A implementação dos metadados para gerenciar os documentos de arquivos eletrônicos

Os metadados para gerenciar documentos de arquivo podem ser usados para uma variedade de propósitos dentro de uma organização, apoiando, identificando, autenticando, descrevendo, localizando e gerenciando seus recursos de forma sistemática e consistente para atender às necessidades de negócio, responsabilidade e requisitos societários das organizações. O software de documentos de arquivo e os sistemas de negócio com funcionalidade de gerenciamento de registros realizam a gestão dos documentos de arquivo, capturando e gerenciando os seus metadados e o contexto de sua produção e uso.

Os documentos de arquivo, particularmente sob a forma de transações eletrônicas, podem existir fora do software de documentos de arquivo formais, muitas vezes sendo produzidos em sistemas de negócio que atendem a fins específicos (por exemplo, sistemas de licenciamento). Os documentos de arquivo são usados e compreendidos por pessoas que possuem ou têm acesso a conhecimentos suficientes sobre os processos que estão sendo realizados ou por pessoas que estão envolvidas na transação dos documentos de arquivo gerados e seu contexto imediato.

Conforme destaca Marcelo Carreira, diretor de marketing da Access, todos os documentos, sejam eletrônicos ou em papel, são essenciais para o funcionamento de qualquer empresa. As informações comerciais são confidenciais e sujeitas à privacidade e confidencialidade. Esses aspectos tornam o gerenciamento de documentos uma tarefa incrivelmente desafiadora. Com o aumento das ameaças à segurança cibernética, o gerenciamento eletrônico de documentos tornou-se cada vez mais primordial.

“A pandemia fez com que muitas empresas mudassem suas operações comerciais para o on-line. Além de lançar um site e ferramentas interativas, algumas empresas tiveram que suportar outro desafio – converter documentos em papel em formato eletrônico ou digital. As empresas que optam por sistemas eletrônicos de gerenciamento de documentos precisam de uma base que ajude a agilizar fluxos de trabalho e processos críticos, sem contar que podem aumentar a sua eficiência”.

Para ele, os custos da propriedade comercial estão aumentando, assim como as despesas de armazenamento de arquivos e pastas. Um sistema eletrônico de gerenciamento de documentos baseado em software ajuda a economizar espaço considerável ocupado por armários e caixas. O software libera espaço que pode ser usado para outros fins. Existem documentos confidenciais que são melhor protegidos em formato de papel ou como cópias impressas. Estes são mantidos em locais mais baratos, como um armazém ou um cofre.

Além disso, assegura Marcelo, proteger documentos valiosos é fundamental para operações comerciais de todos os tamanhos. Proteger dados confidenciais é vital para salvaguardar os interesses da empresa. O software oferece segurança aprimorada por meio de um melhor controle sobre documentos confidenciais. Além disso, o acesso é controlável no nível da pasta de acordo com indivíduos e grupos, com isso os registros gerenciados dessa maneira são altamente rastreáveis. Pode-se instalar tags e notificações para alertas automatizados.

“Os procedimentos regulatórios e de conformidade são tediosos e complexos para alguns documentos. A não conformidade pode torná-lo responsável por multas ou licenças revogadas. Com essas conformidades em vigor, os sistemas de gerenciamento de documentos fornecem organização e reduzem a possibilidade de não conformidade. A retenção de registros pode ser automatizada e novos documentos podem ser facilmente classificados e armazenados”, explica.

Pesquisar, localizar e recuperar documentos é demora do, especialmente quando armazenado em formato físico. Dito isso, é evidente que o gerenciamento desses documentos economiza tempo. Dependendo da solução, o sistema ajuda a recuperar arquivos através de palavras-chave ou frases. Além disso, a integração com aplicativos de negócios simplifica o acesso a informações vitais. Mais ainda, com um DMS, os documentos são acessíveis remotamente, desde que haja uma conexão estável com a internet. E isso provou ser benéfico durante a pandemia.

“Tradicionalmente, os sistemas de gerenciamento de documentos implicavam salvar documentos em computadores locais. O sistema de backup compreende compartilhamentos de arquivos não controlados, nos quais o conteúdo não é feito backup adequado. Muitas vezes, descobre-se quando é tarde demais ou quando o conteúdo está extraviado. Os regulamentos exigem que se produza as cópias originais e legíveis desses registros e tenha uma solução de backup robusta”, complementa.

Ele aduz, ainda, que o arquivamento digital de documentos em papel também os impede de incêndios e inundações, entre outros desastres. Um sistema de gerenciamento de documentos garante que os registros sejam rastreáveis usando uma variedade de critérios. Esses recursos de rastreamento ajudam a reduzir as chances de documentos serem perdidos ou arquivados incorretamente ao visualizar e acessar.

“Outra vantagem é que ajudam na colaboração e no compartilhamento; isso é interno e externo. A parceria ocorre usando ambientes baseados na web – intranets – e fluxos de trabalho. A digitalização também ajuda a avaliar a posição do documento, seja nas fases de autoria, revisão ou aprovação. Observe que a colaboração e o compartilhamento podem até acontecer remotamente. Registros capturados de diferentes fontes são acessíveis através de vários locais”.

Outro aspecto é a imagem eletrônica. Esta solução permite o compartilhamento de documentos em redes como e-mail ou internet. Os sistemas eletrônicos de gerenciamento de documentos também oferecem visibilidade aprimorada dos processos e do monitoramento do fluxo de trabalho.

Não é fácil alcançar consistência para conteúdos usando métodos tradicionais. Um desafio é fazer com que todos os membros usem os modelos mais recentes ou os mesmos. Outro é garantir que todas as novas edições e revisões sejam da versão última aprovação em um ambiente de compartilhamento de arquivos. O software garante os recursos de gerenciamento e distribuição de modelos, juntamente com o gerenciamento de revisão de documentos. O sistema também ajuda a automatizar o processo de publicação em PDF para garantir a adesão aos requisitos da ICH.

“Uma vantagem é que oferecem ferramentas que enviam automaticamente os registros através de seus ciclos de vida. Essas ferramentas são profundas e ajudam a resolver gargalos e garantir a geração e o arquivamento oportunos. Essa pontualidade ajuda a melhorar a inspeção e a prontidão para envio. Portanto, procrastinação, atrasos e logística são todos atendidos pelos sistemas eletrônicos”, aponta Marcelo.

Conforme a NBR ISO 23081-2 de 04/2020 – Informação e documentação — Gerenciamento de metadados para documentos de arquivo – Parte 2: Problemas conceituais e implementação, que fornece uma fundamentação sólida dos metadados para gerenciar documentos de arquivo em organizações, modelos conceituais de metadados e um conjunto de elementos de alto nível de metadados genéricos, adequados para qualquer ambiente de documentos de arquivo, todo esse processo abrange, por exemplo, as  implementações atuais de gestão de documentos de arquivo ou arquivísticas. Com isso, pode-se definir os tipos genéricos de metadados, tanto para entidades de documentos de arquivo quanto para outras entidades que precisam ser gerenciadas para documentar e entender o contexto dos documentos de arquivos, em momentos específicos, conforme determinado pela aplicação de um conjunto de decisões de avaliação.

Pode ser necessário criar uma representação independente do documento de arquivo e seus metadados. Normalmente, isso é feito codificando os metadados em um formato-padrão de metadados, como XML, usando os elementos definidos do esquema de metadados para gerenciar documentos de arquivo.

Pode ser deliberada a implementação no momento em que todos os metadados são associados a um registro, sendo escritos como um registro independente ou armazenados com o registro ao qual eles se relacionam. Na prática, a escrita de metadados para gerenciar documentos de arquivo pode ocorrer em vários momentos na existência do documento de arquivo. Isso inclui: na captura inicial; na aplicação dos processos de destinação; à medida que ocorrem mudanças nos meios de armazenamento; na evolução ou alteração de sistemas; onde há mudanças na cadeia de custódia; para troca de dados com outros sistemas (por exemplo, busca de informações em toda a organização); à medida que o objeto se move para fora dos limites do software de documentos de arquivo (por exemplo, transferência para armazenamento alternativo).

Sempre que é realizada a definição de metadados independentes do documento de arquivo, o resultado é unir o objeto de documento de arquivo e seus metadados em uma única representação onde os metadados adicionais de processo se acumulam externamente ao objeto capturado. Os processos envolvidos no gerenciamento contínuo de qualquer desses objetos continuarão a ocorrer e a acumular metadados, mas esses metadados permanecerão vinculados e não serão refletidos dentro do objeto de metadados estático independente.

Por exemplo, isso pode ocorrer quando os documentos de arquivo são removidos para a custódia de uma organização externa, como um arquivo. Neste momento, outros processos de gerenciamento e detalhes contextuais podem ser realizados por um sistema de arquivamento independente, em vez do sistema que produziu e/ou gerenciou o documento de arquivo.

Em algumas implementações, esses metadados adicionais podem ser exigidos para serem reescritos para o objeto gravado em momentos designados, conforme definido no processo de avaliação. Os metadados para gerenciamento de documentos de arquivo devem estar sujeitos a decisões de avaliação. Essas decisões de avaliação determinam não apenas quais metadados devem ser capturados sobre os documentos de arquivo, mas quanto tempo os metadados devem ser retidos e quando, em relação aos documentos de arquivo, alguns ou todos eles podem ser destruídos ou gerenciados separadamente para o objeto de documentos de arquivo.

No ambiente eletrônico, as decisões sobre documentos de arquivo e metadados para seu gerenciamento podem ser feitas em um grau de granularidade não possível no mundo do papel. Assim, por exemplo, os metadados de ponto de captura feitos sob medida podem ser destinados a serem usados por conjuntos de documentos de arquivo muito específicos (por exemplo, e-mails). Essa adaptação e seleção de quais elementos de metadados serão apropriadas são em si uma decisão de avaliação.

Para alguns documentos de arquivo, os riscos associados à sua definição, captura e gerenciamento podem não ser significativos, e um conjunto de decisões pragmáticas que limitam os metadados a serem capturados pode ser introduzido. Para outros documentos de arquivo, os riscos podem ser maiores e um conjunto mais completo de metadados deve ser capturado para garantir autenticidade, integridade e confiabilidade.

A capacidade de tomar tais decisões na confecção é dependente de uma compreensão sofisticada das operações organizacionais, funções e documentos de arquivo necessários para apoiar as atividades organizacionais e entendimentos tipicamente realizados na função de avaliação. A avaliação, também, é aplicada na tomada de decisões sobre a preservação de documentos de arquivo digitais. Alguns documentos de arquivo têm períodos de retenção significativos e podem precisar de uma intervenção de preservação ativa diversas vezes ao longo desse período de retenção.

Em cada instância de intervenção para preservação é necessária uma decisão de avaliação sobre os metadados a serem mantidos. Os metadados associados a um documento de arquivo podem eles mesmos estar sujeitos a decisões de avaliação que são separadas (mas vinculadas) das decisões de avaliação dos documentos de arquivo aos quais os metadados se relacionam.

Por exemplo, pode ser considerado desnecessário reter todos os aspectos dos metadados do processo, como o histórico de uso para o período de retenção completo associado ao documento de arquivo. Tais decisões devem ser tomadas com cautela e informadas por entendimentos claros de risco, autenticidade, confiabilidade e requisitos organizacionais para documentos de arquivo.

No entanto, é perfeitamente possível selecionar apenas partes dos metadados para acompanhar um documento de arquivo ao longo do tempo. Os documentos de arquivo e seus metadados são constantemente usados em novos contextos de negócio, incluindo contextos de pesquisa. Todo novo uso adiciona novo significado ao (s) documento de arquivo (s) e, portanto, tem que ser documentado.

