O combate eficiente em incêndios em transformadores

Como a sociedade moderna considera inquestionável o fornecimento de energia elétrica, os provedores são cada vez mais avaliados pela confiabilidade da infraestrutura usada para fornecer energia aos consumidores.

Uma única interrupção não planejada pode não apenas causar um desastre econômico, mas também pode danificar indevidamente o bom nome de um provedor de serviços públicos. Os consumidores demonstram pouca paciência e menos compreensão das complexidades necessárias para fornecer serviços elétricos ininterruptos.

Isso pode ficar claro quando um incêndio atinge uma subestação, causando interrupções generalizadas de energia e obrigando as autoridades a fechar estações de metrô, bloquear estradas e evacuar um hotel, etc. Indiscutivelmente, uma das peças mais importantes de qualquer subestação é um transformador de potência e ele por possuir óleo isolante representa o maior risco de incêndio em qualquer subestação. Os sistemas de proteção contra incêndio projetados especificamente para abordar os riscos exclusivos representados pelos transformadores de potência são uma consideração de projeto que deve ser reconhecida e compreendida.

Um transformador de potência típico de 117/15,2-kV, 37/50 / 62,5-MVA pode conter aproximadamente 37.855 L de óleo. Transformadores maiores podem conter muito mais. Transformadores são preenchidos com óleo por várias razões, a mais importante das quais é o isolamento.

Além disso, o óleo é usado como refrigerante e como um fluido dielétrico impedindo o arco elétrico, a quebra elétrica dos gases acompanhada pela descarga e a ionização resultante conhecida como corona. Como o óleo é um líquido combustível, quando ocorre uma falha no transformador, o próprio equipamento pode fornecer a fonte de ignição e o combustível para o fogo.

Uma vez que a ignição ocorre, o óleo irá sustentar a combustão até que seja completamente consumido, a menos que o oxigênio esteja esgotado ou que seja aplicado um resfriamento significativo para limitar a propagação do fogo. A caracterização técnica de um incêndio com líquido inflamável é um incêndio de classe B que apresenta riscos associados principalmente ao carregamento de combustível, configuração de combustível, ponto de fulgor e taxa de queima do combustível.

Já os sistemas de proteção contra incêndio de transformadores de potência envolve o sistema de dilúvio que utiliza cabeças de pulverização abertas ligadas a um sistema de tubos ligado a uma fonte de água através de uma válvula que é aberta por meio de um sistema de detecção instalado na mesma área que as cabeças de pulverização. Quando a válvula abre, a água flui para o sistema de tubulação e descarrega através de todas as cabeças de pulverização conectadas ao sistema. Este tipo de sistema usa grandes volumes de água, o que pode levar a outros problemas de limpeza pós-incêndio ou escoamento contaminado.

Um sistema de pulverização de água fixa é semelhante a um de dilúvio, contudo, os pontos de descarga de água são projetados para criar um padrão de pulverização exclusivo para a área ou equipamento específico que está sendo protegido. As localizações da cabeça de pulverização de água e o padrão de pulverização são adaptados à forma assimétrica do equipamento a ser protegido. O benefício adicional do projeto específico do equipamento é o controle da propagação do fogo através do aumento da umidade do equipamento sob a influência do fogo.

O sistema de névoa da água é semelhante ao de pulverização de água fixo com um benefício adicional de usar significativamente menos água, empregando cabeças de descarga especiais criando gotículas de água chamadas névoa. Um sistema de névoa de água é geralmente definido pelo tamanho da gotícula criado. Os tamanhos das gotículas são tipicamente inferiores a 1.000 mícrons e são gerados por uma bomba de alta pressão. As gotas de água criam uma névoa que permite que um determinado volume crie uma área de superfície maior exposta ao fogo.

O sistema de sprinklers automáticos conectados a um sistema de tubulação que contém ar com um sistema de detecção suplementar instalado nas mesmas áreas dos sprinklers. A ativação do sistema pode exigir um sinal do sistema de detecção e a ativação de calor de um sprinkler. 

Deve-se ressaltar a diferença entre proteção contra incêndio e supressão de incêndio. A supressão é definida como a redução acentuada na taxa de liberação de calor de um incêndio e a prevenção de seu recrescimento por uma aplicação suficiente de névoa de água. Ao contrário de um sistema de pulverização de água que é projetado estritamente como proteção, o sistema de névoa de água é um sistema de supressão de incêndio.

A NBR 12232 de 01/2015 – Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com gás carbônico (CO2) em transformadores e reatores de potência contendo óleo isolante estabelece os requisitos específicos mínimos para o projeto, instalação, manutenção e ensaios de sistemas fixos automáticos de CO2, por inundação total, com suprimento de gás em alta pressão, para proteção de transformadores e reatores de potência. O incêndio em óleo isolante é considerado fogo de superfície, portanto a aplicação de CO2 não se restringe aos sistemas de inundação total, podendo ser realizada também pelo método de aplicação local. Esta norma se aplica apenas aos transformadores e reatores de potência imersos em óleo isolante e abrigados, isto é, instalados em ambientes fechados, observadas as prescrições da NFPA 70. Os requisitos gerais para a proteção contra incêndio de subestações elétricas estão descritos na NBR 13231.

O sistema fixo automático de CO2, tipo inundação total ou aplicação local, deve ser utilizado dentro dos limites especificados nesta norma. O sistema deve ser operável automaticamente (provido de meios para operação manual remota e/ou local). Na condição de operação automática, a atuação do sistema deve sofrer um retardo em relação à atuação da rede de detecção, programado conforme NBR 17240, para abandono da área até um local seguro.

Devem ser previstos meios para rápido abandono do pessoal dos ambientes protegidos com CO2. Em todas as portas destes ambientes, devem ser fixadas externamente placas de sinalização de advertência para o risco, com os seguintes dizeres: “ATENÇÃO – AMBIENTE PROTEGIDO COM CO2 – AO ALARME, ABANDONE O RECINTO”. Quando houver a possibilidade de dois ou mais equipamentos estarem sujeitos a um incêndio simultaneamente, em face da sua proximidade e/ou interligação, cada um deles deve ser protegido por um sistema de CO2.

O ambiente que contém o equipamento protegido deve ser o mais fechado possível. As aberturas devem restringir-se ao mínimo, sendo localizadas de preferência no teto, ou próximas a ele, e providas de dispositivos de fechamento automático. Quando o fechamento das aberturas for impraticável, deve ser prevista uma quantidade adicional de CO2 para compensar o vazamento.

Se o ambiente protegido se comunicar, através de aberturas que não podem ser fechadas, com outros ambientes onde há risco potencial de incêndio, estes também devem ser protegidos. As janelas devem ser de preferência de fechamento automático, atuadas antes do início da descarga do gás. As portas de acesso aos ambientes protegidos (normalmente fechadas) devem possuir dispositivos de fechamento automático com acessórios necessários para sua abertura manual.

