Alimentação sem glúten e doença celíaca

Normas comentadas

NBR14039 – COMENTADA de 05/2005Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 87

NBR5410 – COMENTADA de 09/2004Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

NBRISO9001 – COMENTADA de 09/2015Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 32

NBRISO14001 – COMENTADA de 10/2015Sistemas de gestão ambiental – Requisitos com orientações para uso – Versão comentada….

Nr. de Páginas: 41

A doença celíaca tem sido diagnosticada nas mulheres na proporção de duas para cada homem. Embora os sintomas intestinais ainda sejam os principais alertas para o diagnóstico da doença no Brasil, muitos outros sintomas não clássicos podem se manifestar e tornam a descoberta da doença complexa. Por isso, é importante estar atenta a alguns alertas enviados pelo corpo feminino, como distúrbios no ciclo menstrual, osteoporose e até mesmo infertilidade.

Além de mais propensas a desenvolver a doença, as mulheres também costumam procurar um diagnóstico para seus problemas de saúde antes do que os homens. Um motivo a mais para o número de diagnósticos ser maior no público feminino.

O mesmo acontece com a síndrome do intestino irritável. A incidência em mulheres é de 1,5 até 3 vezes maior do que nos homens. Internacionalmente, estima-se que 14% das mulheres e 8,9% dos homens apresentem a síndrome do intestino irritável.

De acordo com estudos, 70% das mulheres relatam “inchaço da barriga” como um dos primeiros sintomas e 40% abordam diarreia entre os sintomas primários. Outros alertas comuns da doença celíaca são: desconforto gástrico, intolerância secundária à lactose, estearreia (excesso de gorduras nas fezes), fadiga e perda de peso. Mas entre as mulheres alguns outros sintomas podem surgir como indicativo da doença. Confira a seguir alguns deles:

– Gravidez: a gestação também pode ser mais preocupante para uma mulher celíaca, principalmente se a doença ainda não estiver diagnosticada. Ela pode desencadear anemia grave, descolamento de placenta e até mesmo um aborto.

– Problemas hormonais: atrasos de menstruação e até menopausa precoce também são sintomas que foram percebidos em mulheres recém-diagnosticadas celíacas. Muito provavelmente, esses sintomas são consequência da má absorção de nutrientes pelo intestino, um dos principais problemas causados pela doença. Esta deficiência na absorção de nutrientes acontece porque a ingestão de glúten gera lesões no intestino de quem é celíaco, diminuindo parte do funcionamento do órgão.

– Osteoporose e anemia: em um estudo recente, 40% das mulheres relataram anemia antes de serem diagnosticadas com a doença celíaca. Assim como no exemplo acima, esta ocorrência pode estar ligada à má absorção de nutrientes pelo intestino. A doença celíaca não diagnosticada também aumenta significativamente o risco de osteoporose, outra doença que ocorre em mulheres com muito mais frequência do que nos homens.

Por isso, é importante não negligenciar nenhum sintoma e sempre procurar orientação médica. O acompanhamento médico e nutricional é fundamental para adaptar a dieta a cada caso e garantir uma alimentação saudável e completa.

Garrafas térmicas

O Inmetro analisou em laboratório amostras de modelos de nove marcas de garrafas térmicas de uso doméstico, com o objetivo de avaliar o desempenho e a segurança do produto. Destas, apenas uma foi considerada não conforme, pois possuía uma capacidade volumétrica abaixo do informado na embalagem, além de ter sido reprovada na avaliação de eficiência térmica.

“Os resultados revelaram uma tendência de conformidade do produto disponível no mercado nacional. Recebemos os relatos dos consumidores por meio da Ouvidoria do Inmetro, a maioria relacionada à dificuldade em conservar a temperatura do líquido por muito tempo; e registros de acidentes no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), associados a queimaduras em geral”, comenta Isabel Loureiro, responsável pela Análise.

Para a avaliação, realizada no Laboratório de Termometria e no Laboratório de Fluídos, ambos localizados no Campus do Inmetro em Xerém, foram verificados seis requisitos, como o de eficiência térmica, para verificar a capacidade de conservar a temperatura do líquido, e o de impacto, para avaliar a capacidade de não haver quebra no caso de queda. Os resultados obtidos nessa análise revelaram uma tendência de conformidade em relação aos requisitos técnicos vigentes na norma NBR 13282:1998, pois apenas uma das marcas analisadas não atendeu a dois requisitos técnicos previstos pela norma brasileira aplicável ao produto.

A partir dos resultados encontrados, o Inmetro considera que a norma técnica utilizada como base para a realização dos ensaios deva ser revisada, não só pelo fato dela ter sido publicada em 1998, ou seja, há 18 anos, sendo que as boas práticas internacionais de normalização recomendam que as normas sejam analisadas sobre a ótica da necessidade de revisão a cada cinco anos, mas principalmente pelo fato dela restringir o desenvolvimento tecnológico do produto, a partir da definição de requisitos dimensionais e do tipo de material a ser utilizado. Diante disso o Inmetro solicitou à Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o fórum nacional de normalização, a revisão da norma NBR 13282:1998 para contemplar os modelos de garrafas térmicas com revestimento metálico.

Para acessar o relatório completo, clique no link http://www.inmetro.gov.br/consumidor/produtos/garrafas-termicas-uso-domestico.pdf

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