O eclipse do sol ou como melar a comunicação

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Ernesto Berg

No assunto relacionamento humano, saber se comunicar é ponto fundamental para o bom entendimento das partes envolvidas, pois é onde tudo começa, e onde também tudo termina. Comunicação é a atividade mais comum a todas as pessoas. Estudos e pesquisas realizadas em organizações mostram que setenta e cinco por cento do tempo das pessoas são gastos comunicando-se com outros, seja para conversar, telefonar, ler, escrever relatórios, mandar e-mails, negociar ou administrar conflitos.

Por comunicação interpessoal, refiro-me à capacidade do indivíduo de saber comunicar-se, de dialogar e de entender aos outros, bem como a de fazer-se compreender. Líderes autênticos são mestres consumados neste quesito. Sabem o que interessa às pessoas, do que elas necessitam, de como motivá-las e, sobretudo, de como entregar a mensagem.

Comunicações mal feitas, por sua vez, originam mal-entendidos de toda ordem, alguns trágicos – como no caso de acidentes aéreos provocados por equívocos -, outros cômicos, como no caso do resultado do concurso Miss Universo 2016, e da final do Oscar 2017. Muita lambança improvisada levando a situações hilariantes.

Lembro-me do famoso exercício de comunicação, “O Eclipse do Sol”, que apliquei inúmeras vezes nos cursos de liderança que ministrei, mostrando o quanto uma informação pode ser deturpada quando mal transmitida e mal assimilada. O resultado é uma coleção de boatos e rumores desencontrados e hilariantes, tão frequentes nos meios de comunicação, principalmente na internet e nas mídias sociais.

Vamos, então, ao “Eclipse do Sol”.

O general dá uma ordem ao coronel:

Amanhã, às 9:00 horas, haverá eclipse do sol, o qual não ocorre todos os dias. Faça saber aos meus homens que vão ao pátio, em traje de campanha, para que vejam esse raro fenômeno, quando eu lhes darei explicações convenientes. Em caso de chuva não poderemos ver nada; então levarás os homens ao ginásio.

O coronel transmite a ordem ao major:

Por ordem do Sr General, amanhã às 9:00 horas haverá eclipse do sol. Se chover, coisa que não ocorre todos os dias, não se poderá ver o fenômeno ao ar livre; então, em traje de campanha terá lugar ao eclipse no ginásio.

O major disse ao capitão:

Por ordem do Sr. Coronel, amanhã todos os homens em traje de ginásio estarão às 9:00 horas no pátio do quartel, para assistirem a inauguração de um eclipse do sol. Como este fenômeno não ocorre todos os dias, informe aos homens com a devida antecipação pois o Sr. General, em traje de campanha dará ordens se chover ou não.

O capitão ao tenente:

Amanhã as 9:00 horas, o Sr. General, em traje de campanha, eclipsará o sol. Se chover, quando este fenômeno se apresentar, mandará fazer ginástica no pátio sem dar explicações a ninguém.

O tenente ao subtenente:

Amanha por volta das 9:00 horas terá lugar o eclipse do general, em traje de campanha. Como isso não ocorre todos os dias, resguarde os homens no ginásio e situe um na porta até que o fenômeno tenha desaparecido.

O subtenente ao sargento:

Amanhã às 9:00 horas o general em traje de ginástica com condecorações, dará explicações necessárias de como devem comportar-se os homens em campanha quando ocorrer o eclipse do sol. Como isso não ocorre todos os dias, os homens em traje de chuva sairão ao ginásio para escutar o tão raro fenômeno.

O sargento ao cabo:

Amanhã às 9:00 horas e em traje de campanha, todo mundo estará formado no pátio do quartel junto ao ginásio. O Sr. General sem dar explicações a ninguém, fará chover até que todo mundo se tenha eclipsado.

O cabo aos soldados:

Transmito a vocês que amanhã, lá pelas 9:00 horas, o General vai trazer ao pátio do ginásio uma eclipse em traje de chuva, para dar explicações sobre as 24 horas do fenômeno.

Os soldados entre si:

Parece ser que amanhã às 9:00 horas, sem dar explicações a ninguém, vão prender 24 horas o General no ginásio. Tudo acontecerá porque quando ele estava em campanha não queria fazer ginástica nos dias de chuva. Pena que isso não ocorre todos os dias.

Sem mais comentários de minha parte, para não eclipsar o bom humor do leitor.

Ernesto Berg é consultor de empresas, professor, palestrante, articulista, autor de 16 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão, administração de conflitos.

