Os sistemas eletrônicos e de automação para residências e/ou edificações

A série NBR IEC 63044 de 11/2020 – Sistemas eletrônicos para residências e edificações (HBES) e sistemas de automação e controle de edificações (BACS) define os requisitos aplicáveis a todos os sistemas eletrônicos para residências e/ou edificações (HBES) e aos sistemas de automação e controle de edificações (BACS), bem como especifica os requisitos gerais referentes a estes sistemas de produtos. 

A NBR IEC 63044-1 de 11/2020 – Sistemas eletrônicos para residências e edificações (HBES) e sistemas de automação e controle de edificações (BACS) – Parte 1: Requisitos gerais é aplicável a todos os sistemas eletrônicos para residências e/ou edificações (HBES) e aos sistemas de automação e controle de edificações (BACS), bem como especifica os requisitos gerais referentes a estes sistemas de produtos. É aplicável (mas não limitado) a estações de operação e outros dispositivos de interface homem-sistema, dispositivos para as funções de gestão, dispositivos de comando, estações de automação e controladores específicos para uma aplicação, dispositivos de campo e suas interfaces, e cabeamento e interconexão dos dispositivos utilizados na rede HBES/BACS dedicada. Fornece uma visão de conjunto da série NBR IEC 63044. Para permitir a integração de um amplo espectro de aplicações, a série NBR IEC 63044 abrange os seguintes elementos: segurança elétrica, segurança funcional, condições ambientais, requisitos de EMC e as regras e topologias de instalação e de cabeamento. A NBR IEC 63044 é uma série de normas de família de produtos.

A NBR IEC 63044-3 de 11/2020 – Sistemas eletrônicos para residências e edificações (HBES) e sistemas de automação e controle de edificações (BACS) – Parte 3: Requisitos de segurança elétrica fornece os requisitos de segurança elétrica relativos à rede HBES/BACS, além das normas de segurança de produtos aplicáveis aos dispositivos HBES/BACS. Também é aplicável aos dispositivos utilizados em uma rede HBES/BACS para os quais não existe uma norma de segurança de produto HBES/BACS específica. Adicionalmente, especifica os requisitos de segurança relativos à interface dos equipamentos destinados a serem conectados a uma rede HBES/BACS. Não é aplicável às interfaces com outras redes.

Uma rede TIC dedicada, abrangida pela IEC 62949, é um exemplo de outras redes. Este documento é aplicável a: estações de operação e outros dispositivos de interface homem-sistema, dispositivos para as funções de gestão, dispositivos de comando, estações de automação e controladores específicos para uma aplicação, dispositivos de campo e suas interfaces, e cabeamento e interconexão dos dispositivos utilizados na rede HBES/BACS dedicada. Este documento abrange os requisitos e critérios de conformidade a seguir: proteção contra os perigos no dispositivo; proteção contra as sobretensões na rede; proteção contra a corrente de toque; proteção contra os perigos provocados por diferentes tipos de circuitos; proteção do cabeamento de comunicação contra as temperaturas excessivas provocadas por uma corrente excessiva.

A NBR IEC 63044-5-1 de 11/2020 – Sistemas eletrônicos para residências e edificações (HBES) e sistemas de automação e controle de edificações (BACS) – Parte 5-1: Requisitos gerais de EMC, condições e montagem de ensaios é uma norma da família de produtos que estabelece o nível mínimo de desempenho EMC para a rede HBES/BACS, além das normas EMC de produtos aplicáveis aos dispositivos HBES/BACS. A NBR IEC 63044-5-2 de 11/2020 – Sistemas eletrônicos para residências e edificações (HBES) e sistemas de automação e controle de edificações (BACS) – Parte 5-2: Requisitos EMC para HBES/BACS a serem utilizados nos ambientes residenciais, comerciais e industriais leves especifica os requisitos EMC para HBES/BACS a serem instalados em ambientes residenciais, comerciais e industriais leves, de acordo com a definição indicada na IEC 61000-6-1. A NBR IEC 63044-5-3 de 11/2020 – Sistemas eletrônicos para residências e edificações (HBES) e sistemas de automação e controle de edificações (BACS) – Parte 5-3: Requisitos EMC para HBES/BACS a serem utilizados em ambientes industriais especifica os requisitos EMC para os HBES/BACS a serem instalados em ambientes industriais, de acordo com a definição indicada na IEC 61000-6-2.

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Quais são as aplicações e dos grupos de aplicações de serviços relativos aos sistemas HBES/BACS?

Como deve ser feita a proteção contra corrente de toque?

Como evitar o somatório das correntes de toque?

Como deve ser executada a proteção do cabeamento de comunicação contra temperaturas excessivas?

Quais são os requisitos de imunidade EMC para as portas de rede HBES/BACS?

A IEC 63044-2 fornece as condições ambientais para todos os dispositivos conectados aos sistemas HBES/BACS e define os requisitos gerais para os dispositivos que funcionam em locais protegidos contra as intempéries, ambientes marinhos, durante o uso portátil, bem como durante o armazenamento e transporte. A NBR IEC 63044-3 fornece os requisitos de segurança elétrica relativos à rede HBES/BACS, adicionalmente às normas de segurança de produtos aplicáveis aos dispositivos HBES/BACS. Também é aplicável aos dispositivos utilizados em uma rede HBES/BACS, para a qual não existe uma norma específica de segurança de produto HBES/BACS.

Adicionalmente, a NBR IEC 63044-3 especifica os requisitos de segurança relativos à interface dos equipamentos destinados a serem conectados a uma rede HBES/BACS. Ela não é aplicável a outras interfaces com outras redes. Um exemplo de outras redes é uma rede TIC dedicada, abrangida pela IEC 62949.

A IEC 63044-4 define os requisitos relativos à segurança funcional, aplicáveis aos produtos e sistemas HBES/BACS. Os requisitos também podem ser aplicáveis às funções distribuídas de qualquer equipamento conectado em um sistema de automação de residências ou de edificações, se não existir uma norma de segurança funcional específica para este equipamento ou este sistema. A IEC 63044-4 não especifica os requisitos de segurança funcional para os sistemas relacionados à segurança.

Esta norma da família de produtos define o nível mínimo de desempenho EMC para a rede HBES/BACS, adicionalmente às normas EMC de produtos aplicáveis aos dispositivos HBES/BACS. Ela também é aplicável aos dispositivos utilizados em uma rede HBES/BACS, para a qual não existe uma norma EMC específica de produto HBES/BACS específica.

Adicionalmente, a IEC 63044-5 especifica os requisitos EMC para a interface dos equipamentos destinados a serem conectados a uma rede HBES/BACS. Ela não é aplicável às interfaces com outras redes. A NBR IEC 63044-5-1 fornece os requisitos de desempenho gerais e as montagens de ensaio. A NBR IEC 63044-5-2 especifica os requisitos EMC relativos aos sistemas HBES/BACS a serem instalados em um ambiente residencial, comercial e industrial leve, de acordo com a definição indicada na IEC 61000-6-1.

A NBR IEC 63044-5-3 especifica os requisitos EMC relativos aos sistemas HBES/BACS a serem instalados em um ambiente industrial, de acordo com a definição indicada na IEC 61000-6-2. A expressão ambiente industrial abrange os locais de escritório que podem estar presentes em edificações industriais. Os sistemas de automação industrial não se enquadram no escopo da NBR IEC 63044-5-3.

A IEC 63044-6 especifica os requisitos HBES específicos adicionais, referentes às regras gerais para o planejamento e a instalação dos sistemas HBES/BACS. As redes elétricas não se enquadram no escopo da IEC 63044-6. A tabela abaixo fornece uma visão geral dos sistemas eletrônicos para residências e edificações (HBES) e para os sistemas de automação e controle de edificações (BACS).

Pode-se acrescentar que a Série NBR IEC 63044 trata do desenvolvimento e dos ensaios dos sistemas eletrônicos para residências e edificações (HBES) e dos sistemas de automação e controle de edificações (BACS). Este documento trata dos requisitos de segurança elétrica para os HBES/BACS. Este documento é baseado na filosofia de que um dispositivo considerado eletricamente seguro, de acordo com uma norma de segurança de produto apropriado, também permanece seguro quando for conectado a uma rede.

Este documento especifica, adicionalmente à norma do produto específico, os requisitos de segurança elétrica necessários para que um dispositivo HBES/BACS conectado a uma rede permaneça seguro nas condições normais e de primeira falta da rede HBES/BACS e, ao mesmo tempo, nas condições normais e condições de primeira falta de um ou mais dispositivos HBES/BACS conectados à rede HBES/BACS.

Esta disposição compreende a proteção contra as sobretensões na rede, a proteção contra os perigos provocados pela conexão de diferentes tipos de circuito, a limitação da corrente de toque a uma rede e a proteção do cabeamento de comunicação contra as temperaturas excessivas. A rede HBES/BACS corresponde a qualquer interconexão entre os produtos HBES/BACS. As redes HBES/BACS podem ser uma rede TIC com as interfaces classificadas de acordo com a IEC 62949, ou uma rede dedicada classificada como um circuito de alimentação principal, ELV, FELV, SELV ou PELV.

Para os produtos HBES/BACS conectados a uma rede TIC, os requisitos da IEC 62949 são aplicáveis. Para os produtos HBES/BACS conectados a uma rede HBES/BACS dedicada, os requisitos relativos à separação elétrica entre o dispositivo e o circuito da rede são especificados (ver a tabela acima). Estas especificações das separações elétricas seguem o princípio das publicações básicas de segurança das IEC 60664-1 e IEC 61140, juntamente com os requisitos de instalação da IEC 60364. Os compromissos descritos a seguir são utilizados.

De acordo com os princípios da IEC 60664-1, a tensão de impulso nominal para a separação deve ser a mais elevada da tensão de impulso na rede e da tensão de impulso nominal do circuito do dispositivo a ser conectado à rede. As categorias de sobretensão consideradas pela IEC 60664-1 se referem às sobretensões provenientes diretamente da rede elétrica principal pela alimentação.

As sobretensões provenientes de outras fontes (por exemplo, por acoplamentos capacitivos) não são especificadas na IEC 60664-1. A IEC 60664-1 recomenda que as comissões de estudos especifiquem as categorias de sobretensão ou as tensões de impulso nominais, conforme apropriado. Para os objetivos deste documento, as seguintes tensões de impulso foram especificadas.

Para as redes com separação galvânica da rede elétrica principal (circuito FELV, SELV ou PELV), a sobretensão de impulso proveniente do lado da rede da separação foi limitada a 2,5 kV para as redes instaladas de maneira permanente e a 1,5 kV para as redes destacáveis. Todos os sistemas HBES/BACS, as mídias e os dispositivos, bem como a sua instalação, devem assegurar um funcionamento seguro por uma proteção contra os perigos mecânicos, químicos, ambientais e outros perigos, e uma proteção contra os choques elétricos, queimaduras e incêndio, durante uma utilização normal, assim como nas condições anormais especificadas.

O conjunto dos sistemas HBES/BACS, as mídias e os dispositivos, bem como a sua instalação, devem assegurar um funcionamento seguro por uma proteção contra os choques elétricos, queimaduras e incêndio, durante uma utilização normal, assim como nas condições de primeira falta. Para os produtos conectados a uma rede HBES/BACS dedicada, conforme classificada, a proteção contra os choques elétricos é aplicável. A tabela abaixo especifica a separação elétrica requerida entre o circuito do dispositivo e o circuito da rede HBES/BACS, e se eles são aplicáveis adicionalmente à norma do produto.

A tabela abaixo também pode ser utilizada como guia para a separação entre os diferentes circuitos no interior de um dispositivo, caso a norma do produto aplicável não especifique estes requisitos. As informações aplicáveis relativas à classificação de segurança das portas de acesso (categoria de sobretensão e tipo de circuito) e todas as restrições aplicáveis (por exemplo, a topologia da rede) devem ser mencionadas na documentação do fabricante.

