A identificação de produtos medicinais

As normas para a identificação de produtos medicinais (IDMP) suportam as atividades de agências reguladoras do mundo todo por jurisdição. Isso inclui uma variedade de atividades regulatórias relacionadas com o desenvolvimento, registro e gestão do ciclo de vida de produtos medicinais assim como de farmacovigilância e gestão de risco.

A NBR ISO 11239 de 08/2019 – Informática em saúde — Identificação de produtos medicinais — Elementos e estruturas de dados para a identificação unívoca e intercâmbio de informação regulada sobre formas farmacêuticas, unidades de apresentação, vias de administração e embalagens especifica as estruturas e relacionamentos entre os elementos de dados necessários para o intercâmbio de informações que identificam, de forma unívoca e precisa, formas farmacêuticas, unidades de fornecimento, vias de administração e itens de embalagens, incluindo recipientes, fechos e dispositivos de administração, relacionados aos produtos medicinais; um mecanismo para a associação das traduções de um único conceito em diferentes idiomas que é parte integral do intercâmbio de informações; um mecanismo de versionamento dos conceitos, de forma a rastrear suas evoluções; regras para permitir que autoridades regionais mapeiem termos regionais existentes aos termos criados, usando esta norma de uma forma harmonizada e significativa.

Além disso, para suportar a aplicação exitosa desta norma, são fornecidas, de acordo com a necessidade, referências normativas aos padrões envolvidos com a Identificação de Produtos Medicinais (IDMP) e as mensagens para informação sobre produtos medicinais.

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Quais são as abreviaturas usadas nessa norma?

Quais são exemplos teóricos de mapeamento de termos regionais para conceitos centrais com níveis baixos (região A) e altos (região B) de granularidade?

Qual seria o diagrama conceitual para a classe forma farmacêutica?

Qual seria o diagrama ilustrando as relações entre a forma farmacêutica manufaturada, a forma farmacêutica administrável e a forma farmacêutica combinada para um produto medicinal consistindo em dois itens manufaturados e para o qual é necessário realizar uma transformação?

Esta norma foi desenvolvida em resposta a uma demanda mundial por especificações internacionalmente harmonizadas para produtos medicinais. É uma de um grupo de cinco normas que, em conjunto, proporcionam a base para a identificação única de produtos medicinais. O grupo de normas compreende: a ISO 11615, Health informatics – Identification of medicinal products – Data elements and structures for the unique identification and exchange of regulated medicinal product information; a ISO 11616, Health informatics – Identification of medicinal products – Data elements and structures for the unique identification and exchange of regulated pharmaceutical medicinal product; a ISO 11238, Health informatics – Identification of medicinal products – Data elements and structures for the unique identification and exchange of regulated information on substances; a ISO 11239, Health informatics – Identification of medicinal products – Data elements and structures for the unique identification and exchange of regulated information on pharmaceutical dose forms, units of presentation, routes of administration and packaging; a ISO 11240, Health informatics – Identification of medicinal products – Data elements and structures for the unique identification and exchange of units of measurement.

Estas normas para a identificação de produtos medicinais (IDMP) suportam as atividades de agências reguladoras do mundo todo por jurisdição. Isso inclui uma variedade de atividades regulatórias relacionadas com o desenvolvimento, registro e gestão do ciclo de vida de produtos medicinais assim como de farmacovigilância e gestão de risco. Para atender aos objetivos primários da regulação de medicamentos e farmacovigilância, é necessário que a troca de informações dos produtos medicinais seja feita de maneira robusta e confiável. Os padrões IDMP dão suporte às seguintes interações: regulador para regulador; companhia farmacêutica para regulador; patrocinador de ensaio clínico para regulador; regulador para outras partes interessadas; regulador para fontes de dados mantidas internacionalmente. As necessárias especificações de mensagens estão incluídas como parte integral dos padrões IDMP para assegurar as interações acima. Os identificadores unívocos produzidos com os padrões IDMP têm por objetivo suportar aplicações nas quais seja necessário identificar e rastrear confiavelmente o uso de produtos medicinais.

Existem muitos termos em uso para descrever conceitos básicos no domínio de desenvolvimento de padrões regulatórios, farmacêuticos e de assistência à saúde para diferentes propósitos e em diferentes contextos. Os termos e definições descritos nesta norma são para ser aplicados para os conceitos que são necessários para identificar, caracterizar e intercambiar univocamente os produtos medicinais regulados e a informação associada. Os termos e definições adotados nesta norma têm o objetivo de facilitar a interpretação e a aplicação de requisitos regulatórios e legais sem prejuízo a qualquer documento legal vinculado.

Em caso de dúvidas ou conflito potencial, prevalecem os termos e definições contidos em documentos legalmente vinculados. No contexto da identificação de formas farmacêuticas, unidades de apresentação, vias de administração e embalagens, esta norma descreve os elementos essenciais para a especificação, tradução e versionamento dos termos controlados especificados. Também estão descritas recomendações sobre o mapeamento de termos que já são utilizados pelas partes interessadas para os conceitos aparecendo na implementação desta norma.

Os conceitos de alto nível definidos consistem em: forma farmacêutica; unidade de apresentação; via de administração; recipiente. Os componentes de suporte mais mecânicos estão descritos separadamente dos conceitos clínicos de alto nível. Os conceitos de suporte são: termos e códigos; traduções; versionamento; mapeamento. Esta norma faz parte de um conjunto de normas para a identificação de produtos medicinais (IDMP).

Ela proporciona especificações para dar suporte à criação de um conjunto de vocabulários controlados que são essenciais para a implementação do conjunto de padrões como um todo, em particular: ISO 11615, Health informatics – Identification of medicinal products – Data elements and structures for the unique identification and exchange of regulated medicinal product information (MPID); ISO 11616, Health informatics – Identification of medicinal products – Data elements and structures for the unique identification and exchange of regulated pharmaceutical product information (PhPID). Entretanto, os vocabulários controlados também podem ser usados, independentemente do conjunto de padrões do IDMP. Mensagens Health Level Seven (HL7) Commom Terminology Services (CTS) versão 2 são utilizadas para comunicação de mensagens de vocabulários controlados do IDMP.

Esta norma descreve a gestão de traduções de termos controlados de forma que a troca de informações relacionadas aos produtos medicinais possa ser implementada em escala global. Descreve a gestão do versionamento dos termos controlados, de modo que os vocabulários controlados e quaisquer modificações possam ser rastreados de forma apropriada, permitindo um histórico auditável. Proporciona as diretrizes para assistir aos usuários no mapeamento de termos existentes para os termos controlados, de modo que os termos já em uso nas diferentes regiões possam ser associados aos termos controlados.

Para que os vocabulários controlados fornecidos por esta Norma sejam adequados ao seu propósito, como partes integrais do conjunto de normas IDMP, eles devem satisfazer os seguintes critérios: fornecer termos e identificadores adequados para descrever a forma farmacêutica de um produto medicinal, como requerido pela necessidade de geração e descrição dos PhPID e MPID; fornecer termos e identificadores adequados para descrever a (s) via (s) de administração de um produto medicinal, como requerido para a descrição completa do medicamento e a geração do MPID; fornecer termos e identificadores adequados para descrever a unidade de apresentação de um produto medicinal, tal como requerido para a descrição completa da concentração de certos tipos de produto medicinal para a geração do MPID; fornecer termos e identificadores adequados para descrever o recipiente (o que inclui a embalagem primária, a embalagem intermediária e a embalagem secundária), fecho e dispositivo de administração de um produto medicinal, como requerido para a descrição do produto medicinal para a geração do MPID.

Os termos e códigos controlados devem estar publicamente disponíveis, e a expectativa é que seu uso não requeira o pagamento de royalties. Esta norma descreve os elementos essenciais para a especificação, tradução e versionamento dos termos controlados. Também descreve recomendações sobre o mapeamento de termos que já estão sendo utilizados pelas partes interessadas para os conceitos que surgirão a partir da sua implementação.

