A conformidade dos sistemas de saneamento não ligados à rede de esgoto

A NBR ISO 30500 de 11/2021 – Sistemas de saneamento não ligados à rede de esgoto — Unidades de tratamento integradas pré-fabricadas — Requisitos gerais de segurança e desempenho para projeto e ensaio especifica os requisitos gerais de segurança e desempenho para projeto e ensaio, bem como as considerações de sustentabilidade, para sistemas de saneamento não ligados à rede de esgoto (NSSS). Um NSSS, para os propósitos deste documento, é uma unidade de tratamento integrada pré-fabricada, que inclui componentes de módulo de interface frontal (instalação sanitária) e módulo de tratamento (instalação de tratamento) que coletam, conduzem e tratam totalmente o produto de entrada específico dentro do sistema, para permitir o reuso ou descarte seguro do produto de saída sólido, efluente líquido e gasoso gerado, e não estão ligados a sistemas de rede de esgoto ou rede de drenagem.

Este documento é aplicável aos sistemas de saneamento que são fabricados como um conjunto único ou fabricados como um grupo de elementos pré-fabricados, projetados para serem montados no local, sem fabricação in loco ou modificação adicional que influencie no funcionamento do sistema. O plano ou superfície (por exemplo, piso, estrutura de concreto) em que um NSSS totalmente montado se situado está além do escopo deste documento.

Este documento não é aplicável a sistemas de saneamento construídos in loco (no próprio local). Este documento também abrange componentes do módulo de tratamento do NSSS que são projetados para serem integrados com um ou mais módulos de interface frontal especificados. Embora este documento seja aplicável principalmente no desenvolvimento de sistemas de saneamento que não estejam ligados a redes de água e eletricidade, ele também pode ser aplicado a sistemas que podem utilizar redes de água e/ou eletricidade.

Este documento define o produto de entrada básico tratável, principalmente excrementos humanos, e fornece opções para estender a faixa de substâncias de produto de entrada. Os requisitos para a qualidade dos produtos de saída do sistema de saneamento são fornecidos para descargas de sólidos e líquidos, bem como emissões de odor, atmosféricas e de ruído.

Este documento contém critérios de segurança, funcionalidade, usabilidade, confiabilidade e capacidade de manutenção do sistema, bem como sua compatibilidade com os objetivos de proteção ambiental. Não abrange os seguintes aspectos: as diretrizes para seleção, instalação, operação, manutenção e gestão de sistemas de saneamento; o transporte do produto de saída tratado para fora do sistema de saneamento (por exemplo, transporte manual, transporte por caminhão ou tubulação) para processamento, reuso ou descarte posterior; os processos de tratamento que ocorrem em outro local, separadamente dos componentes de módulo de interface frontal e módulo de tratamento; reuso e descarte da saída do sistema de saneamento.

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Quais devem ser as condições operacionais do sistema?

Como assegurar a capacidade de limpeza das superfícies?

Como devem ser as conexões e elementos de união?

Como deve ser projetada a proteção contra incêndio e explosão do non-sewered sanitation systems (NSSS)?

Um sistema de saneamento não ligado à rede de esgoto (NSSS) é aquele que não é conectado a uma rede de esgoto, e que coleta, conduz e trata totalmente o produto de entrada, específico para permitir o reuso ou descarte seguro dos sólidos e/ou efluente líquido gerados na saída. Estima-se que 2,3 bilhões de pessoas não têm acesso aos sistemas de saneamento básico. As consequências devastadoras da falta de instalações sanitárias incluem uma estimativa de 1,8 bilhão de pessoas em todo o mundo que utilizam uma fonte de água potável que está contaminada por fezes, e 361.000 crianças menores de 5 anos de idade morrem a cada ano, principalmente de doenças diarreicas similares à disenteria.

Em março de 2013, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou uma campanha global de ação para eliminar a prática de defecação a céu aberto até 2025. A ONU e os líderes regionais responsáveis por saneamento concluíram que as áreas onde a defecação a céu aberto é comum contêm os níveis mais altos de mortalidade e doenças infantis, como resultado da ingestão de matéria fecal humana que tenha entrado no sistema de abastecimento de água ou alimentos.

A falta de saneamento seguro e privado também está associada aos mais altos níveis gerais de desnutrição, pobreza e disparidade entre ricos e pobres, e torna as mulheres e meninas mais vulneráveis à violência. Em 1º de janeiro de 2016, foram lançados os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, incluindo o ODS 6: assegurar o acesso à água e ao saneamento para todos.

Os ODS são um conjunto de objetivos para erradicar a pobreza, proteger o planeta e assegurar a prosperidade para todos, como parte da nova agenda de desenvolvimento sustentável da ONU. As metas 6.2 e 6.3 do ODS 6 declaram: até 2030, obter acesso ao saneamento e à higiene adequados e equitativos para todos e acabar com a defecação a céu aberto, focando especialmente nas necessidades das mulheres e meninas e daquelas pessoas em situação de vulnerabilidade; até 2030, melhorar a qualidade da água, reduzindo a poluição, eliminando o despejo e minimizando a liberação de produtos químicos e materiais perigosos, reduzindo pela metade a proporção de águas residuais não tratadas e aumentando substancialmente a reciclagem e o reuso seguro em todo o mundo.

Neste contexto, o propósito deste documento é apoiar o desenvolvimento de sistemas de saneamento autônomos projetados para atender as necessidades de saneamento básico e promover a sustentabilidade econômica, social e ambiental por meio de estratégias que incluem a minimização do consumo de recursos (por exemplo, água, energia) e a conversão de excrementos humanos em produto de saída seguro. Este documento se destina a promover a implementação de sistemas de saneamento onde se deseja maior sustentabilidade, ou onde os sistemas de esgoto sanitário tradicionais não estão disponíveis ou são impraticáveis e, portanto, para assegurar a saúde e a segurança humana, bem como proteger o meio ambiente.

Entretanto, este documento não tenta abordar exaustivamente as preocupações com a sustentabilidade em relação a sistemas de saneamento não ligados à rede de esgoto (NSSS). Existem muitos aspectos da sustentabilidade que não são abrangidos neste documento. O conceito de um NSSS é indicado na figura abaixo, que mostra a integração do módulo de interface frontal e do módulo de tratamento juntamente com o produto de entrada e de saída.

As substâncias que entram (produto de entrada) no NSSS consistem principalmente em fezes e urina humanas, sangue menstrual, bílis, água de descarga, água de limpeza anal, papel higiênico e outros fluidos/sólidos corporais. As substâncias que saem (produto de saída) do NSSS incluem os produtos do processo de tratamento do módulo de tratamento, como produto de saída sólido e efluente líquido, bem como emissões de ruído, atmosféricas e de odor.

Por projeto, esses sistemas de saneamento operam sem conexão com qualquer rede de esgoto ou drenagem. O NSSS pode ser fabricado como um conjunto único ou fabricado como um grupo de elementos pré-fabricados, projetados para serem montados sem fabricação ou modificação adicional que influencie no funcionamento do sistema. Os componentes pré-fabricados do NSSS se destinam a requerer trabalho mínimo a ser integrado e fornecer rapidamente sistemas de saneamento totalmente funcionais.