As distâncias entre as partes do sistema e as partes energizadas não devem ser menores que as especificadas na NFPA 12. O projeto do sistema fixo de CO2 deve ser desenvolvido segundo os critérios da NFPA 12. O fornecedor do sistema de CO2 deve apresentar o memorial de cálculo hidráulico do sistema, elaborado por software aprovado por entidade com certificado de acreditação.

A quantidade de CO2 deve ser calculada de modo a assegurar concentração mínima de 50% (concentração de projeto) no ambiente inundado. O dimensionamento da tubulação deve ser feito com base na vazão requerida em cada difusor, dentro dos requisitos de pressão residual de projeto, sendo que a pressão mínima no difusor mais desfavorável deve ser de 2,1 MPa (300 psi). A seleção dos orifícios equivalentes dos difusores deve ser baseada na vazão e na pressão residual em cada difusor.

Para efeito de cálculo das perdas de carga, a pressão inicial a ser considerada deve ser a pressão média no interior do cilindro, durante o escoamento da fase líquida de CO2. Para a temperatura de armazenamento de 21º C, esta pressão é igual a 5,86 MPa (850 psi). Os difusores selecionados devem constar em listagens confiáveis, onde são estabelecidos os seus parâmetros principais. O código de furação deve estar puncionado em seu corpo e registrado no projeto executivo.

Os difusores devem ser instalados de modo a garantir, sem congelamento interno, a gaseificação e o espalhamento uniforme de CO2. Os difusores devem ser de metal não sujeito à corrosão, com resistência compatível com as pressões e temperaturas de trabalho previstas e resistentes a danos mecânicos e aos danos provocados por substâncias químicas às quais podem estar sujeitos. Os difusores devem ser providos de espalhador de orifícios calibrados e devem possuir obrigatoriamente o código de furação estampado a frio no seu corpo (ver tabela abaixo), em local visível.

Deve ser previsto um painel central de comando e sinalização, instalado em local protegido e permanentemente assistido. O painel deve atender aos requisitos da NBR 17240, complementados com as seguintes funções: atuação da detecção por equipamento protegido; supervisão de CO2 por equipamento protegido; supervisão do sistema; falta de força no painel e entrada de fonte de alimentação de emergência; bloqueio da atuação do sistema fixo de CO2 .

A sinalização deve ser por meio de um alarme sonoro comum e alarme visual para cada evento. A alimentação elétrica do painel deve ser de modo que este esteja sempre energizado. Em caso de queda de energia da rede, a alimentação deve ser automaticamente transferida para uma fonte confiável de alimentação de emergência, que pode ser um sistema de bateria, com capacidade para no mínimo 24 h de operação em repouso e mais 15 min em situação de alarme.

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A busca pela melhoria do comércio eletrônico

Pode-se dizer que um sistema eficaz e eficiente da transação de comércio eletrônico de negócio a consumidor (Business-to-consumer Electronic Commerce Transactions – B2C ECT) pode ajudar os consumidores e as organizações a negociarem todos os aspectos de uma transação.

Um B2C ECT envolve interações de internet entre a organização e o consumidor, quando acessado pelo consumidor por meio de qualquer dispositivo com conectividade com fio ou sem fio (por exemplo, computadores pessoais, tablets, assistentes digitais, pessoais e telefones celulares com acesso à internet).

Um B2C ECT pode também envolver outras redes de telecomunicação baseadas em dados (por exemplo, mensagens de texto curto) e várias interfaces, incluindo sites da internet, páginas da internet, meios sociais e e-mails. A transação de comércio eletrônico de negócio a consumidor

B2C ECT conjunto de interações entre uma organização e um consumidor para a provisão de um produto por operações online.

B2C refere-se ao processo de venda de produtos e serviços diretamente entre consumidores que são usuários finais de seus produtos ou serviços. A maioria das empresas que vendem diretamente para os consumidores pode ser chamada de empresas B2C. O B2C se tornou imensamente popular durante o boom das empresas de internet, no final dos anos 90, quando era usado principalmente para se referir a varejistas on-line que vendiam produtos e serviços para os consumidores pela internet.

Como modelo de negócio, o business-to-consumer difere significativamente do modelo business-to-business, que se refere ao comércio entre dois ou mais negócios. O B2C é um dos modelos de vendas mais populares e amplamente conhecidos. A ideia foi utilizada pela primeira vez por Michael Aldrich em 1979, que usou a televisão como o principal meio para chegar aos consumidores.

Tradicionalmente, o B2C se referia a compras em shoppings, restaurantes, filmes pay-per-view e infocomerciais. No entanto, a ascensão da internet criou um novo canal de negócios B2C na forma de comércio eletrônico ou venda de bens e serviços pela internet.

Embora muitas empresas B2C tenham sido vítimas do subsequente colapso das ponto.com, à medida que o interesse dos investidores no setor diminuiu e o financiamento de capital de risco secou, os líderes B2C, como Amazon e Priceline, sobreviveram ao abandono e desde então obtiveram grande sucesso. Qualquer empresa que confia em vendas B2C deve manter boas relações com seus clientes para garantir que eles retornem. Ao contrário do business-to-business (B2B), cujas campanhas de marketing são voltadas para demonstrar o valor de um produto ou serviço, as empresas que dependem do B2C devem obter uma resposta emocional ao marketing de seus clientes.

Confirmada em junho de 2019, a NBR ISO 10008 de 11/2013 – Gestão da qualidade — Satisfação do cliente — Diretrizes para transações de comércio eletrônico de negócio a consumidor fornece a orientação para o planejamento, projeto, desenvolvimento, implantação, manutenção e melhoria de um sistema eficaz e eficiente de transação de comércio eletrônico de negócio a consumidor (B2C ECT) dentro de uma organização. Esta norma é aplicável a qualquer organização voltada para, ou que planeja dar início a, transações de comércio eletrônico de negócio a consumidor, qualquer que seja seu tamanho, tipo e atividade.

Não se pretende que esta norma forme parte de um contrato de consumidor ou mude quaisquer direitos ou obrigações fornecidos por exigências estatutárias e reguladoras aplicáveis. Visa permitir às organizações estabelecer um sistema justo, eficaz, eficiente, transparente e seguro de B2C, a fim de aumentar a confiança de consumidores em B2C e aumentar a satisfação dos consumidores. É destinada à B2C a respeito dos consumidores como um subconjunto dos clientes. A sua orientação pode complementar o sistema de gestão da qualidade de uma organização.

O planejamento, o projeto, o desenvolvimento, a implantação, a manutenção e a melhoria eficaz e eficiente do sistema B2C de uma organização são orientados segundo a aderência aos princípios de base focalizados no consumidor. Estes princípios de base podem ajudar a aumentar a proteção ao consumidor em todo o sistema de B2C. O Anexo A fornece orientação adicional sobre a satisfação do cliente e necessidades do consumidor no contexto de B2C.

Uma organização deve ser ativamente comprometida com a adoção, integração e disseminação de um sistema de B2C, incluindo o cumprimento das promessas que são feitas aos consumidores em seu código de B2C. As pessoas da organização e os fornecedores de B2C devem ter os atributos, conhecimento, habilidades, treinamento e experiência necessários para exercer suas responsabilidades de uma maneira amigável ao consumidor.