Os componentes de suporte são: termos e códigos; traduções; versionamento; mapeamento. Os conceitos de alto nível são: forma farmacêutica; unidade de apresentação; via de administração; embalagem. Os esquemas empregam os tipos de dados ST (String), CD (Descritor de Conceito), TS (Ponto no Tempo) e INT (Inteiro), conforme especificado na ISO 21090. Um atributo que não mostre uma cardinalidade explícita indica que o atributo deve ser valorado com um valor (equivalente a [1..1]).

Os modelos conceituais estabelecem os elementos, estruturas e relacionamentos entre os elementos que descrevem os conceitos de suporte (termos e códigos, traduções, versionamento e mapeamento) para cada conjunto de termos controlados. O codeTermPair deve ser usado como a classe subjacente que carrega o código básico, a string de texto associada e outros elementos de definição e será usado como tipo de dado na criação do codedConcept.

Os atributos da classe subjacente codeTermPair são: code: um identificador único (processável por máquina) para o codeTermPair (tipo de dado: ST); term: a descrição textual do termo para o conceito (tipo de dado: ST); definition: uma definição textual do conceito (tipo de dado: ST); domain: indica se o conceito é para uso “humano e veterinário” ou “somente veterinário” (tipo de dado: CD); comment: um comentário textual opcional (tipo de dado: ST); languageCode: o idioma no qual estão descritos os itens “b” e “e”, de acordo com a ISO 639 (tipo de dado: CD); regionCode: o país ou região que utiliza o codeTermPair em seu idioma, de acordo com a ISO 3166 (tipo de dado: CD).

O codedConcept associa o conceito de um idioma e região geográfica (por exemplo, inglês para o Reino Unido) com zero ou mais traduções deste mesmo conceito em diferentes idiomas e/ou regiões (por exemplo, francês para França e alemão para Alemanha). O código codeTermPair conceitua para o idioma e região selecionados pelo usuário, sendo utilizado o elemento “value” e zero para muitos códigos codeTermPair. Para este mesmo conceito em diferentes idiomas e/ou regiões, é usado o elemento “translation”; em conjunto, eles definem o tipo de dados codedConcept.

O codedConcept é composto pelos seguintes atributos: code: o identificador único (processável por máquina) para o codedConcept (tipo de dado: ST); value: o código do codeTermPair para o conceito que possui o código de idioma selecionado pelo usuário (por exemplo, inglês) e o código de região selecionado pelo usuário (por exemplo, Reino Unido) (tipo de dado: codeTermPair); translation: zero ou mais códigos codeTermPair para o mesmo conceito com diferentes códigos de idioma e/ou regiões (por exemplo, francês para a França, alemão para Alemanha).

O versionamento fornece um histórico rastreável para cada conceito, desde o momento de sua criação até a inclusão de detalhes e demais modificações realizadas. O versionamento deve ser composto pelos seguintes atributos: code: o identificador único (processável por máquina) do conceito que está sujeito ao versionamento (tipo de dado: ST); creationDate: um time stamp indicando a data e a hora em que o conceito foi criado (tipo de dado: TS); createdBy: informação para identificar a pessoa que criou o conceito (tipo de dado: ST); modificationDate: um time stamp indicando a data e a hora na qual a alteração foi realizada para a versão especificada (tipo de dado: TS); modificationMade: uma descrição em texto livre da alteração realizada para a versão especificada (tipo de dado: ST); concpetStatus: o status do conceito, ou seja, se ele está ativo, descontinuado etc. (tipo de dado: CD); currentConcept [0..*]: quando um conceito é descontinuado, o código do conceito que o substitui.

Pode haver mais que uma substituição para um único conceito descontinuado (tipo de dado: codedConcept); versionNumber: um número que indica a versão do conceito (tipo de dado: INT). Os conceitos decorrentes da implementação desta norma (aqui denominados “conceitos centrais”) não coincidirão necessariamente com os termos já utilizados pelas diversas partes interessadas nos diferentes países e regiões (aqui referidos como “termos regionais”).

A fim de que os termos regionais já utilizados, em particular aqueles definidos por agências reguladoras de medicamentos dos diferentes países e regiões, possam estar ligados aos conceitos centrais, prevê-se que as partes interessadas mapeiem seus termos regionais para estes conceitos centrais em suas próprias bases de dados e/ou sistemas. Este exercício de mapeamento ajudará os usuários de uma base de dados existente a identificarem o conceito central equivalente para um dado termo regional. Um único termo regional pode mapear para zero ou mais conceitos centrais, e zero ou mais termos regionais podem mapear para um único conceito central.

NFPA 70: Código Elétrico Nacional – edição 2020

Essa norma, editada em 2020 pela National Fire Protection Association (NFPA), revisada e ampliada, denominada National Electrical Code, apresenta as informações de última geração para práticas elétricas seguras para edifícios públicos e privados, casas e estruturas, pátios e lotes externos, equipamentos utilitários, instalações que se conectam à rede elétrica, e sistemas e equipamentos de geração de energia de propriedade do consumidor. O conteúdo foi adicionado, editado e reorganizado para tratar da segurança de trabalhadores, sistemas de energia e veículos elétricos, energia limitada e sistemas de comunicação.

A NFPA 70 – National Electrical Code (NEC) Softbound – 2020 cobre a instalação e a remoção de condutores elétricos, equipamentos e pistas; condutores de sinalização e comunicação, equipamentos e pistas; cabos e pistas de fibra óptica e para as seguintes vias: instalações públicas e privadas, incluindo edifícios, estruturas, casas móveis, veículos recreativos e edifícios flutuantes; pátios, lotes, estacionamentos, carnavais e subestações industriais; instalações de condutores e equipamentos conectados ao fornecimento de eletricidade; e instalações usadas pela concessionária de energia elétrica, como edifícios de escritórios, armazéns, garagens, oficinas mecânicas e edifícios de lazer, que não fazem parte integrante de uma usina geradora, subestação ou centro de controle.

Este código não cobre as instalações em navios, embarcações que não sejam edifícios flutuantes, material ferroviário, aeronaves ou veículos automotores que não sejam casas móveis e veículos recreativos. Embora o escopo deste Código indique que ele não cobre instalações em navios, partes deste Código são incorporadas por referência no Título 46, Código de Regulamentos Federais, Partes 110-113.

Não inclui as instalações subterrâneas em minas e maquinaria móvel de mineração de superfície automotora e seu cabo elétrico posterior; as instalações de ferrovias para geração, transformação, transmissão, armazenamento de energia ou distribuição de energia utilizada exclusivamente para operação de material circulante ou instalações utilizadas exclusivamente para fins de sinalização e comunicação; as instalações de equipamentos de comunicação sob controle exclusivo dos serviços de comunicação localizados ao ar livre ou em espaços de construção usados exclusivamente para essas instalações; e as instalações sob controle exclusivo de uma concessionária de energia elétrica.

Exemplos de serviços públicos podem incluir aquelas entidades normalmente designadas ou reconhecidas por lei ou regulamentação governamental por comissões de serviço público/serviços públicos e que instalam, operam e mantêm suprimento elétrico (como geração, sistemas de transmissão ou distribuição) ou sistemas de comunicação (como telefone, CATV, internet, satélite ou serviços de dados). Os serviços públicos podem estar sujeitos ao cumprimento de códigos e normas que abrangem suas atividades regulamentadas, conforme adotadas pelas leis ou regulamentos governamentais.

Informações adicionais podem ser encontradas através da consulta aos órgãos governamentais apropriados, como comissões reguladoras estaduais, Comissão Federal de Regulamentação de Energia e Comissão Federal de Comunicações. A autoridade competente para aplicar este código pode conceder exceção para a instalação de condutores e equipamentos que não estão sob o controle exclusivo das concessionárias de energia elétrica e são usados para conectar o sistema de fornecimento de energia elétrica aos condutores de serviço das instalações atendidas, desde que as instalações ficam do lado de fora de um edifício ou estrutura ou terminam no interior em um local facilmente acessível mais próximo do ponto de entrada dos condutores de serviço.

