Nove dicas essenciais para superar o estresse


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Ernesto Berg

1 – Trabalhe naquilo em que você tem talento

Trabalhe naquilo em que você tem competência, talento e gosta de fazer, porque, afinal, pelo menos um terço de sua vida você passa no trabalho. Aprenda a gostar do seu trabalho e da sua empresa e, se por algum motivo, este ajuste entre você o seu trabalho não está acontecendo, então mude de ambiente ou de emprego. É da máxima importância que você trabalhe num local  – ou numa empresa – cujos valores estão em sintonia com os seus, do contrário o desgaste físico e emocional é muito grande. A propósito, você realmente gosta do trabalho que faz?

2 – Tenha hábitos saudáveis de vida

Pratique esporte, faça exercícios físicos, tenha tempo para o lazer, aprenda técnicas de relaxamento. São atividades que ajudam muito a recuperar e restaurar as energias físicas e psicológicas. Faça um esforço e abra espaço para essas atividades, porque elas irão melhorar em muito sua qualidade de vida. Uma dieta alimentar balanceada, e um sono reparador produzem, igualmente, frutos extremamente benéficos. Se você for uma pessoa religiosa tem outro respaldo muito potente que é a fé em Deus. Um grande número de pesquisas feitas em centros médicos e de psicologia, comprovou que pessoas dotadas de uma filosofia de vida e de fortes crenças espirituais são, em média, bem menos vulneráveis ao estresse do que indivíduos que não as têm.

3 – Aprenda a gostar das pessoas

Aprenda a ter um bom relacionamento interpessoal, a respeitar pessoas, a cooperar com elas. Veja sempre o lado positivo delas, sorria para as pessoas, cumprimente-as no elevador, no restaurante, na vizinhança. Aprenda a dar boas risadas (não de deboche ou ironia), aprenda a rir de si mesmo, não leve a vida tão a sério (a ferro e fogo), ponha mais leveza em sua vida e em seus relacionamentos. Essas atitudes descontraem, relaxam e desarmam o espírito competitivo, angustiado ou aflito.

4 – Desabafe

Ninguém é de ferro e, às vezes, um desabafo é muito bem-vindo. Mas, se você for desabafar faça-o no local adequado, porque um “estouro” além de ofender e magoar pessoas, pode provocar muitas discórdias e, também, arrependimentos posteriores. A Disneyworld e a Disneylândia permitem que os funcionários estressados desabafem e extravasem suas emoções, mas longe do cliente e em ambiente exclusivo. Eles adotam o conceito de “no palco” e “fora do palco” com relação ao pessoal da linha de frente do atendimento. “No palco” é todo e qualquer lugar onde o cliente possa ver ou ouvir você. “Fora do palco” é todo e qualquer lugar onde o cliente não possa ver nem ouvir você, a uma distância bem segura. Qualquer colaborador estressado pode solicitar ao supervisor que assuma o seu posto por alguns minutos enquanto ele se refaz emocionalmente. Assim, nos bastidores (fora do palco), ele extravasa suas emoções e, depois, psicologicamente recuperado, já pode voltar ao trabalho sem maltratar os clientes ou os próprios colegas. É claro que esse procedimento deve ter a concordância – e ser apoiado – pelos gestores da empresa, caso contrário poderá dar margem a desentendimentos e interpretações errôneas.

5 – Faça pausas

Por outro lado, não caia na armadilha de acreditar que sempre que você estiver profundamente irritado, um grande desabafo, em particular, irá resolver a situação. Às vezes isso não funciona. Nesses casos o melhor mesmo é fazer uma pausa: ouça música relaxante, dê um passeio, coma algo (biscoito, fruta, chocolate), leia uma revista, faça palavras cruzadas ou outro passatempo, sente num canto da sala e relaxe de olhos fechados.

6 – Congraçamentos

Happy hour, comemorações de aniversários ou de metas atingidas, lanches e refeições com colegas, reuniões e troca de ideias informais nos intervalos, são algumas formas de congraçamento que ajudam a aproximar os membros da equipe, ao mesmo tempo que descontraem o ambiente e auxiliam a recarregar as baterias psicológicas e emocionais. A prática regular desses procedimentos fortalece inclusive o espírito de equipe, parte fundamental da motivação e produtividade.

7 – Use âncoras

Tudo aquilo que faça você sentir-se bem ou que atrai sensações boas é chamado de âncora. Por exemplo, todos nós podemos pôr âncoras em nossa mesa: uma foto do filho (ou do animal de estimação), foto de uma paisagem, uma frase motivacional, flores etc. Outras âncoras podem ser cartões, figuras, plantas, frasco com doces, fotos (das férias, das pessoas queridas), poesia, a Bíblia etc. Essas coisas ajudam a relaxar e dão um toque de leveza em seu ambiente particular de trabalho.

