Seis dicas para não enlouquecer no trabalho

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Coach explica como agir em situações de conflito

Com as demandas urgentes do dia a dia é importante saber lidar com as diversas situações no ambiente de trabalho. De acordo com a coach Andreia Rego, um dos pontos principais para reduzir os problemas é a manutenção do equilíbrio emocional, com intuito de comportar-se adequadamente às exigências do gestor, por exemplo, ou da área de atuação.

A fim de superar obstáculos, conflitos internos e até relações interpessoais ruins, a profissional elaborou seis dicas para não enlouquecer em alguma dessas situações.

Evite descontroles. Não são bem vistos nas organizações

“Quando o colaborador perceber que está estressado por algum motivo, a ponto de surtar, é válido procurar o líder direto para, quem sabe, acordar uma folga, alguns dias de férias, uma liberação mais cedo do trabalho, pois é fundamental identificar os sintomas físicos e emocionais, e até aonde vai o seu limite”. Assim, ser verdadeiro consigo e com o líder possibilita uma melhor compreensão do que está sentindo e a relação direta se torna mais próxima. Em contrapartida, o líder também deve ser solidário e ajudar, dentro do possível. Se este já detecta no indivíduo sinais de perturbação, irritação ou distúrbios, pode buscar o diálogo e oferecer algum tipo de apoio.

Saiba dizer “não”

Conhecer seu processo diário e atividades traz mais segurança para definir o que é ou não possível em um determinado momento. “Se a todo o tempo só se diz sim, há grande chance de também se desenvolver uma irritação interna, pois, no final, perde-se a noção de prioridade e não se dá conta de todas as tarefas”, afirma a coach. Dizer sim querendo dizer não pode causar acúmulo de estresse, de acordo com a frequência que ocorra.

Saiba realizar pausas

Parece banal, mas é importante levantar-se por cinco ou dez minutos para tomar um café, uma água, movimentar as pernas, observar a vista da janela ou até mesmo conversar com quem se gosta. Essas pequenas ações causam alívio, reduzindo o grau de exigência, inclusive, consigo mesmo. Há sempre coisas bacanas disponíveis para se apreciar ao longo dos dias e que passam despercebidas se não houver pausas durante uma atividade e outra.

Respeite a mente e o corpo

Fazer atividades físicas frequentes, ter hobby, encontrar amigos renovam as baterias e alimentam a alma. Além disso, praticar respiração e meditação também contribui na oxigenação do cérebro, aliviando a pessoa de estresse e trazendo bem estar. Não seja super-homem ou mulher-maravilha. “Compreender seus valores, sua missão, suas crenças positivas, pontos fortes, qualidades é vital para definir sua essência e no que você precisa realmente seguir adiante”, diz Andreia. É importante ficar claro que você é um ser humano e não deve abraçar tudo a qualquer custo.

Não reclame tanto

Já ouviu aquela frase “quem muito reclama, pouco faz”?. É comprovadamente improdutivo reclamar de tudo e de todos. “Quando reclamamos não percebemos as oportunidades e soluções. É preciso, antes de mais nada, olhar para o lado positivo da questão”, comenta a coach. Se as coisas não estão bem, mude. A principal mudança deve vir de você mesmo.

Se o ambiente de trabalho não agrada ou é hostil, se não há motivação para continuar em um local onde você não é ouvido e tratado com respeito, crie alternativas, construa seu caminho, abrindo portas para novidades. “O novo acontece quando se busca por soluções e por uma vida que seja realizada”, finaliza a coach.

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A importância do afeto na prática pedagógica


NBR 9604 de 01/2016: como abrir um poço e trincheira de inspeção em solo
Qual o procedimento para escavação de um poço? Qual o procedimento para a retirada de amostra deformada?…

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Erik Penna

“É pensando criticamente a prática de hoje que se pode melhorar a próxima prática.” (Educador Paulo Freire)

As escolas públicas e privadas iniciam o ano letivo e faço as seguintes reflexões: “A educação do nosso país está indo para o caminho certo?”. “De fato somos uma pátria educadora?”.

Outro dia, meu cunhado me contou que foi levar a sua filha na escola para o primeiro dia de aula e, ao final dela, ele perguntou o que ela tinha achado da nova professora. A filha que cursa o ensino infantil respondeu: “Eu até gostei dela pai, só que ela não me abraçou, aliás, não abraçou ninguém da sala”.

Já que comungo de uma gestão democrática, participativa, sei do fundamental papel do professor na vida de uma criança e do importante envolvimento de toda comunidade escolar, decidi acompanhá-la no dia seguinte. Fui à escola e comentei o ocorrido com a professora e, para minha surpresa, ela respondeu: “Sinto muito se sua sobrinha gosta de abraços, saiba que não sou paga para abraçar”.

Sei que os profissionais da educação precisam ser mais reconhecidos como autoridades em educação e mais valorizados financeiramente; eu sonho com um salário digno para esta profissão que forma todas as outras. Na verdade, o salário dos educadores não condiz em nada com o lema “pátria educadora”. Mas também sei que, se uma pessoa se dispõe a atuar numa profissão, deve fazê-lo por inteiro e em sua plenitude. Imagine um bombeiro que, ao ver um incêndio, decide não apagar o fogo simplesmente porque considera pequeno ou injusto o seu salário.

É preciso se conscientizar que, enquanto estiver atuando na profissão que escolheu, dê o seu melhor. Enquanto estiver em sala de aula, dê o máximo de si, não apenas na hora de preencher o quadro negro ou a lousa digital, mas também ofereça o seu melhor como ser humano.

Quem leu o livro do Gary Chapmam: “As cinco linguagens do amor”, sabe da vital importância do abraço para um percentual grande de crianças. Com este gesto, enchem seu tanque emocional através da linguagem denominada “contato físico”.

Aí eu me lembrei do que disse o psiquiatra chileno Claudio Naranjo, respeitado mundialmente pelos estudos na área educacional, em entrevista à revista Época: “O que mais falta na educação brasileira é AFETO”. Adote a afetividade em suas práticas pedagógicas neste ano letivo que se inicia.

Acredito que, sem afeto, o processo ensino-aprendizagem fica frágil e o resultado educacional comprometido. Eu creio que a didática do amor deve compor qualquer prática pedagógica. Que 2016 possa ser o ano da afetividade nas relações dentro e fora das escolas.

Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10” e “21 soluções para potencializar seu negócio”.