A organização deve assegurar-se de que o sistema B2C seja apropriado para o tipo de transação envolvido, levando em consideração fatores como as características do consumidor, o tipo de produto e a natureza de qualquer reclamação ou preocupação, conforme aplicável. Uma organização deve assegurar-se de que seu sistema de B2C ECT e as informações sobre ele sejam adequadas, atuais, exatas, não enganosas, passíveis de verificação e de acordo com as exigências estatutárias e reguladoras aplicáveis.

Suficiente informação sobre o sistema B2C da organização deve ser divulgada aos consumidores, ao pessoal e a outras partes interessadas, e esta informação deve ser claramente visível. O sistema de B2C de uma organização e a informação relevante sobre ele deve ser fácil de encontrar, compreender e usar. O ISO/IEC Guide 76 fornece uma orientação adicional sobre acessibilidade. Em seu sistema de B2C ECT, uma organização deve responder às necessidades de consumidores. As respostas da organização, incluindo respostas a quaisquer perguntas ou queixas, devem ser fornecidas rapidamente e eficientemente, dada a natureza da necessidade e o processo em questão.

Uma organização deve assegurar-se de que sempre que o acordo do consumidor for exigido no B2C, este seja dado intencionalmente e baseado em informação completa. Uma organização deve desenvolver e implantar um sistema B2C que seja justo para todos os consumidores. Uma organização deve estabelecer e manter a responsabilidade para as ações e as decisões no que diz respeito a seu sistema de B2C, com o respectivo relatório, incluindo o que diz respeito a seus fornecedores B2C.

Uma organização deve monitorar dinamicamente o ambiente legislativo relevante e operar seu sistema de B2C de acordo com todas as exigências estatutárias e reguladoras aplicáveis. A informação pessoal sobre o consumidor recolhida por uma organização na aplicação de seu sistema de B2C deve ser mantida confidencial e ser protegida e tratada de acordo com todas as exigências estatutárias e reguladoras aplicáveis. Isto inclui a limitação do uso da informação àquelas finalidades para as quais um acordo explícito é obtido do consumidor.

Isto inclui também a limitação da divulgação de informação pessoal às situações que são vedadas por exigências estatutárias e reguladoras aplicáveis, ou, quando permitido, às situações que haja um acordo explícito para a divulgação dos dados do consumidor. A organização deve preservar a confidencialidade e a integridade de dados do consumidor no sistema B2C, por meio de medidas de segurança apropriadas à sensibilidade da informação, e aplicar melhores práticas geralmente aceitas para a proteção contra acesso desautorizado.

O sistema de B2C ECT de uma organização deve ser integrado com outros sistemas de gestão da qualidade da organização e, onde apropriado, outros sistemas de gestão. Isto deve incluir B2C ECT online e interações de venda convencionais do mercado, frente a frente ou à distância, onde aplicável, de uma maneira que seja consistente e compreensível a todos os consumidores.

O aumento da eficácia e a eficiência do sistema de B2C ECT deve ser um objetivo permanente da organização. Uma organização deve estabelecer e aplicar uma estrutura para tomada de decisão e ação no planejamento, projeto, desenvolvimento, implantação, manutenção e melhoria do sistema B2C ECT. Esta estrutura envolve a avaliação, a disponibilização e o desenvolvimento dos recursos necessários para dar suporte à execução dos processos no sentido de atingir os objetivos do sistema B2C ECT.

Inclui também o comprometimento da gestão superior, a atribuição de responsabilidades e autoridade apropriadas, e o treinamento, de acordo com os princípios de base indicados na Seção 4. No planejamento, projeto, desenvolvimento, implantação, manutenção e melhoria de seu sistema B2C ECT, a organização deve recolher e avaliar a informação a respeito de: necessidades e expectativas dos consumidores; questões associadas com os B2C ECT (por exemplo, privacidade, segurança, capacidade de reação e precisão); exigências estatutárias e regulamentares associadas com o tratamento destas questões (ver Anexo B); como estas questões se manifestam, seus efeitos potenciais, e como são referidas; e como outras organizações estão tratando estas questões.

É importante para a organização obter e avaliar a entrada das partes interessadas relevantes (por exemplo, clientes, fornecedores, associações da indústria, organizações de consumidores, organismos governamentais relevantes, autoridades reguladoras, pessoal e proprietários) a respeito dos B2C ECT. A organização deve determinar os objetivos a serem conseguidos pelo sistema de B2C ECT. Estes objetivos devem ser consistentes com os objetivos globais da organização, e seu cumprimento deve ser mensurável por indicadores de desempenho apropriados de utilização.

Estes objetivos devem ser revistos em intervalos regulares e atualizados segundo as necessidades. A organização deve preparar os indicadores de desempenho quantitativos e qualitativos projetados para avaliar e ajudar a compreender se o sistema de B2C ECT da organização é bem-sucedido em cumprir seus objetivos. Exemplos de indicadores de desempenho em relação ao sistema B2C ECT incluem: o número de vendas finalizadas bem-sucedidas com relação às visitas no site da internet; o número de retornos de entregas bem-sucedidas com relação ao total; o número de consumidores que retornam, com relação ao total; perdas e danos em relação às entregas totais; o número de entregas feitas no tempo adequado, com relação ao total; o número de falhas internas de sistema do site/plataforma; graduação ou classificação das avaliações que medem a satisfação dos consumidores; estatística em relação às reclamações e às suas soluções; e a rapidez das respostas aos feedbacks.

Uma organização deve planejar, projetar, desenvolver, implantar, manter e melhorar: os processos monofásicos, e os processos multifásicos. Um B2C ECT passa tipicamente por três fases distintas: uma fase da pré-transação, uma fase da transação, e uma fase de pós-transação. Um processo monofásico aplica-se a somente a uma das três fases de B2C ECT.

Por exemplo, o processo final das citações é específico à fase de transação. Um processo multifásico aplica-se a todas as três fases. A relação entre processos é dinâmica e não deve ser vista de uma maneira estritamente sequencial. Por exemplo, uma organização pode preparar um processo multifásico, como o estabelecimento de um código de B2C ECT, antes da preparação das fases de pré-transação, transação e de pós-transação.

A figura abaixo ilustra estes processos e as atividades relacionadas. O planejamento, o projeto e o desenvolvimento de cada um destes processos são fundamentais para sua implantação bem sucedida. A organização deve testar seu sistema B2C ECT antes da implantação, a fim de determinar a necessidade para ajustes.

Inserir comércio2

Uma organização deve reconhecer as atividades e as questões distintas associadas com as fases de pré-transação, transação e pós-transação. Na fase da pré-transação, o consumidor está procurando obter informações sobre uma organização, de seu produto e do sistema de B2C ECT. Uma organização deve dar suporte a esta fase criando, entregando e governando o conteúdo que atende a tais necessidades do consumidor para a informação.