Assim, novos metadados serão definidos sobre cada uso, o (s) agente (s) envolvido (s), a atividade de negócio e as circunstâncias de uso. Novos regimes de gerenciamento de documentos de arquivo ocorrerão ao longo do tempo, e eles têm que ser documentados, representando assim diferentes níveis de gestão de documentos de arquivo. Isso pode incluir gestão arquivística para aqueles documentos de arquivo que possuem valor permanente. A atividade de descrição arquivística pode ser considerada uma atividade contínua para a gestão de metadados.

Os caminhos e os espaços para o cabeamento estruturado

A NBR 16415 de 10/2021 – Caminhos e espaços para cabeamento estruturado especifica a estrutura e os requisitos para os caminhos e espaços, dentro ou entre edifícios, para troca de informações e cabeamento estruturado, de acordo com a NBR 14565. Também influencia a alocação de espaço no interior do edifício e abrange os edifícios monousuários e multiusuários. Não abrange os aspectos de segurança do projeto do edifício, medidas de contenção de incêndio ou sistemas de telecomunicações que requeiram quaisquer tipos especiais de medidas de segurança. Os requisitos de segurança elétrica, de incêndio e de compatibilidade eletromagnética estão fora do escopo dessa norma.

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Como devem ser projetadas as caixas de passagem e de emenda?

Como devem ser os espaços que contêm distribuidores?

Onde devem ser posicionados os pontos de terminação?

Como deve ser feita a seleção de estruturas de caminhos?

Para conformidade com esta norma, os requisitos descritos nessa norma e nos seus Anexos A a D devem ser atendidos. Toda infraestrutura metálica, os componentes e os suportes devem ser aterrados e equipotencializados. As especificações de segurança pessoal e do trabalho estão fora do escopo desta norma.

O projetista deve seguir as normas de segurança aplicáveis ao local das instalações. A figura abaixo mostra as relações entre os elementos dos caminhos e os espaços para cabeamento estruturado dentro de um edifício monousuário.

Existem alguns critérios que se aplicam a todos os espaços de telecomunicações. Eles não podem estar localizados em saídas de emergência e áreas sujeitas à inundação e infiltração de água. Os subsolos de edifícios devem ser evitados. Os sistemas de drenagem no piso são recomendados se houver risco de ingresso de água no espaço.

Os espaços devem estar livres de encanamentos de água ou dreno que não sejam requeridos para suportar os equipamentos ali instalados. Um encanamento de dreno deve ser considerado dentro das salas de telecomunicações em caso de risco de entrada de água nestes espaços e devem ser vedados para prevenir o ingresso de contaminantes, pragas, propagação de chamas, gases tóxicos, etc. O piso, as paredes e o teto devem ser construídos de modo a reduzir a quantidade de pó e outros contaminantes no interior do espaço e devem ser selecionados materiais de piso com propriedades antiestáticas.

Deve-se levar em consideração a demanda inicial e a expansão futura e evitar áreas que possam limitar a expansão, como poços de elevadores, caixas de escadas e paredes fixas. Os limites de carga de piso não podem ser excedidos durante a construção e operação e os acabamentos devem ser de cor clara para melhorar a iluminação do espaço. Na construção, devem oferecer níveis adequados de segurança e acesso restrito para o cabeamento estruturado, e a sinalização deve ser feita de acordo com a política de segurança da organização.

As classificações de risco de áreas que contêm equipamentos ativos ópticos, bem como cabeamento óptico, devem ser tratadas de acordo com a IEC 60825-2 para a determinação de práticas adequadas de instalação e identificação e a implementação adequada dos requisitos desta norma deve considerar que as instalações elétricas, a equipotencialização e as medidas de proteção contra sobretensões sejam observadas. O conceito mecânico, ingresso, climático/químico, eletromagnético (MICE) deve ser aplicado ao ambiente industrial conforme a NBR 16521, devendo ser usado para descrever o ambiente no qual o cabeamento ou partes do cabeamento forem instalados.

A infraestrutura para o cabeamento deve ser selecionada para oferecer proteção ambiental suficiente para que o cabeamento atenda aos requisitos de desempenho de transmissão. O acesso aos caminhos entre edifícios é feito nos espaços de telecomunicações e estruturas, como caixas de passagem e inspeção, poços de visita, etc.

Todas as aberturas para acesso aos espaços e estruturas devem manter as características ambientais. A entrada de cabo nos espaços e infraestruturas deve prover suporte para prevenir sua dobra excessiva e oferecer alívio de tensão conforme especificação ou instruções dos fabricantes.

O material usado na construção de espaços e estruturas deve ser especificado para resistir à deterioração causada por irradiação solar. Os poços de visita devem ser projetados para garantir a manutenção do raio mínimo de curvatura dos cabos a serem instalados. Quando vários tipos de cabos ou várias especificações de raio mínimo de curvatura estiverem envolvidos, o maior raio deve ser considerado no projeto.

Essas estruturas devem ser grandes o suficiente para conter gabinetes, bastidores e acessórios de suporte, se necessário. O roteamento de cabos pelos poços de visita deve permitir que a instalação esteja em conformidade com os seguintes requisitos: os cabos devem ser instalados em primeiro lugar nos níveis mais altos; os cabos não podem ser entrelaçados; devem ser utilizados suportes para evitar que os cabos fiquem depositados na base do poço; não pode ser mantido excesso de cabos no poço, além da reserva técnica; deve ser mantida uma área interna para permitir serviços de manutenção; as tampas e os acessos aos poços de visita devem ser vedados para evitar a infiltração de contaminantes e pragas.

Quando os espaços e estruturas forem projetados para conter equipamentos ativos, a temperatura e umidade devem ser mantidas para permitir a operação contínua dos ativos e a alimentação elétrica para a carga suportada deve estar disponível. Os espaços que contêm distribuidores devem ter portas de acesso com no mínimo 1,0 m de largura e 2,10 m de altura.

A altura livre mínima do piso elevado em salas nas quais os segmentos de cabos são encaminhados a gabinetes ou racks por caminhos sob o piso deve ser de 0,3 m. A intensidade de luz nas salas que contêm distribuidores deve ser de 500 lux no plano horizontal e 200 lux no vertical, medida a 1,0 m do piso acabado, nas partes frontal e posterior dos gabinetes e racks. Considerar iluminação auxiliar para os serviços de terminação de cabos.

As salas que contêm equipamentos ativos devem: oferecer controle de temperatura e umidade relativa do ar para a carga térmica instalada; oferecer alimentação elétrica adequada para a carga instalada; ter os interruptores de luz acessíveis com acionamento manual próximos à entrada da sala. Para detalhes, consultar o projeto elétrico do espaço.

A sala de entrada é o local que recebe os cabos de backbone de campus, de edifício e das operadoras. Deve-se levar em consideração que esse espaço necessita de alimentação elétrica em conformidade com a NBR 5410. A infraestrutura de entrada é de responsabilidade do proprietário do edifício.

A decisão quanto ao projeto desse espaço deve levar em consideração os critérios de segurança, quantidade de cabos, tipo de protetores, tamanho do edifício e localização física dentro do edifício. Um espaço para serviços por antena deve ser projetado e deve estar localizado próximo ao pátio de antenas.

Se dispositivos de interface de rede e equipamentos de telecomunicações forem requeridos na sala de entrada, deve haver um espaço adicional, que pode combinar as características de uma sala de entrada e de uma sala de equipamentos. A sala de entrada deve abrigar apenas instalações diretamente relacionadas ao sistema de cabeamento estruturado e aos seus sistemas de suporte.

A entrada da antena é um espaço destinado aos equipamentos e conexões para os sistemas de antenas, devendo estar localizado em posição mais próxima possível das antenas e suas estruturas verticais. Este espaço é mostrado na figura acima e deve ser dimensionado conforme especificado na Tabela A.1, disponível na norma. O espaço pode ser aberto e, se fechado, recomenda-se que o pé-direito atenda às especificações e instruções de projeto.

Deve haver conexão física com os shafts ou prumadas do edifício. Deve-se levar em consideração que este espaço necessita de alimentação elétrica em conformidade com a NBR 5410. As salas de equipamentos normalmente contêm uma grande parte dos equipamentos de telecomunicações, terminações de cabos e distribuidores. Elas podem ser consideradas salas para atendimento de todo o edifício ou campus.

Uma sala de equipamentos deve ser climatizada e pode exercer as funções de qualquer espaço de telecomunicações. Deve-se levar em consideração que este espaço necessita de alimentação elétrica em conformidade com a NBR 5410. Recomenda-se que a sala de equipamentos seja implementada em localidades não sujeitas à interferência eletromagnética.

Uma atenção especial deve ser dada aos transformadores elétricos, poços de distribuição de energia elétrica, motores, geradores, reatores de lâmpadas, equipamentos de radiologia, transmissores de rádio, bem como outras fontes potenciais de interferência. Uma sala de equipamentos deve: ser dimensionada para atender aos requisitos dos equipamentos de telecomunicações, redes, terminações dos cabos e distribuidores; ter no mínimo 0,07 m² para cada 10 m² de espaço de área de trabalho, quando equipamentos de uso específico não forem conhecidos; levar em consideração os distribuidores horizontais e de backbone, conexões aos equipamentos, áreas para manutenção, espaços livres e circulação de pessoas.

Em edifícios de uso especial, como, por exemplo, hospitais, hotéis, universidades etc., o tamanho da sala de equipamentos deve ser dimensionado com base no número conhecido de áreas de trabalho em relação à área útil do pavimento. Essa sala deve ser dedicada à função de telecomunicações e redes, bem como abrigar apenas os equipamentos diretamente relacionados ao sistema de cabeamento estruturado e telecomunicações; ter o acesso restrito ao pessoal autorizado e, quando possível, ficar em um edifício de múltiplos pavimentos, recomendando-se que a sala de equipamentos seja localizada no pavimento intermediário para possibilitar um fácil acesso do cabeamento às salas de telecomunicações localizadas nos outros pavimentos.

Além disso, deve estar localizada em uma área acessível aos elevadores de carga para entrega de equipamentos de grande porte. O acesso para a entrada de equipamentos de grande porte na sala de equipamentos deve ser previsto na fase de projeto. A sala de telecomunicações deve estar preparada para a instalação de equipamentos de telecomunicações, terminações de cabos e distribuidores.

Recomenda-se que a sala de telecomunicações esteja localizada o mais próximo possível do centro da área atendida e dos caminhos do edifício, como shaft ou prumada. Os caminhos horizontais devem terminar na sala de telecomunicações, localizada no mesmo pavimento da área atendida ou em pavimentos adjacentes. Considera-se pavimento adjacente aquele imediatamente acima ou abaixo do pavimento onde se encontra uma sala de telecomunicações.

A sala de telecomunicações deve ser dedicada à função de telecomunicações e respectivas instalações e não pode ser compartilhada com outros sistemas do edifício. Devem ser disponibilizadas tomadas elétricas dedicadas em circuitos separados para conectar equipamentos ativos, em quantidade e localização adequadas às necessidades do projeto elétrico.

As tomadas elétricas de uso geral devem ser consideradas em circuitos separados dos dedicados aos equipamentos de telecomunicações. Para a distribuição elétrica, ver a NBR 5410. O projeto da sala de telecomunicações deve considerar um sistema de ventilação ou de climatização.

Para áreas de edifício onde é difícil adicionar tomadas de telecomunicações após a instalação inicial, considerar no mínimo duas localidades separadas para tomadas de telecomunicações na etapa de projeto, para cada área de trabalho. As tomadas devem ser localizadas de forma a oferecer a máxima flexibilidade para mudança dentro da área de trabalho, por exemplo, em paredes opostas em um espaço privado do escritório.

As localidades para as tomadas de telecomunicações podem ser adequadas ao leiaute do mobiliário do escritório. No mínimo uma tomada de alimentação elétrica deve ser instalada próxima a cada tomada de telecomunicações, conforme especificado no projeto elétrico. Os caminhos independentes e diretos devem ser providos em áreas com altas demandas de equipamentos de telecomunicações, como centros de controle, sala de servidores etc., para atendimento de salas de telecomunicações e salas de equipamentos.