No NSSS, o módulo de interface frontal inclui interfaces com o usuário, como um mictório, latrina turca ou vaso sanitário, que podem aplicar mecanismos de descarga que variam desde descarga convencional, descarga manual e sanitários secos até novos mecanismos de descarga, como aqueles que utilizam forças mecânicas que requerem pouca ou nenhuma água. Os mecanismos de descarga convencionais e novos podem ser combinados com aplicações de separação da urina (por exemplo, sanitário de descarga com separação da urina, sanitário seco com separação da urina).

As tecnologias e processos de tratamento do módulo de tratamento do NSSS variam desde processos unitários biológicos ou químicos até físicos (por exemplo, digestão anaeróbica e aeróbica, combustão, desinfecção eletroquímica, membranas). Alguns sistemas utilizam somente uma dessas tecnologias ou processos, enquanto outros aplicam vários processos unitários combinados por meio de várias unidades de tratamento.

O NSSS deve ser projetado de forma a assegurar que os usuários possam utilizar o sistema com segurança e da maneira prevista pelo fabricante. O projeto e a implementação do sistema devem assegurar que os usuários com pouca ou nenhuma instrução ou aqueles que não possuem conhecimento técnico sejam capazes de utilizar, com segurança e de forma eficaz, o módulo de interface frontal do sistema e realizar a manutenção de rotina pelo usuário, conforme previsto pelo fabricante.

O projeto e a construção do NSSS devem ser especificados no Sistema Internacional de Unidades. Ele deve ser capaz de tratar no mínimo fezes e urina humanas, sangue menstrual, bílis, água de descarga, água de limpeza anal, papel higiênico e outros fluidos/sólidos corporais. Os fabricantes podem identificar categorias adicionais de produto de entrada como aceitáveis para tratamento, como água para lavagem das mãos, produtos de higiene menstrual e/ou resíduo orgânico doméstico.

A capacidade de projeto em relação às fezes e urina humanas deve ser indicada como usos esperados por dia (usos fecais/dia e usos de urina/dia). A quantidade média de fezes (kg/uso) e urina (L/uso) por uso deve ser determinada como a base para os cálculos da capacidade e deve ser claramente indicada. Além disso, a capacidade diária prevista para outros produtos de entrada (como água, produtos de higiene menstrual e resíduo orgânico) deve ser indicada pelo fabricante (em unidades como kg/dia ou L/dia).

Como exemplo, foi medida a taxa média de produção fecal como 250 g/pessoa/dia a 350 g/pessoa/dia para países de baixa renda, 250 g/pessoa/dia para ambientes urbanos de baixa renda e 350 g/pessoa/dia para ambientes rurais de baixa renda, e descobriram que as taxas gerais de produção de urina para adultos são de 1,0 L/pessoa/dia a 1,3 L/pessoa/dia. Se o sistema for previsto a aceitar produtos de higiene menstrual separadamente de outros produtos de entrada do sistema, devem ser fornecidas as prescrições e instruções para a operação e manutenção seguras do mecanismo ou dispositivo de descarte.

Devem ser consideradas normas culturais, práticas existentes e aspirações em relação ao descarte de produtos de higiene menstrual (ver D.4 e E.4). Um fator de segurança razoável deve ser incorporado ao projeto e indicado pelo fabricante para evitar sobrecarga. Para indicar quando o sistema está se aproximando da capacidade máxima (capacidade de projeto mais fator de segurança), o sistema deve ser equipado com um mecanismo visual e/ou sonoro indicando ao usuário que o sistema está sobrecarregado e, portanto, não está utilizável.

Caso ocorra sobrecarga, o sistema deve entrar em um estado seguro que evite quaisquer perigos devido à sobrecarga (ver A.3.8.6). O sistema deve permanecer operável após um período sem uso do sistema de 60 h, sem provocar mau funcionamento ou requerer esforços adicionais para retomar a operação que excedam aos procedimentos normais de operação. O não uso ocorre quando não há desligamento intencional do sistema pelo usuário.

Além disso, o sistema não é usado e não tem qualquer interação humana por um período de 60 h. Depois da reinicialização após um desligamento de curta duração (isto é, 60 h ou menos) especificado pelo fabricante, o sistema deve ser capaz de aceitar imediatamente a contribuição de entrada e retornar ao estado normal de operação.

O fabricante do sistema de saneamento deve fornecer instruções precisas para preparar o sistema para o desligamento de longa duração (isto é, mais de 60 h). As instruções devem descrever os procedimentos para alcançar condições seguras e estáveis de desligamento do sistema. O fabricante deve indicar claramente a duração de tempo necessário para completar o processo de desligamento de longa duração.

Não convém que o processo de desligamento de longa duração requeira mais de 10 h para ser concluído. Convém que a interação requerida ao usuário durante o desligamento seja minimizada. Depois da reinicialização após um desligamento de longa duração, o sistema de saneamento deve ser capaz de aceitar imediatamente a contribuição de entrada e deve ser capaz de retornar ao estado normal de operação dentro do tempo especificado pelo fabricante.

O sistema de saneamento deve permitir o uso contínuo sem períodos de espera excessivos entre os usos. O fabricante deve especificar o período mínimo de espera entre usos no manual do usuário ou como parte do rótulo ou placa de dados do equipamento. Os produtos de saída sólido e o efluente líquido devem ser totalmente tratados dentro do sistema de saneamento permitindo o reuso ou descarte seguro.

O produto de saída sólido e o efluente líquido devem atender aos requisitos especificados nessa norma, em todos os momentos, incluindo o período de inicialização quando ensaiado de acordo com o item método de ensaio do produto de saída sólido e efluente líquido. Para minimizar as emissões de odor do sistema de saneamento, os requisitos devem ser atendidos quando ensaiados de acordo com A.3.5. As origens potenciais das emissões de odor do sistema de saneamento incluem odores fecais (fezes e urina e o envelhecimento das fezes e urina) e odores do processo, como aqueles que surgem durante a secagem, pirólise, combustão e descarga do produto de saída.

As emissões de ruído do NSSS não podem representar riscos à saúde e ao bem-estar psicológico do usuário. Quando ensaiado de acordo com A.3.7, o sistema de saneamento deve atender aos requisitos especificados nessa norma. As emissões potenciais atmosféricas do NSSS podem ser classificadas como gases poluentes ou explosivos.

O monitoramento de gases explosivos durante a operação é abordado nessa norma e os poluentes atmosféricos do NSSS liberados em ambientes fechados e ao ar livre não podem exceder a um nível que represente riscos à saúde do usuário. Quando ensaiado de acordo com A.3.6, o sistema de saneamento deve atender aos requisitos especificados nessa norma.

O projeto do NSSS (módulo de interface frontal e módulo de tratamento) deve ser tal que as emissões de bioaerossóis e endotoxinas sejam minimizadas. Para NSSS com um módulo de tratamento que descarrega diretamente no ambiente fechado, e quando o bioaerossol e/ou endotoxinas puderem ser razoavelmente previstos, o ensaio para bioaerossóis e para endotoxinas patogênicos é recomendado.