A fase de transação envolve o pedido do produto, a aceitação dos termos do contrato, a transferência do valor em troca de um produto, o acordo a respeito da entrega do produto e o recurso se problemas aparecerem. Na fase da pós-transação, todas as partes cumprem as obrigações que fizeram como parte da fase da transação. Esta fase envolve as atividades relativas à entrega do produto, opções para ajustes para o pedido original ou para retornos, e manutenção de comunicações contínuas relevantes.

Nesta norma, conteúdo refere-se a palavras, imagens e mecanismos relacionados com a informação de comunicação sobre a organização, seus produtos e o sistema de B2C ECT. No contexto de B2C ECT, os processos multifásicos aplicam-se a todas as três fases de B2C ECT, e consistem em processos de interação com o consumidor e processos de gestão de dados do consumidor. Os processos da interação com o consumidor abrangem as atividades relativas ao estabelecimento e a aplicação do código B2C ECT, suporte ao consumidor, tratamento das reclamações, solução de disputas externas e tratamento dos feedbacks.

As interações entre a organização e os consumidores permitem uma compreensão melhor de como o sistema de B2C ECT está trabalhando e onde poderia ser melhorado. Os processos da gestão de dados do consumidor abrangem as atividades relativas à segurança e à privacidade. Os dados do consumidor são essenciais ao sistema de B2C ECT da organização e precisam ser controlados e protegidos apropriadamente.

A organização deve determinar os recursos necessários para planejar, projetar, desenvolver, implantar, manter e melhorar seu sistema B2C ECT. Os recursos incluem a provisão de pessoal competente e disponível, treinamento, procedimentos, documentação, suporte de especialistas, materiais e equipamento, facilidades, hardware de computador e software e finanças. Uma orientação sobre treinamento e documentação é fornecida na NBR ISO 10015 e na NBR ISO/TR 10013, respectivamente.

Os riscos dos elevadores elétricos e hidráulicos

É proibido o transporte de passageiros em elevadores de carga. Além do ascensorista, é permitido que apenas o acompanhante da carga viaje. A carga nominal mínima deve ser baseada na carga e na classe de carregamento a serem consideradas, mas nunca pode ser inferior ao estabelecido em seguida.

A NBR 14712 de 09/2013 – Elevadores elétricos e hidráulicos — Elevadores de carga, monta-cargas e elevadores de maca — Requisitos de segurança para construção e instalação estabelece os requisitos de segurança para construção e instalação de elevadores de carga, monta-cargas e elevadores de maca, elétricos e hidráulicos, instalados permanentemente, servindo a pavimentos definidos, e movendo-se entre guias inclinadas em no máximo 15° com a vertical, com ou sem casa de máquinas. Esta norma foi revisada para: contemplar adicionalmente os elevadores hidráulicos de carga; contemplar adicionalmente os elevadores elétricos de carga sem casa de máquinas; cancelar a permissão de que os elevadores de maca pudessem ter o número de passageiros reduzido em até 75% do número de passageiros dos elevadores de passageiros com a mesma área útil da cabina; acrescentar requisitos para o aço e tensões máximas admissíveis nos elementos da armação do carro e da plataforma e suas fixações; acrescentar requisitos para resistência mecânica das portas dos elevadores de carga; cancelar a permissão para o uso da porta pantográfica; inserir o Anexo B (normativo) – Dados de projeto e fórmulas; corrigir erros.

Em casos especiais, em complementação às exigências desta norma, devem ser consideradas exigências suplementares (atmosfera explosiva, condição climática extrema, terremotos, transporte de carga perigosa, etc.). Esta norma não se aplica a: elevadores para garagem com carregamento e descarregamento automáticos, elevadores dos tipos pinhão e cremalheira, elevador de fuso e plano inclinado; instalações em edifícios existentes para acomodação que o espaço não permite. Edifício existente é um edifício que é usado ou já foi usado antes que o pedido do elevador tenha sido feito. Um edifício cuja estrutura interna tenha sido completamente renovada é considerado um edifício novo.

Ressalte-se algumas modificações importantes (ver Anexo A) para um elevador instalado antes que esta norma seja validada e as aparelhagens de levantamento como paternoster, elevador de mina, elevador de palco, aparelhagem de armazenamento automático, elevador de caçamba, elevador para canteiro de obras, elevadores e guindaste de navios, plataforma para exploração ou perfuração no mar, aparelhagem de construção e manutenção; instalações onde a inclinação das guias com a vertical exceda 15°.

É proibido o transporte de passageiros em elevadores de carga. Além do ascensorista, é permitido que apenas o acompanhante da carga viaje. A carga nominal mínima deve ser baseada na carga e na classe de carregamento a serem consideradas, mas nunca pode ser inferior ao estabelecido em seguida. Os elevadores de carga devem ser projetados para uma das classes de carregamento descritas em seguida. Classe A – Carga comum, onde a carga é distribuída e nunca uma peça singela pesa mais que 25 % da carga nominal do elevador. O carregamento e o descarregamento são manuais ou através de empilhadeiras manuais. Para este tipo de carregamento, a carga nominal mínima deve ser calculada à base de 250 kg/m² da área útil da cabina.

Classe B – Carga automotiva, onde o elevador é usado para transporte de veículos utilitários ou automóveis de passageiros, até a carga nominal do elevador. Para este tipo de carregamento, a carga nominal mínima deve ser calculada à base de 150 kg/m² da área útil da cabina. Classe C –Aplica-se se o peso da carga concentrada, incluindo o da empilhadeira motorizada ou manual, se usada, for maior que 25 % da carga nominal e onde a carga a ser transportada não exceder a carga nominal.

Para este tipo de carregamento, a carga nominal mínima deve ser calculada à base de 250 kg/m² da área útil da cabina. O elevador deve ser provido com dispositivo de renivelamento de dois sentidos. A classe C é dividida em três tipos de carregamento: carregamento de classe C1: o carregamento e o descarregamento são feitos por empilhadeira motorizada ou manual, e esta viaja com a carga. A carga estática durante o carregamento e o descarregamento não excede a carga nominal do elevador.

O carregamento de classe C2: o carregamento e o descarregamento são feitos por empilhadeira motorizada ou manual, mas ela não viaja junto com a carga. A carga estática durante o carregamento e o descarregamento excede a carga nominal do elevador. A carga máxima sobre a plataforma durante o carregamento e o descarregamento não pode exceder 150% da carga nominal e o peso da empilhadeira motorizada ou manual não pode exceder 50 % da carga nominal do elevador.

A máquina de acionamento, o freio eletromecânico e a relação de tração devem ser adequados para suportar e manter o nivelamento de 150% da carga nominal. O carregamento de classe C3: carregamento com grande concentração de carga. A carga estática durante o carregamento, o descarregamento e a viagem não pode exceder a carga nominal do elevador. Em recintos fechados e onde ocorre somente a presença de funcionários e não de público em geral, é permitido o fechamento da caixa, casa de máquinas ou casa de polias, quando esta existir, com tela metálica de fio com diâmetro maior que 2 mm ou chapa metálica perfurada de espessura maior que 2 mm.

