As válvulas antitransbordamentos em armazenamento subterrâneo

Uma válvula antitransbordamento é um equipamento instalado no interior do tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis que tem como função impedir o transbordamento durante operações de descarga de combustível, evitando graves acidentes e contaminações ambientais.

Uma válvula antitransbordamento é um equipamento instalado no interior do tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis que tem como função impedir o transbordamento durante operações de descarga de combustível, evitando graves acidentes e contaminações ambientais. Muitas delas utilizam um sistema de boia linear. Quando o nível do combustível atinge 95% da capacidade do tanque, a válvula se fecha de maneira rápida e segura e permite que o combustível contido na mangueira do caminhão tanque escoe lentamente para o tanque de armazenamento

A NBR 15005 de 08/2019 – Válvula antitransbordamento de líquidos inflamáveis e combustíveis — Requisitos de fabricação e métodos de ensaio especifica os requisitos gerais para fabricação e desempenho da válvula antitransbordamento, a ser instalada em sistema de armazenamento subterrâneo de combustível (SASC).

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Como deve ser executado o ensaio de envelhecimento acelerado?

Como deve ser realizado o ensaio do golpe de aríete após fechamento do primeiro estágio?

A válvula antitransbordamento deve ser projetada para ser instalada na conexão de carga do tanque subterrâneo de armazenamento de combustível fabricado conforme as NBR 16161 e NBR 16713 e no tanque onde for aplicado revestimento interno conforme a NBR 16619. A válvula antitransbordamento deve ser projetada para reduzir a possibilidade do extravasamento de combustível do tanque subterrâneo de armazenamento, durante a operação de descarregamento do caminhão-tanque.

Deve operar somente em descargas por gravidade. A válvula antitransbordamento não é projetada para tanque que possua qualquer tipo de tubo interno fixado na parte interna da conexão de descarga do tanque, pois este impede o da válvula. Deve ser projetada para permitir a vazão nominal, de no mínimo 900 L/mim, do sistema de descarga, quando submetida a uma pressão mínima de 50 kPa.

A válvula antitransbordamento deve ser projetada para restringir o fluxo de combustível com vazão de 95 L/mim e deve atuar também com vazões superiores, até a vazão nominal projetada. Deve ser projetada para atuar restringindo o fluxo de combustível em dois estágios. O primeiro estágio deve reduzir a no máximo 10% da vazão de projeto e o segundo estágio deve reduzir a vazão a no máximo 5 L/mim com a finalidade de permitir o esgotamento do combustível remanescente na mangueira de descarga do caminhão-tanque para o tanque de armazenamento.

O ponto de atuação do segundo estágio deve ser indicado pelo fabricante para que a válvula seja instalada conforme a NBR 16764. A válvula antitransbordamento deve ser projetada para não reabrir enquanto submetida a uma pressão superior a 15 kPa a montante da válvula, após o fechamento total. É considerado fechamento total da válvula a passagem de até 5 L/mim de líquido.

A válvula antitransbordamento deve ser projetada para aliviar em até 10 ms qualquer contrapressão superior a 300 kPa. Deve ser projetada para, opcionalmente, possuir o recurso de estanqueidade à emissão de vapores vapor tight. Os materiais não metálicos sujeitos à imersão e exposição ao combustível automotivo devem ter características tais que suas propriedades não sejam afetadas por estes combustíveis, de modo a causar falha de equipamento ou condição de perigo durante a vida normal esperada para a válvula antitransbordamento. Os ensaios devem ser realizados conforme a ASTM D471. Os materiais não metálicos devem cumprir suas funções na faixa de temperatura de + 40 °C a – 40 °C.

Os materiais e partes metálicas devem ser não ferrosos ou de aço inoxidável da linha 300. Quando utilizado alumínio ou suas ligas, a superfície deve ser submetida a processo de tratamento contra corrosão. Deve-se evitar contato do combustível com o cobre, chumbo, cádmio, bronze, latão, estanho, zinco, ligas metálicas que contenham esses metais e aços galvanizados.

A conexão da válvula antitransbordamento deve permitir a instalação conforme previsto na NBR 16764. Para o requisito de desempenho, restringir o fluxo a 5 L/min quando atingir o ponto de atuação do segundo estágio. O ensaio de imersão deve ser feito em amostras representativas de todos os materiais não metálicos devem ser imersas por 70 h em gasolina comum sem chumbo, combustíveis ASTM B e C de referência, álcool hidratado combustível comum, óleo diesel e óleo ASTM nº 3. As amostras e o fluido de ensaio devem estar a 23 °C ± 2 °C. O volume da amostra, no início e no fim do ensaio, deve ser determinado por ensaio de deslocamento de água e cálculo da porcentagem de variação de volume.

Quaisquer perdas devidas à imersão no fluido ASTM de referência devem ser determinadas após secagem por 24 h à temperatura de 23 °C. Os materiais não podem mostrar variação de volume maior que 1 % de encolhimento, ou 25 % de crescimento, ou perda de massa maior que 10%. Combustível ASTM B de referência (70 volumes de iso-octano, 30 volumes de tolueno), combustível ASTM C de referência (volumes iguais de iso-octano e de tolueno).

Os ensaios especificados nesta Seção devem ter como referência o Método de Ensaio Padrão da Propriedade Borracha – Efeito de Líquidos, ASTM D471. Para o ensaio de corrosão (névoa salina), as amostras de válvula devem ser ensaiadas conforme a NBR 8094. A válvula a ser ensaiada deve atender aos requisitos de desempenho e resistência após submetida ao ensaio de névoa salina por 240 h.

Para o ensaio de resistência, a válvula antitransbordamento deve suportar 1.500 ciclos de operação normal, com pressão mínima de 50 kPa e vazão mínima de 900 L/min. O líquido de ensaio deve ser água. O fabricante deve disponibilizar, quando da entrega da válvula, um registro de produção contendo número de série da válvula e deve garantir a rastreabilidade por no mínimo cinco anos.

O fabricante deve possuir uma sistemática operacional que comprove a utilização dos materiais componentes da válvula, conforme especificado nesta norma. Os documentos comprobatórios, pertinentes aos materiais e processos usados na fabricação devem estar à disposição do comprador ou do seu representante legal. A válvula deve possuir gravado em seu corpo o número de série de fabricação.

Junto com a válvula deve ser fornecida uma plaqueta de identificação para ser instalada no interior da câmara de descarga de combustível, correspondente ao compartimento do tanque de armazenamento para indicar sua existência. A plaqueta de identificação deve possuir o número de série correspondente da própria válvula, nome do fabricante, modelo da válvula, vazão nominal e mês e ano de fabricação. As marcações da válvula e da plaqueta devem ser permanentes. O fabricante da válvula deve prover orientações para instalação, de forma que as marcações da plaqueta de identificação sejam visíveis para a inspeção.

As declarações ambientais do Tipo III

Uma declaração ambiental ou rótulo ambiental é a afirmação que indica os aspectos ambientais de um produto.

Uma declaração ambiental ou rótulo ambiental é a afirmação que indica os aspectos ambientais de um produto. Um rótulo ou declaração ambiental pode aparecer sob a forma de um texto, um símbolo ou elemento gráfico no rótulo de um produto ou em uma embalagem, na literatura sobre o produto, em boletins técnicos, em propaganda ou publicidade, entre outras coisas. O termo produto inclui bens e serviços.

Uma declaração ambiental de Tipo III é aquela que fornece dados ambientais quantificados, usando parâmetros predeterminados e, quando pertinente, informações ambientais adicionais. Os parâmetros predeterminados são baseados na série NBR ISO 14040, que é composta pelas NBR ISO 14044 e NBR ISO 14040. As informações ambientais adicionais podem ser quantitativas ou qualitativas.

A ABNT ISO/TS 14027 de 08/2019 – Rótulos e declarações ambientais — Desenvolvimento de regras de categoria de produto fornece princípios, requisitos e diretrizes para o desenvolvimento, análise crítica, registro e atualização da Regras de Categoria de Produto (RCP) em uma declaração ambiental de Tipo III ou em um programa de comunicação de pegada baseado na ACV, conforme as NBR ISO 14040 e NBR ISO 14044, assim como NBR ISO 14025, NBR ISO 14046 e ISO/TS 14067. Ele também fornece orientações sobre como abordar e integrar informações ambientais adicionais, seja ou não baseado em ACV, de maneira coerente e cientificamente sólida, de acordo com a NBR ISO 14025.

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Quais são os requisitos de comparabilidade?

O que é o procedimento denominado consulta aberta?

Quais são as condições para apoiar a comparabilidade?

Como deve ser realizada uma análise crítica da RCP?

Quais devem ser as tarefas do painel de análise crítica?

As normas internacionais para comunicação ambiental relacionadas a produtos, com base na ACV, requerem o uso de regras de categoria de produto (RCP). Desde a publicação das NBR ISO 14025, NBR ISO 14046, ISO/TS 14067 e ISO 21930, entre 2006 e 2014, os operadores das comunicações de declaração ambiental de produto e de pegada de Tipo III, bem como de outras organizações, adquiriram diferentes níveis de experiência no desenvolvimento e uso de RCP.

A qualidade da RCP disponível no mercado varia, e a de baixa qualidade corrobora o risco de minar a utilidade e a credibilidade da RCP em geral. Uma abordagem internacional comum para o desenvolvimento da RCP também pode facilitar o envolvimento de todas as partes interessadas, incluindo as dos países em desenvolvimento, o que pode aumentar a qualidade e a consistência da RCP em geral.

Este documento destina-se a assegurar certo nível de qualidade da RCP, fornecendo princípios, requisitos e diretrizes para o seu desenvolvimento, incluindo análise crítica, registro e atualização. Destina-se a beneficiar organizações, governos, comunidades e outras partes interessadas: fornecendo procedimentos eficientes e consistentes para o desenvolvimento de RCP de boa qualidade; permitindo a harmonização da RCP ou o reconhecimento da equivalência de medidas, quando pertinente; proporcionando uma melhor compreensão da RCP, especialmente entre as partes interessadas e regiões; incentivando a adoção e disseminação da RCP no meio empresarial; aumentando a credibilidade, consistência (por exemplo, entre diferentes regiões ou setores) e transparência da RCP.

A RCP segue as disposições da NBR ISO 14044 e, quando pertinente, das NBR ISO 14025, NBR ISO 14046 e ISO/TS 14067. A RCP baseia-se nos estudos de suporte da ACV ou de pegada e em informações adicionais baseadas em ACV de outras fontes referenciadas na RCP. As declarações ambientais de Tipo III também incluem informações adicionais que não são baseadas na ACV, conforme descrito na NBR ISO 14025:2015, 7.2.3. O processo de desenvolvimento da RCP é transparente, inclui consultas abertas participativas com uma representação equilibrada das partes interessadas e envolve esforços razoáveis para alcançar um consenso ao longo do processo. Organizar consultas apropriadas assegura credibilidade e transparência.

As RCP são destinadas a aumentar, na medida do possível, a comparabilidade de declaração ambiental de Tipo III e comunicações para pegada de produtos da mesma categoria, utilizando a mesma RCP. A RCP deve seguir as regras da declaração ambiental de Tipo III ou do programa de comunicação sobre a pegada dentro do qual elas são desenvolvidas.