Apenas 26% das empresas de óleo e gás utilizam as tecnologias digitais

Uma pesquisa da KPMG apontou que apenas 26% das companhias de petróleo e gás, que participaram do levantamento, aplicam tecnologias disponíveis. Alguns desses recursos são drones, visualização 3D, análise de dados e inteligência artificial utilizados para melhorar a forma como é feita a gestão de ativos, reduzindo o tempo de parada das unidades de processamento e a exposição a riscos. Essas são as principais conclusões do relatório denominado Nos trilhos da jornada digital que tem como objetivo mostrar de forma inédita como essa a indústria está lidando, na era pós-pandemia, com temas como a digitalização, uso de novas tecnologias e de dados.

Segundo o estudo, 29% dos entrevistados possuem uma equipe bem preparada para implantação de um processo de automação na indústria contra 48% que consideram não estarem aptos para aplicar esse método. Quase metade dos entrevistados (42%) afirma que as organizações estão prontas para uma mudança na matriz energética, sendo capazes de repor o portfólio de ativos pelos originados de fontes alternativas de energia.

“O relatório mostrou que um percentual pequeno de empresas de petróleo e gás utiliza as tecnologias disponíveis. Por isso, a indústria ainda tem muito a fazer com relação ao processo de transformação digital que pode aprimorar a gestão do negócio”, afirma o sócio do setor de energia e recursos naturais da KPMG, Anderson Dutra.

Na verdade, as empresas de petróleo e gás estão repensando as suas estratégias, buscando a oportunidade perfeita para reavaliar sua infraestrutura e fazer investimentos inteligentes em tecnologia para trazer seus sistemas para a era moderna. Por exemplo, os investimentos certos em tecnologia da informação e comunicação (TIC) e outras soluções digitais podem contribuir muito para aumentar a lucratividade e impulsionar a eficiência da organização para criar uma operação mais robusta.

De acordo com a McKinsey, investir em tecnologias digitais pode economizar às empresas de gás até 20% em despesas de capital e 5% em custos operacionais upstream. Com isso em mente, pode-se descrever algumas tecnologias nas quais as empresas de petróleo e gás estão cada vez mais investindo.

– Big data e análises – As empresas de petróleo e gás não podem se dar ao luxo de tomar decisões com base em seus instintos. Os projetos de perfuração são empreendimentos que exigem muito capital e maquinário pesado, e as organizações não podem se dar ao luxo de nenhuma margem de erro. É por isso que um número crescente de organizações está coletando mais e mais dados e executando análises para determinar o caminho mais inteligente a seguir. Com big data, pode ser mais fácil tomar as decisões certas.

– IIoT e computação de ponta – A internet das coisas industrial (IIoT) promete otimizar grande parte do setor de petróleo e gás, com dispositivos conectados coletando dados na origem e executando cargas de trabalho de computação de ponta para fornecer às organizações as informações de que precisam para garantir operações eficientes.

– Computação na nuvem – As empresas de petróleo e gás continuam a alavancar o poder da nuvem, aumentando a acessibilidade e disponibilidade de dados e, ao mesmo tempo, criando redundâncias em suas redes.

Inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina – A IA e o aprendizado de máquina estão mudando todos os setores, incluindo petróleo e gás. A IA, por exemplo, permite que as organizações transformem uma realidade prática acessível para qualquer pessoa.

– Robótica e drones – Devido às eficiências operacionais que fornecem, cada vez mais empresas de petróleo e gás estão investindo em robótica e drones. Esta categoria é projetada para ser a área de crescimento mais rápido para a indústria nos próximos três a cinco anos.

– Redes 5G – Na era digital, a velocidade é o que mais importa. É por isso que mais e mais organizações de petróleo e gás estão investindo em redes 5G que fornecem velocidade e conectividade incomparáveis.

– Ferramentas colaborativas – As empresas globais de petróleo e gás têm operações espalhadas por todo o mundo. Ao investir em ferramentas de colaboração, eles são capazes de garantir que todos os funcionários possam permanecer na mesma página – não importa onde estejam.

Para o setor, segundo alguns especialistas, fazer uso de conectividade digital avançada poderá otimizar o rendimento da perfuração e da produção, e melhorar a manutenção e as operações de campo. Esse processo pode agregar até US$ 250 bilhões de valor às operações upstream da indústria até 2030.

Desse valor, entre US$ 160 e US$ 180 bilhões poderiam ser realizados com a infraestrutura existente, enquanto US$ 70 bilhões adicionais poderiam ser desbloqueados com satélites em órbita terrestre baixa e tecnologias 5G de próxima geração. Além disso, as empresas poderiam reduzir custos, incluindo despesas operacionais e de capital, em 20% a 25% cento por barril, contando com conectividade para implantar as ferramentas digitais.

Para ajudar no processo de gestão das indústrias de petróleo e gás, a ABNT ISO/TS 29001 de 10/2010 – Indústrias do petróleo, gás natural e petroquímica – Sistemas de gestão da qualidade específicos do setor – Requisitos para organizações de fornecimento de produtos e serviços especifica requisitos para um sistema de gestão da qualidade, quando uma organização necessita demonstrar sua capacidade para fornecer produtos que atendam de forma consistente aos requisitos do cliente e requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis. Esta Especificação Técnica tem como objetivo desenvolver um sistema de gestão da qualidade que promova a melhoria contínua, enfatizando a prevenção de defeitos e a redução da variabilidade e de perdas na cadeia de suprimento e na prestação de serviços.

Em conjunto com os requisitos específicos de clientes, define os requisitos fundamentais do sistema de gestão da qualidade para aqueles que adotarem esta especificação técnica que é baseada na NBR ISO 9001. Assim, pode-se evitar múltiplas auditorias de certificação e fornecer uma abordagem comum para um sistema de gestão da qualidade para as indústrias do petróleo, gás natural e petroquímica. O procedimento documentado deve identificar as funções responsáveis pela coleta e manutenção dos registros.

A NBR ISO 14224 de 10/2011 – Indústrias de petróleo e gás natural – Coleta e intercâmbio de dados de confiabilidade e manutenção para equipamentos fornece uma ampla base para a coleta de dados de confiabilidade e manutenção (RM) num formato-padrão para equipamentos em todas as instalações e operações nas indústrias de petróleo, gás natural e petroquímica durante o ciclo de vida operacional dos equipamentos. Ela descreve os princípios da coleta de dados e os termos e definições associados que constituem uma linguagem de confiabilidade que pode ser útil para a comunicação da experiência operacional.

IEC 60839-11-33: a interface de serviços da Web para o controle de acesso eletrônico

A IEC 60839-11-33:2021 – Alarm and electronic security systems – Part 11-33: Electronic access control systems – Access control configuration based on Web services define a interface de serviços da Web para sistemas de controle de acesso eletrônico. Isso inclui listar os componentes do sistema de controle de acesso eletrônico, sua composição lógica, monitorar seus estados e controlá-los. Também inclui um mapeamento dos requisitos obrigatórios e opcionais de acordo com a IEC 60839-11-1: 2013, conforme coberto pelo Anexo.

Este documento se aplica apenas à segurança física para evitar que pessoas não autorizadas, ladrões ou invasores acidentais acessem fisicamente um prédio, sala, etc. O uso de serviços da Web e a funcionalidade de gestão de dispositivos estão fora do escopo deste documento.

O documento especifica apenas os dados e o fluxo de controle entre um cliente e os serviços sem referência a qualquer dispositivo físico, pois os serviços necessários para implementar um sistema de controle de acesso eletrônico compatível (electronic access control system – EACS) não são necessariamente implementados em um único dispositivo, ou seja, todos os serviços podem ser executados em um painel de controle, software agregador de eventos no PC, etc.

