Em São Paulo, lei estenderá também aos clientes antigos os benefícios de novas promoções

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SERVIÇOSFoi aprovada e publicada a Lei nº 15.854, que dispõe sobre a obrigatoriedade de os fornecedores de serviços prestados de forma contínua estenderem o benefício de novas promoções aos clientes preexistentes no estado de São Paulo. Na classificação de serviços contínuos estão incluídos além das operadoras de tevês por assinatura, os serviços privados de educação, os provedores de internet, as concessionárias de telefonia, energia elétrica, água, gás e outros serviços essenciais.

O termo promoções é utilizado como sinônimo de ofertas, ou seja, descontos promocionais. Não há, portanto, qualquer relação com promoções comerciais, definidas na legislação aplicável como distribuições gratuitas de prêmios a título de publicidade, que podem ser realizadas nas modalidades concurso, sorteio, vale-brinde ou assemelhadas, conforme já abordamos em artigos anteriores. A lei, que entrará em vigor em 1º de setembro, 60 dias após sua publicação, determina que os fornecedores de serviços prestados de forma contínua ficam obrigados a conceder a seus clientes preexistentes os mesmos benefícios de promoções posteriormente realizadas.

Para os efeitos da norma lei, enquadram-se na classificação de prestadores de serviços contínuos, dentre outros: concessionárias de serviço telefônico, energia elétrica, água, gás e outros serviços essenciais; operadoras de TV por assinatura; provedores de internet; operadoras de planos de saúde; e serviço privado de educação. A extensão do benefício de promoções realizadas pelas empresas prestadoras de serviço a seus antigos clientes deverá ser automática, a partir do lançamento da promoção, sem distinção fundada na data de adesão ou qualquer outra forma de discriminação dentro da área geográfica da oferta.

O fornecedor de serviço que não cumprir o disposto na lei ficará sujeito a multa e, em caso de reincidência, a multa em dobro e cassação da inscrição estadual. A fiscalização do cumprimento da norma ficará a cargo do Procon-SP que poderá firmar convênios com os municípios para este fim.

Para alguns especialistas, a lei prejudica a concorrência do mercado entre as empresas e ainda poderá atingir o consumidor final, já que poderá fazer com que as empresas deixem de lançar novas promoções, o que seria muito prejudicial ao consumidor, até mesmo porque, surgindo uma promoção mais vantajosa da concorrente, o antigo cliente pode optar por mudar a prestadora dos serviços. Já para outros, a determinação é justa, já que essa concorrência não se espalha em todo o estado, sendo que em alguns bairros somente uma empresa presta os serviços. O consumidor vai ter que exigir os seus direitos.

A lei é simples e tem poucos artigos:

Artigo 1º – Ficam os fornecedores de serviços prestados de forma contínua obrigados a conceder a seus clientes preexistentes os mesmos benefícios de promoções posteriormente realizadas.

Parágrafo único – Para os efeitos desta lei, enquadram-se na classificação de prestadores de serviços contínuos, dentre outros:

1. concessionárias de serviço telefônico, energia elétrica, água, gás e outros serviços essenciais;
2. operadoras de TV por assinatura;

3. provedores de “internet”;

4. operadoras de planos de saúde;

5. serviço privado de educação;

6. outros serviços prestados de forma contínua aos consumidores.

Artigo 2º – A extensão do benefício de promoções realizadas pelas empresas prestadoras de serviço a seus antigos clientes será automática, a partir do lançamento da promoção, sem distinção fundada na data de adesão ou qualquer outra forma de discriminação dentro da área geográfica da oferta.

Artigo 3º – O fornecedor de serviço que não cumprir o disposto nesta lei ficará sujeito às seguintes sanções:

I – multa de 10 (dez) a 1.000 (mil) Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (UFESPs), para cada cliente anterior à promoção não beneficiado pela promoção lançada;

II – multa em dobro e cassação da inscrição estadual, em caso de reincidência.

Artigo 4º – A fiscalização desta lei ficará a cargo da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor – Procon, que poderá firmar convênios com os municípios para o mesmo fim.

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Sete coisas que não devem ser feitas em uma entrevista de emprego

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Coach listou quais as principais gafes cometidas por candidatos.