Para as declarações ambientais de Tipo III, estas regras são resumidas nas instruções gerais do programa, de acordo com a NBR ISO 14025:2015, 6.4. A RCP deve basear-se na informação ambiental obtida de pelo menos um dos seguintes: estudos de ACV pertinentes que preencham os requisitos de 6.5.1 e da NBR ISO 14044 e que representem o ciclo de vida da categoria de produtos completo coberto pela RCP; estudos pertinentes de pegada baseados em ACV. Como exemplo, a NBR ISO 14046 para pegadas hídricas; ISO/TS 14067 para pegada de carbono de produtos.

A RCP também pode levar em consideração: outras informações ambientais adicionais, baseadas na ACV de documentos referenciados na RCP; informação ambiental adicional não baseada na ACV (ver 6.6). Convém que os estudos de ACV que tenham sido analisados criticamente, de acordo com a NBR ISO 14044:2009, Seção 6, ou com a ISO/TS 14071, sejam priorizados, se a representatividade, integridade e exatidão das informações que contêm forem comparáveis.

No caso de RCP para produtos, o (s) estudo (s) de suporte da ACV deve (m) representar todas as etapas do ciclo de vida de um ou mais produtos dentro da categoria de produtos coberta pela RCP. No caso de RCP para módulos de informação, as etapas do ciclo de vida consideradas no (s) estudo (s) de suporte da ACV, isoladamente ou em combinação, devem corresponder ao escopo da RCP. Mais orientações sobre os módulos de informação são fornecidas no Anexo A.

Um documento de RCP existente, registrado por um operador do programa, baseado em ACV de acordo com a NBR ISO 14044, ou outro ACV pertinente – baseado em estudos de pegada e tendo sido submetido a uma análise crítica de RCP de acordo com este documento, também pode ser usado para o desenvolvimento de nova RCP. Se uma RCP existente puder ser usada ou emendada, convém que este curso seja seguido em vez de se criar uma nova RCP.

O processo de preparação da RCP pode ser feito paralelamente aos estudos de suporte da ACV. Um objetivo da RCP é permitir que diferentes profissionais que usem a RCP gerem resultados consistentes ao avaliar produtos da mesma categoria de produto. A RCP deve fornecer requisitos para gerar declarações ambientais de Tipo III e comunicações de pegada que forneçam informações consistentes.

Um comitê de RCP deve ser estabelecido para uma categoria de produto selecionada. A tarefa do comitê de RCP é determinar a categoria de produto e desenvolver a respectiva RCP. O operador do programa, ou o seu delegado, deve: notificar os representantes das partes interessadas sobre o desenvolvimento da RCP e a formação do comitê de RCP, para que as partes interessadas possam determinar se desejam participar do comitê de RCP ou contribuir de outra forma para o processo de desenvolvimento da RCP; estabelecer o comitê de RCP; assegurar uma combinação equilibrada de perspectivas e competências das partes interessadas (ver NBR ISO 14025:2015, 5.5, 6.5 e 9.3). Se uma parte interessada for excluída, isso deve ser justificado.

Qualquer parte interessada pode optar por participar ou se abster da consulta aberta (ver 6.4.3). O comitê deve assegurar que um coordenador de RCP possa demonstrar conhecimento e proficiência em RCP suficientes em declarações ambientais de Tipo III, de acordo com a NBR ISO 14025, e comunicações de pegada baseadas nas NBR ISO 14044, NBR ISO 14025, NBR ISO 14046 e ISO/TS 14067. A ISO/TS 14071 fornece orientação que pode ser útil.

O comitê deve assegurar que o coordenador da comissão de RCP promova a colaboração entre os membros do comitê de RCP e busque contribuições deles e tornar públicas as decisões do comitê de RCP em relação a quaisquer comentários enviados. A figura abaixo é um exemplo ilustrativo do passo a passo de um procedimento para a adaptação de uma RCP.

Antes de desenvolver uma nova RCP, o comitê de RCP deve procurar a RCP existente para a categoria de produto pretendida ou uma categoria de produto relacionada. A RCP existente pode ser adaptada. Qualquer adaptação de uma RCP existente deve: cumprir os requisitos das normas aplicáveis, incluindo este documento e a NBR ISO 14025; cumprir as instruções gerais do programa do operador do programa; integrar requisitos e diretrizes adicionais que aumentem a pertinência da RCP, a fim de melhorar a representatividade.

Exemplos de requisitos e diretrizes adicionais incluem expandir o escopo da RCP, adicionar uma nova categoria de impacto a ser calculada, modificar fontes de dados secundárias para adaptá-las à situação local ou adicionar novos requisitos para informações ambientais adicionais. A figura abaixo mostra uma representação gráfica de uma estrutura hierárquica de RCP publicada com base nas mesmas regras básicas. Convém que a estrutura hierárquica esteja alinhada ao sistema de classificação adotado pelo operador do programa, mas pode incluir mais detalhes, quando necessário.

A posição hierárquica da RCP dentro desta estrutura deve indicar conformidade com todos os documentos subordinados na hierarquia. Convém que a RCP seja consistente com outra RCP no mesmo nível hierárquico. Em geral, para evitar a proliferação de RCP, convém que elas sejam desenvolvidas de uma maneira que eliminem a necessidade de desenvolver RCP subordinadas.

Por exemplo, a RCP para têxteis de pisos feitos de lã precisa incluir as mesmas regras para lidar com impactos ambientais específicos (por exemplo, carbono biogênico), como RCP para painéis de pisos feitos de madeira maciça. As categorias de produtos localizadas em qualquer nível hierárquico podem ser consideradas subcategorias da categoria de produto superordenada, mesmo que não usem a mesma unidade funcional.

A RCP deve especificar ou referir regras de comparabilidade com base nos requisitos pertinentes da NBR ISO 14044, bem como outras referências pertinentes. Outras referências podem incluir as NBR ISO 14025 e ISO 21930 ou as seções pertinentes das instruções gerais do programa. A comparabilidade das diferentes declarações ambientais de Tipo III é considerada atingida quando os requisitos descritos na NBR ISO 14025:2015, 6.7.2, são atendidos.

A declaração ambiental de Tipo III e comunicações de pegada baseadas na mesma RCP destinam-se a apoiar a comparação entre produtos dentro de uma categoria de produto específica. Embora a RCP proporcione transparência e melhor comparabilidade com o objetivo e escopo de uma ACV, por exemplo, condições de fronteira específicas, suposições e regras de cálculo seguindo a mesma RCP nem sempre são suficientes para assegurar a comparabilidade.

A declaração ambiental de Tipo III ou as comunicações de pegada baseadas em diferentes RCP de diferentes operadores do programas não são necessariamente comparáveis. Os dados baseados na ACV para materiais, peças e outras entradas que são usadas na fabricação ou na montagem de outros produtos podem ser usados para contribuir com as declarações ambientais de Tipo III para estes outros produtos.

Nestas circunstâncias, os dados baseados na ACV para materiais, peças e outras entradas são referidos como módulos de informação e podem representar o todo ou uma parcela do ciclo de vida para estes materiais ou peças. Os módulos de informação podem ser usados para desenvolver uma declaração ambiental de Tipo III ou podem ser combinados para desenvolver uma declaração ambiental de Tipo III para um produto, contanto que os módulos de informação sejam ajustados de acordo com as RCP para a categoria de produto.

A determinação da propagação de chama em materiais de construção

Conheça um método para determinação do índice de propagação superficial de chama em materiais de acabamento e revestimentos de construção.

A NBR 9442 de 08/2019 – Materiais de construção – Determinação do índice de propagação superficial de chama pelo método do painel radiante especifica um método para determinação do índice de propagação superficial de chama em materiais de acabamento e revestimentos de construção, quando aplicados no teto e na parede, montados verticalmente e expostos a um gradiente de fluxo radiante de calor em uma câmara de ensaio, quando ignizados por chama-piloto. Este método é aplicável a todos os tipos de revestimento de parede e tetos, como forros, madeira, borracha e coberturas plásticas, assim como aos revestimentos.

Os resultados encontrados com este método refletem o desempenho do produto, incluindo qualquer substrato, se utilizado. Modificações nos apoios, ligações com o substrato, camadas inferiores ou outras modificações no material podem afetar os resultados do ensaio. Esta norma é aplicável à medição e descrição das propriedades dos materiais da construção em resposta ao calor e à chama sob condições laboratoriais controladas. Este documento não pode ser utilizado sozinho para descrever ou classificar o risco ou perigo de fogo dos produtos sob condições de fogo reais.

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Como deve ser calibrado o pirômetro óptico de radiação?

Como calcular o índice de propagação superficial de chama?

Como pode ser feito um exemplo de cálculo do fator de propagação de chama (Pc)?

Como deve ser feito o abastecimento de gás e ar?

As medições neste método de ensaio fornecem uma base para se estimar um aspecto do comportamento em relação à exposição ao fogo de materiais de acabamento e revestimento de tetos, forros e parede. Considera o crescimento do fogo se aproximando da fase de inflamação generalizada e simula um fluxo de calor em superfícies adjacentes ao foco do incêndio ou o fogo se intensificando no recinto criando um fluxo de calor sobre os revestimentos, associado a uma chama intensa atingindo a extremidade do produto.

O corpo de prova é inserido em um suporte metálico e colocado em frente a um painel radiante poroso, com 300 mm de largura e 460 mm de comprimento, alimentado por gás e ar. O conjunto (suporte e corpo de prova) é posicionado em frente ao painel radiante com inclinação de 60°, de modo a expor o corpo de prova a um fluxo radiante padronizado. Uma chama-piloto é aplicada à extremidade superior do corpo de prova. O princípio do ensaio é ilustrado na figura abaixo.

Depois da ignição, qualquer frente de chama que se desenvolver é notada e é feito um registro da sua progressão, verticalmente, ao longo do comprimento do corpo de prova, em termos do tempo que ela demora a se propagar por distâncias definidas. É obtido no ensaio o fator propagação de chama desenvolvida na superfície do material (Pc), medido pelo tempo para atingir as distâncias padronizadas no suporte metálico com o corpo de prova. O fator de evolução de calor desenvolvido pelo material (Q) é medido através de sensores de temperatura (termopares) localizados em uma chaminé sobre o painel e no suporte com o corpo de prova.

O índice é determinado pela seguinte equação (sem unidade): Ip = Pc × Q, onde Ip é o índice de propagação superficial de chama; Pc é o fator de propagação da chama; Q é o fator de evolução do calor. Há a possibilidade de explosão causada pelas alimentações de gás e ar na câmara de ensaio. Medidas de segurança apropriadas e consistentes com as práticas da engenharia podem ser instaladas no sistema do painel de suprimento de gás, incluindo pelo menos o seguinte: um sistema de interrupção da alimentação de gás que seja imediatamente ativado quando a alimentação de gás ou de ar falhar; um sensor de temperatura ou uma unidade de detecção de chama direcionada para a superfície do painel que pare a vazão de combustível quando a chama do painel apagar.

É importante atentar-se para a possibilidade de que gases tóxicos ou perigosos podem ser produzidos durante a exposição dos corpos de prova. Tendo em vista o perigo inerente aos produtos em combustão, o sistema de exaustão pode ser projetado e operado de modo que o ambiente do laboratório esteja protegido de fumaça e gás. O operador pode ser instruído a minimizar sua exposição aos produtos da combustão seguindo as práticas de segurança, por exemplo, assegurando-se de que o sistema de exaustão esteja funcionando perfeitamente, usando vestimentas de segurança adequadas, incluindo luvas, entre outros.