8 – Seja positivo

Você só pode dar ao mundo o que você depositou – ou deixou que depositassem – em seu interior. Esse depósito cresce lá dentro e depois se manifesta num tamanho muito maior do que quando entrou. Os juros emocionais desse depósito tomam formas, contornos, cristalizam-se, e passam a comandar seus pensamentos, atitudes e tudo o que você faz em sua vida, até de maneira inconsciente. Pronto: você acabou de criar seus hábitos, gostos, comportamentos e personalidade. Tudo isto vem embalado num pacote que recebe o rótulo de “eu sou assim”. Se quiser mudar o rótulo então precisará mudar os depósitos.
Para saber que tipo de depósitos você coloca bem lá dentro, responda: “Com que lentes eu enxergo o mundo ao meu redor? Com ira, com decepção, com queixas? Ou é com amabilidade, com amizade, com respeito, com positividade”. A opinião que você tem das pessoas e do mundo é, sobretudo, uma confissão do seu próprio caráter. Portanto, cultive estados de alma positivos e as pessoas, circunstâncias e situações vão responder às suas atitudes na mesma medida e refletir isso no ambiente que você vive.

9. Cerque-se de pessoas motivadas
Um dos segredos da motivação é fazer amizades e cercar-se de pessoas vencedoras e positivas, pois o espírito realizador e otimista delas acabará contaminando você, da mesma forma que andar com pessoas inseguras e pessimistas poderá influenciá-lo negativamente. Você aprenderá muito com pessoas realizadoras, não apenas profissionalmente, mas, principalmente, com suas atitudes, comportamentos e condutas positivas.

Ernesto Berg é consultor de empresas, professor, palestrante, articulista, autor de 14 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão, administração de conflitos.

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Erik Penna

“Comunicação não é o que você diz. É o que os outros entendem.” (Duda Mendonça)

Certa vez, eu estava participando de uma reunião de professores e o diretor conduzia perfeitamente o bate-papo pedagógico. De repente, chega um professor atrasadinho. O diretor, então, educadamente deu as boas vindas e perguntou o motivo do atraso. O professor informou que estava corrigindo as provas da turma. E, ao ser questionado sobre como os alunos tinham se saído na avaliação, ele respondeu: ”Comigo os alunos não tem moleza, a maior nota da sala foi quatro.” O diretor então disse: “Se a maior nota da turma foi quatro, é bem provável que o professor é quem precisa de aula de reforço.”

De fato, se ninguém da turma conseguir acertar nem metade da verificação escolar, algo deve estar errado. Há várias hipóteses para o ocorrido. Pode ser que a avaliação não tenha sido construída de acordo com o ensinado em sala, ou ainda a mais provável em minha opinião, é de que os alunos não entenderam o que o professor quis ensinar. Isso me faz lembrar da frase do publicitário Duda Mendonça: “Comunicação não é o que você diz. É o que os outros entendem.”

Me lembro, ainda, que o professor tentou se justificar dizendo que, como se tratava da primeira prova do ano, ele precisava dar logo uma lição na turma para eles ficarem amedrontados e, a partir daí, levarem os estudos a sério. Sei que há alunos que não se interessam o quanto deveriam, mas eu penso que o medo e a intimidação não têm mais espaço na educação contemporânea. Ao invés disso, o medo precisa dar lugar ao respeito e a intimidação dar lugar à motivação.

Ao invés de gritar, ameaçar e dar notas baixas como se a avaliação fosse uma forma de castigo, eu prefiro acreditar numa docência moderna, evoluída e que, estando motivada, não precisa deste tipo de artifício para ganhar a atenção dos alunos. Meu pai uma vez me disse: “Meu filho, se você brigar com o vizinho, você pode estar certo, mas se você brigar com a rua inteira, provavelmente você está errado”.

Para finalizar, vale a pena refletir os ensinamentos de dois mestres na arte de ensinar:

– Salman Khan: foi eleito o melhor professor do mundo. Em entrevista à revista Veja, Khan destacou DUAS palavras chaves para o sucesso com seus alunos: “COMUNICAÇÃO – de forma simples, onde eu falo e o aluno entende. Não adianta passar o conteúdo, pois o que importa é se o aluno entendeu; MOTIVAÇÃO – eu saio de casa não para dar mais uma aula, mas sim, para fazer a diferença na vida de alguma pessoa naquele dia”.

– Doug Lemov: em seu livro “Aula Nota 10”, apresenta 49 técnicas para ser um verdadeiro campeão de audiência em sala de aula. Ótimas dicas para os professores conquistarem a atenção dos alunos sem precisar gritar, ameaçar, nem dar notas baixas.

Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10” e “21 soluções para potencializar seu negócio”. Site: www.erikpenna.com.br