O desempenho dos equipamentos de fototerapia para recém-nascido

As formas de tratamento da icterícia incluem fototerapia, a transfusão e a utilização de drogas capazes de acelerar o metabolismo e a excreção da bilirrubina.

A icterícia é uma das alterações mais frequentes tanto em recém-nascidos a termo quanto em prematuros. Segundo pesquisas hospitalares, entre 60 a 90% destes bebês 90% desenvolvem a icterícia que é a manifestação clínica mais evidente da hiperbilirrubinemia no plasma, pode ser notada quando os níveis séricos de bilirrubina total se encontram acima de 5-7mg/dl.

O diagnóstico e tratamento precoce da hiperbilirrubinemia neonatal é importante na prevenção de sua principal complicação o kernicterus, uma síndrome neurológica causada devido a deposição de bilirrubina nas células cerebrais que surgem quando os níveis de bilirrubina são maiores que 25mg/dl, com evidência de lesão neuronal e sequelas motoras graves. Os tipos de icterícia neonatal são classificados segundo a causa do aparecimento e época em que surge, a saber, hiperbilirrubinemia ou icterícia fisiológica, icterícia patológica, icterícia associada à amamentação (IAA) e a icterícia do leite materno.

As formas de tratamento da icterícia incluem fototerapia, a transfusão e a utilização de drogas capazes de acelerar o metabolismo e a excreção da bilirrubina. A escolha do tratamento dependerá do nível sérico da bilirrubina, presença de incompatibilidade sanguínea, peso, idade cronológica, comorbidades associadas, tipo de icterícia, idade gestacional e outros. A fototerapia é o tratamento mais utilizado na hiperbilirrubinemia do recém-nascido e isso se deve ao fato de ser um método não invasivo e de alto impacto na diminuição dos níveis de bilirrubinas plasmáticas, não havendo restrições quanto à maturidade do bebê, da presença ou não de hemólise ou do grau de pigmentação cutânea.

Dependendo do caso e dos equipamentos disponíveis faz-se a escolha do tipo de fototerapia podendo ser convencional com uso do Bilispot, que consiste em foco refletivo de luz halógena que atua de maneira localizada, com uma irradiância em torno 20 a 22 uw/cm²/nmo. Também é utilizado o biliberço, que atua com três lâmpadas fluorescentes azuis no centro e duas lâmpadas fluorescentes em cada uma das laterais (situadas sob o RN) que atingem uma extensa superfície corpórea, com uma irradiância de 18 a 27 uw/cm²/nmo.

A NBR IEC 60601-2-50 de 08/2019 – Equipamento eletromédico – Parte 2-50: Requisitos particulares para a segurança básica e o desempenho essencial do equipamento de fototerapia para recém-nascido é aplicável à SEGURANÇA BÁSICA e ao DESEMPENHO ESSENCIAL do EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO, da forma definida em 201.3.203 desta norma, também referido como EQUIPAMENTO EM e da forma definida em 201.3.203 desta norma, também referido como EQUIPAMENTO EM. Se uma seção ou subseção for especificamente destinada à aplicação ao EQUIPAMENTO EM apenas, ou a SISTEMAS EM apenas, o título e o conteúdo daquela seção ou subseção o indicarão. Se este não for o caso, a seção ou subseção será aplicável tanto ao EQUIPAMENTO EM quanto aos SISTEMAS EM, como for relevante.

PERIGOS inerentes à função fisiológica destinada do EQUIPAMENTO EM ou SISTEMAS EM contidos no escopo desta norma não são abordados pelas prescrições específicas desta norma, com exceção de 7.2.13 e 8.4.1 da norma geral. Esta norma particular especifica prescrições de segurança para EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO, mas métodos alternativos de conformidade com uma seção específica que demonstrem apresentar segurança equivalente não serão julgados como não conformes se o FABRICANTE demonstrar, em seu ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO, que o RISCO apresentado pelo PERIGO foi considerado de nível aceitável quando comparado com o benefício do tratamento com o dispositivo.

Considera-se que os requisitos mínimos de segurança especificados nesta Norma Particular fornecem um grau de segurança praticável na operação do EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO. Esta Norma Particular emenda e suplementa a NBR IEC 60601-1:2010, Equipamento eletromédico – Parte 1: Requisitos gerais para segurança básica e desempenho essencial, daqui por diante denominada norma geral. Os requisitos são seguidos das especificações para os ensaios relevantes.

As diretrizes gerais e justificativas para os requisitos desta norma particular são fornecidas no Anexo AA. Considera-se que o conhecimento das razões para estes requisitos não apenas facilitará a aplicação apropriada desta norma particular, como também, a seu devido tempo, tornará mais rápidas quaisquer revisões necessárias por causa de mudanças na prática médica ou como resultado de desenvolvimentos na tecnologia. Entretanto, este anexo não faz parte dos requisitos desta norma.

As seguintes condições gerais de operação devem ser consideradas nas medições de radiação do EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO. Após 5 h de pré-envelhecimento da fonte radiante, ou depois do tempo especificado para pré-envelhecimento pelo FABRICANTE, se o FABRICANTE tiver especificado um tempo de pré-envelhecimento diferente nos DOCUMENTOS ACOMPANHANTES, os valores iniciais da IRRADIÂNCIA TOTAL PARA BILIRRUBINA Ebi do EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO devem ser medidos nas condições normais de operação para os diferentes ajustes de irradiância definidos pelo fabricante.

As medições de radiação devem ser executadas na posição de operação da lâmpada do EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO à distância especificada pelo FABRICANTE, informada nas instruções de utilização (ver 201.7.9.2.9). As medições de radiação devem ser executadas quando todos os parâmetros importantes para as medições tiverem atingido a condição de estabilidade. O período de estabilização deve ser de pelo menos 0,5 h, ou mais, a não ser que o FABRICANTE informe um tempo diferente nos DOCUMENTOS ACOMPANHANTES.

As instruções de utilização devem incluir também o seguinte: recomenda-se que um aviso de que o EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO só convém ser utilizado por funcionários apropriadamente treinados e sob a direção de profissionais médicos qualificados, familiarizados com os riscos e benefícios atualmente conhecidos da utilização do EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO; informações do FABRICANTE explicando o efeito da variação das condições ambientais sobre o PACIENTE, como, por exemplo, a variação da temperatura ambiente, fontes de radiação diferentes (luz solar) etc.; se necessário, um aviso com informações sobre o filtro e a barreira de proteção prescritos para a UTILIZAÇÃO NORMAL; um aviso de que o equilíbrio hídrico de alguns PACIENTES pode ser afetado; um aviso de que PACIENTES próximos ao EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉMNASCIDO podem precisar de proteção e um aviso, com detalhes, sobre as medidas de proteção adicionais (por exemplo, anteparos, óculos de proteção); um aviso de que os valores de bilirrubina do PACIENTE devem ser medidos regularmente; um aviso de que a utilização de lâminas refletoras pode gerar temperaturas corporais perigosas, se isto for relevante para o tipo de EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO; um aviso para que o PACIENTE receba um protetor ocular sempre que os olhos do PACIENTE puderem ser expostos à radiação do EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉMNASCIDO; um aviso de que o OPERADOR pode sofrer alguns efeitos durante a exposição prolongada à área irradiada pelo EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO; um aviso de que a luz azul pode atrapalhar as observações clínicas porque pode mascarar mudanças na cor da pele, como cianose.

Importante ter um aviso, caso não seja permitida a aplicação de soluções inflamáveis (antissépticos, agentes de limpeza etc.), no EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO; um aviso que, devido aos efeitos da luz, drogas e líquidos de infusão não podem ser armazenados na área de radiação; informações avisando o OPERADOR sobre quaisquer RISCOS associados à operação do EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO na presença de gases que podem manter a combustão (por exemplo, oxigênio, óxido nitroso, agentes anestésicos) e como utilizar apropriadamente o EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO na presença destes gases.

