Sete regras para um feedback correto, eficaz e sem constrangimento

CURSO PELA INTERNET

Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a Revisão da Norma ABNT NBR 17505 – Disponível pela Internet
O curso visa a orientação de todo o pessoal envolvido no Projeto, na Construção, na Aprovação de Licenças e na Fiscalização de Instalações voltadas para o Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis.

Dar feedback faz parte das tarefas de um líder, mas, para que a ação tenha o efeito desejado, é preciso cuidado para não causar um resultado inverso. De acordo com a coach Bibianna Teodori, alguns profissionais podem receber a mensagem como uma crítica e até se abalar com a atitude.

“Muitos ficam na defensiva e se sentem humilhados ou envergonhados. Mas normalmente isso acontece quando o feedback não foi aplicado corretamente”, afirma a especialista.

Segundo Bibianna, a ação só surte efeito quando o receptor a encara como um estímulo. “Quando o feedback leva o profissional a se sentir encorajado a encontrar soluções, melhorar ou adotar uma postura proativa, é sinal que o processo foi bem feito pelo líder.”

Para a coach, é fundamental que o emissor da mensagem aponte caminhos mais produtivos e enriquecedores, para que o aprendizado possa ocorrer. “Deve-se encorajar o colaborador, esclarecer pontos da situação atual e visar a solução dos problemas, além do aprimoramento de habilidades.”

Bibianna lista abaixo sete regras para o feedback ideal:

1) Descreva o comportamento ou o acontecimento que merece atenção, exatamente como ocorre, sem fazer juízo de valores.

2) Seja especifico, não geralista. Qual comportamento deve ser melhorado ou aprimorado?

3) O feedback deve ser voltado para a necessidade do receptor, e não do emissor. A ação não é feita para extravasar raiva, decepção ou qualquer emoção negativa.

4) Foque no comportamento, não na identidade do receptor.

5) Ajude a tornar o feedback algo solicitado, positivo, bem recebido, e não imposto. Se você quer fazer uma bela colheita, precisa de terra e sementes saudáveis.

6) Dê o feedback rapidamente, logo após um acontecimento. Quanto maior a demora, maiores serão as chanches de o interlocutor esquecer pontos cruciais e até mesmo duvidar de que as coisas aconteceram da forma como você esta dizendo.

7) Tente validar se o feedback foi absorvido. Existe uma grande diferença entre ouvir e escutar. Ouvir efetivamente significa entender e observar as informações transmitidas.

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Trusted Internet: é possível?

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Leandro Hernández, vice-presidente da F-Secure para América Latina

De uma rede de computadores acadêmica custeada pelos militares, a internet transformou-se na World Wide Web e, depois, naquilo que hoje conhecemos. Ela criou novas indústrias e empresários bilionários. Ela encolheu o mundo conectando pessoas que, de outro modo, nunca teriam interagido. Ela ajudou todas as pessoas tornando sua vida um pouco mais fácil — desde manter-se em contato com a família até ser o recurso número um para a pesquisa sobre qualquer determinado assunto. É difícil imaginar a vida sem ela.

É claro que nem todo mundo está online… ainda. Os números variam, mas é geralmente aceito que aproximadamente 3 bilhões de pessoas já estão conectadas à Internet. Isto corresponde a 42% da população do mundo. A internet é, agora, uma extensão da humanidade. Ela é nossa criação maravilhosa e estamos cada vez mais dependentes dela. O problema é que ela está se transformando em um Frankenstein. Estamos tão consumidos em saber se algo (como rastrear os movimentos das pessoas online) é possível, que a indústria se esqueceu de perguntar a si mesma se deveria fazê-lo. A ética, muitas vezes, tem sido excluída na corrida pela obtenção de mais dados pessoais, pois conhecimento é poder.