A maior dimensão da malha ou abertura não pode ser superior a 25 mm. O fechamento deve ser adequadamente contraventado ou reforçado, de modo que, quando da aplicação de uma força de 450 N, uniformemente distribuída em uma área circular ou quadrada de 25 cm², perpendicular ao fechamento, em qualquer ponto, de fora para dentro, ele resista sem qualquer deformação permanente; e resista sem deformação elástica maior que 15 mm.

Para cálculo das guias e das distâncias entre suportes, deve ser tomada como orientação a NBR NM 267:2002, Anexo G. Os valores destas forças devem ser indicados no desenho de montagem do elevador.  As casas de máquinas situadas fora do edifício podem ter suas paredes fechadas com tela metálica com abertura de malha não excedente a 25 mm e construída de fio de diâmetro no mínimo de 2 mm.

O aço deve ser laminado, forjado, formado ou fundido, atendendo aos requisitos das seguintes especificações: aço laminado e formado: ASTM A 36 ou ASTM A 283 Grau D; aço forjado: ASTM A 668 Classe B; aço fundido: ASTM A 27 Grau 60/30. O ferro fundido não pode ser usado para quaisquer partes submetidas a tensão, torção ou flexão, exceto para suportes de guiamento; corrediças; ou a ancoragem de cabos de compensação. O aço usado para rebites, parafusos e tirantes deve ser conforme as seguintes especificações: para rebites: ASTM A 502; para parafusos e tirantes: ASTM A 307.

As tensões nos elementos da armação do carro e da plataforma e de suas fixações, baseadas na carga estática imposta sobre eles, não podem exceder o seguinte: para aços atendendo aos requisitos de 4.7.1.1 e 4.7.1.2, conforme tabela abaixo; para aços de maior ou menor resistência, as tensões admissíveis da tabela abaixo devem ser ajustadas proporcionalmente, baseadas na razão com o limite de resistência à tração; para metais diferentes de aço, as tensões admissíveis da tabela abaixo devem ser ajustadas proporcionalmente, baseadas na razão com o limite de resistência à tração.

Os elementos da armação do carro, suportes e suas fixações sujeitas a forças devidas à aplicação de freada de emergência devem ser projetados para suportar as máximas forças desenvolvidas durante a fase de retardamento da freada de emergência, de modo que as tensões resultantes devido à freada de emergência e quaisquer outras cargas agindo simultaneamente, se aplicáveis, não possam exceder 190 MPa. O elevador de carga deve ter teto inteiriço em toda a extensão da área da cabina. É permitido teto perfurado, se a maior dimensão da abertura não exceder 12 mm.

Se o teto for de tela metálica, adicionalmente, o diâmetro do fio deve ser maior que 2 mm. As cabinas devem ter, internamente, uma altura livre mínima de 2 m. A iluminação da cabina deve ser protegida de modo a não ser danificada pela carga transportada pelo elevador. Em elevadores de carga automáticos, pode ser colocado interruptor para desligar a iluminação da cabina. As soleiras devem resistir às forças de B.1.1.6. Os elevadores de carga devem ter placas, colocadas em lugar bem visível, com os seguintes dizeres:

CARGA NOMINAL ____ kg

PROIBIDO O TRANSPORTE DE PASSAGEIROS

As letras e os números utilizados nas placas devem ter altura mínima de 15 mm.

Além da placa descrita, deve ser colocada outra placa nas mesmas condições de visibilidade, pertinente com a classe de carregamento, com um dos seguintes dizeres:

para a Classe A de carregamento:

Carregamento Classe A

Carregamento e descarregamento somente manuais ou por empilhadeira manual.

Peça unitária da carga ou empilhadeira manual e sua carga não podem exceder ____ kg

A carga a ser considerada na determinação dos coeficientes de segurança nas solicitações à flexão, cisalhamento e tração é igual ao dobro da carga estática resultante do cálculo, admitindo-se o carro carregado com sua carga nominal. Para os elementos da máquina solicitados à torção, a carga a ser considerada na determinação dos coeficientes de segurança é igual ao dobro da carga estática em balanço resultante pelo cálculo, admitindo-se o carro carregado com sua carga nominal.

Todas as máquinas devem ser munidas de freio eletromecânico que se abra por corrente elétrica e mantenha as máquinas freadas por ação de molas ou da gravidade. As máquinas devem ter seus redutores construídos de maneira a não permitir a aceleração ou o retrocesso no caso de falha do motor em que o freio se mantenha aberto. Quando for adotado o uso de máquinas a tambor, a cabina deve ser dotada de dispositivo que desligue a alimentação do motor da máquina no caso de afrouxamento ou sobrecarga do cabo de tração.

A polia de tração da máquina deve ter diâmetro de pelo menos 30 vezes o diâmetro do cabo. As caixas devem ser fechadas em todos os lados e em toda a altura, permitindo-se somente o vão das portas. As caixas devem atender aos regulamentos locais em vigor sobre resistência ao fogo e satisfazer os seguintes requisitos mínimos.

Por exemplo, as paredes devem ser construídas de material incombustível; e seu fechamento deve, em caso de incêndio, manter sua resistência mecânica pelo período de tempo exigido pelos regulamentos locais em vigor sobre resistência ao fogo. O fechamento não pode ser constituído de materiais que possam tornar-se perigosos pela inflamabilidade ou pela natureza e quantidade de fumaça produzida. É permitido o uso de tela metálica ou chapa metálica perfurada,

API STD 2610: as instalações de terminais e tanques

Essa norma internacional, editada pela American Petroleum Institute (API) em 2018, trata do projeto, construção, operação, manutenção e inspeção de instalações de terminais e tanques. Em sua terceira edição, a norma foi desenvolvida para orientar o gerenciamento de terminais e tanques de forma a proteger o meio ambiente e a segurança dos trabalhadores e da sociedade.

A API STD 2610:2018 – Design, Construction, Operation, Maintenance, and Inspection of Terminal and Tank Facilities, Third Edition trata do projeto, construção, operação, manutenção e inspeção de instalações de terminais e tanques. Em sua terceira edição, a norma foi desenvolvido para orientar o gerenciamento de terminais e tanques de forma a proteger o meio ambiente e a segurança dos trabalhadores e da sociedade. Destina-se a instalações de terminais e tanques de petróleo associadas a comercialização, refino, tubulação e outras instalações similares.

Pode ser usada como um guia de recursos e gerenciamento pelos responsáveis por tais instalações e por aqueles que trabalham no local. Esta norma é uma compilação das práticas de conhecimento, informação e gestão da indústria para todos os aspectos relevantes das operações de terminais e tanques, agregados em um documento de visão geral que inclui as melhores práticas.

Nos casos em que maiores detalhes ou informações adicionais podem ser úteis ou necessários, essa norma faz referência a outras publicações da API ou guias e normas semelhantes do setor. Pretende-se que seja consistente, mas não substitua, quaisquer regulamentos federais, estaduais e locais aplicáveis.