O EQUIPAMENTO EM deve ser projetado de forma que a interrupção e a restauração do fornecimento de energia elétrica com paradas de até 10 min interrompam o tratamento e o OPERADOR seja informado ou os valores pré-ajustados não sejam alterados. A conformidade é verificada desligando-se a REDE DE ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA, depois religando e inspecionando-se o EQUIPAMENTO EM.

A Seção 12 da norma geral é aplicável, com as algumas exceções. Os valores da IRRADIÂNCIA TOTAL PARA BILIRRUBINA Ebi e a sua distribuição sobre a ÁREA IRRADIADA EFETIVA devem ser medidos, utilizando-se todos os pontos de medição, da forma definida na grade de medição em 201.12.1.101. Estes valores podem ser determinados através de medições espectrorradiométricas seguidas de uma avaliação aritmética ou através de medições efetuadas com um radiômetro cuja lente tenha uma sensibilidade espectral limitada para o EQUIPAMENTO DE FOTOTERAPIA PARA RECÉM-NASCIDO (ver 201.3.203).

Com o método espectral, a irradiância espectral El é medida como uma função do comprimento de onda. A IRRADIÂNCIA TOTAL PARA BILIRRUBINA Ebi é o resultado da integração numérica dos valores medidos entre os comprimentos de onda de 400 nm e 550 nm. Com o método integral, a IRRADIÂNCIA TOTAL PARA BILIRRUBINA Ebi é medida com um radiômetro cuja sensibilidade espectral foi ajustada para a irradiância total na faixa de comprimentos de onda entre 400 nm e 550 nm.

A IRRADIÂNCIA TOTAL PARA BILIRRUBINA Ebi após o pré-envelhecimento deve estar em conformidade com as instruções de utilização do FABRICANTE, com uma tolerância máxima de ± 25%. Durante a revisão deste documento, foi requisitado que o comitê considerasse a adição de uma prescrição de inflamabilidade do colchão da CRIANÇA. Como o comitê não conseguiu encontrar evidência que apoiasse uma adição deste tipo, estas breves justificativas foram adicionadas à seção.

Os COLCHÕES ou ALMOFADAS geralmente consistem em dois materiais que apresentam duas funções diferentes. O enchimento serve para apoiar ou embalar a CRIANÇA, enquanto o material da superfície age como uma barreira para o material interno. O requisito primário para o material da superfície é que este não apresente nenhum PERIGO ao PACIENTE que poderia entrar em contato com o PACIENTE durante uma CONDIÇÃO ANORMAL SOB UMA SÓ FALHA do sistema.

Na maioria das aplicações clínicas observou-se que a superfície externa é recoberta por materiais adicionais feitos de fibras naturais (algodão ou materiais fornecidos pelos pais do PACIENTE), que não são especificamente retardantes de chama, mas que funcionam para reduzir ainda mais as qualidades de baixa abrasão da cobertura da ALMOFADA, quando em contato com a pele do recém-nascido. As prescrições primárias do material de enchimento são fornecer uma superfície confortável para a estada a longo prazo do PACIENTE.

Como não há nenhuma fonte de ignição dentro da cobertura de uma incubadora, o RISCO de ignição de fogo na área do colchão é limitado, considerando-se que as prescrições em 6.5 da norma geral para um AMBIENTE RICO EM OXIGÊNIO tenham sido atendidas. Nenhum acidente foi relatado em relação à ignição de fogo dentro da cobertura de uma incubadora por vários anos.

Além disso, mesmo com COLCHÕES aquecidos, preocupações adicionais foram discutidas em relação à toxicidade das fumaças que poderiam ser produzidas por materiais tratados com aditivos de retardamento da chama. Portanto, com exceção da elevação (aceleração) do RISCO de fogo no material de cobertura, nenhuma declaração específica de flamabilidade é prescrita para a cobertura da ALMOFADA e o enchimento interno.

Convém que os Limites de Exposição (LE) sejam utilizados como diretrizes no controle da exposição a fontes de UV e, assim, são destinados a funcionar como limites superiores para a exposição não terapêutica e não eletiva. Os LE foram desenvolvidos com base em populações pouco pigmentadas (por exemplo, caucasianos), de maior sensibilidade e predisposição genética.

Nesta publicação foi apresentado um limite de exposições (LE) para a região espectral próxima ao ultravioleta UV-A (315 nm a 400 nm). A exposição radiante total incidente na pele desprotegida não pode exceder os valores fornecidos na tabela abaixo. Os valores para a eficácia espectral relativa, Sl, são fornecidos para até 400 nm para expandir o espectro de ação na UV-A quando se determina o LE para exposição da pele.

Considera-se que esses limites também podem ser utilizados para a fototerapia em CRIANÇAS, quando os limites acima são calculados para uma exposição de 3 dias (72 horas) (dividindo-se os 30 J/m² por 72 h) e calculando-se uma potência constante de irradiância em watts (W/m²) (dividindo-se por 3.600 s). Este cálculo resulta em um espectro reduzido limitado para a irradiação UV-A e respeita o tempo de exposição ininterrupto da fototerapia entre 24 h e 3 dias.

As exigências obrigatórias para os tanques soldados para petróleo e derivados

Os tanques de armazenamento podem ser projetados para armazenar uma ampla gama de volumes de produto.

Os tanques de armazenamento são equipamentos estáticos de caldeiraria pesada, sujeitos à pressão próxima à atmosférica e, na maioria das vezes, destinados ao armazenamento de petróleo e seus derivados. Este trabalho irá tratar de um tanque de armazenamento atmosférico (não pressurizado), cilíndrico, vertical, não enterrado, construído com chapas de aço-carbono posteriormente soldadas, para armazenamento de gasolina.

Este equipamento é comumente encontrado em refinarias, bases de distribuição, parques industriais, etc. Os tanques de armazenamento são uma divisão de vasos de armazenamento, cujos não são pressurizados. Os vasos de armazenamento com pressões baixas são denominados tanques de baixa pressão, e os de alta pressão são denominados vasos de pressão.

Os tanques de armazenamento podem ser projetados para armazenar uma ampla gama de volumes de produto. No Brasil, é usual projetar tanques de armazenamento com 18 capacidades que vão de 100 barris (16m³) até 700.000 barris (112.000m³). O barril é uma unidade de medida de petróleo líquido (geralmente petróleo cru) igual a 158,987294928 litros no caso do barril estadunidense.

Quanto maior o volume armazenado, menor é o custo de armazenamento por barril. Isso faz com que o interesse pela construção de tanques cada vez maiores seja cada vez mais comum. Porém, há um limite para dimensionamento de um tanque de armazenamento. Isso se deve à pressão hidrostática que o fluido armazenado exerce na parede do tanque.

Quanto maior a pressão, maior a espessura de costado requerida no projeto. Estas espessuras têm medidas padronizadas pelos fabricantes de chapa de aço-carbono. Assim, chegando a um limite para o dimensionamento do tanque de armazenamento.

A NBR 7821 de 04/1983 – Tanques soldados para armazenamento de petróleo e derivados tem por objetivo estabelecer as exigências mínimas que devem ser seguidas para materiais, projeto, fabricação, montagem e testes de tanques de aço-carbono, soldados, cilíndricos, verticais, não enterados, com teto fixo ou flutuante, destinados ao armazenamento de petróleo e seus derivados líquidos. Com exceção do que estabelece o Anexo F, esta norma abrange apenas os tanques sujeitos a uma pressão próxima da atmosférica, permitindo-se que a válvula de respiro do tanque, quando existente, esteja regulada para uma pressão manométrica máxima de 0,0035 kgf/cm², e para um vácuo máximo de 0,0038 kgf/cm², ambos os valores medidos no topo do tanque. O Anexo F estabelece os requisitos adicionais a que devem atender os tanques de teto fixo dimensionados para pequenas pressões internas, acima de 0,0035 kgf/cm².