O impacto da comunicação no processo ensino-aprendizagem

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Erik Penna

“Comunicação não é o que você diz. É o que os outros entendem.” (Duda Mendonça)

Certa vez, eu estava participando de uma reunião de professores e o diretor conduzia perfeitamente o bate-papo pedagógico. De repente, chega um professor atrasadinho. O diretor, então, educadamente deu as boas vindas e perguntou o motivo do atraso. O professor informou que estava corrigindo as provas da turma. E, ao ser questionado sobre como os alunos tinham se saído na avaliação, ele respondeu: ”Comigo os alunos não tem moleza, a maior nota da sala foi quatro.” O diretor então disse: “Se a maior nota da turma foi quatro, é bem provável que o professor é quem precisa de aula de reforço.”

De fato, se ninguém da turma conseguir acertar nem metade da verificação escolar, algo deve estar errado. Há várias hipóteses para o ocorrido. Pode ser que a avaliação não tenha sido construída de acordo com o ensinado em sala, ou ainda a mais provável em minha opinião, é de que os alunos não entenderam o que o professor quis ensinar. Isso me faz lembrar da frase do publicitário Duda Mendonça: “Comunicação não é o que você diz. É o que os outros entendem.”

Me lembro, ainda, que o professor tentou se justificar dizendo que, como se tratava da primeira prova do ano, ele precisava dar logo uma lição na turma para eles ficarem amedrontados e, a partir daí, levarem os estudos a sério. Sei que há alunos que não se interessam o quanto deveriam, mas eu penso que o medo e a intimidação não têm mais espaço na educação contemporânea. Ao invés disso, o medo precisa dar lugar ao respeito e a intimidação dar lugar à motivação.

Ao invés de gritar, ameaçar e dar notas baixas como se a avaliação fosse uma forma de castigo, eu prefiro acreditar numa docência moderna, evoluída e que, estando motivada, não precisa deste tipo de artifício para ganhar a atenção dos alunos. Meu pai uma vez me disse: “Meu filho, se você brigar com o vizinho, você pode estar certo, mas se você brigar com a rua inteira, provavelmente você está errado”.

Para finalizar, vale a pena refletir os ensinamentos de dois mestres na arte de ensinar:

– Salman Khan: foi eleito o melhor professor do mundo. Em entrevista à revista Veja, Khan destacou DUAS palavras chaves para o sucesso com seus alunos: “COMUNICAÇÃO – de forma simples, onde eu falo e o aluno entende. Não adianta passar o conteúdo, pois o que importa é se o aluno entendeu; MOTIVAÇÃO – eu saio de casa não para dar mais uma aula, mas sim, para fazer a diferença na vida de alguma pessoa naquele dia”.

– Doug Lemov: em seu livro “Aula Nota 10”, apresenta 49 técnicas para ser um verdadeiro campeão de audiência em sala de aula. Ótimas dicas para os professores conquistarem a atenção dos alunos sem precisar gritar, ameaçar, nem dar notas baixas.

Erik Penna é palestrante motivacional, especialista em vendas, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10” e “21 soluções para potencializar seu negócio”. Site: www.erikpenna.com.br

 

Cristo, o grande comunicador

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Ernesto Berg

Conheço pessoalmente alguns dos maiores empresários e executivos de nosso país. Um ponto em comum a quase todos eles reside na sua grande capacidade de comunicação, de saber vender ideias e, também, de ouvir às pessoas.

Por igual, tenho visto essas mesmas características em bons gerentes, supervisores e pessoal técnico. É de admirar como essas pessoas conseguem obter resultados incomuns de pessoas comuns, muitas vezes  dando ênfase em alguns pontos da comunicação. Peter Drucker, o papa da administração moderna, afirmava que 60% dos problemas administrativos das empresas são frutos da má comunicação.

Como todo grande empreendedor e líder, Cristo fazia da comunicação um de seus alicerces. Comunicação ampla, em todos os sentidos, porque ele não apenas comunicava-se com as massas, como também com seus discípulos e, sobretudo, com Deus, fonte de toda sua sustentação e poder. Jesus comunicava-se exemplarmente no três níveis: intrapessoal (consigo mesmo), interpessoal (com as pessoas) e suprapessoal (com Deus).

