ASME B31.9: os serviços de construção de tubulações

Essa norma, editada em 2020 pela American Society of Mechanical Engineers (ASME), contém regras para a construção de tubulação em edifícios industriais, institucionais, comerciais e públicos, e residências com várias unidades, que não requerem a gama de tamanhos, pressões e temperaturas cobertas na norma B31.1. Ela prescreve os requisitos para o projeto, materiais, fabricação, instalação, inspeção, exame e ensaio para os serviços de construção de sistemas de tubulações.

A ASME B31.9:2020 – Building Services Piping contém regras para a construção de tubulação em edifícios industriais, institucionais, comerciais e públicos, e residências com várias unidades, que não requerem a gama de tamanhos, pressões e temperaturas cobertas na norma B31.1. Ela prescreve os requisitos para o projeto, materiais, fabricação, instalação, inspeção, exame e ensaio para os serviços de construção de sistemas de tubulações. Inclui os sistemas de tubulação no edifício ou dentro dos limites da propriedade.

Ela se junta a muitas outras normas de segurança da ASME que regem a indústria da construção, incluindo a série A17 em elevadores e escadas rolantes; a série B30 em guindastes, guinchos e elevadores; e a série A112 no encanamento. Também serve como um complemento para outros códigos B31 da ASME em sistemas de tubulação. Juntos, eles continuam sendo referências essenciais para qualquer pessoa envolvida com tubulação.

As principais mudanças nesta revisão incluem a adição de tensões permitidas para aços inoxidáveis (austeníticos) à Tabela I-1 e revisões das referências no Apêndice III Obrigatório. A aplicação cuidadosa desses códigos B31 ajudará os usuários a cumprir os regulamentos aplicáveis em suas jurisdições, ao mesmo tempo em que podem obter os benefícios operacionais, de custo e de segurança a serem obtidos com as muitas práticas recomendadas do setor detalhadas nesses volumes. É destinada a projetistas, proprietários, reguladores, inspetores e fabricantes de dutos de construção industrial, institucional, comercial e pública.

