Fuja de dietas e receitas genéricas para emagrecer

Curso ambiental

Metodologia para Identificação e Classificação de Aspectos e Impactos Ambientais, Conforme NBR ISO 14001 – Disponível pela Internet

Possibilitar ao participante a identificação dos aspectos e impactos ambientais, e elaborar o LAIA – Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais de sua organização conforme a norma NBR ISO 14001.

Encontre o melhor método para você emagrecer trabalhando em conjunto o seu equilíbrio emocional para não se sabotar e desistir no meio do caminho.

“Quer emagrecer? Siga dieta ‘x’ que ‘x’ atriz fez e perdeu 10 kg em um mês!”. Quem nunca viu essas frases? É só ir à banquinha mais próxima ou abrir algum site feminino de variedades que palavras como essas estarão escritas. O problema é que nem sempre ressaltam que dietas malucas e genéricas não funcionam da mesma forma para todos.

Além disso, essas matérias tratam exclusivamente do físico, deixando de lado uma parte extremamente importante no emagrecimento saudável: as causas emocionais e psicológicas que te fazem engordar. “Muitas pessoas seguem dietas de forma correta e praticam exercícios regularmente, porém, ainda assim, quando sobem na balança não emagreceram o que queriam. Por que isso acontece? Porque elas não estão dando a devida atenção a algumas coisas que existem em sua cabeça (pensamentos, ideias, crenças) que podem estar, seguramente, bloqueando o emagrecimento definitivo.” É isso o que explica Cintia Seabra, Master Coach e Psicóloga Clínica que trabalha especialmente com o público que deseja emagrecer e já tentou de tudo mas que não obteve sucesso na empreitada.

Seabra lembra que as pessoas emagrecem de formas diferentes e que a maior parte dos serviços e produtos voltados para o emagrecimento não consideram a individualidade das pessoas, sua rotina, sua história de vida e sua personalidade. “Essa preocupação com o indivíduo só será encontrada quando a pessoa procura algum especialista no assunto, que poderá fazer as melhores perguntas para que a pessoa com sobrepeso/obesidade encontre as melhores respostas dentro dela.

“É alarmante o número de pessoas que investem ‘rios de dinheiro’ em nutricionistas, academias, remédios, programas estéticos e de emagrecimento dos mais variados e por fim, não conseguem levar adiante o objetivo de alcançar o peso desejado. Sabe por quê? Elas desistem no meio do caminho! Não é que elas fracassam, elas simplesmente desistem por não terem preparado a cabeça para o processo de emagrecimento”. comenta a coach.

A ansiedade e o nervosismo, por exemplo, são dois fatores altamente importantes que podem prejudicar o emagrecimento – e muitas vezes passam despercebidos por profissionais que só trabalham com a parte física ou pela própria pessoa que está infeliz com o seu peso e decide seguir alguma dieta “da moda”. “A pessoa não consegue emagrecer, fica nervosa/ansiosa e, para matar essa ansiedade, o que ela faz? Ela ataca a geladeira. Essa é uma história comum que vejo acontecer diariamente: pessoas que descontam seus problemas e insatisfações com a vida na comida. Dessa forma realmente fica mais difícil alcançar o objetivo traçado: ter o corpo desejado”, ressalta Seabra.

“Por isso, antes de tudo, é preciso estar mentalmente saudável e entender que o emagrecimento começa pela cabeça. “A partir do momento em que a pessoa toma consciência da importância daquilo que ela pensa, acredita e sente, este desafio de emagrecer de vez, fica bem mais facilitado. Na verdade, aquilo que ela via como barreira ou bloqueio para seguir adiante e driblar o ponteiro da balança, não vai mais existir. E o melhor: ela não irá mais desistir no meio do caminho, ela agora terá reprogramado sua mente para emagrecer de forma definitiva”, conclui a especialista.

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Saúde e bem estar para a sua empresa

CURSOS TÉCNICOS

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Engenheiros e Projetistas têm a constante preocupação de saber especificar adequadamente os equipamentos elétricos que são submetidos à corrente de curto-circuito.

