Qual o momento certo de iniciar um processo de Governança em sua empresa?

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Todas as empresas são criadas para atender uma necessidade do mercado. Se ela conseguir suprir essa lacuna e ainda obter lucros, pode-se dizer que esta empresa atingiu os seus objetivos. Mas a situação muda de figura quando se trata de manter esse ritmo por muito tempo. Amauri Nóbrega, especialista em estratégia e finanças, diz que somente com a governança corporativa o sucesso pode se prolongar ao longo dos anos.

“A situação se complica a partir do momento que começamos a levar isso ao longo do tempo. Se for por um ano, tudo bem, mas por 100 anos, aí a visão muda. Desta forma, esta pode ser considerada uma empresa de sucesso”, complementa.

No entanto, somente a implantação de uma Governança Corporativa não levará a empresa ao sucesso, visto que são vários os fatores que contribuem para isso. Em contrapartida, Amauri acredita que a ausência de uma Governança estruturada é um grande risco de fracasso e explica: “O sistema de Governança é que vai ser base para que cada um dos agentes de governança tenha o seu papel no negócio bem definido, com regras e práticas claras para gerar valor sustentável ao longo do tempo”.

E qual o momento certo de implementar a Governança Corporativa Segundo Amauri Nóbrega, implementar a Governança Corporativa é um processo longo e contínuo, praticamente uma jornada. No Brasil, por exemplo, as empresas começam a considerar a Governança Corporativa somente quando precisam de financiamento externo.

“Sou radicalmente contra esse pensamento, pois para mim, a empresa já deveria nascer com os princípios em seu DNA e ir aumentando as suas ações de boas práticas à medida que o negócio vai crescendo”, explica. Dessa forma, quando esta empresa futuramente buscar financiamento externo, seja para investir em uma fábrica, para aquisição de outra empresa ou até mesmo para tentar a sua venda, os analistas notarão que as boas práticas de Governança Corporativa já estão enraizadas, o que demonstrará outra imagem para aquele que irá avaliá-la. “Governança nada mais é do que seguir práticas que venham dar transparência, equidade, prestação de contas aos acionistas e responsabilidade aos administradores, princípios esses que constam no Código de Melhores Práticas de Governança do IBGC”, explica Amauri.

Por fim, o consultor opina sobre a atual situação da maior estatal brasileira, a Petrobras, que para ele está sofrendo com uma “desgovernança corporativa”. “Inundada por várias denúncias de corrupção e só depois de tudo vir a público, o governo resolveu criar um Comitê de Governança. Isso é um grande exemplo de ‘desgovernança’”. Ele analisa que este é um exemplo claro de como a Governança Corporativa pode afetar toda uma cadeia e até mesmo um país inteiro.

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Liderando nas empresas num mundo em mudanças constantes

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

NBR ISO 9001 – COMENTADA de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

Sonia Jordão

Por que razão uma pessoa, mais do que outras, é aceita como líder dentro de um grupo? Em outras palavras, o que é liderança?

Um líder é alguém capaz de tirar um grupo de onde ele está e levá-lo onde deveria estar. Ele ajuda as pessoas a entenderem os porquês e o que devem fazer para chegar lá. Não apenas os profissionais de cargos de chefia precisam tomar decisões, seus colaboradores também precisam, pois nem sempre haverá um superior por perto quando for necessário. Assim, as empresas vencedoras formam líderes em cada nível da organização.

O mundo vem passando por grandes transformações. O tempo de uma grande transformação, antes da 1ª Guerra Mundial, era de aproximadamente 30 anos, reduziu-se para cerca de 9 anos, após a 2ª Guerra Mundial. Esse período foi reduzindo, chegando a um ano e meio nos anos 80 e agora, em pleno século XXI, estamos vivendo uma grande mudança em questão de semanas, horas, minutos e até mesmo segundos!

Assim, é preciso saber o quê, para quê e ainda como motivar a organização a mudar. Mas, não se pode esquecer que mudar e mudar para melhor são duas coisas bem diferentes… Para levar as pessoas ao futuro, os líderes devem descrevê-lo de forma clara, consistente e emocionalmente cativante.

Já as organizações que querem vencer devem assumir riscos, querer romper com o passado e enfrentar mudanças árduas. Portanto, os líderes devem mostrar às pessoas o motivo e a maneira de saírem de onde estão e juntos se lançarem a uma nova expedição em busca do futuro. Mas não bastam palavras para se expressar, são necessárias também ações.

No atual mundo globalizado, as empresas precisam mudar constante e rapidamente e só conseguirão se seus líderes tiverem a capacidade de enxergar quais mudanças são necessárias e como implementá-las. Os líderes precisam mostrar aos liderados qual a necessidade da mudança proposta.