É comum as pessoas pensarem que ter um bom currículo, recomendações impecáveis e apresentação pessoal adequada é o suficiente para se dar bem em uma entrevista de emprego, mas não é bem assim.

Além do jogo de cintura e conhecimentos necessários para responder as perguntas adequadamente, sem cometer gafes e surpreendendo seu entrevistador, sempre é bom se atentar com a postura que o candidato irá demonstrar durante o processo, segundo o que diz Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.

A coach preparou uma lista de 7 posturas inadequadas mais frequentes durante entrevistas de emprego, e que devem ser evitadas a todo custo. Confira:

1. Atrasos e falta de educação

Desrespeitar o horário marcado com o entrevistador, ainda por cima, e não parecer se importar com essa gafe, já adiciona muitos pontos negativos na avaliação do candidato.

“Pequenos atrasos, principalmente quando avisados previamente e justificáveis, são aceitáveis em cidades em que o trânsito complica muito a vida de alguém, como São Paulo. Porém, se o candidato não é humilde o suficiente para pedir desculpas, eles podem se tornar imperdoáveis”, afirma Madalena;

2. Ingratidão

Falar mal do emprego anterior pode levar alguém a desperdiçar uma nova oportunidade de emprego. “Por mais que você não tenha sido feliz com seu chefe ou antigas funções, é importante não comentar sobre isso durante a entrevista, pois, para o avaliador, pode passar impressão de que o candidato é ingrato, e pior: poderá fazer isso com qualquer outra empresa”, pontua;

3. Desconhecimento sobre si mesmo

Ter um discurso impreciso e contradizer o que encontra-se em seu currículo são sinais óbvios de despreparo por parte do candidato, segundo a coach.

“Se o entrevistado mostrar ser vago ou incoerente durante a entrevista, ou ele não domina sua própria história profissional, ou está mentindo, e, em ambas as hipóteses, a imagem do candidato não fica boa perante o entrevistador”, explica;

4. Se vangloriar

Claro, ter autoconfiança e saber valorizar seus feitos profissionais e pessoais é muito importante, mas indicar que tudo isso aconteceu graças a você pode ser um problema, de acordo com a diretora geral.

Além de soar arrogante, a pessoa demonstra, dessa maneira, que desconhece ou subestima a importância do trabalho em equipe, algo muito valorizado atualmente;

5. Falta de noção salarial

Apesar de ser comum, não é regra que todos os recrutadores perguntam qual a remuneração pretendida pelo candidato. Por isso, se esse for o caso, dizer qualquer valor pode não ser uma boa ideia.

Madalena observa que o candidato precisa mostrar qual raciocínio o levou a pedir tal valor, e precisa saber justificá-lo da maneira correta, perante o entrevistado;

6. Não questionar

Não perguntar nada pode indicar falta de curiosidade e interesse pela vaga e empresa, de acordo com a coach.

Por outro lado, perguntar coisas desnecessárias, como qual carro ele ganharia se conseguisse a vaga, devem ser esquecidas, também;

7. Pressionar o entrevistador

Até mesmo a entrevista ser finalizada é possível causar uma má impressão. Ligar demasiadamente e mandar muitos e-mails cobrando a resposta sobre a vaga pode aborrecer o recrutador, e até mesmo fazê-lo mudar de ideia.

“Isso transmite ansiedade e insegurança, e, por isso, o melhor a se fazer é perguntar ao recrutador qual é o prazo para a conclusão do processo seletivo e esperar até a data”, finaliza a especialista.

Prepare-se: a ISO 14001:2015 está quase pronta para ser publicada

14001

A revisão de uma das normas mais populares do mundo para a gestão ambiental, a ISO 14001, mudou-se para o estágio de Final Draft International (FDIS). Isto significa que os países membros têm até dia 02 de setembro para votar e comentar antes da sua publicação prevista para o final de setembro.

Na verdade, as normas ISO devem passar, a cada cinco anos, por um processo de revisão, a fim de definir se norma deve ser mantida, aprimorada ou até cancelada. A ISO 14001 teve sua publicação inicial em 1996 e foi revisada em 2004. Em 2011, teve início um novo processo de revisão, que resultará na versão final em 2015.