Esta norma abrange o projeto, a construção, a operação, a inspeção e a manutenção de terminais de petróleo e instalações de tanques associados a atividades de marketing, refino, tubulação e outras atividades similares. Abrange a seleção e o espaçamento dos locais, prevenção de poluição e gestão de resíduos, operações seguras, prevenção e proteção contra incêndios, tanques, diques e encostas, sistemas mecânicos (tubulações, válvulas, bombas e sistemas de tubulação), transferência de produtos, proteção contra corrosão, estruturas e utilidades. e quintal, e remoções e desmantelamento.

O objetivo desta norma é consolidar uma ampla base de práticas atuais de experiência, conhecimento, informação e gerenciamento da indústria em um padrão coeso que inclua uma gama das melhores práticas. A indústria do petróleo está envolvida na fabricação, armazenamento, transporte, mistura e distribuição de petróleo bruto e produtos refinados. Instalações e plantas terminais individuais podem executar uma ou mais dessas funções.

Estas instalações representam diversas operações, desde pequenas instalações de distribuição (por exemplo, armazéns e estoque) a grandes instalações de armazenamento e distribuição (por exemplo, terminais marítimos e gasodutos e atacadistas), até grandes instalações integradas (por exemplo, refinarias de petróleo e produção de gorduras, misturas de petróleo, e plantas de embalagem).

Conteúdo da norma

1 Escopo e finalidade . . . . . . . . . . . . . . . 1

1.1Visão geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1

1.2 Terminais de petróleo . . . . . . . . . . 1

1.3 Instalações de tanques de linha. . . . . . . . . . 1

1.4 Instalações de manutenção. . . . . . . . . . . . . 1

1.5 Plantas atacadistas. . . . . . . . . . . . . . . . 2

1.6 Instalações de mistura e embalagem de lubrificantes. . . . . 2

1.7 Plantas de asfalto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2

1.8 Instalações de serviço de aviação.. . . . . . . . . . 2

1.9 Não aplicabilidade e retroatividade . . . . . . . . . 2

1.10 Requisitos e revisões governamentais.. . . . . . . 3

2 Referências normativas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3

3 Termos e definições. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12

4 Local de seleção e requisitos de espaçamento. . . . . . 14

4.1 Visão geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14

4.2 Local de seleção.. . . . . . . . . . . . . . . . . . 14

4.3 Requisitos de espaço.. . . . . . . . . . . . . . . . 15

5 Prevenção da poluição  e gestão de resíduos.. . . . . . . 16

5.1 Aplicabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16

5.2 Hierarquia de gestão de resíduos. . . . . . . . . . . . . . . . . . 17

5.3 Prevenção da poluição. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 18

5.4 Práticas de gestão de resíduos. . . . . . . . . . . . . . . 21

6 Operações seguras de terminais e tanques. . . . . . . . . 22

6.1 Geral.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22

6.2 Identificação do perigo. . . . . . . . . . . . . . 22

6.3 Procedimentos de operação.. . . . . . . . . . 23

6.4 Práticas de trabalho seguras. . . . . . . . . . . . . . . . 23

6.5 Procedimentos de resposta e controle de emergência. . . . 23

6.6 Gestão de mudança. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

6.7 Treinamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24

6.8 Segurança e inspeção operacional. . . . . . . 24

6.9Investigação de incidente . . . . . . . . . . 25

6.10 Segurança do contratante. . . . . . . . . . . 25

7 Prevenção de proteção de incêndios. . . . . . . . . . 25

7.1 Geral.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

7.2 Prevenção de incêndios. . . . . . . . . . . . 25

7.3 Equipamento de combate a incêndio  . . . . . . . . 27

7.4 Extinção e controle de incêndio.. . . . . . . . . . . . 28

7.5 Fontes de água de proteção . . . . . . . . . . . . . . 29

7,6 Plano de emergência de incêndio. . . . . . . . . . 30

7.7 Orientação de proteção. . . . . . . . . . . . . . . 30

7.8 Considerações especiais sobre o produto. . . . . . 31

8 Tanques .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 32

8.1 Tanques de armazenamento de petróleo no solo . . . . . . . . 32

8.2 Operações, inspeções, manutenção e reparo para tanques aéreos. . . . 37

8.3 Tanques de armazenamento acima do solo de plástico reforçado com fibra de vidro. . . . . . . . . . . . 39

8.4 Tanques de armazenamento subterrâneo e tubulação . . . . . 39

8.5 Emissões de vapor . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

9 Diques e encostas. . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

9.1 Visão geral.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

9,2 Diques . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 40

9.3 Encostas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42

10 Tubos, válvulas, bombas e sistemas de tubulação . . . . . . . . . . . 43

10.1 Geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43

10.2 Compatibilidade de materiais.. . . . . . . . . . . . . . . 43

10.3 Sistemas de tubulação . . . . . . . . . . . . . . . . . 43

10.4 Componentes da tubulação . . . . . . . . . . . . . . . . . 45

10.5 Bombas.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47

10.6 Garantia de integridade do canal dos sistemas de tubulação existentes……48

10.7 Ensaios após a construção. . . . . . . . . . . . . . 49

11Instalações de carregamento, descarregamento e transferência de produtos……………..49

11.1S Escopo. . . . . . . . . . . . . . . . . . 49

11.2 Projeto geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49

11.3 Carregamento/descarga de caminhões. . . . . . . . . . . 50

11.4 Carregamento e descarregamento de vagões-tanque. . . . . . . 53

11.5 Carregamento/descarregamento de marítimos. . . . . . . 55

11.6 Carregamento/descarregamento de aviação. . . . . . . . . . 56

11.7Controle de vapor. . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57

11.8 Mistura oxigenada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59

11.9 Sistemas e procedimentos de parada de emergência . . . . 59

11.10 Ensaio de produto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60

11.11 Comunicação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60

11,12 Medidas.. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60

11.13 Válvulas, linhas, braços de carga e identificação do produto da mangueira. . . . . . . . . . . . 60

11.14 Sistema de prevenção de liberação em áreas de carga/,descarga…… 60

11.15 Manutenção/ensaio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 60

11.16 Sistemas auxiliares. . . . . . .61

12Controle de corrosão. .  . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61

12.1 Escopo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61

12.2 Revestimentos de proteção . . . . . . . . . . . . . . . 61

12.3 Revestimento do tanque interno. . . . . . . . . . . . . . . . . . 66

12.4Proteção catódica (PC). . . . . . . . . . . . . . . . . . 68

12.5 Inibidores de corrosão volátil . . . . . . . . . . . . 70

13 Estruturas, utilidades e pátio.  . . . . . . . . . . . . 71

13.1 Estruturas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71

13.2 Utilidades. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72

13.3 Pátio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80

14 Remoções e desmobilização de instalações . . . . . . . 85

14.1 Geral. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85

14.2 Controle e proteção do local.. . . . . . . . . . . . 86

14.3 Preparações. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86

4.4 Execução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 86

14.5 Avaliação e remediação de locais. . . . . . . . . 87

14.6 Encerramento e limpeza. .. . . . . . . . . . . . . 87

14.7 Bloqueio de instalação  . . . . . . . . . 87

14.8 Sinalização e identificação.. . . . . . . 88

Bibliografia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89

Figuras

1 Terminais de sistemas de distribuição e serviço elétrico típico e granéis….. 74

2 Segregação e fluxo de resíduos em um terminal típico . . . . . 78

3 Pátio de carregamento de caminhão tanque sem garagem. . . . . . 82

4 Pátio de carregamento de caminhão tanque com garagem. . . . . 83

5 Dimensões de pátio para caminhões.. . . . . . . . . . . . . . . . . . 84

Esta norma foi desenvolvida para orientar o gerenciamento de terminais e tanques de forma a proteger o meio ambiente e a segurança dos trabalhadores e do público. Destina-se a instalações de terminais e tanques de petróleo associadas a comercialização, refino, tubulação e outras instalações similares. Este padrão pode ser usado como um guia de recursos e gerenciamento pelos responsáveis por tais instalações e por aqueles que trabalham no local.