O painel radiante com fornecimento de ar e gás é fabricado em material refratário poroso, montado verticalmente em uma estrutura metálica, com superfície radiante de 305 mm de largura e 460 mm de comprimento, capaz de operar à temperatura superior a 815 °C. O painel deve ser equipado com: misturador tipo Venturi, para a mistura de gás e ar à pressão atmosférica; um ventilador capaz de fornecer ar à vazão de 9,5 L/s e pressão de aproximadamente 700 Pa; filtro de ar para evitar que o pó obstrua os poros do painel; reguladores de pressão; válvulas de controle e desligamento do fornecimento de gás.

O suporte do corpo de prova deve ser construído em aço resistente ao calor, em conformidade com detalhes e dimensões. As marcas de observação da propagação de chama devem estar presentes na lateral do suporte, a cada 76 mm (total de cinco marcas). A estrutura para apoio e deslizamento do suporte com o corpo de prova deve ter duas hastes transversais de aço inoxidável, com 12,7 ± 3,3 mm de diâmetro, e deve possuir sistema de ajustes para centralizar o suporte do corpo de prova diretamente na frente do painel radiante.

O suporte e os elementos de apoio devem ser construídos em metal. Uma vez que o ângulo da amostra e a sua posição em relação ao painel são críticos, os valores das dimensões da estrutura especificados na figura acima devem variar no máximo em 3,2 mm. O queimador-piloto deve ser fabricado em aço inoxidável e possuir comprimento de 203 mm a 229 mm, diâmetro interno de 3,2 mm e diâmetro externo de 4,8 mm. Como opção, para prolongar a vida útil do queimador-piloto, a parte exposta à energia radiante pode ser protegida com um tubo de porcelana com diâmetros nominal interno e externo de, respectivamente, 5,2 mm e 7,1 mm.

O queimador-piloto deve propiciar uma chama da mistura de gás acetileno e ar, com comprimento de 51 mm a 76 mm, e ser capaz de mudar de posição quando não estiver em uso. O queimador-piloto deve ser montado horizontalmente no equipamento com um ligeiro ângulo, para assegurar a interseção de sua chama com o plano horizontal do corpo de prova. A posição da ponta do queimador-piloto deve ser tal que a chama entre em contato com o corpo de prova 12,7 mm abaixo da borda superior do suporte, na posição central deste.

A chaminé de chapa de aço inoxidável deve ter espessura nominal de 1,0 mm, com forma e dimensões conforme a figura acima. A posição da chaminé em relação ao corpo de prova e ao painel radiante também deve obedecer aos requisitos da figura acima. Oito termopares de igual resistência e conectados em paralelo devem ser montados na chaminé e suportados com isoladores de porcelana. Os termopares devem ser de Chromel-Alumel (Tipo K), protegidos com isolamento resistente a 1200 °C e com fios com diâmetro de 0,36 mm a 0,51 mm (30 AWG-24 AWG).

A elevação média das temperaturas dos termopares (fator de evolução de calor) deve ser determinada periodicamente com o queimador-piloto de calibração, usando o procedimento da seção 8. O sistema de aquisição de dados deve ter os seguintes equipamentos: registrador de temperatura automático com faixa de operação de 38 °C a 538 °C, para registrar a variação dos valores dos termopares da chaminé, conforme descrito em 4.1.6.

O sistema de coleta de dados com capacidade de registrar a saída dos sensores de medição, com precisão de 0,1%. O sistema de aquisição deve ser capaz de gravar e/ou imprimir os dados por, pelo menos, 5 s em um período mínimo de 1 h. Nos casos em que os ensaios preliminares indicarem a propagação de chama rápida deve ser utilizado um sistema capaz de coletar os dados suficientemente rápidos para garantir resultados adequados.

A coifa da chaminé, com ventilador de exaustão colocado sobre a chaminé, capaz de produzir um fluxo de exaustão de ar à velocidade de 0,4 m/s a 0,5 m/s. As medições devem ser feitas com um anemômetro de fio quente ou similar, pelo menos 30 s após a inserção da sonda no centro da chaminé, a uma distância de, aproximadamente, 152 mm acima da parte superior da chaminé.

O anemômetro de fio quente, sonda bidirecional ou dispositivo similar deve ter precisão de 0,1 m/s. A velocidade pela chaminé não é crítica para medições de propagação de chama, desde que seja realizada uma calibração da temperatura dos termopares para as condições de ensaio estabelecidas. Para facilitar a colocação do sensor do anemômetro (sonda), um orifício de diâmetro adequado pode ser feito na coifa. A medição deve ser feita após o fluxo de ar ser estabilizado e antes da operação do equipamento.

Deve haver um pirômetro óptico de radiação para padronizar a saída térmica do painel, adequado para visualizar uma área circular de 254 mm de diâmetro do painel radiante, a uma distância de, aproximadamente, 1,2 m. O pirômetro deve ser calibrado sobre a faixa de temperatura de um corpo negro, de acordo com o procedimento descrito em 8.1. O pirômetro deve possuir sistema de monitoramento e coleta de dados, que pode ser o mesmo equipamento de obtenção das temperaturas dos termopares (descrito em 4.1.7).

Deve ser utilizado um dispositivo de marcação de tempo capaz de registrar o tempo decorrido, aproximando para o segundo mais próximo, com precisão de 1 s em 1 h. Os corpos de prova devem ser preparados de modo a reproduzir o mais fielmente possível as condições de uso do material. Devem ser preparados corpos de prova idênticos ao item representativo do material a ser ensaiado, com dimensões de 152 mm de largura, 458 mm de comprimento e 25,4 mm de espessura máxima. Os corpos de prova devem ser preparados como descrito abaixo, quando as condições de uso não forem especificadas.

Os corpos de prova devem ser montados em um substrato que simule a aplicação real do material e devem simular também as práticas reais de instalação. Caso utilizem adesivos em sua instalação, estes devem ser utilizados na preparação dos corpos de prova. Se a espessura dos corpos de prova for maior que 25 mm, esta deve ser reduzida até alcançar a espessura de 25 mm, desde que seja mantida a superfície de ensaio intacta. Para ensaios comparativos, ou onde a aplicação pretendida de um material de acabamento não seja especificada, o substrato de aplicação deve ser preparado para o ensaio de acordo com o descrito abaixo.

Os materiais laminados opacos com espessura até 1,6 mm ou películas de tintas a serem aplicadas sobre substrato combustível devem ser aplicados, seguindo as instruções específicas do fabricante, sobre chapa dura de fibras de madeira com 6,4 mm de espessura. O substrato deve ter um índice médio de propagação de chamas de 130 a 160, com base em quatro ensaios realizados de acordo com este método.

A película de tinta e de outros materiais a serem aplicados sobre substrato incombustível devem ser feitos seguindo as instruções específicas do fabricante, sobre superfície lisa de placa de fibrocimento, com aproximadamente 6 mm de espessura. Na falta de instruções do fabricante, a espessura mínima do material aplicado deve ser de 0,4 mm. Sempre que for utilizada placa de fibrocimento como substrato, esta deve ter (6 ± 1) mm de espessura e densidade aparente de (1.800 ± 200) kg/m³ e não ser revestida.

A folha de alumínio com 0,05 mm de espessura deve ser utilizada com o lado brilhante voltado para o corpo de prova e apoiado na placa-base ou no suporte. A folha de alumínio é usada para evitar danos à placa-base e ao suporte, devido ao derretimento dos materiais. Os materiais utilizados presos ou suspensos por uma ou mais bordas (não aplicados diretamente sobre substratos, incluindo tecidos) devem ser montados sobre base constituída por chapa de fibrossilicato de 13 mm de espessura, revestida em uma face por folha de alumínio, sobre a qual é colocada moldura de fibrossilicato de seção transversal de 13 mm × 13 mm.

O material deve ser colocado sobre a moldura. No caso de tecidos ou outros materiais flexíveis, o material deve ser cortado nas dimensões de 255 mm por 560 mm, dobrado em volta da moldura e preso na face posterior da chapa de fibrossilicato, com tensão suficiente apenas para evitar folgas. Sempre que utilizada, a placa-base deve ser de fibrossilicato, com espessura de 13 mm e densidade aparente de (960 ± 80) kg/m3. Para os elastômeros e plásticos celulares, flexíveis ou não, os corpos de prova devem ser protegidos lateralmente e na parte traseira com folha de alumínio com 0,05 mm de espessura, apoiados em uma placa de fibrocimento com 3 mm de espessura.

Quando necessário, uma tela de arame com malha hexagonal de 25,4 mm deve ser usada na face exposta ao ensaio do corpo de prova, presa no suporte. Os materiais de acabamento, incluindo laminados, telhas, tecidos e produtos aplicados a um substrato com adesivo, devem ser preparados e ensaiados levando-se em consideração o possível aumento na propagação de chamas ou riscos associados, devido a trincas, descamação, separação de lâminas ou outra maneira de separação do material.

O aumento na propagação de chamas pode ser causado por chamejamento na face reversa do corpo de prova, por ignição do adesivo ou do material da base. A determinação da existência destes fenômenos deve ser feita conforme descrito a seguir. Um ou mais corpos de prova do material devem ser ensaiados conforme recebidos da maneira descrita em 5.10, para a determinação da propagação da chama de materiais comuns. Os materiais que apresentem separação de lâminas durante o ensaio ou outra maneira de separação, ou que se desprendam do suporte, devem ser ensaiados novamente, utilizando-se um ou mais corpos de prova nos quais os materiais sejam retidos no suporte, com o auxílio da tela de arame, conforme descrito em 5.9.

Para materiais não homogêneos que apresentem um ou dois componentes substanciais externos incombustíveis e que possam ser ranhurados, os corpos de prova devem ser preparados da seguinte forma: uma ranhura longitudinal de 25 mm da borda lateral mais próxima da chama-piloto e cinco ranhuras transversais separadas em 102 mm a 25 mm das bordas superior e inferior devem ser feitas, de maneira que estas sejam de máximo 1,6 mm de largura. Tal procedimento acarreta quatro grandes seções de 102 mm por 127 mm.

Os corpos de prova devem ser mantidos apoiados na parte posterior pela placa-base ou pelo substrato ao qual o material foi fixado, bem como pelo suporte metálico. Para materiais não aplicados ao substrato as ranhuras devem ser feitas de modo a atingir ¾ de sua espessura. Para materiais aplicados e fixados em substratos as ranhuras devem ser feitas na totalidade da espessura do material, de modo a atingir o substrato e, consequentemente, o adesivo de fixação.

O ensaio do material deve ser conduzido sob a condição apropriada, selecionada entre as descritas em 5.2 a 5.11, resultando no índice de propagação de chama mais elevado. No entanto, se nos corpos de prova ranhurados, um aumento do índice de propagação de chama puder ser atribuído à propagação acelerada da chama dentro das ranhuras, o ensaio deve ser conduzido a maneira convencional, sem as ranhuras.

Se em qualquer ensaio for verificado amolecimento, trinca ou queda do corpo de prova do suporte no momento em que este é colocado na frente do painel radiante e em contato com o queimador, um novo conjunto de corpos de prova deve ser utilizado, com o auxílio da tela de arame descrita em 5.8. Todos os corpos de prova, exceto aqueles com mais 19 mm de espessura, devem ser apoiados sobre a placa-base de fibrossilicato com espessura de 13 mm e densidade aparente de (960 ± 80) kg/m³. O desempenho do produto em termos da reação ao fogo deve ser assegurado pelo fabricante, levando em conta os procedimentos de limpeza e manutenção por ele indicados.

NFPA 654: a prevenção de incêndios e explosões em poeiras combustíveis

Essa norma internacional, publicada pela National Fire Protection Association (NFPA) em 2020, apresenta as medidas de segurança para prevenir e mitigar os incêndios e as explosões de poeira em instalações que lidam com sólidos particulados combustíveis, que incluem pós combustíveis, fibras, bandos, flocos, flocos, lascas e pedaços.