Até o momento da publicação deste documento, nenhum requisito de desempenho foi especificado para bioaerossóis ou endotoxinas. Isto pode mudar no futuro, por exemplo, à medida que forem sendo estabelecidas normas de saúde ocupacional para esses perigos.

Conheça um método para a contagem de E. coli e bactérias coliformes na água

A NBR ISO 9308-2 de 09/2021 – Qualidade da água – Enumeração de Escherichia coli e bactérias coliformes – Parte 2: Método do número mais provável especifica um método para a contagem de E. coli e bactérias coliformes na água. O método é baseado no crescimento de organismos-alvo em meio líquido e no cálculo do número mais provável (NMP) de organismos por referência às tabelas de NMP. Este método pode ser aplicado a todos os tipos de água, incluindo aquelas contendo uma quantidade considerável de matéria suspensa e altas contagens de fundo de bactérias heterotróficas.

Contudo, não pode ser usado para a contagem de bactérias coliformes na água do mar. Ao usar para a enumeração de E. coli em águas marinhas, uma diluição de 1→10 em água estéril é normalmente necessária, embora o método tenha mostrado funcionar bem com algumas águas marinhas que têm uma concentração de sais inferior ao normal. Na ausência de dados para apoiar o uso do método sem diluição, uma diluição de 1→10 é usada.

Este método se baseia na detecção de E. coli com base na expressão da enzima β-D-glucuronidase e, consequentemente, não detecta muitas das cepas entero-haemorágicas de E. coli, que normalmente não expressam essa enzima. Além disso, há um pequeno número de outras cepas de E. coli que não expressam β-D-glucuronidase.

A escolha dos ensaios usados na detecção e confirmação do grupo de bactérias coliformes, incluindo E. coli, pode ser considerada parte de uma sequência contínua. A extensão da confirmação com uma amostra particular depende em parte da natureza da água e em parte dos motivos do ensaio. O ensaio descrito nesta parte fornece um resultado confirmado sem necessidade de confirmação adicional de poços positivos. Embora este método descreva o uso de um dispositivo de enumeração que está disponível comercialmente, o meio descrito também pode ser usado em um formato padrão NMP.

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Para o ensaio, como deve ser feita a inoculação do meio?

O que é a seladora Quanti-Tray5) e como deve ser feito o cálculo dos resultados?

Quais são as informações microbiológicas sobre as bactérias coliformes?

Como fazer a validação de Colilert8) – 18/Quanti-Tray8 para a enumeração de E.coli e bactérias coliformes da água?

A presença e extensão da poluição fecal são um fator importante na avaliação da qualidade de uma massa de água e no risco de infecção para a saúde humana. O ensaio de amostras de água para a presença de Escherichia coli (E. coli), que normalmente habita o intestino do homem e de outros animais de sangue quente, fornece uma indicação dessa poluição.

O ensaio de bactérias coliformes pode ser mais difícil de interpretar, porque algumas bactérias coliformes vivem no solo e na superfície da água doce e nem sempre são intestinais. Portanto, a presença de bactérias coliformes, embora não seja uma prova de contaminação fecal, pode indicar uma falha no tratamento ou entrada de água no sistema de distribuição.

Chama-se a atenção para a possibilidade de que alguns dos elementos deste documento podem estar sujeitos a direitos de patente diferentes daqueles identificados acima. A ABNT não pode ser responsabilizada pela identificação de qualquer ou todos esses direitos de patente.

De acordo com a ISO, desenvolvedora do documento original sendo adotado (ISO 9308-2), a conformidade com este documento pode envolver o uso de patentes relativas à Colilert-18 e Quanti-Tray e Quanti-Tray 2000 fornecidas nesta Norma. A ABNT não se posiciona a respeito da evidência, validade e escopo desses direitos de patente.

O detentor deste direito de patente garantiu à ISO, elaboradora original do documento sendo adotado, que ele está disposto a negociar licenças gratuitamente ou sob termos e condições razoáveis e não discriminatórios com requerentes em todo o mundo. A este respeito, a declaração do titular deste direito de patente é registrada na ISO. As informações podem ser obtidas em: IDEXX Laboratories, Inc., One IDEXX Drive, Westbrook, Maine 04092 USA. A ISO (http://www.iso.org/patents) e a IEC (http://patents.iec.ch) mantêm bases de dados online de patentes relevantes para suas normas.

Os usuários são incentivados a consultar as bases de dados para obter as informações mais atualizadas sobre patentes. Um flaconete de meio desidratado é adicionado a uma amostra de água (100 mL), ou a uma diluição de uma amostra feita até 100 mL. A amostra e o meio de cultura são agitados suavemente para garantir a mistura adequada e para permitir a dissolução do meio. A amostra e o meio são, então, vertidos assepticamente em uma cartela Quanti-Tray1) ou cartela Quanti-Tray/20001), para enumerar até 201 organismos ou 2.419 organismos por 100 mL, respectivamente.

As cartelas são seladas com um selador Quanti-Tray1) e então incubadas a (36 ± 2) °C, por 18 h a 22 h. Após a incubação, os poços de amostra que têm uma cor amarela de intensidade igual ou superior à dos poços comparadores são considerados positivos para bactérias coliformes.

Os poços amarelos que também exibem qualquer grau de fluorescência são considerados positivos para E. Coli. Por meio de tabelas estatísticas, ou um simples programa de computador, pode-se determinar o número mais provável (NMP) de bactérias coliformes e E. coli em 100 mL da amostra.

A coloração amarela pode ser vista a olho nu e resulta da clivagem do ortonitrofenol galactosídeo pela enzima β-D-galactosidase. A fluorescência é demonstrável sob luz ultravioleta (365 nm) e se origina da clivagem da molécula 4 metilumbeliferil glucuronídeo (MUG) pela enzima β-D-glucuronidase, para produzir o composto fluorescente metilumbeliferona.

Como aparelhagem e utensílios de vidro, utilizar instrumental de laboratório microbiológico e, em particular, o descrito a seguir. Como aparelho para esterilização por vapor (autoclave), os materiais e vidrarias não fornecidos estéreis devem ser esterilizados de acordo com as instruções fornecidas na ISO 8199. Forno de ar quente, para esterilização por calor seco. Incubadora, termostaticamente controlada a (36 ± 2) °C. Selador Quanti-Tray2). Frascos estéreis com boca larga de pelo menos 110 mL. Comparador Quanti-Tray2). Lâmpada ultravioleta, de 365 nm. Quanti-Tray2) ou Quanti-Tray/20002), ver o Anexo B. (Quanti-Tray é uma marca comercial ou marca registrada da IDEXX Laboratories, Inc. ou de suas afiliadas nos Estados Unidos e/ou em outros países. Esta informação é dada para facilitar aos usuários desta parte e não constitui um endosso por parte da ABNT ao produto citado).

Para os meios de cultura e reagentes, como materiais básicos, o método utiliza Colilert3)-18 um meio baseado na Tecnologia de Substrato Definido disponível para uma amostra de 100 mL como um pó pronto para uso distribuído em flaconetes. Cada flaconete contém meio suficiente (2,8 g) para um único ensaio.