Esta norma inclui também diversas recomendações de boa prática que embora não obrigatórias, podem ser seguidas ou não, a critério do comprador ou do projetista do tanque. Recomenda-se, portanto, que no documento de compra ou de encomenda do tanque, o comprador manifeste explicitamente o seu desejo ou a sua preferência sobre as recomendações não obrigatórias desta norma, bem como sobre quaisquer outros pontos em que houver possibilidade de opção do fabricante ou do montador do tanque.

Esta norma abrange apenas tanques cujos produtos armazenados tenham temperaturas compreendidas entre os seguintes limites: temperatura mínima: -6°C e temperatura máxima: + 200°C. O Anexo B desta norma fornece, sem que sua utilização seja obrigatória, algumas dimensões típicas, espessuras de chapas do costado e capacidades de tanques construídos de acordo com esta norma. O Anexo E desta norma apresenta uma alternativa de critério para o projeto de costados de tanques de armazenamento. O Anexo G fornece um critério especial de projeto prevendo a utilização de aços de alta resistência e alta resiliência. O Anexo J contém uma alternativa de procedimento para o cálculo das espessuras dos anéis dos costados de tanques.

Os Anexos D e H desta norma apresentam os requisitos a que devem atender tipos especiais de tetos para tanques de armazenamento. O Anexo D fornece os requisitos para os tetos flutuantes do tipo pontão e para os tetos flutuantes duplos. O Anexo H fornece os requisitos para um teto flutuante a ser instalado num tanque que já possua um teto fixo na sua parte superior. O Anexo I desta norma apresenta os requisitos relativos aos tanques totalmente montados na fábrica, cujo diâmetro não exceda 6 m.

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Qual a deve ser a dimensão da solda?

Como devem ser executadas as juntas horizontais do costado?

Qual deve ser espessura nominal mínima para chapas do costado?

Como deve ser feito o projeto do anel de contraventamento por tanques abertos no topo?

Quais devem ser as tensões admissíveis?

Quais devem ser as conexões e acessórios para tanques?

Quais são as espessuras das tampas e dos flanges das bocas de visita do costado?

Os tanques cobertos por esta norma classificam-se, de acordo com o tipo de teto, em: tanques sem teto e tanques de teto fixo. Os tanques de teto suportado – tanques cujos tetos possuem uma estrutura de sustentação, com ou sem colunas: tanques de teto cônico suportado, tanques de teto em domo suportado, tanques de teto em gomos suportado, tanques de teto autoportante – tanques cujos tetos não possuem estrutura de sustentação: tanques de teto cônico autoportante, tanques de teto em domo autoportante, tanques de teto em gomos autoportante, tanques de teto flutuante, tanques de teto duplo, tanques de teto pontão.

As chapas a serem utilizadas devem estar de acordo com a última edição de uma das seguintes especificações, respeitadas as modificações e limites indicados nesta norma. Outros materiais produzidos de acordo com especificações diferentes das listadas neste capítulo podem ser empregados desde que seja comprovado que tais materiais preenchem todos os requisitos de uma das especificações deste capítulo e seu uso seja aprovado pelo cliente.

Chapas grossas ASTM A-36: Aço Estrutural2), espessura máxima da chapa: 37,5 mm, ASTM A-283: chapas de aço-carbono de qualidade estrutural com resistência à tração baixa e intermediária graus c e d apenas espessura máxima da chapa: grau c: 37,5 mm e grau d: 19,0 mm. ASTM A-285: chapas de aço para vasos de pressão com resistência à tração baixa e intermediária. Somente grau c, espessura máxima da chapa: 37,5 mm.

ASTM A-573 Chapas de Aço-carbono Estrutural com Tenacidade Melhorada, Grau 70, Modificado NBR 5006 Chapas Grossas de Aço-carbono de Baixa e Média Resistência para Vasos de Pressão. Somente Grau BM-21 NBR 6648 Chapas Grossas de Aço-carbono de Baixa e Média Resistência para Usos Estruturais. Graus G-24 e G-26.

Quando o rigor das condições de trabalho exigir o uso de materiais de melhor qualidade, chapas de acordo com as especificações seguintes poderão ser utilizadas, respeitadas as modificações e os limites indicados nesta norma: ASTM A-131 Aço Estrutural para Navios (Qualidade Estrutural Somente) Espessura máxima da chapa: Grau A: 12,5 mm, Grau B: 25,0 mm, Grau C não normalizado: 37,5 mm, Grau CS normalizado: 37,5 mm.

Para chapas de reforço do costado ou para flanges podem ser usadas chapas com espessuras acima de 37,5 mm, mas não superiores a 50,0 mm, em tanques construídos de acordo com esta norma e com o Anexo E da mesma, desde que as chapas preencham os requisitos especificados na Tabela 30 do Anexo E desta Norma. ASTM A-442 Chapas de Aço-carbono com Melhores Propriedades de Transição, para Vasos de Pressão, Espessura máxima da chapa: 37,5 mm ASTM A-516 Chapas de Aço-carbono para Vasos de Pressão, para Temperaturas de Serviço Baixas e Intermediárias. Espessura máxima da chapa: 37,5 mm. NBR 5001 Chapas Grossas de Aço-carbono, para Vasos de Pressão, para Trabalho em Temperaturas Baixas e Moderadas Espessura máxima da chapa: 37,5 mm.

Para chapas de reforço do costado ou para flanges podem ser usadas chapas com espessuras acima de 37,5 mm, mas não superiores a 75,0 mm, em tanques construídos de acordo com esta norma e com o Anexo E, desde que as chapas preencham os requisitos especificados na Tabela 30 do Anexo E desta norma.

ASTM A-537 Chapas de Aço-carbono-Manganês-Silício Tratadas Termicamente para Vasos de Pressão. Grau A Somente, Espessura máxima da chapa: 37,5 mm. Para chapas de reforço do costado ou para flanges podem ser usadas chapas com espessuras acima de 37,5 mm, mas não superiores a 50,0 mm, em tanques construídos de acordo com esta norma e com o Anexo E da mesma, desde que as chapas preencham os requisitos especificados na tabela 30 do Anexo E desta norma. As chapas fabricadas de acordo com esta especificação podem ser fornecidas sem teste de impacto.

ASTM A-573 Chapas de Aço-carbono Estrutural com Tenacidade Melhorada. Grau 70, Requisitos: Tensão de escoamento (min): 30 kgf/mm², Tensão de ruptura (máx): 63 kgf/mm², ASTM A-662 Chapas de Aço-carbono Manganês para Vasos de Pressão para Serviços em Temperaturas Baixas e Moderadas. Grau B somente Espessura máxima da chapa: 37,5 mm, NBR 5002 Chapas Grossas de Aço-carbono para Caldeiras e Outros Vasos de Pressão, para Trabalho em Alta Temperatura. Graus 3, 4 e 5.

As chapas de aço carbono com adições de cobre poderão ser usadas desde que especificadas pelo comprador. O fabricante deve indicar na sua proposta a especificação (ou especificações) das chapas que pretende utilizar. Chama-se atenção para o fato de que o aço carbono sofre uma considerável queda na sua ductilidade quando submetido a baixas temperaturas, ficando sujeito ao risco de fraturas frágeis catastróficas.

A probabilidade de ocorrência dessas fraturas é tanto maior quanto mais baixa for a temperatura do metal, e quanto maiores forem as espessuras da chapa, o nível de tensões no material, o tamanho dos grãos e o teor de carbono no aço. Em operação normal dificilmente existe esse perigo para um tanque, porque os produtos de petróleo são em geral estocados em temperaturas acima da temperatura de transição dos aços carbono. Pode, entretanto, haver um sério risco durante o teste hidrostático, não só porque o nível de tensões no material é mais elevado, como principalmente porque a temperatura da água do teste pode estar bastante baixa em lugares de clima frio.

A ocorrência de fraturas frágeis pode ser evitada adotando-se um aço carbono de melhor qualidade, que tenha uma temperatura de transição mais baixa. Recomenda-se que para tanques importantes, nos quais se justifique uma segurança adicional, sejam empregadas para o costado chapas de acordo com a tabela abaixo em função da temperatura mínima esperada para a água do teste hidrostático.