1) Comunicação Intrapessoal: Consciência plena de sua missão

No aspecto intrapessoal, Jesus tinha total consciência de sua missão na Terra. “Eu vim para que tenham vida e a tenham com abundância”. (João 10.10b). A vida a que ele se refere é a capacidade de restaurar e revivificar o corpo, mente e espírito do ser humano e torná-lo consciente de sua verdadeira natureza: um ser criado à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1.27).

As pessoas de sua época encontravam-se narcotizadas e hipnotizadas pelas aparências do mundo físico (e atualmente ainda muito mais) ignorando as suas verdadeiras origens. Para trazer vida a alguém é necessário, primeiramente, ter vida para dar, o que se consegue somente pelo autoconhecimento e pelo conhecimento de sua missão.

Cristo tinha plena consciência dessa missão, conforme evidencia esta passagem, ao ler na sinagoga, perante os sacerdotes, a seguinte passagem do livro de Isaías: “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, a dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do Senhor.” (Lucas 4.18 e 19).

Na continuação Jesus afirma: “Hoje se cumpriu esta Escritura”. (Lucas 4.21). Ele estava perfeitamente alinhado com a sua missão e não tinha conflitos pessoais a respeito. O ego – fonte de tantos desatinos e descaminhos -, na pessoa de Cristo, estava sob total domínio do espírito que vivifica.

2) Comunicação Interpessoal: Diálogo e interação com a multidão

Entende-se por comunicação interpessoal a capacidade de comunicar-se, de dialogar e de entender aos outros, bem como a de fazer-se compreender. Jesus foi mestre consumado neste quesito. Sabia o que interessava às pessoas, do que elas necessitavam e como transmitir-lhes as mensagens. Como repassar conhecimentos, verdades espirituais e conceitos de difícil compreensão em uma época onde as pessoas ignoravam e eram alheias a respeito de suas origens e heranças espirituais?

Cristo, como ninguém, até hoje, encontrou a resposta a essas questões, utilizando um instrumento simples, mas muito eficaz: a parábola. Desse modo, conceitos da mais  elevada estatura espiritual eram transmitidos de maneira tão simples que até mesmo uma criança seria capaz de entendê-los. “E com muitas parábolas lhes dirigia a palavra, segundo o que podiam compreender.” (Marcos 4.33)

Outrossim, o Reino dos céus é semelhante ao homem negociante que busca boas pérolas; e encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha e comprou-a.” (Mateus 13.45) Um verdadeiro empreendedor empenha tudo o que tem para adquirir o que tem valor. Os grandes empresários (me refiro aos éticos e honestos) conhecem bem essa situação. Pagam o preço por algo que vale a pena. É por isso que são bem-sucedidos também em outras áreas de suas vidas.

No plano espiritual dá-se o mesmo. O Reino dos céus é o Reino de Deus, a pérola de grande valor é a verdade espiritual que liberta e dá poder a quem se coloca sob a guarda desse reino (Deus), desde que venda tudo o que tem em troca da pérola, isto é, desde que se livre de suas limitações, seu egoísmo e suas fraquezas. Não é uma troca justa? Só que a maioria prefere não fazer essa permuta, esse “negócio da China”, e escolhe continuar com os seus bens nutridos egos, em vez de adquirir a pérola de grande valor.

Contudo, não só por parábolas, mas também através de perguntas socráticas Jesus revelava sua sabedoria: “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” (Mateus 16.26).

Pergunta bem incomodativa, não é? Jesus coloca a resposta no âmago de cada um e, com isso, provoca um autoexame de sua conduta no mundo. Ele sabia que através de perguntas ele estaria forçando o interlocutor a pensar numa resposta e a procurar uma solução para a indagação. Ele sabia fazer boas perguntas e as utilizava frequentemente.

Nos meus tempos de gerente do Serpro, em Brasília, conheci Rodolfo Rocha, um simpático e competente consultor de empresas de São Paulo, que revelava muita habilidade para encontrar soluções. E a forma pela qual ele achava as soluções era através de “boas perguntas”, dizia ele. “Se você fizer as perguntas certas, as respostas aos problemas surgirão automaticamente”, costumava afirmar. “O negócio é fazer boas perguntas”, arrematava.

Outra pergunta socrática de Jesus, agora ao seu discípulo Felipe, diante da multidão no deserto que veio para ouvi-lo e estava esfomeada: “Onde compraremos pão, para estes comerem?” (João 6.5b).