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de 01/12/2014 até 04/12/2014

Nutricionista oferece plano de atendimento personalizado empresarial ​para medir e garantir a saúde dos colaboradores

O dia a dia atual traz muitas comodidades ao ser humano. O controle remoto, o elevador, os automóveis, a internet, etc., são itens que chegaram para diminuir o esforço do ser humano e fazer com que ele seja capaz de fazer tudo (e até mais) do que fazia antes, porém, com o esforço extremamente reduzido. Isso significa que hoje as pessoas conseguem ter uma vida “completa” praticamente sem sair de casa ou ​sem ​mexerem-se muito – e isso vem causando doenças e demais preocupações para a humanidade.

Em contrapartida, surge uma nova geração, a “geração saúde”, que tenta de todas as formas combater esses problemas da sociedade atual, implantando a bicicleta como meio de transporte, alimentando-se melhor, apostando em exercícios físicos e no bem estar. E isso parece estar funcionando – não é a toa que tantas empresas começaram a fazer parte dessa nova geração, incluindo no seu cotidiano empresarial atividades como ginástica laboral e demais ações que façam com que os funcionários sintam-se mais saudáveis – e, com isso, mais produtivos.

Nessa mesma onda que domina a sociedade, Paula Souza Borges, nutricionista de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, investe em um novo serviço para auxiliar empresas e seus colaboradores: o sistema InBody 370. “Esse sistema faz uso da mais avançada tecnologia de bioimpedância, capaz de aliar precisão, simplicidade e rapidez, fornecendo uma informação completa sobre a condição atual da pessoa e uma orientação sobre a composição corporal ideal”, resume Paula.

A nutricionista comenta que o atendimento corporativo é um programa de educação nutricional e qualidade de vida desenvolvido especialmente para as empresas que tem como objetivo contribuir para a saúde de seus funcionários. “Todo o programa é realizado no ambiente de trabalho do funcionário, o que contribui para maior participação deles. Com três etapas de duração, o processo envolve uma palestra sobre saúde, reeducação alimentar e qualidade de vida, a resolução de um questionário e uma consulta para decidir os objetivos e metas do funcionário, e, por último, uma entrega dos planos alimentares personalizados para cada um, de acordo com seus objetivos e necessidades”, explica a especialista.

O custo do atendimento corporativo pode ser dividido entre empresa e funcionário, sendo que para a palestra inicial deverá ser investida uma quantia de R$220,00, mais o valor do deslocamento da nutricionista até a unidade de atendimento, e para a avaliação nutricional dos funcionários e planejamento dos cardápios individualizados – R$ 40,00 por pessoa, mais a taxa de deslocamento da nutricionista.

A melhor dieta para emagrecer rápido

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Vinícius Possebon

Você gostaria de descobrir qual é o segredo para emagrecer rápido? Se sim, continue lendo este artigo, porque vou revelar algo que vai deixar você bastante surpreso. Quero contar qual é a melhor dieta para emagrecer rápido. Isso, é claro, é algo que eu descobri através de muito estudo, da leitura de diversos artigos científicos e de alguns testes.

O sistema de alimentação que eu uso é um dos melhores para um emagrecimento rápido e vou mostrar para você que é possível emagrecer rapidamente e, ainda assim, comer as coisas que você gosta, como brigadeiro, pizza e aquela cervejinha do fim de semana.

Esqueça a palavra dieta

Em primeiro lugar, preciso dizer que esses hábitos alimentares que vou ensinar agora não devem ser algo para você fazer por alguns meses, mas para levar para a vida inteira. Costumo dividir essa dieta em três partes:

– Alimentos permitidos: são aqueles que você pode comer sem precisar contar calorias, sem precisar pesar. Como exemplo, podemos citar as proteínas, frango, carne vermelha, peixes, entre outros. Esses alimentos possuem um alto índice termogênico (isto é, consomem mais calorias só pelo fato de serem digeridas e absorvidas) cerca de 30%, e promovem, ainda, um aumento da saciedade. Você pode consumir esses alimentos “sem se preocupar”, pois eles serão a base da alimentação de resultados.