IEC 60352-5: os requisitos das conexões sem solda ou de pressão

Essa norma, editada pela International Electrotechnical Commission (IEC) em 2020, é aplicável a conexões sem solda para uso em equipamentos e componentes elétricos e eletrônicos. A conexão de pressão consiste em uma terminação com uma zona de pressão adequada que é inserida em um orifício de uma placa. As informações sobre materiais e dados da experiência industrial estão incluídas além dos procedimentos de ensaio para fornecer conexões eletricamente estáveis sob condições ambientais especificadas.

A IEC 60352-5:2020 – Solderless connections – Part 5: Press-in connections – General requirements, test methods and practical guidance é aplicável a conexões sem solda ou de pressão para uso em equipamentos e componentes elétricos e eletrônicos. A conexão de pressão consiste em uma terminação com uma zona de pressão adequada que é inserida em um orifício de uma placa. As informações sobre materiais e dados da experiência industrial estão incluídas além dos procedimentos de ensaio para fornecer conexões eletricamente estáveis sob condições ambientais especificadas.

O objetivo deste documento é determinar a adequação das conexões de pressão sob condições mecânicas, elétricas e atmosféricas, conforme especificado pelo fabricante da terminação de pressão, e fornecer um meio de comparar os resultados dos ensaios quando as ferramentas usadas para fazer as conexões são de diferentes designs ou fabricação. Esta quinta edição cancela e substitui a quarta edição publicada em 2012. Esta edição constitui uma revisão técnica.

Assim, inclui algumas alterações significativas em relação à edição anterior. Foi revisado o escopo removendo a expressão … equipamentos de telecomunicações e em dispositivos eletrônicos que empregam técnicas semelhantes e substituindo-a por … equipamentos e componentes elétricos e eletrônicos no primeiro parágrafo. Foi adicionado os termos e definições para placa, orifício e placa de metal para reconhecer que as terminações prensadas estão sendo usadas em muitos materiais de cartão não impressos.

Foram feitas algumas alterações editoriais para esclarecer a diferença entre os dois cronogramas de provas para qualificação e aplicação e realizada uma modificação do limite superior da espessura do cobre do furo passante para refletir as tendências reais do mercado e práticas de fabricação. Foi removido o ensaio de flexão, pois ele é muito específico para aplicações de tecnologia de pressão não mais comuns.

Foram adicionados gráficos para documentar a força de pressão para dentro e para fora, uma vez que esta é uma prática de ensaio comum e fornece uma visão mais detalhada do desempenho mecânico da zona de contato. Foi estabelecida uma redução do número de corpos-de-prova necessários, visto que no esquema do ensaio anterior muitos corpos-de-prova eram descartados. Houve uma nova redação em 4.5 para terminações trincadas e tortas e a Figura 7b foi adicionada para mostrar os locais de conexão V e A quando a terminação de pressão não se projeta através do lado inferior da placa.

Conteúdo da norma

PREFÁCIO…………………… 4

INTRODUÇÃO……………… 6

1 Escopo………………………. 7

2 Referências normativas…… 7

3 Termos e definições……… 8

4 Requisitos………….. 10

4.1 Geral…………… 10

4.2 Ferramentas……………… 10

4.2.1 Geral…………….. 10

4.2.2 Avaliação de ferramentas…………. 10

4.3 Terminações de pressão………………… 10

4.3.1 Materiais……………….. 10

4.3.2 Dimensões da zona de pressão…………………….. 10

4.3.3 Acabamentos da superfície ……………………….. 10

4.4 Placas de ensaio………………………… 11

4.4.1 Geral………………………… 11

4.4.2 Materiais…………. ……. 11

4.4.3 Espessura das placas de ensaio………………. 11

4.4.4 Furo………………………………. 11

4.4.5 Furo de passagem………………..12

4.5 Conexões de pressão……………….. 13

4.6 Especificação do fabricante ………… 14

5 Ensaios………………………………. 15

5.1 Observações gerais……………… … 15

5.1.1 Geral………….. ……… 15

5.1.2 Condições padrão para ensaio ……….. 15

5.1.3 Montagem das amostras………………………… 15

5.2 Métodos de ensaio e medição………………….. 16

5.2.1 Exame geral ……………………..16

5.2.2 Ensaios mecânicos ………………… 16

5.2.3 Medições de resistência de contato…………… 19

5.2.4 Ensaios climáticos………………………………… 20

5.3 Cronogramas de ensaio……………….. 21

5.3.1 Geral…………………………… ……… 21

5.3.2 Cronograma de ensaio de qualificação………………… 21

5.3.3 Fluxograma………………… 23

5.3.4 Cronograma de ensaio de aplicativo …………………. 24

5.4 Relatório de ensaio …………………….. ……….. 25

5.4.1 Relatório de ensaio de qualificação…………………… 25

5.4.2 Relatório de ensaio de aplicação……………………….. 26

Anexo A (informativo) Orientação prática………………….. 27

A.1 Geral…………………………… 27

A.2 Capacidade de condução de corrente …………………. 27

A.3 Informação da ferramenta ………… …… 27

A.3.1 Ferramenta de inserção de terminação……………….. 27

A.3.2 Bloco de suporte ………………………………. 27

A.3.3 Ferramenta de remoção de terminação…………………… 28

A.4 Informações para terminação e conexões de pressão…………. 28

A.4.1 Geral………………………. 28

A.4.2 Recursos de projeto………………………….. 28

A.4.3 Materiais e acabamentos de superfície……………………. 29

A.4.4 Terminações de pressão com elementos de contato do conector……………….. 29

A.5 Informações do cartão impresso ……………………………… 29

A.5.1 Geral……………………… ……… 29

A.5.2 Furo de passagem ……………………….. 30

A.5.3 Dimensionamento do furo …………………….. 30

A.5.4 Fabricação do furo, exemplo com furação para FR4…………….. 31

A.5.5 Fabricação do orifício com materiais diferentes de FR4……………… 31

A.6 Informações de conexão de entrada ……………………. 31

A.6.1 Geral…………… ……… 31

A.6.2 Conexão de pressão………………………………. 31

A.6.3 Reparo de conexões de pressão……………… 32

A.6.4 Combinação de conexões de pressão e conexões soldadas…………. 33

A.6.5 Efeitos de corrosão eletrolítica bimetálica………….. 33

Bibliografia………………………… 34

Essa parte inclui requisitos e ensaios relevantes (normativos), bem como uma orientação prática no Anexo A (informativo) para conexões de pressão. Dois cronogramas de ensaio são fornecidos. O cronograma de ensaio de qualificação se aplica a conexões individuais de pressão para demonstrar a adequação da zona de pressão.

Essas conexões de pressão são ensaiadas de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante da terminação de pressão (ver 4.6) levando em consideração os requisitos da Cláusula 4. A qualificação é independente da aplicação da zona de pressão em um componente.

O cronograma de ensaio de aplicação se aplica a conexões de pressão que fazem parte de um componente e já estão qualificadas para o cronograma de ensaio de qualificação. As sequências de ensaio enfocam o desempenho da conexão de pressão que é afetada pela implementação em um componente.

Os requisitos e ensaios se aplicam a todos os elementos envolvidos na fabricação de uma conexão de pressão: a terminação de pressão, que pode ser parte de um componente (por exemplo, um conector multipolar); a placa, a placa impressa ou MID (dispositivo de interconexão moldado) – (dimensões dos orifícios de passagem) para os quais a terminação é adequada; e a (s) ferramenta (s) necessária (s) para produzir a conexão de pressão. Como o fabricante da terminação de pressão deve fornecer a parte principal das informações necessárias para a qualificação, a palavra fabricante é usada em todo este documento para simplificar e indicar o fabricante da terminação de pressão.

Os fabricantes dos outros itens que desempenham um papel na qualificação das conexões de pressão são especificados, se necessário, como o fabricante da placa ou fabricante da (s) ferramenta (s). A orientação prática no Anexo A (informativo) serve como um guia para o acabamento exigido em 4.1. Chama-se a atenção para o fato de que algumas indústrias (por exemplo, automotiva, aeronáutica e aeroespacial, nuclear, militar) podem ter padrões de mão de obra e/ou qualidade específicos para determinados requisitos, que estão fora do escopo deste documento. O Guia IEC 109 defende a necessidade de minimizar o impacto de um produto no ambiente natural ao longo de seu ciclo de vida.

A conformidade das canaletas e eletrodutos não circulares

Deve-se compreender os requisitos e os ensaios para os sistemas de canaletas (SC) e os sistemas de eletrodutos não circulares (SENC), destinados à acomodação de condutores isolados, cabos e eventuais dispositivos elétricos e, se necessário, à sua separação para a proteção elétrica, nas instalações elétricas e/ou de sistemas de comunicação.

A NBR IEC 61084-1 de 11/2020 – Sistemas de canaletas e eletrodutos não circulares para instalações elétricas – Parte 1: Requisitos gerais especifica os requisitos e os ensaios para os sistemas de canaletas (SC) e os sistemas de eletrodutos não circulares (SENC), destinados à acomodação de condutores isolados, cabos e eventuais dispositivos elétricos e, se necessário, à sua separação para a proteção elétrica, nas instalações elétricas e/ou de sistemas de comunicação. A tensão máxima destas instalações é de 1.000 V em corrente alternada e de 1.500 V em corrente contínua. Esta norma não é aplicável aos sistemas de eletrodutos circulares, sistemas de bandejas, sistemas de leitos para cabos (sistema escada), sistemas de linhas elétricas pré-fabricadas ou equipamentos abrangidos por outras normas. Esta parte da série NBR IEC 61084 é destinada a ser utilizada juntamente com as suas partes correspondentes.

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Como deve se comportar as conexões mecânicas?

Quais são os valores de torque para o ensaio das conexões com parafuso?

O que deve ser feito em relação ao acesso às partes vivas?

O que deve fazer a retenção do cabo?

Quais as forças e torques a serem aplicados na ancoragem do cabo?

Os sistemas de canaletas (SC) e de eletrodutos não circulares (SENC) devem ser projetados e construídos de maneira que, se necessário, proporcionem uma proteção mecânica segura aos condutores isolados, cabos e outros equipamentos possíveis que eles contenham. Se necessário, o sistema deve também assegurar uma proteção elétrica apropriada. Além disso, os componentes do sistema devem resistir aos esforços prováveis de ocorrer na temperatura mínima classificada de armazenamento e de transporte, de instalação e utilização, na temperatura máxima de utilização e nas práticas recomendadas de instalação e de utilização.

O equipamento associado a um componente do sistema ou nele incorporado, mas que não seja um componente do sistema, deve somente atender à norma correspondente deste equipamento, se existir. No entanto, pode ser necessário incorporar este equipamento em uma disposição de ensaio, com o objetivo de submeter ao ensaio sua interface com o SC/SENC. A conformidade é verificada pela realização de todos os ensaios especificados. Os ensaios previstos nesta norma são os ensaios de tipo.

As amostras de componentes do sistema, daqui em diante, são chamadas de amostras. Salvo especificação contrária, os ensaios são realizados considerando a classificação e as funções declaradas do sistema, com SC/SENC montados e instalados como em uso normal, de acordo com as instruções do fabricante. Os ensaios nos componentes não metálicos do sistema ou nos componentes compostos do sistema devem ser realizados após 168 h de sua fabricação. Durante este período, as amostras podem ser envelhecidas, se necessário.

Salvo especificação contrária, os ensaios são realizados a uma temperatura ambiente de 20 °C ± 5 °C. Para um determinado ensaio, as amostras de comprimento de canaletas ou de comprimento de eletrodutos não circulares são coletadas em diferentes comprimentos. Salvo especificação contrária, todos os ensaios são realizados em amostras novas. Quando tratamentos tóxicos ou perigosos são utilizados, devem ser tomadas precauções para proteger a pessoa que realiza o ensaio.

