A segurança das camas hospitalares

Deve-se estabelecer os requisitos particulares para a SEGURANÇA BÁSICA e o DESEMPENHO ESSENCIAL de CAMAS HOSPITALARES, da forma definida em 201.3.212. Se uma seção ou subseção for especificamente destinada à aplicação apenas para CAMAS HOSPITALARES, ou apenas para SISTEMAS EM, o título e o conteúdo daquela seção ou subseção o indicarão.

A NBR IEC 60601-2-52 de 03/2020 – Equipamento eletromédico – Parte 2-52: Requisitos particulares para a segurança básica e o desempenho essencial das camas hospitalares, que é uma norma particular, objetiva estabelecer os requisitos particulares para a SEGURANÇA BÁSICA e o DESEMPENHO ESSENCIAL de CAMAS HOSPITALARES, da forma definida em 201.3.212. Se uma seção ou subseção for especificamente destinada à aplicação apenas para CAMAS HOSPITALARES, ou apenas para SISTEMAS EM, o título e o conteúdo daquela seção ou subseção o indicarão. Se este não for o caso, a seção ou subseção será aplicável tanto a CAMAS HOSPITALARES quanto a SISTEMAS EM, como for relevante.

PERIGOS inerentes à função fisiológica destinada à CAMA HOSPITALAR ou SISTEMAS EM contidos no escopo desta norma não são abordados pelos requisitos específicos desta norma, à exceção de 7.2.13 e 8.4.1 da norma geral. Na série IEC 60601, as normas particulares podem modificar, substituir ou cancelar os requisitos contidos na norma geral e nas normas colaterais, conforme apropriado para o EQUIPAMENTO EM considerado, em particular, e podem adicionar outros requisitos para a SEGURANÇA BÁSICA e o DESEMPENHO ESSENCIAL.

O requisito de uma norma particular tem prioridade sobre a norma geral. Para abreviar, a IEC 60601-1 é referida nesta Norma Particular como a norma geral. Normas colaterais são referidas pelo seu número de documento. A numeração das seções, e subseções desta Norma Particular corresponde à da norma geral com o prefixo “201” (por exemplo, 201.1 nesta Norma aborda o conteúdo da Seção 1 da norma geral) ou norma colateral aplicável com o prefixo “20x”, onde x é (são) o (s) dígito (s) final (is) do número do documento da norma colateral (por exemplo, 202.4 nesta Norma Particular aborda o conteúdo da Seção 4 da norma colateral IEC 60601-1-2, 203.4 nesta Norma Particular aborda o conteúdo da Seção 4 da norma colateral IEC 60601-1-3 etc.).

As alterações do texto da norma geral estão especificadas pela utilização das seguintes palavras: “Substituição” significa que a seção ou subseção da norma geral ou norma colateral aplicável será completamente substituída pelo texto desta Norma Particular. “Adição” significa que o texto desta Norma Particular é adicional aos requisitos da norma geral ou da norma colateral aplicável. “Emenda” significa que a seção ou subseção da norma geral ou norma colateral aplicável será alterada da forma indicada pelo texto desta Norma Particular. As subseções, figuras ou tabelas que forem adicionais às da norma geral serão numeradas a partir de 201.101.

Entretanto, devido ao fato de que as definições na norma geral são numeradas de 3.1 até 3.139, as definições adicionais desta Norma serão numeradas a partir de 201.3.201. Os anexos adicionais serão indicados pelas letras AA, BB etc., e itens adicionais, aa), bb) etc. As subseções, figuras ou tabelas adicionais às da norma colateral serão numeradas a partir de 20x, onde “x” é o número de uma norma colateral, como, por exemplo, 202 para IEC 60601-1-2, 203 para IEC 60601-1-3 etc. O termo “esta Norma” é utilizado para se referir à norma geral, a quaisquer normas colaterais aplicáveis e a esta Norma Particular em conjunto. Onde não houver seção ou subseção correspondente nesta Norma Particular, a seção ou subseção da norma geral ou da norma colateral aplicável, embora possivelmente não relevante, será aplicável sem modificação; onde for definido que qualquer parte da norma geral ou da norma colateral aplicável, embora possivelmente relevante, não seja aplicável, uma afirmação neste sentido será fornecida nesta Norma Particular.

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Quais os cuidados para a instabilidade (desequilíbrio) e instabilidade excluindo o transporte?

Como deve ser feito o ensaio do movimento sobre uma soleira?

Qual deve ser a resistência dos sistemas de suspensão ou suporte do PACIENTE ou do OPERADOR?

Como deve ser executado o ensaio das forças estáticas devidas à aplicação de carga pelas pessoas?

Em 1996, a IEC publicou a primeira edição da norma particular para camas hospitalares operadas eletricamente, a IEC 60601-2-38. A publicação aconteceu em resposta a uma demanda de campo por uma norma universal que abordasse PERIGOS específicos de segurança das camas hospitalares. Utilizada em conjunto com a AVALIAÇÃO DE RISCO DO FABRICANTE, considera-se que a norma representa a corrente de pensamento mais atual a respeito de como estabelecer melhores práticas de segurança básica para o setor.

Uma emenda da IEC 60601-2-38, liberada em 1999, reconhece a necessidade de mitigar os RISCOS de aprisionamento do PACIENTE nas GRADES LATERAIS, novamente em combinação com o uso da AVALIAÇÃO DE RISCO DO FABRICANTE. Embora isto tenha melhorado a norma particular, esta ainda está focada em camas hospitalares operadas eletricamente, e não considera camas hospitalares operadas manualmente e produtos em outros ambientes médicos.

Em 2000, a EN 1970 (Adjustable beds for DISABLED PERSONS – Requirements and test methods), foi publicada, abordando camas utilizadas por pessoas incapacitadas para aliviar ou compensar uma limitação ou deficiência física. Esta norma ofereceu um escopo mais abrangente, em conjunto com a IEC 60601-2-38, mas depois da edição da Emenda 1 da IEC 60601-2-38, surgiu a oportunidade de combinar as duas normas em uma comum, a norma internacional. Conforme os trabalhos para integração se iniciaram, a IEC ajustou sua postura sobre a SEGURANÇA BÁSICA e o DESEMPENHO ESSENCIAL, integrando-os à terceira edição da IEC 60601-1.

O alinhamento da nova norma com a terceira edição tornou-se, portanto, necessário. A norma particular recebeu um novo número, IEC 60601-2-52, e foram iniciados os trabalhos de alinhamento à terceira edição. Esta Norma Particular, portanto, é o resultado de intenso trabalho de alinhamento e de ajuste de escopo entre a IEC 60601-2-38, a EN 1970 e a terceira edição da IEC 60601-1. Ela representa a corrente de pensamento mais atual sobre SEGURANÇA BÁSICA e DESEMPENHO ESSENCIAL das CAMAS HOSPITALARES utilizadas para aliviar enfermidades de PACIENTES e as limitações das PESSOAS INCAPACITADAS. É o esforço de um grupo de trabalho conjunto da IEC e da ISO.

A CAMA HOSPITALAR deve ser rotulada com o nome ou a marca e o endereço do FABRICANTE, a REFERÊNCIA DE TIPO OU MODELO e meios para permitir que estes sejam rastreados. Os componentes removíveis devem ser rotulados com o nome ou a marca e o endereço do FABRICANTE, a REFERÊNCIA DE TIPO OU MODELO e meios para permitir que estes sejam rastreados, a não ser que a identificação errônea não constitua um RISCO inaceitável. As CAMAS HOSPITALARES destinadas à utilização com um sistema de lavagem automático devem ser rotuladas com o seguinte texto para distingui-las das CAMAS HOSPITALARES que não toleram tais métodos de limpeza: “Cuidado, esta cama pode ser utilizada em sistemas de lavagem automáticos para limpeza.”

As CAMAS HOSPITALARES destinadas à utilização com lavagem a jato devem ser rotuladas pelo seguinte texto: “Cuidado, esta cama pode ser utilizada com lavagem a jato.” Se um ELEVADOR DA CAMA tiver uma subplataforma de largura ajustável, a faixa de larguras possíveis deve ser rotulada, por exemplo, através de um indicador da medição linear fixado às partes ajustáveis. As CAMAS HOSPITALARES projetadas para permitir a substituição de colchões devem ser rotuladas com a seguinte sentença, como uma advertência: “Colchões incompatíveis podem criar PERIGOS.

Leia as instruções de utilização ou com um símbolo apropriado, em um local proeminente da PLATAFORMA DE SUPORTE DO COLCHÃO, indicando os colchões compatíveis (ver exemplo em AA.1). As CAMAS HOSPITALARES projetadas para possuírem GRADES LATERAIS removíveis devem ser rotuladas com a seguinte sentença, como uma advertência: “GRADES LATERAIS incompatíveis podem criar PERIGOS. Leia as instruções de utilização ou com um símbolo apropriado, em um local proeminente da GRADE LATERAL, indicando as GRADES LATERAIS compatíveis (ver exemplo em AA.2).

Onde uma possível sobrecarga em um ACESSÓRIO destinado a suportar cargas puder criar RISCOS inaceitáveis, a CARGA DE TRABALHO SEGURA correspondente deve ser rotulada no ACESSÓRIO. A conformidade é verificada através da inspeção. Onde um CONTROLE DE TRAVAMENTO DO MOVIMENTO for responsável por prevenir movimentações inadvertidas da PLATAFORMA DE SUPORTE DO COLCHÃO e precisar do acionamento do OPERADOR, isto deve ser explicitado através de rotulagem ou símbolos, conforme apropriado, colocados do lado externo da CAMA HOSPITALAR e visíveis da posição de UTILIZAÇÃO NORMAL (ver Figura 201.106 na norma).

Exemplo: “Acione o CONTROLE DE TRAVAMENTO DO MOVIMENTO se o PACIENTE puder se machucar como resultado de um movimento não intencional da PLATAFORMA DE SUPORTE DO COLCHÃO.” A conformidade é verificada através da inspeção das CAMA HOSPITALAR.

Os controles e/ou indicadores, quando possível, devem ser rotulados empregando-se símbolos que transmitam a função destinada desses controles ou indicadores sem a necessidade de textos adicionais. As instruções de utilização devem incluir: uma descrição, de acordo com 201.3, do(s) AMBIENTE(S) DE APLICAÇÃO destinado(s); o peso máximo do PACIENTE e a CARGA DE TRABALHO SEGURA. A CARGA DE TRABALHO SEGURA é a soma de: o PACIENTE; o colchão; os ACESSÓRIOS da CAMA HOSPITALAR (apenas se forem apoiados no sistema de suporte da CAMA HOSPITALAR); e a carga suportada por tais ACESSÓRIOS (excluindo-se o peso do PACIENTE).

Uma explicação sobre como desativar uma função da CAMA HOSPITALAR se os movimentos gerados por tal função puderem causar lesões ao PACIENTE. Para CAMAS HOSPITALARES destinadas a um AMBIENTE DE APLICAÇÃO 4, o resultado das medições audíveis de energia acústica, de acordo com a ISO 3746. As instruções de utilização devem fornecer uma advertência de que convém que a CAMA HOSPITALAR seja mantida em sua posição mais baixa quando o PACIENTE não estiver acompanhado, para reduzir o RISCO de lesões provocadas por quedas.

As instruções de utilização devem fornecer uma advertência dos PERIGOS causados pelo manuseio inapropriado do CABO FLEXÍVEL DE ALIMENTAÇÃO, por exemplo, pelo dobramento, cisalhamento ou outros danos mecânicos. As instruções de utilização devem fornecer uma advertência, declarando que devem ser tomadas precauções ao fazer o roteamento de cabos na CAMA HOSPITALAR a partir de outros equipamentos, para não amassar os cabos entre as partes da CAMA HOSPITALAR.

As instruções de utilização devem fornecer uma advertência se a CAMA HOSPITALAR só puder ser utilizada com certos guindastes por causa da limitação de espaço sob a CAMA HOSPITALAR. As instruções de utilização devem conter informações sobre a seleção do colchão (es), incluindo as dimensões do colchão e as características do colchão (por exemplo, para reduzir o RISCO de aprisionamento e quedas (ver também 201.7.2.2.105)).

As instruções de utilização devem conter informações sobre a seleção das GRADES LATERAIS, incluindo as dimensões da GRADE LATERAL e as características da GRADE LATERAL (por exemplo, para reduzir o RISCO de aprisionamento e quedas (ver também 201.7.2.2.106)). As instruções de utilização devem identificar os ângulos máximos, em relação à horizontal, que podem ser atingidos durante a UTILIZAÇÃO NORMAL em cada parte da PLATAFORMA DE SUPORTE DO COLCHÃO. Elas também devem identificar as alturas máxima e mínima, a partir do piso, que podem ser atingidas pela PLATAFORMA DE SUPORTE DO COLCHÃO durante a UTILIZAÇÃO NORMAL. Elas também devem identificar quaisquer posições de emergência e os controles com os quais tais posições forem obtidas.

As instruções de utilização devem identificar a massa máxima (em kg) da CAMA HOSPITALAR. Se a CAMA HOSPITALAR for destinada a ser desmontada em partes, a massa máxima (em kg) de todas as partes deve ser declarada nas instruções de utilização. As instruções de utilização devem informar o OPERADOR ou a ORGANIZAÇÃO RESPONSÁVEL, com suficiente detalhamento, sobre a inspeção preventiva, a manutenção e a calibração a serem executada por eles, incluindo a frequência de tal manutenção.