Conteúdo da norma

90 Introdução

Capítulo 1 Geral

100 Definições

110 Requisitos para instalações elétricas

Capítulo 2 Fiação e proteção

200 Uso e identificação de condutores aterrados

210 Circuitos de derivação

215 Alimentadores

220 Cálculos de derivação, alimentador e serviço de derivação

225 Circuitos de derivação externos e alimentadores

230 Serviços

240 Proteção contra sobrecorrente

242 Proteção contra sobretensão

250 Aterramento e ligação

Capítulo 3 Métodos e materiais de fiação

300 Requisitos gerais para métodos e materiais de fiação

310 Condutores para fiação geral

311 Condutores e cabos de média tensão

312 Gabinetes, caixas de entalhe e gabinetes de soquetes de medidores

314 Caixas de tomadas, dispositivos, puxadores e junções; corpos de conduíte; acessórios; e armários para orifícios

320 Cabo blindado: Tipo AC

322 Conjunto de cabos chatos: Tipo FC

324 Cabo condutor chato: Tipo FCC

326 Cabo espaçador de gás integrado: Tipo IGS

330 Cabo revestido de metal: Tipo MC

332 Cabo isolado com mineral e revestimento de metal

334 Cabo com revestimento não metálico MI: Tipos NM e NMC

336 Cabo da bandeja de alimentação e controle: Tipo TC

337 Cabo tipo P

338 Cabo de entrada de serviço: Tipos SE e USO

340 Alimentador subterrâneo e cabo de circuito derivado: Tipo UF

342 Eletroduto intermediário de metal: Tipo IMC

344 Eletroduto rígido de metal: Tipo RMC

348 Eletroduto flexível de metal: Tipo FMC

350 Eletroduto flexível de metal à prova de líquidos: Tipo LFMC

352 Conduíte rígido de cloreto de polivinila: Tipo PVC

353 Conduíte de polietileno de alta densidade

354 Conduíte subterrâneo não metálico com condutores: Tipo NUCC

355 Conduíte de resina termoendurecível reforçada: Tipo RTRC

356 Conduíte não metálico flexível à prova de líquidos: Tipo LFNC

358 Tubo metálico elétrico: Tipo EMT

360 Tubo metálico flexível: Tipo FMT

362 Tubo elétrico não metálico: Tipo ENT

366 Calhas auxiliares

368 Conduítes para ônibus

370 Cabos para ônibus

372 Concreto celular para piso

374 Piso em metal

376 Condutores de metal
378 Condutores não metálicos

380 Montagens de várias saídas

382 Extensões não metálicas

384 Canal adutor do tipo suporte

386 Superfície de metal

388 Superfície não metálica

390 Pisos radiantes

392 Bandejas para cabos

393 Sistemas de distribuição de energia de teto suspenso de baixa tensão

394 Fiação de botão e tubo oculta

396 Fiação suportada por canaleta

398 Fiação aberta em isoladores

399 Condutores aéreos externos acima de 1.000 V

Capítulo 4 Equipamento para uso geral

400 Cabos e fios flexíveis

402 Fios do dispositivo elétrico

404 Interruptores

406 Receptáculos, conectores de cabos e plugues de fixação (tampas)

408 Painéis de distribuição

409 Painéis de controle industrial

410 Luminárias, porta-lâmpadas e lâmpadas

411 Iluminação de baixa tensão

422 Aparelhos

424 Equipamento elétrico fixo para aquecimento de espaços

425 Equipamento elétrico fixo para aquecimento de processos de resistência e eletrodo

426 Equipamento elétrico fixo para degelo e derretimento de neve

427 Equipamento elétrico fixo para tubulações e vasos de pressão

430 Motores, circuitos de motor e controladores

440 Equipamentos de ar condicionado e refrigeração

445 Geradores

450 Transformadores e cofres de transformadores (incluindo ligações secundárias)

455 Conversores de fase

460 Capacitores

470 Resistores e reatores

480 Baterias de armazenamento

490 Equipamentos acima de 1.000 V, nominal

Capítulo 5 Ocupações especiais
500 Locais perigosos (classificados), Classes I, II e III, Divisões 1 e 2

501 Locais Classe I

502 Locais Classe II

503 Locais Classe III

504 Sistemas intrinsecamente seguros

505 Zona 0, 1 e Locais 2

506 Zona 20, 21 e Locais 22 com poeiras combustíveis ou fibras/poeiras inflamáveis

510 Locais perigosos (classificados) – específicos

511 Garagens comerciais, reparo e armazenamento

513 Hangares de aeronaves

514 Instalações de distribuição de combustível para motores

515 Plantas de armazenamento a granel

516 Aplicações em spray, imersão, revestimento, e processos de impressão usando materiais inflamáveis ou combustíveis

517 Unidades de saúde

518 Ocupações de montagem
520 Teatros,
áreas de audiência dos estúdios de cinema e televisão, áreas de atuação e locais similares

522 Sistemas de controle para atrações permanentes de diversão

525 Carnavais, circos, feiras e eventos semelhantes

530 Estúdios de cinema e televisão e locais semelhantes

540 Filmes em salas de projeção

545 Edifícios fabricados e estruturas realocáveis

547 Edifícios agrícolas

550 Casas móveis, casas fabricadas e parques para residências móveis

551 Veículos para recreação e parques para veículos para recreação

552 Reboques para parques

555 Marinas, estaleiros navais, edifícios flutuantes e instalações para docas comerciais e não comerciais

590 Instalações temporárias

Capítulo 6 Equipamento especial

600 Sinais elétricos e iluminação de contorno

604 Fabricação de sistemas de fiação

605 Móveis para escritório

610 Guindastes e talhas

620 Elevadores, elevadores de carga, escadas rolantes, circuitos móveis, elevadores de plataforma e elevadores de escadas
625 Sistema de carregamento de veículos elétricos

625 Sistema de carregamento de veículos elétricos

626 Espaços de estacionamento de caminhões eletrificados

630 Soldadores elétricos

640 Equipamento de processamento, amplificação e reprodução de sinais de áudio

645 Equipamentos de tecnologia da informação

646 Centros de dados modulares

647 Equipamentos eletrônicos sensíveis

650 Órgãos de tubos

660 Equipamentos de raios-X

665 Equipamentos de aquecimento por indução e dielétrico

665 Células eletrolíticas

669 Galvanização

670 Máquinas industriais

675 Máquinas de irrigação controladas ou acionadas eletricamente

680 Piscinas, fontes e instalações similares

682 Corpos de água de fabricação natural e artificial

685 Sistemas elétricos integrados

690 Sistemas solares fotovoltaicos (photovoltaic – PV)

691 Sistemas fotovoltaicos solares (PV)

691 Estações de suprimento elétrico fotovoltaico (PV) de grande escala

692 Sistemas de células de combustível

694 Sistemas elétricos por vento

695 Bombas de incêndio

Capítulo 7 Condições especiais

700 Sistemas de emergência

701 Sistemas de espera exigidos por lei

702 Sistemas de espera opcionais

705 Fontes de produção de energia elétrica interconectadas

706 Sistemas de armazenamento de energia

708 Sistemas de potência críticos de energia (Critical Operations Power Systems – COPS)

710 Sistemas autônomos

712 Microrredes de corrente contínua

720 Circuitos e equipamentos operando em menos se 50 V

725 Circuitos de controle remoto, sinalização e limitação de energia Classe 1, Classe 2 e Classe 3

727 Cabo da bandeja de instrumentação: Tipo ITC

728 Sistemas de cabos resistentes ao fogo

750 Sistemas de gerenciamento de energia

750 Sistemas de gerenciamento de energia

760 Sistemas de alarme de incêndio

770 Cabos de fibra óptica

Capítulo 8 Sistemas de comunicação

800 Requisitos gerais para sistemas de comunicações

805 Circuitos de comunicação

810 Equipamentos de rádio e televisão

820 Sistemas de antena e distribuição de rádio e comunidade

830 Sistemas de comunicação em banda larga via rede

840 Sistemas de comunicação de banda larga com instalações locais

Capítulo 9 Tabelas

Anexo A informativo: Normas de segurança do produto

Anexo B informativo: Informações sobre aplicação para cálculo de amplitude

Anexo C informativo: Tabelas de preenchimento de conduítes, tubulações e bandejas de cabos para condutores e acessórios do mesmo tamanho

