Quais as perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego?

Cursos pela internet

5S A Base para a Qualidade Total – Disponível pela Internet

As dicas para o sucesso do 5S em sua empresa.

A Manutenção Autônoma – Disponível pela Internet

Como conscientizar e habilitar o operador a cuidar adequadamente do equipamento.

Especialista revela algumas respostas que podem fazer com que você seja o escolhido.

É comum as pessoas pensarem que ter um bom currículo, recomendações impecáveis e apresentação pessoal adequada é o suficiente para se dar bem em uma entrevista de emprego, mas não é bem assim. Além da postura que o candidato precisa demonstrar, como não se atrasar e não faltar com educação, o mesmo deve se preparar para a entrevista. Mas como se preparar para uma entrevista em que você não sabe quais serão as perguntas?

De acordo com Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, é preciso estudar a empresa e se conhecer bem. “Além do jogo de cintura, o candidato geralmente deve apresentar confiança e manter uma postura adequada ao momento. Estudar a empresa e seus valores podem te dar pontos se você mostrar ao recrutador que conhece a organização onde você quer trabalhar”, conta.

Dessa forma, Madalena listou as três perguntas frequentes em entrevistas e que vale a pena planejar as respostas:

1 – Fale sobre você ou quais são suas qualidades e defeitos/pontos fortes ou fracos.

Estas são perguntas quase obrigatórias em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional. É uma maneira do entrevistador saber mais sobre você além do que está no currículo. Você pode falar algumas qualidades e citar situações que elas apareceram e acabaram ajudando a resolver determinada situação. Dê preferência aos pontos fortes que possam ajudar na função que você vai ter caso seja contratado. Porém, é importante saber fazer seu marketing pessoal sem se vangloriar muito, ou seja, sem parecer arrogante. Evite usar palavras clichê: proativo, persistente, etc.

Já em relação aos pontos fracos, seja sincero. Se você mentir, isso pode ser um tiro no seu próprio pé. O aconselhável é falar um defeito seu, mas que isso está sendo trabalhado ao longo do tempo e que esse ponto fraco está sendo trabalho de alguma maneira para que você melhore cada vez mais.

Se o entrevistador queira saber um pouco da sua vida pessoal, não exagere muito nisso – fale apenas o básico porque ele não está interessado em saber dos seus problemas ou da sua vida inteira. Informações simples como se você namora ou bebe socialmente pode ser o suficiente.

2 – Quais são seus objetivos a curto ou longo prazo?
O autoconhecimento é essencial em uma entrevista de emprego. Isso porque, em muitos casos, as perguntas mais difíceis são aquelas que exigem respostas sobre você mesmo. Então além de saber como você é (suas qualidades e defeitos), também tenha metas e planos para o futuro. Após falar o que você deseja, pergunte algo sobre a empresa. Além de mostrar interesse e curiosidade sobre o lugar, você pode avaliar o quanto trabalhar ali pode ser importante na sua carreira. Respostas como “ganhar bem” ou “aposentar-se” são totalmente proibidas.

3 – Por que devemos escolher você?
Essa é uma pergunta ótima para o candidato, onde ele ganha um espaço para fazer seu marketing pessoal bem feito. A resposta pode ser dada de várias formas, mas falar que você pode ser importante para a empresa e justificar isso é uma das melhores saídas possíveis. Desse modo, o candidato pode mostrar seus valores, mostrar como trabalha, seu comportamento no ambiente de trabalho e mostrar que pode fazer a diferença naquela empresa.

Além dessas perguntas, outra questão que pode ser levantada pelo entrevistador é algo que tenha em seu currículo. “Ele pode perguntar sobre alguma experiência que você já passou ou até mesmo testar alguma informação, como o seu nível no inglês. Por isso é fundamental não mentir no seu currículo, para que na hora da entrevista o candidato possa comprovar tudo que está ali e não se passe por um mentiroso, pois ninguém vai contratar alguém desonesto”, conclui Madalena.

Quais são os principais gaps entre estratégia e execução?


O cumprimento das normas técnicas evita acidentes com caldeiras

Um acidente com uma caldeira em manutenção, em uma cervejaria, no estado de São Paulo, deixou quatro…

Leia mais…

Quando se trata de estratégia de negócios para empresas, existe uma grande distância entre o que se está no papel e sua execução. Essa é a opinião do especialista em estratégia Amauri Nóbrega: “Gera-se uma grande questão: a estratégia boa é aquela que se consegue executar? Bom, existem grandes questões envolvidas, pois uma estratégia pode ser separada de sua execução ou a execução é parte da estratégia”.

Para Nóbrega, existem muitos gaps entre a estratégia e sua execução. “Existe estrategista que não sabe executar, ou grandes executores que não conseguem pensar estrategicamente?!”. São muitas questões que não necessariamente existem resposta única para elas.

O estrategista Amauri Nóbrega aponta a primeira pergunta que uma empresa pode fazer a si mesma e que pode gerar lacuna: quem é que queremos ser? “No topo da gestão, se não há uma unanimidade na resposta, posso dizer que, com um percentual muito próximo de 100, essa empresa terá dificuldades na execução da sua estratégia”, diz Nóbrega. Para ele, essa é uma resposta fundamental para o início de um planejamento estratégico. “Enquanto não houver uma unanimidade nessa resposta, não vá em frente”.

Nóbrega indica que, uma vez encontrado o consenso, o próximo passo é saber o que irá oferecer para que os clientes acreditem na empresa e ajudem a torná-la o que ela quer ser. “Qual a nossa proposta de valor? Ela é fundamental e os clientes devem perceber que o que colocamos e oferecemos é percebido por eles e aqui aparece mais um gap. Se o cliente não experimentar o valor oferecido, a continuidade estará comprometida”, explica.

Logo após procurar entender o gap entre a oferta de produtos e a percepção dos clientes, é chegada a hora de olhar para a concorrência. “Ligado com o dito anteriormente, a nossa proposta também é oferecida por mais alguém? Se sim, temos que ter algo que nos diferencie, como conseguir? Questionando. Por que o cliente escolheria fazer negócio conosco em vez do concorrente?”, levanta o estrategista.

Depois de analisar a relação com clientes e concorrentes, o passo seguinte é olhar para o caixa, como explica Amauri Nóbrega. “Será que teremos recursos suficientes para tirar do papel a proposta de valor e chegar aonde desejamos? Pois, não adianta conseguir uma excelência na avaliação do cliente, mas não conseguir chegar no nosso objetivo”. Ele conta que já atendeu diversos casos do tipo. “Empresas que eram amadas pelos clientes, não controlaram os recursos e não conseguiram cobrar um preço premium pelo seu produto/serviço”, relata.

Por último, Nóbrega diz que é necessário, sempre que atingido o objetivo, que a empresa busque evoluir e expandir. “É preciso que venham os re-ciclos, porque, uma vez atingido o objetivo, não fique “sentado” aproveitando. Volte ao início e crie um novo objetivo mais ousado, evolua a proposta, expanda os recursos”.

O especialista em estratégia diz que, a partir do fechamento do primeiro ciclo, a confiança da equipe em sua liderança aumenta e, assim, o sucesso vai surgindo gradativamente junto com o amadurecimento da empresa e de sua equipe. “Não quero dizer aqui que esse é o único caminho para a vitória, mas acredito que é o único caminho para fechar os gaps existentes entre estratégia e execução”, finaliza.