Salvo especificação contrária, três amostras são submetidas aos ensaios e os requisitos são atendidos, se todos os ensaios forem atendidos. Se somente uma das amostras não atender a um ensaio devido a um defeito de montagem ou de fabricação, este ensaio e todos os anteriores que possam ter influenciado os resultados do ensaio devem ser repetidos, e os ensaios seguintes devem ser realizados na ordem requerida em um outro lote de amostras, e então todas as amostras devem atender os requisitos.

O solicitante, quando submeter um lote de amostras, também pode fornecer um lote adicional de amostras, que pode ser utilizado em caso de falha de uma das amostras. O laboratório deve, então, sem pedido adicional, ensaiar o lote adicional de amostras, e somente rejeitará se uma falha adicional ocorrer. Se o lote adicional de amostras não for fornecido inicialmente, a falha de uma amostra implicará em rejeição.

O grau de proteção IP4X ou qualquer grau de proteção mais elevado não pode ser declarado quando ele depender de uma junção de extremidade ou da precisão do corte do comprimento da canaleta ou do comprimento do eletroduto não circular ou das tampas de acesso, sem fornecer os acessórios de encaminhamento apropriados, ou dos meios de montagem apropriados ou dos meios de vedação adicionais pré-fabricados de fábrica. O grau de proteção IPX1 ou qualquer grau de proteção mais elevado não pode ser declarado quando ele depender de uma junção de extremidade ou da precisão do corte do comprimento da canaleta ou do comprimento do eletroduto não circular ou das tampas de acesso, sem fornecer os acessórios de encaminhamento apropriados, ou dos meios de montagem apropriados ou dos meios de vedação adicionais pré-fabricados de fábrica.

O grau de proteção IPXX-D não pode ser declarado quando ele depender de uma junção de extremidade ou da precisão do corte do comprimento da canaleta ou do comprimento do eletroduto não circular ou das tampas de acesso, sem fornecer os acessórios de encaminhamento apropriados, ou dos meios de montagem apropriados ou dos meios de vedação adicionais pré-fabricados de fábrica. Cada componente do sistema deve ser marcado com o nome ou a marca comercial, ou a marca de identificação do fabricante ou do vendedor responsável; uma marcação de identificação do produto que pode ser, por exemplo, uma referência de catálogo, um símbolo ou similar.

Se os componentes do sistema, que não o comprimento de canaleta, o comprimento de eletrodutos não circulares ou o suporte de montagem de dispositivos elétricos, forem fornecidos em uma embalagem e se não for possível ter as duas marcações legíveis devido ao pequeno tamanho do produto: se somente uma marcação legível for possível de ser realizada no produto, que seja suficiente marcar na menor embalagem fornecida o nome ou a marca comercial, ou a marca de identificação do fabricante ou do vendedor responsável; se nenhuma marcação legível for possível de ser realizada no produto, que seja suficiente colocar as duas marcações na menor embalagem fornecida.

Os bornes para a conexão do terra de proteção devem ser marcados de acordo com os símbolos abrangidos pela IEC 60417. Esta marcação não pode ser colocada em parafusos ou em qualquer outra parte facilmente removível. Um componente do sistema propagante de chama deve ser claramente identificado como sendo propagante de chama, no componente do sistema e na menor embalagem ou rótulo fornecido.

Quando não for possível realizar este meio de identificação nos componentes pequenos do sistema, devido às pequenas dimensões do produto, que seja suficiente colocar este meio de identificação na menor embalagem fornecida. A conformidade é verificada por inspeção utilizando somente uma amostra. A marcação deve ser durável e facilmente legível.

A conformidade é verificada por inspeção, com visão normal ou corrigida sem ampliação adicional, por meio de fricção manual, por 15 s, com um pedaço de algodão embebido em água, e novamente por 15 s, com um pedaço de algodão embebido em uma solução a 95% de n-hexano (número de registro CAS (Chemical Abstracts Service) 110-54-3). O n-hexano a 95% (número de registro CAS (Chemical Abstracts Service) 110-54-3) está disponível em uma variedade de fornecedores de produtos químicos como um solvente de cromatografia líquida de alta pressão ou solvente de HPLC (High Pressure Liquid Chromatography).

Quando o líquido especificado for utilizado para o ensaio, devem ser tomadas precauções para proteger os técnicos do laboratório, conforme especificado na folha de dados de segurança do material, fornecida pelo fornecedor de produtos químicos. A marcação a laser, feita diretamente no produto, e a marcação realizada por moldagem, ou estampagem, ou gravação (entalhe em relevo), não estão sujeitas a este ensaio. Os produtos, conforme a edição anterior da norma, não precisam ser ensaiados novamente, pois este requisito não afeta a segurança do produto.

A superfície de marcação a ser ensaiada deve estar seca antes de friccionar a marcação com a solução solvente a 95 % de n-hexano. A fricção deve começar imediatamente após ser embebido o pedaço de algodão, aplicando uma força de compressão de (5 ± 1) N, com uma cadência de aproximadamente um ciclo por segundo (um ciclo compreende um movimento para a frente e para trás ao longo da extensão da marcação). Para marcações superiores a 20 mm, a fricção pode ser limitada a uma parte da marcação, por uma extensão de pelo menos 20 mm de comprimento.

A força de compressão é aplicada por meio de um pistão de ensaio que é envolvido com algodão composto por lã de algodão, revestido com um pedaço de gaze de algodão de uso médico. O pistão de ensaio deve ser fabricado em um material elástico, inerte aos líquidos de ensaio, e que tenha uma dureza Shore-A de 47 ± 5 (por exemplo, borracha sintética). Quando não for possível realizar o ensaio nas amostras devido ao formato/dimensões do produto, um pedaço adequado com as mesmas características do produto pode ser submetido ao ensaio.

O ensaio deve ser realizado em uma amostra. Se a amostra não atender o ensaio, o ensaio deve ser repetido em duas novas amostras, que devem todas as duas atender os requisitos. Após o ensaio, a marcação deve estar legível. A marcação pode ser realizada, por exemplo, por moldagem, estampagem, gravação, impressão, etiquetas adesivas ou transferência de imagem por água (hidrografia).

O fabricante deve fornecer, em sua documentação, todas as informações necessárias para a instalação e utilização correta e segura. Elas devem compreender os componentes do sistema; a função dos componentes do sistema e os seus conjuntos; a classificação do sistema de acordo com a Seção 6; a impedância linear, em Ω/m, do comprimento da canaleta ou do comprimento de eletroduto não circular do sistema, declarado de acordo com 6.5.1; a tensão nominal do SC/SENC, declarada de acordo com 6.6.2; a área útil do SC/SENC utilizável para os cabos, em mm². Certos componentes do sistema, quando são montados, podem reduzir a área útil utilizável para os cabos.

Deve-se incluir as instruções necessárias para obter a classificação e as funções declaradas do sistema. Estas instruções devem incluir o posicionamento recomendado de instalação para os SC/SENC, para assegurar que a classificação IP declarada seja mantida após a instalação. A conformidade é verificada por inspeção.

ISO/IEC TS 29140: a aprendizagem em tecnologias móveis

Essa especificação técnica, editada em 2020 pela ISO e IEC, fornece um modelo de informações ao aluno para a aprendizagem móvel e permitir que os ambientes de aprendizagem, educação e treinamento reflitam as necessidades específicas dos participantes móveis. Inclui as definições de tecnologia móvel e aprendizagem móvel apropriadas para todos os setores de aprendizagem, educação e treinamento.

A ISO/IEC TS 29140:2020 – Information technology for learning, education and training – Nomadicity and mobile technologies fornece um modelo de informações ao aluno para a aprendizagem móvel e permitir que os ambientes de aprendizagem, educação e treinamento reflitam as necessidades específicas dos participantes móveis. Este documento fornece as definições de tecnologia móvel e aprendizagem móvel apropriadas para todos os setores de aprendizagem, educação e treinamento; uma descrição do modelo de informação do aluno para aprendizagem móvel; informações específicas do aluno que apoiam os alunos envolvidos em atividades de aprendizagem móvel em ambientes de aprendizagem, educação e treinamento.

Inclui, ainda, uma descrição do modelo de interação do aluno com os sistemas móveis; as considerações das interações do aluno específicas para alunos nômades que se movem de um lugar para outro; e a orientação inicial sobre a questão da privacidade. Não inclui uma revisão técnica aprofundada de questões relacionadas à adaptabilidade à cultura, idioma e necessidades individuais; questões amplas ou aprofundadas de interoperabilidade técnica dos domínios da computação móvel; as considerações de segurança, autenticação ou acessibilidade; os detalhes sobre a privacidade; e as informações detalhadas sobre o trabalho complementar dentro de outras organizações que possam ser relevantes.

Conteúdo da norma

Prefácio……………………….. iv

Introdução……………….. v

1 Escopo …………………..1

2 Referências normativas……….. 1

3 Termos e definições…………… 1

4 Termos abreviados…………….. 3

5 Exemplos de aplicativos de aprendizagem móvel…………… 3

5.1 Exemplos neste documento……………..3

5.2 Outros exemplos de tecnologia móvel para aprendizagem …… 4

6 Informações do aluno para aprendizagem móvel……………….6

6.1 Geral…… 6

6.2 Modelo de informação do aluno para aprendizagem móvel……..6

6.3 Informações mínimas recomendadas para o aluno…………. 8

6.4 Informações opcionais do aluno…………….. 8

6.5 Dimensões para uma experiência ideal do aluno……………9

6.5.1 Geral……………………………. 9

6.5.2 Dimensão do aluno………….. 10

6.5.3 Dimensão de conteúdo para necessidades individuais do aluno………….10

6.5.4 Dimensão da capacidade do dispositivo para maximizar o uso do dispositivo móvel ………………….. 11

6.5.5 Dimensão da conectividade para executar em diferentes velocidades de conexão…………………. 12

6.5.6 Coordenação………………………. 13

7 Interação do aluno com o sistema de aprendizagem móvel……. 13

8 Considerações adicionais………………… 17

Anexo A (informativo) Caso de uso 1: Uso online de dispositivos móveis para aprendizagem pelos alunos…………….18

Anexo B (informativo) Caso de uso 2: Fala fluente em inglês/leitura fluente ………… ……………….. 21

Anexo C (informativo) Caso de uso 3: Livro digital para aprendizagem inovadora …………………… 24

Anexo D (informativo) Caso de uso 4: Tecnologia de aprendizagem móvel entre estudantes de medicina do último ano…………….. 28

Anexo E (informativo) Caso de uso 5: Sistema de treinamento de realidade aumentada ……………………… 31

Anexo F (informativo) Caso de uso 6: Aplicativo para prática de exame……………. 34

Anexo G (informativo) Caso de uso 7: Implementação de aplicativo para sucesso acadêmico ……………. ……….. 36

Anexo H (informativo) Caso de uso 8: Tutoria, jogos e aplicativos para aprendizagem de línguas ……………. 39

Anexo I (informativo) Caso de uso 9: Avaliação dos fatores-chave que afetam a integração de tecnologia emergente capacitada pelo aluno………………. 41

Bibliografia……….. 44

Este documento fornece orientação sobre o uso de um modelo de informação do aluno para tecnologia móvel na aprendizagem, educação e treinamento (aprendizagem móvel). Ele pode ser usado como referência por desenvolvedores de software, implementadores, designers instrucionais, professores, treinadores, sistemas automatizados e sistemas de gerenciamento de aprendizagem.