As instruções de utilização devem fornecer informações sobre a execução segura de tais rotinas de manutenção, necessárias para garantir a utilização segura continuada da CAMA HOSPITALAR. Além disso, as instruções de utilização devem identificar as partes nas quais devem ser executadas a inspeção e a manutenção pelo PESSOAL DE SERVIÇO, incluindo os períodos a serem aplicados e detalhes a respeito da execução propriamente dita de tal manutenção.

Para as CAMAS HOSPITALARES que contenham baterias recarregáveis destinadas a serem mantidas por outros que não o PESSOAL DE SERVIÇO, as instruções de utilização devem conter instruções que garantam a manutenção adequada. Os CABOS FLEXÍVEIS DE ALIMENTAÇÃO devem ter um mínimo de 2,5 m medidos do plugue ao perímetro externo da CAMA HOSPITALAR. Os CABOS FLEXÍVEIS DE ALIMENTAÇÃO e outros cabos elétricos externos flexíveis e cordões das CAMAS HOSPITALARES devem ser do tipo HD22.10 H05-BQ-F [1] 3 ou de qualidade equivalente para robustez mecânica.

Os CABOS FLEXÍVEIS DE ALIMENTAÇÃO devem ser equipados com mecanismos apropriados para proteger contra deformações e dobras. Os conjuntos de CABOS FLEXÍVEIS DE ALIMENTAÇÃO devem ter um plugue moldado sobre eles ou outras formas de resistência ao ingresso de água durante o PROCESSO de limpeza destinado à CAMA HOSPITALAR. As camas hospitalares devem ser equipadas com meios para manter os CABOS FLEXÍVEIS DE ALIMENTAÇÃO longe de qualquer parte ou mecanismo móvel da CAMA HOSPITALAR quando a CAMA HOSPITALAR estiver sendo utilizada, transportada, ou mesmo não estiver em uso, para evitar danos aos CABOS FLEXÍVEIS DE ALIMENTAÇÃO.

Os CABOS FLEXÍVEIS DE ALIMENTAÇÃO devem ser protegidos adequadamente contra danos resultantes do contato com parte (s) móvel (is) ou da fricção em quinas ou bordas afiadas dentro da CAMA HOSPITALAR. Quaisquer aberturas ou áreas (A1, A2, A3, A4, A5, A6, B, C e D) dentro do sistema da CAMA HOSPITALAR que estiverem acima da PLATAFORMA DE SUPORTE DO COLCHÃO devem atender aos requisitos dimensionais e de construção das Figuras 201.107, 201.108 e da Tabela 201.101, disponíveis na norma. Onde houver um RISCO de aprisionamento do PACIENTE que tenha sido abordado de outra forma, isto deve ser justificado pelo FABRICANTE no ARQUIVO DE GERENCIAMENTO DE RISCO.

A conformidade é verificada antes e depois da aplicação dos ensaios de resistência da GRADE LATERAL e de confiabilidade da trava (ver 201.9.8.3.3.3). A conformidade é verificada com a PLATAFORMA DE SUPORTE DO COLCHÃO na posição horizontal, a não ser que haja uma indicação diferente na Tabela 201.101 na norma. O ensaio deve ser executado com a GRADE LATERAL em todas as posições de elevação e travamento.

Todos os ensaios são executados sem o colchão, exceto o ensaio para a Dimensão D. Os requisitos relativos ao colchão são verificados com o (s) colchão (es) e da forma especificada pelo FABRICANTE. Os requisitos das Figuras 201.107, 201.108 e da Tabela 201.101 (disponíveis na norma) relativos ao colchão estão excluídos para os COLCHÕES ESPECIAIS.

IEC 60050-426: os termos relacionados com as atmosferas explosivas

Essa norma internacional, editada pela (IEC) em 2020, fornece os termos especificamente relevantes para as atmosferas explosivas. Esta nova edição analisa e complementa a anterior. Essa terminologia é consistente com a terminologia desenvolvida nas outras partes especializadas do IEV. Possui o status de um padrão horizontal, de acordo com o IEC Guide 108.

A IEC 60050-426:2020 – International Electrotechnical Vocabulary (IEV) – Part 426: Explosive atmospheres fornece os termos especificamente relevantes para as atmosferas explosivas. Esta nova edição analisa e complementa a anterior. Essa terminologia é consistente com a terminologia desenvolvida nas outras partes especializadas do IEV. Possui o status de um padrão horizontal, de acordo com o IEC Guide 108 que define as regras para lidar com funções horizontais e publicações horizontais.

Este guia 108 deve ser usado em conjunto com as diretivas ISO/IEC e com os guias específicos do aspecto. O seu conceito fundamental é o de uma publicação horizontal é que é uma publicação internacional (não um TS ou um PAS) que é amplamente aplicável e deve ser usada por todos os comitês relevantes e que passou por um processo de aprovação aprimorado, conforme descrito neste documento.

Conteúdo da IEC 60050-426

PREFÁCIO………………….. II

INTRODUÇÃO…………… IV

1 Escopo……………………. 1

2 Referências normativas… ….. 1

3 Termos e definições…… …… 1

Seção 426-01 – Termos gerais………… 3

Seção 426-02 – Fenômenos físicos e químicos….. 17

Seção 426-03 – Áreas e zonas……………………… 37

Seção 426-04 – Aparelhos elétricos (geral)…….. 49

Seção 426-06 – Gabinete à prova de chama “d”…………….. 89

Seção 426-07 – Enchimento em pó “q”…………….. 96

Seção 426-08 – Maior segurança “e”……………….. 98

Seção 426-09 – Pressurização “p”……………… 110

Seção 426-10 – Imersão em óleo “o”…………… 123

Seção 426-11 – Elétrica intrinsecamente segura e associada intrinsecamente segura do aparelho “i” ………… 126

Seção 426-12 – Encapsulamento “m”……………… 150

Seção 426-13 – Tipo de proteção “n” …………… 154

Seção 426-14 – Inspeção e manutenção …………… 163

Seção 426-15 – Reparo e revisão ………………… 169

Seção 426-16 – Proteção por invólucro (poeira) “t” …….. 178

Seção 426-20 – Rastrear aquecimento……………. 180

Seção 426-21 – Instalações em atmosferas explosivas….. 207

Seção 426-22 – Luzes……………….. … 209

Seção 426-23 – Radiação óptica em atmosferas explosivas…11

Seção 426-24 – Detecção de gás combustível.. 221

Seção 426-25 – Eletrostática……………………. 261

Seção 426-26 – Proteção especial “s”………………….. 273

Seção 426-27 – Atmosferas explosivas – Aplicação de sistemas de qualidade……….. 275

Seção 426-28 – Equipamento não elétrico (geral)………….. 280

Seção 426-29 – Equipamento não elétrico – Mineração…… 293

ÍNDICE…………. ……………………….. 295

A IEC 60050 – International Electrotechnical Vocabulary é um vocabulário multilíngue de uso geral que abrange o campo da eletrotecnologia, eletrônica e telecomunicações (disponível em http://www.electropedia.org). Compreende cerca de 22 000 entradas terminológicas, cada uma correspondendo a um conceito. Essas entradas terminológicas são distribuídas entre cerca de 90 partes, cada parte correspondente a um determinado campo. EXEMPLO: Parte 161 (IEC 60050-161): Compatibilidade eletromagnética; Parte 411 (IEC 60050-411): Máquinas rotativas.

As entradas terminológicas seguem um esquema/classificação hierárquica parte/seção/conceito; dentro das seções, as entradas terminológicas são organizadas em uma ordem sistemática. Os termos e definições (e possivelmente representações não verbais, exemplos, notas para entrada e fontes) nas entradas são dados em dois ou mais dos três idiomas da IEC, que são francês, inglês e russo (principais línguas do IEV).

Em cada entrada terminológica, os termos são também fornecidos em vários idiomas adicionais do IEV [árabe (ar), tcheco (cs), alemão (de), espanhol (es), finlandês (fi), italiano (it), japonês (ja), coreano (ko), norueguês [Bokmål (nb) e Nynorsk (nn)], polonês (pl), português (pt), esloveno (sl), sérvio (sr), sueco (sv) e chinês (zh) )]. As informações sobre o IEV e a redação e apresentação das entradas terminológicas são fornecidas no suplemento IEC das diretivas ISO/IEC, anexo SK. O texto a seguir constitui um resumo dessas regras.

Organização de uma entrada terminológica

Cada uma das entradas terminológicas corresponde a um conceito e compreende: um número IEV, possivelmente um símbolo de letra para a quantidade ou unidade e, em seguida, para os principais idiomas IEV presentes na parte: o termo que designa o conceito, chamado termo preferido , possivelmente acompanhada de sinônimos e abreviações, a definição do conceito, possivelmente representações não verbais, exemplos e notas de entrada, possivelmente a fonte e, finalmente, para os idiomas adicionais do IEV, apenas os termos.

número da peça: 3 dígitos, número da seção: 2 dígitos, número da entrada: sequência de dígitos decimais nos quais os zeros à esquerda são permitidos, mas redundantes (por exemplo, 1 a 113, 01 a 99, 001 a 127).

EXEMPLO 845-27-003: Símbolos de letras para quantidades e unidades. Esses símbolos, que são independentes do idioma, são fornecidos em uma linha separada após o número IEV.

EXEMPLO: 131-12-04 resistência R Termo e sinônimos preferidos. O termo preferido é o termo que encabeça uma entrada terminológica em um determinado idioma; pode ser seguido por sinônimos. É impresso em negrito.

Sinônimos: os sinônimos são impressos em linhas separadas sob o termo preferido: sinônimos preferidos são impressos em negrito, sinônimos admitidos e obsoletos são impressos na fonte lightface. Sinônimos preteridos são prefixados pelo texto “DEPRECATED: Ausência de um termo apropriado: quando não existe um termo apropriado em um determinado idioma, o termo preferido é substituído por cinco pontos, da seguinte forma: “…..” (e é claro que não há sinônimos).

Atributos

Cada termo (e sinônimo) pode ser seguido por atributos que fornecem informações adicionais e impressos em lightface na mesma linha do termo correspondente, seguindo esse termo. EXEMPLO: uso específico do termo: linha de transmissão, <em sistemas de energia elétrica> variante nacional: lift, GB. informação gramatical: quantizar, verbo transitório, substantivo AC, adj. Fonte.

Em alguns casos, foi necessário incluir em uma parte do IEV um conceito retirado de outra parte do IEV ou de outro documento de terminologia oficial (ISO/IEC Guide 99, ISO/IEC 2382, etc.), com ou sem modificação para a definição (e possivelmente para o prazo).

Isso é indicado pela menção desta fonte, impressa em face da luz e colocada no final da entrada terminológica em cada uma das principais línguas IEV presentes. EXEMPLO FONTE: IEC 60050-131: 2002, 131-03-13, Termos modificados em outros idiomas IEV. Esses termos são colocados seguindo as entradas terminológicas nos principais idiomas do IEV, em linhas separadas (uma única linha para cada idioma), precedidas pelo código alfa-2 para o idioma definido na ISO 639-1 e na ordem alfabética deste código.

As orientações para gestão do facility management (FM)

O facility management (FM) integra múltiplas disciplinas a fim de ter uma influência sobre a eficiência e produtividade dos recursos financeiros das sociedades, comunidades e organizações, bem como a maneira pela qual os indivíduos interagem com o ambiente construído. O FM afeta a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida de grande parte das sociedades e da população em todo o mundo por meio dos serviços que o FM administra e entrega.

A NBR ISO 41001 de 04/2020 – facility management — Sistemas de gestão — Requisitos com orientações para uso especifica os requisitos para um sistema de facility management (FM) quando uma organização: precisa demonstrar a entrega efetiva e eficiente de FM que suporte os objetivos da organização demandante; tem por objetivo atender de forma consistente às necessidades das partes interessadas e requisitos aplicáveis; tem por objetivo ser sustentável em um ambiente globalmente competitivo. Os requisitos especificados neste documento não são específicos do setor e se destinam a ser aplicáveis em todas as organizações, ou partes delas, seja do setor público ou privado, e independentemente do tipo, tamanho e natureza da organização ou localização geográfica. O Anexo A provê orientações adicionais sobre o uso deste documento.

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Qual é a necessidade de comunicação da FM?

Como executar o controle de informação documentada?

O que deve ser feito em termos de planejamento e controle operacional?

Como realizar a auditoria interna?

O facility management (FM) integra múltiplas disciplinas a fim de ter uma influência sobre a eficiência e produtividade dos recursos financeiros das sociedades, comunidades e organizações, bem como a maneira pela qual os indivíduos interagem com o ambiente construído. O FM afeta a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida de grande parte das sociedades e da população em todo o mundo por meio dos serviços que o FM administra e entrega.

Embora o FM tenha um impacto muito amplo, o reconhecimento de seus princípios e práticas em nível global tem faltado. Este documento provê a base para uma interpretação e entendimento comum de FM e as maneiras pelas quais ele pode beneficiar organizações de todos os tipos. O desenvolvimento do mercado para serviços de FM seria melhorado pela presença de uma estrutura global comum e um padrão de suporte.

