixar os espectadores confortáveis diante de você e não correndo o risco de causar antipatia.

– diminua drasticamente o tempo de sua fala e aumente a interação e a troca de experiências com os ouvintes.

– construa apresentações em que o conteúdo permita interatividade e participação, com discussões de casos, exemplificações, etc.

É isso! Saia do pedestal e construa apresentações COM e PARA os seus ouvintes.