Qual a diferença entre coaching e terapia?

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Engenheiros e Projetistas têm a constante preocupação de saber especificar adequadamente os equipamentos elétricos que são submetidos à corrente de curto-circuito.

Técnica que vem sendo bastante utilizada ainda é confundida

O coaching é uma metodologia que busca atender as seguintes necessidades humanas: atingir metas, solucionar problemas e desenvolver novas habilidades. É um processo de aprendizagem e desenvolvimento de competências comportamentais, psicológicas e emocionais, direcionado à conquista de objetivos e obtenção de alavancar resultados.

Porém, de acordo com a coach Camilly Gabry, o conceito de coaching ainda é muito confundido com a terapia. “A terapia é um trabalho que geralmente é voltado para o passado do indivíduo para resolver algum problema psicológico enquanto o coaching é baseado em ferramentas e técnicas que promovem mudanças comportamentais, visando principalmente o desenvolvimento de potenciais e a melhoria do desempenho, tanto na área pessoal como dentro de meio corporativo. ”, revela.

Assim, é possível também diferenciar o papel do terapeuta com o do coach. “O coach é o profissional que direciona a pessoa para alcançar os objetivos traçados. Para isso, ele utiliza ferramentas que o ajudam a elaborar planejamentos, superar desafios e motivar as pessoas. Já o profissional da terapia geralmente é um psicólogo que tem um conhecimento baseado no estudo da mente para solucionar compulsões, vícios, medos e doenças psicológicas”, diz a especialista em coaching de carreira e de desenvolvimento de competências.

Por isso, segundo Camilly, o coaching vem sendo muito utilizado por empresas e para quem deseja gerir sua carreira de uma outra forma. “Por ser um treinamento que tira o máximo do potencial da pessoa, é um trabalho que vem se acentuando no mercado para as empresas aumentarem suas produtividades e para as pessoas que procuram ter um maior autoconhecimento para alcançar as realizações que desejam conquistar no futuro”.

Assim, é preciso refletir para saber qual necessidade e qual acompanhamento é realmente necessário. “Os dois processos podem até se complementar em alguns casos, mas é preciso saber se você quer atingir uma meta específica ou se procura alguma solução psicológica”, conclui.

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Luiz Gonzaga Bertelli

A vida cotidiana mostra que a crise econômica avança. Os preços sobem, o dólar oscila em nível alto, o crédito some assim como os investimentos, o desemprego aumenta e a percepção de queda no poder aquisitivo é sensível, principalmente para famílias que diminuíram a renda em razão da perda de emprego. Quem está empregado, tenta manter-se a todo custo, reduzindo gastos.

Esse quadro cíclico, que reverbera na redução do Produto Interno Bruto (PIB) e nas taxas de crescimento, não são suficientes para interromper o aumento da confiança no programa Aprendiz Legal, que segue aquecido na capital paulista. Comparando os números de aprendizes em atividade no mês de setembro deste ano ante o mesmo período de 2014, registra-se um crescimento de 11,6%, com a quebra de um recorde: mais de 15 mil jovens entre 14 e 24 anos são beneficiados hoje pelo programa na cidade de São Paulo.

Entre as principais razões para esse crescimento está na aposta das empresas em formar seus próprios talentos por meio de um programa social que insere os jovens – muitas vezes carentes e moradores de áreas de vulnerabilidade social – no mercado de trabalho. Quando a crise se esvair, as empresas sabem da necessidade de ter um quadro qualificado de colaboradores, para atender a demanda gerada pela retomada de crescimento, que poderá ser comprometida pela crônica deficiência de mão de obra especializada.

O Aprendiz Legal é um programa que visa à formação profissional e cidadã de jovens para o mercado de trabalho. Apoiado na Lei da Aprendizagem (n.º 10.097/2000) – que determina a contratação de cota de aprendizes para grandes e médias empresas –, o programa é fruto da parceria do CIEE com a Fundação Roberto Marinho.

Uma vez por semana, os jovens recebem capacitação teórica ministrada o CIEE em várias modalidades: auxiliar de alimentação, auxiliar de produção, comércio e varejo, logística, ocupações administrativas, práticas bancárias, telesserviços, turismo e hospitalidade, e telemática, além da capacitação prática na própria empresa. Abrir oportunidades aos jovens, portanto, é investir no futuro, garantindo lá na frente resultados mais competitivos e animadores para todos os ramos de atividade e ajudando, assim, a construção de um desenvolvimento mais sustentável.

Luiz Gonzaga Bertelli é presidente do Conselho de Administração do CIEE, presidente do Conselho Diretor do CIEE Nacional e presidente da Academia Paulista de História.