O setor se beneficia de uma base comum mediante a qual o FM pode ser avaliado e medido. Este é o principal motivador e propósito deste documento. Em um ambiente globalmente competitivo, as organizações e os prestadores de serviços de FM precisam se comunicar entre si e com as partes interessadas utilizando princípios, conceitos e termos comuns, incluindo a avaliação e medição de desempenho. Este documento é destinado a elevar o padrão de conservação e aumentar os níveis de qualidade, estimulando, assim, a maturidade organizacional e a competição para a entrega de FM.

Os benefícios de um padrão de sistema integrado para FM incluem: melhoria da produtividade, segurança do trabalho, saúde e bem-estar da equipe de trabalho; melhoria da comunicação de requisitos e metodologias dentro das organizações do setor público e privado e entre elas; melhoria da eficiência e efetividade, melhorando assim o custo-benefício para as organizações; melhoria da consistência do serviço; fornecimento de uma plataforma comum para todos os tipos de organizações.

Este documento é aplicável a qualquer organização que deseja: estabelecer, implementar, manter e melhorar um sistema de FM integrado; assegurar-se da conformidade com sua política de gestão declarada; demonstrar conformidade com este documento: realizando uma autodeterminação e autodeclaração; buscando confirmação de sua conformidade pelas partes que tenham interesse na organização; buscando confirmação de sua autodeclaração por uma parte externa à organização; buscando certificação/registro de seu sistema de FM por um organismo de certificação terceirizado acreditado.

Este documento aplica a estrutura desenvolvida pela ISO para melhorar o alinhamento entre suas normas de sistemas de gestão. Este documento promove a adoção de uma abordagem do processo ao desenvolver, implementar e melhorar a efetividade de uma norma de sistema de gestão para melhorar a satisfação do cliente pelo atendimento de seus requisitos. Para uma organização funcionar efetivamente, ela precisa determinar e gerenciar inúmeras atividades inter-relacionadas.

Uma atividade, ou conjunto de atividades, que utiliza recursos e gerenciados para permitir a transformação de entradas em saídas pode ser considerada como um processo. Geralmente, a saída de um processo forma diretamente a entrada para o próximo. A aplicação de um sistema de processos dentro de uma organização, juntamente com a identificação, interações desses processos e sua gestão para produzir o resultado desejado, pode ser referido como a abordagem do processo.

Uma vantagem da abordagem do processo é o controle contínuo que ela provê sobre a ligação entre os processos individuais dentro do sistema de processos, bem como sobre a sua combinação e interação. Quando utilizada dentro de um sistema de FM, essa abordagem enfatiza a importância: de entender e atender aos requisitos da organização demandante por meio de um processo de planejamento integrado. Uma organização demandante é uma entidade que tem uma necessidade e autoridade para incorrer custos para ter os requisitos atendidos. Normalmente, ela é um representante autorizado dentro de uma unidade funcional da organização.

Deve-se, também, entender o relacionamento entre o processo de planejamento integrado e as Seções 4 a 10 do sistema de FM; da documentação associada aos requisitos do sistema de FM e o assunto das avaliações de certificação; de todos os itens descritos anteriormente no contexto dos níveis de gestão; e da melhoria contínua de processos com base na medição objetiva. Para visualização do sistema de FM, os processos centrais se iniciam com o entendimento e definição dos seguintes critérios dentro de uma organização demandante.

— Contexto da organização: entendendo e determinando o sistema de FM apropriado (ver Seção 4).

— Liderança: entendendo as funções, responsabilidades, políticas e autoridades organizacionais (ver Seção 5).

— Planejamento: entendendo os riscos, objetivos estratégicos e políticas atuais (ver Seção 6).

— Suporte: entendendo os recursos disponíveis versus recursos requeridos na forma de recursos financeiros, humanos e tecnológicos (ver Seção 7).

— Operações: entregando serviços de FM integrados (ver Seção 8).

— Avaliação de desempenho: comparando padrões, monitorando e atendendo aos requisitos alvo (ver Seção 9).

— Melhoria: revisando os padrões já comparados, identificando e implementando iniciativas de melhoria do processo (ver Seção 10).

Referência é feita à organização demandante e à organização em todo este documento. Esta distinção é realizada devido à natureza variável na qual os serviços de FM podem ser entregues por meio do pessoal interno dentro da organização demandante, prestadores de serviços externos ou uma combinação dos dois.

Os requisitos deste documento se aplicam à organização de FM. Entretanto, conforme ilustrado na figura abaixo, a organização de FM e a organização demandante precisam trabalhar em conjunto para definir claramente as necessidades para atender à estratégia do negócio principal e desenvolver políticas e práticas de FM que permitirão as atividades do negócio principal da organização demandante. A organização (e a alta direção) se refere à organização de FM por todo o documento, salvo observado em contrário como a organização demandante.

Além disso, as Seções deste documento podem ser consideradas por meio da metodologia de abordagem do processo conhecida como Planejar-Executar-Verificar-Agir (PDCA), conforme ilustrado na figura abaixo. O PDCA pode ser descrito resumidamente da seguinte maneira.

Planejar: estabelecer os objetivos e os processos necessários para entregar resultados de acordo com os requisitos do cliente e as políticas da organização.

Executar: implementar os processos.

Verificar: monitorar e medir os processos e produtos em comparação às políticas, objetivos e requisitos para o produto, e reportar os resultados.

Agir: tomar medidas para melhorar continuamente o desempenho do processo.

A organização deve determinar, demonstrar e documentar questões externas e internas que sejam relevantes ao seu propósito e seus objetivos estratégicos, e que afetem a sua capacidade de alcançar

o(s) resultado(s) pretendido(s) de seu sistema de FM. A organização deve determinar e documentar: as partes interessadas que são relevantes ao sistema de FM; os requisitos dessas partes interessadas; as saídas que atenderão aos requisitos; as entradas requeridas para alcançar essas saídas; o processo para manter os requisitos atualizados.

A organização deve determinar os limites e a aplicabilidade do sistema de FM para estabelecer seu escopo. Ao determinar este escopo, a organização deve considerar: as questões externas e internas referidas em 4.1; os requisitos referidos em 4.2; a interação com outros sistemas de gestão, se utilizados, e os recursos para atender aos requisitos. O escopo deve estar disponível como informação documentada. A organização deve estabelecer, implementar, manter e melhorar continuamente um sistema de FM, incluindo os processos necessários e suas interações, de acordo com os requisitos deste documento.

A alta direção da organização deve demonstrar liderança e comprometimento em relação ao sistema de FM: assegurando que a política de FM e os objetivos de FM são estabelecidos e são compatíveis com a direção estratégica da organização demandante; assegurando a integração e o suporte dos requisitos do sistema de FM nos processos de negócios da organização; assegurando que os recursos necessários para o sistema de FM estão disponíveis; comunicando a importância de um sistema de FM efetivo e da conformidade com os requisitos do sistema de FM; comunicando-se com a alta direção da organização demandante; assegurando que o sistema de FM alcance o (s) resultado (s) pretendido (s) conforme documentado; direcionando e apoiando as pessoas para contribuir com a efetividade do sistema de FM; coordenando e colaborando interdepartamentalmente; promovendo a melhoria contínua em inovação, comunicação, motivação, integração funcional cruzada, apoio dos objetivos da organização e gestão responsável; apoiar outras funções de gestão relevantes para demonstrar a sua liderança quando for aplicada nas suas áreas de responsabilidade; assegurar que a abordagem utilizada para gerenciar riscos em FM esteja alinhada com a abordagem da organização para gerenciar riscos.

A referência ao termo negócios neste documento pode ser interpretada de forma ampla para significar aquelas atividades que são fundamentais aos propósitos da existência da organização demandante. A alta direção deve estabelecer uma política de FM que seja apropriada ao propósito da organização; forneça uma estrutura para definir os objetivos de FM; assegure a gestão de riscos; inclua um comprometimento para atender aos requisitos aplicáveis; inclua um comprometimento com a melhoria contínua do sistema de FM; seja endossada pela alta direção ou por um responsável-chave da organização demandante; corresponda às características e requisitos da organização demandante; considere as características e requisitos dos usuários da instalação e da própria instalação; enfatize como ela responde às questões apropriadas ao contexto local.

A política de FM deve estar disponível como informação documentada; ser comunicada regularmente dentro da organização e com outras partes interessadas; estar disponível às partes interessadas, conforme apropriado; ser consistente e estar integrada com outras políticas organizacionais relevantes; ser consistente com o plano organizacional; ser apropriada à natureza e escala da organização e suas operações; ser implementada, revisada periodicamente e reportada à alta direção e, se requerido, atualizada.

A alta direção deve assegurar que as responsabilidades e autoridades para funções relevantes sejam atribuídas e comunicadas dentro da organização. A alta direção deve atribuir a responsabilidade e autoridade para: assegurar que o sistema de FM está em conformidade com os requisitos deste documento; assegurar que as políticas e objetivos são estabelecidos para o sistema de FM e são compatíveis com a direção estratégica da organização; reportar sobre o desempenho do sistema de FM à alta direção; assegurar que o processo de FM está estabelecido e é compatível com a política de FM e objetivos de FM; estabelecer e atualizar o plano de FM; assegurar que os sistemas de gestão, procedimentos e qualquer cadeia de suprimentos utilizados suportam totalmente a entrega dos objetivos de FM; assegurar a conformidade, robustez, adequação e efetividade do sistema de FM; assegurar que as estratégias de fornecimento suportam o sistema de FM; estabelecer, revisar, reportar e atualizar o sistema de FM.

Ao planejar o sistema de FM, a organização deve considerar as questões referidas em 4.1 e os requisitos referidos em 4.2 e determinar os riscos e as oportunidades que precisam ser tratados para: dar garantia que o sistema de FM possa alcançar o (s) resultado (s) pretendido (s); evitar ou reduzir efeitos indesejados; assegurar a continuidade dos negócios e a preparação para emergências; alcançar a melhoria contínua. A organização deve planejar as ações para tratar esses riscos e oportunidades, considerando como esses riscos e oportunidades podem se alterar com o tempo; como integrar e implementar as ações em seus processos do sistema de FM; avaliar a efetividade dessas ações.

A organização deve estabelecer objetivos de FM em funções, subfunções e níveis relevantes. A organização deve considerar os requisitos das partes interessadas relevantes e de outros requisitos financeiros, técnicos e organizacionais do processo de planejamento de FM. Os objetivos de FM devem ser consistentes e alinhados com os objetivos organizacionais; ser consistentes com a política de FM; ser mensuráveis (se praticável) sem custo ou documentação em excesso; ser estabelecidos e atualizados utilizando os critérios determinados em 4.2; considerar os requisitos aplicáveis; ser monitorados; ser comunicados às partes interessadas relevantes; ser revisados e atualizados conforme apropriado.

A organização deve reter a informação documentada sobre os objetivos de FM. Ao planejar como alcançar seus objetivos de FM, a organização deve determinar o que será feito; quais recursos e orçamentos serão requeridos; quem será o responsável; quando serão concluídos e com quais frequências; como os resultados serão avaliados; horizontes de planejamento apropriados com a organização demandante para a entrega completa e efetividade.

A organização deve determinar e prover os recursos necessários para o estabelecimento, implementação, manutenção e melhoria contínua do sistema de FM. A organização deve fornecer, supervisionar conforme necessário e monitorar os recursos utilizados na implementação das atividades requeridas para alcançar os objetivos do (s) plano (s) de FM.

A organização deve determinar a competência necessária da (s) pessoa (s) (ou entidades) que realizam o trabalho sob seu controle que afeta o seu desempenho de FM; assegurar que essas pessoas sejam competentes com base na educação, treinamento e/ou experiência apropriados; quando aplicável, tomar medidas para adquirir a competência necessária, manter a educação, treinamento e certificações de forma contínua e avaliar a efetividade das medidas tomadas; assegurar que as competências estejam alinhadas com o contexto local aplicável; reter as informações documentadas apropriadas como evidência da competência; planejar recursos futuros e requisitos de longo prazo. As ações aplicáveis podem incluir, por exemplo, o fornecimento de treinamento, orientação ou nova atribuição de pessoas atualmente empregadas; ou a contratação efetiva ou temporária de pessoas competentes.

Os ensaios de ultrassom em soldas

Os objetivos desses ensaios podem ser diferentes, por exemplo para a avaliação do nível de qualidade (fabricação); para a detecção de indicações específicas induzidas em serviço. Os critérios de aceitação não estão incluídos nesta norma, mas podem ser aplicados em conformidade com o escopo do ensaio, conforme os itens a serem determinados pela especificação.

A NBR ISO 22825 de 04/2020 – Ensaios não destrutivos de soldas — Ensaio por ultrassom — Ensaios de soldas em aços austeníticos e ligas à base de níquel especifica a abordagem a ser seguida no desenvolvimento de procedimentos de ultrassom dos seguintes tipos de soldas: soldas em aços inoxidáveis; soldas em ligas à base de níquel; soldas em aços dúplex; soldas dissimilares; soldas austeníticas. Os objetivos do ensaio podem ser diferentes, por exemplo para a avaliação do nível de qualidade (fabricação); para a detecção de indicações específicas induzidas em serviço. Os critérios de aceitação não estão incluídos nesta norma, mas podem ser aplicados em conformidade com o escopo do ensaio, conforme os itens a serem determinados pela especificação. Os requisitos desta norma são aplicáveis aos ensaios manual e mecanizado.