Anexo D informativo: Exemplos

Anexo E informativo: Tipos de construção

Anexo F informativo: Disponibilidade e confiabilidade para sistemas críticos de energia de operações; e desenvolvimento e implementação de ensaios de desempenho funcional (TPP) para sistemas de operações críticas

Anexo G informativo: Controle supervisório e aquisição de dados (SCADA)

Anexo H informativo: Administração e aplicação

Anexo I informativa: Tabelas de torque de aperto recomendadas da norma UL 486A-B

Anexo J Informativo: Normas da ADA para projeto acessível

Índice

A NFPA 70 foi publicada pela primeira vez em 1897 e é continuamente submetida a um rigoroso processo de revisão para mantê-la atualizada com as práticas mais atuais do setor, tendências emergentes e o desenvolvimento e introdução de novas tecnologias. A nova NEC fornece os requisitos mais recentes para projeto, instalação e inspeção elétrica mais seguros e eficazes, incluindo provisões para fiação, proteção contra sobrecorrente, aterramento e equipamentos.

Revisado e ampliado, o National Electrical Code apresenta as informações de última geração para práticas elétricas seguras para edifícios públicos e privados, casas e estruturas, pátios e lotes externos, equipamentos utilitários, instalações que se conectam à rede elétrica, e sistemas e equipamentos de geração de energia de propriedade do consumidor. O conteúdo foi adicionado, editado e reorganizado para tratar da segurança de trabalhadores, sistemas de energia e veículos elétricos, energia limitada e sistemas de comunicação.

Mudanças impactantes incluem:

– Novos requisitos para desconexões de emergência externas de residências de uma e duas famílias para melhorar a segurança elétrica dos atendentes de emergência;

– Revisões das regras de desconexão de serviço para ajudar a proteger os trabalhadores com eletricidade contra riscos de arco elétrico;

– Requisitos adaptados e ajustados para práticas de instalação de novas tecnologias para atender à crescente demanda de energia por Ethernet;

– Atualizações para modernizar as tabelas atualmente em uso para cálculos para refletir melhorias na eficiência energética e alinhar com os códigos em evolução;

– Requisitos revisados para a proteção de falta à terra em marinas e estaleiros;

– Introdução de diretrizes para o uso seguro de veículos elétricos (equipamento de exportação de energia de veículos elétricos) como fonte de energia de reserva ou de emergência para um edifício ou casa;

– Reorganização do artigo 310, incluindo nova numeração fácil de usar para tabelas importantes de amplitude e nova definição de feixe de cabos no artigo 725;

– Relocalização dos requisitos do dispositivo de proteção contra sobretensões para o novo artigo 242.

Foram realizadas as revisões dos sistemas de energia alternativa e dos requisitos dos veículos elétricos para esclarecer quais partes do sistema fotovoltaico são cobertas pelos requisitos do artigo 690 e as conexões do lado da linha e da carga das fontes de alimentação interconectadas e para distinguir claramente os sistemas de armazenamento de energia dos sistemas de bateria de armazenamento. Houve a reorganização do artigo 800 para fornecer um conjunto geral de requisitos a serem aplicados nos artigos do capítulo 8.

Foram feitas as revisões dos requisitos para cabos de comunicação que também transportam energia para dispositivos de comunicação e revisões do limite de corrente para cabos que transportam energia e dados. Assi, a NEC, edição 2020, introduz novos requisitos significativos para a instalação residencial de tomadas que servem de balcões de ilha e peninsulares e para proteção contra surtos de serviços que fornecem nas unidades de habitação.

Houve uma descrição do espaço de trabalho para almofadas de limpeza para equipamentos elétricos, a instalação de métodos de fiação em gabinetes de saída, dimensionamento de condutores de carga e carga usados com sistemas de acionamento de velocidade ajustável e proteção AFCI de circuitos de derivação em áreas de repouso de pacientes em instalações de tratamento. Foi acrescentado o cálculo da carga do equipamento de suprimento de veículo elétrico com configurações de corrente variáveis e mudança na segurança do trabalhador na identificação da fonte de energia para desconectar os meios e sair dos espaços que contêm grandes equipamentos elétricos.

Requisitos para aterramento dos meios de desconexão instalados no lado da oferta dos meios de desconexão de serviço e cabos instalados expostos em superfícies de teto e paredes laterais. Acrescentou-se requisitos para as ocupações especiais, equipamentos especiais e condições especiais, incluindo a instalação de respingos, o uso de cabos “Tipo P” em locais classificados perigosos e a reinspeção de piscinas e outros corpos d’água.

A documentação e a declaração de materiais em eletroeletrônicos

Conheça a documentação técnica para a avaliação de produtos elétricos e eletrônicos com relação à restrição de substâncias perigosas e a declaração de material para equipamentos eletroeletrônicos.

A NBR IEC 63000 de 12/2019 – Documentação técnica para a avaliação de produtos elétricos e eletrônicos com relação à restrição de substâncias perigosas especifica a documentação técnica que o fabricante compila, de forma a declarar sua conformidade com as restrições aplicáveis a substâncias. A documentação do sistema de gestão do fabricante está fora do escopo deste documento.

A NBR IEC 62474 de 10/2012 – Declaração de material para equipamentos eletroeletrônicos especifica o procedimento, conteúdo e forma, relacionando a declaração de materiais para produtos de empresas que operam e fornecem para a indústria eletroeletrônica. Processos químicos e emissões durante o uso do produto não estão no escopo desta norma. A sua intenção principal é fornecer dados para os fabricantes no topo da cadeia de fornecimento, que: permitam avaliar os produtos em relação ao atendimento dos requisitos de conformidade de restrição de substâncias; possam ser usados no processo de desenvolvimento de projeto ambientalmente consciente e através de todas as fases do ciclo de vida do produto.

A Seção 4 especifica os requisitos para declaração de material. A Seção 5 especifica os critérios para substâncias declaráveis e classes de material na base de dados da IEC 62474, associada com esta norma. A Seção 6 especifica o formato de dados e requisitos de troca a serem incluídos na base de dados da IEC 62474. A Seção 7 especifica o processo para atualizar regularmente e manter a base de dados da IEC 62474. Embora esta norma especifique requisitos básicos, ela oferece flexibilidade para os fabricantes de produtos e fornecedores na seleção de requisitos adicionais ou informações.

Não fornece qualquer método específico para coletar dados relativos à composição do material. As organizações têm a flexibilidade para determinar o método mais adequado para a coleta de dados da composição do material, sem comprometer a utilidade e a qualidade dos dados. Esta norma destina-se a permitir uma declaração com base na avaliação de engenharia, nas declarações de materiais de fornecedores ou na amostragem e ensaio.

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O que é uma substância restrita?

Como deve ser feita a análise da documentação técnica?

Quais são os critérios para substâncias declaráveis?

Como deve ser feita a formatação e comunicação de dados da declaração de material?