Ele sabia que naquele lugar desabitado não haveria como adquirir alimento. A pergunta foi feita para espicaçar. Jesus instigava seus discípulos, para testá-los. “Que resposta me darão?”, deve ter pensado. “Será que eles entenderam o motivo da pergunta e quem eu sou? Pois se não souberem como poderão levar a minha  mensagem adiante, no futuro? De que forma se comunicarão com as pessoas se permanecer o vácuo da ignorância em suas almas?” Cristo mesmo respondeu à sua pergunta realizando o milagre da multiplicação dos pães e peixes. O maior momento de comunicação de Cristo com a multidão aconteceu no Sermão da Montanha,  sobre o qual falarei em outro artigo.

3) Comunicação Suprapessoal

Trata-se da comunicação com Deus, nosso criador. Aqui, novamente, Cristo dá exemplos repetidos em sua vida, da íntima comunhão que privava com o Pai Celestial. Encontrava-se alinhado com Ele 24 horas por dia. O canal de comunicação entre ambos era inteiramente desimpedido e desbloqueado, daí advém o poder e a autoridade de Cristo. Era uma conexão tão íntima, a ponto de afirmar: “Eu e o Pai somos um”. (João 10.30).

Afirmação arrogante ou presunçosa? Certamente não, pois a sua vontade não estava contaminada pelo ego, mas provinha de Deus: “Na verdade vos digo que o Filho (Jesus) por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer ao Pai, porquanto tudo que ele faz, o Filho o faz igualmente.” (João 5.19) É o triunfo de Deus sobre o ego limitante do ser humano.

Como estabelecer esta comunicação? Jesus deixa tácito que ele é o caminho – a comunicação mesma -, e que a conexão com Deus é estabelecida e alavancada principalmente de três maneiras: a oração, a meditação na Palavra e o louvor.

Ernesto Berg é consultor de empresas, professor, palestrante, articulista, autor de 15 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão, administração de conflitos – berg@quebrandobarreiras.com.br

Comunicação interna e externa: os erros mais comuns cometidos pelas empresas

comunicaçãoUm diagnóstico da comunicação interna e externa na empresa pode garantir um bom retorno financeiro. Garantir uma comunicação interna e externa eficiente, eficaz e adequada é um dos maiores problemas da administração empresarial. Por isso ajuda a saber quais são os erros mais comuns e como resolvê-los.

Um deles é a dependência do e-mail. Escondendo-se atrás do e-mail, as pessoas têm causado há muito tempo litígios desnecessários. Mas em uma cultura que se baseia em formas de comunicação eletrônica, pode parecer revolucionário sugerir recorrer a tais métodos ultrapassados ​​como telefone ou reuniões face a face.

A chave é ajudar os funcionários a perceber que o e-mail é uma ferramenta valiosa e bastante crítico para a forma como as pessoas se comunicam nas empresas e na vida, mas não pode substituir outros métodos de comunicação e deve ser utilizado de forma adequada. É especialmente importante reconhecer que o e-mail, às vezes, não pode ser lido imediatamente, ou seja, não deve ser usado para algo inesperado e urgente.

Assim, deve-se trabalhar com os empregados para identificar os momentos em que impede a comunicação eficaz com o e-mail. Por exemplo, quando uma há uma questão complexa pode resultar em decisão complicadas o e-mail pode ser susceptível de conduzir a mal-entendidos e recriminações inevitáveis.

Quando os gerentes são simplesmente “copiados com e-mails sobre questões controversas”, sem explicação prévia, não acontecem os resultados esperados. Quando os e-mails contêm texto longo, seria mais adequado um documento compartilhado para referência. Saber os porquês da má comunicação vai ajudar os funcionários a reconhecer as melhores práticas e usá-las em seu e-mail no dia a dia.

Outro problema está relacionado com a transparência da informação pessoal. Por exemplo, a honestidade sobre o desempenho do pessoal é essencial na prevenção de rumores que podem levar à baixa moral, a conflitos e, em casos extremos, a perda de emprego. Por isso, é importante que os líderes empresariais realizem sessões regulares de briefing com os empregados para comunicar o desempenho financeiro e outras informações críticas para os negócios. Isso não demonstra confiança nos empregados, como também coloca uma ênfase sobre a importância dos empregados.

O importante é trabalhar com os empregados para incentivar uma maior clareza na comunicação, e isso é essencial para fazer as fofocas internas menos parte integrante da cultura empresarial. Porém, isso não significa que a as fofocas internas irão ser removidas completamente, mas deve-se tentar deixar claro que se deve selecionar palavras com base em como eles são úteis para o público, dizendo o que se quer dizer da melhor forma possível.