A NFPA 654:2020 – Standard for the Prevention of Fire and Dust Explosions from the Manufacturing, Processing, and Handling of Combustible Particulate Solids apresenta as medidas de segurança para prevenir e mitigar os incêndios e as explosões de poeira em instalações que lidam com sólidos particulados combustíveis, que incluem pós combustíveis, fibras, bandos, flocos, flocos, lascas e pedaços. Exemplos de indústrias que lidam com sólidos particulados combustíveis, como material de processo ou como pó fugitivo ou incômodo, incluem, entre outras as de produtos agrícolas, químicos e alimentares, fibras e materiais têxteis; indústrias de produtos florestais e de móveis; processamento de metais; produtos de papel; produtos farmacêuticos; operações de recuperação de recursos (pneus, resíduos sólidos urbanos, operações de reciclagem de metal, papel ou plástico); madeira metálica ou fabricantes de plásticos.

Esta norma fornece requisitos para todas as fases da fabricação, processamento, mistura, transporte, reembalagem e manuseio de sólidos particulados combustíveis ou misturas híbridas, independentemente da concentração ou tamanho das partículas, onde os materiais apresentam um incêndio, um incêndio instantâneo, ou um risco de explosão. O proprietário/operador será responsável por implementar os requisitos desta norma.

Conteúdo da norma

Capítulo 1 Administração

1.1 Escopo

1.2 Objetivo

1.3 Objetivo

1.4 Aplicação

1.5 Conflitos

1.6 Retroatividade

1.7 Equivalência

1.8 Unidades e fórmulas

Capítulo 2 Publicações referenciadas

2.1 Geral

2.2 Publicações da NFPA

2.3 Outras publicações

2.4 Referências para extratos em seções obrigatórias

Capítulo 3 Definições

3.1 Geral

3.2 Definições oficiais da NFPA

3.3 Definições gerais

Capítulo 4 Requisitos gerais

4.1 Obrigação do proprietário

4.2 Objetivo

4.3 Opções de conformidade

Capítulo 5 Identificação de perigos

5.1 Identificação de perigos

Capítulo 6 Opção de projeto baseado em desempenho

6.1 Requisitos gerais

6.2 Critérios de desempenho

6.3 Cenários de projeto

6.4 Avaliação do projeto proposto

Capítulo 7 Análise de riscos de poeira (Dust Hazards Analysis – DHA)

7.1 Requisitos gerais

7.2 Avaliação de perigos

Capítulo 8 Sistemas de gestão

8.1 Retroatividade

8.2 Geral (Reservado)

8.3 Procedimentos operacionais

8.4 Procedimentos de limpeza e aspiradores portáteis

8.5 Chamas e faíscas abertas (trabalho a quente)

8.6 Equipamentos de proteção individual (EPI)

8.7 Inspeção e manutenção

8.8 Procedimentos e treinamento de funcionários

8.9 Empreiteiros e subcontratados

8.10 Planejamento e resposta a emergências

8.11 Investigação de incidentes

8.12 Gerenciamento de mudanças

8.13 Retenção de documentos (Reservado)

8.14 Revisão dos sistemas de gerenciamento (Reservado)

8.15 Participação dos funcionários (Reservado)

Capítulo 9 Gestão de riscos: mitigação e prevenção

9.1 Projeto de processo e instalação

9.2 Projeto de construção

9.3 Projeto do equipamento

9.4 Controle da fonte de ignição

9.5 Poeiras pirofóricas Reservado)

9.6 Controle de poeira

9.7 Prevenção e proteção contra explosões

9.8 Proteção contra incêndio

Anexo A Material explicativo

Anexo B Proteção contra explosão

Anexo C Cartilha informativa sobre sistemas de detecção e extinção de faíscas

Anexo D Caracterização e precauções da camada de poeira

Anexo E Métodos de isolamento da propagação por deflagração

Anexo F Uso da água como agente extintor de sólidos particulados combustíveis

Anexo G Referências informativas

Em sua nova edição, a NFPA 654 foi completamente reorganizada, apresentando muitos requisitos existentes movidos para se alinhar com a NFPA 652 – Standard on the Fundamentals of Combustible Dust, com as alterações indicadas para o usuário. Pode-se obter orientação abrangente sobre a gestão de riscos de incêndio e explosão envolvendo sólidos particulados combustíveis e misturas híbridas, principalmente com os novos requisitos para lidar com riscos exclusivos e desenvolver tecnologias.

As lentes para óculos montadas

As lentes montadas e acabadas são classificadas da seguinte forma: lentes acabadas de visão simples; lentes acabadas multifocais; lentes acabadas de potência variável.

A NBR ISO 21987 de 08/2019 – Óptica oftálmica — Lentes para óculos montadas especifica os requisitos e métodos de ensaio para lentes para óculos montadas, em relação à prescrição solicitada.

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Quais as tolerâncias do desequilíbrio do prisma (erro relativo de prisma) para lentes de visão simples (excluindo lentes de visão simples de posição específica) e lentes multifocais?

Qual deve ser a posição horizontal dos segmentos?

Qual é o método para verificação da potência de adição para lentes multifocais?

Qual é o método de verificação para planos de transmissão de lentes polarizadoras?

Como deve ser avaliada a qualidade do material e da superfície?

As lentes montadas e acabadas são classificadas da seguinte forma: lentes acabadas de visão simples; lentes acabadas multifocais; lentes acabadas de potência variável. As tolerâncias devem ser aplicadas a uma temperatura de 23 °C ± 5 °C. As lentes acabadas não cortadas, utilizadas na fabricação de óculos completos, devem atender aos requisitos da ISO 14889.

As lentes para óculos montados também devem atender aos outros requisitos solicitados na prescrição, não incluídos neste documento. As características ópticas devem ser verificadas utilizando um lensômetro, conforme os requisitos da ISO 8598-1. As tolerâncias ópticas devem ser aplicadas no (s) ponto (s) de referência das lentes em um dos comprimentos de onda de referência especificados na NBR ISO 7944.

Se o fabricante indicar uma potência de verificação, as faixas e tolerâncias nas tabelas na norma devem estar de acordo com e aplicadas à potência de verificação. Neste caso, a potência de verificação pode ser declarada pelo fabricante em um documento anexo. Para as potências do vértice posterior, quando verificadas de acordo com 5.3.1, as lentes para óculos devem estar de acordo com as tolerâncias da potência de cada meridiano principal (ver tabela abaixo, segunda coluna) e com as tolerâncias da potência cilíndrica (ver tabela abaixo, terceira a sexta coluna), usando o método especificado em 6.2: a potência do vértice posterior no ponto de referência de todas as lentes de visão simples e o ponto de referência da distância das lentes multifocais, incluindo aqueles com superfícies asféricas ou atoroidais, devem atender às tolerâncias constantes na tabela abaixo; a potência do vértice posterior no ponto de referência primário das lentes de potência variável deve atender às tolerâncias constantes na tabela abaixo.

Quando verificado de acordo com 5.3.1 e usando o método especificado em 6.6, o desequilíbrio do prisma (erro relativo de prisma), depois de neutralizar ou permitir que qualquer prisma prescrito, para lentes de visão simples (excluindo visão simples de posição específica) e multifocais, deve atender às tolerâncias da Tabela 5 (na norma). Lentes sem prisma prescrito também são inclusas. Para determinar as tolerâncias de desequilíbrio do prisma: se for prescrito como um prisma oblíquo, calcular qualquer prisma prescrito em suas componentes vertical e horizontal; determinar o maior valor da componente horizontal prescrita e o maior valor da componente vertical prescrita; encontrar as quatro potências principais (duas em cada lente); identificar a maior potência absoluta das quatro potências principais; horizontal: se o valor absoluto da potência encontrada for ≤ 3,37 D, usar os valores de tolerância da segunda coluna da Tabela 5 na norma.

A linha é determinada usando o maior valor da componente horizontal prescrita. Se o valor absoluto da potência for > 3,37 D, usar os valores de tolerância da terceira coluna. A Figura 1 na norma pode ser usada para determinar a tolerância do desequilíbrio horizontal do prisma ao invés de usar a Tabela 5. Encontrar a tolerância do desequilíbrio horizontal do prisma no eixo y, usando a potência no eixo x, acima em 4), e a curva representando a faixa pertinente do prisma, isto é, que contém o maior valor da componente horizontal do prisma prescrito.

Na vertical: se o valor absoluto da potência encontrada for ≤ 5,00 D, usar os valores de tolerância na quarta coluna da Tabela 5. A linha é determinada usando o maior valor da componente vertical prescrita. Se o valor absoluto da potência for > 5,00 D, usar os valores de tolerância na quinta coluna.

Como recomendações na montagem, convém que as duas lentes de um par sejam razoavelmente combinadas em formato, tamanho, forma e massa e, exceto quando necessário para fins de combinação, não convém que sejam substancialmente mais espessas do que o requerido, para dar estabilidade mecânica. Em determinadas circunstâncias, uma correspondência satisfatória pode requerer que as lentes sejam especialmente trabalhadas. Convém que o tom, incluindo a refletância residual de revestimentos antirreflexo e a refletância de revestimentos espelhados, das duas lentes de um par não seja obviamente diferente.

Como recomendações sobre a montagem, no tamanho e forma das lentes, convém que o tamanho e a forma de uma lente sejam substancialmente iguais ao tamanho e forma da abertura correspondente na armação. Convém tomar cuidado para assegurar que as dimensões do frontal dos óculos, após a montagem, não difiram substancialmente das dimensões correspondentes antes da montagem. Convém ter em mente que alterações significativas na forma do aro, tamanho da abertura ou dimensões da ponte podem diminuir consideravelmente a vida útil dos óculos acabados.

Ao montar lentes em armações de metal, convém tomar cuidado para não danificar qualquer revestimento protetor no metal. Para as lentes com bordas biseladas, convém que o bisel seja liso, regular, livre de cavacos e estrelado, e razoavelmente livre de facetas, com um chanfro de segurança no pico e em cada borda, quando necessário. Para lentes para montagens de óculos sem aro e semiaro, convém que as lentes de borda plana apresentem um acabamento suave com um chanfro de segurança em cada borda, quando necessário.

Convém que os furos para conexões sem aro sejam perfurados na distância correta da borda de acordo com o tipo de montagem. Slots e ranhuras, quando requeridos, convém que sejam posicionados com exatidão. Convém que a barra frontal de suportes semiaro seja cuidadosamente ajustada para seguir a extremidade da lente, desde que o modelo de estrutura permita isto. Convém que as extremidades dos parafusos estejam bem acabadas.

Para a montagem, convém que as lentes sejam retidas com segurança na armação, para que o movimento ou a rotação não possam ocorrer sob qualquer condição normal de uso. Convém que nenhum espaço esteja visível entre a borda da lente e o aro. Convém que as metades das juntas do bloco de fechamento fechem adequadamente sem força indevida ou sem deixar uma lacuna visível na junta. Convém que as lentes em suportes sem aro e semiaro sejam montadas de forma habilidosa e cuidadosa para assegurar que estejam seguras na posição. Convém que todas as lentes montadas não apresentem tensão significativa, quando examinadas em um polariscópio ou tensiômetro.

Para o ajuste de lentes redondas, convém que a posição de ajuste das lentes redondas (exceto as de vidro temperado termicamente) seja indicada por uma marca permanente colocada ao lado da junta na superfície posterior da lente, como a seguir: na lente direita, uma marca na linha central horizontal no lado temporal; na lente esquerda, duas marcas colocadas simetricamente, uma acima e outra abaixo da linha central horizontal no lado temporal.