Determinadas substâncias contidas em produtos elétricos e eletrônicos são restritas por meio de legislação e/ou por especificações dos clientes. Os fabricantes de produtos acabados, desta forma, necessitam evidenciar que seus produtos atendem às restrições aplicáveis a estas substâncias. Para aquelas restrições que são aplicáveis ao nível de componentes ou materiais, é impraticável para os fabricantes dos produtos elétricos e eletrônicos a realização de ensaios próprios de todos os materiais contidos no produto acabado.

Ao invés disso, os fabricantes atuam junto com seus fornecedores, de forma a gerenciar a conformidade e compilar a documentação técnica como evidência da conformidade. Esta abordagem é bem reconhecida tanto pela indústria quanto pelas autoridades legais. O objetivo deste documento é especificar a documentação técnica que o fabricante necessita compilar para declarar a conformidade com as restrições aplicáveis das substâncias, segundo diversos regulamentos mundiais de restrições de substâncias.

Este documento tem como base a EN 50581:2012, que apoia a Diretiva 2011/65/EU do Parlamento Europeu e do Conselho de 8 de junho de 2011, sobre a restrição de utilização de determinadas substâncias perigosas em equipamentos elétricos e eletrônicos (RoHS). O fabricante deve compilar a documentação técnica que demonstre que produtos elétricos e eletrônicos estão em conformidade com as restrições de substâncias.

A documentação técnica deve incluir pelo menos os seguintes elementos: uma descrição geral do produto, juntamente com o uso pretendido, é um dos fatores que determinam que exceções (caso existam) são aplicáveis; documentação para os materiais, partes e/ou subconjuntos; informações que mostrem a relação entre a documentação técnica indicada e os materiais, partes e/ou subconjuntos correspondentes do produto; lista das normas ou especificações técnicas que foram utilizadas para embasar os documentos técnicos indicados em 4.3, ou para as quais tais documentos se referem.

O fabricante deve realizar as quatro tarefas indicadas a seguir:  determinar as informações necessárias; coletar as informações; avaliar as informações com relação à sua qualidade e confiabilidade e decidir pela inclusão na documentação técnica; assegurar que a documentação técnica permaneça válida. A figura abaixo apresenta o processo de elaboração da documentação técnica.

Os tipos de documentos técnicos requeridos para os materiais, partes ou subconjuntos devem ter como base a avaliação pelo fabricante: da probabilidade de substâncias restritas estarem presentes em materiais, partes ou subconjuntos, e da confiabilidade do fornecedor. Materiais que são incluídos durante o processo de produção (tais como solda, pintura e adesivos) devem também ser considerados como parte da avaliação.

Ao realizar a avaliação da probabilidade de substâncias restritas estarem presentes (ver alínea a), o fabricante pode aplicar julgamento técnico, uma vez que algumas substâncias são improváveis de estarem contidas em determinados materiais (por exemplo, substâncias orgânicas em metais). Convém que tal julgamento técnico tenha como como base informações técnicas disponíveis na indústria elétrica/eletrônica, ou uma pesquisa na literatura sobre os materiais ou partes utilizadas em produtos elétricos e eletrônicos.

Informações adicionais que podem ser utilizadas ao realizar a avaliação incluem as informações sobre os tipos de materiais tipicamente utilizados em partes ou subconjuntos, e a probabilidade histórica de substâncias restritas estarem presentes em cada tipo de material. Como resultado da avaliação do fabricante, os seguintes documentos sobre materiais, partes ou subconjuntos devem ser coletados: declarações de fornecedores e/ou acordos contratuais do fornecedor, tais como: declarações dos fornecedores confirmando que o conteúdo das substâncias restritas do material especificado, parte ou subconjunto está dentro dos níveis permitidos e identificando quaisquer exceções que tiverem sido aplicadas; contratos assinados confirmando que são atendidas as especificações do fabricante para o conteúdo máximo de substâncias restritas no material, parte ou subconjunto; tais declarações ou acordos devem abranger um material específico, parte ou subconjunto específico, ou uma faixa de materiais, partes ou subconjuntos.

Podem ser coletados as declarações de materiais: declarações de materiais, apresentando informações sobre o conteúdo de substâncias específicas e identificando quaisquer exceções que tenham sido aplicadas; o conteúdo da declaração de materiais deve atender aos requisitos especificados na NBR IEC 62474:2012, 4.2.3, para as substâncias aplicáveis. A utilização de normas para tais declarações auxilia em assegurar um fluxo de informações consistente e de custo efetivo em toda a cadeia de suprimento.

Também podem ser coletados os resultados de ensaios analíticos utilizando os métodos descritos ou referenciados na Série IEC 62321. Pode ser ressaltado que a indústria eletroeletrônica rastreia e declara informações específicas sobre a composição do material de seus produtos para atender aos requisitos de conformidade e de projeto ambientalmente consciente. A indústria eletroeletrônica necessita receber informações sobre a composição dos produtos e suas peças, que são comprados de fornecedores, para a incorporação em seus produtos.

Atualmente, as declarações de material são conduzidas por especificações individuais do fabricante do produto, e não há padronização internacionalmente aceita. Isto resulta em ineficiência econômica. Para simplificar os requisitos através da cadeia de suprimento e melhorar a eficiência econômica, é necessário padronizar a troca de dados da composição de materiais e estabelecer requisitos para as declarações de materiais.

A NBR IEC 62474 de declaração de materiais beneficia a indústria eletroeletrônica, estabelecendo requisitos para declaração de substâncias e materiais, padronizando protocolos e facilitando a transferência e processamento de dados. Quanto aos requisitos para declaração de materiais, pode-se descrever descreve os requisitos básicos e requisitos adicionais para uma declaração de material. A Subseção 4.2 descreve os requisitos básicos de dados e a Subseção 4.3 descreve requisitos adicionais, que podem ser acordados entre fabricante e fornecedor para declararem a mais.

A Seção 4 é organizada na forma de diagramas conceituais (ver figuras abaixo) para facilitar o entendimento. As informações requeridas são mostradas em caixas e setas com linha sólida. Informações opcionais são indicadas em caixas desenhadas com linhas tracejadas. Nesta abordagem são objetos obrigatórios os produtos, grupos de substância ou substâncias com requisito de declaração obrigatório definido na base de dados da IEC 62474.

Peças do produto, classes de material, materiais e grupos de substância ou substâncias sem requisito de declaração obrigatório definido na base de dados da IEC 62474 são objetos opcionais nesta abordagem. Grupos de substância e substâncias não listadas na base de dados da IEC 62474 são também objetos opcionais. Outros requisitos obrigatórios podem ser acordados sem necessariamente estarem nos diagramas (exemplo massa ou porcentual de massa). Ver Anexo A informativo para exemplos relacionados a requisitos de declaração de material.

Os seguintes requisitos devem ser aplicados aos produtos: uma Declaração de Material deve ser fornecida para um produto ou família de produtos. Somente o fornecedor suscetível de conhecer os agrupamentos apropriados de família de produtos com propósito de Declaração de Materiais com base em seu conhecimento técnico do conteúdo do material no produto.

O produto deve ter uma identificação e uma massa atribuída. No caso de uma família de produtos, a identificação e massa de cada produto dentro da família de produtos deve ser especificada. Quando cada produto na família de produtos tem a mesma massa, é suficiente fornecer esta massa uma única vez.

Peças do produto devem ser declaradas se um grupo de substância ou substância na base de dados da IEC 62474 se referir a essa peça a um nível-limite declarável, e se esse nível-limite declarável for excedido. Exemplos para tais peças do produto são as baterias quando estão montadas na placa de circuito impresso. Se tais peças do produto precisarem ser declaradas, deve-se aplicar o seguinte: Peças do produto devem ser atribuídas ao produto; peças do produto devem ter uma identificação atribuída; peças do produto devem ter uma massa ou porcentagem da massa do produto atribuída.