Fundamental que a comunicação seja breve, que gera um impacto muito maior do que documentos extensos com apresentações inúteis. Evite incluir informações que obscurecem em vez de ajudar no entendimento.

Brevidade é essencial para uma comunicação eficaz. Os funcionários experimentam pressões internas que geram demandas consideráveis ​​em seu tempo, de modo que os documentos internos sejam o mais simples possível, o que significa que eles vão ser lidos e entendidos. Isso se aplica a todos: deve-se pedir às pessoas tornar as informações fáceis de ler, incluindo os elementos essenciais e evitando uma linguagem que pode ser confusa.

Como o excesso de e-mail, igualmente uma dependência de reuniões pode ser prejudicial para a comunicação. Enquanto as reuniões são um meio inestimável de melhorar a comunicação, elas só são úteis quando bem conduzida.

Por esta razão, é útil ter em mente o seguinte: o que você quer alcançar com a reunião? E isso não significa escrever longas listas de objetivos, pois para se obter resultados deve-se delimitar o seu tempo (no máximo 30 minutos), mantendo-se a agenda.

Fornecer informações adequadas: certifique-se de dar participantes muita antecedência e dizer quando, onde e qual é a agenda. Isso ajuda a todos para preparar os materiais adequados e considerar os pontos a serem discutidos – a garantia de um resultado mais produtivo.

Pode parecer simplista, mas fazer cumprir as boas maneiras podem fazer um mundo de diferença para a maneira que as pessoas se comunicam. Considere que, em sua forma mais extrema, a má educação pode ser interpretada como assédio moral – levando a indisciplinas, queixas e, em alguns casos, a ação legal.

Compreensivelmente, a alteração de um aspecto tão fundamental do comportamento humano pode parecer uma tarefa intransponível. No entanto, alguns medidas relativamente simples, tais como sistemas de incentivos que incidem sobre a importância de tratar os colegas com a mesma cortesia que normalmente é concedido aos clientes, podem ser extremamente úteis na atenuação nos ruídos da comunicação interna.

Outra dificuldades se relaciona com o uso errado da tecnologia, que pode prejudicar gravemente a maneira como as pessoas se comunicam. Muitas vezes, a partir de centros de partilha de documentos e os sites básicos de intranet, a maioria das empresas usam a tecnologia para melhorar a comunicação interna. No entanto o uso da tecnologia pela tecnologia, sem aplicação ou formação adequada, pouco fará para resolver problemas de comunicação.

Por exemplo, os sistemas de RH online podem ser extremamente valiosos para melhorar a comunicação entre RH, gerentes e funcionários. No entanto, sem uma análise cuidadosa dos recursos necessários e de uma implementação em fase dos processos, os sistemas podem em breve se tornar redundante – acarretando um grande custo para a empresa.

Já a comunicação empresarial externa é qualquer informação a empresa distribui ao público, quer sobre o próprio ou os seus produtos e serviços organização. Um plano de comunicação bem pensada não só define o público-alvo, mas também se concentra em como alcançá-la de forma eficaz.

Não adianta contratar uma assessoria externa sem a sua integração ao plano de comunicação externa, já que o objetivo das comunicações externas são promover a empresa e aumentar a sua receita, pois as comunicações externas são uma parte importante de um plano de marketing global.

A comunicação externa é qualquer esforço comunicativo especificamente para pessoas e organizações que operam fora do negócio. Apesar de as comunicações internas são especificamente para empregados e administradores, comunicações externas se concentrar em divulgação de notícias e informações sobre a empresa para os interessados ​​público, clientes e da empresa. Exemplos comuns de comunicações de negócios externos incluem mala direta, registros financeiros, comunicados de imprensa e boletins informativos.

Embora muitas empresas se concentram em vendas como uma medida de sucesso do negócio, a percepção pública é muito importante para a organização. As comunicações externas são uma maneira de moldar e definir a imagem de uma corporação para a comunidade, clientes e potenciais investidores. Comunicações externas, tais como boletins de notícias, histórias de mídia e press releases deixam o público saber sobre o local de trabalho da empresa, esforços filantrópicos e ambientais e outras atividades relacionadas com a imagem, os quais servem para fortalecer os esforços de relações públicas de uma empresa.

Enquanto os métodos de impressão tradicionais de comunicações ainda são comuns, a tecnologia moderna mudou a face das comunicações externas e a internet se tornou um recurso valioso para alcançar novos clientes. As empresas precisam criam sites dinâmicos para que as pessoas saibam sobre os próximos produtos e serviços. As mídias sociais, como Facebook e blogs, são uma maneira fácil de alcançar o alvo e são um meio eficaz em termos de custos de promoção.