– Alimentos “maybe”: são os alimentos que você deve comer apenas uma determinada porção por dia. Com relação a esta base da alimentação, incluímos aqui os carboidratos e as gorduras, só que de maneira estratégica. Um exemplo são os carboidratos complexos que não favorecem o pico de insulina (o pico de insulina é um dos grandes responsáveis pelo acúmulo de gordura), tais como: batata doce, aipim, tapioca, arroz integral e fontes de gorduras boas (nata, manteiga, óleo de oliva).

– Refeição da esbórnia: esta é a refeição que você pode comer e beber o que quiser, como brigadeiro, churrasco e cerveja. Existem até mesmo alguns estudos mostrando que quando fazemos refeições da esbórnia, isso é, comemos besteira, os hormônios da tireoide tendem a se manter estáveis, mantendo o metabolismo de repouso acelerado. Mas por que isto é importante? Quando mudamos nossa alimentação, o corpo tende a criar um mecanismo de supercompensação diminuindo o gasto calórico de repouso. Desta forma, a refeição da esbórnia tem um papel estratégico e funciona mais ou menos assim: 80% do tempo você se alimenta com a base dos alimentos permitidos e maybe e, nos outros 20%, com a refeição da esbórnia. Assim, você dá adeus a regimes de escravidão que o levam a passar fome e comer que nem passarinho.

Esse é o segredo para uma alimentação balanceada, que traz resultados o mais rápido possível. As dietas de 1.200 kcal que as pessoas costumam divulgar não são nem perto a melhor forma de emagrecer. Posso provar isso para você através de vários estudos. Você pode emagrecer de 2 a 3 vezes mais rápido comendo 3.000 kcal por dia.

Você não precisa abrir mão do que gosta de comer para emagrecer

Imagine comer sem precisar sair contando calorias, sem precisar se preocupar em pesar o prato. Eu, particularmente, acredito que isso é o que deixa as pessoas felizes, porque elas não precisam ficar contando porções. Você está preparado para mudar seus hábitos alimentares, emagrecer de duas a três vezes mais rápido e não precisar contar calorias?

Além de seguir uma boa dieta e consultar um nutricionista especializado, a prática de atividade física é sempre recomendada. É importante realizar um treinamento de qualidade e adequado para você. Seguindo estas dicas, tenho certeza que você aprenderá a conquistar o corpo dos seus sonhos.

Vinícius Possebon é personal trainer, palestrante e criador do Sistema de Emagrecimento Queima de 48 Horas – https://www.facebook.com/queimade48horas

Nutrição esportiva

Curso: Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410
O objetivo principal desse treinamento é a atualização tecnológica de seus participantes,…

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Marcelo Bella

O mercado brasileiro de nutrição esportiva é um dos que mais crescem no mundo, acumulando incríveis 28% ao ano, nos últimos cinco anos, enquanto os EUA, principal mercado, crescem apenas 5%. Porém, no segundo semestre de 2013, a indústria brasileira de nutrição esportiva foi alvo de denncias que mudou a atitude dos consumidores brasileiros. A Anvisa e o Inmetro testaram marcas de suplementos alimentares e constataram irregularidades envolvendo tradicionais empresas do mercado brasileiro de nutrição esportiva.

Devido a velocidade de circulação de informação no mundo atual com as pessoas conectadas online o tempo todo, instantaneamente as empresas e seus produtos envolvidos foram compartilhados entre os consumidores. Como resultado, as vendas destes produtos estagnaram-se e os lojistas rapidamente estão substituindo os produtos com problemas, por outros, dando ênfase aos produtos importados.

Antes de analisarmos mais profundamente o que realmente aconteceu, temos que responder perguntas importantes como: Qual a origem destas denúncia? Ha quem interessou estas denúncias? Quais os problemas encontrados? Quais as conseqüências das denuncias para o mercado brasileiro de nutrição esportiva?