Além de ser aberto a mudanças, para ser um bom líder é necessário ter conhecimento sobre a própria função, aceitar as responsabilidades do cargo e ter um bom relacionamento interpessoal. Líderes conseguem extrair o melhor de cada pessoa, dando-lhe autoridade para que possam ter suas próprias idéias e agir de acordo com ela. Eles encontram os problemas e apontam as soluções.

O líder às vezes precisa conseguir defender pontos totalmente opostos, é preciso ter o que chamam de “jogo de cintura”. Por exemplo, às vezes precisa defender os interesses da empresa junto aos colaboradores e defender os interesses dos colaboradores junto à direção da empresa. O líder só conseguirá isso se tiver empatia, ou seja, souber se colocar no lugar dos outros, entender esse novo ponto de vista para, só então, defendê-lo.

Ser líder é diferente de ser administrador, este pode ser nomeado sobre outros numa hierarquia, independentemente de possuir ou não as qualidades requeridas. Por exemplo, você não pode ser um líder militar sem coragem. Mas, existem muitos soldados com coragem que não são líderes.

O líder ideal é aquele que consegue reunir o máximo de qualidades, entre elas: entusiasmo, integridade, imparcialidade, firmeza, humildade, determinação, criatividade, flexibilidade, dinamismo. Além de tudo isso, ele precisa ser ético, observador, saber se relacionar com os outros, saber ouvir, saber desenvolver a equipe, ter visão de futuro e cercar-se das pessoas certas. O ideal é que ainda seja carismático. Não se esquecendo que o grande desafio de um líder é descobrir os potenciais líderes da empresa, monitorá-los e fazê-los crescer.

Existem ainda diversas outras qualidades para o líder ideal. Ser líder não é fácil e ninguém consegue ter todas as qualidades necessárias. O importante é buscar ter o máximo possível das qualidades citadas, mas é muito importante querer ser líder e conhecer seus pontos fortes e fracos para poder se desenvolver e crescer como pessoa.

Quando se exerce a função de líder é importante trabalhar com três necessidades básicas: realização da tarefa, formação e conservação da equipe e desenvolvimento dos indivíduos. Para isso o líder deve exercer as seguintes funções: definir a tarefa, planejar, dar instruções, controlar, avaliar, motivar a equipe, organizar e dar exemplos.

Essas funções do líder abrangem diversos aspectos. É necessário definir com exatidão o que deve ser feito e planejar todo o caminho a ser percorrido, afinal, como Henry Kissinger afirmou: “Se você não sabe para onde vai, todos os caminhos o levarão a lugar nenhum”.

Sabendo qual o caminho a ser seguido, o líder passa para a etapa seguinte: instruir sua equipe da maneira mais hábil possível. Porém, mesmo depois de instruída, o líder deve controlá-la juntamente com os recursos disponíveis, a fim de garantir o melhor aproveitamento dos mesmos. Todo esse processo deve ser acompanhado de uma constante avaliação. Avaliar o processo e as pessoas envolvidas é uma tarefa comum, apesar de nem sempre ser desempenhada de maneira correta e eficiente. Precisamos ser duros com os problemas e não com as pessoas.

Outra função constante no processo é a motivação, aspecto que muitas vezes é deixado um pouco de lado, apesar de ser uma peça fundamental para garantir a continuidade do entusiasmo da equipe. A melhor forma de motivar as pessoas é através de elogios sinceros.

A motivação tem muito em comum com treinamentos. Treinar não significa ensinar algo novo, mas sim melhorar o que já se faz direito. E, para isso é preciso estar motivado. Roberto Shinyashiki disse uma vez que: “Os verdadeiros campeões sabem motivar, orientar e acompanhar o seu time, pois estão conscientes de que dependem dele para alcançar as vitórias”.

A próxima função da qual o líder é responsável é a organização, que abrange a estruturação, ou reestruturação. Ao organizar trabalha-se com a administração, com os sistemas e com a administração do tempo. Finalizando, liderança inclui dar exemplos. O líder precisa lembrar que nunca vai deixar de ser um exemplo, simplesmente porque as pessoas que trabalham com ele sempre observarão que ele é, o que faz e o que diz.

Cada dia mais as empresas procuram profissionais éticos, portanto agir corretamente hoje, não é só uma questão de consciência, mas um dos quesitos fundamentais para quem quer ter uma carreira longa, respeitada e sólida. Existe empresa excepcional? Competitiva? E à prova de crise? Existe. São empresas em constante transformação e comprometidas com a excelência em serviços e para isso precisam de líderes…

Sonia Jordão é especialista em liderança, palestrante e escritora, com centenas de artigos publicados.  Autora dos livros: “A Arte de Liderar” – Vivenciando mudanças num mundo globalizado, “E agora, Venceslau? – Como deixar de ser um líder explosivo”, “E agora, Lívia? – Desafios da liderança” e de “E agora, Alex? Liderança, talentos, resultados”. Co-autora dos livros “Ser + com T & D” e “Ser + com palestrantes campeões” – contato@soniajordao.com.br