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Quais as etapas necessárias em um procedimento escrito de ensaio por ultrassom?

Quais são as implicações práticas do uso de ondas longitudinais refratadas?

O que deve garantir a varredura?

O que deve incluir os resultados do ensaio?

As soldas em componentes de aço austenítico e soldas dissimilares são consideradas difíceis de inspecionar por ultrassom. Os principais problemas estão associados à estrutura não favorável e ao tamanho de grão, bem como à heterogeneidade nas propriedades dos materiais e anisotropia mecânica e acústica, propriedades que contrastam com o comportamento relativamente homogêneo e isotrópico em soldas de aço-carbono e de baixa liga.

Metal de solda austenítico e outros materiais anisotrópicos e de granulação grossa podem afetar significativamente a propagação do ultrassom. Além disso, podem ocorrer distorção do feixe, reflexões inesperadas e conversões de modo na linha de fusão e/ou nos grãos colunares. Por isto, pode ser difícil e por vezes impossível que ondas ultrassônicas penetrem no metal de solda.

O ensaio de ultrassom destes metais pode requerer técnicas que diferem das técnicas convencionais. Estas técnicas especiais incluem a utilização de cabeçotes de duplo cristal concebidos para ondas longitudinais refratadas ou ondas creeping. Além disso, é necessário confeccionar blocos de referência representativos com soldas, a fim de desenvolver o procedimento de ensaio, ajustar o nível de sensibilidade e demonstrar a efetividade do procedimento escrito.

Os materiais, a preparação para solda e o procedimento de soldagem, bem como a geometria e a condição da superfície dos blocos de referência devem ser os mesmos dos componentes a serem ensaiados. Antes do ensaio, algumas informações sobre os seguintes itens são requeridas: tipo e grau do material; objetivo e extensão dos ensaios, incluindo ensaios para indicações transversais, se requeridos; níveis de ensaio (ver Seção 10); fase de fabricação ou operação em que o ensaio deve ser realizado; requisitos para o acesso, condição superficial (ver 11.2) e temperatura; se o ensaio no metal-base deve ser realizado antes e/ou após a soldagem (ver 11.3); blocos de referência (ver Seções 6 e 7); qualificações de pessoal (ver Seção 5); requisitos de relatórios (ver Seção 12); critérios de aceitação e/ou nível de registro.

Antes de realizar qualquer ensaio em uma junta soldada, o inspetor deve ter acesso a todas as informações dos Itens a serem determinados pela especificação, juntamente com as seguintes informações adicionais: procedimento escrito do ensaio (ver Seção 9); tipo (s) de material-base e forma do produto (ou seja, fundido, forjado, laminado); preparação da junta e dimensões; processo de soldagem ou informações relevantes sobre o processo de soldagem; momento da inspeção em relação a qualquer tratamento térmico pós-soldagem; resultado de todos os ensaios do metal-base realizados antes e/ou após a soldagem; pontos de referência e detalhes do sistema de coordenadas da peça a ser ensaiada.

O ensaio de desempenho de pessoal deve estar de acordo com esta norma e deve ser qualificado para um nível apropriado de acordo com a NBR NM ISO 9712 ou equivalente no setor industrial relevante. Adicionalmente ao conhecimento geral de ensaios por ultrassom em soldas, os inspetores devem estar familiarizados e possuir experiência prática em relação aos problemas de inspeção especificamente associados ao tipo de material e às juntas soldadas a serem ensaiadas. Convém que os treinamentos específicos e o exame de pessoal sejam realizados em peças representativas (dúplex, austeníticos, aço inoxidável) que contenham soldas e utilizando cabeçotes de duplo elemento de onda longitudinal.

Convém que estes treinamentos e os resultados dos exames sejam documentados. Se este não for o caso, convém que o treinamento específico e o exame sejam executados com o procedimento de ensaio de ultrassom finalizado e o instrumento de ultrassom selecionado para inspecionar corpos de prova representativos, contendo refletores naturais ou artificiais semelhantes aos esperados. Convém que estes treinamentos e os resultados dos exames sejam documentados.

O equipamento utilizado para o ensaio deve atender aos requisitos das EN 12668-1 e EN 12668-2. A verificação do equipamento combinado deve ser feita de acordo com a EN 12668-3, com exceção dos cabeçotes de duplo elemento de feixe angular com ondas longitudinais, que podem ser verificados em outros blocos de referência apropriados em comparação aos blocos mencionados na EN 12668-3. As curvas focais devem estar disponíveis para os cabeçotes de duplo elemento a serem utilizadas e determinadas em um material representativo do material a ser ensaiado.

O equipamento phased array pode ser usado desde que a combinação de cabeçotes, sapatas e leis focais seja capaz de produzir feixes sônicos, permitindo a aplicação das técnicas estabelecidas em A.1 a A.6; o equipamento phased array esteja conforme os requisitos das ISO 18563-1 e ISO 18563-2; a verificação do equipamento combinado seja feita de acordo com a ISO 18563-3, com exceção dos cabeçotes angulares de onda longitudinal de duplo elemento, os quais podem ser verificados em blocos de referência adequados, diferentes dos blocos mencionados na ISO 18563-3.

As curvas focais devem estar disponíveis para os cabeçotes phased array utilizados e determinadas em um material representativo do material a ser ensaiado. O ajuste de escala deve ser realizado em bloco de calibração adequado, por exemplo, como mostrado no Anexo B, que é desenvolvido para ser semelhante ao bloco N°2, de acordo com a ISO 7693. A dimensão de pelo menos um dos raios do bloco utilizado deve ser próximo à distância focal dos cabeçotes.

O ponto de saída do feixe sônico de cada cabeçote deve ser marcado no lado do cabeçote, depois de ter sido otimizada a amplitude do eco no raio mais próximo à sua distância focal. Uma vez que esta otimização do eco pode ser difícil para cabeçotes de ângulos elevados e cabeçotes de ondas creeping, o componente de onda pode ser usado para otimização. Neste caso, a metodologia de calibração deve estar incluída no procedimento de ensaio.

A otimização dos ecos deve ser feita separadamente sobre dois raios, e por repetição até que os sinais provenientes do menor e do maior raios estejam em suas posições corretas. Alternativamente, a base de tempo pode ser ajustada com ajuda de um cabeçote normal monoelemento na largura do bloco de calibração e com subsequente ajuste do ponto zero com o cabeçote angular colocado no bloco de calibração, no raio mais próximo de distância focal do cabeçote.

Para o posicionamento geométrico correto das indicações, a influência de diferentes velocidades do som entre o metal-base e o metal de solda pode ser levada em consideração, utilizando os refletores conforme descrito no uso de furos laterais e uso de outros refletores de referência. O ajuste da escala deve ser realizado antes de cada ensaio. Verificações para confirmar estes ajustes devem ser realizadas pelo menos a cada 4 h e após a conclusão do ensaio.

Também devem ser verificados os ajustes sempre que um parâmetro do sistema for alterado ou sempre que mudanças nos ajustes forem duvidosas. Se forem encontrados desvios durante estas verificações, as ações corretivas devem ser realizadas conforme especificado na tabela abaixo.

O ajuste da sensibilidade deve ser realizado em um bloco de referência com solda. O Anexo C apresenta exemplos de blocos de referência. A espessura do bloco de referência deve ser similar à espessura do componente a ser inspecionado, com erro máximo admissível de 10% ou 3 mm, o que for maior. Os refletores de referência devem ser furos laterais no centro da solda e/ou na linha de fusão.

Alternativamente, furo de fundo plano na linha de fusão pode ser utilizado, tendo o fundo plano alinhado à linha de fusão (bisel). Entalhes de superfície devem ser utilizados como referência para defeitos próximos à superfície. A cobertura da zona relacionada à espessura da parede deve ser estabelecida com base nas curvas focais, quando cabeçotes de duplo elemento forem usadas. A sobreposição da zona deve ser documentada no procedimento.

O ajuste da sensibilidade deve ser realizado antes de cada ensaio, de acordo com esta norma. A distância, g, entre a superfície de ensaio e a parte inferior da sapata do cabeçote não pode ser superior a 0,5 mm. Se forem utilizados refletores na linha de fusão, os ajustes da sensibilidade devem ser realizados: estabelecendo a altura do eco com o feixe sônico passando apenas pelo metal-base; estabelecendo a altura do eco com o feixe sônico passando pelo metal de solda.

Se forem utilizados refletores na linha central da solda, o ajuste da sensibilidade pode ser realizado apenas de um lado, com exceção de juntas dissimilares (em que as propriedades acústicas do metal base são diferentes de um lado em relação ao outro). Furos laterais têm um diâmetro típico de 3 mm.

Onde descontinuidades específicas devem ser detectadas e/ou em uma zona limitada específica da solda, outros tipos e dimensões de refletores de referência podem ser usados. Nesse caso, devem ser estabelecidas as condições específicas de ajuste da sensibilidade. Em ensaios de soldas de tubos, os furos de fundo plano e os entalhes são normalmente usados como refletores de referência.

A posição do furo de fundo plano deve ser determinada a partir de uma macrosseção da solda austenítica, posicionados adequadamente no bloco de referência e usinados de modo a localizar o fundo plano na linha de fusão. Furos de fundo plano têm um diâmetro típico entre 2 mm e 5 mm. Em todas as situações, deve ser verificado se todos os refletores de referência na solda (incluindo aqueles detectados por meio do metal de solda) são detectados pelo menos com a mínima relação sinal-ruído especificada.

Dependendo dos resultados obtidos, uma das seguintes situações pode acontecer. A estrutura da solda e a zona afetada pelo calor, e o metal-base são de granulação relativamente fina. Isto pode indicar que técnicas de ultrassom como ondas transversais podem ser utilizadas. Se a relação sinal-ruído for de pelo menos 12 dB, então a ISO 17640 ou, para phased array, a ISO 13588 podem ser aplicadas.

A estrutura do metal-base é de granulação fina, mas a estrutura do metal de solda é grossa. Isto significa que o metal base permite penetração irrestrita de ondas transversais e longitudinais, mas as ondas transversais dificilmente penetram a solda. Neste caso, ondas longitudinais devem ser usadas pelo menos para detectar refletores internos ou por meio do metal de solda.

As ondas transversais podem ser usadas para detectar defeitos na linha de fusão que não requerem penetração por meio do metal de solda. Para detectar descontinuidades internas ou por meio do metal de solda, ondas de modo convertido que permitem incidência indireta dos refletores podem ser usadas, por exemplo, técnicas (TL) de ondas transversais-longitudinais e técnicas (LLT) de ondas longitudinais-longitudinais (ver Anexo A). Para phased array, o nível D de ensaio da ISO 13588 pode ser utilizado, se os demais requisitos deste documento forem atendidos.

A estrutura do metal-base e a da solda são grossas. Isto pode indicar a necessidade de utilização de ondas longitudinais para a penetração tanto do metal base quanto da solda e, neste caso, devem ser usadas somente técnicas de incidência direta com ondas longitudinais. Este pode ser o caso de alguns componentes de aço dúplex (ver Anexo A). Para phased array, o nível D de ensaio da ISO 13588 pode ser utilizado, se os demais requisitos deste documento forem atendidos.

A estrutura da solda e/ou do metal-base não permite ensaio por ultrassom com relação sinal-ruído adequada. Neste caso, outros métodos de ensaios não destrutivos devem ser considerados. Após selecionar a (s) técnica (s) básica (s) para as diferentes partes (zonas) da solda, as técnicas devem ser selecionadas e otimizadas para cada zona. Para cabeçotes de duplo elemento com ondas longitudinais refratadas, isto indica que a frequência ideal, o ângulo do feixe, a distância focal e o tamanho do elemento devem ser selecionados para cada zona separadamente (ver Anexo A).

Dependendo da aplicação e das normas aplicáveis, as técnicas devem ser selecionadas de forma que todos os potenciais defeitos específicos do tipo de solda e procedimento sejam detectados. Para a detecção de trincas a frio, perpendicular à superfície, a técnica tandem deve ser usada adicionalmente às técnicas de incidência direta e indireta. A propagação do feixe (e, portanto, a extensão da curva focal) deve ser otimizada pela seleção de um cabeçote com tamanho do elemento adequado para garantir a cobertura suficiente de toda a espessura. Para verificar a detecção de defeitos localizados na área-limite entre as zonas, a queda de amplitude entre as curvas focais dos cabeçotes utilizados (Anexo A) não pode exceder 3 dB.

Os princípios para o gerenciamento de riscos em projetos

Deve-se conhecer os conceitos e os processos que são considerados boas práticas em gerenciamento de riscos em projetos. Apesar de muitos conceitos desta norma serem amplamente utilizados por organizações que gerenciam projetos, programas e portfólios, esta Norma não se aplica ao gerenciamento de riscos em programas e portfólios e em negócios.

A NBR 16337 de 04/2020 – Gerenciamento de riscos em projetos — Princípios e diretrizes gerais fornece princípios e diretrizes gerais para o gerenciamento de riscos em projetos. Pode ser utilizada por qualquer empresa pública, privada ou comunitária, associação, grupo ou indivíduo, entidades de ensino e para qualquer tipo de projeto, independentemente da complexidade, tamanho e duração. Esta norma descreve conceitos e processos que são considerados boas práticas em gerenciamento de riscos em projetos. Apesar de muitos conceitos desta norma serem amplamente utilizados por organizações que gerenciam projetos, programas e portfólios, esta Norma não se aplica ao gerenciamento de riscos em programas e portfólios e em negócios.