ASTM A-570 Chapas Finas e Tiras de Aço-carbono Laminado a Quente de Qualidade Estrutural. Grau C apenas NBR 6649 e NBR 6650 Chapas Finas de Aço carbono para Usos Estruturais. Graus CF-24 e CF-26. Chapas de aço carbono com adições de cobre poderão ser usadas desde que especificadas pelo comprador. O fabricante deve indicar na sua proposta a especificação (ou especificações) das chapas que pretende utilizar.

Os eletrodos para soldagem manual devem atender às exigências da norma AWS A-5.13) (classes AWS E-60XX e E-70XX), obedecidas as características de corrente elétrica, de polaridade e posição de soldagem, bem como outras condições implícitas nesta norma técnica. Entretanto, nos casos em que os materiais a serem soldados possuam propriedades mecânicas superiores aos eletrodos estabelecidos, deverão ser usadas classes de eletrodos e procedimentos de forma a se conseguir uma solda com propriedades compatíveis com as dos materiais que serão soldados.

Os perfis de aço laminado para fins estruturais devem estar de acordo com a última edição das normas NBR 6109, NBR 6351, NBR 6352, NBR 7007, NBR 7012, NB-143, todas da ABNT; ASTM A-36 e com os padrões do Manual do AISC para perfis I, H, U e cantoneiras de abas iguais e desiguais. Perfis de aço com adições de cobre poderão ser usados, desde que especificados pelo comprador.

Os pescoços das conexões ligadas a qualquer tubulação devem ser fabricados com materiais que satisfaçam às especificações relacionadas a seguir: para tubos de diâmetro externo até 273 mm (Tamanho 10): ASTM A-53 ou ABNT NBR 6321 (ASTM A-106); para tubos de diâmetro externo maior do que 273 mm (Tamanho 10): chapas ASTM A-285 Grau C, ASTM A-515 Grau 60, ou ASTM A-516, qualquer Grau. Para conexões não ligadas a tubulações admite-se também o tubo feito de chapa ASTM A-283, Grau C.

Os tubos para estruturas podem ser de aço carbono, conforme a especificação ASTM A-53, devendo o fabricante discriminar o material que pretende usar. As luvas devem ser de aço carbono forjado, conforme as especificações da ASTM A-181 ou A-105. Os flanges de bocais ligados a qualquer tubulação, quando forjados, devem corresponder às exigências da especificação ASTM A 181; podem, ainda, ser fabricados de chapas ASTM A-285 Grau C, ASTM A-515 Grau 60, respeitadas as espessuras máximas estabelecidas no item 5.1, ou ASTM A-516 (qualquer espessura).

Quanto às dimensões e furações, os flanges até o tamanho 24 devem obedecer à norma ANSI B 16.5 e os flanges maiores à norma API-605 salvo quando o comprador especificar em contrário. Não será permitido o uso de flanges fundidos. Os flanges não ligados a tubulações poderão ser fabricados de chapas cujos materiais estejam de acordo com o item 5.1.1.

Os parafusos e as porcas usados para unir tubulações devem estar de acordo com as especificações ASTM A-193, Grau B-7 e ASTM A-194, Grau 2H, respectivamente. Os parafusos e as porcas para todos os outros fins poderão ser fabricados de acordo com a especificação ASTM A-307. O comprador deve especificar na ordem de compra o formato das cabeças dos parafusos e das porcas, e se os parafusos e as porcas devem ter dimensões normais ou reforçadas (séries normal e pesada, respectivamente).

As seguintes definições ficam estabelecidas: solda de topo – solda executada entre duas peças dispostas topo a topo; as faces das peças a serem soldadas podem ser paralelas ou chanfradas; solda de ângulo – solda de corte transversal aproximadamente triangular, unindo duas superfícies aproximadamente em ângulo reto, tais como as juntas sobrepostas em “T” ou de quina; solda de ângulo integral – solda de ângulo cuja dimensão é igual à espessura da chapa (ou peça) de menor espessura dentre as que estão sendo soldadas; solda intermitente – solda de ângulo ou sobreposta cujo cordão é interrompido a espaços regulares; junta de topo simplesmente soldada – junta entre duas peças, topo a topo, dispostas aproximadamente no mesmo plano e soldadas por um só lado; junta de topo duplamente soldada – junta entre duas peças, topo a topo, dispostas aproximadamente no mesmo plano e soldadas pelos dois lados; junta de topo simplesmente soldada e com cobre junta – junta entre duas peças, topo a topo, dispostas aproximadamente no mesmo plano, soldadas somente de um lado, usando-se uma tira, barra ou outro elemento como cobre junta; junta sobreposta, simplesmente soldada – junta entre duas peças sobrepostas nas quais somente a borda de uma delas é soldada com solda de ângulo; junta sobreposta, duplamente soldada – junta entre duas peças sobrepostas, nas quais ambas as bordas são soldadas com solda de ângulo.

A segurança dos reservatórios termossolares domésticos

Os projetos comerciais de energia solar são geralmente instalados em uma escala maior do que a residencial.

A energia solar é energia utilizável gerada pelo sol na forma de energia elétrica ou térmica. Pode ser capturada de várias maneiras, a mais comum delas é com painéis solares fotovoltaicos que convertem os raios do sol em eletricidade utilizável.

Além de usar energia fotovoltaica para gerar eletricidade, a energia solar é comumente usada em aplicações térmicas para aquecer espaços internos ou fluidos. Os proprietários de imóveis residenciais e comerciais podem instalar sistemas solares de água quente e projetar seus edifícios com aquecimento solar passivo em mente para aproveitar totalmente a energia solar com a tecnologia solar.

Os painéis solares são instalados em três escalas principais: residencial, comercial e de utilidade. A energia solar em escala residencial é tipicamente instalada em telhados de casas ou em terrenos abertos (montados no solo) e geralmente está entre 5 e 20 kW, dependendo do tamanho de uma propriedade.

Os projetos comerciais de energia solar são geralmente instalados em uma escala maior do que a residencial. Embora as instalações individuais possam variar muito em tamanho, a energia solar em escala comercial atende a um objetivo consistente: fornecer energia solar no local para empresas e organizações sem fins lucrativos. Por fim, os projetos de energia solar em escala de serviços públicos que, normalmente, são grandes instalações de vários megawatts (MW) que fornecem energia solar a um grande número de clientes de serviços públicos.

A NBR 16641 de 08/2018 – Requisitos específicos em reservatórios para utilização em sistemas de acumulação de energia térmica solar – Segurança mecânica e elétrica estabelece os requisitos de segurança dos reservatórios termossolares para uso doméstico e aquecimento solar de água em sistemas com temperatura máxima de 95 °C, volume máximo de até 1.000 L, pressão máxima de trabalho de 392 kPa e tensão nominal de até 380 V. aplica a equipamentos não destinados ao uso doméstico padrão, mas que, no entanto, podem ser uma fonte de perigo para o público, como um equipamento destinado a ser usado por leigos no comércio, na produção agrícola e industrial. Não se aplica a: avaliação da perda específica de energia mensal máxima (kW.h/L.mês) por capacidade do reservatório termossolar que deve obedecer as normas e legislações vigentes; equipamentos para ferver água; aquecedores instantâneos de água; equipamentos de distribuição comerciais e máquinas de venda automática; equipamentos destinados exclusivamente para fins industriais; dispositivos destinados a serem utilizados em locais onde prevalecem condições especiais, como a presença de uma atmosfera corrosiva ou explosiva (poeira, vapor ou gás); caixas d’água.