O meio deve ser armazenado em condições ambientais (2 °C a 25 °C) longe da luz solar direta, e convém que seja utilizado antes da data de vencimento indicada no flaconete. O meio é composto por dois componentes para fornecer as concentrações finais conforme mostrado no Anexo C.

Para diluições a serem usadas com Colilert3)-18, utilizar apenas água estéril, não inibitória e livre de oxidantes (deionizada ou da torneira). O uso de diluentes contendo tampão, solução salina ou peptona interfere no desempenho do ensaio.

O antiespumante B é uma suspensão 10% ativa de silicone solúvel em água. Coletar as amostras e entregá-las ao laboratório de acordo com a ISO 19458. Para a avaliação dos resultados, avaliar o Quanti-Tray4) ou Quanti-Tray4)/2000 após a incubação de 18 h a 22 h e considerar como reações positivas para bactérias coliformes os poços que estiverem com uma coloração amarela igual ou maior que a coloração do comparador Quanti-Tray.

Avaliar as cartelas sob luz ultravioleta (365 nm) em uma sala escura ou em uma câmara que obscureça a luz do ambiente. Considerar todos os poços amarelos que também exibirem qualquer grau de fluorescência como positivos para E. coli. Se os resultados forem ambíguos após 18 h (ou seja, se a coloração amarela for menor do que a do comparador), convém que a incubação seja estendida até 22 h. Os resultados positivos para bactérias coliformes e E. coli observados antes de 18 h de incubação, bem como resultados negativos observados após 22 h, também são válidos.

O relatório de ensaio deve conter pelo menos as seguintes informações: método de ensaio usado, juntamente com uma referência a esta parte da NBR ISO 9308; todas as informações necessárias para a identificação completa da amostra; os resultados expressos de acordo com a Seção 9; qualquer(quaisquer) ocorrência(s) particular(es) observada(s) durante o andamento da análise e qualquer(quaisquer) operação (ões) não especificadas nesta parte que possam ter influenciado os resultados. O laboratório deve ter um sistema de controle da qualidade claramente especificado para garantir que a aparelhagem, os reagentes e as técnicas sejam adequados para o ensaio. A utilização de controles positivos, controles negativos e brancos é parte do ensaio.

AWWA J100: a gestão de risco e resiliência de sistemas de água e esgoto

A AWWA J100:2021 – Risk and Resilience Management of Water and Wastewater Systems permite que os proprietários e operadores de serviços públicos de água e esgoto tomem decisões acertadas ao alocar recursos limitados para reduzir o risco e melhorar a resiliência. Essa norma define os requisitos para a análise e o gerenciamento de todos os riscos e resiliência para o setor de água e esgoto.

Ela fornece a metodologia e os recursos materiais que podem ser usados para atender a esses requisitos. Descreve e documenta um processo de identificação de risco em função das consequências, vulnerabilidades e probabilidade de ameaças feitas pelo homem, perigos naturais e perigos de dependência e proximidade. É uma nacional norte-americana, conforme designado pelo American National Standards Institute, e está sob a jurisdição da American Water Works Association (AWWA).

Essa jurisdição é exercida pelo comitê de normas de gerenciamento de risco e resiliência AWWA J100. Está alinhada com a intenção da National Homeland Security Policy, incluindo o National Infrastructure Protection Plan (NIPP), o National Incident Management System (NIMS) e o National Response Framework (NRF). Pode ser aplicada à avaliação de risco e apoiar a redução de risco e/ou melhoria de resiliência em concessionárias de água e esgoto. A metodologia J100 também pode capacitar os tomadores de decisão em uma ampla variedade de infraestruturas, outras instalações e organizações operacionais.

Conteúdo da norma

Prefácio

I Introdução ………………………………. vii

I.A Conhecimento……………………………….. vii

I.B História ……………………………………… vii

I.C Aceitação,,,,,……………………………….. xi

II Edições especiais ……………………………… xi

II.A Informações consultivas sobre a aplicação da norma………… xi

II.B Possíveis tópicos para o futuro da norma……………………. xi

II.C Designação da Lei de segurança ……………. xi

III Uso dessa norma…………………… xii

III.A Opções do comprador e alternativas ………………………….. xii

III.B Modificação da norma…………….. xii

III.C Técnica de avaliação de risco

Considerações e comentários …. xii

IV Revisões principais …………………………. xiv

V Comentários ………………………………… xv

Norma

1. Geral

1.1 Escopo e objetivo ……………………… 1

1.2 Jurisdição ………………………………… 1

1.3 Aplicação ………………………………… 2

2 Definições ……………………………….. 2

3 Referências ………………………………… 8

4 Requisitos

4.1 Caracterização de ativos …………………. 9

4.2 Caracterização da ameaça ……………….. 11

4.3 Análise de consequências …………………. 13

4.4 Análise de vulnerabilidade ………………….. 20

4.5 Análise de ameaças …………………………… 21

4.6 Análise de risco e resiliência …………. 30

4.7 Gestão de risco e resiliência …… 34

5 Controle de processo …………………………. 37

6 Verificação

6.1 Verificar as análises de risco …………………… 38

6.2 Avaliar a análise de risco …………………. 38

6.3 Processo de revisão de documentos ……………. 38

Apêndices

A Antecedentes e orientações sobre ameaças para seleção de ameaças………….. 39

B Bibliografia expandida………………. 67

As três variáveis que constituem o risco nessa formulação são todas incertas, algumas altamente incertas, mas a norma as trata como estimativas de ponto único, em vez de distribuições de probabilidade que incluem as incertezas estimadas, como seriam prescritas por especialistas contemporâneos em análise de risco. Tais distribuições seriam combinadas usando a simulação de Monte Carlo, resultando em uma distribuição de probabilidade de risco, cuja média é seu melhor descritor de resumo único, que pode ou não aproximar o produto das três variáveis, dependendo da assimetria das três distribuições.

Esta abordagem é denominada como o método da incerteza total porque resulta não apenas no risco médio, mas em uma distribuição da incerteza em torno dessa média. Embora este método mais sofisticado fosse preferido pela maioria dos especialistas em risco, o comitê decidiu usar o método de ponto único mais simples (e seguir os precedentes da NIPP e J100-10) para encorajar a aplicação de gerenciamento de risco pela maioria dos usuários em potencial, enquanto desencoraja abordagens ainda mais simples e falhas (por exemplo, aquelas que usam ordens de classificação em processos que requerem escalas de proporção).

Os usuários que desejam empregar o método da incerteza total estariam em conformidade com essa norma, desde que todas as outras condições sejam atendidas. As organizações podem começar com a abordagem de um único ponto e, com a experiência, adotar o método da incerteza total para explorar seus recursos aprimorados. As versões futuras da norma podem considerar a recomendação explícita do método de incerteza total, pelo menos como uma opção.