No entanto, como essa tecnologia é interativa e compartilhável, há também a possibilidade de se tornar um problema, principalmente com pessoas irresponsáveis que cuidam do processo. A internet responsável é solução, desde que os benefícios superem os riscos, pois a tecnologia é de longo alcance e permite que a empresa possa se comunicar com o público de todo o mundo.

Apesar de as comunicações de negócios externos parecerem como uma forma eficaz de chegar ao público, não é sem desafios. A impressão pública de uma organização pode definir o sucesso ou fracasso da empresa no longo prazo. Uma citação equivocada, ou um boletim mal formulado não só vai arruinar um plano de comunicações externas, mas também tem o potencial de afetar a receita corporativa. Portanto, os responsáveis ​​pela comunicação externa da empresa precisam estar conscientes da imagem da empresa, estando integrados aos programas de qualidade e de gestão da empresa.

Quer fazer um diagnóstico da comunicação interna e externa da sua empresa: ligue (11) 99105-5304 ou envie um e-mail para hayrton@uol.com.br

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Aprenda a ganhar uma discussão

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A maioria das pessoas não gosta de discutir com os outros – principalmente no meio empresarial -, mas, caso isso aconteça, esteja preparado.

Discutir com outras pessoas pode até ser normal, afinal, nada mais natural do que ter pontos de vista distintos sobre determinado assunto. Porém, dependendo do caso, é possível que uma relação seja abalada por desentendimentos levados muito a sério, por exemplo.

Segundo Andreia Rego, que trabalha com coaching e psicanálise, o pior dos casos não é quando há uma discussão dentro de casa, mas, sim, no ambiente profissional. “Por nem sempre se ter muita intimidade com a pessoa, o clima fica mais delicado de ser resolvido. Por isso, acredito que, ao invés de simplesmente abandonar a intenção de expressar seu ponto de vista, é possível aprender a expressá-lo”, conta.

Andreia cita maneiras de como tratar um colega da empresa durante uma discussão, e, assim, “conquistá-lo”:

1. Escute

Antes de tudo, escute o que seu colega tem a dizer, para que, então, haja a possibilidade de persuadi-lo a enxergar de nova forma. Quem sabe, com esse primeiro passo, você possa até mesmo encontrar um meio-termo, trazendo ganhos para ambos.

2. Desenvolva empatia

Procure entender o que está causando reação negativa do seu colega. Talvez, ele esteja com problemas em casa ou mesmo no trabalho, ou ainda não saiba de alguns fatos que podem mudar sua opinião. Procure entender antes de brigar com ele logo de cara.

3. Tranquilize sua voz

Na maioria das vezes, é no tom da voz que a pessoa usa que pode-se perceber se ela está irritada, magoada, etc. Então, como diria o ditado “abaixe sua voz e melhore seus argumentos”, pois, senão, a pessoa sem razão nessa estória será você. Procure se tranquilizar e falar num tom próximo do normal, isso também fará a pessoa abaixar sua voz e prestar atenção em você.

4. Foque no seus argumentos

No calor da discussão, as pessoas podem esquecer que bons argumentos são os fatores mais importantes de uma discussão. Nunca esqueça que o mais importante é ter fatos que comprovem seu ponto de vista; se eles forem fortes o suficiente para fazer a pessoa trocar de ideia, melhor ainda!

5. Não ataque o outro

O mais importante é não fugir do ponto principal, que é seu motivo para estar discutindo, o que, no ambiente de trabalho, geralmente será voltado para algo relacionado à empresa. Nunca parta para outros âmbitos, como características pessoais ou defeitos da pessoa em si, isso só enfraquecerá o seu lado.

Qualidade na cadeia automotiva

recallO Procon-SP apontou que entre janeiro a julho deste ano foram feitas 70 campanhas de recalls de veículos, atingindo um total de 1.847.524 unidades. No mesmo período do ano passado foram 47 campanhas, atingindo 802.688 veículos. Ou seja, um aumento de 130% de afetados e de 48% do total de campanhas. Os principais problemas apresentados foram falhas no sistema de injeção de combustível, com 14 campanhas, seguido pelo sistema de air bag, com 11 chamamentos.