As substâncias ou grupos de substância listadas na base de dados da IEC 62474, com requisito de declaração obrigatória, devem ser declaradas se estiverem presentes no produto em nível igual ou acima do limite definido na base de dados da IEC 62474 e se a aplicação declarável como listada na base de dados da IEC 62474 for aplicável para aquela substância ou grupo de substância. Quando tais substâncias ou grupos de substâncias não constam na declaração de material, elas não estão presentes acima do limite especificado, mas podem estar presentes abaixo do limite, ou a aplicação declarável como listada na base de dados da IEC 62474 não é aplicável.

Se tais substâncias ou grupos de substâncias estiverem presentes acima do nível-limite dado na base de dados da IEC 62474 e se a aplicação declarável conforme listado na base de dados da IEC 62474 for aplicável, devem-se aplicar os seguintes requisitos: tais grupos de substância devem ser atribuídos à peça do produto (se 4.2.2 for aplicado) ou, caso contrário, ao produto. Tais substâncias devem ser atribuídas ao grupo de substâncias (se o grupo de substância tiver requisito de declaração obrigatório) ou, caso contrário, à peça do produto (se 4.2.2 for aplicado) ou, caso contrário, ao produto.

Tais substâncias ou grupos de substância devem ser nomeadas como dadas na base de dados da IEC 62474. Em geral, tais grupos de substância ou substâncias devem ter uma massa ou porcentual de massa da peça do produto (se 4.2.2 é aplicado) ou caso contrário um porcentual de massa atribuída ao produto. Se tais grupos de substância ou substâncias tiverem nível-limite declarável especificado na base de dados da IEC 62474, referindo-se ao material, eles devem ter o porcentual de massa atribuída deste material.

As peças compradas e fabricadas por manufatura aditiva

Pretende-se que este documento seja utilizado pelos fornecedores de peças e/ou pelos clientes de peças fabricadas por manufatura aditiva. Este documento é uma norma de nível superior na hierarquia de normas de manufatura aditiva, destinado a ser aplicado às peças fabricadas por qualquer processo de manufatura aditiva e qualquer tipo de material.

A NBR ISO/ASTM 52901 de 11/2019 – Manufatura aditiva — Princípios gerais — Requisitos para peças compradas, fabricadas por manufatura aditiva define e especifica os requisitos para peças compradas, fabricadas por manufatura aditiva. Fornece as diretrizes para os elementos a serem trocados entre o cliente e o fornecedor da peça no momento do pedido de compra, incluindo as informações da solicitação do cliente, dados de definição da peça, requisitos de material de alimentação, características e propriedades da peça final, requisitos de inspeção e métodos de aceitação da peça. É aplicável ao uso como uma base para obter peças fabricadas por manufatura aditiva que atendam aos requisitos mínimos de aceitação. Requisitos mais rigorosos da peça podem ser especificados por meio da adição de um ou mais requisitos complementares no momento do pedido de compra.

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O que as características da peça devem atender?

Como deve ser feita a inspeção das peças?

Qual deve ser a documentação de aceitação?

Quais são as informações do pedido de compra da peça?

Este documento abrange a definição e a comunicação de requisitos para peças compradas, fabricadas por manufatura aditiva. Ele é destinado a permitir uma comunicação eficiente e inequívoca entre os fornecedores de peças e os clientes de peças fabricadas por manufatura aditiva, assegurando que a peça resultante atenda aos requisitos do cliente.

Pretende-se que este documento seja utilizado pelos fornecedores de peças e/ou pelos clientes de peças fabricadas por manufatura aditiva. Este documento é uma norma de nível superior na hierarquia de normas de manufatura aditiva, destinado a ser aplicado às peças fabricadas por qualquer processo de manufatura aditiva e qualquer tipo de material.

Este documento permite diferentes requisitos com base na classificação da criticidade e do uso final esperado das peças fabricadas por manufatura aditiva. O pedido de compra da peça deve incluir os seguintes elementos: organização e informações de contato do cliente (de preferência com pontos de contato para pedidos de compra, pagamento e entrega); definição da (s) peça (s) a ser (em) fabricada (s); condições associadas de entrega ao cliente; outros requisitos de compra; uma identificação de referência deste documento, ou seja, NBR ISO/ASTM 52901, e outros regulamentos nacionais/internacionais pertinentes; identificação do pedido de compra da peça do cliente (número de requisição, data de requisição etc.); designação ou descrição da (s) peça (s) desejada (s) (número/identificação da peça, índice de revisão, etc.); quantidade desejada de peças; data de entrega requerida, se for um único pedido de compra; quantidade de entrega, frequência e período de duração requeridos do pedido de compra, se for um pedido com entrega programada ou múltiplos pedidos; marcação ou etiquetagem requerida das peças, incluindo, por exemplo, rótulos, número de série, número de lote, tipo de material de alimentação, referência do fornecedor da peça, identificador de inspeção, referência de rastreabilidade, etc.; requisitos da embalagem da peça para entrega ao cliente; endereço de entrega do cliente.

Os valores específicos dos elementos estão sujeitos a um acordo entre o cliente e o fornecedor da peça. A definição da peça deve incluir os seguintes elementos: geometria da peça; tolerâncias; textura superficial; orientação de fabricação, se necessário, para atender aos requisitos do cliente; material de alimentação para a peça a ser fabricada, se necessário, para atender aos requisitos do cliente; métodos de reparo (levando em consideração as categorias de ensaio definidas na NBR ISO 17296-3); imperfeições ou desvios aceitáveis; informações de controle do processo.

A divulgação de informações confidenciais está sujeita a um acordo entre o cliente e o fornecedor da peça. A definição da peça deve incluir os seguintes elementos: referência do desenho de engenharia (número, índice e versão), se aplicável; referência do arquivo digital (nome, formato, versão), se aplicável; descrição da geometria por um desenho de engenharia que defina completamente a peça, ou um arquivo digital contendo o modelo 3D ou as informações de geometria da peça.

Para troca de dados eletrônicos, o cliente e o fornecedor da peça devem assegurar que os sistemas utilizados sejam compatíveis e devem definir o método de fornecimento de arquivos digitais, incluindo o nível de confidencialidade e os métodos de proteção de dados, o formato dos dados eletrônicos, e os procedimentos para criação do arquivo digital (incluindo a fonte dos dados eletrônicos e os requisitos de conversão necessários para produzir o arquivo digital). Os documentos de descrição da geometria da peça podem ser fornecidos pelo cliente ou pelo fornecedor da peça.

O formato de arquivo STL utilizado por muitas máquinas de manufatura aditiva não contém unidades de medida como metadados. Quando somente arquivos STL forem fornecidos pelo cliente, as informações do pedido de compra especificam as unidades de medida da peça juntamente com o arquivo digital. Mais informações sobre arquivos digitais podem ser encontradas na ISO/ASTM 52915.

As tolerâncias devem ser especificadas (por exemplo, tolerâncias gerais, ver NBR ISO 2768-1 e NBR ISO 2768-2, e/ou tolerâncias específicas, ver ISO 1101), incluindo a definição de zonas funcionais (por exemplo, sobremetal para usinagem para acabamento ou retrabalho) e zonas estéticas ou cosméticas, de modo que o fornecedor da peça possa orientar a peça de acordo com os requisitos e decidir sobre a localização e o tipo de estruturas de suporte da peça, se necessário. Convém que a textura superficial (também conhecida como acabamento superficial) da peça seja especificada, se possível por referência a normas existentes (por exemplo, utilizando a ISO 1302 e/ou a ISO 25178-1).

O requisito de textura superficial pode ser especificado por um valor máximo de rugosidade/ondulação para toda a peça ou por uma rugosidade/ondulação específica para uma ou mais superfícies críticas. A textura superficial geralmente depende de diversos parâmetros do processo, incluindo a orientação da peça e a espessura de camada.

O processo de fabricação desejado para construir a peça deve ser identificado, incluindo as etapas de pós-processamento necessárias (por exemplo, tratamento térmico, acabamento superficial). A orientação de fabricação deve seguir as regras fornecidas na ISO/ASTM 52921. A orientação de fabricação geralmente é escolhida pelo fornecedor da peça para atender aos requisitos; entretanto, o cliente pode especificar a orientação de fabricação da peça, se necessário, para obter as propriedades mecânicas específicas.