Desde que a ISO/IEC TS 29140-1:2011 e a ISO/IEC TS 29140-2:2011 foram publicadas, tem havido muitas inovações tecnológicas e aumento do uso de tecnologia móvel em aprendizagem, educação e treinamento, conforme indicado em muitas das revisões e meta -análise de estudos sobre aprendizagem móvel. O crescimento nas assinaturas ativas de banda larga móvel aumentou significativamente, com taxas de penetração aumentando mundialmente de 4, 0 assinaturas por 100 habitantes em 2007 a 69,3 em 2018. O número de assinaturas ativas de banda larga móvel aumentou de 268 milhões em 2007 para 5,3 bilhões em 2018.

Além disso, quase toda a população mundial, ou 96%, agora vive ao alcance de uma rede celular móvel. Além disso, 90% da população global pode acessar a internet por meio de uma rede 3G ou de velocidade superior. Isso coloca um senso de urgência para revisar os padrões para o uso de tecnologia móvel na aprendizagem, educação e treinamento.

Ao mesmo tempo, a tecnologia e a aplicação da tecnologia estão mudando rapidamente. Por exemplo, óculos 3D estão sendo usados para realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista; e a entrada e saída de voz estão sendo usadas para treinamento de idiomas. Em 2017, uma análise de 233 artigos arbitrados de 2011 a 2015 de periódicos revisados por pares foi realizada com base nos temas de pesquisa, métodos, configurações e tecnologias na pesquisa.

Os resultados foram comparados com três estudos de pesquisa anteriores baseados em revisão da literatura, realizados entre 2001 e 2010, para identificar semelhanças e diferenças. Os resultados foram que: a aprendizagem móvel no ensino superior é um campo em crescimento, conforme evidenciado pela crescente variedade de tópicos de pesquisa, métodos e pesquisadores; o tópico de pesquisa mais comum continua a ser sobre como habilitar aplicativos e sistemas de m-learning; e os telefones celulares continuam a ser os dispositivos mais amplamente usados em estudos de aprendizagem móvel. Mas, mais e mais estudos funcionam em dispositivos diferentes, em vez de se concentrar em dispositivos específicos.

À medida que escolas, governos, organizações e empresas em todo o mundo projetam informações para serem acessadas por dispositivos móveis, há uma necessidade crescente de definir padrões de como as informações devem ser projetadas para entrega em tecnologias móveis para apoiar a aprendizagem, a educação e o treinamento. Essa necessidade crescente é necessária devido à demanda por materiais de aprendizagem e treinamento que podem ser facilmente compartilhados entre organizações e alunos e disponibilizados para aqueles em qualquer localização geográfica.

A aprendizagem móvel tem o potencial de fornecer aos alunos acesso aprimorado a informações e materiais de aprendizagem, além de orientação e suporte de qualquer lugar, em vez de uma localização geográfica específica em um determinado momento. Quando a aprendizagem móvel é implementada de forma bem pensada, tem potencial para aumentar a eficiência e a produtividade da aprendizagem, educação e treinamento em diferentes setores (por exemplo, público, privado, voluntário).

Uma metaanálise e síntese de pesquisa dos efeitos dos dispositivos móveis integrados no ensino e aprendizagem analisou 110 artigos experimentais e quase-experimentais revisados por pares publicados de 1993 a 2013. Os resultados revelaram que o efeito geral do uso de dispositivos móveis na educação é melhor do que usando computadores desktop ou não usando dispositivos móveis como uma intervenção, com um tamanho de efeito moderado de 0,523. Uma análise de 144 artigos de periódicos arbitrados dos seis principais periódicos de aprendizagem baseada em tecnologia educacional listados no banco de dados do Social Science Citation Index descobriu que a maioria dos estudos de aprendizagem móvel relataram resultados positivos e o smartphone é o dispositivo mais amplamente usado para aprendizagem móvel.

A aprendizagem móvel tem o potencial de fornecer aos alunos novas oportunidades de se conectar com outros alunos, interagir com professores e instrutores e cocriar ambientes de aprendizagem colaborativos. Este é um problema crítico para alunos que vivem em locais remotos sem conexões com fio. Os alunos que vivem nesses locais remotos podem usar tecnologias móveis com recursos sem fio para se conectar com outras pessoas em locais diferentes.

Como resultado, os alunos remotos podem se sentir menos isolados, o que pode resultar em mais alunos concluindo suas atividades de aprendizagem, educação ou treinamento usando tecnologias móveis. Uma análise de 90 artigos que estudaram as qualidades da aprendizagem móvel relatou que as propriedades educacionais da aprendizagem colaborativa móvel incluem: apoiar a aprendizagem ubíqua, permitir mais interação social interpessoal, facilitar a aprendizagem baseada no contexto, cultivar a aprendizagem autorregulada e a autorreflexão, e fomentar a interação intercultural.

A conclusão foi que, em comparação com a aprendizagem baseada na internet, a aprendizagem colaborativa baseada em dispositivos móveis é mais capaz de servir como ferramentas cognitivas, metacognitivas e epistemológicas para a compreensão e transformação de conceitos dos alunos. Há várias equipes de pesquisa em organizações e comunidades que trabalham com aprendizagem móvel. Muitos estudos e projetos de pesquisa foram concluídos sobre o uso de tecnologia móvel na educação e treinamento.

Além disso, já há trabalho em andamento em vários países ao redor do mundo em tópicos relacionados, como aprendizagem em diferentes contextos, aprendizagem em trânsito e o uso de computadores de mão na aprendizagem. Isso é evidente pelos nove casos de uso incluídos nos Anexos A a I. Além disso, há trabalho em andamento em algumas dessas questões no W3C e no ITU-T.

À medida que este trabalho avança, é essencial preparar as bases para assegurar que a concepção, desenvolvimento, implementação e avaliação da aprendizagem móvel em ambientes de aprendizagem, educação e formação decorram de uma forma contínua, flexível e integrada. Em suma, a tecnologia móvel precisa ser perfeitamente integrada às atividades de ensino e aprendizagem que são suportadas pela tecnologia da informação e comunicação (TIC) em geral. Uma revisão de modelos e estruturas para projetar experiências de aprendizagem móvel descreveu diferentes estratégias de aprendizagem para o uso de tecnologias móveis na aprendizagem.

Isso inclui a aprendizagem baseada no contexto, em que os alunos podem aprender em seu próprio contexto usando conexão sem fio, sistemas de posicionamento global, conexão por satélite e aplicativos móveis; a aprendizagem contínua e onipresente em movimento e de qualquer lugar devido à portabilidade das tecnologias móveis – a estratégia de aprendizagem é importante para os alunos nômades que se deslocam de um local para o outro; aprendizagem baseada em jogos, em que os alunos são apresentados a diferentes cenários e desafios durante o processo de aprendizagem; aprendizagem colaborativa suportada por computador móvel, em que os alunos usam tecnologias móveis para interagir para completar as atividades de aprendizagem em grupos.

No passado, o uso de tecnologias móveis, devido ao seu pequeno tamanho e portabilidade, era benéfico para os nômades. No entanto, as tecnologias móveis atuais são mais poderosas e estão sendo usadas em diferentes locais e contextos de aprendizagem. Por exemplo, as tecnologias móveis podem ser usadas em uma sala de aula para ensinar crianças em idade escolar sobre os padrões de transmissão de doenças; na educação médica para apoiar os alunos no aprendizado da prática clínica à beira do leito; em uma indústria para treinar funcionários como manter uma peça de equipamento; em um museu para dar aos alunos uma apresentação virtual de um evento histórico; em uma faculdade para dar aos alunos um tour virtual de um sítio arqueológico e assim por diante.

O uso potencial da tecnologia móvel é ilimitado, seu uso dependerá da criatividade do designer instrucional, professor ou treinador. Uma análise de 113 estudos de pesquisa sobre aprendizagem móvel em níveis de pré-jardim de infância à 12ª série descobriu que 62% dos estudos relataram resultados positivos, o que significa que a maioria dos estudos descobriu que o uso de dispositivos móveis em uma atividade de aprendizagem resultou em maior aprendizagem dos alunos. Também relatou que a maioria dos estudos (50%) ocorreu em contextos educacionais formais, enquanto um ambiente composto por ambientes formais e informais representou 27% dos contextos educacionais, e os restantes 23% dos estudos ocorreram em contextos de definições informais.

ISO/IEC 19989-2: o desempenho do reconhecimento biométrico

Essa norma internacional, editada pela ISO/IEC em 2020, é usada para a avaliação de segurança de sistemas de verificação biométrica e sistemas de identificação biométrica, este documento é dedicado à avaliação de segurança de desempenho de reconhecimento biométrico aplicando a série ISO/IEC 15408. Fornece os requisitos e as recomendações para o desenvolvedor e o avaliador para as atividades suplementares sobre desempenho de reconhecimento biométrico especificado na ISO/IEC 19989-1.

A ISO/IEC 19989-2:2020 – Information security – Criteria and methodology for security evaluation of biometric systems – Part 2: Biometric recognition é usada para a avaliação de segurança de sistemas de verificação biométrica e sistemas de identificação biométrica, este documento é dedicado à avaliação de segurança de desempenho de reconhecimento biométrico aplicando a série ISO/IEC 15408. Fornece os requisitos e as recomendações para o desenvolvedor e o avaliador para as atividades suplementares sobre desempenho de reconhecimento biométrico especificado na ISO/IEC 19989-1. A avaliação das técnicas de detecção de ataque de apresentação está fora do escopo deste documento, exceto para a apresentação de tentativas de impostor de acordo com a política de uso pretendido, seguindo a documentação de orientação do target of evaluation (TOE).

Conteúdo da norma

Prefácio………………………….. iv

Introdução………………………. v

1 Escopo………………………. 1

2 Referências normativas………….. 1

3 Termos e definições………………. 2

4 Termos abreviados………………. 3

5 Atividades complementares à ISO/IEC 18045 em ensaios automated test equipment (ATE)………………..4

5.1 Geral……………………… …… 4

5.1.1 Orientação……………….. 4

5.1.2 Observações para avaliação de desempenho…….. 6

5.1.3 Identificação do tipo de avaliação de desempenho………… 6

5.1.4 Taxas de erro de reconhecimento biométrico………….7

5.2 Planejar a avaliação…………… 10

5.2.1 Visão geral…………………… 10

5.2.2 Estimativa de tamanhos de ensaio……………… 11

5.2.3 Documentação de ensaio ………………….. …. 12

5.3 Coleta de dados……………………………… 12

5.3.1 Escolha de dados de ensaio ou aquisição de equipe de ensaio e dispositivo de captura …………… ………. 12

5.3.2 Executando o ensaio ……… ………….. 14

5.4 Análises……………………………………. 14

5.5 Revisando os ensaios de desenvolvedor……………. 14

5.6 Requisitos específicos para componentes de garantia em ATE_IND…………15

5.6.1 Visão geral…………………. 15

5.6.2 Requisitos específicos em ATE_IND.1……………. 15

5.6.3 Requisitos específicos em ATE_IND.2…………….. 15

5.7 Avaliação de ensaios de desenvolvedor repetindo um subconjunto de ensaio……………………. 16

5.8 Realização de ensaios independentes………..17

5.8.1 Visão geral…………………………………… 17

5.8.2 Identificação do tipo de avaliação de desempenho…… 18

6 Atividades suplementares para a ISO/IEC 18045 sobre avaliação de vulnerabilidade (vulnerability assessment – AVA………………………….18

6.1 Aspectos gerai…………………………… 18

6.2 TOE para ensaio………………………… 19

6.3 Vulnerabilidades potenciais…………. 20

6.4 Avaliação do potencial de ataque………………. 20

Anexo A (informativo) Exemplos de cálculo de potencial de ataque para atividades AVA ……………………… 21

Anexo B (informativo) Exemplos para atividades ATE…………….. 27

Anexo C (informativo) Exemplo de documento de ensaio de desempenho do desenvolvedor e sua estratégia de avaliação………………………. 29

Bibliografia………………….. 33

Os sistemas biométricos podem estar sujeitos a ataques de apresentação em que os invasores tentam subverter a política de segurança do sistema, apresentando suas características biométricas naturais ou artefatos contendo características copiadas ou falsificadas. Os ataques de apresentação podem ocorrer durante o registro ou eventos de identificação/verificação. As técnicas projetadas para detectar artefatos de apresentação geralmente são diferentes daquelas para conter ataques em que características naturais são usadas.