Esta norma trata dos perigos comuns apresentados por equipamentos que são encontrados por qualquer pessoa dentro e fora da casa. No entanto, em geral, não leva em conta: pessoas (incluindo crianças) cujas capacidades físicas, sensoriais ou mentais, ou a falta de experiência e conhecimento, as impedem de utilizar o equipamento com segurança, sem supervisão ou instrução; animais e insetos que possam interferir com os componentes de segurança do sistema. Chama-se a atenção para o fato de que requisitos adicionais podem ser necessários: para equipamentos destinados a serem utilizados em altas altitudes; para equipamentos destinados a serem utilizados em veículos ou a bordo de navios ou aeronaves; quando especificados pelas autoridades de saúde e do trabalho ou similar; quando existem normas para a instalação de equipamentos ligados diretamente à rede de água.

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Como deve ser executado o ensaio de resistência ao calor e fogo?

Como deve ser o esquema de um reservatório fechado para atmosfera (bombeado)?

Quais são as informações permanentes de identificação dos reservatórios?

Quais são as medidas para a limitação da temperatura e pressão em reservatórios fechados?

Esta norma reconhece o nível de proteção aceito internacionalmente contra riscos, tais como: elétricos, mecânicos, térmicos e fogo dos equipamentos quando operados em utilização normal, tendo em conta as instruções do fabricante. Abrange também situações anormais que podem ser previstas e levam em conta a maneira pela qual fenômenos eletromagnéticos podem afetar o funcionamento seguro dos equipamentos.

Esta norma atende aos requisitos da NBR 5410, exceto quando especificado nesta norma, de modo que exista compatibilidade com as regras de projeto elétrico, quando o equipamento está ligado ao fornecimento de energia. Se um equipamento do escopo desta norma também incorpora funções que são abrangidas por outra norma, por exemplo, aquecimento a gás ou bomba de calor, deve ser aplicada separadamente a cada uma das funções, atendendo às normas e legislações vigentes.

Se for o caso, a influência da função de um por outro, deve ser levada em conta. Um equipamento que está em conformidade com o texto da norma não será necessariamente considerado em conformidade com os princípios de segurança da norma que, quando examinados e ensaiados, verifica-se que possui outras características que diminuem o nível de segurança abrangidos por esses requisitos.

Um equipamento empregando materiais ou formas de construção que diferem daqueles detalhados nos requisitos desta norma pode ser examinado e ensaiado em função dos objetivos visado por esses requisitos e, se julgado substancialmente equivalente, pode considerar-se como atendendo aos princípios de segurança desta norma. Os equipamentos devem ser construídos de tal forma, que em seu uso normal, operem de forma segura para não causar perigo às pessoas ou ao seu entorno, respeitando as regras de projeto, instalação, acesso e manutenção. Os requisitos para projeto e fabricação devem atender à NBR NM 60335-1.

As pressões intermediárias dentro da faixa de classificação devem ser informadas pelo fabricante. Para reservatório com extra baixa pressão com caixa d’água acoplada ou incorporada, a pressão de projeto deve ser de no mínimo, equivalente ao seu diâmetro externo em metros para mca e menor 39,2 kPa (4 mca).

Quanto ao isolamento elétrico, os reservatórios termossolares devem ser no mínimo classe 01, conforme NM 60335-1. Reservatórios termossolares com invólucros elétricos devem ser de no mínimo IP24, conforme a NBR IEC 60529. Os requisitos para proteção contra acesso às partes energizadas devem atender às recomendações da NBR NM 60335-1:2010, Seção 8. O acesso às partes energizadas deve ser protegido, de modo que só possa ser alcançado após a remoção de uma tampa de proteção, cuja remoção seja possível somente com ferramenta.

Os requisitos para potência de entrada e corrente devem estar em conformidade com a NBR 14013. Os requisitos para aquecimento dos componentes elétricos devem atender à NBR NM 60335-1:2010, Seções 11.1 a 11.6 e 11.8, exceto Seção 11.7, substituído pelo requisito a seguir: o equipamento é operado até que as condições estáveis sejam estabelecidas ou até que o termostato interrompa a corrente pela primeira vez após 16 h, o que for menor.

Os requisitos para a corrente de fuga e isolamento elétrico devem atender à NM 60335-1:2010, Seção 16. Os pés ou apoios devem ser projetados de forma a suportar o peso do produto em condição normal de operação e garantir sua estabilidade. As estruturas de sustentação devem ser projetadas de forma que mantenham suas características operacionais pelo período mínimo de cinco anos sob condições normais de sua aplicação.

O orifício de drenagem deve ser compatível com o volume do reservatório ou dimensões do sistema de respiro, de modo que a água possa escoar sem prejudicar a integridade física do equipamento, quando existente. O dreno pode ou não ser integrado ao reservatório. O respiro do reservatório do tipo aberto deve ser compatível com o volume, construído de forma que o fluxo de água não seja restringido em sua extensão e o reservatório submetido a uma pressão significativa. O respiro pode ou não ser integrado ao reservatório.

Elementos de aquecimento e sensores de controle térmico, em contato com a superfície externa do recipiente, devem ser protegidos e mantidos em posição segura, quando existentes. Os requisitos para fiação interna devem atender à NBR NM 60335-1:2010 Seção 23. O dimensionamento da fiação deve atender à NBR 5410.

Os componentes elétricos citados na NBR NM 60335-1:2010, Seção 24, devem estar em conformidade com os requisitos de segurança, complementados pelos critérios especificados em 4.11.1 e 4.11.2. Os protetores térmicos podem ser de rearme automático ou manual. A operação do protetor térmico de um reservatório termossolar solar fechado deve assegurar que a temperatura da água não ultrapasse a 99 °C. O ponto de instalação deve assegurar que a resistência elétrica esteja sempre imersa em água. Para reservatórios em nível, deve ser considerado o nível mínimo de água.

Os requisitos para o ponto de alimentação e cabos flexíveis externos devem atender às NBR NM 60335-1:2010, Seção 25, e ABNT NBR 5410. Os equipamentos devem ser ligados permanentemente à fiação fixa, não possuindo ligações intermediárias. Também, em situações de queda de energia elétrica. A posição da válvula de alívio de temperatura e pressão ou do sensor de temperatura de água do reservatório deve ser próxima da linha d’água superior dentro do reservatório termossolar.

O bulbo de temperatura da válvula de alívio de temperatura e pressão deve entrar na água em uma profundidade mínima em acordo com a especificação do fornecedor da válvula. A posição do ponto da leitura deve ser entre 5 cm e 15 cm abaixo da linha d’água. A vazão mínima da válvula de alívio de temperatura e pressão deve ser suficiente para descartar o fluido (energia) fornecido pelo coletor solar. Cada reservatório termossolar fechado à atmosfera deve possuir um dispositivo de limitação de temperatura e pressão, ver figura abaixo.

As informações que devem constar no produto de forma visível estão divididas em permanentes, que devem permanecer indeléveis no produto durante a sua vida útil, resistentes às intempéries, produtos químicos ou ações do tempo, e temporárias, que devem permanecer no produto no mínimo até a sua instalação. Essas informações podem ser colocadas em etiquetas ou placas metálicas.

O reservatório deve ser identificado de forma indelével e em parte não destacável, com as seguintes informações mínimas: fabricante ou fornecedor responsável pelo produto no Brasil e informações para contato; modelo do reservatório; volume nominal expresso em Litros (L); pressão nominal de trabalho expresso em metros de coluna d’água (mca); potência da resistência expressa em kW e tensão (V), expressa em V, se aplicável; frase: “IMPORTANTE: Consulte sempre o manual do produto”.

NFPA 55: os gases comprimidos e o código de fluidos criogênicos

Essa norma internacional, com edição atual para 2020 feita pela National Fire Protection Association (NFPA), aplica-se à instalação, armazenamento, uso e manuseio de gases comprimidos e fluidos criogênicos em cilindros, recipientes, equipamentos e tanques portáteis e estacionários em todas as ocupações. A norma oferece requisitos abrangentes para uma instalação, armazenamento, uso e manuseio de gases industriais mais seguros com novas definições e adições para representar os mais recentes padrões e procedimentos da indústria.