Então, a internet e a indústria que a rodeia estão em um ponto de inflexão. A disputa para dominar os mercados emergentes de produtos e serviços levou muitas empresas a perderem de vista o que a Internet deveria ser. Se as coisas continuarem nessa trajetória ética descendente, corremos o risco de violar os direitos de todas as pessoas que a utilizam. Estima-se que, em 2018, metade da população do mundo estará online. Isso significa que metade das pessoas poderia ter seu direito à privacidade (Artigo 12 da Declaração Universal dos Direitos Humanos) violado. Isso é inaceitável porque é evitável.

A Lei 12.965, que estabelece o Marco Civil na internet no Brasil, sem dúvida foi um grande avanço nesse sentido, pois traz garantias importantes para o cidadão. No eixo sobre privacidade, procura garantir os direitos civis em relação aos seus dados pessoais. Isto é, que os dados que uma pessoa informa para acessar um site ou uma rede social continuem sendo seus e não das empresas responsáveis por prestar esses serviços. Isso é um avanço importante, mas honestamente, isso não parece que vem sendo respeitado. É claro que violar a privacidade de clientes e prospects não é uma estratégia de vendas sábia, mas é uma prática mais comum do que se imagina na Internet.

E por que isso acontece? Porque os dados tem um valor real. Se você não acredita em quão valiosos os seus dados são, basta dar uma olhada no Google. A gigante da internet obteve mais de US$ 12 bilhões de lucro no ano passado. Nada mal para uma empresa que doa seus serviços gratuitamente. O Google coleta tantos dados acerca de seus usuários que é a quarta maior fabricante de servidores do mundo. Ela nem sequer vende servidores; é só para seu próprio uso, para armazenar, entre outros, informações sobre pessoas.

Dados pessoais são um grande negócio. Os anunciantes pagam muito dinheiro por perfis de pessoas. De que as pessoas gostam, onde vivem, em quem têm a probabilidade de votar, se são canhotas — algumas empresas de marketing afirmam ter até 1.500 pontos de interesse no perfil de cada indivíduo. Todos esses pontos de interesse são algo que essas pessoas estão felizes por terem compartilhado? Eu duvido.

E a Internet das Coisas?

Em seguida vem a Internet das Coisas (IoT), um conceito segundo o qual inúmeros objetos, desde torradeiras até pontes, estarão conectados à internet, onde compartilharão os dados que coletam. Os benefícios dessa rede emergente é que a análise dos dados levará a ganhos de eficiência e facilitará ainda mais a vida para as pessoas. Por exemplo, eu poderia combinar os dados coletados do pedômetro — aparelho que contabiliza os passos de um atleta — de meu smartphone, de meu aplicativo de dieta e do monitor cardíaco de meu relógio para analisar a minha saúde e fazer melhorias conscientes. Até aqui, tudo bem.

As águas da IoT ficam um pouco mais sombrias quando você começa a perguntar quem mais terá acesso àqueles dados a meu respeito. Talvez eu não me importe de meu médico vê-los, mas não me sinto confortável com empresas de marketing ou seguradoras de saúde vendo esses dados. Eles são assunto particular.

Temos a sorte de ainda estar no estágio inicial da IoT e de termos a oportunidade de moldar o seu impacto sobre a nossa vida particular. Essa é, porém, uma janela relativamente pequena para fazermos a coisa certa; por isso, temos de ser francos para proteger as liberdades civis das pessoas.

A solução ética

O próximo estágio de desenvolvimento da internet precisa ser a Trusted Internet. As pessoas têm o direito à privacidade online e isso é inteiramente possível, prova disso é o Marco Civil brasileiro.

Nem todas as empresas e organizações online fazem parte do frenesi de coleta de dados. Algumas, simplesmente não se importam com o que você pesquisa em um mecanismo de busca ou com os sites que você visita (a menos que eles sejam mal-intencionados, é claro!). Nós acreditamos que os seus dados são exatamente isso — seus.