A defesa contra ataques de apresentação com características naturais normalmente depende da capacidade de um sistema biométrico de discriminar entre inscritos genuínos e atacantes com base nas diferenças entre suas características biométricas naturais. Essa capacidade é caracterizada pelo desempenho de reconhecimento biométrico do sistema – quão bem ou mal um sistema de reconhecimento biométrico executa suas funções necessárias.

O desempenho do reconhecimento biométrico e a detecção de ataques de apresentação influenciam a segurança dos sistemas biométricos. Portanto, a avaliação desses aspectos de desempenho do ponto de vista da segurança se tornará uma consideração importante para a aquisição de produtos e sistemas biométricos.

Produtos e sistemas biométricos compartilham muitas das propriedades de outros produtos e sistemas de TI que são passíveis de avaliação de segurança usando a série ISO/IEC 15408 e ISO/IEC 18045 na forma padrão. No entanto, os sistemas biométricos incorporam certas funcionalidades que precisam de critérios e metodologia de avaliação especializados que não são abordados pela série ISO/IEC 15408 e ISO/IEC 18045. Principalmente, eles se relacionam com a avaliação de reconhecimento biométrico e detecção de ataque de apresentação. Estas são as funções abordadas na ISO/IEC 19989 (todas as partes).

A ISO/IEC 19792 descreve esses aspectos específicos da biometria e especifica os princípios a serem considerados durante a avaliação de segurança dos sistemas biométricos. No entanto, não especifica os critérios e as metodologias concretos necessários para a avaliação de segurança com base na série ISO/IEC 15408. A série ISO/IEC 19989 fornece uma ponte entre os princípios de avaliação para produtos e sistemas biométricos definidos na ISO/IEC 19792 e os critérios e requisitos de metodologia para avaliação de segurança com base na série ISO/IEC 15408.

A série ISO/IEC 19989 complementa a série ISO/IEC 15408 e a ISO/IEC 18045 fornecendo requisitos funcionais de segurança estendidos junto com atividades de garantia relacionadas a esses requisitos. As extensões dos requisitos e atividades de garantia encontradas na série ISO/IEC 15408 e ISO/IEC 18045 referem-se à avaliação do reconhecimento biométrico e a detecção de ataques de apresentação que são particulares aos sistemas biométricos.

A ISO/IEC 19989-1 consiste na introdução da estrutura geral para a avaliação de segurança de sistemas biométricos, incluindo componentes funcionais de segurança estendidos e metodologia suplementar, que são atividades de avaliação adicionais para o avaliador. As recomendações detalhadas são desenvolvidas para os aspectos de desempenho de reconhecimento biométrico neste documento e para apresentação de aspectos de detecção de ataques na ISO/IEC 19989-3.

Este documento descreve os suplementos à metodologia de avaliação de desempenho de reconhecimento biométrico com segurança de produtos biométricos. Ele complementa a série ISO/IEC 15408, ISO/IEC 18045 e ISO/IEC 19989-1. Ele se baseia nas considerações gerais descritas na ISO/IEC 19792 e na metodologia de ensaio de desempenho biométrico descrita na ISO/IEC 19795-1, fornecendo orientação adicional a um avaliador. Neste documento, o termo sujeito dos dados é usado enquanto usuário é usado na ISO/IEC 19989-1, a fim de ser consistente com o vocabulário biométrico, visto que os especialistas em biometria são os principais leitores deste documento.

Os requisitos dos cabos ópticos de terminação

Entenda os requisitos para a fabricação dos cabos ópticos de terminação que são indicados para instalações internas e externas, interligando os cabos ópticos externos da última emenda às instalações internas comerciais, industriais e residenciais.

A NBR 14772 de 07/2020 – Cabo óptico de terminação — Especificação especifica os requisitos para a fabricação dos cabos ópticos de terminação. Estes cabos são indicados para instalações internas e externas, interligando os cabos ópticos externos da última emenda às instalações internas comerciais, industriais e residenciais. Estes cabos não se aplicam às instalações externas aéreas.

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Como deve ser o núcleo constituído por unidades básicas de elementos ópticos?

Qual o código de cores das unidades básicas dos elementos ópticos e dos cordões ópticos?

Quais são as cores das fibras ópticas?

O que deve ser aplicado como revestimento externo?

Um cabo óptico de terminação é o conjunto constituído por unidades básicas de cordões ópticos, elementos ópticos ou fibras ópticas, elemento de tração dielétrico, eventuais enchimentos, núcleo seco resistente a penetração de umidade e protegidos por uma capa externa de material termoplástico retardante à chama. Um elemento óptico é um conjunto constituído por uma fibra óptica com revestimento primário em acrilato e com revestimento secundário de material termoplástico.

Uma unidade básica é o menor conjunto de fibras ópticas agrupadas, identificado inequivocamente, que pode ser delimitado por uma amarração, micromódulo ou tubo loose. prontos satisfaçam os requisitos especificados nesta norma. Os cabos ópticos de terminação são designados pelo seguinte código: CFOT – X – Y – Z – W, onde CFOT é o cabo óptico de terminação; X é o tipo de fibra óptica, conforme a tabela abaixo; Y é a formação do núcleo, conforme a tabela abaixo; Z é o número de fibras ópticas, conforme a tabela abaixo; W é o grau de proteção do cabo quanto ao comportamento frente à chama, conforme a tabela abaixo.

Os materiais constituintes dos cabos ópticos de terminação devem ser dielétricos. Os materiais utilizados na fabricação do cabo devem ser compatíveis entre si. Os materiais utilizados na fabricação dos cabos com função estrutural devem ter suas características contínuas ao longo de todo o comprimento do cabo.

As fibras ópticas tipo multimodo índice gradual, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 13487. As fibras ópticas tipo monomodo com dispersão normal, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 13488. As fibras ópticas tipo monomodo com dispersão deslocada e não nula, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 14604. As fibras ópticas tipo monomodo com baixa sensibilidade a curvatura, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 16028.

Não são permitidas emendas nas fibras ópticas durante o processo de fabricação do cabo. O núcleo deve ser constituído por unidades básicas de fibras ópticas, cordões ópticos ou elementos ópticos. Os cabos ópticos de terminação devem ser fabricados com unidades básicas de 2, 4, 6, 8, 12, 16, 24, 36 ou 48 fibras ópticas.

O núcleo deve ser constituído por unidades básicas. As unidades básicas devem ser dispostas em elementos de proteção adequados, de modo a atender aos requisitos especificados nesta norma. Os elementos de proteção podem ser constituídos por tubos de material polimérico encordoados em uma ou mais coroas, ou de forma longitudinal. Os elementos de proteção encordoados devem ser reunidos com passo e sentido escolhidos pelo fabricante, de modo a satisfazer as características previstas nesta norma.

No caso de cabos ópticos constituídos por elementos de proteção encordoados dispostos em mais de uma coroa, opcionalmente estas coroas podem ser separadas por fitas, a fim de facilitar a sua identificação. É recomendado que cabos ópticos compostos por elementos de proteção de até 12 fibras ópticas sejam constituídos por unidades básicas, onde cada unidade pode conter duas ou seis fibras ópticas. Para os cabos ópticos de 18 a 36 fibras ópticas constituídos por unidades básicas, é recomendado que cada unidade contenha seis ou 12 fibras ópticas.

Para os cabos ópticos de 48 a 288 fibras ópticas constituídos por unidades básicas, é recomendado que cada unidade contenha 12 ou 24 fibras ópticas. Para os cabos ópticos superiores a 288 fibras ópticas constituídos por unidades básicas, é recomendado que cada unidade contenha 24, 36 ou 48 fibras ópticas. O núcleo constituído por fibras ópticas dispostas em tubo único (central loose tube) deve conter um único tubo central de material polimérico contendo uma ou mais unidades básicas. Os cabos ópticos de até 48 fibras ópticas devem ser constituídos de fibras ópticas reunidas. Os cabos ópticos acima de 48 até 72 fibras ópticas devem ser constituídos por unidades básicas.

Para o núcleo constituído por unidades básicas de cordões ópticos monofibra, o cordão óptico deve ser conforme a NBR 14106. A unidade básica de cordões ópticos deve ser constituída por até 12 cordões agrupados e identificada. Os cabos de até 12 fibras ópticas devem ser constituídos por cordões ópticos reunidos. Para cabos de 18 a 36 fibras ópticas, é recomendado que cada unidade básica contenha seis cordões ópticos. Para cabos ópticos de 48 a 72 fibras, é recomendado que cada unidade básica contenha 12 cordões ópticos.

A marcação métrica sequencial deve ser feita em intervalos de 1 m ao longo do revestimento externo do cabo óptico de terminação. A marcação deve ser feita com algarismos de altura, forma, espaçamento e método de gravação ou impressão tais que se obtenha legibilidade perfeita e permanente. Não são permitidas marcações ilegíveis adjacentes. Na medida da marcação do comprimento ao longo do eixo do cabo, é tolerada uma variação para menos de até 0,5%, não havendo restrição de tolerância para mais.

A marcação inicial deve ser feita em contraste com a cor da capa do cabo, sendo preferencialmente azul ou preta para os cabos de cores claras e branca para os cabos de cores escuras ou em relevo. Se a marcação não satisfizer os requisitos anteriores, é permitida a remarcação na cor amarela. A remarcação deve ser feita de forma a não se sobrepor à marcação inicial defeituosa. Não é permitida qualquer outra remarcação além da citada. Cada lance de cabo deve ser fornecido acondicionado em um carretel de madeira com diâmetro mínimo do tambor de 22 vezes o diâmetro externo do cabo. A largura total do carretel não pode exceder 1,5 m e a altura total não pode ser superior a 2,1 m.

Os carretéis devem conter um número de voltas tal que entre a camada superior e as bordas dos discos laterais exista um espaço livre mínimo de 6 cm. Os carretéis utilizados devem estar conforme a NBR 11137. As extremidades do cabo devem ser solidamente presas à estrutura do carretel, de modo a não permitir que o cabo se solte ou se desenrole durante o transporte. A extremidade interna do cabo na bobina deve estar protegida para evitar danos durante o transporte, ser acessível para ensaios, possuir um comprimento livre de no mínimo 2 m e ser acomodada com diâmetro de no mínimo 22 vezes o diâmetro externo do cabo.

Após efetuados todos os ensaios requeridos para o cabo, as extremidades do lance devem ser fechadas, a fim de prevenir a entrada de umidade. Cada lance do cabo óptico de terminação deve ter um comprimento nominal de 2 000 m, podendo, a pedido do comprador, ser fornecido em comprimento específico. A tolerância de cada lance deve ser de + 3%, não sendo admitidos comprimentos inferiores ao especificado.

Devem ser identificadas em cada bobina, com caracteres perfeitamente legíveis e indeléveis, as seguintes informações: nome do comprador; nome do fabricante; número da bobina; designação do cabo; comprimento real do cabo na bobina, expresso em metros (m); massa bruta e massa líquida, expressas em quilogramas (kg); uma seta ou marcação apropriada para indicar o sentido em que o cabo deve ser desenrolado; identificação de remarcação, quando aplicável. O transporte, armazenamento e utilização das bobinas dos cabos ópticos de terminação devem ser feitos conforme a NBR 7310.