As estruturas de proteção na capotagem de tratores de rodas

O ensaio de estruturas de proteção na capotagem (EPC) para tratores agrícolas e florestais de rodas visa minimizar a probabilidade de lesão ao condutor resultante do tombamento acidental do trator durante a operação normal (por exemplo, trabalho no campo) do trator.

A NBR ISO 3463 de 08/2019 – Tratores agrícolas e florestais — Estrutura de proteção na capotagem (EPC) — Método de ensaio dinâmico e condições de aceitação especifica um método de ensaio dinâmico e as condições de aceitação para estruturas de proteção na capotagem (cabine ou estrutura) de tratores de rodas de uso agrícola e florestal. É aplicável a tratores que possuem pelo menos dois eixos para rodas montadas com pneus ou que possuem esteiras em vez de rodas, com uma massa do trator sem lastro não inferior a 600 kg, porém geralmente inferior a 6.000 kg e com uma bitola mínima das rodas traseiras superior a 1.150 mm.

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Quais os símbolos e termos abreviados nessa norma?

Qual deve ser a sequência dos ensaios?

Como deve ser efetuado o impacto traseiro?

Como deve ser executado o esmagamento na traseira?

Quais as tolerâncias das medições durante os ensaios?

O ensaio de estruturas de proteção na capotagem (EPC) para tratores agrícolas e florestais de rodas visa minimizar a probabilidade de lesão ao condutor resultante do tombamento acidental do trator durante a operação normal (por exemplo, trabalho no campo) do trator. A resistência da EPC é ensaiada pela aplicação de cargas de impacto dinâmicas e um ensaio de esmagamento estático para simular as cargas reais que podem ser impostas na cabine ou estrutura quando o trator tombar para trás ou para a lateral sem queda livre.

Os ensaios permitem que sejam realizadas observações sobre a resistência da estrutura e dos suportes de fixação do trator, e também das partes do trator que podem ser afetadas pela carga imposta na estrutura. Esta prescrição é feita para abranger ambos os tratores somente com a posição convencional do condutor voltado para frente, bem como aqueles com uma posição reversível do operador, que estejam de acordo com a prática aplicável do código de ensaio OECD. Para tratores com uma posição reversível do operador, uma área livre é definida como sendo as zonas livres combinadas para as duas posições de operação.

O ponto de aplicação da carga lateral é determinado como o ponto médio entre os pontos do índice do assento medidos nas duas posições. É reconhecido que pode haver projetos de tratores – por exemplo, tratores de jardim, tratores vinícolas estreitos, tratores de baixo vão livre utilizados em edificações baixas com zona livre limitada acima da cabeça, pomares, etc., tratores com vão livre alto e determinadas máquinas florestais, como transportadores autocarregáveis de toras – para os quais esta norma não é apropriada.

Pode-se definir a estrutura de proteção na capotagem (EPC) como a que protege os operadores de tratores agrícolas e florestais que minimiza a probabilidade de lesão ao operador resultante da capotagem acidental durante a operação normal. A EPC é caracterizada pelo fornecimento de espaço para uma zona livre, dentro do invólucro da estrutura ou dentro de um espaço delimitado por uma série de linhas retas, desde as bordas externas da estrutura até qualquer parte do trator que possa entrar em contato com o solo plano e que seja capaz de suportar o trator nessa posição se o trator tombar.

O ensaio de impacto deve ser realizado por meio dos elementos descritos em 5.2.1 a 5.2.5. Para o dispositivo para colisão contra a EPC, um bloco pendular com massa de 2.000 kg. A massa do bloco pendular não inclui a massa das correntes. A massa máxima da corrente deve ser de 100 kg. As dimensões do bloco deve ser suspenso de duas correntes dos pontos pivô a 6 m ou mais acima do nível do solo. O centro de gravidade do bloco pendular deve coincidir com seu centro geométrico.

Para os meios de amarrar o trator ao solo, ele  deve ser amarrado, por meio de cabos de aço que incorporem dispositivos tensores, a trilhos no solo, preferivelmente espaçados em aproximadamente 600 mm em toda a área imediatamente abaixo dos pontos pivô estendendo-se por aproximadamente 9 m ao longo do eixo do bloco pendular e aproximadamente 1.800 mm em cada lateral. Os pontos de fixação das amarras devem estar aproximadamente a 2.000 mm atrás do eixo traseiro e a 1 500 mm em frente ao eixo dianteiro. Deve haver duas amarrações em cada eixo: uma em cada lado do plano médio do trator.

As amarrações devem ser por cabos de aço de 12,5 mm a 15 mm de diâmetro, com resistência à tração de 1.100 MPa a 1.260 MPa. Detalhes dos meios de amarração são fornecidos nas Figuras 4, 5 e 6 (conferir na norma). Uma viga de madeira, com seção transversal de 150 mm × 150 mm, deve ser utilizada para calçar as rodas traseiras ao colidir na dianteira e traseira, e calçar a lateral das rodas dianteiras e traseiras ao colidir na lateral. A estrutura de proteção na capotagem deve ser fabricada segundo as especificações de produção e deve ser instalada no chassi apropriado do modelo de trator de acordo com o método de fixação declarado pelo fabricante.

Um ajuste de bitola para as rodas traseiras deve ser escolhido de forma que, na medida do possível, a EPC não seja apoiada pelos pneus durante o ensaio. Preferivelmente, convém que pneus com lonas diagonais sejam utilizados. A alavanca de marchas deve estar em neutro (ponto morto) e o freio de mão desacionado. Todas as janelas removíveis, painéis e conexões não estruturais removíveis devem ser removidos para que não contribuam para a resistência da EPC.

Nos casos onde for possível manter as portas e janelas abertas ou removê-las durante o trabalho, elas devem ser removidas ou mantidas abertas durante o ensaio para que não aumentem a resistência da estrutura de proteção. Deve ser observado se, nesta posição, elas criam um perigo para o condutor no caso de uma capotagem. Para o ensaio de impacto, a posição do bloco e de suas correntes de suporte deve ser selecionada de modo que o ponto de impacto esteja na borda superior da estrutura de proteção na capotagem e alinhado com o arco de deslocamento do centro de gravidade do bloco.

O trator deve ser posicionado e retido de forma segura na área abaixo dos pivôs de modo a ser colidido apropriadamente. Os pontos de fixação da amarração devem estar aproximadamente a 2 m atrás do eixo traseiro e a 1,5 m à frente do eixo dianteiro. Os pneus do trator devem ser inflados de acordo com os diferentes tipos de trator (o lastro de água não pode ser utilizado) e a amarração deve ser apertada para fornecer deformações apropriadas ao tipo de trator e pneu, conforme mostrado na tabela abaixo.

Para os ensaios de impacto na traseira e dianteira, o trator deve ser posicionado de modo que as correntes de suporte e a face do bloco pendular estejam em um ângulo de 20° em relação à vertical ao colidirem na EPC. Se o ângulo do componente da estrutura de proteção na capotagem no ponto de contato na deformação máxima durante o impacto for maior que 20° em relação à vertical, o ângulo do bloco deve ser ajustado por qualquer meio conveniente de modo que a face de impacto e o componente da EPC estejam paralelos ao ponto de impacto e na deformação máxima, estando as correntes de suporte a 20° em relação à vertical quando o bloco colidir na estrutura de proteção na capotagem.

Quando o ângulo for maior que 20°, o ajuste da face de impacto do bloco pendular deve ser baseado na deformação máxima estimada. No caso de uma EPC ter atendido às condições requeridas para aceitação e que é projetada para ser utilizada em outros modelos de tratores, o ensaio especificado na Seção 7 não precisa ser realizado em cada modelo de trator, desde que a EPC e o trator atendam às condições especificadas a seguir.

A massa do trator (3.2) do novo trator não pode exceder a massa de referência (3.3) utilizada no ensaio em mais de 5%. Se a altura de levantamento do bloco pendular para o impacto na traseira foi calculada pela equação alternativa 1 (ver 7.2.2), a distância entre eixos máxima não pode exceder a distância entre eixos de referência. Se a altura de levantamento do bloco pendular para o impacto na traseira foi calculada pela equação alternativa 2, o momento de inércia máximo sobre o eixo traseiro não pode exceder ao momento de inércia de referência.

O método de fixação e os componentes do trator pelos quais a fixação é realizada devem ser de resistência idêntica ou equivalente. Quaisquer componentes, como para-barros e coberturas, que possam fornecer suporte para a EPC, devem ser idênticos ou julgados para fornecer pelo menos o mesmo suporte. A posição e as dimensões críticas do assento na EPC e a posição relativa da estrutura de proteção na capotagem devem ser tais que a área livre tenha permanecido dentro da proteção da estrutura deformada durante todos os ensaios.

Nesses casos, o relatório de ensaio deve conter uma referência ao relatório de ensaio original. Se uma etiqueta for requerida, ela deve ser durável e permanentemente fixada na estrutura principal de modo que ela possa ser lida com facilidade. A etiqueta deve ser protegida contra danos e deve conter pelo menos as seguintes informações: nome e endereço do fabricante ou construtor da EPC; número de identificação da EPC (desenho ou número de série); marca, modelo (s) ou número (s) de série do trator na EPC correspondente; referência a esta norma.

As dimensões, a massa e o espaço de manobra das cadeiras de rodas

Saiba quais os valores típicos e limites recomendados das dimensões importantes da cadeira de rodas (pronta para ocupação e dobrada ou desmontada), espaço para giro e reversão entre paredes limitantes e algumas dimensões que valem para estimar a usabilidade da cadeira de rodas, assim como determinar a massa da cadeira de rodas.

A ABNT ISO/TR 13570-2 de 08/2019 – Cadeiras de rodas – Parte 2: Valores típicos e limites recomendados para dimensões, massa e espaço de manobra como determinado na NBR ISO 7176-5 lista os valores típicos e limites recomendados das dimensões obtidas a partir de medições feitas de acordo com a NBR ISO 7176-5. Esta parte do ABNT ISO/TR 13570 lista os valores típicos e limites recomendados das dimensões importantes da cadeira de rodas (pronta para ocupação e dobrada ou desmontada), espaço para giro e reversão entre paredes limitantes e algumas dimensões que valem para estimar a usabilidade da cadeira de rodas, assim como determinar a massa da cadeira de rodas. Esta parte é destinada ao uso de quem indica, de clínicos, ocupantes de cadeira de rodas ou fabricantes. Lista os valores típicos e limites recomendados das dimensões quando a cadeira de rodas está ocupada e algumas áreas de operação na execução de tarefas especiais encontradas na vida diária. Esta parte lista os valores típicos e limites recomendados das dimensões técnicas críticas para o desempenho da cadeira de rodas. Esta parte é aplicável a cadeiras de rodas manuais e motorizadas (incluindo scooters).

Acesse algumas perguntas relacionadas a essas normas GRATUITAMENTE no Target Genius Respostas Diretas:

Quais os limites máximos recomendados de largura de reversão?

Quais os limites máximos recomendados de diâmetro de giro?

Qual a inclinação anteroposterior típica do caster e diferença máxima entre esquerda e direita?

Quais os limites máximos recomendados do raio de giro do caster e diferença entre esquerda e direita?