Até agora, a internet desenvolveu nas pessoas o gosto pelo gratuito. Os usuários têm sido relutantes em pagar por serviços que poderiam obter de graça em outro lugar. Mas, agora, as pessoas estão percebendo que, quando não pagam pelo produto, elas são o produto. Para nós, nossos clientes são isso — clientes. Sendo o cliente, seus dados lhe pertencem. Nosso trabalho é protegê-los de modo que seus dados continuem sendo seus.

Nós acreditamos que a internet deve ser um lugar para as pessoas aprenderem e interagir. Isso não deve custar a nossa privacidade. Se deve haver um preço, ele deve ser quantificável, de modo que as pessoas tenham a oportunidade de decidir sobre os serviços que desejam usar, em vez de simplesmente obter acesso a serviços em troca de suas informações pessoais.

Nós somos a geração que vive intensamente a internet. Não sejamos a geração que descartou a ética e o respeito à privacidade.

Terceirização: primordial para a competitividade na economia moderna

Projetos de normas

Acesse o link https://www.target.com.br/produtossolucoes/nbr/projetos.aspx e tenha conhecimento dos Projetos de Norma Brasileiras e Mercosul, disponíveis para Consulta Nacional. Selecione o Comitê Técnico desejado e clique sobre o código ou título para consultar.

Humberto Barbato, presidente da Abinee

Há muito tempo temos debatido a necessidade de modernização da retrógrada legislação trabalhista, atualizando-a para os novos tempos. Além de conferir a ela uma maior flexibilização nas negociações coletivas e reduzir o custo salarial, aproximando-o do salário líquido do trabalhador, é essencial permitir a existência de vários regimes de trabalho e não apenas um.

Neste sentido, a aprovação da terceirização se apresenta como uma questão fundamental para o incremento da competitividade do país. Embora seja um regime adotado no mundo todo, inclusive por alguns setores no Brasil, a terceirização continua emperrada no Congresso Nacional, onde tramita há cerca de 17 anos.

A única regulamentação existente é do Tribunal Superior do Trabalho, que editou, há mais de 10 anos, a Súmula 331, estabelecendo a restrição à terceirização das atividades denominadas “fim”, permitindo apenas a terceirização das atividades denominadas “meio”. No entanto, com o dinamismo da economia e das áreas de atuação das empresas, estes conceitos são insuficientes e causam uma enorme insegurança jurídica.

O principal entrave para a aprovação de uma legislação específica para a terceirização é a suposta preocupação quanto à garantia de direitos trabalhistas. Entretanto, é preciso que fique claro que a terceirização não implica em precarização das condições de trabalho. Pelo contrário, este regime traz inúmeras vantagens para toda a sociedade, permitindo a redução do custo da mão de obra, a geração de mais emprego e o aumento do salário líquido do trabalhador.

Hoje, com a evolução tecnológica, a definição do trabalho terceirizado é parte integrante e primordial da economia moderna. A falta de uma regulamentação no Brasil nos deixa mais uma vez em uma posição de atraso em relação às demais nações.

Crise hídrica: a natureza aceita apenas a verdade

Aterramento e a Proteção de Instalações e Equipamentos Sensíveis contra Raios: Fatos e Mitos – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410 – A partir de 3 x R$ 320,57 (56% de desconto)

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Filtros de Harmônicos em Sistemas Industriais – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Maurício Dziedzic

A falta de água forçava as pessoas a tomar urina reciclada. Essa era uma parte impressionante do livro “Não verás país nenhum”, de Ignácio de Loyola Brandão, que li na adolescência. Hoje sei que o conceito não é tão esotérico e já se tornou realidade em alguns locais do planeta.

Recentemente, Bill Gates tomou água proveniente de esgoto reciclado para mostrar que isso é seguro. Melhor seria não ter que recorrer a esse tipo de solução, mas tudo indica que, como diz o tetracampeão Zagallo, “vamos ter que engolir”.