A origem das denuncias que supostamente foram deflagradas por lojistas e consumidores da região sul do pais, na realidade baseou-se em uma estratégia de um pequeno grupo de empresas de nutrição esportiva que visava prejudicar outras empresas do setor, que vinham até então ganhando espaço no mercado. Porém o que este grupo não imaginava é que estas denúncias ganhariam destaque na mídia e nos órgãos do governo, provocando uma análise mais criteriosa e abrangendo um número maior de marcas, incluindo as marcas do próprio grupo denunciante, que também apresentaram irregularidades em suas formulações de seus produtos.

As principais irregularidades cometidas por estas empresas, segundo os resultados de testes, foram declarar quantidades de proteínas maiores em seus rótulos, do que na realidade apresentavam em seus produtos. Como consequência, muitos consumidores passaram a descredibilizar os suplementos alimentares de origem brasileira e buscaram alternativas em produtos de origem norte americana.

Para entendermos melhor este panorama e o mercado de nutrição esportiva, devemos primeiro enxergar o tamanho deste e o compararmos entre o Brasil e os EUA. No Brasil, este mercado fatura cerca de U$ 320 mi por ano, entre as mais de 250 marcas presentes no Brasil, sendo revendidas através de cinco mil pontos de vendas entre lojas especializadas e farmácias, e sendo adquiridas por três milhões de consumidores. Atualmente consumimos 60% de produtos nacionais e 40% de origem internacional.

Nos EUA, este mercado fatura cerca de U$ 4 bi por ano, entre mais de 2.000 marcas e seus produtos revendidos dentre mais de 100 mil pontos de vendas, sendo adquiridos por 50 milhões de consumidores. Alem da diferença de consumo abissal entre os mercados brasileiro e norte americano, nos EUA apenas 20% das marcas possuem indústrias próprias e as demais empresas terceirizam estes serviços industriais para fabricação de seus suplementos alimentares.

Nos EUA é comum encontrarmos 20, 30 ate 40 diferentes marcas de nutrição esportiva, sendo fabricadas em uma única indústria de terceirização, o que garante um maior padrão de controle de qualidade por parte do mercado. No Brasil, a grande maioria das marcas é produzida em fábricas próprias, conferindo uma customização por parte de cada uma delas.

Por que existem fraudes de formulação e como evitá-las? A principal matéria prima para a fabricação de Wim protege é a proteína do soro de leite, de onde se extrai as proteínas concentradas e isoladas. Estas proteínas do leite apresentam coloração, odor e sabor similar ao leite desnatado em pó e levemente salgado e não são produzidas no Brasil.

O soro de leite concentrado tem diferentes níveis protéicos, podendo ser variados entre 35% de concentração protéica ate 80%. Os de concentração abaixo de 80% são utilizadas para enriquecer alimentos como iogurtes e massas para pães, bolos e macarrão, sendo menos adequados para dietas de nutrição esportiva e conseqüentemente mais baratos. Empresas mal intencionada fazem um mix entre estas proteínas mais pobres e vendem aos consumidores como proteínas puras. Assim conseguem custos menores de produção e margens maiores de lucros.

No Brasil, a legislação de controle para pesos e medidas permite variações de até 20%, o que facilitam as fraudes por parte destas empresas. O que estas empresas esquecem é que os consumidores não compram produtos apenas, mas sim buscam resultados.

Independente da marca e da origem de seu produto, quando for consumir Wim, fique atento aos seguintes pontos. Inicie o consumo fazendo um pequeno teste, misturando o produto com uma colher e pouca água e tente perceber se há pequenas manchas de gordura na superfície. As Wheys instantâneas utilizam lecitina de soja para o processo de solubilização, que em demasia diminui o teor protéico do produto e aumenta o seu teor calórico. Wheys com muita oferta de sabor, muitas vezes podem ser produtos produzidos com soro de leite de baixa concentração protéica, por exemplo, 35% de proteína e 65% de carboidrato, o que confere um sabor mais agradável ao produto, porém um teor protéico pobre. Produtos com alto teor de carboidrato, quando misturados em pequenas quantidades de água, tornam-se mais cremosos, tipo massa de bolo.