BS 10008-1: a autenticidade e a integridade das informações

Essa norma, publicada pelo BSI em 2020, estabelece a autenticidade e as integridade das informações que são cada vez mais importante no mundo dos negócios de hoje – especialmente onde as informações eletrônicas são usadas na resolução de disputas ou para demonstrar conformidade. Portanto, detalha o que os usuários precisam fazer para gerenciar informações armazenadas eletronicamente (electronically stored information – ESI) de forma que retenha sua autenticidade e integridade.

A BS 10008-1:2020 – Evidential weight and legal admissibility of electronically stored information (ESI) – Specification estabelece a autenticidade e as integridade das informações que são cada vez mais importante no mundo dos negócios de hoje – especialmente onde as informações eletrônicas são usadas na resolução de disputas ou para demonstrar conformidade. Portanto, detalha o que os usuários precisam fazer para gerenciar informações armazenadas eletronicamente (electronically stored information – ESI) de forma que retenha sua autenticidade e integridade.

Essa norma se destina a organizações de usuários finais que desejam garantir que o ESI criado, inserido, armazenado e/ou transmitido em seus sistemas de gerenciamento de informações possa ser usado com confiança como evidência em qualquer disputa, dentro ou fora de um tribunal. Ou que desejam garantir que os sistemas de gerenciamento de identidade eletrônica possam ser usados com confiança como evidência em qualquer disputa, dentro ou fora de um tribunal. Ela também pode ser usada por integradores e desenvolvedores de sistemas de gestão de informações que fornecem recursos para atender aos requisitos do usuário.

Os usuários específicos podem ser os gerentes de negócios, registradores ou gerentes de TI, responsáveis pela conformidade da empresa, assessores jurídicos em instituições financeiras, seguradoras e departamentos governamentais locais. Essa norma britânica especifica os requisitos para a implementação e a operação de sistemas eletrônicos de gestão de informações. Isso inclui o armazenamento e a transferência de informações armazenadas eletronicamente (ESI). O objetivo é permitir que os usuários mantenham a autenticidade e integridade do ESI, para que seja confiável e seja aceito sem contestação ou resista a desafios com sucesso.

Tudo isso é importante em circunstâncias em que o ESI possa ser usado como evidência – seja para fins comerciais, de conformidade, legais ou de resolução de disputas. A norma abrange a gestão da disponibilidade de ESI ao longo do tempo, a transferência eletrônica ou comunicação de ESI, a vinculação de identidade eletrônica a um ESI específico, incluindo o uso de assinaturas eletrônicas e sistemas eletrônicos de direitos autorais, bem como a verificação de identidade eletrônica, maneiras de autenticar informações criptografadas e assinaturas eletrônicas e como migrar os registros em papel para microforma ou formato digital sem comprometer a qualidade.

A norma também inclui requisitos para a administração e responsabilidade da gestão de ESI ao longo de seu ciclo de vida. Aplica-se ao ESI em qualquer forma, incluindo documentos gerais de escritório, imagens eletrônicas e informações mantidas em bancos de dados e outros sistemas eletrônicos. O ESI pode ser alfanumérico, baseado em imagem e/ou gravações de voz/vídeo, capturadas de dispositivos estáticos e móveis.

Os benefícios de usar essa norma incluem maior eficiência, maior confiança e melhor gerenciamento de risco, bem como os melhores processos implementados para lidar com problemas de direitos autorais, rastreamento e verificação, o uso reduzido de papel que contribui para credenciais ambientais e custos reduzidos de armazenamento de papel, melhor alinhamento das políticas de segurança da informação da organização, gestão das informações de longo prazo mais direta, incluindo migrações mais fáceis durante as atualizações de tecnologia, continuidade e resiliência dos negócios mais fortes – as informações eletrônicas podem ter backup e proteção mais eficaz do que registros em papel com risco de danos físicos.

Esta norma não cobre os processos usados para avaliar a autenticidade e integridade do ESI antes de ser capturado ou criado no sistema. Mas, a norma contribui para o Objetivo 15 de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas sobre a proteção, restauração e promoção do uso sustentável de ecossistemas terrestres, incluindo o manejo sustentável de florestas e a redução da perda de biodiversidade, porque apoia o uso de menos papel.

Esta edição é uma revisão completa da BS 10008:2014, introduzindo algumas mudanças. Foi adicionada orientação sobre informações relacionadas à Internet das Coisas. Foram adicionados requisitos relacionados às informações gerenciadas pela tecnologia de blockchain/livro digital distribuído (DLT) e todos os aspectos técnicos deste documento foram atualizados, incluindo o armazenamento na nuvem e onde as informações são armazenadas em objetos digitais.

Conteúdo da norma

Introdução 1

1 Escopo 2

2 Referências normativas 2

3 Termos e definições 3

4 Contexto da organização 6

4.1 Geral 6

4.2 Questões 6

4.3 Requisitos 6

4.4 Limites e aplicabilidade 6

5 Liderança 6

5.1 Liderança e comprometimento 6

5.2 Declarações de política 7

5.3 Funções e responsabilidades dos trabalhadores 10

5.4 Ambiente legal e regulatório 11

6 Planejamento 11

6.1 Ações para abordar os riscos e as oportunidades 11

6.2 Objetivos e realizações 12

7 Suporte 12

7.1 Recursos 12

7.2 Competência 12

7.3 Conscientização 13

7.4 Relatórios e comunicação 13

7.5 Informações documentadas 13

8 Operação 15

8.1 Geral 15

8.2 Criação 15

8.3 Importando 16

8.4 Gestão de processos de negócios, automação de processos robóticos e sistemas de fluxo de trabalho 16

8.5 Digitalização de documentos 16

8.6 Extração de dados 17

8.7 Captura de metadados 17

8.8 Arquivos automodificáveis 17

8.9 Documentos compostos 17

8.10 ESI em bancos de dados estruturados 17

8.11 Blockchain e tecnologias de razão distribuída 18

8.12 Controle de versão 19

8.13 Sistemas de armazenamento 19

8,14 Transferência de ESI 20

8,15 Indexação e outros metadados 21

8.16 Procedimentos de saída autenticados 21

8,17 Identidade 21

8,18 Retenção, redação e descarte de ESI 22

8,19 Procedimentos de segurança da informação 23

8.20 Manutenção do sistema 24

8,21 Prestação de serviço externo 24

8.22 Teste do sistema de gerenciamento de informações 25

9 Avaliação de desempenho 25

9.1 Monitoramento, medição, análise e avaliação 25

9.2 Auditoria interna 26

9.3 Análise crítica da gestão 26

10 Melhoria 27

10.1 Não conformidade e ações corretivas 27

10.2 Melhoria contínua 27

Bibliografia 28

A informação é um ativo organizacional que precisa ser gerenciado ao longo de seu ciclo de vida, sendo freqüentemente necessária para ser usada dentro e fora de uma organização para demonstrar conformidade e/ou resolução de disputas. Se a autenticidade e/ou integridade das informações não puderem ser confiáveis, as conclusões baseadas nelas podem ser desacreditadas. Esta norma britânica especifica como as informações armazenadas eletronicamente (ESI) devem ser gerenciadas por uma organização, em um sistema de gestão das informações, para permitir que tenham um forte peso probatório e sejam comprovadamente confiáveis no que diz respeito à sua autenticidade e integridade sempre que durante seu ciclo de vida for necessário a ser usado – seja para fins comerciais, de conformidade, legais ou de resolução de disputas.

Se o sistema de gestão eletrônico de informações de uma organização estiver em conformidade com esta norma, prevê-se que o peso da evidência do ESI gerenciado pela organização será maximizado, garantindo sua confiabilidade e confiabilidade. Isso provavelmente reduzirá o esforço e o custo envolvidos na resolução de disputas, pois o foco do processo de resolução estará menos preocupado com a autenticidade ou integridade do ESI divulgado do que seria o caso se o sistema de gestão não estivesse em conformidade com esta norma. Também se prevê que a conformidade com esta norma minimizará os riscos envolvidos na retenção de ESI a longo prazo.

O BSI publicou inicialmente o PD 0008, Código de Prática para Peso de Prova e Admissibilidade Legal, em 1996. Este código de prática foi amplamente adotado e é referenciado, por exemplo, pelo Código de Prática Lord Chancellor sobre a gestão de registros [3] publicado sob a Seção 46 da Lei de Liberdade de Informação de 2000 e no equivalente escocês, o Código de Prática sobre a gestão de registros emitido [5] sob a Seção 61 da Liberdade de Informação (Escócia) Lei de 2002 [6]. A edição de 2004 foi emitida como BIP 0008 de acordo com as alterações de procedimento do BSI. Em 2008, para refletir as solicitações dos adotantes do Código de Prática do BIP 0008, foi publicada uma especificação padrão formal, BS 10008: 2008, Peso da prova e admissibilidade legal da informação eletrônica – Especificação. Foi substituído pela edição de 2014, que agora é substituída por esta edição.

Esta norma é complementada por recomendações e orientações na BS 10008-2. Sua publicação reflete as solicitações dos adotantes do BIP 0008 para um padrão formal de conformidade. As recomendações detalhadas e orientações fornecidas na BS 10008-2 destinam-se a auxiliar na implementação bem-sucedida desta parte da BS 10008. A BS 10008-2 substitui o BIP 0008 (agora retirado), que consistia em três partes que tratavam separadamente de armazenamento, transferência e vinculação de identidade para ESI; BS 10008-2 consolida essas três partes em um único código de prática. A Lista de Verificação de Conformidade BIP 0009 fornece uma ferramenta que permite a demonstração da conformidade com esta norma britânica juntamente com as partes apropriadas da BS 10008-2.

A edição anterior do BS 10008 e código de prática associado, BIP 0008, concentrou-se nas coleções estáticas do ESI de uma maneira muito controlada; no entanto, ESI agora está sendo criado usando dispositivos móveis, que incluem os telefones celulares, câmeras usadas no corpo (por exemplo, por ciclistas, polícia, oficiais de justiça, guardas de trânsito), câmeras do painel (frontal e traseira), drones, sistemas de CFTV (públicos e privados), radares (estáticos e portáteis), cobertura de televisão e campainhas com sensores de movimento. Este documento se aplica a todos esses métodos de captura, mas requer procedimentos adicionais para impor controles sobre como este ESI será gerenciado.

As especificações para a fabricação dos cabos ópticos internos

Deve-se entender os requisitos para a fabricação dos cabos ópticos internos. Estes cabos são indicados exclusivamente para instalações internas, interligando cabos ópticos externos às instalações internas comerciais, industriais e residenciais.

A NBR 14771 de 07/2020 – Cabo óptico interno — Especificação especifica os requisitos para a fabricação dos cabos ópticos internos. Estes cabos são indicados exclusivamente para instalações internas, interligando cabos ópticos externos às instalações internas comerciais, industriais e residenciais.

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Qual é o código de cores das unidades básicas, dos elementos ópticos e dos cordões ópticos?

Quais são as cores das fibras ópticas?

Como deve ser executado o revestimento externo?

Quais devem ser os requisitos ópticos desses cabos?

O cabo óptico interno é um conjunto constituído por unidades básicas de cordões ópticos, elementos ópticos ou fibras ópticas, elemento de tração dielétrico, eventuais enchimentos e núcleo seco, protegidos por uma capa externa de material termoplástico retardante à chama. prontos satisfaçam os requisitos especificados nesta norma. Os cabos ópticos internos são designados pelo seguinte código: CFOI – X – Y – Z – W, onde CFOI é o cabo óptico interno; X é o tipo de fibra óptica, conforme a tabela abaixo; Y é a formação do núcleo, conforme a tabela abaixo; Z é o número de fibras ópticas, conforme a tabela abaixo; W é o grau de proteção do cabo quanto ao comportamento frente à chama, conforme a tabela abaixo e ao comportamento frente à chama.

Os materiais constituintes dos cabos ópticos internos devem ser dielétricos. Os materiais utilizados na fabricação do cabo devem ser compatíveis entre si. Os materiais utilizados na fabricação dos cabos com função estrutural devem ter suas características contínuas ao longo de todo o comprimento do cabo.