A escassez de água em São Paulo, no cerne do Brasil “desenvolvido”, finalmente traz para aqueles que não tinham sido sensibilizados pelos anos de seca em regiões mais pobres a sensação de que o problema, além de real, é grave. E a situação, ao contrário de tantas outras que assolam nosso país, não pode ser resolvida, ou escondida, pela alteração de regras, pelo desmentido, pelo “eu não sabia”, nem por medida provisória. A natureza aceita apenas a verdade – se a solução não for a correta, o problema não será resolvido, nem esquecido.

Após décadas de desmatamento, desproteção de nascentes, poluição nas mais variadas formas, impermeabilização do solo impedindo a recarga dos aquíferos e exploração desenfreada de recursos naturais, algumas regiões dão sinal de que a sociedade levou a natureza ao limite. É o caso de São Paulo.

A variabilidade natural da ocorrência de chuvas, com alternância de períodos secos e períodos úmidos, faz com que seja normal a falta de água em alguns momentos. Todavia, os reservatórios são concebidos exatamente para garantir o abastecimento quando chove menos.

O astuto leitor diria que a solução é construir reservatórios cada vez maiores, à medida em que a população aumenta. Há limite de quanta água se pode armazenar, em função da quantidade que chove em cada bacia hidrográfica. Existem, porém, outras fontes de fácil acesso que estão sendo ignoradas no país todo: os próprios sistemas de distribuição de água, pasmem.

O Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos, 2012, publicado pelo Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), mostra que as perdas médias de água tratada no Brasil são de 36,9 %. O índice no PR é de 33 %. O menor é do Distrito Federal, com 23,9 %, e o maior é do Amapá, com 71,9 %.

Levando em conta que parte dessas perdas pode não ser real, mas simplesmente água furtada do sistema por ligações irregulares, pode-se arredondar a conta. Ou seja, mais de um terço é perdido por falhas na rede. Em países desenvolvidos, o índice é próximo a 10%. Poderíamos estabelecer meta mais humilde, talvez próxima a 20 % a médio prazo. Já faria diferença.

Para isso, é necessário investir em infraestrutura e na gestão do saneamento. Não adianta culpar as concessionárias se não são dadas condições para melhorar a situação. O orçamento deveria ser maior. Há muito tempo o setor se queixa e não é ouvido. Infraestrutura é resolvida com obras – principalmente a melhoria das redes de distribuição. A gestão é resolvida com honestidade e educação.

A honestidade resolveria também outros problemas do país que, além da crise hídrica, passa por crise moral, nos transportes, na energia, entre outras. A educação idem, pois profissionais e pessoas, em geral, com melhor formação e discernimento, poderiam utilizar recursos com mais responsabilidade, conduzir melhor o país e decidir seu destino, em vez de serem conduzidas.

Maurício Dziedzic é coordenador do Programa de Pós-Graduação em Gestão Ambiental (Mestrado e Doutorado) da Universidade Positivo.

Mães que matam ou abandonam os próprios filhos

VÍDEO EXPLICATIVO

Formação de Auditores Internos de Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Meio Ambiente, Saúde, Segurança do Trabalho e Responsabilidade Social) – Disponível pela Internet

Capacitar os participantes a realizar auditorias compartilhadas do Sistema Integrado.

Bernardo Campos Carvalho

Cresce no país o número de crianças abandonadas ou mortas logo após o nascimento. Ultimamente, os noticiários têm relatado inúmeros casos do gênero, o que choca a sociedade. Abandono ou assassinato de recém-nascidos pelas genitoras é uma espécie de crime especial, contendo instituto próprio (artigo 123 do Código Penal) e denominado infanticídio, já que somente pode ser praticado pela mãe, em estado agudo de depressão, durante o parto ou no pós-parto, face ao denominado estado puerperal, período compreendido entre a expulsão da placenta e a volta do organismo da mãe para o estado anterior a gravidez.

A mãe, em geral, no estado puerperal, apresenta um quadro crônico de depressão, não aceitando a criança, não desejando amamentá-la e, normalmente, também fica sem se alimentar, entrando em crise psicótica, podendo chegar a matar o próprio filho. O infanticídio tem tratamento diferente do homicídio comum, pois é diferenciado, principalmente, pela pena, já que no crime comum (artigo 121 do Código Penal) é de reclusão, de seis a 20 anos, ao passo que crime de Infanticídio (artigo 123 da Lei Penal) a pena é mais branda, com detenção de dois a seis anos.