A consequência de perder um ativo muitas vezes depende fortemente da condição de outros ativos – ou seja, as consequências são correlacionadas. Isso é particularmente verdadeiro para sistemas como sistemas de água que têm fluxos contínuos em processos centrais. Embora esses processos tenham sido conscientemente projetados para tolerar a perda de ativos individuais sem perda séria de função, surgem situações em que dois ou mais ativos físicos são integrados por um fluxo de processos, de modo que a perda do ativo interrompe todo o fluxo ou uma parte importante do fluxo.

Em tais situações, a norma sugere combinar esses ativos em um subsistema e tratar o subsistema como um único ativo. Combinar ativos que são correlacionados porque são partes de um processo comum em subsistemas captura as probabilidades condicionais sem torná-las intelectualmente, combinatória e computacionalmente opressivas.

Os efeitos dos investimentos em água e esgoto sobre a saúde da população

Um relatório do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) avaliou os efeitos de investimentos em água e esgoto sobre a saúde da população. Na verdade, o acesso a água tratada e esgotamento sanitário é um direito humano fundamental, reconhecido pela Organização das Nações Unidas (ONU). Trata-se de um requisito para a dignidade e o desenvolvimento humano em todas as suas dimensões. Estudos variados indicam importantes efeitos do saneamento para a saúde pública, principalmente, mas também para valorização imobiliária, educação, produtividade, entre outros. Estima-se que, nos países em desenvolvimento, cada dólar investido no setor gere entre US$ 5 e US$ 28 de retorno para a economia.

Apesar dessa relevância, o Brasil tem um significativo déficit de saneamento básico, em especial quanto à cobertura de esgotamento sanitário. A média nacional dos índices de atendimento de água e esgoto são, respectivamente, 83,7% e 54,1% – dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (Snis), referentes a 2019. Esses percentuais, no entanto, escondem discrepâncias regionais. Quando se considera a região Norte, por exemplo, esses indicadores caem para 57,5% e 12,3%. No Nordeste, são 73,9% e 28,3%.

O mais recente Relatório de Avaliação de Efetividade (RAE) do BNDES investiga os efeitos de investimentos no setor sobre indicadores de saúde – em especial, investimentos em abastecimento e tratamento de água e em esgotamento sanitário financiados por instituições bancárias. Dados da Secretaria Nacional de Saneamento, do Ministério do Desenvolvimento Regional, referentes ao período 2007-2019, foram analisados e, em conjunto com dados do Datasus, confirmaram importantes efeitos sobre a saúde da população atendida, em particular para bebês de até um ano de idade.

De acordo com o recém-lançado relatório do BNDES, os municípios beneficiados com projetos de saneamento básico experimentam uma redução de até 1,1% em internações hospitalares, percentual esse que sobe para 4% quando considerados apenas bebês. As reduções mais significativas foram aquelas envolvendo doenças infecciosas, parasitárias e respiratórias – neste último caso, especialmente em relação a bebês.

Outro ponto do relatório a se destacar diz respeito à proteção que investimentos em saneamento promovem frente aos efeitos das chuvas, aspecto que ganha ainda mais relevância diante de mudanças climáticas e dos regimes de chuva mais intensos. Novamente, crianças com pouca idade são as mais beneficiadas.

A análise também confirmou que os financiamentos de longo prazo aos projetos de água e esgoto no país estão concentrados em dois bancos públicos, BNDES e Caixa Econômica Federal. Embora este percentual esteja em queda, em 2019, o crédito de ambas as instituições correspondia a quase 40% do estoque de dívidas relativas a investimentos no setor.

Dado o volume de investimentos necessários para a universalização dos serviços de saneamento básico, são necessárias outras fontes de recursos, como debêntures de mercado, que, em 2019, atingiram 27,9% do estoque da dívida. Aliás, justamente com o intuito de estimular investimentos no setor que o novo marco legal do saneamento (Lei 14.026/2020) foi promulgado. Entre outros pontos, a nova lei prevê metas de universalização a serem cumpridas até 2033.

Outras constatações são que os projetos de saneamento apoiados pelo BNDES têm maior probabilidade de sobrevivência e, entre os sobreviventes, chegaram mais frequentemente ao fim. Também que os investimentos financiados pelo Banco são maiores e têm tempo de execução menor que os demais.

REVISTA DIGITAL ADNORMAS – Edição 178 | Ano 4 | 30 Setembro 2021

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Edição 178 | Ano 4 | 30 Setembro 2021
ISSN: 2595-3362 Acessar edição
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Empresas varejistas perdem até 7% do lucro por falhas no fluxo de informações
A gestão das características do produto em sistemas espaciais
O gerenciamento do ciclo de vida do software é estratégico para os negócios
A conformidade dos sistemas de videomonitoramento em segurança
Os fatores importantes na hora de contratar uma transportadora para a indústria

A qualidade dos produtos à base de flúor no tratamento de água para consumo humano

A NBR 16967 de 07/2021 – Produtos à base de flúor – Ácido fluossilícico e fluossilicato de sódio – Aplicação em tratamento de água para consumo humano – Especificação técnica, amostragem e métodos de ensaio estabelece a especificação técnica, a amostragem e os métodos de ensaio para ácido fluossilícico e fluossilicato de sódio, para aplicação em tratamento de água para consumo humano. O ácido fluossilícico é um produto fluoretante obtido na fabricação do ácido fosfórico, ou superfosfato simples (SSP) ou superfosfato triplo (TSP) Ele possui a seguinte fórmula química básica: H2SiF6. O fluossilicato de sódio é um produto fluoretante obtido por meio da reação do ácido fluossilícico com produtos à base de sódio, como carbonato de sódio, cloreto de sódio e hidróxido de sódio. Ele possui a seguinte fórmula química básica: Na2SiF6.

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Qual deve ser o número de embalagens a serem selecionadas para amostragem?

Como deve ser executada a determinação de material suspenso?

Como deve ser feita a determinação de densidade de ácido fluossilícico – balança?

Como deve ser feita a determinação da densidade relativa de ácido fluossilícico – densímetro?

Os produtos à base de flúor podem ser apresentados no estado sólido (pó ou granulado) ou líquido. O ácido fluossilícico deve ser límpido e livre de material em suspensão. Quanto à coloração, ele pode se apresentar de incolor a âmbar.

As informações sobre o produto devem estar explicitadas em sua ficha técnica, que deve conter no mínimo nome técnico, nome comercial, identificação do fabricante, características físico-químicas, finalidade de uso e instruções para manipulação, preparo, aplicação e armazenamento. As informações de segurança, transporte, embalagem, manuseio e armazenamento devem atender à NBR 14725-4.

Os produtos à base de flúor utilizados em sistemas de tratamento de água para consumo humano devem atender, adicionalmente, à NBR 15784. As informações para identificação química dos produtos à base de flúor constam na tabela abaixo. Além disso, o produto deve atender às especificações constantes nas tabelas abaixo.

A aparelhagem usada em cada amostragem, indicada a seguir, deve estar limpa e seca, para evitar a contaminação do produto: o tubo amostrador construído em material compatível com o produto (para produto líquido); o calador construído em material compatível com o produto (para produto sólido); os béqueres em material compatível com o produto; os frascos com tampa e batoque, em material compatível com o produto; e os sacos plásticos. Os materiais como vidro, cerâmica e aço não são compatíveis com o ácido fluossilícico e fluossilicato de sódio.