A NFPA 55:2020 – Compressed Gases and Cryogenic Fluids Code aplica-se à instalação, armazenamento, uso e manuseio de gases comprimidos e fluidos criogênicos em cilindros, recipientes, equipamentos e tanques portáteis e estacionários em todas as ocupações. Este código não se aplica ao transporte externo de materiais cobertos por este código. Para regulamentações sobre o transporte de gases, consulte 49 CFR 100–185, Transporte e Regulamentação de Transporte de Mercadorias Perigosas. A norma oferece requisitos abrangentes para uma instalação, armazenamento, uso e manuseio de gases industriais mais seguros com novas definições e adições para representar os mais recentes padrões e procedimentos da indústria.

Conteúdo da norma

Capítulo 1 Administração

1.1 Escopo

1.2 Finalidade

1.3 Aplicação

1.4 Retroatividade

1.5 Equivalência

1.6 Unidades e fórmulas

1.7 Execução

Capítulo 2 Publicações referenciadas

2.1 Geral

2.2 Publicações da NFPA

2.3 Outras publicações

2.4 Referências para extratos em seções obrigatórias

Capítulo 3 Definições

3.1 Geral

3.2 Definições oficiais da NFPA

3.3 Definições gerais

Capítulo 4 Requisitos gerais

4.1 Licenças

4.2 Plano de Emergência

4.3 Encerramento do recinto

4.4 Sistemas de gás a granel estacionário fora de serviço

4.5 Documentação de plano de gestão e materiais perigosos

4.6 Liberação de materiais perigosos

4.7 Treinamento de pessoal

4.8 Ligação de resposta de emergência

4.9 Controles da fonte de ignição

4.10 Sinais

4.11 Proteção contra danos veiculares

4.12 Materiais de construção civil

Capítulo 5 Classificação de riscos

5.1 Classificação de materiais perigosos

Capítulo 6 Controles relacionados ao edifício

6.1 Geral

6.2 Áreas de controle

6.3 Níveis de proteção de ocupação

6.4 Salas de gás

6.5 Salas de hidrogênio

6.6 Edifícios destacados

6.7 Proteção do tempo

6.8 Equipamentos elétricos

6.9 Sistema de alarme dos empregados

6.10 Controle de explosão

6.11 Sistemas de proteção contra incêndio

6.12 Iluminação

6.13 Sinais de identificação de perigo

6.14 Controle de derramamento, drenagem e contenção secundária

6.15 Prateleiras

6.16 Terminação do tubo de ventilação

6.17 Ventilação

6.18 Gabinetes de gás

6.19 Recintos exaustores

6.20 Válvula principal

Capítulo 7 Gases comprimidos

7.1 Geral

7.2 Armazenamento

7.3 Uso e manuseio

7.4 Sistemas de gases medicinais

7.5 Gases corrosivos

7.6 Gases inflamáveis

7.7 Gases oxidantes

7.8 Gases pirofóricos

7.9 Gases tóxicos

7.10 Gases reativos instáveis

Capítulo 8 Fluidos criogênicos

8.1 Geral

8.2 Contêineres – projeto, construção e manutenção

8.3 Tubulação do ventilador de alívio de pressão

8.4 Marcação

8.5 Segurança

8.6 Separação de condições perigosas

8.7 Fiação e equipamentos elétricos

8.8 Serviço e reparo

8.9 Uso não autorizado

8.10 Vazamentos, danos e corrosão

8.11 Iluminação

8.12 Armazenamento

8.13 Uso e manuseio.

Capítulo 9 Sistemas a granel de oxigênio

9.1 Geral

9.2 Materiais de construção

9.3 Localização de sistemas de oxigênio a granel

9.4 Fabricação do sistema

9.5 Inspeção.

Capítulo 10 Sistemas de hidrogênio

10.1 Aplicabilidade

10.2 Geral

10.3 Sistemas de hidrogênio em grandes quantidades

10.4 Sistemas de hidrogênio gasoso a granel

Capítulo 11 Sistemas de hidrogênio liquefeito a granel

11.1 Geral

11.2 Projeto de sistemas de hidrogênio liquefeito a granel

11.3 Localização de sistemas de hidrogênio liquefeito a granel

11.4 Considerações de projetos em locais específicos

11.5 Desembarque de transporte de carga

Capítulo 12 Sistemas de geração de gás

12.1 Geral

12.2 Gases corrosivos (Reservado)

12.3 Gases inflamáveis – Criogênico (Reservado)

12.4 Gases oxidantes (Reservado)

12.5 Outros gases (Reservado)

12.6 Gases pirofóricos (Reservado)

12.7 Gases tóxicos (Reservado)

12.8 Gases reativos instáveis (Reservado)

Capítulo 13 Sistemas de dióxido de carbono

13.1 Geral

13.2 Sistemas de gás comprimido com dióxido de carbono não isolado (Reservado)

13.3 Sistemas de gás comprimido com dióxido de carbono isolado

13.4 Sistemas isolados de dióxido de carbono líquido

13.5 Materiais de construção

13.6 Instruções de operação

13.7 Pequenos sistemas internos com dióxido de carbono líquido isolado

13.8 Pequenos sistemas isolados de dióxido de carbono líquido

13.9 Sistemas de dióxido de carbono líquido com isolamento interno (reservado)

13.10 Sistemas de dióxido de carbono líquido com isolamento externo

13.11 Sistemas de bebidas com dióxido de carbono

Capítulo 14 Armazenamento, manuseio e uso de óxido de etileno para esterilização e fumigação

14.1 Geral

14.2 Recebimento e descarregamento de contêineres de óxido de etileno

14.3 Armazenamento de óxido de etileno

14.4 Sistemas de tubulação

14.5 Áreas de dispensação de gás

14.6 Operações

14.7 Instalação elétrica

14.8 Construção do esterilizador

14.9 Eliminação e emissões

14.10 Manutenção

14.11 Construção

14.12 Proteção Contra Incêndio.

Capítulo 15 Centrais de carregamento de cilindros de acetileno

15.1 Geral

15.2 Localização

15.3 Controles relacionados ao edifício

15.4 Projeto, instalação e ensaio

15.5 Operações do processo

15.6 Manutenção (Reservado)

15.7 Problemas especiais – matérias primas

Capítulo 16 Sistemas de óxido nitroso líquido

16.1 Geral

16.2 Localização de sistemas de óxido nitroso a granel

16.3 Projeto do contêiner

16.4 Instalação do contêiner

16.5 Materiais de construção

16.6 Vaporizadores e aquecedores

16.7 Bombas

16.8 Peneiras e filtros

16.9 Medidores de fluxo

16.10 Limpeza

16.11 Procedimentos de manutenção

16.12 Sistemas internos de pequenos óxidos nitrosos líquidos isolados (Reservado)

Capítulo 17 Sistemas centrais de fornecimento de fluido criogênico para instituições de saúde

17.1 Geral

17.2 Instalação de sistemas de fornecimento central de fluido criogênico

17.3 Operação dos sistemas centrais de fornecimento de fluidos criogênicos

17.4 Sistema de suprimento principal

17.5 Sistema de abastecimento de reserva

17.6 Sistema de enchimento criogênico

17.7 Vaporizadores

17.8 Tubos de distribuição de alta pressão

17.9 Dispositivos de controle de pressão

17.10 Dispositivos de alívio de pressão

17.11 Tubulação e válvulas

17.12 Alarmes

Anexo A Material explicativo

Anexo B Operações anexas

Anexo C Propriedades físicas do hidrogênio

Anexo D Propriedades significativas do óxido de eteno

Anexo E Explicação da metodologia utilizada para desenvolver as distâncias de separação

Anexo F Exemplo de ordenação adotando a NFPA 55

Anexo G Requisitos da OSHA para os sistemas de hidrogênio

Anexo H Determinação da separação e das distâncias para sistemas de hidrogênio gasoso a granel

Anexo I Referências informacionais

A NFPA 55 é usada como documento fonte para os requisitos fundamentais para instalações de sistema de gás hidrogênio comprimido (GH2) ou gás hidrogênio liquefeito (LH2). A correlação entre a NFPA 55 e a NFPA 2 – Código de Tecnologias de Hidrogênio é de responsabilidade dos dois comitês técnicos envolvidos. Os requisitos de instalação para o volume GH2 ou LH2 são considerados como disposições fundamentais.