CONTEÚDO

Prefácio . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . vi

Lista do Comitê. . . . .. . . . . . . . …………….vii

Correspondência com o Comitê B31. . . . . . . . . ix

Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . XI

Sumário das mudanças . . . . . . . . . . xiii

Capítulo I Escopo e definições. . . . . . . . . . . . . 1

900 General. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . 1

Capítulo II Projeto. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9

Parte 1 Condições e critérios. .. . . . . . . . . . 9

901 Condições de projeto . . . . . . . . . . . . . . 9

902 Critérios de projeto.. . . . . . . . . . . . . . . . . 9

Parte 2 Projeto de pressão dos componentes da tubulação…11

903 Critérios para projeto de pressão de componentes de tubulação. . . . . . . . . . . . 11

904 Projeto de pressão dos componentes. .. . . . . . . . . . . 11

Parte 3 Seleção e limitação de componentes. . . .  . . . . . . 14

905 Pipe. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14

906 Conexões, dobras e interseções. . . . . . . . . . . . . 15

907 Válvulas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15

908 Flanges, espaços em branco, juntas e parafusos. .. . . 15

Parte 4 Seleção e limitação de juntas.  . . . . . . . . . . 15

910 Juntas de tubulação. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . 15

911 Juntas soldadas. . . .  . . . . . . . . . . . . . . . . . 15

912 Juntas flangeadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16

913 Juntas mecânicas e proprietárias. . . . . . . . . . 16

914 Juntas rosqueadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 16

915 Juntas dilatadas, sem flange e de compressão.. . . . . 16

916 Juntas tipo bell e spigot. . .  . . . . . . . . . . . . . . . 16

917 Juntas brasadas e soldadas . . . . . . . . . . . . . . 16

Parte 5 Expansão, flexibilidade e suporte. . . . . . . . . 17

919 Expansão e flexibilidade. . .  . . . . . . . . . . . . . . 17

920 Cargas em elementos de suporte de tubos. . . . . . 20

921 Projeto de elementos de suporte de tubulação. . . . . . . 21

Parte 6 Sistemas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25

922 Requisitos de projeto relativos a sistemas de tubulação específicos. . . . . . . . . . . . 25

Capítulo III Materiais. …. . . 27

923 Materiais – Requisitos Gerais. . . . . . . . . . . 27

Capítulo IV Requisitos de componentes e práticas padrão. . .29

926 Dimensões e classificações dos componentes. .  . . . 29

Capítulo V Fabricação, montagem e instalação  . . . . . 36

927 Fabricação e soldagem de metais.  . . . . . . . . . . 36

928 Brasagem e soldagem de metais. . . . . . . . . . . . . 42

929 Curvatura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42

930 Formação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42

931 Tratamento térmico. . . . . . . . . . . . . . . . . . 42

934 Fabricação dos não metálicos . . . . . . . . . . . 43

935 Montegem. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44

Capítulo VI Inspeção, exame e teste.  . . . . . . . 46

936 Inspeção e exame. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46

937 Teste de vazamento. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . 47

Apêndices obrigatórios

I Tabelas de tensão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 49

II Pressões permitidas para tubulação de pressão não metálica e não plástica. . . . . . . . . . . . . . 58

III Normas de referência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59

IV Preparação de consultas técnicas. . .  . . . . . . . . . 62

Apêndices não obrigatórios

Um programa não obrigatório do sistema de gestão da qualidade. . . .. . . . . . . . . . . . . . . 63

B Projeto sísmico e retrofit de sistemas de tubulação…. . 64

O Código ASME B31 para tubulação de pressão consiste em uma série de Seções publicadas individualmente, cada uma sendo uma norma nacional norte americana. Doravante, nesta Introdução e no texto desta Seção B31.9 do Código, onde a palavra Código é usada sem identificação específica, significa esta Seção do Código. O Código especifica os requisitos de engenharia considerados necessários para um projeto e construção seguros de tubulação de pressão.

Embora a segurança seja a consideração principal, este fator sozinho não governará necessariamente as especificações finais para qualquer instalação de tubulação. O Código não é um manual de projeto. Muitas decisões que devem ser tomadas para produzir uma instalação de tubulação não são especificadas em detalhes nesse Código. O Código não substitui o julgamento de engenharia do proprietário e do projetista.

Na medida do possível, os requisitos do Código para projeto são definidos em termos de princípios e fórmulas básicas. Estes são complementados conforme necessário com requisitos específicos para garantir a aplicação uniforme de princípios e para orientar a seleção e aplicação de elementos de tubulação. O Código proíbe os projetos e práticas reconhecidamente inseguras e contém avisos onde cautela, mas não proibição, é necessária.

Este Código inclui referências a especificações de materiais e normas de componentes aceitáveis, incluindo requisitos dimensionais e classificações de pressão-temperatura; os requisitos para o projeto de componentes e conjuntos, incluindo suportes de tubos; os requisitos e dados para avaliação e limitação de tensões, reações e movimentos associados a pressão, mudanças de temperatura e outras forças; a orientação e as limitações na seleção e aplicação de materiais, componentes e métodos de união; os requisitos para a fabricação, montagem e instalação da tubulação; e os requisitos para exame, inspeção e teste de tubulação.

Pretende-se que esta edição do Código não seja retroativa. A menos que um acordo seja feito especificamente entre as partes contratantes para usar outro problema, ou o órgão regulador com jurisdição impõe o uso de outro problema, a última edição emitida pelo menos seis meses antes da data do contrato original para a primeira fase de atividade cobrindo um sistema de tubulação ou os sistemas devem ser o documento que rege todos os projetos, materiais, fabricação, montagem, exame e teste da tubulação até a conclusão da obra e operação inicial.

Os usuários deste Código são alertados contra o uso de revisões sem a garantia de que sejam aceitáveis pelas autoridades competentes na jurisdição onde a tubulação será instalada. Os usuários do Código notarão que as cláusulas do Código não são necessariamente numeradas consecutivamente. Essas descontinuidades resultam do cumprimento de um esquema comum, na medida do possível, para todas as seções do Código. Desta forma, o material correspondente é correspondentemente numerado na maioria das Seções do Código, facilitando assim a referência por aqueles que têm a oportunidade de usar mais de uma Seção.

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