Esta norma é uma compilação das práticas de conhecimento, informação e gestão da indústria para todos os aspectos relevantes das operações de terminais e tanques, agregados em um documento de visão geral que inclui as melhores práticas. Nos casos em que maiores detalhes ou informações adicionais podem ser úteis ou necessários, esse padrão faz referência a outras publicações da API ou guias e normas semelhantes do setor. Pretende-se que seja consistente, mas não substitua, quaisquer regulamentos federais, estaduais e locais aplicáveis.

Os requisitos desta norma representam requisitos mínimos aplicáveis a todas as instalações dentro do escopo deste documento. Algumas disposições desta norma, conforme indicado pelo uso da palavra, são obrigatórias e devem ser seguidas para atender a intenção desta norma. Algumas provisões são recomendadas, como denotado pela palavra, mas não são obrigatórias. Essas provisões precisarão ser consideradas com base em fatores específicos do local. Ainda outras disposições são opcionais, como denotado pela palavra pode. Normalmente, estes serão fornecidos onde existe uma variedade de boas opções.

Para promover uma maior conscientização e ajudar a indústria a lidar com questões ambientais, de saúde e segurança, a API realizou o desenvolvimento deste documento único agregando as várias normas, especificações e práticas recomendadas no projeto, construção, operação, inspeção e manutenção de terminais de petróleo e tanques. A API também tem pesquisas significativas em andamento para ajudar os membros a lidar com questões de proteção de águas subterrâneas e remediação de contaminação do solo. Esta pesquisa inclui a avaliação da tecnologia de detecção de vazamentos aprimorada e a avaliação de melhores métodos para detectar e remediar a contaminação de águas subterrâneas e solo.

Diminuindo os perigos dos resíduos sólidos

Os resíduos sólidos podem ser classificados em lixo comum ou domiciliar, público e especiais. O resíduo comum é formado por lixos provenientes das residências, dos prédios públicos, do comércio e das escolas.

Os resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização. A denominação resíduo sólido é usada para denominar o lixo sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura.

Os resíduos sólidos podem ser classificados em lixo comum ou domiciliar, público e especiais. O resíduo comum é formado por lixos provenientes das residências, dos prédios públicos, do comércio e das escolas. Seu principal componente é a matéria orgânica. Faz parte também desse lixo uma grande variedade de materiais recicláveis, entre eles, o papel, o papelão, os plásticos, as latinhas, etc.

Os resíduos gerados no lixo público são o resultado dos trabalhos da limpeza urbana de ruas e praças, entre eles, as folhas e galhos e o lixo recolhido dos córregos, rios, lagos, etc. Os resíduos especiais são aqueles provenientes do lixo gerado na construção civil, chamados de entulhos, os resíduos biológicos, químicos ou rejeitos radioativos, provenientes de equipamentos usados no serviço de saúde e o lixo industrial formado por resíduos corrosivos, inflamáveis, tóxicos, etc.

No Brasil, a Lei 12.305 denominada de Política Nacional de Resíduos Sólidos disciplina a gestão de resíduos sólidos, determina as diretrizes relativas à gestão integrada e o gerenciamento dos resíduos sólidos, fazendo distinção entre o lixo que pode ser reciclado ou reaproveitado e o lixo perigoso, aquele que é rejeitado. Incentiva a coleta seletiva e a reciclagem em todos os municípios brasileiros. O local mais adequado para a destinação dos resíduos sólidos é o aterro sanitário, onde o lixo é depositado de forma planejada.

Outra porção do lixo é destinada aos aterros controlados, com critérios menos rígidos, mas com procedimentos obrigatórios. Já os lixões são os maiores vilões da saúde ambiental e humana.

A construção civil é uma grande geradora de impactos ambientais, modificando paisagens e acumulando grande quantidade de resíduos sólidos de suas obras. Os resíduos sólidos hospitalares ou lixo hospitalar representa um grande risco de contaminação, além de poluir o ambiente. O lixo hospitalar é classificado em lixo infectante e o lixo perigoso que são separados em depósitos e transportados para um destino específico. O lixo normal é recolhido através do mesmo sistema do resto da cidade.

O resíduo industrial é o lixo proveniente de todo e qualquer processo das indústrias, estando nesse grupo também os entulhos da construção civil. Os resíduos alimentícios, químicos, metalúrgicos etc. merecem tratamento especial para evitar a poluição do solo e dos mananciais. A NBR 10007 de 05/2004 – Amostragem de resíduos sólidos fixa os requisitos exigíveis para amostragem de resíduos sólidos.

Deve-se estabelecer as linhas básicas que devem ser observadas, antes de se retirar qualquer amostra, com o objetivo de definir o plano de amostragem (objetivo da amostragem, número e tipo de amostras, amostradores, local de amostragem, frascos e preservação da amostra). O objetivo da amostragem é a coleta de uma quantidade representativa de resíduo, visando determinar as suas características quanto à classificação, métodos de tratamento, etc.

A pré-caracterização de um resíduo é feita através de levantamento do (s) processo (s) que lhe deu (ram) origem. As informações assim obtidas (volume aproximado, estado físico, constituintes principais, temperatura, etc.) permitem a definição do tipo de amostrador mais adequado, dos parâmetros que serão estudados ou analisados, do número de amostras e do seu volume, do tipo de frasco de coleta e do (s) método (s) de preservação que deve (m) ser utilizado (s).

O plano de amostragem deve ser estabelecido antes de se coletar qualquer amostra, ser consistente com o objetivo da amostragem e com a pré-caracterização do resíduo, e deve incluir: avaliação do local, forma de armazenamento, pontos de amostragem, tipos de amostradores, número de amostras a serem coletadas, seus volumes, seus tipos (simples ou compostos), número e tipo dos frascos de coleta, métodos de preservação e tempo de armazenagem, assim como os tipos de equipamentos de proteção a serem utilizados durante a coleta.

As tabelas A.1 e A.2 (consultar na norma)apresentam os métodos de preservação e armazenagem das amostras sólidas e líquidas, respectivamente. Este plano deve também estabelecer a data e a hora de chegada das amostras ao laboratório. Os resíduos podem ser encontrados sob várias formas, tais como: misturas, líquidos multifásicos, lodos e sólidos. As misturas líquidas e lodos podem variar em viscosidade, reatividade, corrosividade, volatilidade, inflamabilidade, etc.