Para a amostragem de produto líquido a granel (veículo-tanque), coletar a amostra no ponto de descarregamento. Drenar aproximadamente 10 L do produto pela válvula de descarga do tanque. Coletar pela válvula de descarga do tanque, com auxílio de um béquer, cerca de 500 mL do produto.

Coletar outra amostra de 500 mL pela tampa superior do tanque, com auxílio de um tubo amostrador. Transferir as amostras coletadas para um béquer e homogeneizar a amostra composta. Separar duas frações, colocando-as em frascos com tampas. Destinar uma fração para análise e manter a outra fração como contraprova.

As amostras devem ser identificadas com as seguintes informações: o nome do produto; o local e a data da amostragem; o nome do fabricante; o número da nota fiscal; o nome do coletor da amostra; o número do lote de fabricação. Para o caso de amostragem em tanque de recebimento, seguir os procedimentos estabelecidos na NBR 5764.

Para a amostragem de produto líquido embalado, deve ser coletada uma amostra composta dos lotes mediante a seleção aleatória de amostras individuais. Identificar o número de embalagens que compõem o lote a ser amostrado. Escolher aleatoriamente e identificar as embalagens a serem amostradas. Embalagens danificadas não podem ser amostradas.

Homogeneizar bem e abrir todas as embalagens selecionadas. Introduzir lentamente o tubo amostrador em cada embalagem, objetivando coletar uma amostra representativa de todo o perfil do produto. O volume total amostrado não pode ser inferior a 2 L.

Transferir as amostras coletadas em para um mesmo recipiente. Homogeneizar a amostra composta obtida e dividir em duas frações de 500 mL, colocando-as em frascos com tampas. Identificar os frascos e destinar uma fração para análise e manter a outra fração como contraprova.

Para a amostragem de produto sólido embalado, identificar o número de embalagens que compõem o lote a ser amostrado. Tomar para amostragem o número de embalagens. Embalagens danificadas não podem ser amostradas. Coletar, com auxílio de um calador, uma amostra de cada embalagem. A quantidade total amostrada não pode ser inferior a 2 kg.

Transferir as amostras coletadas para um mesmo recipiente, homogeneizar e quartear. Retirar três frações da amostra obtida, com cerca de 500 g cada, colocando-as em sacos plásticos. Identificar e destinar uma fração para análise granulométrica, outra para as demais análises e manter a terceira fração como contraprova.

REVISTA DIGITAL ADNORMAS – Edição 169 | Ano 4 | 29 JULHO 2021

Acesse a versão online: https://revistaadnormas.com.br       Revista AdNormas - Ed 169 Ano 4
Edição 169 | Ano 4 | 29 JULHO 2021
ISSN: 2595-3362 Acessar edição
Capa da edição atual
  Confira os 12 artigos desta edição:
Os métodos para a purga de poços de monitoramento de água subterrânea
A gestão dos riscos psicossociais em um sistema de SST
O que se deve fazer para uma melhor gestão dos serviços na nuvem
A operação segura e ambientalmente adequada dos postos de combustíveis
Os perigos das máquinas florestais autopropelidas

O Brasil no programa Artemis da Nasa Target Adnormas
A inspeção de concentrados de cobre, chumbo, zinco e níquel
O controle de peso na construção de estruturas oceânicas de petróleo
A importância da certificação HIMSS na digitalização da saúde
A automação como meio para aumentar a competitividade
A aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) na prática
A amostragem das matérias primas dos produtos refratários

Os parâmetros da tubulação plástica subterrânea para esgoto

A NBR ISO 21138-1 de 06/2021 – Sistemas de tubulação plástica subterrânea não pressurizada para drenagem e esgoto – Sistemas de tubulação com parede estruturada de policloreto de vinila não plastificado (PVC-U), polipropileno (PP) e polietileno (PE) – Parte 1: Especificação de materiais, junto com a NBR ISO 21138-2 e NBR ISO 21138-3, estabelece as definições e os requisitos para tubos e conexões para sistemas enterrados e não pressurizados de tubulações estruturadas em policloreto de vinila não plastificado (PVC-U), polipropileno (PP) e polietileno (PE), para aplicação em drenagem e esgoto. Os tubos, as conexões e o sistema de acordo com este documento também podem ser utilizados para a drenagem de estradas e de água de superfície. Abrange uma faixa de dimensões de tubos e conexões, materiais, construções de tubos e rigidez anelar nominal, e fornece recomendações sobre cores. É responsabilidade do comprador ou projetista/especificador fazer as seleções apropriadas destes aspectos, considerando os seus requisitos específicos e as práticas ou códigos de instalação.

Em conjunto com as NBR ISO 21138-2 e NBR ISO 21138-3, este documento é aplicável aos tubos e conexões com parede estruturada, suas juntas e uniões com componentes de outros plásticos e materiais não plásticos. É aplicável aos tubos e conexões com ou sem bolsa integrada, com juntas por anel de vedação elastomérico, bem como às juntas soldadas ou obtidas por fusão. Os tubos, as conexões e outros componentes, em conformidade com as normas de produtos plásticos indicadas na Bibliografia, podem ser utilizados com os tubos e conexões em conformidade com este documento, quando estiverem em conformidade com os requisitos dimensionais das juntas, dados nas NBR ISO 21138-2 e NBR ISO 21138-3, e com os requisitos de desempenho especificados na Seção 9. Para dimensões maiores que DN/DE 1.200 ou DN/DI 1.200, este documento pode servir como orientação quanto à aparência, cor, características físicas e mecânicas, bem como requisitos de desempenho.

A NBR ISO 21138-2 de 06/2021 – Sistemas de tubulação plástica subterrânea não pressurizada para drenagem e esgoto – Sistemas de tubulação com parede estruturada de policloreto de vinila não plastificado (PVC-U), polipropileno (PP) e polietileno (PE) – Parte 2: Tubos e conexões com a superfície externa lisa, junto com a NBR ISO 21138-1, estabelece as definições e os requisitos para tubos com as superfícies externa e interna lisas (Tipo A), e conexões para sistemas enterrados e não pressurizados, de tubulações estruturadas em policloreto de vinila não plastificado (PVC-U), polipropileno (PP) e polietileno (PE), para aplicação em drenagem e esgoto. Os tubos, as conexões e o sistema de acordo com este documento também podem ser utilizados para a drenagem de estradas e de água de superfície. Este documento especifica os métodos de ensaio e parâmetros de ensaio.

Abrange uma faixa de dimensões de tubos e conexões, materiais, construções de tubos e rigidez anelar nominal, e fornece recomendações sobre cores. É responsabilidade do comprador ou projetista/especificador fazer as seleções apropriadas destes aspectos, considerando os seus requisitos específicos e as práticas ou códigos de instalação. Em conjunto com a NBR ISO 21138-1, este documento é aplicável aos tubos e conexões com parede estruturada, suas juntas e uniões com componentes de outros plásticos e materiais não plásticos.

