Recall de veículos: um balanço não muito favorável à indústria automobilística

O governo informou que mais de 9,6 milhões de unidades de produtos passaram por recall em 2016. No período, foram realizadas 138 campanhas de chamamentos no País. Os dados são do Boletim Recall, consolidado pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon).

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Os números são os maiores registrados dentro da série histórica, iniciada em 2003. Automóveis mantiveram a maior participação no total de recalls, com o registro de 76% do total de campanhas abertas no ano passado. Em seguida, aparecem as motos, com 7,2% dos recalls. A lista ainda contém produtos eletrônicos, alimentos, cadeiras plásticas, bicicletas, caminhões, acessórios automotivos, equipamentos náuticos, peças mecânicas e produtos de limpeza.

Um dos problemas pode estar relacionado com o processo de normalização do país que vive uma crise sem precedente. Depois dos resultados da pesquisa para resgatar a credibilidade da Associação Brasileira de Nomras Técnicas (ABNT) feita por esse blog, a atual diretoria da ABNT não muda sua postura de achar que as normas técnicas são de sua propriedade e possui direito autoral sobre elas, descumprindo ordem judicial que já decidiu ao contrário.

Além disso, os diretores espalham aos quatro ventos que as normas são voluntárias e apenas vetores de qualidade. O que influencia na competitividade do Brasil, inclusive da indústria automobilística. Há um visível afastamento dos técnicos que elaboram as normas técnicas da entidade, pois a sua credibilidade está muito baixa, bastando ler a pesquisa citada.

As campanhas de 2016 foram realizadas por 43 diferentes empresas. Quanto aos riscos, lesões e ferimentos representam quase 90% do total. Em seguida, aparecem efeitos adversos à saúde, queimaduras e quedas. A Snacon elaborou, ainda, como parte do boletim, um relatório envolvendo os recalls de airbags fabricados pela empresa japonesa Takata. O caso é mundialmente considerado o maior recall da história. No Brasil, até agora, foram 40 recalls desses produtos, englobando 2,5 milhões de carros, de 13 diferentes marcas. Desses, 415 mil consumidores foram atendidos até o fim de dezembro de 2016.

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Será que funciona estudar com prazos?

Normas comentadas

NBR 14039 – COMENTADA de 05/2005Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA de 09/2004Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas:209

Especialista ensina técnicas para estudar com prazos e desafios inspiradores.

Estudar com prazos, ou seguir uma frequência de estudos mais relaxada e sem pressão? Constantemente enfrentamos desafios e assim é colocada a teste nossa motivação e dedicação ao objetivo. Seja para uma prova, ou concurso, independente da razão, sua motivação precisa estar toda focada no seu objetivo.

Um jogo fácil é sem graça. Nós, seres humanos, somos movidos por desafios, somos inspirados pela vontade de vencer. Isso é o que afirma o professor de técnicas de estudo e especialista em concursos públicos Charles Peterson, ressaltando que adoramos descobrir novos horizontes, conhecer novos lugares e conquistar vitórias. E isso tem totalmente ligação com a motivação para os estudos.

É mais comum do que parece, estudantes terem bastante tempo para estudar e não o fazerem. Devido à falta de prazo ou edital publicado o desafio desaparece. Sem uma meta a ser alcançada, o estudo fica muito tedioso e sem motivação. “Estudar com prazo bem definido gera engajamento, o que torna o dia a dia de estudo muito mais dinâmico, pois, com um prazo estabelecido, não há tempo a perder. Quanto mais envolvido com o projeto você estiver, mais motivado ficará”, explica o especialista.

E como conseguir essa motivação? Como seguir os prazos? Peterson conta que todos somos motivados por desafios e para ajudar, ele costuma aconselhar seus alunos: “Peço a eles que estabeleçam um prazo para dominar o conteúdo programático de seu estudo, bem como um prazo para passarem na prova. Dessa forma, o estudo fica muito mais motivante porque o prazo gera uma pressão positiva para estudar”.

É de suma importância colocar no papel suas metas, fazer um planejamento do que você pretende conseguir em quanto tempo, sendo meses ou anos. Impondo uma meta, traçando um objetivo, você terá a motivação e o prazo para cumpri-lo. No meio desse tempo você pode fazer outras provas, ou tentar outros concursos, mas se aferre ao objetivo final e no prazo estipulado anteriormente.

Para não se perder, o especialista conta alguns passos importantes para estudar com esses prazos, lidando com os desafios.

1- Estabeleça o prazo para você dominar determinado conteúdo.

2- Crie desafios inspiradores como por exemplo: fazer um simulado por mês; uma revisão semanal de todos os tópicos já estudados; além do cronograma do dia, fazer 2 exercícios de português todos os dias; a cada semana, aumentar o número de exercícios diários de português;  elaborar questões de leis que possuem poucos exercícios; fazer atividade física diariamente; privar-se de redes sociais em caso de não cumprir o cronograma de estudo; recompensar-se com programas agradáveis por ter cumprido a meta semanal; inserir sua preparação para concursos em uma visão mais ampla e inspiradora.

3- Estabeleça quantos concursos/provas irá fazer como número máximo para você passar. Charles Peterson ressalta que objetivo aqui é fazer você estudar com empenho, já que tem prazo para passar. Não quer dizer necessariamente que você irá desistir, caso não passe dentro deste prazo.

4- Tenha metas semanais de estudo. Antes da semana começar é muito bom que o aluno já tenha definido, pelo menos quantas horas vai estudar na semana; quais tópicos vai estudar e quantos exercícios vai fazer.

5- Queira passar nos primeiros lugares! Estabeleça uma meta desafiadora que irá exigir toda sua capacidade, foco e motivação.