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O que se deve fazer em termos de liderança e comprometimento?

Como articular o comprometimento com o gerenciamento de riscos em projetos?

Como executar a implementação do gerenciamento de riscos?

Como fazer a comunicação e consulta do processo de gerenciamento de riscos?

Esta norma fornece orientação sobre conceitos, estrutura e processos para o gerenciamento de riscos em projetos que têm impacto na realização de seus objetivos. Contempla o seguinte público-alvo: gerentes seniores e patrocinadores de projeto, de forma que possam compreender melhor os princípios e práticas do gerenciamento de riscos em projetos, prover apoio apropriado e orientação para seus gerentes de projeto, gerentes de riscos em projetos, equipes de gerenciamento de projetos e suas equipes de projetos; gerentes de projeto, de programa e de portfólio com atuação no gerenciamento de projetos, gerentes de riscos em projetos, profissionais de controle em projetos, equipes de gerenciamento de projetos e membros das equipes de projetos, de forma que possam ter uma base comum sobre a qual comparem suas normas e práticas de gerenciamento de riscos em projetos em relação às dos outros.

Essa norma pode ser usada pelos elaboradores das normas nacionais ou organizacionais para uso no desenvolvimento de normas de gerenciamento de riscos em projetos, as quais são consistentes em um nível mais profundo com as dos outros; elaboradores de procedimentos internos organizacionais, grupos de interesse específico no tema, estudantes da área e demais partes interessadas. O relacionamento entre as normas sobre gerenciamento de riscos, gerenciamento de projetos e entre os princípios para gerenciar riscos em projetos, a estrutura destes e o processo descritos nesta norma são mostrados nas figuras abaixo.

O ambiente do projeto pode impactar o desempenho e o sucesso do projeto. Convém que a equipe do projeto considere o seguinte: fatores externos à organização como socioeconômicos, geográficos, climáticos, políticos, regulamentação, tecnológicos e ecológicos; fatores internos à organização como estratégia, tecnologia, maturidade no gerenciamento de projetos e disponibilidade de recursos, cultura e estrutura organizacional.

O gerenciamento de projetos é a aplicação de métodos, ferramentas, técnicas e competências com o intuito de atingir os objetivos do projeto. O gerenciamento de projetos inclui a integração entre planejamento e controle durante todas as fases do ciclo de vida do projeto. O gerenciamento de projetos é realizado por meio dos processos.

Convém que os processos para desenvolver um projeto estejam alinhados com uma visão sistêmica. Convém que cada fase do ciclo de vida do projeto tenha entregas específicas. Convém que estas entregas sejam regulares e analisadas criticamente durante o projeto para atender aos requisitos do patrocinador, dos clientes e das outras partes interessadas. A governança de projeto estabelece a estrutura de direção, o controle e o incentivo do projeto.

Esta inclui, mas não está limitada a, as áreas de governança organizacional que são especificamente relacionadas às atividades de projeto. A governança de projeto pode incluir aspectos como os seguintes: estrutura do gerenciamento; políticas, processos e metodologias a serem usados; responsabilidades e limites de autoridade para tomada de decisão; transparência e prestação de contas às partes interessadas; interações como reportar e escalonar questões ou riscos; critérios para aprovação, mudança, reprovação, cancelamento, descontinuidade ou suspensão temporária de projetos em andamento.

A responsabilidade para manter uma governança apropriada de um projeto é comumente atribuída ao patrocinador do projeto ou ao comitê executivo. A realização dos benefícios do projeto é geralmente de responsabilidade da gerência organizacional, que pode usar as entregas de projeto para alcançar os benefícios de alinhamento com a estratégia organizacional. Convém que o gerente do projeto considere os benefícios e as realizações dele à medida que estes influenciam na tomada de decisão ao longo do ciclo de vida do projeto.

O ambiente em que os projetos são executados são envoltos de fatores que representam riscos em suas mais diversas magnitudes. A materialização destes riscos pode gerar efeitos positivos e negativos sobre uma ou mais variáveis de controle do projeto, como por exemplo, escopo, prazo, orçamento, qualidade, negócio, imagem, relação com partes interessadas e outros.

O propósito do gerenciamento de riscos em projetos é a criação e a proteção de valor, de forma alinhada com os objetivos da organização. Isto melhora o desempenho e encoraja a inovação, o alcance dos objetivos e o atendimento de requisitos legais. Os princípios descritos na figura abaixo fornecem orientações sobre as características do gerenciamento de riscos em projetos eficaz e eficiente, comunicando seu valor e explicando sua intenção e propósito.

Os princípios são a base para gerenciar riscos e convém que sejam considerados quando a estrutura e os processos de gerenciamento de riscos em projetos da organização forem estabelecidos. Convém que estes princípios possibilitem uma organização a gerenciar os efeitos da incerteza nos seus objetivos.

Para que o gerenciamento de riscos de projeto seja eficaz, convém que uma organização, em todos os níveis, atenda aos princípios descritos a seguir: integração: o gerenciamento de riscos em projetos é parte integrante de todas as atividades da organização de projetos; estrutura e abrangência: uma abordagem estruturada e abrangente para o gerenciamento de riscos em projetos contribui para resultados consistentes e comparáveis; personalização: a estrutura e o processo de gerenciamento de riscos em projetos são personalizados e proporcionais aos contextos externo e interno da organização relacionados aos seus objetivos; inclusão: o envolvimento apropriado e oportuno das partes interessadas possibilita que os conhecimentos, pontos de vista e percepções destas sejam considerados.

Isto resulta em melhor conscientização e gerenciamento de riscos em projetos fundamentado, Dinamismo: os riscos podem emergir, mudar ou desaparecer à medida que os contextos externo e interno de uma organização e/ou do projeto mudem.

O gerenciamento de riscos em projetos antecipa, detecta, reconhece e responde a estas mudanças e eventos de uma maneira apropriada e oportuna. A melhor informação disponível: entende-se como melhor informação disponível aquela mais atual e rastreável a fontes confiáveis.

As entradas para o gerenciamento de riscos em projetos são baseadas em informações históricas e considera quaisquer limitações e incertezas associadas a estas informações e expectativas. Convém que a informação seja oportuna, clara e disponível para as partes interessadas pertinentes; fatores humanos e culturais: o comportamento humano e a cultura influenciam significativamente todos os aspectos do gerenciamento de riscos em projetos em cada nível e estágio.

A melhoria contínua: o gerenciamento de riscos em projetos é melhorado continuamente por meio do aprendizado e experiências. Convém que as organizações desenvolvam e implementem estratégias para melhorar a sua maturidade no gerenciamento de riscos em projetos, bem como dos processos de gestão internos, juntamente com todos os demais aspectos da sua organização.

O gerenciamento de riscos é um dos principais fornecedores de lições aprendidas, contribuindo significativamente para o enriquecimento dos ativos de processos organizacionais. O propósito da estrutura do gerenciamento de riscos em projetos é apoiar a organização na integração do gerenciamento de riscos em atividades significativas e funções do gerenciamento de projetos.

A eficácia do gerenciamento de riscos em projetos depende da sua integração com a governança e com o gerenciamento dos projetos e da organização, incluindo a tomada de decisão. Isto requer apoio das partes interessadas, em particular da Alta Direção. A integração do gerenciamento de riscos em projetos é baseada em uma compreensão das estruturas e do contexto organizacional do gerenciamento dos projetos.

O risco é gerenciado em todas as partes da estrutura da organização do projeto. Todos na organização têm responsabilidade por gerenciar riscos. A governança orienta o rumo da organização do projeto, suas relações externas e internas, e as regras, processos e práticas necessárias para alcançar o seu propósito.

As estruturas do gerenciamento de projetos traduzem a direção da governança para a estratégia e os objetivos associados requeridos para alcançar níveis desejados de desempenho sustentável e viabilidade a longo prazo. Determinar a responsabilização pelo gerenciamento de riscos e os papéis de supervisão no âmbito de uma organização de projetos é parte integrante da governança de projetos.

Integrar o gerenciamento de riscos ao gerenciamento de projetos é um processo dinâmico e iterativo, e convém que seja personalizado para as necessidades e cultura da organização. Convém que o gerenciamento de riscos seja uma parte, e não separada, do propósito da organização do gerenciamento de projetos, governança, liderança e comprometimento, estratégia, objetivos e operações.

A operabilidade das estações de recarga para veículos elétricos

Deve-se estabelecer os requisitos gerais para a comunicação de controle entre a estação de recarga em cc para VE e um veículo elétrico. Os requisitos para a comunicação digital entre a estação de recarga em cc para VE e o veículo elétrico para controle da recarga em cc são definidos na IEC 61851-24.

A NBR IEC 61851-23 de 03/2020 – Sistema de recarga condutiva para veículos elétricos – Parte 23: Estação de recarga em corrente contínua para veículos elétricos, em conjunto com a NBR IEC 61851-1:2013, apresenta os requisitos para as estações de recarga em corrente contínua para veículos elétricos (VE), denominados como carregador cc, para a conexão condutiva ao veículo, com uma tensão de entrada ca ou cc até 1.000 V e até 1.500 V cc de acordo com a IEC 60038. Esta norma inclui as informações sobre os VE para a conexão condutiva, mas limitadas ao conteúdo necessário para descrição da interface de potência e de sinalização. Esta parte abrange as tensões de saída em cc até 1.500 V. Os requisitos referentes ao fluxo de potência bidirecional estão em estudo.

Os diagramas e as variantes típicos dos sistemas de recarga em cc são indicados no Anexo DD. Esta norma não compreende todos os aspectos de segurança relacionados à manutenção. Esta parte especifica os sistemas A, B e C de recarga em cc definidos nos Anexos AA, BB e CC. Uma configuração típica do sistema de recarga em cc para VE é definida no Anexo EE. Os requisitos EMC para as estações de recarga em cc para VE são definidos na IEC 61851-21-2. Esta norma estabelece os requisitos gerais para a comunicação de controle entre a estação de recarga em cc para VE e um veículo elétrico. Os requisitos para a comunicação digital entre a estação de recarga em cc para VE e o veículo elétrico para controle da recarga em cc são definidos na IEC 61851-24.

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Como deve ser feita a proteção contra as sobretensões na bateria?

Quando deve ser feita a parada de emergência?

Como pode ser feita a classificação da estação e o sistema de recarga?

Quais são as medidas de proteção para as estações de recarga em corrente contínua para VE?

O modo de recarga para VE de acordo com esta norma é o modo 4. A recarga do modo 4 nesta norma significa a conexão do VE à rede de alimentação utilizando uma estação de recarga em corrente contínua para VE (por exemplo, carregador externo), onde a função piloto de controle se estende até a estação de recarga em corrente contínua para VE. As estações plugáveis de recarga em corrente contínua para VE, que são destinadas a ser conectadas à rede (principal) de alimentação em corrente alternada utilizando plugues e tomadas padronizados, devem ser compatíveis com um dispositivo à corrente diferencial residual (DDR) com as características do tipo A.

As estações plugáveis de recarga em corrente contínua para VE devem ser providas com um DDR, e podem ser equipadas com um dispositivo de proteção contra sobrecorrentes. Outros requisitos relativos às estações plugáveis de recarga em corrente contínua para VE estão em estudo. Em alguns países, a utilização de um DDR do tipo AC para estações de recarga em corrente contínua para VE (com rede de alimentação em ca) é permitida: Japão. Em alguns países, como Estados Unidos e Canadá, é requerida a utilização de um sistema de proteção que se destina a interromper o circuito elétrico da recarga quando: uma corrente de falta à terra (massa) excede um certo valor predeterminado que é inferior ao necessário para acionar o dispositivo de proteção contra as sobrecorrentes do circuito de alimentação; o caminho do aterramento (à massa) se torna um circuito aberto ou de uma impedância excessivamente elevada, ou um caminho para a terra (massa) é detectado em um sistema isolado (não aterrado).

A estação de recarga em corrente contínua para VE deve aplicar uma corrente cc ou uma tensão cc à bateria do veículo conforme a demanda do VCCF. Para uma recarga não regulada: em estudo. As funções de recarga de modo 4 devem ser fornecidas por um sistema de recarga em corrente contínua conforme indicado a seguir: verificação que o veículo está conectado corretamente; verificação da continuidade do condutor de aterramento (6.4.3.2); energização do sistema; desenergização do sistema (6.4.3.4); alimentação em corrente contínua para o VE (6.4.3.101); medição da corrente e da tensão (6.4.3.102); retenção/liberação do conjunto conector do VE (6.4.3.103); travamento do conjunto conector do VE (6.4.3.104); avaliação da compatibilidade (6.4.3.105); ensaio de isolamento antes da recarga (6.4.3.106); proteção contra sobretensões na bateria (6.4.3.107); verificação da tensão no plugue conector do VE (6.4.3.108); integridade da alimentação do circuito de controle (6.4.3.109); ensaio de curto-circuito antes da recarga (6.4.3.110); paralisação da recarga por iniciativa do usuário (6.4.3.111); proteção de sobrecarga para os condutores paralelos (função condicional) (6.4.3.112); proteção contra sobretensão temporária (6.4.3.113); e parada de emergência (6.4.3.114).