Conteúdo da norma

PREFÁCIO …….. …………………… 8

INTRODUÇÃO ……….. ……………. 10

1 Escopo …… …………………….. 11

2 Referências normativas …………… … 11

3 Termos e definições ……………… …. 12

4 Visão geral ……… ………………… 15

4.1 Geral ……………… …………… 15

4.2 Namespaces …………… ……. 16

4.3 Tratamento de erros ………. …… 17

5 Serviço de credencial ……. ……… 17

5.1 Geral …………. …………… 17

5.2 Capacidades de serviço ………………….. 18

5.2.1 Geral ……………………………. ……… 18

5.2.2 Estrutura de dados ServiceCapabilities ………………….. 18

5.2.3 Comando GetServiceCapabilities …. ………………… 19

5.3 Informações de credencial ……………………………… 20

5.3.1 Geral …………………………… ……… 20

5.3.2 Estruturas de dados …………………….. 20

5.3.3 Comando GetCredentialInfoList …………… 23

5.3.4 Comando GetCredentials ……………………….. 24

5.3.5 Comando GetCredentialList ………………………. 25

5.3.6 Comando CreateCredential ……………………. 26

5.3.7 Comando SetCredential ………………………. 28

5.3.8 Comando ModifyCredential ………………………. 30

5.3.9 Comando DeleteCredential ……………………… 31

5.3.10 Comando GetCredentialState ……………….. 32

5.3.11 Comando EnableCredential ……………………… 32

5.3.12 Comando DisableCredential ………………………….. 33

5.3.13 Comando ResetAntipassbackViolation ……. ………….. 33

5.3.14 Comando GetSupportedFormatTypes ……………. 34

5.3.15 Comando GetCredentialIdentifiers ………………. 34

5.3.16 Comando SetCredentialIdentifier …………………….. 35

5.3.17 Comando DeleteCredentialIdentifier …. …………….. 36

5.3.18 Comando GetCredentialAccessProfiles …… ………… 36

5.3.19 Comando SetCredentialAccessProfiles …………….. 37

5.3.20 Comando DeleteCredentialAccessProfiles ……… …….. 37

5.4 Tópicos de notificação …………………………… 38

5.4.1 Geral ………………………………. ……… 38

5.4.2 Visão geral do evento (informativo) …………………… 38

5.4.3 Mudanças de status ……………….. 38

5.4.4 Mudanças de configuração …………………………….. 39

6 Serviço de regras de acesso ………………………. …… 40

6.1 Geral ………………………………….. …………… 40

6.2 Capacidades de serviço …………………………… 41

6.2.1 Geral …………………………………. ……… 41

6.2.2 Estrutura de dados ServiceCapabilities ………………….. 41

6.2.3 Comando GetServiceCapabilities …………………. 41

6.3 Acessar informações de perfil …………………………… 41

6.3.1 Geral …………………………………. ……… 41

6.3.2 Estruturas de dados ……………………………….. 42

6.3.3 Comando GetAccessProfileInfo …………………… 42

6.3.4 Comando GetAccessProfileInfoList …………………. 43

6.3.5 Comando GetAccessProfiles ………………………. 44

6.3.6 Comando GetAccessProfileList ………………….. 45

6.3.7 Comando CreateAccessProfile ………………….. 46

6.3.8 Comando SetAccessProfile ………………………… 47

6.3.9 Comando ModifyAccessProfile …………………….. 48

6.3.10 Comando DeleteAccessProfile …………………. 49

6.4 Tópicos de notificação ………………………. 50

6.4.1 Geral ………………………………. ……… 50

6.4.2 Visão geral do evento (informativo) ………………… 50

6.4.3 Alterações de configuração ……………………… 50

7 Serviço de comportamento de autenticação ………………… 51

7.1 Geral ……………………………. …………… 51

7.2 Exemplo ………………………….. ………….. 51

7.3 Capacidades de serviço ………………………. 52

7.3.1 Geral ………………………………….. ……… 52

7.3.2 Estrutura de dados ServiceCapabilities …………………. 52

7.3.3 Comando GetServiceCapabilities …………………….. 53

7.4 Informações de perfil de autenticação …………………… 53

7.4.1 Geral ………………………………… ……… 53

7.4.2 Estruturas de dados ………………………………….. 54

7.4.3 Comando GetAuthenticationProfileInfo ……. …………. 55

7.4.4 Comando GetAuthenticationProfileInfoList…….. …….. 56

7.4.5 Comando GetAuthenticationProfiles …… …………….. 57

7.4.6 Comando GetAuthenticationProfileList …………….. 58

7.4.7 Comando CreateAuthenticationProfile ……………… 59

7.4.8 Comando SetAuthenticationProfile …………………. 60

7.4.9 Comando ModifyAuthenticationProfile ………………. 61

7.4.10 Comando DeleteAuthenticationProfile ………………. 62

7.5 Informações de nível de segurança ……………………… 63

7.5.1 Geral ………………………………………… ……… 63

7.5.2 Estruturas de dados ……………………………… 64

7.5.3 Comando GetSecurityLevelInfo ……………………. 66

7.5.4 Comando GetSecurityLevelInfoList …………………. 66

7.5.5 Comando GetSecurityLevels ……………………………. 67

7.5.6 Comando GetSecurityLevelList ………………………….. 68

7.5.7 Comando CreateSecurityLevel ……………………….. 69

7.5.8 Comando SetSecurityLevel ……………………………. 70

7.5.9 Comando ModifySecurityLevel ……………………….. 71

7.6 Tópicos de notificação …………………………. 73

7.6.1 Geral …………………………………… ……… 73

7.6.2 Visão geral do evento (informativo) ………….. 73

7.6.3 Mudanças de configuração …………………….. 73

8 Agendar serviço ……………………….. ………. 74

8.1 Geral …………………………….. …………… 74

8.2 Recorrência ……………………….. ……… 76

8.2.1 Geral ………………………………. ……… 76

8.2.2 Recorrência semanal ……………………. 76

8.2.3 Recorrência estendida …………………. 77

8.2.4 Recorrência de programação padrão ……… 77

8.2.5 Recorrência de dia especial ………………….. 77

8.3 Capacidades de serviço ……………………….. 78

8.3.1 Geral …………………………….. ……… 78

8.3.2 Estrutura de dados ServiceCapabilities ………………. 78

8.3.3 Comando GetServiceCapabilities …………………. 79

8.4 Informações de programação ………………… 79

8.4.1 Geral ……………………………… ……… 79

8.4.2 Estruturas de dados ……………………….. 79

8.4.3 Comando GetScheduleInfo ………………………….. 82

8.4.4 Comando GetScheduleInfoList …………………… 83

8.4.5 Comando GetSchedules ………………………………. 84

8.4.6 Comando GetScheduleList …………………………… 85

8.4.7 Comando CreateSchedule ……………………………. 86

8.4.8 Comando SetSchedule ………………………………… 87

8.4.9 Comando ModifySchedule ………………………….. 88

8.4.10 Comando DeleteSchedule …………………………. 89

8.5 Informações do grupo de dias especiais …………………… 90

8.5.1 Geral ……………………………….. ……… 90

8.5.2 Estruturas de dados ……………………….. 90

8.5.3 Comando GetSpecialDayGroupInfo ……………….. 90

8.5.4 Comando GetSpecialDayGroupInfoList ………………. 91

8.5.5 Comando GetSpecialDayGroups …………………….. 92

8.5.6 Comando GetSpecialDayGroupList …………………. 93

8.5.7 Comando CreateSpecialDayGroup …………………… 94

8.5.8 Comando SetSpecialDayGroup …………………… 95

8.5.9 Comando ModifySpecialDayGroup ………………….. 96

8.5.10 Comando DeleteSpecialDayGroup ………………….. 97

8.6 Status da programação ………………………….. … 97

8.6.1 Estrutura de dados ScheduleState ………………. 97

8.6.2 Comando GetScheduleState ……………………… 98

8.7 Tópicos de notificação …………………………… 99

8.7.1 Geral ………………………………. ……… 99

8.7.2 Visão geral do evento (informativo) ……….. 99

8.7.3 Mudanças de status ………………………. 99

8.7.4 Mudanças de configuração …………………. 100

8.8 Exemplos …………………………. ………. 101

8.8.1 Geral ……………………………… ……. 101

8.8.2 Acesso 24 × 7 para equipe administrativa ………… 101

8.8.3 Acesso às segundas e quartas das 06:00 às 20:00 para o pessoal de limpeza………………. 101

8.8.4 Acesso de sexta-feira 18:00 às 07:00 para equipe de manutenção……………. 101

8.8.5 Acesso em dias de semana das 8h00 às 17h00 para funcionários…………….. 102

8.8.6 Acesso de 15 de janeiro de 2014 a 14 de janeiro de 2015, das 09:00 às 18:00 …………………………. ………. 103

8.8.7 Dias especiais, exemplo 1 ……………… 103

8.8.8 Dias especiais, exemplo 2 …………… 104

8.8.9 Dias especiais, exemplo 3 ……………….. 106

Anexo A (normativo) Esquemas XML da interface de controle de acesso………… …. 107

A.1 Serviço de credencial WSDL ……………………… 107

A.2 Serviço de regras de acesso WSDL ………………….. 127

A.3 Serviço de comportamento de autenticação WSDL……….. 137

A.4 Programar WSDL de serviço …………………………. 155

Anexo B (informativo) Mapeamento de funções obrigatórias na IEC 60839-11-1…………….174

Bibliografia …………………….. 182

Este documento torna possível construir um sistema de alarme e segurança eletrônica com clientes, normalmente um console de monitoramento, e dispositivos, normalmente uma unidade de controle de acesso, de diferentes fabricantes usando interfaces comuns e bem definidas. O documento especifica apenas os dados e o fluxo de controle entre um cliente e os serviços sem referência a qualquer dispositivo físico, pois os serviços necessários para implementar um sistema de controle de acesso eletrônico compatível (electronic access control system – EACS) não são necessariamente implementados em um único dispositivo, ou seja, todos os serviços podem ser executados em um painel de controle, software agregador de eventos no PC, etc.

Este documento não define a comunicação interna entre uma unidade de controle de acesso e seus componentes se eles forem implementados em um único dispositivo. Este documento é baseado no trabalho realizado pelo fórum aberto da indústria, o open network video interface forum (ONVIF). A especificação de credencial ONVIF, a especificação de regras de acesso ONVIF, o comportamento de autenticação ONVIF e a especificação ONVIF Schedule são compatíveis com este documento.

Este documento é acompanhado por um conjunto de definições de interface legíveis por computador (ver Anexo A): WSDL de serviço de credencial, consulte a Cláusula A.1; WSDL do serviço de regras de acesso, consulte a Cláusula A.2; WSDL do serviço de comportamento de autenticação, consulte a Cláusula A.3; agendar WSDL de serviço, consulte a Cláusula A.4. Devido às diferenças na terminologia usada na IEC 60839-11-1:2013 e IEC 60839-11-2:2014 e na especificação ONVIF na qual esta parte da IEC 60839 se baseia, um leitor deve prestar atenção especial aos termos e definições cláusula. Os serviços adicionais necessários para o monitoramento de portas e pontos de acesso (lados do portal) estão fora do escopo deste documento. Esses serviços são cobertos pela IEC 60839-11-32.

REVISTA DIGITAL ADNORMAS – Edição 175 | Ano 4 | 9 Setembro 2021

Acesse a versão online: https://revistaadnormas.com.br       Revista AdNormas - Ed 175 Ano 4
Edição 175 | Ano 4 | 9 Setembro 2021
ISSN: 2595-3362 Acessar edição
Capa da edição atual
Confira os 12 artigos desta edição:
A gestão dos incidentes de segurança da informação
O potencial do biogás no setor agropecuário brasileiro
Saiba como definir o preço do seu produto ou serviço
Como recuperar as válvulas automáticas, registros e engates de botijão de GLP
Os desafios em prol do meio ambiente no marco legal do saneamento
Os requisitos de qualidade dos maçaricos para solda, aquecimento e corte
Target Adnormas
As proteções da mão dianteira em motosserras manuais portáteis
As metodologias ágeis contribuem no planejamento de uma empresa de logística
A Qualidade dos implantes de metais absorvíveis
A importância de detectar o elo fraco para um negócio sustentável
A conformidade das placas vinílicas para revestimento de pisos e paredes
A importância da logística para o sucesso do e-commerce

Os processos de ciclo de vida de software

A NBR ISO/IEC-IEEE 12207 de 08/2021 – Engenharia de sistemas e software – Processos de ciclo de vida de software estabelece uma estrutura comum para processos de ciclo de vida de software, com terminologia bem definida, que pode ser referenciada pela indústria de software. Ele contém processos, atividades e tarefas que são aplicáveis durante a aquisição, fornecimento, desenvolvimento, operação, manutenção ou desativação de sistemas, produtos e serviços de software.

Estes processos de ciclo de vida são executados com sucesso por meio do envolvimento de stakeholders, com o objetivo final de alcançar a satisfação do cliente. Este documento é aplicável à aquisição, fornecimento, desenvolvimento, operação, manutenção e desativação de sistemas de software, produtos e serviços, e a parte de software de qualquer sistema (executados tanto interna como externamente a uma organização).

O software inclui a parte de software do firmware. Os aspectos de definição de sistema necessários para prover o contexto para produtos e serviços de software estão incluídos. Este documento também fornece os processos que podem ser empregados na definição, controle e melhoria dos processos de ciclo de vida de software dentro de uma organização ou projeto.

Os processos, atividades e tarefas deste documento também podem ser aplicados durante a aquisição de um sistema que contenha software, seja individualmente ou em conjunto com a ISO/IEC 15288:2015 – Systems and software engineering – System life cycle processes. No contexto deste documento e da ISO/IEC/IEEE 15288, há um continuum de sistemas desenvolvidos por humanos desde os que usam pouco ou nenhum software, até aqueles nos quais o software é o principal componente.

É raro encontrar um sistema complexo sem software e todos os sistemas de software exigem que os componentes do sistema físico (hardware) funcionem, ou seja, como parte do sistema de software de interesse. Assim, a escolha de quando aplicar este documento para os processos de ciclo de vida de software, ou a ISO/IEC/IEEE 15288: 2015 – Systems and software engineering–System life cycle processes, depende do sistema de interesse.

Os processos em ambos os documentos têm os mesmos propósitos e resultados de processo, mas diferem em atividades e tarefas para executar a engenharia de software ou a engenharia de sistemas, respectivamente. Assim, o propósito deste documento é fornecer um conjunto definido de processos para facilitar a comunicação entre adquirentes, fornecedores e outros stakeholders no ciclo de vida de um sistema de software.

Este documento foi escrito para adquirentes, fornecedores, desenvolvedores, integradores, operadores, mantenedores, gestores, gerentes de garantia de qualidade e usuários de sistemas, produtos e serviços de software. Ele pode ser usado por uma única organização de forma autoimposta ou em uma situação que envolva várias organizações. As partes podem ser da mesma organização ou de diferentes organizações, podendo variar para a realização de um acordo informal a um acordo formal.

Os processos neste documento podem ser usados como base para estabelecer ambientes de negócios, por exemplo, métodos, procedimentos, técnicas, ferramentas e pessoal treinado. O Anexo A fornece orientação normativa para a adaptação destes processos de ciclo de vida de software. Este documento é aplicável a todo o ciclo de vida de sistemas, produtos e serviços de software, incluindo concepção, desenvolvimento, produção, utilização, suporte e desativação, e à sua aquisição e fornecimento, sejam estes processos executados interna ou externamente a uma organização.

Os processos do ciclo de vida deste documento podem ser aplicados de forma concorrente, iterativa e recursiva a um sistema de software e de forma incremental aos seus elementos. Há uma grande variedade de sistemas de software em termos de propósito, domínio de aplicação, complexidade, tamanho, novidade, adaptabilidade, quantidade, localizações, vida útil e evolução.