Neste ano, as montadoras que mais realizaram campanhas foram a Volkswagem (07), a Jeep e Yamaha (06 cada), Ford e Land Rover (05 cada) Chevrolet, Audi e BMW (04 cada). E, no fim da lista, vem a Ferrari, que fará um recall em um único veículo. No período de 2002 até julho de 2015, foram registradas 883 campanhas no Brasil, a Chevrolet é a marca que lidera os problemas de recall com um total de 56 chamamentos.

No mesmo período também houveram recalls de bicicleta, alarme de incêndio, carrinho de bebê, berço infantil e de medicamento, totalizando sete campanhas. Elevando o total de recalls no período para 77 chamamentos. Consulte o banco de dados de recall da Fundação Procon-SP aqui.

O recall é um chamado que as empresas fazem quando um produto ou serviço apresenta um defeito que coloque em risco a saúde e a segurança do consumidor. O objetivo é corrigir problemas e prevenir acidentes. A medida está prevista no artigo 10 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) que estabelece que “O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança”.

O CDC determina que o fornecedor que verificar algum defeito após a colocação do produto ou serviço no mercado, deve comunicar o fato imediatamente às autoridades e aos consumidores. Além disso, qualquer pessoa pode comunicar o fornecedor, Procon ou demais autoridades sobre acidentes de consumo. Todos os recalls devem ser amplamente divulgados em mídias de grande circulação. O Procon-SP divulga regularmente qualquer tipo de recall registrado.

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Ernesto Berg

Interagi profissionalmente com muitos dos maiores empresários e executivos de nosso país. Um ponto em comum a quase todos eles reside na grande capacidade de comunicação que eles têm, de saber vender ideias e, também, de ouvir às pessoas. Por igual, tenho visto essas mesmas características em bons gerentes, supervisores, pessoal técnico e administrativo.

São pessoas que fazem da comunicação um poderoso elo de interação e fortalecimento com o grupo. É de admirar como elas conseguem obter resultados incomuns de pessoas comuns muitas vezes, simplesmente, dando realce a alguns aspectos do relacionamento interpessoal. Peter Drucker, o papa da administração moderna, afirmava que 60% dos problemas administrativos das empresas são frutos da má comunicação.

A propósito, como anda sua capacidade de comunicação? O questionário abaixo poderá ajudar você a descobrir em que pé está sua habilidade comunicativa.

S = SIM        N = NÃO        + –  = MAIS OU MENOS

1. Quando conversa com alguém, você consegue facilmente colocar-se no lugar da outra pessoa? S    N    + – 

2. Você tem dificuldade de  externar sua opinião quando as pessoas discordam de você?      S    N    + –

3. Você tem o hábito de interromper as pessoas enquanto elas estão falando?                       S    N    + –

4. Você sente-se tranquilo para, educadamente, discordar de alguém em posição hierárquica superior à sua? S    N    + –

5. Você  demonstra  irritação, aborrecimento  ou excitação  quando o ponto de vista da outra pessoa difere totalmente do seu? S    N    + –

6. Você  procura sempre o ambiente e o momento mais adequados para conversar sobre um assunto delicado? S    N    + –

7. Você tem facilidade de ver as coisas pelo ponto de vista dos outros?            S    N    + –

8. Você tem facilidade  em administrar a conversação? (por exemplo, escolher o assunto, cadenciar o ritmo  da conversa, quando mudar de assunto etc.)       S    N    + –

9. Você  gosta de  dar explicações  longas ou  falar  demoradamente sobre cada item de uma conversação?          S    N    + –

10. Ao falar com uma pessoa você presta atenção na linguagem corporal dela e qual o seu significado? (expressão facial, postura, gestos etc.) S    N    + –

11. Você tem o hábito de movimentar-se, mexer-se, ficar escrevendo ou fazer ligações telefônicas enquanto alguém fala com você? S    N    + –

12. Você demonstra real interesse no que a outra pessoa está dizendo? (por exemplo, olhar nos olhos, ficar atento ao que diz, respeitar opinião) S    N    + –

13. Você sente-se constrangido em solicitar ao interlocutor que explique novamente algo que você não entendeu? S    N    + –