O objetivo desta parte é apresentar os valores típicos (onde evidências suficientes tenham sido coletadas) e os limites recomendados de dimensões importantes e massas de cadeiras de rodas manuais e cadeiras de rodas motorizadas, incluindo scooters. Os valores típicos são baseados em evidências que eram atuais no fim de 2011. Os itens são agrupados a fim de refletir sua importância e utilidade para os diferentes grupos de usuários da norma. Os valores típicos são reportados onde houve amostragem suficiente para fornecer dados confiáveis e busca-se contribuições para possibilitar a publicação futura de valores atualmente marcados como Dados Insuficientes (+).

Estes grupos de usuários são: ocupantes de cadeira de rodas – para itens que são de importância para a estimativa do espaço necessário e manobrabilidade geral; arquitetos e autoridades públicas – para itens relacionados à acessibilidade de, por exemplo: residências, elevadores, equipamentos de cozinha e banheiro, hospedaria e edifícios públicos, e áreas etc.; fabricantes, fornecedores de cadeira de rodas, clínicos, e laboratórios de ensaio – para itens que necessitam ser considerados na fabricação, montagem, ajuste, reparo, ou ensaio de cadeiras de rodas.

A informação principal desta parte do está contida em duas Seções: a Seção 5 apresenta os valores típicos e limites recomendados de dimensões e massas de uma cadeira de rodas que são de maior importância para o ocupante da cadeira de rodas (como definido e submetido a ensaio na NBR ISO 7176-5, Seção 8, Medições requeridas). Estas dimensões esclarecem o ocupante da cadeira de rodas antes da compra se a cadeira de rodas atenderá aos requisitos e necessidades específicas do ocupante.

Também fornecem orientação ao fabricante da cadeira de rodas para novos desenvolvimentos. Esclarecem o ocupante da cadeira de rodas sobre o espaço que a cadeira de rodas irá necessitar. Também auxiliam arquitetos no planejamento de edifícios e ambientes acessíveis.

A Seção 6 apresenta os valores típicos e limites recomendados de dimensões adicionais (como definido e submetido a ensaio na NBR ISO 7176-5, Anexo A, dimensões técnicas), que exercem maior influência no bom desempenho da cadeira de rodas (condução, direção, tração etc.). É importante que estas seções sejam de conhecimento do pessoal técnico durante projeto, criação, ensaio, reparo, montagem ou mesmo ajuste da cadeira de rodas.

Chamada para Contribuição: muito trabalho e esforço foram colocados neste projeto para coletar dados para as tabelas deste documento. No entanto, ainda existem valores para os quais há dados insuficientes (+) nestas tabelas. Portanto, cada fabricante, instituição ou especialista que possa contribuir com dados adicionais, preferencialmente para os campos em branco, são convidados a enviar qualquer informação utilizável para o ISO/TC 173, SC 1, em project@tech4life.com.au.

Sempre que possível, convém que o material enviado contenha as seguintes informações auxiliares: dados coletados; tipo de cadeira de rodas (com ou sem aros de propulsão); se os procedimentos da NBR ISO 7176-5 não forem utilizados para as medições, o método real de medição; os grupos I, II, ou III de massa do ocupante requerida para a(s) cadeira(s) de rodas; a classe da cadeira de rodas A, B, ou C (para cadeiras de rodas motorizadas); largura efetiva do assento da cadeira de rodas de ensaio; número de amostras das quais estes dados são derivados; se a seleção de cadeiras de rodas está de acordo com a NBR ISO 7176-5, Seção 6, e a preparação para as medidas está de acordo com a NBR ISO 7176-5, Seção 7.

As cadeiras de rodas existem em uma grande variedade de projetos, tipos, modelos e tamanhos. Lidar com estas circunstâncias, todos os modelos de cadeiras de rodas estão listados em um dos quatro grupos principais. Cadeiras de rodas com aros de propulsão: este grupo principal compreende cadeiras de rodas com condução manual da roda traseira por uso de aros de propulsão e cadeiras de rodas eletroassistidas ativadas por aro de propulsão (HAPAW).

Cadeiras de rodas motorizadas de classe A: este grupo principal compreende cadeiras de rodas elétricas que geralmente têm tração na roda traseira, são compactas e manobráveis, mas não necessariamente capazes de ultrapassar obstáculos externos e, portanto, são primariamente destinadas para uso interno.

Cadeiras de rodas motorizadas de classe B: este grupo principal compreende cadeiras de rodas motorizadas que geralmente têm tração na roda traseira, são suficientemente compactas e manobráveis para alguns ambientes internos e capazes de ultrapassar alguns obstáculos externos e, portanto, são destinadas a uma combinação de uso interno e externo.

Cadeiras de rodas motorizadas de classe C: este grupo principal compreende cadeiras de rodas motorizadas que geralmente têm tração na roda dianteira, são geralmente grandes no tamanho, não necessariamente destinadas para uso interno, mas capazes de percorrer distâncias mais longas e ultrapassar obstáculos externos e, portanto, são primariamente destinadas para uso externo.

Cadeiras de rodas motorizadas (tipo scooter): estas são cadeiras de rodas elétricas com direção por guidão. São geralmente grandes em tamanho, não necessariamente destinadas para uso interno, mas capazes de percorrer distâncias mais longas e ultrapassar obstáculos externos e, portanto, são primariamente destinadas para uso externo.

Os resultados dos ensaios realizados com cadeiras de rodas típicas e como estipulado na NBR ISO 7176-5, Anexo A (Dimensões técnicas), estão listados para dar um entendimento do estado da arte e apresentar seus limites recomendados. Todas as dimensões de comprimento são dadas em milímetros, todas as dimensões de ângulos são dadas em graus.

Os requisitos para equipamento de vias aéreas

Conheça os os requisitos que geralmente são aplicáveis aos riscos associados ao EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS. Um processo estabelecido de GERENCIAMENTO DE RISCO deve ser aplicado ao projeto do EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS.

A NBR ISO 18190 de 08/2019 – Equipamento anestésico e respiratório — Requisitos gerais para equipamento de vias aéreas e relacionados especifica os requisitos gerais em comum para equipamento de vias aéreas e relacionados e são aplicáveis às normas específicas dos dispositivos que as referenciam. Os requisitos da norma específica do dispositivo têm prioridade em relação a esta Norma. Os requisitos gerais contidos nesta norma têm historicamente sido referenciados em mais de duas outras normas de EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS.

Acesse alguns questionamentos relacionados a essa norma GRATUITAMENTE no Target Genius Respostas Diretas:

Por que o equipamento deve ter resistência à deterioração?

Quais os meios de proteção contra ajustes inadvertidos?

Quais devem ser as marcações em controles e instrumentos?

Quais são as informações de limpeza, desinfecção e esterilização?

Esta norma especifica os requisitos que geralmente são aplicáveis aos riscos associados ao EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS. Um processo estabelecido de GERENCIAMENTO DE RISCO deve ser aplicado ao projeto do EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS. O processo de GERENCIAMENTO DE RISCO deve incluir os seguintes elementos: ANÁLISE DE RISCO; AVALIAÇÃO DE RISCO; controle de RISCO – informações de produção e de pós-produção.

O fabricante deve aplicar um processo de engenharia de usabilidade de modo a avaliar e atenuar quaisquer RISCOS causados por problemas de usabilidade associados à utilização correta (ou seja, utilização normal) e erros de utilização (ver NBR IEC 60601-1-6 IEC 62366-1). Verificar a conformidade por meio de inspeção do arquivo de engenharia de usabilidade. Quando apropriado, investigações clínicas devem ser realizadas sob as condições para as quais o desempenho é alegado e documentado no ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO.

As investigações clínicas devem estar em conformidade com os requisitos da ISO 14155. Os dados clínicos podem ser provenientes de investigação (ões) clínica (s) do dispositivo em questão, investigação (ões) clínica (s) ou outros estudos relatados na literatura científica, de um dispositivo equivalente, de modo que cada equivalência ao dispositivo em questão possa ser demonstrada, ou relatos publicados e/ou não publicados sobre outras experiências clínicas com o dispositivo em questão ou um dispositivo equivalente, de modo que cada equivalência ao dispositivo em questão possa ser demonstrada. Verificar a conformidade por meio de inspeção do ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO.

Quando apropriado, uma pesquisa de modelagem ou validação biofísica deve ser realizada sob as condições em que cada desempenho é declarado, e documentado no ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO. A pesquisa de modelagem ou biofísica é a aplicação de métodos físicos validados e teorias aos problemas biológicos. Exemplos incluem a utilização de combinação de modelos (ou seja, matemático, computacional, físico, celular e de cultura de tecido, e animal) de maneira interativa e complementar de modo a simular o desempenho de produtos para saúde. Verificar a conformidade por meio de inspeção do arquivo técnico.

O EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS, em seu estado pronto para uso após qualquer preparação para utilização recomendada pelo fabricante, deve satisfazer ao ensaio de segurança biológica apropriado (por exemplo: NBR ISO 10993-1). Verificar a conformidade por meio de inspeção do arquivo técnico. O EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS devem ser fabricados com materiais adequados à sua utilização destinada e às condições ambientais às quais podem ficar sujeitos durante transporte, armazenamento ou quando em utilização. Verificar a conformidade por meio de inspeção do arquivo técnico.

O EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS deve ser fabricado de modo a reduzir ao mínimo os RISCOS representados pelas substâncias geradas por percolação de outros materiais. Atentar para as substâncias que são carcinogênicas, mutagênicas ou tóxicas à reprodução. Verificar a conformidade por meio de inspeção do ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO.

Os agentes de esterilização, desinfecção e limpeza recomendados não podem alterar o desempenho especificado do dispositivo durante sua vida útil declarada. Verificar a conformidade por meio de inspeção do arquivo técnico. Os fabricantes de EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS de utilização destinada para o tratamento de crianças ou gestantes ou mulheres amamentando, e fabricados com materiais que incorporam ftalatos, que são classificados como carcinogênicos, mutagênicos ou tóxicos à reprodução, devem fornecer justificativa específica em seus arquivos técnicos para a utilização dessas substâncias. Ver também 9.1.1.4-m) e 9.2.3-c) para marcação adicional e instruções para requisitos de utilização. Verificar a conformidade por meio de inspeção do ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO do fabricante.

Os fabricantes de EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS que são fabricados com materiais que incorporam látex natural devem fornecer justificativa específica em seus arquivos técnicos para a utilização dessas substâncias. Ver também 9.1.1.4-n) para requisitos de marcação adicional. Verificar a conformidade por meio de inspeção do ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO do fabricante.

O EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS deve ser compatível com os vapores e gases médicos especificados pelo fabricante. Verificar a conformidade por meio de inspeção do ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO do fabricante. Os dispositivos que são EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS em contato com oxigênio durante utilização normal devem cumprir os requisitos de limpeza da ISO 15001. Este requisito é necessário para reduzir o RISCO de contaminação por ignição e incêndio em atmosferas ricas em oxigênio. Verificar a conformidade por meio de ensaios e requisitos da ISO 15001 e por meio de inspeção dos controles de RISCO descritos na DETERMINAÇÃO DE RISCO e verificação associada e estudos de VALIDAÇÃO.

Os componentes de EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS em contato com gases médicos durante utilização normal devem cumprir os requisitos de limpeza da ISO 15001. Este requisito é necessário para reduzir o RISCO de contaminação por ignição e incêndio em atmosferas ricas em oxigênio. Verificar a conformidade por meio de ensaio e requisito da ISO 15001:2010, Seção 4.