As funções opcionais, se elas são fornecidas, convém que funções sejam fornecidas pelo sistema de recarga em corrente contínua como opcionais, conforme indicado a seguir: determinação dos requisitos de ventilação da área de recarga; detecção/ajuste em tempo real da potência disponível de carga do carregador cc; seleção da corrente de recarga; tornar ativa a estação de recarga em corrente contínua para VE (6.4.4.101); meios de indicação para notificar aos usuários do estado travado do conjunto conector do VE. Outras funções adicionais podem ser fornecidas.

As funções permitem evitar a desconexão involuntária das partes vivas que podem ser incorporadas no sistema de intertravamento da função de travamento mecânico. Um meio eficaz para impedir qualquer desconexão involuntária é requerido em certos países: Estados Unidos da América. A proteção primária contra sobretensões e as sobrecorrentes da bateria do veículo é da responsabilidade do veículo.

Para os sistemas isolados, a continuidade do condutor de aterramento entre a estação de recarga em corrente contínua para VE e o veículo deve ser monitorada. Para a tensão nominal superior ou igual a 60 V cc, a estação de recarga em corrente contínua para VE deve realizar uma parada de emergência (ver 6.4.3.114) dentro de 10 s após uma perda da continuidade elétrica do condutor de aterramento entre a estação de recarga em corrente contínua para VE e o VE (parada de emergência).

Para os sistemas não isolados, em caso de perda da continuidade do condutor de aterramento, a estação de recarga em corrente contínua para VE deve ser desconectada da rede de alimentação ac (rede elétrica). A continuidade do condutor de aterramento entre a estação de recarga em corrente contínua e o VE deve ser monitorizada. Para a tensão nominal em 60 V cc ou superior, a estação de recarga em corrente contínua para VE deve realizar uma parada de emergência dentro de 5 s após uma perda da continuidade elétrica do condutor de aterramento entre a estação de recarga em corrente contínua para VE e o VE.

A estação de recarga em corrente contínua para VE pode ser desconectada da rede elétrica em ac quando a continuidade do condutor de proteção for perdida (condutor de aterramento). No caso de falha no circuito de controle da estação de recarga em corrente contínua para VE, como um curto-circuito, fuga à terra, falha da CPU ou excesso de temperatura, a estação de recarga em corrente contínua para VE deve cessar o fornecimento da corrente de carga e desconectar a alimentação do circuito de controle.

Adicionalmente, o condutor, no qual a falta à terra ou a sobrecorrente é detectada, deve ser desconectado de sua alimentação. O requisito para a desconexão do VE é definido em 7.2.3.1. Verificação da conformidade: em estudo. A estação de recarga em corrente contínua para VE deve fornecer tensão e corrente cc para a bateria do veículo de acordo com o controle da VCCF. Para os sistemas estabilizados, a estação de recarga em corrente contínua para VE deve fornecer tensão ou corrente cc (não simultaneamente, mas conforme requerido pelo veículo durante a recarga) à bateria do veículo de acordo com o controle da VCCF.

Os requisitos relativos ao desempenho de carga da corrente/tensão cc estabilizada são indicados em 101.2.1.1, 101.2.1.2, 101.2.1.3 e 101.2.1.4. Em qualquer um dos casos mencionados acima, os valores nominais máximos da estação de recarga em corrente contínua para VE não podem ser ultrapassados. O veículo pode alterar a corrente e/ou a tensão demandada. A estação de recarga em corrente contínua para VE deve medir a corrente e a tensão de saída.

A precisão da medição de saída é definida para cada sistema nos Anexos AA, BB e CC. Deve ser previsto um meio para reter e liberar o conjunto conector VE. Estes meios podem ser um intertravamento mecânico, elétrico, ou a combinação de um dispositivo de intertravamento e de um dispositivo de retenção. Um conjunto conector do VE utilizado para a recarga em corrente contínua deve ser travado no plugue fixo VE se a tensão for superior a 60 V cc.

O conjunto conector do VE não pode ser destravado (se o mecanismo de travamento estiver acoplado) quando uma tensão perigosa for detectada durante o processo de recarga, inclusive após o fim da recarga. Em caso de mau funcionamento do sistema de recarga, um meio para uma desconexão segura pode ser fornecido. A parte que aciona a função de travamento pode estar no conjunto conector VE ou no plugue fixo VE. Depende da configuração.

A estação de recarga em corrente contínua para VE deve ter as seguintes funções no caso de o travamento ser feito pela estação de recarga em corrente contínua para VE: função de travamento elétrico ou mecânico para manter o estado de travado, e função para detectar a desconexão dos circuitos elétricos para a função de travamento. A função de travamento para cada sistema é definida nos Anexos AA, BB e CC. Um exemplo de função de travamento e de circuito de detecção de desconexão é indicado no Anexo AA. Para os ensaios de resistência mecânica, consultar a IEC 62196-3.

A compatibilidade do EV e da estação de recarga em corrente contínua para VE deve ser verificada com as informações trocadas na fase de inicialização, conforme especificado em 102.5.1. A estação de recarga em corrente contínua para VE deve confirmar a resistência de isolamento entre o seu circuito de saída cc e o condutor de proteção conectado ao chassi do veículo, incluindo o invólucro da estação de recarga, antes que os contatores do EV sejam autorizados a fechar.

Se o valor requerido não for atendido, a estação de recarga em corrente contínua para VE deve enviar o sinal para o veículo indicando que a carga não está autorizada. Para as estações que fornecem uma tensão de saída máxima de até 500 V, não pode ocorrer nenhuma tensão superior a 550 V durante mais de 5 s na saída entre o C.C.+ e o PE ou entre o C.C.- e o PE. Para as estações que fornecem uma tensão de saída máxima superior a 500 V e inferior ou igual a 1.000 V, não pode ocorrer nenhuma tensão superior a 110% da tensão de saída durante mais de 5 s na saída entre o C.C.+ e o PE ou entre o C.C.- e o PE. Ver Figura 101. No caso das tensões acima de 1 000 V: em estudo.

A estação de recarga em corrente contínua para VE deve finalizar o fornecimento de corrente de recarga e desconectar a alimentação cc dentro de 5 s, para fins de eliminar a fonte de sobretensão (ver IEC 60664-1:2007, 5.3.3.2.3). Isto se aplica igualmente no caso de uma primeira falta à terra na parte da saída isolada da estação de recarga em corrente contínua para VE.

Para Un, como tensão de saída mínima do carregador cc, a estação de recarga em corrente contínua para VE deve limitar a tensão entre os bornes C.C. ± e o PE a: (2Un + 1 000) x 1,41 V ou; (Un + 1 200) x 1,41V, o que for menor. A tensão pode ser limitada pela redução da categoria de sobretensão ou pela adição de um dispositivo de proteção contra as sobretensões com uma tensão de bloqueio suficiente.

BS ISO 19626-1: as plataformas de comunicação confiáveis para documentos eletrônicos

Essa norma internacional, editada pelo BSI em 2020, define os requisitos sobre a comunicação confiável em considerações legais, administrativas e técnicas. Este documento mostra uma arquitetura do sistema trusted communication platforms (TCP) para garantir uma comunicação confiável e promover os serviços confiáveis, fornecendo evidências de comunicação confiáveis como prova.

A BS ISO 19626-1:2020 – Processes, data elements and documents in commerce, industry and administration. Trusted communication platforms for electronic documents. Fundamentals define os requisitos sobre a comunicação confiável em considerações legais, administrativas e técnicas. Este documento mostra uma arquitetura do sistema trusted communication platforms (TCP) para garantir uma comunicação confiável e promover os serviços confiáveis, fornecendo evidências de comunicação confiáveis como prova.

Este documento enfoca o TCP na exibição da 7ª camada do aplicativo do Modelo de Referência OSI (Open Systems Interconnection). As audiências são os decisores políticos para a inovação de TI, como desmaterialização, especialistas jurídicos em atividades eletrônicas, planejadores de TI para janelas únicas e transações seguras, provedores de serviços de TI relacionados a redes e livros distribuídos, auditores de sistemas confiáveis, partes interessadas em comunicação confiável e assim por diante.

Conteúdo da norma

Prefácio

Introdução

1 Escopo

2 Referências normativas

3 Termos e definições

4 Comunicação confiável

4.1 Visão geral

4.2 Considerações legais

4.3 Requisitos administrativos

5 Plataforma de comunicação confiável (TCP)

5.1 Visão geral

5.2 Arquitetura do sistema TCP

5.3 Requisitos de sistema do TCP

5.4 Regras do sistema TCP

5.5 Comunicação TCP

6 Evidência de comunicação confiável (TCE)

6.1 geração TCE

6.2 Procedimento probatório

6.3 Custódia de TCE

Anexo A Modelo de referência de comunicação confiável

Anexo B TCP principal: qualidade e gestão de riscos

B.1 Geral

B.2 Gerenciamento de riscos

B.3 Gerenciamento de qualidade

B.4 Monitoramento e auditoria

Ligação de comunicação dos anexos C dos TCPSPs (um exemplo)

Bibliografia

Em meio ao grande fluxo de abertura e integração na economia mundial, as TIC (tecnologia da informação e comunicação) são usadas como um meio de inovação em produtividade e conectividade. Como a cadeia de valor de produtos e serviços é ampliada globalmente, as colaborações comerciais precisam que as comunicações eletrônicas sejam seguras em um ambiente aberto e distribuído.

Nesse sentido, os documentos eletrônicos são solicitados como prova das comunicações comerciais, enquanto isso é necessário. No entanto, pode ser difícil reconhecer documentos eletrônicos como a fonte original. Existem casos em que muitos processos dependem apenas de documentos em papel, mesmo que os documentos eletrônicos sejam amplamente implementados nos processos de negócios.

Porém, a realidade é que, mesmo que os documentos eletrônicos sejam adequadamente comunicados nas transações comerciais, a saída final dos dados pode estar em papel e armazenada na forma de cópias impressas, como evidência legal por um período de longo prazo. Assim, esse ambiente coexistente de documentos eletrônicos e documentos em papel causa quebra da cadeia de valor, resultando em produtividade lenta, ineficiência, aumento de custos e compensação do benefício obtido das TIC, a fim de melhorar essas situações.

Uma solução desmaterializante deve atender a considerações legais sobre documentos comunicados eletronicamente. Essa solução não é fácil, porque a própria comunicação eletrônica inclui as incertezas decorrentes de falhas na rede e o próprio documento eletrônico é insuficiente para proteger a integridade durante seu ciclo de vida. Enquanto isso, o problema devido ao repúdio, divulgação inadvertida ou adulteração foi considerado muito sensível para finalizar a solução de desmaterialização relacionada a transações comerciais, bem como diversos serviços governamentais, porque pode ser envolvido em disputas ou conflitos legais.

Este documento se concentra em como aprimorar a comunicação confiável em um ambiente aberto e distribuído. A comunicação confiável significa que a comunicação eletrônica pode garantir a integridade e o repúdio às transações eletrônicas por terceiros confiáveis, de forma desmaterializada, sob a orientação da United Nations Commission on International trade Law (Uncitral). Para esse ambiente aberto e distribuído, inicialmente, ele deve ser capaz de minimizar algumas dificuldades inatas em torno da desmaterialização.

Para resolver essas dificuldades, este documento aborda uma solução, formando um relacionamento confiável e orientado a terceiros de confiança mútua entre as partes interessadas e implementando uma plataforma compartilhada que seja responsável e rastreável. Em detalhe, uma plataforma de comunicação confiável precisa ser capaz de manter as evidências sobre documentos comunicados eletronicamente de maneira confiável e confiável. Para isso, é necessária uma nova abordagem, pois o ambiente de TIC existente possui alguns limites para a comunicação confiável em alguns aspectos. Embora uma transação EDI (troca eletrônica de dados) possa fornecer evidências legais sobre documentos eletrônicos intercambiados de acordo com a regra de sintaxe EDI, ela tem limitações permitidas apenas para usuários fechados da rede EDI e processos predefinidos de semântica EDI.

No caso da internet, não importa quais transações comerciais sejam comunicadas com segurança, é difícil reconhecer a legitimidade das comunicações realizadas em outros sistemas de autenticação. Nesse sentido, este documento estabelece um processo de desmaterialização refinado, permitido no ambiente de TIC aberto e distribuído, aplicável à comunicação confiável, como comércio eletrônico, administração eletrônica, comércio eletrônico e assim por diante.

A tecnologia de segurança foi usada como uma tecnologia central para documentos eletrônicos protegidos. No entanto, não basta manter a desmaterialização de documentos eletrônicos, pois é fácil quebrar a integridade no aspecto do período de segurança válido. Nesse sentido, este documento apresenta uma nova maneira que pode garantir a autenticidade da evidência de comunicação confiável por um longo período de tempo necessário como evidência legal.

Os serviços de TI em um ambiente aberto não podem identificar facilmente a originalidade das comunicações eletrônicas, contabilizando o contexto da comunicação, que é originador, destinatário (s), tempo de comunicação e assim por diante. Em relação às incertezas, como modificação, falsidade ou descoramento de documentos comunicados eletronicamente, não é fácil identificar e perguntar de quem é a responsabilidade entre várias partes interessadas.