Este documento descreve os processos que compõem o ciclo de vida de sistemas de software criados pelo homem. Portanto, aplica-se aos sistemas de software únicos, sistemas de software para ampla distribuição comercial ou pública e sistemas de software adaptáveis e customizados. Também se aplica a um sistema de software independente completo e aos sistemas de software que são incorporados e integrados a sistemas maiores, mais complexos e completos.

Este documento fornece um modelo de referência de processo caracterizado em termos de propósito e resultados de processo, que são consequência da execução bem-sucedida das tarefas da atividade. O Anexo B lista exemplos de artefatos e itens de informação que podem estar associados a vários processos. Este documento pode, portanto, ser usado como um modelo de referência para apoiar a avaliação de processo, conforme especificado na ISO/IEC 33002:2015.

O Anexo C fornece informações sobre o uso dos processos de ciclo de vida do software como um modelo de referência de processo. O Anexo D descreve os construtos do processo para uso no modelo de referência de processo. O Anexo I fornece a correspondência entre este documento e a ISO/IEC/IEEE 12207:2009 no nível de nome e resultado de processo.

Este documento não prescreve um modelo específico de ciclo de vida de software, metodologia de desenvolvimento, método, abordagem de modelagem ou técnica. Os usuários deste documento são responsáveis por selecionar um modelo de ciclo de vida para o projeto e por mapear os processos, atividades e tarefas deste documento naquele modelo. As partes também são responsáveis pela seleção e aplicação de metodologias, métodos, modelos e técnicas apropriados para o projeto.

Este documento não estabelece um sistema de gestão ou requer o uso de qualquer norma de sistema de gestão. No entanto, destina-se a ser compatível com o sistema de gestão da qualidade especificado pela NBR ISO 9001, com o sistema de gestão de serviços especificado pela NBR ISO/IEC 20000-1 (IEEE Std 20000-1) e com o sistema de gestão de segurança da informação especificado pela ISO/IEC 27000. Este documento não detalha itens de informação em termos de nome, formato, conteúdo explícito e mídia de registro. A ISO/IEC/IEEE 15289 aborda o conteúdo dos itens de informação de processo de ciclo de vida (documentação).

Acesse algumas questões relacionadas a essa norma GRATUITAMENTE no Target Genius Respostas Diretas:

O que representam os sistemas habilitadores?

Quais são os processos do ciclo de vida para o sistema de software?

Por que fazer a adoção em nível de projeto e organização?

Qual é o modelo de ciclo de vida para o sistema de software?

A complexidade dos sistemas de software aumentou a um nível sem precedentes. Isto levou a novas oportunidades, mas também aumentou os desafios para as organizações que criam e utilizam os sistemas. Estes desafios existem ao longo do ciclo de vida de um sistema e em todos os níveis de detalhes arquiteturais.

Este documento fornece uma estrutura de processo comum para descrever o ciclo de vida de sistemas criados por seres humanos, adotando uma abordagem de engenharia de software que é uma abordagem interdisciplinar e propicia a produção bem-sucedida de sistemas de software.

Ela foca a definição das necessidades dos stakeholders e a funcionalidade requerida no início do ciclo de desenvolvimento, a documentação dos requisitos, a execução da síntese do design e a validação do sistema, considerando o problema completo. Ela integra todas as disciplinas e grupos de especialidade em um esforço de equipe, formando um processo de desenvolvimento estruturado que passa do conceito à produção, operação e manutenção.

Ela considera tanto as necessidades de negócio quanto técnicas de todos os stakeholders, com o objetivo de fornecer um produto de qualidade que atenda às necessidades dos usuários e outros stakeholders aplicáveis. Este ciclo de vida abrange da concepção de ideias até a desativação de um sistema. Ela provê os processos para aquisição e fornecimento de sistemas.

Ela ajuda a melhorar a comunicação e a cooperação entre as partes que criam, utilizam e gerenciam sistemas de software modernos para que possam trabalhar de forma integrada e coerente. Além disso, a estrutura proposta contribui para a avaliação e melhoria dos processos do ciclo de vida.

Os processos neste documento formam um conjunto abrangente a partir do qual uma organização pode construir modelos de ciclo de vida de software apropriados para seus produtos e serviços. Uma organização, dependendo da sua finalidade, pode selecionar e aplicar um subconjunto apropriado para alcançar este propósito.

Este documento pode ser usado de uma ou mais das seguintes formas: por uma organização – para ajudar a estabelecer um ambiente de processos desejados. Estes processos podem ser sustentados por uma infraestrutura de métodos, procedimentos, técnicas, ferramentas e pessoal treinado. A organização pode então empregar este ambiente para executar e gerenciar seus projetos e evoluir sistemas de software ao longo as fases do ciclo de vida.

Dessa forma, este documento é usado para avaliar a conformidade de um ambiente declarado e estabelecido em relação ao que ele provê. Também pode ser usado por um projeto – para ajudar a selecionar, estruturar e utilizar os elementos de um ambiente estabelecido para fornecer produtos e serviços. Dessa forma, este documento é usado na avaliação da conformidade do projeto em relação ao ambiente estabelecido e declarado.

Pode ser utilizado por um adquirente e um fornecedor – para ajudar a desenvolver um acordo relativo a processos e atividades. Por meio desse acordo, os processos e atividades deste documento são selecionados, negociados, acordados e executados. Dessa forma, este documento é usado para orientar o desenvolvimento do acordo.

Pode ser usado por avaliadores de processo – para servir como um modelo de referência de processo utilizado na execução de avaliações de processo, que podem ser usadas para apoiar a melhoria do processo organizacional. Este documento fornece os requisitos para uma variedade processos adequados para uso durante o ciclo de vida de um sistema ou produto de software.

É reconhecido que projetos ou organizações específicos podem não precisar usar todos os processos fornecidos por este documento. Portanto, a implementação deste documento geralmente envolve a seleção e a declaração de um conjunto de processos adequados à organização ou projeto. Existem duas formas de reivindicar a conformidade com as disposições deste documento ‒ conformidade total e conformidade personalizada.

Existem dois critérios para reivindicar a conformidade total. Atingir qualquer destes critérios é suficiente para conformidade, embora o critério (ou critérios) escolhido (s) deva (m) ser declarado (s) na reivindicação. Reivindicar conformidade total com as tarefas afirma que todos os requisitos das atividades e tarefas do conjunto declarado de processos são alcançados.

Alternativamente, reivindicar conformidade total com os resultados afirma que todos os resultados requeridos do conjunto declarado de processos são alcançados. A conformidade total com resultados permite maior liberdade na implementação de processos e pode ser útil para implementar processos a serem usados no contexto de um modelo inovador de ciclo de vida.

Opções para conformidade são fornecidas para a flexibilidade necessária na aplicação deste documento. Cada processo tem um conjunto de objetivos (expressos como resultados) e um conjunto de atividades e tarefas que representam uma maneira de alcançar os objetivos. Os usuários que implementam as atividades e tarefas do conjunto declarado de processos podem afirmar conformidade total com as tarefas dos processos selecionados.

Alguns usuários, no entanto, podem ter variantes inovadoras de processos que atinjam os objetivos (ou seja, os resultados) do conjunto declarado de processos sem implementar todas as atividades e tarefas. Estes usuários podem afirmar conformidade total com os resultados do conjunto declarado de processos.

Os dois critérios – conformidade com tarefa e conformidade com resultado – não são necessariamente equivalentes, pois a execução específica de atividades e tarefas pode requerer, em alguns casos, um nível mais alto de capacidade do que apenas o alcance de resultados. Quando este documento é usado para auxiliar o desenvolvimento de um acordo entre um adquirente e um fornecedor, seções deste documento podem ser selecionadas para incorporação ao acordo, com ou sem modificação.

Neste caso, é mais apropriado que o adquirente e o fornecedor reivindiquem a conformidade com o acordo do que com este documento. Uma organização (por exemplo, pública, associação industrial, corporação) que impõe este documento, como condição comercial, pode especificar e tornar público o conjunto mínimo de processos, resultados, atividades e tarefas exigidos, que constituem a conformidade dos fornecedores com as condições do negócio.

Os requisitos deste documento são assinalados pelo uso do verbo deve. As recomendações são assinaladas pelo uso da expressão convém que. As permissões são assinaladas pelo uso do verbo pode. No entanto, apesar do termo usado, os requisitos de conformidade são selecionados conforme descrito anteriormente.

Uma reivindicação de conformidade total declara o conjunto de processos com os quais a conformidade é requerida. A conformidade total com resultados é alcançada pela demonstração que todos os resultados do conjunto declarado de processos foram alcançados. Nesta situação, as disposições para atividades e tarefas do conjunto declarado de processos são orientações e não requisitos, independentemente da expressão ou forma verbal usada na disposição.

Um uso pretendido deste documento é facilitar a avaliação e a melhoria do processo. Para este fim, os objetivos de cada processo são escritos na forma de resultados compatíveis com as disposições da ISO/IEC 33002 que fornece a avaliação dos processos deste documento, fornecendo uma base para melhorias. Os usuários que pretendem avaliar e melhorar processos podem usar os resultados de processo escritos no presente documento como o modelo de referência de processo requerido pela ISO/IEC 33002.

Uma reivindicação de conformidade total declara o conjunto de processos para os quais a conformidade é reivindicada. A conformidade total com tarefas é alcançada pela demonstração que todos os requisitos das atividades e tarefas do conjunto declarado de processos foram satisfeitos. Nesta situação, as disposições para os resultados do conjunto declarado de processos são orientações e não requisitos, independentemente da expressão ou forma verbal usada na disposição.

Uma reivindicação de conformidade total com tarefas pode ser apropriada em situações contratuais em que um adquirente ou um regulador requer um entendimento detalhado dos processos dos fornecedores. Quando este documento é utilizado como base para estabelecer um conjunto de processos que não se qualificam para conformidade total, as seções deste documento são selecionadas ou modificadas de acordo com o processo de adaptação prescrito no Anexo A.

O texto adaptado, para o qual a conformidade personalizada é reivindicada, é declarado. A conformidade personalizada é obtida pela demonstração de que foram alcançados os resultados, atividades e tarefas, conforme adaptados. As elaborações adicionais destes conceitos relativos à aplicação do gerenciamento do ciclo de vida podem ser encontradas nas ISO/IEC TS 24748-1, ISO/IEC TR 24748-2 e ISO/IEC TR 24748-3.

Os sistemas de software considerados neste documento são feitos, criados e utilizados por pessoas para fornecer produtos ou serviços em ambientes definidos para o benefício dos usuários e de outros stakeholders. Estes sistemas de software podem incluir os seguintes elementos de sistema: hardware, software, dados, pessoas, processos (por exemplo, processos para fornecer serviços aos usuários), procedimentos (por exemplo, instruções do operador), instalações, serviços, materiais e entidades.

Conforme vistos pelo usuário, eles são considerados produtos ou serviços. Este documento se aplica a sistemas para os quais o software é de primordial importância para os stakeholders. Este documento é baseado nos princípios gerais da engenharia de sistemas e engenharia de software.

É uma premissa fundamental deste documento que o software sempre exista no contexto de um sistema. Como o software não opera sem hardware, o processador no qual o software é executado pode ser considerado como parte do sistema. Como alternativa, o hardware ou serviços que hospedam o sistema de software e lidam com as comunicações com outros sistemas também podem ser vistos como sistemas habilitadores ou sistemas externos no ambiente operacional.

A percepção e a definição de um sistema de software específico, sua arquitetura e seus elementos dependem dos interesses e responsabilidades de um stakeholder. O sistema de interesse de um stakeholder pode ser visto como um elemento do sistema de interesse de outro stakeholder. Além disso, pode ser visto também como parte do ambiente de um sistema de interesse de outro stakeholder.