É aplicável aos tubos e conexões com ou sem bolsa integrada, com juntas de vedação com anel elastomérico, bem como às juntas soldadas ou obtidas por fusão. Para dimensões maiores que DN/DE 1.200 ou DN/DI 1.200, este documento pode servir como orientação geral quanto à aparência, cor, características físicas e mecânicas, bem como requisitos de desempenho.

A NBR ISO 21138-3 de 06/2021 – Sistemas de tubulação plástica subterrânea não pressurizada para drenagem e esgoto – Sistemas de tubulação com parede estruturada de policloreto de vinila não plastificado (PVC-U), polipropileno (PP) e polietileno (PE) – Parte 3: Tubos e conexões com a superfície externa lisa, junto com a NBR ISO 21138-1, estabelece as definições e os requisitos para tubos com a superfície externa não lisa e a superfície interna lisa (Tipo B), e conexões para sistemas enterrados e não pressurizados, de tubulações estruturadas em policloreto de vinila não plastificado (PVC-U), polipropileno (PP) e polietileno (PE), para aplicação em drenagem e esgoto. Os tubos, as conexões e o sistema de acordo com este documento, também podem ser utilizados para a drenagem de estradas e de água de superfície.

Este documento especifica os métodos de ensaio e parâmetros de ensaio. Este documento abrange uma faixa de dimensões de tubos e conexões, materiais, construções de tubos, rigidez anelar nominal, e fornece recomendações sobre cores. É responsabilidade do comprador ou projetista/especificador fazer as seleções apropriadas destes aspectos, considerando os seus requisitos específicos e as práticas ou códigos de instalação. Em conjunto com a NBR ISO 21138-1, este documento é aplicável aos tubos e conexões com parede estruturada, suas juntas e uniões com componentes de outros plásticos e materiais não plásticos.

É aplicável aos tubos e conexões com ou sem bolsa integrada, com juntas de vedação com anel elastomérico, bem como às juntas soldadas ou obtidas por fusão. Os tubos, as conexões e outros componentes em conformidade com qualquer uma das normas de produtos plásticos referenciadas na Seção 2, podem ser utilizados com os tubos e conexões em conformidade com este documento, quando estiverem em conformidade com os requisitos dimensionais das juntas dados na NBR ISO 21138-2 ou na NBR ISO 21138-3 (este documento), e aos requisitos de desempenho fornecidos na Seção 10. Para dimensões maiores que DN/DE 1.200 ou DN/DI 1.200, este documento pode servir como orientação geral quanto à aparência, cor, características físicas e mecânicas, bem como requisitos de desempenho.

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Qual é a relação entre o critério de desempenho do sistema e as características ensaiadas?

Quais são as características dos materiais?

Quais são as características do material de PP dos tubos e conexões injetadas?

Quais são as características do material de PE dos tubos e conexões injetadas?

Quais são as características do material de PVC-U dos tubos e das conexões injetadas?

Quais são as características do material de PP dos tubos e conexões injetadas?

O material deve ser um dos especificados nos Anexos pertinentes da NBR ISO 21138-2 e/ou da NBR ISO 21138-3. As informações sobre as características gerais do material são fornecidas no Anexo A. É permitido que os anéis de vedação sejam retidos utilizando componentes fabricados de outros polímeros que não PVC-U, PP ou PE.

O material do anel de vedação deve estar em conformidade com a EN 681-1, EN 681-2 ou EN 681-4, conforme a aplicação. O anel de vedação não pode provocar efeitos prejudiciais sobre as propriedades dos componentes individuais. Quando forem usadas juntas soldadas ou obtidas por fusão, devem ser seguidas as orientações do fabricante.

As designações de construções das paredes, incluindo desenhos esquemáticos e exemplos de métodos típicos de união, são dadas na ABNT NBR ISO 21138-2 para os tubos Tipo A (lisos por dentro e por fora) e na NBR ISO 21138-3 para os tubos Tipo B (lisos por dentro e estruturados por fora). As camadas internas e externas dos tubos e conexões devem apresentar coloração uniforme. As camadas externas dos tubos e das conexões devem ser preferencialmente pretas, ocres (aproximadamente RAL 8023 ou cinza (aproximadamente RAL 7037. Outras cores podem ser utilizadas. Este documento especifica as seguintes dimensões nominais, tabela abaixo. Outras dimensões são permitidas.

Este documento é aplicável aos seguintes tipos de conexões. Outros modelos de conexões, incluindo todas as bolsas e todas as pontas, são permitidos. Curvas, com ângulo suave ou reto. Os ângulos nominais preferenciais, α, são os seguintes: 15°, 22,5°, 30°, 45° e entre 87,5° e 90°. Os ângulos nominais preferenciais, α, são 45°e entre 87,5° e 90°. O ângulo nominal preferencial, α, para derivação em sela é de 45°. Quando (dn²/dn¹) ≤ 2/3, o ângulo nominal, α, pode ser de 90°.

Os tubos flexíveis instalados no solo defletem durante a instalação, devido às forças exercidas sobre eles, bem como após a instalação, devido à acomodação do solo. A deflexão total alcançada após a instalação depende, em grande parte, da qualidade da mão de obra e, em menor medida, da rigidez do tubo. A escolha da rigidez anelar nominal (SN) pode ser feita com base nas seguintes situações de referência existentes: a mesma classe de tubo utilizada sob condição semelhante ou mais severa; o gráfico de projeto e o projeto estrutural (ver Anexo C).

Segundo a parte 2, o material deve ser um dos seguintes: policloreto de vinila não plastificado (PVC-U), polipropileno (PP) ou polietileno (PE), aos quais são adicionados os aditivos necessários para facilitar a fabricação dos componentes em conformidade com este documento, incluindo os anexos pertinentes. A matéria-prima deve ser o policloreto de vinila não plastificado (PVC-U), ao qual são adicionados os aditivos necessários para facilitar a fabricação dos componentes, em conformidade com os requisitos deste documento (ver também o Anexo A).

Informações adicionais sobre as características do material de PVC-U ou dos componentes fabricados são fornecidos na NBR ISO 21138-1:2021, Anexo A. Quando ensaiado de acordo com o método de ensaio especificado na tabela abaixo, utilizando os parâmetros indicados, o material deve ter características em conformidade com os requisitos fornecidos na tabela abaixo.

Para a utilização de materiais de PVC-U não virgens, as condições e os requisitos são fornecidos no Anexo B, e o material não virgem deve estar em conformidade com a caracterização especificada na EN 15346. O Anexo G fornece orientações sobre as possibilidades de uso de materiais reprocessados e reciclados.

O material-base deve ser o polipropileno (PP), ao qual são adicionados aditivos necessários para facilitar a fabricação dos componentes, em conformidade com os requisitos deste Documento (ver também o Anexo C). Informações adicionais sobre as características do material de PP ou dos componentes fabricados são fornecidas na NBR ISO 21138-1:2021, Anexo A.