Evite consumir sua Wim com outros alimentos e tente perceber se até 3 horas após o seu consumo, você sente uma formação de gases, inchaço do baixo ventre, flatulência e até mesmo um pouco de diarréia. Produtos produzidos com proteínas mais pobres tipo soro de leite de 35% de concentração proteica, ou misturados com gorduras, causam estes inconvenientes, alem de engordar. Evite consumir Wheys que custem no mercado brasileiro abaixo de R$ 100,00 por quilo, pois apenas se considerarmos o preço da matéria prima importada, adicionado de custos de impostos de importação, frete, mão de obra e margem de lucro das empresas produtoras e revendedoras, este produto deveria custar sempre acima dos R$ 200,00 ao consumidor.

Por fim, fique atento e saiba que consumir suplementos alimentares é um forte aliado para quem pratica atividades físicas na busca do corpo ideal. Quanto ao mercado e lembrando os ensinamentos do mestre do marketing, Philip Kotler, nós os consumidores somos os reis e as empresas, que não ofertarem as melhores alternativas em qualidade e relação custo x beneficio, não se estabelecerão e darão lugares para outras melhores.

Marcelo Bella é profissional de educação física e nutrição esportiva, especializado em marketing esportivo e graduado em strategic marketing pela La Verne University, California, USA, executivo com experiência de 32 anos no setor fitness e de nutrição esportiva em 34 países, CEO da Grow Dietary Supplements USA Labs. e ex-atleta de musculação, finalista no Mundial de Duplas Mistas de Musculação 1989.

A obesidade está aumentando no país

Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410 - Presencial ou Ao Vivo pela Internet

Curso: Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410

Modalidade: Presencial ou Ao vivo pela Internet *

Dias:  11 a 14 de março

Horário: 09:00 às 17:00 horas

Carga Horária: 30h

Professor: Douglas Messina

Preço: A partir de 3 x R$ 320,57

(*) O curso permanecerá gravado e habilitado para acesso pelo prazo de 30 dias a partir da data da sua realização.

Segundo leis nacionais como CDC – Código de Defesa do Consumidor e NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, as instalações elétricas de baixa tensão em edificações residenciais, comerciais e industriais devem ser padronizadas seguindo a Norma NBR 5410 – Instalações Elétricas de Baixa Tensão. Estas leis visam garantir a qualidade, a segurança da instalação elétrica e de seus usuários tornando-a confiável. Para atingir este nível de confiabilidade, a instalação elétrica deve obedecer aos preceitos da NBR 5410 desde sua concepção, projeto e eventuais reformas ou ampliações. A norma descreve em seu capítulo VII, “Verificação Final”, os procedimentos para inspeção (visual e execução de ensaios) a fim de verificar conformidade com suas e prescrições. O Certificado de Inspeção é o documento que comprova que a instalação elétrica foi submetida à uma inspeção. Ele deve ser emitido por profissional habilitado e qualificado, que será responsável pela verificação de toda a instalação. O objetivo principal do curso é a atualização tecnológica de seus participantes, conforme a NBR 5410. Para atender à demanda daqueles que não podem se locomover até as instalações da Target, tornamos disponível este curso Ao Vivo através da Internet. Recursos de última geração permitem total aproveitamento mesmo à distância. Os cursos oferecidos pela Target são considerados por seus participantes uma “consultoria em sala”, ou seja, o participante tem a possibilidade de interagir com renomados professores, a fim de buscar a melhor solução para problemas técnicos específicos e particulares.

