Nada é permanente, exceto a mudança

PROJETOS DE NORMAS

Nesse link, é possível ter conhecimento dos Projetos de Norma Brasileiras e Mercosul, disponíveis para Consulta Nacional. Selecione o Comitê Técnico desejado e clique sobre o código ou título para consultar. Acesse: https://www.target.com.br/produtossolucoes/nbr/projetos.aspx

Tudo se encontra em constante processo de mudança. O Universo, nosso país, os pensamentos, os desejos, cada célula do corpo, tudo se transforma. Ou seja, o processo da mudança é algo inerente à vida.

Para o coach Robson Profeta, a mudança coloca todas as pessoas em um novo patamar de suas vidas, mas antes, acaba empurrando-as para locais desconhecidos. “Por não conhecermos as novas situações, somos invadidos pelo sentimento da estranheza, do medo, do estresse, do desconforto e da ansiedade. Mudar não é nada fácil, principalmente quando a mudança não é desejada”, revela.

Segundo ele, a mudança nasce à partir de um “gatilho”. De repente, um agente desencadeador dispara a possibilidade, o interesse e/ou a necessidade da mudança. Para entendê-la, o especialista listou algumas formas distintas de mudança, além da primeira a seguir (que não pode ser classificada como mudança).

A mudança impossível é a vontade de mudar algo que não pode ser mudado e, portanto, precisa ser aceito. Um exemplo simples: A pessoa tem uma baixa estatura e gostaria de ser alta, ou mesmo ao contrário. Determinadas mudanças são impossíveis, por isto não devemos sofrer querendo mudar algo que não irá mudar e sim aceitar e seguir em frente.

A mudança involuntária é aquela que ocorre em função de uma ou mais variáveis que não controlamos, como por exemplo, o falecimento de um ente querido, a demissão do emprego ou o término de uma relação amorosa. Estas situações nos colocam obrigatoriamente no processo de mudança e temos que encarar o fato, passar por ele, tirar proveito e nos tornarmos melhores. Afinal de contas, esses desafios nos lapidam.

A mudança voluntária consciente é aquela que ocorre em função de decisões tomadas e que, “teoricamente”, sabemos a razão pela qual queremos mudar. Alguns exemplos são: Mudar de cidade por causa da violência urbana; casar ou se separar; mudar de trabalho ou de departamento.

A mudança voluntária inconsciente é aquela que foge à nossa consciência, que está escondida no nosso mais profundo interior. Esta mudança é muito confundida com a voluntária consciente, pois, em diversas ocasiões, existe a ideia de que sabemos qual o verdadeiro gatilho que provoca o interesse da mudança. Porém, o consciente da pessoa pode estar pregando uma peça ou mesmo se protegendo, deixando as verdadeiras causas escondidas em nosso inconsciente. Muitas vezes achamos que estamos infelizes em nosso trabalho por questões financeiras e a partir disso buscamos salários melhores. Após algum período, percebemos que a insatisfação é por não fazer o que amamos, ou vice-versa, ou seja, buscarmos o que amamos e inconscientemente estarmos buscando segurança financeira.

Robson ainda afirma que o processo de mudança deve ser visto como algo natural. “Qualquer tipo de mudança pela qual estamos passando, pode nos auxiliar no processo de crescimento. Ela nos faz evoluir e empurrar a humanidade adiante”, conclui.

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