O tipo e/ou os limites da composição química do material de alimentação para a peça a ser fabricada devem ser especificados por referência a normas e/ou especificações existentes do material. O pedido de compra deve mencionar ou referenciar especificações apropriadas para as características do material de alimentação para a peça a ser fabricada, os requisitos de armazenamento, manuseio e processamento para o uso adequado do material de alimentação e para o controle de suas propriedades, e se for necessário atender aos requisitos do cliente, informações sobre o uso permitido do material de alimentação reciclado (reutilizado).

Se o cliente tiver preocupações sobre o país de origem do material de alimentação ou do produtor do material de alimentação, a fonte desejada do material de alimentação pode ser especificada. Qualquer reparo deve ser comunicado ao cliente e autorizado antes de ser realizado. Os métodos de reparo autorizados (como reparo por deposição de material, soldagem, colagem ou aglutinação) e as condições de reparo correspondentes devem ser especificados, se necessário, e devem ser aprovados pelo cliente.

As tolerâncias para trincas, defeitos, descontinuidades, material estranho, inclusões, imperfeição (ões) ou desvio (s) aceitável (eis), descolorações e porosidade devem ser acordadas entre o fornecedor da peça e o cliente. Os requisitos para a repetibilidade do processo de fabricação devem ser identificados, incluindo referência a normas ou métodos de medição relevantes para avaliar a repetibilidade, particularmente para pedidos de compra de peças múltiplas ou pedidos de compra múltiplos esperados da mesma peça.

Os requisitos para documentar as informações de controle do processo durante a fabricação devem ser identificados. As informações requeridas, conforme acordado entre o fornecedor da peça e o cliente, devem ser documentadas durante a fabricação e incluídas no registro de qualidade para a peça de manufatura aditiva como retidas pelo fornecedor da peça. O período de retenção do registro de qualidade e as informações de controle do processo a serem transmitidas ao cliente devem ser acordados entre o cliente e o fornecedor.

Se prestadores de serviços externos autorizados forem requeridos (por exemplo, para pós-tratamento, inspeção, etc.), eles devem ser acordados entre o fornecedor da peça e o cliente, e devem ser documentados. O pedido de compra deve especificar se a inspeção deve ser realizada em uma ou mais peças finais ou de referência (por exemplo, em um turno completo de produção, em amostras dos turnos de produção ou em peças de referência que tenham características similares, porém geometria ou escala diferentes).

Se os resultados do ensaio especificado no pedido de compra estiverem em conformidade com os critérios de aceitação, a peça deve ser aceita. Se os resultados dos ensaios não estiverem em conformidade com os valores definidos no pedido de compra, amostras adicionais do mesmo turno de produção devem ser submetidas a ensaios adicionais para aceitação.

Qualquer peça que não esteja em conformidade com os requisitos, porém que atenda às condições para retrabalho estipuladas no pedido de compra, pode ser reparada ou aceita. Qualquer não conformidade remanescente com os requisitos do pedido de compra, se o retrabalho for realizado ou não, deve ser revisada pelo cliente para determinar se um desvio específico dos requisitos pode ser aceito. Caso contrário, as peças devem ser rejeitadas.

Os hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido

O ferro fundido dúctil empregado para a fabricação do corpo deve ser do tipo FE 42012, de acordo com a NBR 6916. Alternativamente, podem ser empregados ferros fundidos nodulares (dúcteis) dos tipos 400-15 ou 450-10, de acordo com a ISO 1083 (GGG40).

Confirmada em dezembro de 2019, a NBR 5667-1 de 02/2006 – Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil – Parte 1: Hidrantes de coluna fixa os requisitos mínimos para fabricação, inspeção e recebimento de hidrantes de coluna urbanos de incêndio, de ferro fundido dúctil, para serem empregados em redes de abastecimento público de água. Confirmada em dezembro de 2019, a NBR 5667-2 de 02/2006 – Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil – Parte 2: Hidrantes subterrâneos fixa os requisitos mínimos para fabricação, inspeção e recebimento de hidrantes subterrâneos urbanos de incêndio, de ferro fundido dúctil, para serem empregados em redes de abastecimento público de água. Confirmada em dezembro de 2019, a NBR 5667-3 de 02/2006 – Hidrantes urbanos de incêndio de ferro fundido dúctil – Parte 3; Hidrante de colunas com obturação própria fixa os requisitos mínimos para fabricação, inspeção e recebimento de hidrantes urbanos de incêndio de coluna com obturação própria, de ferro fundido dúctil, para serem empregados e redes de abastecimento público de água.

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Como deve ser o revestimento externo dos hidrantes?

Qual deve ser o plano de amostragem para exames e ensaios não destrutivos?

Quais os componentes e acessórios para instalação de hidrantes subterrâneos?

Como deve ser feita a marcação do hidrante subterrâneo?

Quais as especificações do tampão do hidrante de coluna?

Quais os exames e ensaios de recebimento a serem feitos nos hidrantes de coluna?

Recomenda-se que o fabricante mantenha atualizado um controle do processo de fabricação conforme anexo A, que envolva os fornecedores de componentes e de matérias-primas, capaz de assegurar que os hidrantes e componentes que fabrica estão de acordo com esta parte da NBR 5667 e satisfazem as expectativas do comprador. O ferro fundido dúctil empregado para a fabricação do corpo deve ser do tipo FE 42012, de acordo com a NBR 6916.

Alternativamente, podem ser empregados ferros fundidos nodulares (dúcteis) dos tipos 400-15 ou 450-10, de acordo com a ISO 1083 (GGG40). As propriedades mecânicas dos componentes de ferro fundido dúctil FE 42012 devem ser verificadas conforme a NBR 6916. Os componentes de tipos 400-15 ou 450-10 devem ser atender aos requisitos da ISO 1083.

Os bujões do hidrante de coluna devem ser fabricados em latão fundido, com uma resistência mínima à tração de 230 MPa, de acordo com a NBR 6314. O hidrante de coluna deve ser dotado de dois bujões de DN 60 e um de DN 100, conforme indicado nas figuras 2 e 4, respectivamente. Os tampões do hidrante de coluna devem ser fabricados do mesmo material do corpo, de acordo com o especificado em 4.2.1.

O hidrante de coluna deve ser dotado de dois tampões de DN 60 e um de DN 100, conforme indicado nas figuras 3 e 5, respectivamente. Para abertura e fechamento dos tampões de ferro fundido, deve ser empregada a ferramenta indicada no anexo B. Quando empregados tampões antifurto, estes devem ser apropriados para instalação nos bujões indicados em 4.2.2.

No caso de o órgão de saneamento do local a que se destinam utilizar tampões antifurto do tipo magnético, estes devem ser fabricados com plásticos de alto impacto, resistentes a raios ultravioleta, e ser dotados de sistema de travamento magnético para as operações de abertura ou fechamento dos hidrantes. As ferramentas (chaves magnéticas) devem ser dotadas de um sistema de travamento de alto poder magnético, correspondente ao do dispositivo dos tampões, sendo fabricadas a partir de chapas e barras de aço inoxidável com empunhaduras de latão recartilhadas.

Para comercialização deste tipo de ferramenta, recomenda-se que o fabricante consulte o Corpo de Bombeiros e o órgão de saneamento correspondente. Os tampões de ferro fundido nodular (dúctil) de DN 60 devem apresentar seis ranhuras externas e o de DN 100 deve apresentar oito ranhuras externas, conforme indicado nas figuras 3 e 5, respectivamente. As ranhuras externas dos tampões de ferro fundido devem ter 8 mm a 12 mm de profundidade e 8 mm a 12 mm de largura, e ser uniformemente espaçadas em relação ao perímetro do tampão.