Inscreva-se Saiba Mais

obesidadePesquisa realizada pelo Ministério da Saúde mostrou que a obesidade aumentou no Brasil. Atualmente, 13% dos adultos são obesos, sendo o índice maior entre as mulheres (13,6%) do que entre os homens (12,4%). Em 2006, quando foi apresentada a primeira edição do estudo Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas Por Inquérito Telefônico (VIGITEL), 11,4% dos brasileiros eram obesos. Em 2007, esse índice subiu para 12,9%. “A obesidade em mulheres vinha em uma tendência de estabilização nas pesquisas anteriores (VIGITEL 2006 e 2007) e, agora, há um aumento expressivo. É muito preocupante”, afirma a coordenadora geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta. “Historicamente, observamos uma mudança no padrão de peso corpóreo do brasileiro muito acentuado e rápido. A pesquisa Estudo Nacional de Despesa Familiar (ENDEF) realizada no Brasil em 1975 mostrou que 2,8% dos homens e 7,8% das mulheres eram obesas. Em 2002, dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares apontaram que a obesidade atingia 8,8% dos homens e 12,7% das mulheres. Estes dados confirmam o processo de transição nutricional pelo qual o país passa”, afirma Malta.

Já o índice de brasileiros com excesso de peso se manteve estável nos últimos três anos. Entre os adultos das 26 capitais e do Distrito Federal, 43,3% estão acima do peso (tabela 3). A freqüência entre os homens é maior: 47,3% deles estão com excesso de peso, enquanto 39,5% delas estão nessa faixa. O excesso de peso é diagnosticado a partir do Índice de Massa Corporal (IMC), obtido pela razão entre o peso e o quadrado da altura. Se esse índice alcança valor igual ou superior a 25 kg/m², há excesso de peso. A obesidade é diagnosticada quando o índice atinge ou supera os 30 kg/m². Das 27 cidades pesquisadas, Porto Alegre é a que apresenta maior frequencia de excesso de peso em adultos: quase metade da população adulta (49%) está acima do peso. A capital gaúcha também lidera o ranking quando o assunto é obesidade – 15,9% dos adultos estão com IMC acima de 30 kg/m². Já Teresina é a cidade em que há menor quantidade de pessoas acima do peso (36,6%), embora o menor número de obesos esteja em São Luís (MA), onde 9,5% são obesos.

A relação entre escolaridade e obesidade também foi pesquisada pelo VIGITEL. O resultado mostra que, no estrato de menor escolaridade, 18% das mulheres são obesas. No de maior escolaridade, são apenas 8,5%. Essa relação é diferente quando se trata dos homens: o índice de obesidade é praticamente o mesmo em todos os níveis de escolaridade – de 12% a 13%. Quanto à relação com a idade, o relatório revela maior frequência de obesidade em homens entre 45 e 54 anos de idade; nessa faixa etária, o índice aumenta mais de três vezes comparado àqueles entre 18 e 24 anos, diminuindo nas faixas seguintes. Nas mulheres, a freqüência aumenta mais de seis vezes entre 18 e 24 anos e de 55 a 64 anos. E diminui a partir dos 65 anos. “Diagnosticar o excesso de peso é importante para prevenir doenças crônicas, tais como as cardiovasculares”, lembra Deborah Malta. Por isso, o MS alerta para a importância de uma alimentação saudável aliada à prática de atividade física no dia-a-dia. Isso não significa, obrigatoriamente, matricular-se em uma academia. A atividade física pode ser realizada no cotidiano de cada um, praticando caminhadas, dançando e outras atividades. Pode-se fazer atividade física no tempo livre ou do lazer, mas também há outras oportunidades para se exercitar: no trabalho, no deslocamento para o trabalho e nas atividades domésticas.