A seguir, são apresentados os principais pontos sobre as características de sistemas de interesse. Os limites definidos encapsulam necessidades significativas e soluções práticas; existem hierarquias ou outros relacionamentos entre os elementos do sistema. Uma entidade em qualquer nível no sistema de interesse pode ser vista como um sistema.

Um sistema compreende um conjunto integrado e definido de elementos de sistema subordinados e as pessoas podem ser vistas como usuários externos a um sistema e como elementos internos ao sistema (isto é, operadores); e um sistema pode ser visto isoladamente como uma entidade, isto é, um produto; ou como um conjunto de funções capazes de interagir com o ambiente ao seu redor, isto é, um conjunto de serviços. Quaisquer que sejam os limites escolhidos para definir o sistema, os conceitos neste documento são genéricos e permitem correlacionar ou adaptar instâncias individuais dos ciclos de vida aos princípios de sistema de um profissional.

Os processos do ciclo de vida neste documento são descritos em relação a um sistema de software que é composto por um conjunto de elementos que interagem (incluindo elementos de software), cada um dos quais pode ser implementado para satisfazer os respectivos requisitos especificados (figura abaixo). A responsabilidade pela implementação de qualquer elemento do sistema pode, portanto, ser delegada a outra parte por meio de um acordo.

O relacionamento entre o sistema de software e o conjunto completo de seus elementos geralmente pode ser representado mostrando os relacionamentos entre os elementos ‒ frequentemente descritos como uma hierarquia para o mais simples dos sistemas de interesse. A decomposição é uma abordagem para algumas atividades de software.

Outras abordagens incluem a orientação a objetos, na qual os elementos do sistema são dispostos em um mesmo plano (não hierárquica), como em um diagrama de rede. Para sistemas de interesse de software mais complexos, pode ser necessário considerar um futuro elemento como um sistema (que por sua vez é composto por outros elementos) antes que um conjunto completo possa ser definido de forma confiável.

Dessa forma, os processos apropriados de ciclo de vida de sistema são aplicados recursivamente a um sistema de interesse para resolver sua estrutura, até que elementos compreensíveis e gerenciáveis do sistema de software possam ser implementados (criados, adaptados, adquiridos ou reutilizados). Pode-se dizer que todo sistema de software tem um ciclo de vida. Um ciclo de vida pode ser descrito usando um modelo funcional abstrato que representa a conceituação de uma necessidade do sistema, sua realização, utilização, evolução e desativação.

Um sistema de software evolui no seu ciclo de vida como resultado de ações das atividades dos processos. Estas ações são executadas e gerenciadas por pessoas nas organizações. Os detalhes no modelo de ciclo de vida são expressos em termos destes processos, seus resultados, relacionamentos e sequência.

O desenvolvimento da informação documentada em gestão da qualidade

A NBR ISO 10013 de 07/2021 – Sistemas de gestão da qualidade — Orientação para informação documentada provê orientação para o desenvolvimento e a manutenção de informação documentada necessária para apoiar um sistema de gestão da qualidade eficaz, adaptada às necessidades específicas da organização. Também pode ser usado para apoiar outros sistemas de gestão, por exemplo, sistemas de gestão ambiental ou de saúde e segurança ocupacional.

Acesse algumas questões relacionadas a essa norma GRATUITAMENTE no Target Genius Respostas Diretas:

O que representam os mapas de processos, os fluxogramas de processos e/ou descrições de processos?

O que são os fluxos de trabalho automatizados?

O que são os planos, cronogramas e listas?

Por que fazer o uso de referências?

A NBR ISO 9001 requer que uma organização mantenha e retenha informação documentada para apoiar a operação de seus processos e para ter confiança que os processos estejam sendo realizados como planejado. A informação documentada é aquela que se requer que seja controlada e mantida por uma organização e o meio no qual ela está contida.

Ela pode ser usada para comunicar, para prover uma evidência objetiva ou para compartilhar conhecimento. Possibilita que o conhecimento e as experiências da organização sejam preservados e pode gerar valor para apoiar a melhoria de produtos ou serviços.

Este documento provê orientação para o desenvolvimento e a manutenção de informação documentada. A adoção de um sistema de gestão da qualidade é uma decisão estratégica para uma organização, que pode ajudar a melhorar seu desempenho global e a prover uma base sólida para iniciativas de desenvolvimento sustentável.

Isso é aplicável a todas as organizações, independentemente de porte, complexidade ou modelo de negócio. Sua finalidade é aumentar a conscientização de uma organização sobre seus deveres e seu compromisso em atender às necessidades e expectativas de seus clientes e de suas partes interessadas, e em alcançar a satisfação com seus produtos e serviços.

É importante considerar o contexto da organização, incluindo a estrutura legal e regulamentar, as necessidades e expectativas de partes interessadas, os riscos e oportunidades, e a direção estratégica da organização, quando uma organização planeja qual informação documentada manter e reter para seu sistema de gestão da qualidade. Ao mesmo tempo que a adoção de um sistema de gestão da qualidade é estratégica, isso também se aplica à sua informação documentada.

Ela pode estar relacionada com as atividades totais de uma organização ou com uma parte selecionada dessas atividades, por exemplo, requisitos especificados, dependendo da natureza dos produtos e serviços, dos processos, dos requisitos contratuais, dos requisitos estatutários e regulamentares e do contexto da própria organização. É importante que o conteúdo da informação documentada também esteja em conformidade com os requisitos das normas que se pretende satisfazer, por exemplo, requisitos de setor específico.

As organizações têm mudado de sistemas baseados em papel para meio eletrônico nas últimas duas décadas. A NBR ISO 9001 refletiu essa mudança, substituindo terminologia como documentação, manual da qualidade, procedimentos documentados e registros por informação documentada. Este documento de orientação usa a expressão informação documentada para se referir à informação que necessita ser controlada pela organização e documentos para se referir a informação.

Ela também usa a palavra documentar como um verbo em alguns locais. As normas de sistema de gestão da ISO usam uma estrutura de alto nível para incentivar o uso de sistemas de gestão integrados. Este documento de orientação, por seu projeto e escopo, é focado no sistema de gestão da qualidade e usa a terminologia da NBR ISO 9000:2015.

Todavia, nada proíbe seu uso em outras normas de sistema de gestão. Na versão anterior deste documento, foi sugerida uma hierarquia de documentação como manual da qualidade, procedimentos, instruções de trabalho e formulários/listas de verificação, como uma maneira de documentar o sistema de gestão da qualidade.

Esta versão não prescreve uma hierarquia em particular, mas reflete a capacidade do meio eletrônico de se organizar de uma infinidade de maneiras. É importante perceber que, embora um manual da qualidade não seja requerido, ele ainda pode ser útil e muitas normas de setor específico ainda requerem manuais da qualidade e procedimentos documentados.

A informação documentada pode ser estruturada e criada de muitas maneiras, com base nas necessidades da organização e outros fatores, como liderança, resultados pretendidos do sistema de gestão, contexto (incluindo requisitos estatutários e regulamentares) e partes interessadas. A estrutura da informação documentada usada no sistema de gestão da qualidade pode ser descrita em uma hierarquia. Essa estrutura facilita a distribuição, a manutenção e o entendimento da informação documentada.

Os sistemas eletrônicos proveem escolhas adicionais para estruturar informação documentada. O Anexo A ilustra exemplos de estruturas de informação documentada. As organizações menores podem escolher uma estrutura simplificada de informação documentada para atender às suas necessidades.

Convém que o tipo e a extensão de informação documentada necessária para o sistema de gestão da qualidade sejam baseados em uma análise de processos e podem diferir de uma organização para outra devido a, por exemplo, o porte da organização e o tipo de atividades; a complexidade de processos e suas interações; a maturidade do sistema de gestão da qualidade; os riscos e oportunidades; a competência de pessoas; os requisitos estatutários e regulamentares; os requisitos do cliente e de outras partes interessadas; a necessidade de evidência de resultados alcançados; e a necessidade de apoiar acessibilidade e recuperabilidade remotamente.

A informação documentada pode incluir definições. Para melhorar a compreensão, convém que a organização considere usar vocabulário que esteja de acordo com termos e definições padronizados que são referenciados na NBR ISO 9000, no uso geral de dicionário ou que possa ser específico para a organização. Um sistema de gestão da qualidade de uma organização pode usar terminologias diferentes para os tipos definidos de informação documentada.

A informação documentada de uma organização deve incluir o escopo do sistema de gestão da qualidade; uma política da qualidade; os objetivos da qualidade; a informação que a organização determinou como sendo necessária para apoiar a operação do sistema de gestão da qualidade e seus processos, incluindo, como aplicável: um manual da qualidade; os organogramas; os mapas de processos, fluxogramas e/ou descrições de processos; os procedimentos e as instruções de trabalho; os fluxos de trabalho automatizados; as especificações de produtos e serviços; as comunicações internas e externas; os planos, cronogramas e listas; os formulários e listas de verificação; a informação documentada de origem externa; a informação documentada a ser retida (isto é, registros) para prover evidência de resultados alcançados.

A informação documentada pode estar em qualquer tipo de meio, como papel, eletrônico, fotografia ou amostras físicas. As vantagens do meio eletrônico são, por exemplo, o acesso facilitado a versões pertinentes, incluindo acesso a partir de locais remotos; o controle de mudanças facilitado, incluindo o cancelamento de informação documentada obsoleta; a distribuição imediata e controlada; a recuperabilidade e retenção versus papel ou outro meio físico.

O propósito para uma organização ter informação documentada inclui a comunicação de informação; evidência de alcançar resultados ou atividades realizadas; o compartilhamento de conhecimento; a preservação de conhecimento; a descrição do sistema de gestão da qualidade da organização. Os benefícios para uma organização ter informação documentada incluem: demonstrar compliance com requisitos estatutários e regulamentares; prover informação para grupos multifuncionais, para que eles possam melhor compreender inter-relacionamentos; comunicar compromisso da organização com a qualidade para partes interessadas pertinentes; ajudar as pessoas a compreender seu papel na organização, provendo assim uma base para expectativas de desempenho no trabalho; facilitar a compreensão mútua entre os diferentes níveis na organização; prover a evidência objetiva de que requisitos especificados foram alcançados; abordar os riscos e as oportunidades para melhorar o desempenho organizacional, a conformidade de produto ou serviço e a satisfação do cliente; prover conhecimento organizacional, incluindo a base para competência e treinamento para pessoas e outras partes interessadas pertinentes; declarar como coisas são para ser feitas para atender consistentemente a requisitos especificados, promovendo assim condições controladas e provendo uma base para melhoria contínua; demonstrar para partes interessadas as capacidades na organização, provendo assim confiança; prover requisitos para provedores externos; prover uma base para auditar e avaliar a eficácia e adequação contínua do sistema de gestão da qualidade.

O escopo do sistema de gestão da qualidade deve ser documentado com base na determinação pela organização dos limites e da aplicabilidade do sistema de gestão da qualidade. O escopo de um sistema de gestão pode incluir a organização como um todo, funções específicas e identificadas da organização, seções específicas e identificadas da organização ou uma ou mais funções em um grupo de organizações.

Convém que o escopo declare os tipos de produtos e serviços cobertos e, se requerido, proveja a justificativa para qualquer requisito da norma de qualidade pertinente que a organização determine que não seja aplicável ao escopo de seu sistema de gestão da qualidade. Convém que o escopo do sistema de gestão da qualidade seja baseado na natureza dos produtos e serviços da organização, seus processos operacionais, questões levantadas ao estabelecer o contexto da organização e os requisitos pertinentes de partes interessadas, o resultado de mentalidade de risco, considerações comerciais e requisitos contratuais, estatutários e regulamentares.

A política da qualidade ajuda uma organização a engajar suas pessoas na cultura da qualidade da organização. Convém que ela seja alinhada com a direção estratégica, a missão e a visão da organização. Ela provê um compromisso verificável com a qualidade para partes interessadas pertinentes.