Os RISCOS associados à ignição por uma chama, eletrocauterização, descarga eletrostática ou feixe de laser em uma atmosfera rica em oxigênio em EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS devem ser identificados. Chama-se a atenção para o seguinte: manutenção de combustão em atmosferas ricas em oxigênio; refletância especular de modo a evitar lesão por laser em tecido não alvo; transferência de calor que pode danificar o tecido adjacente; produtos de pirólise e combustão que satisfazem ao ensaio de segurança biológica apropriado, como indicado na NBR ISO 10993-1; RISCOS associados à eletrocauterização e lasers em ambientes de sala de cirurgia; RISCOS associados à utilização em ambientes domésticos (ou seja, cozinhar, fumar cigarros, etc.). Verificar a conformidade por meio de inspeção do ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO.

A marcação em EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS deve ser durável. Verificar a conformidade por meio dos requisitos e ensaios descritos na NBR IEC 60601-1:2010, 7.1.3. Quanto às informações sobre desmontagem e montagem, as instruções de utilização devem incluir o seguinte: se aplicável, os procedimentos para desconectar o EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS da fonte de energia (elétrica ou pneumática) e para desmontagem e montagem; o (s) ensaio (s) recomendado (s) a ser (em) realizado(s) após montagem e antes da reutilização; se aplicável, um aviso afirmando que “o EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS deve ser desconectado da fonte de energia (elétrica ou pneumática), antes da desmontagem e montagem”.

Para as informações de descarte de dispositivo, as instruções de utilização devem incluir informações sobre quaisquer precauções a serem tomadas se houver qualquer RISCO residual associado ao descarte de EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS. A lista das partes que não são partes integrais do EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS, mas que são necessárias para a utilização correta, deve ser incluída nas instruções para utilização. Verificar a conformidade de 9.2.3 a 9.2.9 por meio de inspeção de rotulagem.

A necessidade de um ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO é um processo bem reconhecido por meio do qual o fabricante de um produto para a saúde pode identificar perigos associados a um produto para a saúde, estimar e avaliar os RISCOS associados a estes perigos, controlar estes RISCOS e monitorar a eficiência desse controle. A avalição clínica pode também ser necessária para confirmar a adequação dos controles (ver NBR ISO 14971 para informações adicionais).

A marcação no EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS, sua embalagem unitária, prateleira ou embalagem multiunitária ou folheto deve estar em conformidade com EN 1041 e deve incluir o seguinte, se apropriado: o nome ou nome comercial e endereço do fabricante ou fornecedor. Além disso, onde requerido, o nome e endereço de seus representantes autorizados; o código do lote precedido pela palavra “LOTE”, onde aplicável, ou número de série; uma indicação da data em que o EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS, ou partes deste pode ser utilizado, expressa em mês e ano; se apropriado, os detalhes necessários para o usuário identificar o EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS e os conteúdos da embalagem; se apropriado, instruções sobre a preparação para utilização; se apropriado, a palavra “ESTÉRIL”; se apropriado, uma indicação de que o dispositivo ou partes deste são para uma única utilização –convém que a indicação pelo fabricante de uso único seja consistente; se apropriado, a palavra ANTIESTÁTICO.

O EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS também pode apresentar uma marcação amarela indelével e contínua por todo o seu comprimento. Se apropriado, com indicação de que o EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREA E RELACIONADOS é adequado para utilização com agentes/gases anestésicos inflamáveis (por exemplo: símbolo “AP” ou “APG” apresentados na IEC 60417-5331 ou IEC 60417-5332). Onde requerido, uma declaração de que a venda, distribuição e utilização deste dispositivo se restringe à utilização por prescrição.

Isto serve para cumprir os requisitos de US 21 CFR 801.109. Se apropriado, instruções para limpeza e desinfecção ou esterilização e o número máximo ou período de reutilizações e, se apropriado, os RISCOS associados à reutilização do EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS. Se apropriado, uma indicação de que os ftalatos estão presentes no dispositivo. Exemplo: utilizar símbolo apresentado na ISO 15986.

Se apropriado, uma indicação de que borracha natural (látex) está presente no dispositivo. Exemplo, utilizar a NBR ISO 15223-1:2015, símbolo 5.4.5. A categoria de paciente como indicado na tabela abaixo para o volume de liberação destinado; quaisquer condições especiais de manuseio ou armazenamento.

Quaisquer avisos ou precauções a serem tomados e como exemplo a compatibilidade com a utilização de misturas de gases ou compatibilidade com drogas administradas, a utilização que pode desviar da prática médica aceita atualmente e o RISCO de incêndio associado ao equipamento de oxigênio e terapia.

Se apropriado, a máxima pressão que a tubulação e os conectores podem suportar nas condições ambientais expressas em Pascals. Convém que a compatibilidade de IRM do EQUIPAMENTO DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS esteja disposta nas informações a serem apresentadas pelo fabricante. Verificar a conformidade por meio de inspeção do arquivo de gerenciamento de risco do fabricante. A rotulagem do dispositivo deve estar em acordo com ASTM F2503. Verificar a conformidade por meio de inspeção.

Quanto à durabilidade das marcações, embora a biocompatibilidade de materiais seja importante para todos os EQUIPAMENTOS DE VIAS AÉREAS E RELACIONADOS, essa foi considerada de importância especial para vias aéreas que podem permanecer in situ durante semanas. Agentes anestésicos não estariam em contato com os materiais de marcação de tubulação por longos períodos de tempo, mas esses agentes podem ser prejudiciais aos materiais de marcação.

BS EN IEC 60331-1: os ensaios de cabos elétricos em condições de incêndio

Essa norma internacional, editada em 2019 pelo BSI, especifica o método de ensaio para os cabos que são necessários para manter a integridade do circuito quando sujeito a incêndio e choque mecânico sob condições especificadas. Este documento é aplicável a cabos com tensão nominal não superior a 600 V/1.000 V, incluindo aqueles com tensão nominal abaixo de 80 V, metálicos, cabos de telecomunicações e cabos de fibra óptica.

A BS EN IEC 60331-1:2019 – Tests for electric cables under fire conditions. Circuit integrity. Test method for fire with shock at a temperature of at least 830°C for cables of rated voltage up to and including 0,6/1,0 kV and with an overall diameter exceeding 20 mm especifica o método de ensaio para os cabos que são necessários para manter a integridade do circuito quando sujeito a incêndio e choque mecânico sob condições especificadas. Este documento é aplicável a cabos com tensão nominal não superior a 600 V/1.000 V, incluindo aqueles com tensão nominal abaixo de 80 V, metálicos, cabos de telecomunicações e cabos de fibra óptica.

Destina-se ao uso em ensaios de cabos com diâmetro geral superior a 20 mm. Embora o escopo seja restrito a cabos com tensão nominal de até 0,6/1,0 kV, inclusive, o procedimento pode ser usado, com o acordo do fabricante e do comprador, para cabos com tensão nominal de até 1, inclusive, 8/3 (3,3) kV, desde que sejam utilizados fusíveis adequados.

O anexo A fornece o método de verificação do queimador e do sistema de controle usado para o ensaio. Os requisitos são estabelecidos para uma identificação que pode opcionalmente ser marcada no cabo para indicar conformidade com este documento. Esta segunda edição cancela e substitui a primeira edição publicada em 2009. Constitui uma revisão técnica.

As mudanças técnicas significativas em relação à edição anterior são as seguintes: extensão do escopo para incluir cabos metálicos de dados e telecomunicações e cabos de fibra óptica, embora detalhes para o ponto específico de falha, arranjo de verificação de continuidade, amostra de ensaio, procedimento de ensaio e relatório de ensaio relevante para dados metálicos e cabos de telecomunicações e cabos de fibra óptica não são fornecidos pela IEC 60331-1; descrição melhorada do ambiente de ensaio; escada de ensaio de aço modificada com dois elementos verticais extras para acomodar o ensaio modificado de cabos de núcleo único sem camada metálica concêntrica e o ensaio de cabos com raio de curvatura em uso normal superior a aproximadamente 400 mm; uso obrigatório de medidores/controladores de fluxo de massa como meio de controlar com precisão as taxas de fluxo de entrada de combustível e ar no queimador; e descrição melhorada das informações a serem incluídas no relatório de ensaio.

Conteúdo da norma

PREFÁCIO…………………….. 4

INTRODUÇÃO…….. ………… 6

1 Escopo ………………………. 7

2 Referências normativas… ….. 7

3 Termos e definições…….. …… 8

4 Ambiente de ensaio.. ………… 8

5 Aparelho de ensaio… …………… 8

5.1 Equipamento de ensaio……….. …… 8

5.2 Escada de ensaio e montagem……….. 12

5.3 Fonte de calor…………………… …… 13

5.3.1 Queimador………………… ……….. 13

5.3.2 Medidores de vazões………………. 14

5.3.3 Verificação………………………. …. 15

5.4 Dispositivo de produção de choque…………. 15

5.5 Posicionamento da fonte de calor………………. 16

5.6 Arranjos de verificação de continuidade para cabos de energia elétrica e controle com tensão nominal até 600 V/1.000 V inclusive………. 16

5.7 Fusíveis………………………………. ……………… 16

6 Amostra de ensaio (cabos de controle e energia elétrica com tensão nominal de até 600 V/1.000 V)…………………. …. 16

6.1 Preparação da amostra para ensaio………………. 16

6.2 Montagem da amostra para ensaio………………….. 17

6.2.1 Cabos de núcleo único com camada de metal concêntrica e cabos com vários núcleos…………. 17

6.2.2 Cabos de núcleo único sem camada concêntrica de metal………….. ..19

7 Procedimento de ensaio (cabos de controle de energia elétrica com tensão nominal de até 600 V/1.000 V)…………………….. …. 20

7.1 Equipamento e disposição do ensaio…………….. 20

7.2 Conexões elétricas………………………….. 20

7.3 Aplicação de chama e choque………………. 22

7.4 Eletrificação………………………….. …… 22

8 Requisitos de desempenho (cabos de energia e controle com tensão nominal até 600/1.000 V inclusive)………………………… 23

8.1 Tempo de aplicação da chama………………. 23

8.2 Critérios de aceitação……………………… 23

9 Procedimento de reensaio…………… ………. 23

10 Relatório de ensaio (energia elétrica e cabos de controle com tensão nominal até 600 V/1.000 V)………………………………. …. 23

11 Marcação de cabos……………………………. ………….. 23

Anexo A (normativo) Procedimento de verificação da fonte de calor………………… .24

A.1 Equipamento de medição……………………. 24

A.2 Procedimento…………………….. …………. 24

A.3 Avaliação………………………. …………. 25

A.4 Verificação adicional……………………….25

A.5 Relatório de verificação…………………… 25

Anexo B (informativo) Orientação sobre a escolha do aparelho de ensaio recomendado (queimador e venturi)……………………. 26

Bibliografia…………………. ………………….. 27

Figura 1 – Diagrama esquemático da configuração do ensaio……………… 10

Figura 2 – Vista em planta do equipamento de ensaio de incêndio……………………. 11

Figura 3 – Elevação final do equipamento de ensaio de incêndio (sem escala)………….. ……….. 12

Figura 4 – Casquilho de borracha típico para apoiar a escada de ensaio…………… ……… 13

Figura 5 – Superfície do queimador…….. ……….. 14

Figura 6 – Diagrama esquemático de um exemplo de sistema de controle de queimador…………………… 15

Figura 7 – Exemplo de método de montagem de uma amostra de diâmetro maior para ensaio (com um raio de curvatura entre aproximadamente 200 e 400 mm)………………….. …. 17

Figura 8 – Seção detalhada da posição ajustável dos elementos verticais da escada para montagem de uma amostra de diâmetro menor para ensaio (com um raio de curvatura máximo de aproximadamente 200 mm)……. ……… 18