Por outro lado, os requisitos específicos de uso para aplicações designadas como o abastecimento de veículos não são residentes na NFPA 55 e estão sob a alçada do Comitê Técnico da NFPA 2. Onde houver disposições específicas ou controles incluídos na NFPA 55, os seus controles específicos prevalecerão, exceto em que as modificações feitas nas provisões que foram extraídas podem ser seguidas quando as modificações tiverem sido feitas dentro do procedimento de extrato da NFPA conforme indicado no Manual de Estilo.

Para os documentos do comité NFPAT, que trata das misturas não inflamáveis de óxido de etileno com outros produtos químicos, o óxido de etileno nas câmaras 10 scf (0,283 Nm³) ou menos em volume ou para recipientes contendo 7,05 oz (200 g) de óxido de etileno ou menos, os controles específicos da NFPA 55 prevalecerão, exceto onde que as modificações feitas nas provisões que foram extraídas podem ser seguidas quando as modificações tiverem sido feitas dentro do procedimento de extrato da NFPA conforme indicado no Manual de Estilo para Documentos do Comitê NFPAT.

As misturas não inflamáveis de óxido de etileno com outros produtos químicos, como óxido de etileno nas câmaras 10 scf (0,283 Nm³) ou menos em volume ou para recipientes contendo 7,05 oz (200 g) de óxido de etileno ou menos, os controles específicos da NFPA 55 prevalecerão, exceto onde que as modificações feitas nas provisões que foram extraídas podem ser seguidas quando as modificações tiverem sido feitas dentro do procedimento de extrato da NFPA conforme indicado no Manual de Estilo para Documentos do Comitê NFPAT.

Enfim, os gases comprimidos e os fluidos criogênicos requerem medidas de segurança especiais que possam oferecer proteção contra riscos fisiológicos, de sobrepressurização, explosivos e de inflamabilidade. O Código NFPA 55 vem preencher a lacuna de segurança com o conjunto mais abrangente de requisitos de gases industriais nos Códigos de Incêndio Nacional.

A edição de 2020 da NFPA 55 contém os requisitos recentes fundamentais e essenciais para a instalação, armazenamento, uso e manuseio seguro de gases em contêineres portáteis e estacionários, cilindros, equipamentos e tanques em todos os tipos de ocupação. As principais mudanças responderam às necessidades do setor e ajudam a todos a trabalhar com mais confiança: houve a reorganização completa dos requisitos de hidrogênio que esclarecem os requisitos por tamanho do sistema; um novo capítulo aborda o armazenamento seguro e uso de óxido nitroso líquido; ocorreram mudanças nos requisitos do sistema de CO2 aumentando os requisitos para os sistemas de bebidas.

A NFPA 55 é essencial para os instaladores, empreiteiros, engenheiros, gerentes de instalações e qualquer pessoa responsável pela segurança em ambientes que usam, produzem ou distribuem gases comprimidos ou fluidos criogênicos. É também um recurso obrigatório para os executores de código, inspetores e pessoal de saúde e segurança ambiental.

As técnicas para a gestão de riscos

Como uma avaliação de risco é conduzida varia muito, dependendo dos riscos exclusivos do tipo de negócio, da indústria em que se encontra o negócio e das regras de conformidade aplicadas a esse determinado negócio ou setor.

A avaliação de riscos é a identificação de perigos que podem impactar negativamente a capacidade de uma organização em conduzir seus negócios. Essas avaliações ajudam a identificar esses riscos de negócios inerentes e fornecem medidas, processos e controles para reduzir o impacto desses riscos nas operações de negócios.

As empresas podem usar uma estrutura de avaliação de riscos para priorizar e compartilhar os detalhes da avaliação, incluindo quaisquer riscos à sua infraestrutura de tecnologia da informação. Isso pode ajudar uma organização a identificar os riscos potenciais e quaisquer ativos de negócios colocados em risco por esses perigos, bem como possíveis consequências se esses riscos se concretizarem.

Como uma avaliação de risco é conduzida varia muito, dependendo dos riscos exclusivos do tipo de negócio, da indústria em que se encontra o negócio e das regras de conformidade aplicadas a esse determinado negócio ou setor. No entanto, existem algumas etapas gerais que as empresas podem seguir, independentemente de seu tipo de negócio ou setor.

Pode-se identificar os perigos, que seria o primeiro passo em uma avaliação de risco é identificar quaisquer riscos potenciais que, se ocorrerem, influenciariam negativamente a capacidade da organização de conduzir negócios. Os riscos potenciais que podem ser considerados ou identificados durante a avaliação de risco incluem desastres naturais, interrupções de energia, ataques cibernéticos e falta de energia.

Pode-se determinar o que ou quem pode ser prejudicado. Depois que os riscos são identificados, o próximo passo é determinar quais ativos de negócios seriam influenciados negativamente se o risco se concretizasse. Os ativos de negócios considerados em risco para esses riscos podem incluir infraestrutura crítica, sistemas de TI, operações de negócios, reputação da empresa e até mesmo segurança dos funcionários.

Em uma outra etapa, pode-se avaliar os riscos e desenvolver medidas de controle. Uma análise de risco pode ajudar a identificar como os perigos afetarão os ativos da empresa e as medidas que podem ser implementadas para minimizar ou eliminar o efeito desses riscos nos ativos da empresa. Os riscos potenciais incluem danos à propriedade, interrupção de negócios, perdas financeiras e penalidades legais.

Depois disso, pode-se conhecer os resultados da avaliação de risco que necessitam ser registrados pela empresa e arquivados como documentos oficiais de fácil acesso. Os registros devem incluir detalhes sobre riscos potenciais, seus riscos associados e planos para prevenir os riscos.

Por fim, deve-se revisar e atualizar a avaliação de risco regularmente. Os potenciais riscos e seus controles resultantes podem mudar rapidamente em um ambiente de negócios moderno. É importante que as empresas atualizem suas avaliações de risco regularmente para se adaptarem a essas mudanças.

As ferramentas de avaliação de risco, como modelos de avaliação de risco, estão disponíveis para diferentes indústrias. Elas podem ser úteis para empresas que desenvolvem suas primeiras avaliações de risco ou atualizam avaliações mais antigas.

A NBR ISO/IEC 31010 de 04/2012 – Gestão de riscos – Técnicas para o processo de avaliação de riscos é uma norma de apoio à NBR ISO 31000 e fornece orientações sobre a seleção e aplicação de técnicas sistemáticas para o processo de avaliação de riscos. O processo de avaliação de riscos conduzido de acordo com esta norma contribui para outras atividades de gestão de riscos. A aplicação de uma série de técnicas é introduzida, com referências específicas a outras normas onde o conceito e a aplicação de técnicas são descritos mais detalhadamente. Esta norma não se destina à certificação, uso regulatório ou contratual.

Acesse alguns questionamentos relacionados a essa norma GRATUITAMENTE no Target Genius Respostas Diretas:

No que consiste a avaliação de riscos?

Qual a visão geral para uma correta análise do processo de avaliação dos riscos?

Como pode ser descrita a técnica do processo de avaliação de riscos denominada Simulação de Monte Carlo?

Como pode ser descrita a técnica do processo de avaliação de riscos denominada Análise de cenários?

Como pode ser descrita a técnica do processo de avaliação de riscos denominada matriz de probabilidadeconsequência?

Como pode ser descrita a técnica do processo de avaliação de riscos denominada Análise de camadas de proteção (LOPA)?

Como pode ser descrita a técnica do processo de avaliação de riscos denominada Análise preliminar de perigos (APP)?