Uma organização pode ter outras políticas, além da política da qualidade, relacionadas ao sistema de gestão da qualidade. Os objetivos da qualidade devem refletir os resultados a serem alcançados pela organização com respeito à sua direção estratégica, sua política da qualidade, seus riscos e oportunidades e seus requisitos aplicáveis ao sistema de gestão da qualidade.

Além disso, a organização deve determinar o tipo e a extensão da informação documentada necessária para apoiar a operação de seus processos, os formatos a serem usados e o meio para se comunicar com usuários. A organização pode decidir que termos ela usa para sua informação documentada. Enquanto termos como procedimentos, instruções de trabalho e manual da qualidade são usados neste documento, a organização não está obrigada a adotar tal terminologia.

Quanto ao manual da qualidade, pode-se dizer que há muitas maneiras pelas quais uma organização pode documentar seu sistema de gestão da qualidade. As organizações podem escolher usar um manual da qualidade, ou um manual da qualidade pode ser exigido pelos requisitos externos da organização. Um manual da qualidade é único para cada organização.

Ele pode prover a estrutura, o formato, o conteúdo ou o método de apresentação para documentar o sistema de gestão da qualidade para todos os tipos de organizações. Uma pequena organização pode achar apropriado incluir a descrição de seu sistema de gestão da qualidade inteiro em um único manual, incluindo toda a informação documentada que ela mantém.

As organizações grandes, multinacionais, podem necessitar de manuais em níveis distintos (por exemplo, nível global, nacional ou regional) e uma hierarquia mais complexa da informação documentada. Se a organização escolher implementar um manual da qualidade, ele pode incluir procedimentos documentados, ou uma referência a eles, e uma descrição dos processos do sistema de gestão da qualidade e suas interações.

Convém que seja incluída no manual da qualidade a informação sobre a organização, como nome, localização, contexto e meios de comunicação incluindo termos específicos e definições pertinentes. A informação adicional também pode ser incluída, como suas linhas de negócio, uma breve descrição de seus antecedentes, história e porte.

O manual da qualidade pode prover uma descrição do sistema de gestão da qualidade e de sua implementação na organização. Convém que descrições dos processos e de suas interações, ou uma referência a elas, sejam incluídas no manual. Convém que os processos da organização sejam projetados para atender aos objetivos globais da organização, suas políticas, seu contexto e as expectativas pertinentes de partes interessadas.

Em grandes organizações, os processos podem ligar áreas funcionais da organização (ver Anexo A). Convém que a organização documente seu sistema de gestão da qualidade específico seguindo a sequência do fluxo dos processos ou qualquer sequenciamento apropriado à organização. Referência cruzada entre a norma selecionada e os processos da organização pode ser útil. A sequência e a interação dos processos no sistema de gestão da qualidade podem ser documentadas usando um mapa de processos.

Os riscos das estações transmissoras de radiocomunicações para o ser humano

A NBR IEC 62232 de 07/2021 – Determinação da intensidade de campo de RF, densidade de potência e SAR na proximidade das estações base de radiocomunicações com o objetivo de avaliar a exposição humana fornece métodos para a determinação da intensidade de campo eletromagnético na faixa de radiofrequências (RF) e da taxa de absorção específica (SAR) nas proximidades das estações transmissoras de radiocomunicações (ETR), com o objetivo de avaliar a exposição humana. Este documento: considera a ETR radiando intencionalmente em uma ou mais frequências na faixa de 110 MHz a 100 GHz, usando uma ou mais antenas; considera o impacto das fontes presentes no ambiente na exposição à RF pelo menos na faixa de frequências de 100 kHz a 300 GHz; especifica os métodos a serem usados para a avaliação da exposição à RF para as seguintes aplicações da determinação da conformidade, a saber: conformidade do produto – determinação de informações de fronteira de conformidade de um produto de uma ETR antes de ser colocado no mercado; conformidade da instalação do produto – determinação dos níveis totais de exposição à RF em áreas acessíveis de uma ETR e outras fontes relevantes antes de entrar em operação; determinação da exposição à RF in situ – medição dos níveis de exposição à RF in situ nas proximidades de uma instalação de uma ETR, após a entrada em operação do produto; descreve várias metodologias de medição e computacionais de intensidade de campo de RF e SAR, com orientações sobre a sua aplicabilidade tanto nas avaliações in situ da ETR instalada, como e nas avaliações baseadas em laboratório; descreve como os avaliadores, com um nível de conhecimento suficiente, estabelecem os seus procedimentos de avaliação específicos e apropriados para a sua finalidade de avaliação; fornece orientações sobre como relatar, interpretar e comparar resultados de diferentes metodologias de avaliação e, onde a finalidade da avaliação o exigir, determinar uma decisão justificada em relação a um valor-limite; fornece descrições curtas dos exemplos de casos informativos fornecidos no Relatório Técnico complementar IEC TR 62669.

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Quais os símbolos e termos abreviados usados nessa norma?

Como fazer a seleção da área de determinação?

Como devem ser feitas as medições da total exposure ratio – TER (razão de exposição total) gerais?

Como usar os métodos computacionais para avaliar o nível de exposição?

Esse documento aborda a avaliação dos níveis de intensidade de campo eletromagnético na faixa de radiofrequências (RF), densidade de potência ou taxa de absorção específica (SAR), nas proximidades das estações transmissoras de radiocomunicações (ETR), também chamadas de produto ou equipamento sob ensaio (ESE), radiando intencionalmente na frequência de 11O MHz a 100 GHz, de acordo com o escopo (ver Seção 1). Não trata da avaliação de densidade de corrente cujas diretrizes de exposição geralmente não são consideradas relevantes ao se avaliarem os campos de RF na faixa de frequência de operação da ETR pretendida.

Este documento especifica os métodos de avaliação de exposição à RF a serem usados para conformidade do produto, conformidade da instalação do produto e determinação da exposição à RF in situ. Este documento não determina limites de exposição humana, também chamados de limites de exposição. Ao efetuar a determinação da exposição à RF, o avaliador se refere ao conjunto de limites de exposição aplicáveis em que a exposição ocorre. As Seções 2, 3 e 4 tratam de referências normativas, termos e definições e símbolos e termos abreviados, respectivamente.

A Seção 5 fornece um guia rápido e detalhes sobre como usar este documento. A Seção 6 descreve as três principais áreas de aplicação deste documento: métodos de avaliação de exposição à RF para conformidade do produto, conformidade da instalação do produto e determinação da exposição à RF in situ. Detalhes adicionais são fornecidos no Anexo C.

A Seção 7 fornece diretrizes sobre como selecionar o método de avaliação. Detalhes adicionais são fornecidos no Anexo A. A Seção 8 estabelece os métodos de avaliação da exposição à RF a serem utilizados e faz referência a mais detalhes nos Anexos B e F. A Seção 9 trata da estimativa da incerteza e faz referência ao Anexo E para mais detalhes.

A Seção 1 descreve os requisitos do relatório para a avaliação ou determinação. Os Anexos e a Bibliografia são referenciados extensivamente para fornecer esclarecimentos ou orientações úteis. Orientações adicionais podem ser encontradas no IEC TR 62669, que inclui o conjunto de estudos de caso que fornece exemplos práticos da aplicação deste documento.

Dados os diferentes tipos de métodos de avaliação da exposição humana a campos eletromagnéticos e suas complexidades inerentes, este documento contém uma quantidade significativa de detalhes técnicos. Embora esses detalhes sejam necessários, cuidados devem ser tomados para se estratificar a apresentação das informações, com conteúdo amplamente separado em processos, detalhes e informações adicionais.

Na Seção 5, informações básicas de processo são fornecidas sob duas perspectivas: em 5.2, descreve-se a estrutura do documento, quando aplicado na realização de uma avaliação; em 5.3, tem-se uma abordagem baseada na utilização básica do documento em situações como na determinação de uma fronteira de conformidade. O guia rápido fornece uma visão geral do processo de avaliação como um fluxograma.

O guia rápido mostrado na figura acima descreve o processo de avaliação juntamente com as etapas de avaliação explicadas nessa norma. Essa sequência envolve a determinação do objetivo da avaliação, método(s) de avaliação, bem como a extrapolação, média espacial, média do tempo e soma de múltiplas frequências. As etapas da incerteza e do relatório completam o processo de avaliação.

Existem três aplicações principais de avaliação de exposição à RF estabelecidas neste documento. Conformidade do produto: determinação das informações de fronteira de conformidade de um produto estação transmissora de radiocomunicação (ETR) antes de ser colocado no mercado. Conformidade com a instalação do produto: determinação dos níveis totais de exposição à RF em áreas acessíveis a partir de um produto ETR e outras fontes relevantes antes da entrada em serviço do produto. Determinação da exposição à RF in situ: medição dos níveis de exposição à radio frequency – RF (rádio frequência) nas proximidades de uma instalação ETR, após a instalação e a operação do produto.

A Seção 7 fornece diretrizes sobre como selecionar o método de avaliação. As agências reguladoras nacionais podem ter requisitos diferentes que substituam os especificados neste documento. Um Relatório Técnico da IEC dedicado, IEC TR 62669, contém exemplos de avaliação trabalhada de sites típicos de ETR, usando vários métodos descritos neste documento. Os locais de exemplo incluem telhados, torres, postes, pequenas células e células internas.

Cada estudo de caso foi escolhido para ilustrar locais típicos de ETR e tarefas comuns de avaliação. Alguns dos estudos de caso demonstraram vários métodos de avaliação. No entanto, na maioria dos cenários, apenas um método seria necessário para concluir uma avaliação. O IEC TR 62669 foi desenvolvido para atender à IEC 62232:2011. Uma nova versão do IEC TR 62669 está atualmente em desenvolvimento, para refletir os procedimentos de avaliação atualizados neste documento.

Para o processo de avaliação da conformidade de produto, normalmente, é necessário que um fabricante ou outra entidade legal que coloque um produto ETR no mercado forneça informações de exposição à RF, incluindo fronteiras de conformidade aplicáveis (zonas de exclusão), para o usuário final do produto. A fronteira de conformidade deve ser estabelecida para os limites de exposição à RF aplicáveis, usando métodos de determinação de intensidade de campo, densidade de potência ou SAR.

As informações de fronteira de conformidade são normalmente determinadas para várias configurações típicas selecionadas do produto ETR (banda de frequência, número de transmissores, largura de banda, antena, alimentador, etc.), assumindo condições de espaço livre e com a potência máxima para cada configuração. O estabelecimento de fronteiras de conformidade pode ser um dos vários requisitos ou métodos relacionados à conformidade do produto.

Quando um produto está em conformidade com a IEC 62479 e essa se aplica, dependendo do reconhecimento da agência reguladora nacional envolvida, nenhuma fronteira de conformidade é necessária. Caso contrário, a fronteira de conformidade será avaliada de acordo com essa norma.

As medições de taxa de absorção específica (SAR) ou de densidade de potência (dependendo da faixa de frequência) são a técnica de avaliação mais apropriada para determinar informações precisas sobre a fronteira de conformidade (CB) para os equipamentos projetados para dispositivos independentes pequenos e antenas de estação transmissora de múltiplos elementos menores ou iguais a 1,5 m. Exemplos desse tipo de equipamento incluem os de médio alcance, área local ou estação residencial, pico-célula e microcélula 3GPP TS 25. 1 04, 3GPP TS 36. 1 04. Como alternativa, a SAR pode ser calculado usando equações de estimativa ou usando métodos computacionais avançados.

Para todos os produtos ETR, em particular os equipamentos de macrocélulas, mas também equipamentos de pequenas áreas de cobertura, avaliações de intensidade de campo ou densidade de potência são aplicáveis. Podem ser usadas medições de laboratório ou cálculos. Como alternativa, a SAR pode ser calculado usando equações de estimativa ou métodos computacionais avançados.