As fibras ópticas tipo multimodo índice gradual, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 13487. As fibras ópticas tipo monomodo com dispersão normal, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 13488. As fibras ópticas tipo monomodo com dispersão deslocada e não nula, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 14604.

As fibras ópticas tipo monomodo com baixa sensibilidade à curvatura, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 16028. Não são permitidas emendas nas fibras ópticas durante o processo de fabricação do cabo. O núcleo deve ser constituído por unidades básicas de fibras ópticas, cordões ópticos ou elementos ópticos. Os cabos ópticos internos devem ser fabricados com unidades básicas de 2, 4, 6, 8, 12, 16, 24, 36 ou 48 fibras ópticas. O núcleo deve ser constituído por unidades básicas.

As unidades básicas devem ser dispostas em elementos de proteção adequados, de modo a atender aos requisitos especificados nesta norma. Os elementos de proteção podem ser constituídos por tubos de material polimérico encordoados em uma ou mais coroas ou de forma longitudinal. Os elementos de proteção encordoados devem ser reunidos com passo e sentido escolhidos pelo fabricante, de modo a satisfazer as características previstas nesta norma.

No caso de cabos ópticos constituídos por elementos de proteção encordoados dispostos em mais de uma coroa, opcionalmente estas coroas podem ser separadas por fitas, a fim de facilitar a sua identificação. É recomendado que os cabos ópticos compostos por elementos de proteção de até 12 fibras ópticas sejam constituídos por unidades básicas, onde cada unidade pode conter duas ou seis fibras ópticas. Para os cabos ópticos de 18 a 36 fibras ópticas, constituídos por unidades básicas, é recomendado que cada unidade contenha seis ou 12 fibras ópticas.

Para os cabos ópticos de 48 a 288 fibras ópticas, constituídos por unidades básicas, é recomendado que cada unidade contenha 12 ou 24 fibras ópticas. Para os cabos ópticos superiores a 288 fibras ópticas, constituídos por unidades básicas, é recomendado que cada unidade contenha 24, 36 ou 48 fibras ópticas. Para o núcleo constituído por fibras ópticas dispostas em tubo único (central loose tube), a construção deve conter um único tubo central de material polimérico contendo uma ou mais unidades básicas.

Os cabos ópticos de até 48 fibras ópticas devem ser constituídos por fibras ópticas reunidas. Os cabos ópticos acima de 48 até 72 fibras ópticas devem ser constituídos por unidades básicas. Para o núcleo constituído por unidades básicas de cordões ópticos monofibra, o cordão óptico deve ser conforme a NBR 14106. A unidade básica de cordões ópticos deve ser constituída por até 12 cordões agrupados e deve ser identificada das unidades básicas, dos elementos ópticos e dos cordões ópticos.

Os cabos de até 12 fibras ópticas devem ser constituídos por cordões ópticos reunidos. Para cabos de 18 a 36 fibras ópticas, é recomendado que cada unidade básica contenha seis cordões ópticos. Para cabos ópticos de 48 a 72 fibras, é recomendado que cada unidade básica contenha 12 cordões ópticos. O cordão óptico deve ser conforme a NBR 14106.

A unidade básica de cordões ópticos deve ser constituída por até 12 cordões agrupados e deve ser identificada conforme essa norma e os cabos de até 12 fibras ópticas devem ser constituídos por um ou mais cordões ópticos. Para cabos de 18 a 288 fibras ópticas, é recomendado que cada unidade básica contenha seis ou 12 cordões ópticos.

Para o núcleo constituído por unidades básicas de elementos ópticos, a unidade básica de elementos ópticos deve ser constituída por até 12 elementos agrupados e deve ser identificada conforme essa norma. Os cabos de até 12 fibras ópticas devem ser constituídos por elementos ópticos reunidos. Para cabos de 18 a 36 fibras ópticas, é recomendado que cada unidade básica contenha seis elementos ópticos.

Para cabos ópticos de 48 a 144 fibras, é recomendado que cada unidade básica contenha 12 elementos ópticos. Podem ser colocados enchimentos de material polimérico compatível com os demais materiais do cabo, a fim de formar o núcleo cilíndrico. No núcleo do cabo pode haver uma identificação legível e indelével, contendo impressos o nome do fabricante e o ano de fabricação, em intervalos não superiores a 50 cm, ao longo do eixo do cabo.

Sobre o revestimento externo devem ser gravados o nome do fabricante, a designação do cabo, o número do lote e o ano de fabricação, de forma legível e indelével, em intervalos de 1 m ao longo do eixo do cabo. A pedido do comprador, podem ser impressas informações adicionais. A marcação métrica sequencial deve ser feita em intervalos de 1 m ao longo do revestimento externo do cabo óptico interno. A marcação deve ser feita com algarismos de altura, forma, espaçamento e método de gravação ou impressão tais que se obtenha legibilidade perfeita e permanente. Não são permitidas marcações ilegíveis adjacentes.

Na medida da marcação do comprimento ao longo do eixo do cabo, é tolerada uma variação para menos de até 0,5%, não havendo restrição de tolerância para mais. A marcação inicial deve ser feita em contraste com a cor da capa do cabo, sendo preferencialmente azul ou preta para cabos de cores claras, e branca para cabos de cores escuras ou em relevo. Se a marcação não satisfizer os requisitos anteriores, é permitida a remarcação na cor amarela.

A remarcação deve ser feita de forma a não se sobrepor à marcação inicial defeituosa. Cada lance de cabo deve ser fornecido acondicionado em um carretel de madeira com diâmetro mínimo do tambor de 22 vezes o diâmetro externo do cabo. A largura total do carretel não pode exceder 1,5 m e a altura total não pode ser superior a 2,1 m.

Os carretéis devem conter um número de voltas tal que entre a camada superior e as bordas dos discos laterais exista um espaço livre mínimo de 6 cm. Os carretéis utilizados devem estar conforme a NBR 11137. As extremidades do cabo devem ser solidamente presas à estrutura do carretel, de modo a não permitir que o cabo se solte ou se desenrole durante o transporte.

A extremidade interna do cabo na bobina deve estar protegida para evitar danos durante o transporte, ser acessível para ensaios, possuir um comprimento livre de no mínimo 2 m e ser acomodada com diâmetro de no mínimo 22 vezes o diâmetro externo do cabo. Após efetuados todos os ensaios requeridos para o cabo, as extremidades do lance devem ser fechadas, a fim de prevenir a entrada de umidade. Cada lance do cabo óptico interno deve ter um comprimento nominal de 1.000 m, podendo, a pedido do comprador, ser fornecido em comprimento específico. A tolerância de cada lance deve ser de + 3%, não sendo admitidos comprimentos inferiores ao especificado.

Devem ser identificadas em cada bobina, com caracteres perfeitamente legíveis e indeléveis, as seguintes informações: nome do comprador; nome do fabricante; número da bobina; designação do cabo; comprimento real do cabo na bobina, expresso em metros (m); massa bruta e massa líquida, expressas em quilogramas (kg); uma seta ou marcação apropriada para indicar o sentido em que o cabo deve ser desenrolado; identificação de remarcação, quando aplicável. O transporte, armazenamento e utilização das bobinas dos cabos ópticos internos devem ser feitos conforme a NBR 7310.

Os requisitos dos cabos ópticos protegidos contra o ataque de roedores

Saiba como deve ser a fabricação dos cabos ópticos dielétricos protegidos contra o ataque de roedores. Os cabos com revestimento NR ou RC são indicados para instalações subterrâneas aplicadas em linhas de dutos e em instalações aéreas, espinado junto ao mensageiro.

A NBR 14773 de 07/2020 – Cabo óptico dielétrico protegido contra o ataque de roedores para aplicação subterrânea em duto ou aérea espinado — Especificação especifica os requisitos para a fabricação dos cabos ópticos dielétricos protegidos contra o ataque de roedores. Os cabos com revestimento NR ou RC são indicados para instalações subterrâneas aplicadas em linhas de dutos e em instalações aéreas, espinado junto ao mensageiro. Os cabos com revestimento COG, COR, COP ou LSZH são utilizados apenas para instalações subterrâneas em dutos ou internas. Um cabo óptico dielétrico protegido contra o ataque de roedores para aplicação subterrânea em duto ou aérea espinado é um conjunto constituído por fibras ópticas monomodo ou multimodo de índice gradual, revestidas em acrilato, com elemento (s) de proteção da (s) unidade (s) básica (s), eventuais enchimentos; com elemento (s) de proteção da (s) unidade (s) básica (s) e núcleo resistente à penetração de umidade, e protegidos por revestimento interno de material termoplástico, uma barreira resistente à ação de roedores e revestimento externo de material termoplástico.

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Como pode ser definido o material hidroexpansível?

Qual é o código de cores das unidades básicas?

Quais são as cores das fibras ópticas?

Como deve ser executada a barreira resistente à ação de roedores?

Como deve ser feita a marcação métrica sequencial?

Na fabricação dos cabos ópticos dielétricos protegidos contra o ataque de roedores para aplicação em linhas de dutos ou aérea espinado, devem ser observados processos de modo que os cabos prontos satisfaçam os requisitos especificados nesta norma. Os cabos ópticos dielétricos protegidos contra o ataque de roedores para aplicação em linhas de dutos ou aérea espinado são designados pelo seguinte código: CFOA – X – Y – W – Z – K, onde CFOA é o cabo com fibra óptica revestida em acrilato; X é o tipo de fibra óptica, conforme a tabela abaixo; Y é a aplicação do cabo e formação do núcleo, conforme a tabela abaixo; W é o tipo de barreira à penetração de umidade, conforme a tabela abaixo; Z é o número de fibras ópticas, conforme a tabela abaixo. Outras quantidades de fibras por cabo podem ser adotadas, sendo objeto de acordo entre o comprador e o fornecedor. K é o grau de proteção do cabo quanto ao comportamento frente à chama, conforme a tabela abaixo e especificado em 5.2.7 (Comportamento frente à chama). A gravação do termo NR é facultativa.

Os materiais constituintes dos cabos ópticos dielétricos protegidos contra o ataque de roedores para aplicação em linhas de dutos ou aérea espinado devem ser dielétricos. Os materiais utilizados na fabricação do cabo devem ser compatíveis entre si. Os materiais utilizados na fabricação dos cabos com função estrutural devem ter as suas características contínuas ao longo de todo o comprimento do cabo. As fibras ópticas tipo multimodo de índice gradual, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 13487.

As fibras ópticas tipo monomodo com dispersão normal, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 13488. As fibras ópticas tipo monomodo com dispersão deslocada e não nula, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 14604. As fibras ópticas tipo monomodo com baixa sensibilidade a curvatura, utilizadas na fabricação dos cabos, devem estar conforme a NBR 16028.

Não são permitidas emendas nas fibras ópticas durante o processo de fabricação do cabo. O núcleo deve ser constituído por unidades básicas. Os cabos ópticos devem ser fabricados com unidades básicas de 2, 4, 6, 8, 12, 16, 24, 36 ou 48 fibras ópticas. As unidades básicas devem ser dispostas em elementos de proteção adequados, de modo a atender aos requisitos especificados nesta norma.

Os elementos de proteção podem ser constituídos por tubos de material polimérico encordoados em uma ou mais coroas, ou de forma longitudinal. Os elementos de proteção encordoados devem ser reunidos com passo e sentido escolhidos pelo fabricante, de modo a satisfazer as características previstas nesta norma. Podem ser colocados enchimentos de material polimérico compatível com os demais materiais do cabo, a fim de formar um núcleo cilíndrico.