Figura 9 – Exemplo de método de montagem da amostra de ensaio com um raio de curvatura de uso normal maior que aproximadamente 400 mm…….. 19

Figura 10 – Método de montagem da amostra de ensaio de um cabo de núcleo único sem camada de metal concêntrico………………….. ………. 20

Figura 11 – Diagrama do circuito básico – Cabos de energia elétrica e controle com potência nominal tensão até 600 V/1.000 V (inclusive)……………….. 22

Figura A.1 – Arranjo de medição da temperatura………………. 24

Desde sua primeira edição (1970), a IEC 60331 foi ampliada e introduziu uma série de ensaios com aparelhos para que um ensaio possa ser realizado com grande e pequena potência, controle, dados e cabos de fibra óptica. Os ensaios bem-sucedidos realizados de acordo com esta norma permitirão uma identificação marcada no produto. A IEC 60331 consiste nas seguintes partes sob o título geral Tests for electric cables under fire conditions – Circuit integrity: Part 1: Test method for fire with shock at a temperature of at least 830 °C for cables of rated voltage up to and including 0,6/1,0 kV and with an overall diameter exceeding 20 mm; Part 2: Test method for fire with shock at a temperature of at least 830 °C for cables of rated voltage up to and including 0,6/1,0 kV and with an overall diameter not exceeding 20 mm; Part 3: Test method for fire with shock at a temperature of at least 830 °C for cables of rated voltage up to and including 0,6/1,0 kV tested in a metal enclosure; Part 11: Apparatus – Fire alone at a flame temperature of at least 750 °C; Part 21: Procedures and requirements – Cables of rated voltage up to and including 0,6/1,0 kV; Part 23: Procedures and requirements – Electric data cables Part 25: Procedures and requirements – Optical fibre cables.

Os guarda-corpos para edificação

Os guarda-corpos ensaiados em laboratório, ou em local estabelecido pelo contratante, representam a situação mais crítica em relação à dimensão dos vãos e fixação.

A NBR 14718 de 08/2019 – Esquadrias — Guarda-corpos para edificação — Requisitos, procedimentos e métodos de ensaio especifica os requisitos e métodos de ensaio para guarda-corpos para edificação, externos ou internos, para uso privativo ou coletivo, instalados em edificações habitacionais, comerciais, industriais, esportivas, culturais, religiosas, turísticas, educacionais, de saúde e de terminais de passageiros. Esta norma assegura ao consumidor o recebimento dos produtos com condições mínimas de desempenho. Não é aplicável à indústria do petróleo e gás natural, bem como às obras de infraestrutura e viárias.

Acesse alguns questionamentos relacionados a essa norma GRATUITAMENTE no Target Genius Respostas Diretas:

Como deve ser executada a determinação do esforço estático horizontal?

Qual o objetivo do ensaio de carga de segurança?

Como deve ser feita a determinação da resistência a impactos?

Como deve ser feita a limpeza dos guarda-corpos?

Como deve ser executada a ancoragem dos guarda-corpos?

Os guarda-corpos ensaiados em laboratório, ou em local estabelecido pelo contratante, representam a situação mais crítica em relação à dimensão dos vãos e fixação. Os guarda-corpos são instalados nas condições previstas a fim de complementar o dimensionamento com base em projetos estruturais, dos perfis, vidros, componentes e elementos de fixação, demonstrando o atendimento de seu desempenho através dos resultados dos ensaios.

Para os conceitos de acessibilidade e para as condições de saídas de emergência, atender às NBR 9050 e ABNT NBR 9077. Devem ser instalados guarda-corpos em qualquer local de acesso livre a pessoas com um desnível (D), maior do que 1,0 m, entre o piso onde se encontram as pessoas e o patamar abaixo, conforme representado na figura abaixo. Caso a rampa tenha um ângulo menor ou igual a 30°, não é obrigatória a existência de guarda-corpos, conforme a segunda figura abaixo.

Em casos de edificações que estejam conforme a NBR 15873, as dimensões dos guarda-corpos devem ser compatíveis com a modulação adotada. Em casos de guarda-corpos externos, deve-se considerar a pressão de vento do local. As cargas de uso e de segurança a serem aplicadas nos ensaios em cada tipo de guarda-corpo são apresentadas na Tabela 1 (consulta na norma).

Para guarda-corpos instalados nas situações descritas nas alíneas a, b e c, deve ser consultada a NBR 6123 para a informação da pressão de projeto/pressão dinâmica (Pp) e cálculo da pressão de ensaio (Pe). Em seguida a pressão de segurança (Ps) deve ser obtida, prevalecendo como mínimo os valores da NBR 10821-2:2017, Tabela 1. Os edifícios em que os guarda-corpos não podem ser instalados na posição vertical; os edifícios de forma não retangular; e os edifícios com especificações, localização, necessidades e condições especiais de utilização.

Em casos especiais de edifícios simulados em túnel de vento, a pressão resultante deve ser utilizada como pressão de segurança (Ps). Deve ser informada a pressão de ensaio (Pe), prevalecendo como mínimo os valores da NBR 10821-2:2017, Tabela 1. O valor da máxima pressão obtida no túnel de vento deve ser informado pelo fabricante, consultor ou construtor.

Os parapeitos de esquadrias com elemento de fechamento são considerados guarda-corpos e devem ser ensaiados conforme este documento. Para a realização dos ensaios de carga horizontal e vertical em esquadrias com bandeira inferior, considerar a largura total da esquadria (parapeito). O ensaio de impacto deve ser realizado no centro geométrico do elemento de fechamento (por exemplo, vidro), posicionado abaixo de 1,10 m.

Os guarda-corpos podem ser vazados ou fechados, e devem resistir aos ensaios especificados na Seção 5. Em caso de fechamento de varandas ou esquadrias envolvendo guarda-corpos, este conjunto (guarda-corpos e envidraçamento de sacada ou guarda-corpos e janela) devem atender a este documento e a NBR 16259 ou NBR 10821-2, sendo o desempenho do conjunto de responsabilidade do projetista e do fornecedor do fechamento.

Qualquer material utilizado na composição de guarda-corpos deve manter suas características iniciais quanto à resistência e durabilidade, seguindo as orientações de manutenção previstas em 7.2 e nas normas pertinentes a cada material. As ancoragens e os pontaletes podem ser de alumínio, conforme a NBR 6835, aço inoxidável austenítico, conforme a NBR 5601, e, quando em ligas de aço-cobre ou aço-carbono, devem ser galvanizados a quente, conforme a NBR 6323. Quando ocorrer contato bimetálico, devem atender ao descrito em 4.3.8

Os perfis de alumínio utilizados em partes aparentes devem ser protegidos por anodização ou pintura, conforme especificado nas NBR 12609 e NBR 14125. Os fixadores (parafusos, porcas, arruelas etc.) devem ser de aço inoxidável austenítico, conforme a NBR 5601. Os fixadores do sistema de ancoragem devem ser conforme 4.3.1.

As ancoragens e pontaletes devem estar de acordo com 4.3.1, os demais componentes devem atender conforme descrito a seguir. Em aço-carbono e suas ligas, os guarda-corpos deve receber tratamento de superfície (revestimento e/ou pintura) que garanta um desempenho mínimo no ensaio acelerado cíclico de corrosão (conforme NBR 10821-3:2017, Anexo L) bem como atender a NBR 10821-2:2017, 6.2.6 e NBR 10821-2:2017, Tabela 4. Em aço inoxidável austenítico, não é necessária a proteção adicional de superfície.

Quanto ao material, os guarda-corpos de PVC devem atender aos requisitos da EN 12608-1, que trata da especificação dos perfis para a fabricação. Nos guarda-corpos de PVC que utilizam aço em seus perfis devem ser seguidas as especificações descritas em 4.3.3. No caso de guarda-corpos de madeira, deve ser consultada a NBR 7190, que trata de estruturas de madeira.

No caso de guarda-corpos de vidro, devem ser utilizados vidros em conformidade com a NBR 7199. O vidro laminado deve atender à classe de segurança 1, conforme a NBR 14697, e o vidro aramado deve atender à NBR NM 295. A instalação dos guarda-corpos de vidro deve estar de acordo com a NBR 7199. Não podem ser utilizadas massas à base de gesso e óleo (massa de vidraceiro). No caso de colagem estrutural do vidro, adotar os requisitos das NBR 15737 e NBR 15919.

O elemento de fechamento, independentemente do seu material, quando submetido ao ensaio do Anexo C, deve atender aos critérios indicados em 5.3. Na utilização de elemento de fechamento em vidro, o seu uso e a sua instalação devem estar conforme a NBR 7199. No caso de colagem estrutural, o elemento de fechamento deve seguir as recomendações do fornecedor do material de colagem e os requisitos de colagem descritos nas NBR 15737 e NBR 15919.

Os contatos bimetálicos devem ser evitados. Caso eles existam, devem ser utilizados materiais isolantes ou materiais cuja diferença de potencial elétrico não ocasione corrosão galvânica. No caso de contato com perfis de alumínio, deve ser utilizado aço inoxidável austenítico, conforme a NBR 5601. Devem ser especificados em projeto os tipos, o espaçamento e os demais detalhes da ancoragem dos guarda-corpos, dimensionadas de forma a assegurar o desempenho nos ensaios previstos nos Anexos A a C.

São admitidas ancoragens em partes estruturais ou em paredes dimensionadas aos esforços resultantes das cargas previstas neste documento. Qualquer tipo de mureta de alvenaria não pode ser considerado parte estrutural da edificação. Nos guarda-corpos com sistema de fixação química (chumbamento químico) ou mecânica, a ancoragem deve ter profundidade mínima de 70 mm no concreto, desconsiderando a espessura de eventuais contrapisos e revestimentos de pisos e paredes. Os furos preparados para a fixação química devem estar totalmente isentos de poeira, umidade e oleosidade, ou qualquer elemento que interfira entre o fixador e o furo.

A distância do furo para a fixação da ancoragem em relação às bordas verticais ou horizontais deve ser de no mínimo 70 mm, desconsiderando a espessura de eventuais contrapisos e revestimentos de pisos e paredes. Os elementos dos guarda-corpos em aço galvanizado não podem sofrer danos no tratamento superficial, como solda, lixamento e outros. A limpeza dos guarda-corpos como um todo, inclusive guarnições de vedação, deve ser realizada com uma solução de água e detergente neutro, a 5 %, com auxílio de esponja ou pano macio, observando-se os intervalos de tempo descritos a seguir.

Em zona urbana ou rural, no mínimo a cada três meses. Em zona marítima ou industrial, no mínimo a cada um mês. Na limpeza não podem ser utilizados: detergentes ou saponáceos, esponjas de aço, de qualquer espécie, ou qualquer outro material abrasivo. Os produtos ácidos ou alcalinos, em sua aplicação, podem manchar ou tornar opacos os tratamentos superficiais; objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza de cantos de difícil acesso, podendo esta operação ser feita com o auxílio de um pincel de cerdas macias embebido na solução indicada em 7.1.1.

Os produtos derivados de petróleo (por exemplo, vaselina, removedor, thinner etc.) que, em um primeiro instante, podem deixar a superfície mais brilhante e bonita, porém, em sua composição, podem existir componentes que atraem partículas de poeira, que podem agir como abrasivo, reduzindo bastante a vida do acabamento superficial. Os derivados de petróleo também podem ressecar plásticos e borrachas, fazendo com que percam a sua ação vedadora.