14. Você tem o hábito de fazer anotações sobre os itens mais importantes de uma conversação? S    N    + –

15. Você é do tipo caladão, que se expressa por monossílabos? S    N    + –

Faça  Sua  Autoavaliação
Marque um ponto para cada resposta SIM dada às seguintes questões: 1, 4, 6, 7, 8, 10, 12, 14.
Marque um ponto para cada resposta NÃO dada às seguintes questões: 2, 3, 5, 9, 11, 13, 15
Marque meio ponto para cada resposta MAIS OU MENOS.
TOTAL  DE  PONTOS________
De 13 a 15 pontos. Ótimo. Você faz bom uso do seu papel de comunicador. Sabe quando falar e, também, quando e como ouvir.
De 10 a 12,5 pontos. Você sabe se comunicar bem, mas, ocasionalmente, experimenta alguns problemas de comunicação. Reserve um tempo para pensar a respeito de sua abordagem de comunicação, principalmente em relação ao envio e recepção de mensagens no decorrer do diálogo.
Abaixo de 10 pontos. Você necessita trabalhar suas habilidades de comunicação. Você não está se expressando adequadamente e, talvez, também não esteja filtrando as mensagens que recebe de forma correta. A boa notícia é que dando mais atenção à comunicação, você irá melhorar sua habilidade de conversação e entendimento.

Ernesto Berg é consultor de empresas, professor, palestrante, articulista, autor de 14 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão, administração de conflitos – berg@quebrandobarreiras.com.br

Apresentações vendedoras

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Carlos Eduardo Dalto, do Instituto MVC

Costumo dizer que fazer apresentações todo mundo faz. Para fazer boas apresentações, no entanto, é preciso refletir e sair da mesmice: pensar fora da caixa.

Apresentações que se prolongam demasiadamente, sem objetivos claros e bem definidos e sem estar de acordo com a “cara” dos ouvintes, são um convite ao fracasso. Pensemos um pouco: nos dias de hoje, as pessoas são altamente influenciadas pela tecnologia, pela necessidade de respostas cada vez mais rápidas e certeiras. E essas influências alteram diretamente o modo como trocamos informações.

Um exemplo claro é a influência do Youtube em nossas vidas e, como consequência, na forma como nos comunicamos. Ali, quando abrimos um vídeo que não chama nossa atenção logo no primeiro minuto (sim, no singular, e até mesmo antes de um minuto), rapidamente mudamos para o próximo ou desistimos.

Situação semelhante acontece quando sua apresentação torna-se por demais prolongada, sem clareza e objetividade na fala. É preciso ir direto ao foco, sem rodeios. Você já viu seus colegas mexerem no celular durante uma reunião, por exemplo? É disso que estou falando: demorou demais, tornou-se cansativa? Mudamos o foco, sem dó nem piedade!

Nesse sentido, precisamos entender as influências da vida cotidiana na forma como transmitimos nossas ideias e vendemos nossos projetos. As redes sociais têm mudado a forma como nos relacionamos com as pessoas e a sociedade. Têm dado poder e voz a quem sempre ficou à margem ou não tinha acesso aos meios de comunicação. E esse desejo de ser um agente participativo tem ultrapassado as fronteiras digitais e invadido o mundo das apresentações.

Quando vamos apresentar uma proposta comercial, por exemplo, falar de nossa empresa, vender um projeto ou fazer uma simples reunião com nossa equipe, isso também acontece.

Precisamos entender que, da mesma forma como as pessoas entram em um site de jornal e expressam suas opiniões acerca do ponto de vista defendido em determinado editorial, também querem se sentir parte integrante das apresentações e não meros espectadores.

Minha experiência tem mostrado que, quanto mais participativas e envolventes são as apresentações, mais resultados são obtidos por meio delas. Eis algumas dicas para envolver mais seus ouvintes e conectar-se com eles:

– estabeleça um contrato, no início da apresentação, convidando-os a participar e a expor seus pontos de vista.

– use e abuse de perguntas que estimulem a participação – O que vocês pensam sobre isso? Como acreditam que podemos alcançar esses resultados?

– mostre-se, pelo corpo, gestos e traje, que está aberto ao diálogo. Evite colocar barreiras para os ouvintes, como braços cruzados, olhar sisudo ou evasivo. Use recursos corporais de aproximação, como se sentar de forma elegante com um toque de informalidade, andar pelo espaço, dialogar visualmente com os espectadores.

– vista-se – igual ou levemente superior aos ouvintes – de forma a deixar os espectadores confortáveis diante de você e não correndo o risco de causar antipatia.

– diminua drasticamente o tempo de sua fala e aumente a interação e a troca de experiências com os ouvintes.

– construa apresentações em que o conteúdo permita interatividade e participação, com discussões de casos, exemplificações, etc.

É isso! Saia do pedestal e construa apresentações COM e PARA os seus ouvintes.