Crise: o desespero nas redes sociais por um emprego e dos spammers

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crise

Duas coisas notadas na internet durante essa crise criada por pessoas incompetentes na gestão do Brasil: o desespero dos brasileiros em conseguir um emprego nas redes sociais e dos spammers que aumentam o envio de e-mails maliciosos com uma quantidade de erros que faz a gente dar risadas. Os que querem emprego colocam seus telefones celulares, seus e-mails para empresas sem a mínima dignidade para arrumar um emprego para elas. Uma exposição pessoal bastante preocupante.

Para quem não sabe, os spammers são os que praticam o spam, ou seja, enviam diversos e-mails ou qualquer outro tipo de mensagem para diversas pessoas que, na maioria das vezes, contêm um vírus do tipo keylogger. O objetivo dos spammers é disseminar malwares a fim de criar botnets, que são redes de computadores zumbis.

Com isso, eles poderão enviar ainda mais spam para mais usuários, além é claro de obter diversas senhas e contas das vítimas. Deve-se pensar nisso como uma praga, que vai se multiplicando, como a dengue, aids, etc. Cada computador infectado envia a dezenas de novas pessoas os spam e até mesmo para os contatos pessoais desse usuário.

Se o livro depois de mais de 500 anos não conseguiu ajudar os seres humanos a melhorar em suas relações conflituosas, imagine a internet: 1.500 anos a 2.000 anos. O motivo para a atual crise no Brasil foge da questão econômica e passa pela questão de credibilidade do governo que parece sofrer de uma doença que não o deixa falar a verdade.

Ninguém quer colocar dinheiro na mão de pessoas que não sabem como aplicá-lo em prol do desenvolvimento da nação. Ou como confiar em uma presidente que gasta mal o dinheiro público, ou pior quando ele é desviado para sustentar o projeto criminoso de poder do lulopetismo, como definiu o ministro do STF, Gilmar Mendes.

A inflação continuará em ritmo menor do que foi em 2015, alavancada pelo aumento de preços controlados, como o da energia e gasolina. Esses dois itens estão relativamente alinhados. A alta do dólar, prevista para 2016, exercerá uma forte pressão inflacionária, principalmente sobre os preços dos alimentos, alguns deles tão básicos como farinha de trigo. Continuará sua trajetória de alta, chegando facilmente a R$ 4,50 até o final do ano.

Um problema da crise econômica de 2016 será a possibilidade de convulsão social. Manifestações cada vez mais numerosas e violentas como as da crise na década de 80, com atos de vandalismo, poderão acontecer. As empresas sofrerão bastante com os efeitos da crise econômica de 2016, principalmente aquelas que dependem de crédito para a manutenção dos seus negócios.

Uma recomendação é que todas as empresas devem se preparar para tempos difíceis. Mas, momentos de crise podem ser épocas de grandes oportunidades de negócios. Agregar valor aos serviços oferecidos aos clientes ou dar um salto de qualidade em uma ou mais características do produto ou serviço que de fato são relevantes para a sua escolha.

Agregar valor depende de pesquisas para detectar as necessidades dos clientes, no desenvolvimento de tecnologias e nas formas de administrar mais eficazes. Em outras palavras, para agregar valor, deve-se ter um olho no cliente e outro na inovação.

Se você tiver uma igreja, não vai ter problemas. Com a crise, a procura dos clientes será maior. Basta prometer a solução das suas dificuldades e um pouquinho da água do rio onde Jesus foi batizado para a cura de tudo (que pode ser da Cantareira mesmo), que o dízimo não vai parar de pingar.

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O contraste das prioridades


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A priorização pode ser facilitada pela matriz de causa e efeito (CE).

Scott Force

Os profissionais de qualidade podem não atender a todas as reclamações de clientes, remover todos os defeitos ou ter todas as soluções para o processo de implementação que a equipe desenvolve, por isso a priorização é vital. Isso mantém a orientação para resolver os problemas mais significativos e a implementação de soluções que proporcionam uma maior impacto na organização.

Como engenheiro de qualidade certificado, eu aprendi muitas técnicas para melhorar os processos, mas nada aconteceu até que eu recebi meu treinamento em Lean Six Sigma Black Belt e descobri a matriz de causa e efeito (CE), a ferramenta que tenho usado extensivamente na priorização dos elementos.

Como parte da metodologia de implantação da função de qualidade (QFD), a matriz CE permite avaliar ou comparar vários elementos através de uma lista de atributos em intervalos definidos para a sua pontuação. A Tabela 1 mostra um exemplo de uma matriz CE utilizada para a comparação em entrevistar candidatos com base em três atributos: anos de experiência em Lean Six Sigma, pretensão salarial e número de projetos concluídos.

As duas principais características da matriz são o peso ou o nível de importância e os critérios de pontuação para os atributos em uma escala de zero, um, três ou nove. No desenvolvimento do QFD, seus facilitadores querem criar um contraste maior entre os atributos fortes (marcar nove) dos mais fracos (escores de zero, um ou três). No exemplo da entrevista (ver Tabela 1), o perfil de pontuação permite que os candidatos que receberam um nove em um ou mais atributos têm mais influência sobre a priorização final para entrevistas futuras. (1)

As estimativas para a pontuação são simples: o peso ou o nível de importância de cada atributo é multiplicado pela avaliação feita pelos clientes desse atributo. Estes resultados são adicionados na linha horizontal e fornecem os pontos finais.(2) A Tabela 1 mostra os candidatos A, B e D com um conjunto de número maior de atributos preferidos para a posição, o que garante o monitoramento das comunicações ou de verificação para determinar como proceder em entrevistas futuras.

Clique na figura para uma melhor visualização

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No contexto dos projetos Lean Seis Sigma, a matriz CE reduz a lista de entradas no processo e como eles se relacionam com as suas saídas. Isso ajuda as equipes a investigar várias coisas: como proceder através da fase de medição do processo para definir, medir, analisar, melhorar e controlar (DMAIC); melhor priorização de melhorias para testar a fase de melhoria; e como a matriz pode ser usada como uma ferramenta de planejamento estratégico, comparando os processos em toda a organização para decidir onde concentrar os esforços de melhoria.

A matriz CE permite uma abordagem metódica e disciplinada para processo de abordagem de melhoria que é semelhante a outros métodos, como o ciclo Plan-Do-Check-e DMAIC. Isto é o que sempre me impressionou na melhoria de processos: embora eu possa ignorar as soluções para os problemas que são atribuídos à minha equipe, sei que após o meu treinamento e contando com as minhas ferramentas, sempre eu terei uma alta probabilidade de sucesso.

Referências

(1) Louis Cohen, Quality Function Deployment: How to Make QFD Work for You, Prentice Hall, 1995, p. 144.

(2) Scott Force, Creative Combination, Quality Progress, março de 2012, p. 72.

Scott Force é engenheiro de qualidade e especialista em Six Sigma Black Belt certificado pela ASQ. Ele obteve seu diploma de bacharel em engenharia industrial pela Universidade de Miami em Oxford, Ohio. Force é um membro sênior da ASQ e Six Sigma Master Black Belt formado por Sigma Breakthrough Technologies Inc.

Fonte: Quality Progress – http://asq.org/qualityprogress/index.html

Tradução: Hayrton Rodrigues do Prado Filho