No caso de cabos ópticos constituídos por elementos de proteção encordoados dispostos em mais de uma coroa, opcionalmente estas coroas podem ser separadas por fitas, a fim de facilitar a sua identificação. O núcleo pode ser constituído por um único elemento de proteção central de material polimérico. É recomendado que cabos ópticos compostos por elementos de proteção encordoados de até 12 fibras ópticas sejam constituídos por unidades básicas, onde cada unidade pode conter 2 ou 6 fibras ópticas.

É recomendado que cabos ópticos compostos por elementos de proteção encordoados de 18 a 36 fibras ópticas sejam constituídos por unidades básicas, onde cada unidade pode conter 6 ou 12 fibras ópticas. É recomendado que cabos ópticos compostos por elementos de proteção encordoados de 48 a 288 fibras ópticas sejam constituídos por unidades básicas, onde cada unidade pode conter 12 ou 24 fibras ópticas. É recomendado que cabos ópticos compostos por elementos de proteção encordoados com capacidade superior a 288 fibras ópticas sejam constituídos por unidades básicas onde cada unidade pode conter 24, 36 ou 48 fibras ópticas.

Os elementos de proteção das unidades básicas devem ser preenchidos com composto não higroscópico ou com materiais hidroexpansíveis que assegurem o enchimento dos espaços intersticiais. O núcleo do cabo óptico geleado deve ser preenchido com composto não higroscópico que assegure o enchimento dos espaços intersticiais e limite a penetração e propagação de umidade no interior do cabo. O núcleo do cabo óptico seco deve ser protegido com materiais hidroexpansíveis, de forma a assegurar a sua resistência à penetração de umidade.

Os compostos de preenchimento e os materiais hidroexpansíveis devem ser homogêneos e inodoros, e devem permitir a identificação visual das partes componentes do cabo. Os compostos de preenchimento e os materiais hidroexpansíveis devem ser livres de impurezas, partículas metálicas ou outros materiais estranhos.

Os compostos de preenchimento e os materiais hidroexpansíveis devem ser facilmente removíveis e não tóxicos, e não podem provocar danos ao operador. Os compostos de preenchimento e os materiais hidroexpansíveis devem apresentar características que não degradem os componentes do cabo. O núcleo do cabo óptico deve ser protegido termicamente, de modo que sejam evitados danos às fibras ópticas e às unidades básicas, não permitindo a adesão entre elas, provocada pela transferência de calor durante a aplicação dos revestimentos.

O desempenho dos dutos corrugados de polietileno

Saiba quais são os requisitos gerais e de desempenho, bem como os métodos de ensaio, para fabricação de dutos corrugados de polietileno, empregados em instalações de infraestrutura elétrica (baixa, média ou alta-tensão) e/ou de telecomunicações, podendo estar confinados, enterrados ou aparentes.

A NBR 15715 de 07/2020 – Sistemas de dutos corrugados de polietileno (PE) para infraestrutura de cabos de energia e telecomunicações — Requisitos e métodos de ensaio especifica os requisitos gerais e de desempenho, bem como os métodos de ensaio, para fabricação de dutos corrugados de polietileno, empregados em instalações de infraestrutura elétrica (baixa, média ou alta-tensão) e/ou de telecomunicações, podendo estar confinados, enterrados ou aparentes. Esta norma não especifica os requisitos a serem atendidos pelos eletrodutos utilizados em sistemas elétricos prediais.

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Quais são as características dimensionais dos dutos corrugados?

Como deve ser feita a marcação dos dutos corrugados?

Qual deve ser o plano de amostragem para verificação dimensional e visual?

Como deve ser executada a aceitação e rejeição na inspeção de recebimento?

A matéria-prima para a fabricação dos dutos corrugados deve ser o composto de polietileno, que é o material fabricado com resina à base de polietileno, contendo os aditivos e pigmentos necessários. As conexões devem ser fabricadas com composto de polietileno, polipropileno ou PVC. Os dutos corrugados e suas conexões devem atender à classificação da tabela abaixo, quanto à sua aplicação e a sua classificação à propagação de chama. Os dutos corrugados devem atender à classificação da tabela abaixo, quanto à sua aplicação e classificação de resistência à compressão.

Recomenda-se que o fabricante adote um controle do processo de fabricação capaz de assegurar que os produtos que fabrica estejam de acordo com esta Norma. Como referência informativa, pode ser utilizado o Anexo A. Os sistemas de dutos corrugados, quando montados de acordo com as instruções do fabricante, devem ter resistência apropriada às influências externas, conforme a classificação declarada pelo fabricante.

Os dutos corrugados e as conexões devem suportar os esforços normais que ocorrem durante o transporte, armazenamento, instalação recomendada e aplicação. Devem ser fabricados por processo de extrusão e as conexões podem ser fabricadas por qualquer processo de transformação, desde que atendam aos requisitos desta norma. A cor dos dutos corrugados e das conexões deve ser estabelecida entre o fabricante e o comprador, porém recomenda-se a utilização da cor preta.

Os dutos corrugados devem ser aditivados com absorvedores e estabilizantes que assegurem suas propriedades, quando expostos a intempéries durante o período de armazenamento. As superfícies dos dutos corrugados e conexões devem apresentar cor e aspecto uniformes e devem ser isentas de corpos estranhos, bolhas, fraturas do fundido, trincas ou outros defeitos visuais que comprometam o desempenho do produto. O fornecimento e o acondicionamento devem atender ao seguinte: os dutos corrugados devem ser fornecidos em barras com comprimentos múltiplos de 6 m ou em rolos com comprimentos múltiplos de 25 m; quando transportados, os dutos corrugados e conexões não podem ficar expostos à fonte de calor e agente químico agressivo, devendo ser acondicionados adequadamente para que não se soltem durante o transporte e para que preservem sua integridade mecânica.

Os dutos corrugados que não forem na cor preta e as conexões não podem ser estocados em locais sujeitos a intempéries por período superior a seis meses. Para os dutos corrugados pretos, em locais sujeitos a intempéries, recomenda-se que o período de estocagem não seja superior a 12 meses. Para períodos maiores de armazenamento, recomenda-se que os dutos sejam guardados protegidos dos raios solares ou intempéries.

Os dutos corrugados em barras devem ser fornecidos acompanhados de suas respectivas luvas de emenda e dos elementos de vedação, de forma a garantir a resistência às influências externas e, para os dutos corrugados em rolos, o fornecimento de luvas, tampões e elementos de vedação deve ser objeto de acordo entre o comprador e o fornecedor. Os dutos corrugados em rolos devem ser fornecidos com fio-guia interno, cujas extremidades devem ser amarradas nas pontas do duto. A unidade de compra do duto é o metro e das conexões é a peça.

Os dutos corrugados fabricados conforme esta norma devem ser compatíveis entre si, utilizando-se conexões de transição correspondentes. Os dutos corrugados e as conexões devem ser apropriados para a montagem da junta de vedação. Quaisquer que sejam os tipos de juntas formadas, seu desempenho deve ser garantido pela verificação da resistência às influências externas. A junta de vedação deve ser montada segundo as instruções do fabricante.

O duto corrugado deve suportar a carga mínima de 450 N ou 680 N, de acordo com a sua classificação indicada na tabela acima, quando submetido ao ensaio de resistência à compressão. Após o ensaio, os corpos de prova não podem apresentar fissuras, trincas ou estrangulamentos. O ensaio de resistência à compressão deve ser realizado de acordo com o Anexo C.

Quanto à resistência à curvatura, esse ensaio deve ser aplicado somente para os dutos corrugados fornecidos em rolos, aplicando o raio de curvatura indicado pelo fabricante do duto. O duto corrugado deve permitir a passagem de uma esfera ou gabarito cilíndrico com diâmetro de 95% do diâmetro interno mínimo do duto corrugado, quando submetido à curvatura. Após o ensaio, os corpos de prova não podem apresentar quebra, trinca ou fissuras. O ensaio de resistência à curvatura deve ser realizado de acordo com o Anexo D. O duto corrugado e a conexão devem resistir ao impacto sem apresentar quebra, rachaduras ou trincas que permitam a passagem de água ou luz entre os seus meios interior e exterior.

As juntas entre os dutos corrugados e as conexões devem apresentar grau de proteção às influências externas de classificação mínima IP38. A junta é constituída de segmentos de dutos corrugados, conexões e/ou elementos de vedação (quando aplicável). Se necessário, as extremidades abertas do conjunto montado podem ser fechadas ou não incluídas no ensaio.

A montagem das juntas deve ser realizada de acordo com as instruções indicadas no manual técnico do fabricante. A conformidade, de acordo com a classificação informada pelo fabricante, deve atender aos requisitos descritos a seguir, conforme aplicável. O ensaio de verificação da resistência às influências externas da junta deve ser realizado de acordo com a NBR IEC 60529.

Para os efeitos de aplicação da NBR IEC 60529, onde é utilizado o termo invólucro nesta norma é utilizado o termo junta. O conjunto montado deve ser ensaiado de acordo com o ensaio apropriado da NBR IEC 60529, considerando o primeiro numeral característico de proteção especificado pelo fabricante e os respectivos requisitos específicos do grau de proteção contra ingresso de objetos sólidos estranhos.

O conjunto montado ensaiado para o primeiro numeral característico 5 ou 6 deve ser considerado aprovado no ensaio se não houver penetração de poeira visível a olho nu, sem ampliação adicional. O conjunto montado deve ser ensaiado de acordo com o ensaio apropriado da NBR IEC 60529, considerando o segundo numeral característico de proteção e os respectivos requisitos específicos contra a penetração de água. O conjunto montado ensaiado deve ser considerado aprovado no ensaio se não houver penetração de água suficiente para formar uma gota visível a olho nu, sem ampliação adicional.

O ensaio do teor de negro de fumo deve ser aplicado somente ao duto corrugado fornecido na cor preta e somente para sua camada externa. A parede externa do duto corrugado na cor preta deve ser pigmentada com negro de fumo dispersado homogênea e adequadamente, com conteúdo na massa do composto de (2,5 ± 0,5) %. O ensaio de determinação do teor de negro de fumo deve ser realizado de acordo com a ISO 6964.

O ensaio de resistência ao intemperismo artificial deve ser aplicado somente ao duto corrugado fornecido em qualquer cor diferente da cor preta. A parede externa do duto corrugado não fornecido na cor preta deve ser aditivada com protetores ultravioletas dispersados homogênea e adequadamente, permitindo sua proteção dentro do período de estocagem às intempéries. Os resultados dos ensaios de tração no escoamento e alongamento na ruptura dos corpos de prova antes do envelhecimento, comparados com os resultados após o envelhecimento, devem ter variação máxima dentro do intervalo de ‒ 25% a + 25%. O ensaio de resistência ao intemperismo artificial deve ser realizado de acordo com o Anexo F.

O ensaio de dispersão de pigmentos deve ser aplicado somente à camada externa dos dutos corrugados. Este ensaio não é aplicado aos dutos corrugados classificados como não propagantes à chama. O duto corrugado deve apresentar uma dispersão de pigmentos que atenda à classificação máxima grau 3.

O ensaio de dispersão de pigmentos deve ser realizado de acordo com a NBR ISO 18553. O ensaio de resistência à chama deve ser aplicado somente aos dutos corrugados e às conexões classificados como não propagantes de chama. Os corpos de prova do duto corrugado não podem inflamar, para que sejam considerados resistentes à chama.

Se os corpos de prova queimarem ou forem consumidos sem queimar, o duto corrugado deve ser considerado aprovado, se os três corpos de prova atenderem a todos os requisitos a seguir: não pode haver combustão por mais 30 s após a remoção da chama; após ter cessado a combustão e após o corpo de prova ter sido limpo, utilizando-se um pedaço de tecido embebido em água, a amostra não pode apresentar evidência de queima ou carbonização a menos de 50 mm de qualquer parte da abraçadeira; e não pode ocorrer combustão no lenço de papel. O ensaio de resistência à chama do duto corrugado deve ser realizado de acordo com o Anexo G.