De acordo com a parte 3, o material deve ser um dos seguintes: policloreto de vinila não plastificado (PVC-U), polipropileno (PP) ou polietileno (PE) aos quais são adicionados os aditivos necessários para facilitar a fabricação dos componentes, em conformidade com este documento, incluindo os anexos pertinentes. Os tubos espirais do Tipo B podem incluir um perfil de reforço (ver figura abaixo) feito com outros polímeros diferentes do PVC-U, PP ou PE.  Os tubos com construção de parede em espiral podem incluir um componente de vedação contínuo em conformidade com a EN 681-1, EN 681-2 ou EN 681-4, conforme aplicável, ou um adesivo contínuo em conformidade com os adesivos para PVC-U.

A matéria-prima deve ser o PVC-U, ao qual são adicionados os aditivos que são necessários para facilitar a fabricação dos componentes conforme os requisitos deste documento (ver também Anexo A). Informações adicionais sobre as características do material de PVC-U ou dos componentes fabricados são fornecidos na NBR ISO 21138-1:2021, Anexo A.

Para a utilização de materiais de PVC-U não virgens, as condições e os requisitos são fornecidos no Anexo B, e o material não virgem deve estar em conformidade com a caracterização especificada na EN 15346. O Anexo G fornece orientações sobre as possibilidades de uso de materiais reprocessados e reciclados.

O material-base deve ser o PP, ao qual são adicionados aditivos necessários para facilitar a fabricação dos componentes, em conformidade os requisitos deste documento (ver também o Anexo C). Informações adicionais sobre as características do material de PP ou dos componentes fabricados são fornecidas na NBR ISO 21138-1:2021, Anexo A.

Os materiais para tubos e conexões para juntas soldadas ou obtidas por fusão devem ser designados pelas seguintes classes do IF: Classe A: IF ≤ 0,3 g/10 min; Classe B: 0,3 g/10 min < IF ≤ 0,6 g/10 min; Classe C: 0,6 g/10 min < IF ≤ 0,9 g/10 min; e Classe D: 0,9 g/10 min < IF ≤ 1,5 g/10 min. No caso em que a matéria-prima, devido à sua tolerância do IF, puder ser enquadrada em duas classes adjacentes, o fabricante dos componentes pode marcar a classe do IF do produto como a seguir: para valor de IF entre A e B, é permitido classificar como Classe A; para valor de IF entre B e C, é permitido classificar como Classe C; para valor do IF entre C e D, é permitido classificar como Classe D.

Para a utilização de materiais de PP não virgens, as condições e os requisitos são fornecidos no Anexo D, e os materiais não virgens devem estar em conformidade com a caracterização especificada na EN 15345. Os materiais reciclados de origem externa, de PE, provenientes de conexões rotomoldadas, abrangidos ou não por especificação acordada; outros componentes rotomoldados, abrangidos por especificação acordada que estão disponíveis em quantidade e a intervalos de tempo pertinentes, são permitidos para serem adicionados com o material virgem ou com material reprocessado do próprio fabricante, para a produção de conexões rotomoldadas, desde que estes atendam a todas as condições descritas a seguir.

Podem ser utilizados em até 5%, em fração de massa e quando estes materiais forem utilizados, a produção deve ser considerada pelo menos um lote e deve ser ensaiada como tal. Quando determinado de acordo com a Tabela F.1 disponível na norma, o índice de fluidez do material não pode apresentar desvio maior que 20% em relação ao valor do material virgem.

Quando determinada de acordo com a Tabela F.1 (na norma), a densidade do material não pode ser menor que a do material virgem; o material deve estar limpo e livre de contaminação visível e o material do produto final deve estar em conformidade com os requisitos especificados nessa norma e no Anexo E. A quantidade real de material reciclado de origem externa, adicionada em cada lote de produção, deve ser registrada pelo fabricante da conexão.

REVISTA DIGITAL ADNORMAS – Edição 151 | Ano 3 | 25 de Março 2021

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Edição 151 | Ano 3 | 25 de Março 2021
ISSN: 2595-3362
 

Confira os 12 artigos desta edição:

 

AWWA C229: os revestimentos de polietileno em tubos de aço para água

Essa norma, editada em 2020 pela American Water Works Association (AWWA), descreve os materiais e os requisitos de aplicação para revestimento de polietileno ligado por fusão (fusion-bonded polyethylene – FBPE) aplicado em fábrica no exterior de tubos e conexões de água de aço. As normas de revestimento de tubos de aço da AWWA são descritas e baseadas na temperatura de serviço da água potável.

A AWWA C229:2020 – Fusion-Bonded Polyethylene Coatings for Steel Water Pipe and Fittings descreve os materiais e os requisitos de aplicação para revestimento de polietileno ligado por fusão (fusion-bonded polyethylene – FBPE) aplicado em fábrica no exterior de tubos e conexões de água de aço. As normas de revestimento de tubos de aço da AWWA são descritas e baseadas na temperatura de serviço da água potável. Deve-se consultar os fabricantes para condições e limitações.

O objetivo desta norma é fornecer os requisitos mínimos para o revestimento FBPE para tubos e conexões de aço para água, incluindo material, aplicação, inspeção, ensaio, marcação, manuseio e requisitos de embalagem. Esta norma pode ser referenciada em documentos usados como guia para aplicação, inspeção e ensaio de revestimento FBPE. Os requisitos desta norma aplicam-se quando este documento for referenciado e, então, apenas ao revestimento FBPE usado para tubos de aço para água.

Conteúdo da norma

Prefácio

I Introdução ………………………………. ix

I.A Conhecimento……………………………….. ix

I.B História ……………………………………… ix

Aceitação I.C ………………………………… ix

II Edições especiais ……………………………… x

II.A Informações consultivas sobre o produto

Aplicativo ………………………….. x

III Uso desta norma…………………… xi

III.A opções do comprador e alternativas………… xi

IV Revisões principais ………………………….. xi

V Comentários ………………………………… xii

Norma

1 Geral

1.1 Escopo ……………………………………….. 1

1.2 Objetivo …………………………………….. 1

1.3 Aplicação ………………………………… 2

2 Referências ………………………………… 2

3 Definições ……………………………….. 3

4 Requisitos

4.1 Equipamento ………………………………… 4

4.2 Materiais e mão de obra …………. 4

4.3 Sistema de revestimento ………………………….. 4

4.4 Preparação da superfície ……………………… 5

4.5 Aplicação do revestimento ……………………. 6

4.6 Acessórios de revestimento e especiais ………… 7

4.7 Reparo do revestimento …………………………… 8

4.8 Juntas de campo – soldadas e não soldadas…………8

4.9 Procedimentos de campo …………………………. 9

5 Verificação

5.1 Pré-qualificação de materiais de revestimento … 9

5.2 Requisitos do sistema de revestimento …… 9

5.3 Garantia de qualidade e registros …….. 12

5.4 Inspeção e ensaio pelo comprador………………… 12

5.5 Requisitos de controle de qualidade do sistema de revestimento aplicado …………. 12

5,6 Rejeição …………………………………… 14

6 Entrega

6.1 Marcação ……………………………………. 14

6.2 Embalagem e envio ………………. 14

6.3 Declaração de conformidade ………………. 15

Tabelas

1 Propriedades do material de revestimento ………. 5

2 Requisitos de pré-qualificação do sistema de revestimento……………….. 5

3 Requisitos de controle de qualidade do sistema de revestimento aplicado …………. 7