Além disso, se a blockchain deve ser aplicada em toda a cadeia de suprimentos, é necessária uma comunicação confiável para uma conectividade perfeita. Nesse sentido, este documento pode tornar as transações comerciais responsáveis e confiáveis e, consequentemente, promover serviços de TI confiáveis. Uma evidência gerada por meio de uma plataforma de comunicação confiável pode explicar a verdade das atividades de comunicação e instalações de serviços de comunicação confiáveis.

O transporte inteligente para cidades compactas

Pode-se dizer que uma cidade compacta é um conceito de desenho urbano que convida as pessoas a perceberem uma pequena área em uma cidade onde a população diminuiu ou está diminuindo.

A NBR ISO 37157 de 03/2020 – Infraestruturas inteligentes da comunidade — Transporte inteligente para cidades compactas descreve critérios para ajudar a planejar ou organizar o transporte inteligente para cidades compactas. Destina-se a aplicação em cidades que enfrentam um declínio na população. O transporte inteligente pode ser aplicado ao tema da diminuição da população como um meio de atrair pessoas de volta à cidade.

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Como se pode definir uma cidade compacta?

Por que fazer a promoção de veículos ecológicos e desempenho durante todo o ciclo de vida útil?

Por que fazer a alteração do transporte inteligente?

Quais são os exemplos de melhores práticas para soluções que usam transporte inteligente para desenvolvimento de cidades compactas?

Pode-se dizer que uma cidade compacta é um conceito de desenho urbano que convida as pessoas a perceberem uma pequena área em uma cidade onde a população diminuiu ou está diminuindo. Mudanças modais de passageiros do transporte público para o privado resultaram em pessoas saindo do centro da cidade para os subúrbios, uma vez que o transporte privado permite o movimento sem dependência de horários agendados e rotas fixas.

Os problemas associados ao transporte público estão relacionados principalmente a estações ou distância entre paradas, frequência de serviço, aproximações a estações/paradas e rotas de rede e de serviço. Além disso, grandes shoppings e hospitais são frequentemente construídos fora das cidades. Esta situação acelera o fluxo de saída de residentes, resultando na desurbanização dos centros das cidades.

No centro da cidade, a esfera pública e a segurança da comunidade entram em decadência, fazendo com que mais pessoas se mudem para os subúrbios. Essa conjugação negativa continua mudando o caráter de uma cidade. Uma maneira de se antecipar à deterioração do centro da cidade é por meio da criação de uma cidade compacta. O conceito associado às cidades compactas é que as facilidades para os cidadãos, como shoppings, escritórios e hospitais, sejam inseridas em pequena área-objeto.

Estas facilidades estão conectadas umas às outras por meio de transporte público de alta frequência e curto intervalo de tempo, que pode ser facilmente acessado pelos cidadãos. Além disso, esse tipo de transporte reconecta os cidadãos que moram nos subúrbios ao centro urbano, com linhas de serviço posicionadas radialmente em relação aos subúrbios ao redor da área.

Essa rede de transporte atrai com sucesso pessoas para uma área-objeto a partir de sua periferia, retendo-as nesta área de referência. Esta é uma solução para o problema da decadência ou baixo nível de atratividade dos centros das cidades, utilizando transporte inteligente para requalificar pequenas áreas centrais. Este documento descreve uma maneira de organizar o transporte inteligente, com o propósito de desenvolver uma cidade compacta, que revitaliza o centro urbano decadente, e revigora sua infraestrutura econômica, física e social.

Convém que as facilidades de uma cidade compacta sejam conectadas por sistemas de transporte que forneçam uma alta frequência de serviço e sejam facilmente acessíveis. Além disso, convém que as estações ou paradas dos sistemas de transporte estejam localizadas o mais próximo possível e sejam atendidas por veículos que possam iniciar e parar com sucesso em intervalos curtos.

Estes veículos não precisam necessariamente ser de alta capacidade. Estes sistemas de transporte específicos proporcionam às pessoas que moram nos subúrbios acesso fácil à área-objeto e incentivam-nas a permanecer nela. Usando esses sistemas de transporte, a área-objeto começa a ser repovoada.

Os critérios para transporte inteligente descritos neste documento são apropriados para abordar o tema do declínio da população dentro de uma cidade onde o objetivo é reter e atrair mais pessoas para a cidade. Como mencionado, o transporte inteligente, conforme descrito neste documento, pode auxiliar a abordar a questão do declínio da população dentro de uma cidade onde a meta é manter a população atual e atrair mais pessoas para a cidade.

Para atingir este objetivo, convém que sejam selecionados modos de transporte que atendam às condições descritas abaixo. Uma área despovoada a ser repovoada pela construção de facilidades para a vida na cidade, como shopping centers, escritórios, hospitais, áreas residenciais, instalações educacionais e culturais, que são conectadas por transporte inteligente. Exemplos de cidades compactas usando transporte inteligente estão listados no Anexo A, Tabela A.1.

Convém selecionar os modos de transportes que ofereçam serviços que atendam às condições especificadas. Sistemas leve sobre trilhos (VLT), ônibus e trânsitos guiados automatizados (AGT) são modos típicos de transporte que promovem o desenvolvimento de cidades compactas. Convém que o serviço de transporte seja oferecido no mínimo a cada 10 min durante a hora do rush.

Normalmente, quanto maior a densidade populacional e o número esperado de passageiros, mais conveniente se torna aumentar a frequência de atendimento. Convém que estações ou paradas sejam localizadas de modo que a distância média entre elas não seja superior a 300 m, exceto quando for inviável locar as estações ou paradas nesta distância devido a condições geográficas, de tráfego ou situações locais específicas. Isenções típicas incluem rotas de transporte inteligentes em pontes ou em túneis.

Convém que a área afetada pelo despovoamento a ser tratada pelo transporte inteligente seja contida dentro de um raio de 1 km. Convém que as redes de serviço de transporte inteligentes sejam organizadas em uma formação radial a partir do centro da área-objeto para os subúrbios. Convém que os locais de embarque e desembarque dos passageiros sejam fáceis e acessíveis a todos, incluindo idosos, crianças e pessoas com crianças pequenas.

Convém que usuários com deficiência sejam capazes de entrar e sair com pouca ou nenhuma assistência. Convém que os veículos proporcionem uma viagem confortável para todos, incluindo idosos, crianças e pessoas com deficiência, com pouca vibração ou ruído. Quando apropriado, convém que os veículos tenham ar-condicionado.

Os veículos também podem incluir espaço para bicicletas ou outros itens grandes. Convém que os veículos sejam equipados com corrimãos, manoplas, correias de suspensão e pisos antiderrapantes para segurança, e apresentem canal de comunicação fácil, especificamente com um agente de transporte em caso de emergência. Os ônibus alimentados por bateria proporcionam conforto e são amplamente utilizados, porque não são necessárias mudanças de marcha, ou seja, resultando em nenhum choque repentino.

Convém que sistemas de transporte adequados estejam de acordo com as condições geográficas e meteorológicas nas quais irão operar. Frequentemente, a área-objeto a ser desenvolvida como uma cidade compacta costuma ser o centro da cidade, onde as ruas são estreitas e sinuosas. Convém que o sistema de transporte seja adequado mesmo nestas condições.

Convém que os veículos tenham aceleração alta o suficiente para garantir economia de tempo para viagens nesta linha de serviço com paradas/estações próximas entre si. Para manter o desempenho e monitorar a eficácia do transporte inteligente em cidades compactas, observar os parâmetros descritos abaixo periodicamente. Se não for possível que a eficácia do transporte inteligente seja confirmada, modificar os serviços de transporte inteligentes atuais alterando as condições já detalhadas, sempre que possível e razoável.

Para manter o desempenho do transporte inteligente, observar os seguintes parâmetros: população na área-objeto onde o transporte inteligente foi implantado; fluxo de tráfego origem/destino para área-objeto; a divisão modal do transporte inteligente na cidade/área-objeto; a capacidade necessária de transporte inteligente; os eixos da cidade-objeto. Estes parâmetros foram desenvolvidos com base em medições comprovadas de desempenho de trânsito.

Quando alterações indesejadas no valor dos parâmetros forem identificadas, modificar as condições do transporte inteligente, conforme já detalhado, onde for possível. Para corrigir os parâmetros de transporte, analisar quaisquer ocorrências inesperadas ou irregulares na área onde o transporte inteligente foi instalado. Modificar as condições irregulares do sistema de transporte inteligente, caso estas não forem aceitáveis.

A conformidade dos pisos assentados de placas de concreto

A máxima variação dimensional da espessura aceitável entre placas de um mesmo lote é de ± 3 mm, medida com paquímetro em todas as arestas da mesma placa. A variação dimensional máxima aceitável para a concavidade e convexidade de uma placa de piso em sua superfície de uso deve respeitar os valores-limites da tabela abaixo, em função das dimensões das placas.

A NBR 16790 de 03/2020 – Pisos assentados de placas de concreto — Requisitos e procedimentos estabelece os requisitos, os métodos de ensaio e as condições de recepção das placas de concreto ou de argamassa à base de cimento Portland, destinadas ao revestimento de pisos, sejam essas placas assentadas aderidas ou assentadas não aderidas (removíveis).

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Qual deve ser a variação dimensional entre superfícies?

Quais são os requisitos para resistência à abrasão?

Como deve ser o desempenho ao longo do tempo?

Qual é a quantidade mínima de exemplares de placas (corpos de prova) para ensaios?

Para placas não aderidas, a espessura nominal mínima deve ser de 40 mm. Outras espessuras podem ser fornecidas, desde que especificadas em projeto. A variação dimensional de comprimento, largura ou aresta equivalente admissível é de ± 2 mm, em relação às medidas de superfície de uso informadas pelo fabricante. A variação dimensional de comprimento, largura ou aresta equivalente admissível entre placas é de ± 2 mm, medida na superfície de uso.

A máxima variação dimensional diagonal aceitável em uma placa de piso, medida em sua superfície de uso, é de ± 3 mm. A máxima variação dimensional da espessura aceitável em relação à espessura nominal declarada pelo fabricante é de ± 3 mm, medida com paquímetro em todas as arestas da mesma placa. A máxima variação dimensional da espessura aceitável, medida com paquímetro em todas as arestas da mesma placa, é de ± 3 mm.

A máxima variação dimensional da espessura aceitável entre placas de um mesmo lote é de ± 3 mm, medida com paquímetro em todas as arestas da mesma placa. A variação dimensional máxima aceitável para a concavidade e convexidade de uma placa de piso em sua superfície de uso deve respeitar os valores-limites da tabela abaixo, em função das dimensões das placas.

A determinação destas variações de planicidade deve ser realizada com o auxílio de régua metálica com rigidez suficiente, para que não sofra qualquer deformação na direção de sua disposição para o ensaio. A régua deve ser disposta nas diagonais das placas, e a medição deve ser realizada em três pontos: no meio e a ¼ de cada borda, conforme ilustrado na figura abaixo.

Quando o uso de impermeabilizante for recomendado pelo fabricante, o ensaio deve ser realizado após a sua aplicação. Para placas não aderidas, utilizar o método de ensaio previsto na NBR 9781:2013, Anexo B. As placas de concreto assentadas não são caracteristicamente resistentes à umidade e à estanqueidade. Entretanto, dependendo do modo como o sistema for projetado, instalado e impermeabilizado, elas podem contribuir para atender aos requisitos da 15575-3:2013, 14.2, quanto à resistência à umidade do sistema de pisos de áreas molháveis e molhadas.

As placas de concreto devem ser ensaiadas conforme o Anexo E e atender aos requisitos da NBR 15575-3:2013, 7.4. As placas de concreto são fabricadas conforme os requisitos de projeto específico para cada necessidade das atividades a serem realizadas. O atendimento aos índices de refletância pode ser verificado de acordo com o método de ensaio da ASTM E1980.

As placas de concreto são fabricadas conforme os requisitos de projeto específicos para cada necessidade das atividades a serem realizadas. O atendimento aos parâmetros de termicidade é calculado conforme a NBR 15220-2, tomando-se por base os valores de condutividade térmica medidos. No caso de assentamento de placas com junta sem preenchimento, o espaço entre placas, medido pela sua maior dimensão, deve ser no mínimo de 2 mm.

A dimensão da fresta resultante na superfície de uso não pode ser superior a 6 mm. As placas de concreto assentadas não podem apresentar arestas contundentes, nem podem liberar fragmentos perfurantes ou contundentes, em condições normais de uso, limpeza e manutenção. As placas de concreto assentadas não são caracteristicamente isolantes nem propagadoras acústicas, podendo, entretanto, contribuir para aumentar ou reduzir os respectivos índices, dependendo do modo como forem assentadas.

As placas de concreto não podem conter componentes que exalem odores, liberem grãos ou farelos em sua superfície, nem que desenvolvam concentração de líquidos ou pastas em sua face. O manual. não comprometam a função mecânica nem funcional, mas que representem risco de proliferação de micro-organismos. Placas de concreto têm superfície moldável, cabendo ao projetista especificar o grau de rugosidade e o perfil do relevo, em função da finalidade a que o piso a ser revestido com elas se destina, respeitando os requisitos de mobilidade urbana previstos na NBR 16537.