Não existe um prazo matemático para a ocorrência ou para ficar patente o diagnóstico psicodinâmico de transtorno de estresse agudo no estado puerperal, tendo o Código Penal de 1940 transferido sabiamente à perícia médica legal a responsabilidade pela comprovação material desse delito, já que existem muitas correntes a respeito, umas delimitando o prazo de um dia e, em outras, estendendo em meses. As variações psíquicas, decorrentes do estado puerperal, são tão intensas que os crimes cometidos sob esse estado são frios e cruéis, como, por exemplo, o ocorrido na Comarca de Guaratinguetá (SP), testemunhado por uma médica que relatou ter sido chamada para atender um caso hemorragia.

De acordo com a médica, a mulher estava vestida com uma calça de lycra e não teria como saber se a roupa tinha elasticidade que possibilitasse a criança nascer e ficar sob o corpo dela. A médica pediu que a mulher tirasse a roupa para examiná-la e a criança caiu. A profissional comentou com a mulher que ela tinha dado à luz a uma criança e estava sentada sobre ela e a mulher respondeu que “a criança não era nem para ser nascida”.

Com esse caso para ilustrar, é preciso esclarecer que tanto o infanticídio, o homicídio, quanto o aborto, por força de lei são julgados pelo Tribunal do Júri, ou seja, são julgados pelo povo. É a forma mais democrática e limpa de fazer Justiça.

Por isso, esta instituição é tão importante e ressalte-se, o jurado brasileiro, por ser leigo, é muito humano, mas em momento algum é omisso ou irresponsável. A verdadeira democracia, necessariamente, passa pelo Tribunal do Júri.

Bernardo Campos Carvalho é advogado criminalista. Especialista em tribunal do júri, participando dos casos “Champinha” e “Celso Daniel”, dentre outros de repercussão nacional.

Pesquisa estuda macroinvertebrados como indicador da qualidade da água

CURSO PELA INTERNET

NBR ISO 50001 – Gestão de Energia – Implantação da metodologia e estudo de casos práticos

As organizações através deste curso poderão estabelecer os sistemas e processos necessários para melhorar o desempenho, a eficiência e intensidade energéticas. Mais informações, clique no link https://www.target.com.br/produtossolucoes/cursos/gravados.aspx?pp=1&c=699

imageConduzido na Reserva Mata do Uru, no Paraná, o estudo indica que a presença de algumas espécies atestam qualidade ambiental de rios

A qualidade da água pode ser medida pela presença e quantidade de animais macroinvertebrados, que são organismos de poucos centímetros que desenvolvem pelo menos uma fase de seu ciclo de vida nos ambientes aquáticos. E esse é o objetivo do projeto de pesquisa conduzido na Reserva Mata do Uru (Lapa/Paraná):, avaliar a qualidade dos rios, em especial do Ribeirão Calixto, que pertence à bacia hidrográfica do Rio Iguaçu e conta com nascentes na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Mata do Uru.

Iniciada no ano passado, a pesquisa coordenada pelas biólogas Edinalva Oliveira e Ana Meyer, professoras da Universidade Positivo (UP), com participação de alunos e egressos do Curso de Ciências Biológicas, está autorizada até 2017 e deve ter seus primeiros resultados divulgados até o fim deste ano. A cada estação climática, um grupo de pesquisadores realiza amostragens em diferentes regiões do Ribeirão, na Reserva. Na sequência, os trabalhos são desenvolvidos em laboratórios da Universidade, onde os organismos são identificados, quantificados e os dados obtidos são compilados para a obtenção de índices de qualidade ambiental.