Relacionado a esse problema, um estudo “Alimentação fora do lar e sua relação com a qualidade da dieta dos moradores do município de São Paulo: estudo ISA-Capital” mostrou que aproximadamente 60% dos paulistanos que se alimentam fora de casa sofrem com problemas relacionados ao sobrepeso. A pesquisa, desenvolvida na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, foi objeto da dissertação de mestrado da nutricionista Bartira Mendes Gorgulho e faz parte de uma parceria de professores da FSP com a Secretaria Municipal de Saúde para a produção do Inquérito de Saúde do município de São Paulo. Bartira procurou mapear a situação da alimentação fora do lar, e gerar estatísticas sobre a quantidade de pessoas que fazem ao menos uma das três principais refeições (café da manhã, almoço e jantar) fora de casa, quais as diferenças qualitativas entre comer dentro e fora do lar e que tipo de alimento é consumido em ambientes externos as residências. A coleta de dados durou um ano, e se deu por meio de 834 entrevistas realizadas em domicílios por toda a cidade, a fim de garantir a representatividade de todas as regiões. Além de colher informações sobre hábitos de vida em geral e condições sociais, as perguntas procuravam saber o quê e onde as pessoas realizaram suas refeições nas ultimas 24 horas.

Do total de entrevistados, mais da metade, 482 pessoas, afirmaram ter se alimentado fora de suas casas. Entretanto, quase metade deste número corresponde ao consumo de lanches, ou seja, o que se come entre as refeições. Apenas 55% havia realizado de fato uma das principais refeições fora do lar. Destes, 15% correspondem ao café da manhã, 30% ao almoço, e 10% ao jantar. No café da manhã, 80% dos alimentos consumidos foram pães, torradas, manteiga, margarina, café e leite integral. Já no almoço, 70% do consumo correspondeu a arroz, feijão, carne bovina, verduras, legumes, refrigerantes e aves. Enquanto isso, no jantar, os dados apontam também na casa dos 70% para o consumo de salgados, sanduíches, arroz, verduras, legumes, carne bovina, aves, refrigerante e suco de frutas.

A pesquisa apontou que 59% das pessoas que afirmaram ter se alimentado fora de casa têm sobrepeso, número acima da média geral brasileira, a qual ultrapassa os 50%. Como fora constatado na coleta de dados, em comparação ao que se come dentro do lar, não há grandes diferenças entre os alimentos consumidos fora. “Não encontramos muitas diferenças entre o que se come dentro e fora de casa”, afirma Bartira. Os maus hábitos alimentares independem do local em que se realizam as refeições: “o refrigerante, por exemplo, é consumido com maior frequência fora de casa, mas quando o consumo ocorre dentro de casa corresponde a uma quantidade muito maior, o que torna o impacto equivalente”, garante a nutricionista. A única diferença sensível constatada na pesquisa, e que pode explicar o maior número de pessoas com sobrepeso que comem fora de casa é o maior consumo de gorduras totais e saturadas nas refeições realizadas fora, o que pode ser atribuído a frituras e carnes em geral. “Em um restaurante ‘self-service’, proporcionalmente, consumir carnes é mais barato do que dentro de casa”, afirma.

Apesar disto, para Bartira, a conscientização sobre a necessidade da mudança de hábitos alimentares têm de ser geral, uma vez que o problema está em todos os lugares: “as pessoas comem mal independente do local em que se realizam as refeições, como o consumo de frutas, por exemplo, que é baixo tanto dentro, quanto fora de casa”. Maior cidade do Brasil, não apenas em extensão geográfica, mas também em número de habitantes, São Paulo é o grande polo da economia nacional. Trânsito, trabalho, escola, e outras tantas responsabilidades, fazem da vida do paulistano uma eterna corrida contra o tempo. E nesta corrida, é cada vez menor a quantidade de horas que sua população passa dentro de casa. Aos poucos, as residências tornam-se simples dormitórios, e os espaços de convivência cada vez mais são as ruas da metrópole, e tudo o que ela pode oferecer. Neste cenário, realizar todas as refeições em casa, mais do que um luxo, é quase uma missão impossível. Entretanto, a alimentação é fator de extrema relevância para a saúde. A Organização Mundial da Saúde (OMS) a considera como um dos principais fatores de risco modificáveis para doenças crônicas não transmissíveis, ou seja, um elemento gerador de doenças que pode ser alterado a partir de uma mudança de hábitos.