As placas de concreto se enquadram na Classe I (incombustível) da NBR 9442:2019. As placas de concreto são fabricadas conforme os requisitos de projeto específicos para cada necessidade das atividades a serem realizadas. O atendimento aos parâmetros de ataque químico deve ser avaliado conforme a NBR 15575-3:2013, Anexo D. A NBR 15575-3 não contempla os requisitos de limpeza ou manchamento devido à falta de embasamento técnico aplicável a qualquer tipo de camada de acabamento.

Para reduzir o risco de manchamento, independentemente do seu índice de absorção, as placas de concreto podem ser impermeabilizadas. Os impermeabilizantes a serem usados devem atender às necessidades especificadas em projeto. É desejável utilizar produtos com desempenho declarado pelos respectivos fabricantes ou fornecedores dos impermeabilizantes a serem utilizados.

As placas de concreto devem ser produzidas com características de durabilidade compatíveis com a vida útil projetada, podendo o fabricante informar, pelo manual de uso e conservação ou similar, os procedimentos de instalação e as providências de manutenção necessárias para proporcionar no mínimo 20 anos de funcionamento, a partir do final da instalação. As diretrizes para os prazos mínimos de garantia devem estar de acordo com a NBR 15575-1:2013, Anexo D.

O usuário deve seguir as orientações de manutenção disponibilizadas pelo fornecedor ou fabricante, visando manter a funcionalidade, a limpeza e o reparo das placas de concreto. O transportador e o instalador devem respeitar as instruções do fabricante referentes aos cuidados a serem observados na movimentação das placas de concreto, para evitar danos ao produto. As placas de concreto têm impacto ambiental restrito à obtenção dos seus insumos e ao seu processo de industrialização, nada agregando aos índices característicos de ambos.

As placas de concreto podem ser fabricadas utilizando resíduos de demolição homogêneos como agregado, desde que atendam aos requisitos da NBR 15116. Neste caso, as placas de concreto contribuirão para reduzir os índices de impacto ambiental e aumentar os indicadores de sustentabilidade. As placas de concreto são recicláveis. Os ensaios de resistência à tração na flexão, absorção e verificação dimensional são obrigatórios para a aceitação do produto.

Os ensaios de impacto de corpo duro, escorregamento, abrasão, refletância, atermicidade e ataque químico são facultativos e, quando solicitados, devem atender aos requisitos previstos nesta norma. Não podem ser constatadas unidades defeituosas que não tenham atendido aos requisitos estabelecidos nesta norma. Caso seja constatada uma unidade defeituosa, uma nova amostragem e novos ensaios devem ser realizados, não podendo ser constatada qualquer outra peça defeituosa para aprovação do lote.

A gestão dos serviços em tecnologia da informação

Um sistema de gestão de serviço (SGS) pode ser usado para um cliente procurando serviços e requerendo garantia relacionada à qualidade destes serviços; um cliente requerendo uma abordagem consistente para o ciclo de vida do serviço por todos os seus provedores de serviço, incluindo aqueles em uma cadeia de fornecimento; uma organização que queira demonstrar sua habilidade para o planejamento, desenho, transição, entrega e melhoria de serviços; uma organização para monitorar, medir e analisar criticamente seu SGS e os serviços; uma organização para melhorar o planejamento, o desenho, a transição, a entrega e a melhoria de serviços através da implementação e operação efetivas de um SGS; uma organização ou outra parte executando avaliações da conformidade utilizando os requisitos especificados neste documento; e um provedor de treinamento ou consultoria em gestão de serviço.

A NBR ISO/IEC 20000-1 de 03/2020 – Tecnologia da informação – Gestão de serviços – Parte 1: Requisitos do sistema de gestão de serviços especifica requisitos para uma organização estabelecer, implementar, manter e melhorar continuamente um sistema de gestão de serviço (SGS). Os requisitos especificados neste documento incluem o planejamento, desenho, transição, entrega e melhorias de serviços para atender aos requisitos de serviço e entregar valor.

Este documento pode ser usado para um cliente procurando serviços e requerendo garantia relacionada à qualidade destes serviços; um cliente requerendo uma abordagem consistente para o ciclo de vida do serviço por todos os seus provedores de serviço, incluindo aqueles em uma cadeia de fornecimento; uma organização que queira demonstrar sua habilidade para o planejamento, desenho, transição, entrega e melhoria de serviços; uma organização para monitorar, medir e analisar criticamente seu SGS e os serviços; uma organização para melhorar o planejamento, o desenho, a transição, a entrega e a melhoria de serviços através da implementação e operação efetivas de um SGS; uma organização ou outra parte executando avaliações da conformidade utilizando os requisitos especificados neste documento; e um provedor de treinamento ou consultoria em gestão de serviço.

O termo serviço, conforme utilizado neste documento, refere-se ao serviço ou serviços no escopo do SGS. O termo organização, conforme utilizado neste documento, refere-se à organização no escopo do SGS que gerencia e entrega serviços aos clientes. Uma organização ou parte de uma organização que gerencia e entrega serviço ou serviços a clientes internos ou externos pode ser conhecida como um provedor de serviço. A organização no escopo do SGS pode ser parte de uma organização maior, por exemplo, um departamento de uma grande corporação.

Todos os requisitos especificados neste documento são genéricos e destinam-se a serem aplicáveis a todas as organizações, independentemente do seu tipo, do porte ou da natureza dos serviços entregues. A exclusão de qualquer dos requisitos nas Seções 4 a 10 não é aceitável quando uma organização declara conformidade com este documento, independentemente da natureza da organização.

A conformidade com os requisitos especificados neste documento pode ser demonstrada pela própria organização, apresentando evidência de atendimento a estes requisitos. A própria organização demonstra conformidade com as Seções 4 e 5. No entanto, a organização pode ser apoiada por outras partes. Por exemplo, outra parte pode conduzir auditorias internas em nome da organização ou apoiar a preparação do SGS.

Alternativamente, uma organização pode mostrar evidência de que detém a responsabilidade pelos requisitos especificados neste documento e demonstrar controle quando outras partes estão envolvidas em atender aos requisitos nas Seções 6 a 10 (ver 8.2.3). Por exemplo, a organização pode demonstrar evidência de controles para outras partes que estejam fornecendo componentes de serviço de infraestrutura ou operando a central de serviço, incluindo o processo de gerenciamento de incidente.

A organização não pode demonstrar conformidade com os requisitos especificados neste documento se outras partes são usadas para fornecer ou operar todos os serviços, componentes de serviço ou processos no escopo do SGS. O escopo deste documento exclui a especificação para produtos ou ferramentas. Porém, este documento pode ser usado para auxiliar no desenvolvimento ou aquisição de produtos ou ferramentas que apoiam a operação de um SGS.

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Quais devem ser as ações para abordar riscos e oportunidades?

Como deve ser executado o planejamento do sistema de gestão de serviço?

Como fazer o controle da informação documentada?

Como deve ser feito o planejamento e controle operacional?

Este documento foi preparado para especificar requisitos para estabelecer, implementar, manter e melhorar continuamente um sistema de gestão de serviço (SGS). Um SGS apoia a gestão do ciclo de vida do serviço, incluindo o planejamento, desenho, mudança, entrega e a melhoria dos serviços,

os quais preenchem os requisitos acordados e entregam valor aos clientes, usuários e à organização que está entregando os serviços. A adoção de um SGS é uma decisão estratégica para uma organização e é influenciada pelos objetivos da organização, o corpo governante, outras partes envolvidas no ciclo de vida do serviço e a necessidade por serviços efetivos e resilientes.

A implementação e a operação de um SGS proveem visibilidade contínua, controle dos serviços e melhoria contínua, resultando em grande efetividade e eficiência. A melhoria para a gestão de serviço é aplicável ao SGS e aos serviços. Este documento é intencionalmente independente de orientação específica. A organização pode usar uma combinação de estruturas geralmente aceitas e sua própria experiencia.

Os requisitos especificados neste documento estão alinhados com metodologias de melhoria comumente utilizadas. Ferramentas apropriadas para gestão de serviço podem ser usadas para apoiar o SGS. A ISO/IEC 20000-2 fornece orientações sobre a aplicação de sistemas de gestão de serviço incluindo exemplos de como atender aos requisitos especificados neste documento. A ISO/IEC 20000-10 fornece informação sobre todas as partes da série ISO/IEC 20000, benefícios, mitos e outras normas relacionadas.

A ISO/IEC 20000-10 lista os termos e definições incluídos neste documento em acréscimo aos termos não usados neste documento, mas em outras partes da série ISO/IEC 20000-1. A estrutura de seções (por exemplo, sequência da seção), termos em 3.1 e muitos dos requisitos são retirados do Anexo SL do Suplemento ISO Consolidado às Diretivas ISO/IEC Parte 1, conhecido como a estrutura comum de alto nível (HLS) para normas de sistema de gestão. A adoção da HLS permite à organização, alinhar ou integrar múltiplas normas de sistema de gestão. Por exemplo, um SGS pode ser integrado com um sistema de gestão da qualidade com base na NBR ISO 9001 ou um sistema de gestão da segurança da informação com base na NBR ISO/IEC 27001.

A figura abaixo ilustra um SGS apresentando o conteúdo das seções deste documento. Isto não representa uma estrutura hierárquica, sequência ou níveis de autoridade. Não há nenhum requisito neste documento para sua estrutura e terminologia a ser aplicado ao SGS de uma organização. Não há nenhum requisito para os termos utilizados por uma organização a serem substituídos pelos termos utilizados neste documento.

As organizações podem escolher utilizar termos que combinem com suas operações. A estrutura de seções destina-se a prover uma apresentação coerente de requisitos, ao invés de um modelo para documentar políticas, objetivos e processos de uma organização. Cada organização pode escolher como combinar os requisitos em seus processos. O relacionamento entre cada organização e seus clientes, usuários e outras partes interessadas influencia em como os processos são implementados. No entanto, um SGS conforme desenhado por uma organização, não pode excluir quaisquer dos requisitos especificados neste documento.

A organização deve determinar questões externas e internas que sejam pertinentes ao seu propósito e que afetem sua capacidade de alcançar o(s) resultado (s) pretendido (s) de seu SGS. A palavra questão neste contexto pode se referir a fatores que tenham um impacto positivo ou negativo. Estes são fatores importantes para a organização no contexto de sua capacidade de entregar serviços com a qualidade acordada com seus clientes.

A organização deve determinar as partes interessadas que sejam pertinentes para o SGS e para os serviços; os requisitos pertinentes destas partes interessadas. Os requisitos das partes interessadas podem incluir serviço, desempenho, requisitos legais e regulatórios e obrigações contratuais relacionadas ao SGS e a os serviços.

A Alta Direção deve demonstrar liderança e comprometimento com relação ao SGS, através de assegurar que a política de gestão de serviço e os objetivos de gestão de serviço sejam estabelecidos e sejam compatíveis com o direcionamento estratégico da organização; assegurar que o plano de gestão de serviço seja criado, implementado e mantido com o intuito de apoiar a política de gestão de serviço, o atingimento dos objetivos de gestão de serviço e o atendimento aos requisitos de serviço; assegurar que níveis apropriados de autoridade sejam designados para a tomada de decisões relacionadas ao SGS e aos serviços; assegurar que o que se define como valor para a organização e seus clientes seja determinado; assegurar que exista o controle sobre outras partes envolvidas no ciclo de vida do serviço; assegurar a integração dos requisitos do SGS com os processos de negócios da organização; assegurar que os recursos necessários para a SGS e para os serviços estejam disponíveis; comunicar a importância de uma gestão de serviço eficaz, alcançando os objetivos de gestão de serviço, entregando valor e conformidade com os requisitos do SGS; assegurar que o SGS alcance seu (s) resultado (s) pretendido (s); dirigir e apoiar pessoas a contribuir para a eficácia do SGS e dos serviços; promover a melhoria contínua do SGS e dos serviços; e apoiar outros papéis de gestão pertinentes a demonstrar sua liderança conforme ela se aplica às áreas sob sua responsabilidade.

A organização deve determinar a competência necessária de pessoas que realizem o trabalho sob seu controle, que afete seu desempenho e a eficácia do SGS e dos serviços; assegurar que essas pessoas sejam competentes com base em educação, treinamento, ou experiência apropriados. Onde aplicável, deve-se tomar ações para adquirir a competência necessária e avaliar a eficácia das ações tomadas, além de reter informação documentada apropriada como evidência de competência.

As ações aplicáveis podem incluir, por exemplo, a provisão de treinamento, a mentoria ou a mudança de atribuições de pessoas empregadas no momento ou empregar ou contratar pessoas competentes. Pessoas que realizam o trabalho sob o controle da organização devem estar conscientes da política de gestão de serviço; dos objetivos da gestão de serviço; dos serviços pertinentes ao seu trabalho; da sua contribuição para a eficácia do SGS, incluindo os benefícios do desempenho melhorado; as implicações de não estar em conformidade com os requisitos do SGS.

A organização deve determinar as comunicações internas e externas relevantes para o SGS e os serviços, incluindo: sobre o que ela irá comunicar; quando comunicar; com quem se comunicar; como comunicar; quem vai ser responsável pela comunicação. Incidentes de segurança da informação devem ser registrados e classificados; priorizados levando em consideração o risco relacionado à segurança da informação; escalados caso necessário; resolvidos; fechados. A organização deve analisar os incidentes de segurança da informação por tipo, volume e impacto ao SGS, serviços e partes interessadas. Incidentes de segurança da informação devem ser reportados e analisados criticamente para identificar oportunidades de melhoria.