A fronteira de conformidade mais precisa (menor) é obtida como uma isosuperfície, com o valor da isosuperfície fornecido pelo limite de exposição à RF aplicável. Nesse caso, a forma da fronteira de conformidade deve ser descrita com precisão, por exemplo, em termos de uma função matemática z = f (x,y). A fronteira de conformidade isosuperficial pode ser incluída em volumes de geometria mais simples para determinar fronteiras de conformidade mais conservadoras.

As formas de fronteira de conformidade válidas não se limitam a esses exemplos. As fronteiras de conformidade cilíndricas, em forma de caixa ou truncados , devem ser geradas medindo a intensidade de campo de RF em direções adequadas em relação à antena transmissora (por exemplo, frontal, traseira, lateral e acima/abaixo) e comparando a intensidade de campo de RF obtida com limites de exposição aplicáveis (intensidade de campo de RF ou densidade de potência).

A densidade de potência ou a intensidade de campo devem ser calculadas em uma região ao redor da antena da estação-base, para se obter a máxima potência transmitida possível usando as equações indicadas nessa norma. Com base nessa avaliação, as fronteiras de conformidade na forma de vários sólidos podem ser determinadas. Como alternativa, o algoritmo básico pode ser usado para obter uma fronteira de conformidade isosuperfície, usando o limite de exposição à RF aplicável como o valor da isosuperfície.

As fronteiras de conformidade mais simples e mais conservadoras podem ser obtidas inscrevendo a isosuperfície obtida em vários sólidos. Após a criação de um modelo numérico preciso, os campos ao redor da antena da estação-base devem ser calculados para a potência máxima possível transmitida.

Uma fronteira de conformidade isosuperficial pode ser obtida em um pós-processamento usando o limite de exposição à RF aplicável como o valor da isosuperfície. Fronteiras de conformidade mais simples e mais conservadoras podem ser obtidas inscrevendo a isosuperfície obtida em vários sólidos.

Um operador de rede ou outra entidade legal que pretenda colocar um produto ETR em operação geralmente precisa avaliar os níveis de intensidade de campo de RF. Normal mente, essas avaliações são realizadas em áreas acessíveis e nas proximidades da estação-base, para verificar a conformidade com os regulamentos e limites de exposição à RF aplicáveis.

Nessa avaliação, é necessário considerar as contribuições de outras fontes relevantes e os possíveis efeitos do ambiente. Devem ser empreendidos esforços razoáveis para considerar outras fontes pertinentes. Os níveis de exposição à RF do produto ETR e de outras fontes pertinentes devem ser determinados à potência máxima de transmissão do equipamento (teórica ou real), usando medições ou cálculos.

As contribuições de várias fontes devem ser determinadas usando equações de soma.  Onde um novo produto é instalado, o procedimento deve ser usado para avaliar a exposição à RF, levando em consideração outras fontes de RF nas proximidades. Para permitir avaliações precisas e eficientes, diferentes rotas são possíveis, dependendo das características da instalação do produto.

Em alguns casos específicos, é possível um processo de avaliação simplificado da instalação do produto sem a necessidade de realizar medições ou cálculos. Um processo simplificado de instalação do produto se aplica quando não são necessárias medições ou cálculos detalhados para estabelecer a conformidade da instalação do produto.

O processo de avaliação simplificado é baseado em características facilmente acessíveis da configuração da instalação, como a potência equivalente isotrópica radiada (EIRP), direção do lóbulo principal, fronteira de conformidade e posições de instalação dos transmissores/antenas em relação às áreas acessíveis para o produto e outras fontes relevantes, quando aplicável. Para a implementação do processo de avaliação simplificado, devem ser usadas as especificações do produto fornecidas pelo (s) equipamento (s) e/ou fabricante (s) de antena (s), em particular as dimensões de potência transmitida, ganho de antena e fronteiras de conformidade avaliadas.

A avaliação da instalação do produto não será necessária se o produto estiver em conformidade com a IEC 62479 ou se as dimensões da fronteira de conformidade do produto forem zero. Para os produtos com diretividade de antena de 30 dB ou superior (por exemplo, antena parabólica), a avaliação da instalação do produto não é necessária, se não houver acesso dentro das dimensões da fronteira de conformidade.

Para esses produtos, a antena geralmente é instalada para manter as condições da linha de visada, a fim de impedir que o link do rádio seja interrompido. As classes de instalação do produto para as quais um processo simplificado de avaliação de instalação é aplicável podem ser desenvolvidas com base nos limites de exposição aplicáveis.

Por exemplo, para as classes determinadas podem ser usados limites de exposição para o público em geral, baseados na lnternational Commission on Non-lonizing Radiation Protection (ICNIRP). As justificativas usadas para estabelecer essas classes são apresentadas no Anexo C. Se houver vários itens de equipamento localizados no mesmo local que o produto, os critérios de EIRP se aplicam à soma do EIRP de todos os equipamentos localizados.

IEC TR 62908-1-3: uma introdução à tecnologia de toque de caneta

A IEC TR 62908-1-3:2021 – Touch and interactive displays – Part 1-3: General introduction of pen touch technology fornece as informações gerais sobre a tecnologia de toque de caneta com o objetivo de normalização. Este documento inclui uma visão geral da tecnologia de toque da caneta, características críticas de desempenho, problemas de medição de características e outras informações. O objetivo deste documento é fornecer uma visão geral dos diferentes produtos disponíveis na tecnologia de toque de caneta.

Conteúdo da norma

PREFÁCIO…………………… 4

INTRODUÇÃO……………… 6

1 Escopo………………………. 7

2 Referências normativas ………….. 7

3 Termos, definições e termos abreviados………… 7

3.1 Termos e definições ………………………….. 7

3.2 Termos abreviados …………………….. 7

4 Informações genéricas sobre a tecnologia de toque de caneta………………. 8

4.1 Geral ……………………………………. 8

4.2 Classificação……………….. 8

4.3 Tecnologia de detecção para caneta de toque………………….. 9

4.3.1 Geral ……………………… 9

4.3.2 Estrutura do painel do tipo resistivo e método de detecção …………… 10

4.3.3 Estrutura do painel do tipo capacitivo e método de detecção …………… 10

4.3.4 Estrutura do painel do tipo EMI e método de detecção………… 11

4.3.5 Estrutura do painel de tipo óptico e método de detecção…………. 12

4.3.6 Estrutura do painel do tipo ultrassônico e método de detecção ………………. 12

4.4 Arquitetura da caneta de toque……………… 13

4.4.1 Geral ……………………………. 13

4.4.2 Caneta stylus passiva ………………… 13

4.4.3 Caneta stylus ativa ……………………….. 14

5 Características de toque da caneta……………… 17

5.1 Geral ………………………….. 17

5.2 Características básicas do toque da caneta……………. 18

5.3 Características únicas e importantes do toque da caneta……………… 18

5.3.1 Geral ………………… 18

5.3.2 Velocidade de rastreamento…………………. 19

5.3.3 Conforto ao escrever ………………………… 19

5.3.4 Paralaxe de posição ………………………… 19

5.3.5 Área mínima e pressão mínima………….. 20

5.3.6 Sensibilidade à pressão……………………….. 20

5.3.7 Ângulo de inclinação……………………. 21

6 Exemplo de aplicação para cada tecnologia de toque de caneta………………………… 21

6.1 Geral ……………………………… 21

6.2 Caneta stylus passiva ………….. 21

6.3 Caneta stylus ativa ……………. … 21

6.3.1 Geral ………….. ……… 21

6.3.2 Caneta EMI ……………………. ………. 21

6.3.3 Caneta universal para tipo PCAP…………. 22

6.3.4 Tipo MPP ……………….. ……. 22

6.3.5 Tipo AP ……………… ……… 23

6.3.6 Caneta ES ativa tipo WA ……………….. 23

6.3.7 Tipo U (uso múltiplo) ……………………….. 23

7 Problema da futura tecnologia de toque de caneta……. 23

7.1 Geral……….. …………… 23

7.2 Velocidade de rastreamento………………. …. 23

7.3 Conforto ao escrever…………………………. …. 24

7.4 Uso combinado de toque de dedo e caneta………. 24

7.5 Área de rejeição da palma e relação posicional da caneta………………. 24

8 Colaboração de hardware e software…………….. 25

Bibliografia………………….. 26

Figura 1 – Estrutura do painel do tipo resistivo………… 10

Figura 2 – Estrutura do painel do tipo capacitivo…….. 11

Figura 3 – Estrutura do painel tipo EMI……………………… 12

Figura 4 – Estrutura do painel do tipo óptico……… 12

Figura 5 – Estrutura do painel do tipo ultrassônico …. 13

Figura 6 – Exemplo de ponta de fibra condutiva……. 14

Figura 7 – Exemplo de ponta de disco transparente…. 14

Figura 8 – Exemplo de caneta exclusiva…………………….. 14

Figura 9 – Exemplo de canetas EMI (Tipo WE) ……….. 15

Figura 10 – Paralaxe de posição ……………………… 20

Figura 11 – Pen tablet para animação/ilustração …… 22

Figura 12 – Exemplos de notebooks……………….. 23

Tabela 1 – Comparação entre dispositivos apontadores…… 8

Tabela 2 – Classificação da caneta de toque…………. 9

Tabela 3 – Correspondência entre o painel de toque e a caneta de toque …………….. 10

Tabela 4 – Comparação de desempenho de canetas de toque para PCAP/EMI ………….. 17

Tabela 5 – Características básicas do toque da caneta………………….. 18

Tabela 6 – Características únicas e importantes da caneta de toque ……………………….. 18

Com a disseminação dos smartphones nos últimos anos, a tecnologia de toque de dedo se espalhou por todo o mundo. O campo de popularização começou a partir dos smartphones e se espalhou de terminais de informação, como notebooks (laptops) e tablets para quiosques, caixas eletrônicos, equipamentos de venda na área de infraestrutura social, equipamentos médicos para uso profissional e itens relacionados à construção.

O toque do dedo apresenta vários desafios, como mau funcionamento devido ao ambiente de uso, como uso de luvas ou gotas de água, além da dificuldade de desenho fino com o toque do dedo, entrada de assinatura e assim por diante. Inicialmente, para o toque da caneta, o sistema operacional e o software aplicativo suportavam apenas a mesma função do toque do dedo, mas recentemente um novo conceito de tinta digital permitiu usar não apenas os dados da trajetória inserida, mas também os dados de progresso, como pressão de escrita, ângulo da caneta e desenho, sendo digitalizados e salvos junto com os dados de trajetória.

Isso significa que uma nova técnica com a entrada de caneta foi desenvolvida, que vai além da tecnologia convencional de entrada de toque do dedo. Com base nessa situação, este documento visa enfocar as questões relacionadas à padronização futura, resumindo os métodos de detecção do toque da caneta, os tipos de canetas sensíveis ao toque e as tecnologias correspondentes e as tendências de mercado da tecnologia do toque da caneta.

REVISTA DIGITAL ADNORMAS – Edição 167 | Ano 4 | 15 JULHO 2021

Acesse a versão online: https://revistaadnormas.com.br       Revista AdNormas - Ed 167 Ano 4
Edição 167 | Ano 4 | 15 JULHO 2021
ISSN: 2595-3362 Acessar edição
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Confira os 12 artigos desta edição:
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O uso do cloro na indústria química e os riscos de armazenagem e transporte
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Os critérios das selagens de aberturas de passagem de instalações de serviço

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O acabamento e a proteção de superfícies pintadas de móveis de madeira
Inovações tecnológicas ganham cada vez mais força na indústria
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Os critérios para a auditoria de sistemas de gestão da segurança da informação
As novidades no mercado de chips que segue agitado
A segurança dos atomizadores costais com um motor de combustão