Os sólidos podem variar desde pós ou grãos até grandes pedaços. Além disso, os resíduos podem estar contidos em recipientes com as mais diferentes formas e tamanhos. Para a escolha dos materiais da confecção do amostrador, estes devem atender os princípios de não reatividade com o material a ser coletado. Caso o amostrador não seja descartável, o material da confecção deve permitir a descontaminação total do equipamento para posterior utilização.

A tabela abaixo apresenta os amostradores recomendados para cada tipo de resíduo. O anexo B descreve alguns tipos de amostradores que podem ser utilizados para a obtenção de amostras de resíduos. Os aspectos mais importantes a serem considerados na escolha de um frasco de amostragem são compatibilidade do material do frasco e da sua tampa com os resíduos, resistência, volume e facilidade de manuseio.

Em geral, para resíduos sólidos ou pastosos, devem ser utilizados frascos de polietileno descartáveis. Quando os resíduos contiverem solventes em sua composição, devem ser utilizados frascos de vidro âmbar. Quando forem utilizados frascos rígidos para amostras sólidas ou semissólidas, esses frascos devem ter boca larga, ser feitos, assim como sua tampa, de material compatível com o resíduo e proporcionar uma boa vedação.

Antes do uso, os recipientes e amostradores devem ser descontaminados conforme pré-requisitos da tecnologia a ser aplicada. Após o uso, os recipientes e amostradores utilizados para coleta devem ser descontaminados, ou destinados conforme a classe dos resíduos. O ponto de amostragem é o local onde será coletada a amostra. A tabela A.4 (consultar na norma) apresenta os pontos de amostragem em função dos tipos e formas dos recipientes.

Para obtenção da concentração média do resíduo, deve ser coletada uma ou mais amostras compostas. Para a obtenção da faixa de variação da concentração do resíduo, devem ser coletadas no mínimo três amostras simples. Para resíduos heterogêneos de difícil amostragem e cuja representatividade não puder ser definida com uma única amostra, a escolha do método e número de amostras caberá aos órgãos estaduais ou federais de controle da poluição e preservação ambiental.

É necessário, durante a fase de planejamento, estabelecer quais as análises e ensaios que serão realizados e qual o volume de amostra é necessário para cada um deles. Muitas vezes é necessário também obter volumes que permitam a realização de contraprovas. Quando se pretende analisar diversas propriedades ou parâmetros, é frequentemente necessário dividir a amostra inicial em diversas alíquotas, pois os métodos de preservação para uma determinada análise podem ser diferentes para cada parâmetro.

Toda amostra deve ser identificada imediatamente após a coleta. Em alguns casos, a amostra deve ser selada para evitar fraude durante o tempo entre a coleta da amostra e a abertura dos frascos no laboratório. Toda amostra deve possuir uma ficha de coleta que permita a sua identificação para realização dos ensaios pretendidos.

A ficha de coleta deve conter no mínimo os seguintes dados: nome do técnico de amostragem; data e hora da coleta; identificação da origem do resíduo; identificação de quem receberá os resultados; número da amostra; descrição do local da coleta; determinações efetuadas em campo; determinações a serem efetuadas no laboratório; observações. Deve-se informar ao laboratório que irá realizar os ensaios analíticos os riscos potenciais da amostra.

As precauções de segurança devem sempre ser observadas na amostragem de resíduos. O técnico responsável pela amostragem deve estar atento para as características do resíduo, tais como: corrosividade, inflamabilidade, explosividade, toxicidade, carcinogenicidade, radioatividade, patogenicidade, etc. e, ainda, para a capacidade do resíduo de liberar gases extremamente venenosos ou causar alergias. Toda informação existente sobre o resíduo é útil na decisão sobre as precauções de segurança e na definição do equipamento de proteção a ser utilizado.

Quando for detectada a possibilidade de a amostragem ser de alto risco, o técnico de amostragem deve informar ao responsável pela elaboração do plano de amostragem a necessidade da reavaliação do plano, solicitando, se necessário, a presença de entidades especializadas para a manipulação do material. Como exemplo de situações de alto risco destacam-se: materiais radioativos, espaços confinados, risco de choques elétricos, desmoronamentos, explosões, etc.

As seguintes práticas e regras de segurança devem ser seguidas sempre que for realizada uma amostragem: cada amostra deve ser tratada e manuseada como se fosse extremamente perigosa e os procedimentos devem minimizar o risco de exposição do pessoal envolvido; se for necessário o manuseio específico da amostra, o laboratório deve ser alertado; equipamento de proteção deve ser utilizado durante o manuseio de substâncias para preservação de amostras. Na amostragem em tambores e recipientes similares, os recipientes devem ser posicionados de tal maneira que a sua tampa ou batoque fique para cima.

A homogeneização ou não da amostra deve estar condicionada ao objetivo do plano de amostragem. Caso seja necessária a obtenção de amostra com diferentes fases, o conteúdo do recipiente deve ficar descansando até que os sólidos se depositem no fundo ou as fases se estratifiquem e entrem em equilíbrio. Caso seja necessária a obtenção de uma amostra homogênea, o conteúdo do recipiente deve ser homogeneizado.

A tampa ou batoque deve ser afrouxado, vagarosamente, com uma chave própria para abertura dos recipientes, a fim de que as pressões interna e externa se equilibrem. Logo após, remover a tampa ou batoque e amostrar o conteúdo, conforme amostrador recomendado na tabela acima. Quando existirem recipientes com diferentes resíduos, estes recipientes devem ser identificados e separados de acordo com os resíduos. Para cada grupo de resíduos deve-se obter uma amostra composta representativa.

Os resíduos desses recipientes podem estar sob pressão ou vácuo. Os recipientes estufados devem ser amostrados com extrema cautela, pois o seu conteúdo pode estar sob elevada pressão. Um recipiente severamente corroído ou enferrujado pode romper-se quando manuseado. A abertura da tampa ou batoque pode produzir faísca, a qual detonará qualquer mistura explosiva de gás que exista no recipiente.

A tampa do tanque deve ser aberta somente pelo motorista ou pessoa responsável pela carga. O técnico de amostragem deve estar seguro no passadiço do tanque ou na escada de acesso ao tanque. O conteúdo do tanque deve ser amostrado com o amostrador de resíduo líquido, conforme o estabelecido nas instruções do anexo B. Se o tanque não estiver em posição horizontal, devem ser coletadas amostras adicionais da sua parte frontal e posterior, e todas as amostras devem ser homogeneizadas em um recipiente apropriado.

Quando for necessário, a amostra de sedimento deve ser coletada cuidadosamente através da válvula de purga. O acesso à tampa do tanque dificulta a coleta de amostras em caminhões tanques. Recomenda-se que a coleta seja feita por duas pessoas, pois enquanto uma recolhe a amostra, a outra a auxilia com os equipamentos ou em qualquer problema que surja. Como o tanque está geralmente sob pressão ou vácuo, isto é um fator adicional de risco para os técnicos de amostragem.