Como as técnicas para o processo de avaliação de riscos podem ser selecionadas?

Como pode ser descrita a técnica do processo de avaliação de riscos denominada Estudo de perigos e operabilidade (HAZOP)?

Como pode ser descrita a técnica do processo de avaliação de riscos denominada Análise de causa e consequência?

O processo de avaliação de riscos conduzido de acordo com esta norma contribui para outras atividades de gestão de riscos. A aplicação de uma série de técnicas é introduzida, com referências específicas a outras normas onde o conceito e a aplicação de técnicas são descritos mais detalhadamente. Esta norma não se destina à certificação, uso regulatório ou contratual.

Assim, a avaliação de riscos utiliza a compreensão do risco, obtida durante a análise de riscos, para tomar decisões sobre as ações futuras. Considerações éticas, legais, financeiras e outras, incluindo as percepções do risco, são também dados de entrada para a decisão. As decisões podem incluir: se um risco necessita de tratamento; as prioridades para o tratamento; se uma atividade deve ser realizada; e qual de um número de caminhos alternativos deve ser seguido.

A natureza das decisões que necessitam ser tomadas e os critérios que serão utilizados para tomar essas decisões foram decididos no estabelecimento do contexto, mas precisam ser revistos em mais detalhes nesta fase, agora que se sabe mais sobre os riscos identificados em particular. A estrutura mais simples para a definição dos critérios de risco é um nível único que divide os riscos que necessitam de tratamento daqueles que não necessitam. Isso fornece resultados atrativamente simples, porém não reflete as incertezas envolvidas na estimativa de riscos e na definição da fronteira entre aqueles que necessitam de tratamento e aqueles que não necessitam.

A decisão sobre se e como tratar o risco pode depender dos custos e benefícios de assumir o risco e os custos e benefícios da implementação de controles melhorados. Uma abordagem comum é dividir os riscos em três faixas: uma faixa superior, onde o nível de risco é considerado intolerável quaisquer que sejam os benefícios que possam trazer à atividade, e o tratamento de risco é essencial qualquer que seja o seu custo; uma faixa intermediária (ou área cinzenta) onde os custos e benefícios são levados em consideração, e oportunidades são comparadas com potenciais consequências; uma faixa inferior, onde o nível de risco é considerado desprezível ou tão pequeno que nenhuma medida de tratamento de risco seja necessária.

O sistema de critérios tão baixo quanto for razoavelmente praticável ou ALARP (As Low As Reasonably Practicable) utilizado em aplicações de segurança segue esta abordagem, onde, na faixa intermediária, há uma escala móvel para baixos riscos − onde os custos e benefícios podem ser diretamente comparados −, enquanto que para altos riscos o potencial de danos tem que ser reduzido até que o custo de redução adicional seja inteiramente desproporcional ao benefício de segurança adquirido.

A norma diz que convém que o processo de avaliação de riscos seja documentado juntamente com os resultados do processo de avaliação. Convém que os riscos sejam expressos em termos compreensíveis, e convém que as unidades em que o nível de risco é expresso sejam claras. A extensão do relatório dependerá dos objetivos e do escopo da avaliação.

Exceto para avaliações muito simples, a documentação pode incluir: objetivos e escopo; descrição de partes pertinentes do sistema e suas funções; um resumo dos contextos externo e interno da organização e como eles se relacionam com a situação, sistema ou circunstâncias que estão sendo avaliados; os critérios de risco aplicados e sua justificativa; limitações, premissas e justificativa de hipóteses; metodologia de avaliação; resultados da identificação de riscos; dados, premissas e suas fontes e validação; resultados da análise de riscos e sua avaliação; análise de sensibilidade e de incerteza; premissas críticas e outros fatores que necessitam ser monitorados; discussão dos resultados; conclusões e recomendações; e referências.

Se o processo de avaliação de riscos apoia um processo sistemático de gestão de riscos, convém que seja realizado e documentado de tal forma que possa ser mantido durante o ciclo de vida do sistema, organização, equipamento ou atividade. Convém que a avaliação seja atualizada sempre que novas informações significativas estejam disponíveis e o contexto se altere, de acordo com as necessidades do processo de gestão.

O processo de avaliação de riscos pode ser conduzido em vários graus de profundidade e detalhe e utilizando um ou muitos métodos que vão do simples ao complexo. Convém que a forma de avaliação e sua saída sejam compatíveis com os critérios de risco, desenvolvidos como parte do estabelecimento do contexto. O Anexo A ilustra a relação conceitual entre as amplas categorias das técnicas para o processo de avaliação de riscos e os fatores presentes numa determinada situação de risco e fornece exemplos ilustrativos de como as organizações podem selecionar as técnicas apropriadas para o processo de avaliação de riscos para uma situação em particular.

Em termos gerais, convém que as técnicas apropriadas apresentem as seguintes características: convém que sejam justificáveis e apropriadas à situação ou organização em questão; convém que proporcionem resultados de uma forma que amplie o entendimento da natureza do risco e de como ele pode ser tratado; convém que sejam capazes de utilizar uma forma que seja rastreável, repetível e verificável. Convém que as razões para a escolha das técnicas sejam dadas com relação à pertinência e adequação.

Ao integrar os resultados de diferentes estudos, convém que as técnicas utilizadas e as saídas sejam comparáveis. Uma vez que a decisão tenha sido tomada para realizar um processo de avaliação de riscos e os objetivos e o escopo tenham sido definidos, convém que as técnicas sejam selecionadas com base em fatores aplicáveis.

Os objetivos do processo de avaliação de riscos terão uma influência direta sobre as técnicas utilizadas. Por exemplo, se um estudo comparativo entre as diferentes opções está sendo realizado, pode ser aceitável utilizar modelos menos detalhados de consequência para partes do sistema não afetadas pela diferença. Em alguns casos, um alto nível de detalhe é necessário para tomar uma boa decisão, em outros um entendimento mais geral é suficiente.

Deve-se levar em conta o tipo e a gama de riscos que estão sendo analisados e a magnitude potencial das consequências. Convém que a decisão sobre a profundidade em que o processo de avaliação de riscos é conduzido reflita a percepção inicial das consequências (embora isto possa ter que ser modificado uma vez que uma avaliação preliminar foi concluída).

Outro fator seria o grau de conhecimento especializado, recursos humanos e outros recursos necessários. Um método simples e bem feito pode fornecer melhores resultados do que um procedimento mais sofisticado e mal feito, contanto que atenda aos objetivos e o escopo do processo de avaliação. Normalmente, convém que o esforço aplicado ao processo de avaliação seja compatível com o nível potencial de risco que está sendo analisado.

Outra questão seria a disponibilidade de informações e dados. Algumas técnicas requerem mais informações e dados do que outras. Por fim, a necessidade de modificação/atualização do processo de avaliação de riscos. O processo de avaliação pode necessitar ser modificado/atualizado no futuro e algumas técnicas são mais ajustáveis do que outras a este respeito, além de quaisquer requisitos regulatórios e contratuais. O Anexo B da norma (informativo) inclui as técnicas para o processo de avaliação de risco.

Enfim, alguns dos principais benefícios da realização do processo de avaliação de riscos devem incluir o entendimento do risco e seu potencial impacto sobre os objetivos; fornecer informações aos tomadores de decisão; contribuir para o entendimento dos riscos a fim de auxiliar na seleção das opções de tratamento; identificar os principais fatores que contribuem para os riscos e os elos fracos em sistemas e organizações; comparar riscos em sistemas, tecnologias ou abordagens alternativos; comunicar riscos e incertezas; auxiliar no estabelecimento de prioridades; contribuir para a prevenção de incidentes com base em investigação pós-incidente; selecionar diferentes formas de tratamento de riscos; atender aos requisitos regulatórios; fornecer informações que ajudarão a avaliar a conveniência da aceitação de riscos quando comparados com critérios predefinidos; e avaliar os riscos para o descarte ao final da vida útil.