O Projeto de pesquisa também tem como objetivo elaborar um Inventário da fauna de macroinvertebrados encontrados no Ribeirão Calixto. “Até o momento, encontramos diferentes espécies de macroinvertebrados, organismos muito exigentes em termos de condições ambientais e que demonstram a biodiversidade local e a integridade do ambiente”, explica a bióloga Edinalva Oliveira.

Em análise mais ampla, os indicativos da qualidade da água do Ribeirão Calixto também significam que a mata ciliar está bem preservada. “A vegetação oferece recursos aos organismos, como estoque constante de matéria orgânica. Muitos invertebrados aquáticos têm fase adulta a qual requer ambientes terrestres íntegros, onde possam depositar larvas”, esclarece a professora.

Algumas espécies de macroinvertebrados possuem particularidades, como o tempo de duração de cada ciclo de vida. Alguns possuem a fase adulta com horas ou semanas, mas as larvas aquáticas podem passar anos nos locais.

“A água é parte do patrimônio natural do planeta Terra. A sua utilização deve ser realizada com consciência e discernimento. Ações mal conduzidas podem favorecer o comprometimento, a deterioração e o esgotamento das reservas atualmente disponíveis. Cada cidadão ou nação deve desenvolver o respeito e tomar atitudes que garantam a manutenção de sua qualidade”, ressalta Edinalva.

Sete dicas para ter sucesso em uma entrevista de emprego

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Especialista oferece dicas à profissionais que queiram se destacar em entrevistas de emprego.

Para ir bem em uma entrevista de emprego e ser contratado, é necessário se destacar. O problema é que muitas pessoas não sabem como fazer isso da maneira apropriada.

Se destacar, nesse tipo de situação, não é o equivalente a usar uma roupa chamativa ou ter senso de humor para cativar os entrevistadores. Numa entrevista de emprego, é preciso saber a maneira correta de se portar, além de demonstrar uma preparação adequada, que indique que você é a pessoa ideal para aquela vaga.

Madalena Feliciano, diretora de Projetos da Outliers Career, atua há mais de 18 anos na área de assessoria para profissionais em transição de carreiras, e afirma que é corriqueiro ver pessoas cometendo gafes em entrevistas de emprego.  “É comum casos em que o profissional não conhece muito bem a empresa que está entrevistando-o, e acaba se complicando na entrevista”, explica. A coach separou dicas para quem quer ter sucesso em uma entrevista de emprego, confira:

1)   Antes da entrevista, descubra o máximo possível sobre a empresa na qual você será entrevistado. Segundo Madalena, isso mostra interesse por parte do candidato, e é visto com bons olhos;

2)   Estude afinco seu próprio CV, para que não seja surpreendido por alguma pergunta específica sobre suas experiências;

3)   Separe, antecipadamente, um “kit de entrevistas” contendo seus certificados, referências, cópia do anúncio da vaga e, principalmente, questões básicas sobre o cargo, referentes às funções que você exercerá, quais são seus clientes, etc. “Os candidatos que se antecipam demonstram um bom nível de preparação e organização, e, certamente, chamarão a atenção do entrevistador”, garante Madalena;

4)   Esteja preparado para questões como “fale-me a seu respeito”, “diga quais foram suas principais conquistas” e “quais são seus pontos fracos e fortes?”. Apesar de parecerem simples, essas perguntas podem derrubar um candidato despreparado;

5)   Apresente uma boa linguagem corporal; apertos de mão firmes, sorrisos e postura ereta mostram que o candidato é confiante de si mesmo;

6)   É preciso medir suas respostas sobre o que está sendo perguntado. “Ao mesmo tempo em que é importante explicar seu ponto de vista, ser conciso, para não perder a atenção do entrevistador, é essencial”, explica a coach; jamais seja prolixo, os entrevistadores odeiam profissionais prolixos!

7)   Mostre entusiasmo pela função, mesmo se você ainda tiver alguma reserva sobre o que exercerá.

“Mostrar-se interessado pelo posto é essencial, pois demonstra pró-atividade”, finaliza Madalena.