Como guarnição de vedação, podem ser empregados anéis de vedação toroidais ou guarnições planas confeccionadas a partir de borracha natural ou EPDM. As espessuras das guarnições ou anéis devem ser compatíveis com as figuras 3 e 5 – disponíveis na norma. O elastômero utilizado na fabricação do dispositivo de vedação deve apresentar uma dureza de (60 ± 5) shore A. É considerado padronizado o modelo de hidrante de coluna indicado na figura abaixo, o qual deve ser dotado de duas saídas de DN 60 e uma saída de DN 100.

O flange da base do hidrante de coluna e as conexões empregadas para a sua instalação devem ser fabricados de acordo com a NBR 7675 – PN 10. As roscas dos bujões e tampões devem ser confeccionadas de acordo com o indicado nas figuras 2 a 5 – disponíveis na norma. Recomenda-se durante a instalação dos tampões de ferro fundido nos hidrantes de coluna a aplicação de vaselina neutra.

Os componentes de ferro fundido dúctil, ou corpos-de-prova do mesmo material empregado durante a sua fabricação, devem apresentar uma dureza Brinell de no máximo 250 HB. A verificação da dureza Brinell deve ser efetuada no próprio componente ou em uma amostra deste. A superfície a ser ensaiada deve ser adequadamente preparada através de uma leve esmerilhagem local e o ensaio deve ser realizado de acordo com a ISO 6506, utilizando-se um durômetro com penetrador de 2,5 mm, 5 mm ou 10 mm de diâmetro.

O fabricante deve possuir os certificados da verificação da dureza Brinell dos fundidos. No caso de fornecimento de hidrantes de coluna simples, devem ser realizados os exames visual (conforme 6.3.1) e dimensional (conforme 6.3.2), e os ensaios hidrostático (conforme 6.3.3), verificação da aderência do revestimento (conforme 6.3.4), verificação da resistência à tração e alongamento mínimo (conforme 6.3.5), verificação da dureza Brinell (conforme 6.3.6) e os resultados analisados (conforme seção 7). Para os casos de fornecimentos de hidrantes de coluna completos, seus componentes devem ser examinados e ensaiados de acordo com as normas correspondentes.

O hidrante subterrâneo é um dispositivo instalado sob o piso de passeios públicos em uma caixa de ferro fundido, dotado de uma saída, conforme indicado na figura abaixo, para o combate a incêndios ou, alternativamente, para utilização em descarga e serviços de desinfecção de redes de abastecimento público de água. Recomenda-se que o fabricante mantenha atualizado um controle do processo de fabricação conforme anexo A, que envolva os fornecedores de componentes e de matérias-primas, capaz de assegurar que os hidrantes e componentes que fabrica estão de acordo com esta parte da NBR 5667 e satisfazem as expectativas do comprador.

Antes da aplicação da pintura, os hidrantes subterrâneos devem ser submetidos a um ensaio de estanqueidade, sob uma pressão hidrostática interna de 1,5 MPa, durante um período de no mínimo 1 min ou sob uma pressão pneumática de 0,30 MPa, durante um período de 5 s a 10 s, durante os quais não podem apresentar sinais de vazamentos ou exsudações. Os resultados desses ensaios devem constar nos registros do fabricante.

Os revestimentos de corpos de hidrantes subterrâneos devem resistir ao ensaio de verificação da aderência, que deve ser efetuado com inserção em X, sobre a camada seca, de acordo com o método A da NBR 11003:1990 (códigos Y0 e X0), após o que não podem apresentar descolamento ou falhas de revestimento. As propriedades mecânicas dos componentes de ferro fundido dúctil devem ser de acordo com a NBR 6916 ou, conforme o caso, de acordo com a ISO 1083.

As propriedades mecânicas dos componentes de latão devem ser de acordo com a ABNT NBR 6314. A inspeção de recebimento do produto acabado deve ser realizada em fábrica, sendo que o comprador ou seu representante deve ter livre acesso às instalações em que devem ser efetuados os exames e ensaios, assim como deve ter à sua disposição os laboratórios, equipamentos e pessoal especializado para a execução dos ensaios de recebimento.

Recomenda-se que o fornecedor coloque à disposição do comprador, ou de seu representante, os relatórios dos exames e dos ensaios previstos nesta parte da NBR 5667 e realizados durante o processo de fabricação, conforme anexo A, de cada um dos lotes apresentados. O comprador ou seu representante deve ser avisado da data de início das operações de recebimento com antecedência mínima de dez dias.

O hidrante de coluna com obturação própria: é um dispositivo instalado sobre o piso de passeios públicos, com corpo cilíndrico e três saídas, incorporado de dispositivo de vedação automática no próprio corpo, utilizado para combate a incêndios. Recomenda-se que o fabricante mantenha atualizado um controle do processo de fabricação conforme anexo A, que envolva os fornecedores de componentes e de matérias-primas, capaz de assegurar que os hidrantes e componentes que fabrica estão de acordo com esta parte da NBR 5667 e satisfazem as expectativas do comprador.

Como revestimento interno, quando não especificado de outra maneira, deve ser efetuado no mínimo um revestimento epóxi bicomponente ou de qualquer outro revestimento de qualidade e resistência superior, à escolha do fabricante. O produto empregado deve atender às regulamentações específicas de tal forma que não provoque efeitos nocivos à saúde, quando em contato com a água de abastecimento.

Como revestimento externo, como pintura de fundo deve ser aplicado um revestimento de epóxi bicomponente, com espessura total de película seca de no mínimo 100 m. Como pintura de acabamento deve ser aplicado um esmalte sintético à base de resina alquídica, monocomponente, acabamento semibrilho, de espessura de película seca de no mínimo 40 m. A pintura de acabamento deve apresentar-se uniforme e de acordo com a NBR 7195, cor vermelha 5R 4/14 – Munsell Book of Color.

O revestimento deve proporcionar uma adequada proteção contra a corrosão, inclusive para os componentes enterrados, e ser resistente aos impactos inerentes ao transporte, manuseio, instalação e operação do hidrante. A vazão nominal, medida no tampão DN 100, está definida na tabela abaixo.

O hidrante de coluna com obturação própria simples deve ser fornecido com os respectivos bujões e tampões. O hidrante de coluna com obturação própria completo deve ser fornecido de acordo com o indicado em 5.4.1 e incluir uma curva 90° com flange e pé, válvula-gaveta de ferro fundido dúctil com cunha emborrachada flangeada e os seguintes acessórios: as conexões de ferro fundido dúctil, fornecidas com hidrantes de colunas completos, devem ser fabricadas de acordo com a NBR 7675, e as válvulas-gaveta com cunha emborrachada devem ser fabricadas de acordo com a NBR 14968.

As arruelas de borracha de face plena, quando fornecidas em conjunto com os hidrantes, devem ser confeccionadas com elastômero 4AA610A13B13A14, de acordo com a ASTM D-2000 e os parafusos de cabeça sextavada, as porcas sextavadas e as arruelas para fixação dos flanges, fornecidos em conjunto com os hidrantes e conexões de ferro fundido dúctil, devem ser de aço ASTM A-307, galvanizados a fogo conforme ASTM A-153 classe C. Quando recomendável, pode ser empregado aço inoxidável, conforme a NBR 5601.

A quantidade de parafusos a ser fornecida depende do número de furos dos flanges, devendo ser fornecidas uma porca e duas arruelas para cada parafuso. Antes da aplicação da pintura, os hidrantes de coluna com obturação própria devem ser submetidos a um ensaio de estanqueidade, sob uma pressão hidrostática interna de 1,5 MPa, durante um período de no mínimo 1 min ou sob uma pressão pneumática de 0,30 MPa, durante um período de 5 s a 10 s, durante os quais não podem apresentar sinais de vazamentos ou exsudações. Os resultados desses ensaios devem constar nos registros do fabricante.