O principal objetivo da ISO 14001 é permitir que as organizações estabeleçam processos para gerenciar o risco ambiental, reduzindo o consumo de recursos naturais e custos operacionais, tendo um compromisso de melhoria contínua de seu desempenho ambiental. Ou seja: as ações extremamente necessárias e urgentes para o Planeta.

Atualmente, atingir um equilíbrio entre o ambiente, a sociedade e a economia é considerado essencial para atender às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem as suas necessidades. O desenvolvimento sustentável como um objetivo é alcançado através do equilíbrio dos três pilares da sustentabilidade.

As expectativas da sociedade para o desenvolvimento sustentável, transparência e responsabilidade têm evoluído com a legislação cada vez mais rigorosa, as crescentes pressões sobre o meio ambiente decorrentes da poluição, ineficiência da utilização de recursos, gestão de resíduos inadequada, alterações climáticas, degradação dos ecossistemas e perda da biodiversidade.

Isso tem levado as organizações a adotar uma abordagem sistemática à gestão ambiental por implementação de sistemas de gestão ambiental com o objetivo de contribuir para o meio ambiente, um pilar para a sustentabilidade.

O objetvo da norma de gestão ambiental é o de proporcionar às organizações uma estrutura para proteger o ambiente e responder às mudanças das condições ambientais em equilíbrio com as necessidades sócio-econômicas. Ele especifica requisitos que permitam uma organização para atingir os resultados pretendidos que ela estabelece para a seu sistema de gestão ambiental.

Uma abordagem sistemática à gestão ambiental pode fornecer à alta administração as informações para construir o sucesso em longo prazo e criar opções para contribuir para o desenvolvimento sustentável; proteger o ambiente através da prevenção ou mitigação de impactos ambientais adversos; mitigar o potencial efeito adverso das condições ambientais sobre a organização; auxiliar a organização no cumprimento de obrigações de conformidade; melhorar o desempenho ambiental; controlar ou influenciar a forma como os produtos e serviços da organização são concebidos, fabricados, distribuídos e consumidos e depois eliminados usando uma perspectiva de ciclo de vida que pode prevenir os impactos ambientais; alcançar os benefícios financeiros e operacionais que podem resultar da aplicação de alternativas ambientalmente corretas que fortaleçam a posição de mercado da organização; e comunicar a informação ambiental aos interessados diretos.

A norma fala do sucesso de um sistema de gestão ambiental que depende do comprometimento de todos os níveis e funções da organização, liderada pela alta administração. As organizações podem aproveitar as oportunidades para
prevenir ou mitigar os impactos ambientais adversos e melhorar os impactos ambientais benéficos, particularmente aqueles com implicações estratégicas e competitivas.

A alta administração pode tratar eficazmente seus riscos e oportunidades de integração da gestão ambiental nos negócios e nos processos da organização, realizando o direcionamento estratégico e a tomada de decisão, alinhando-as com outras prioridades de negócios, e incorporando a governança ambiental no seu sistema de gestão global. A demonstração de sucesso da implementação da ISO 14001 pode ser usada para assegurar às partes interessadas que um sistema de gestão ambiental eficaz está funcionando.

Duas organizações podem realizar atividades semelhantes, mas podem ter diferentes obrigações de conformidade, os compromissos na sua política ambiental, tecnologias ambientais e metas de desempenho ambiental, mas ambas podem estar em conformidade com os requisitos da norma. O nível de detalhe e a complexidade do sistema de gestão do ambiente variarão dependendo do contexto da organização, o âmbito do seu sistema de gestão ambiental, a sua conformidade às obrigações e a natureza de suas atividades, produtos e serviços, incluindo os seus aspectos ambientais e impactos ambientais associados.

A norma adota o modelo Plan-Do-Check-Act. A base para a abordagem subjacente a um sistema de gestão ambiental é fundada no conceito de Plan-Do-Check-Act (PDCA). O modelo PDCA fornece um processo iterativo utilizado pelas organizações para alcançar a melhoria contínua. Ele pode ser aplicado a um sistema de gestão do ambiente e para cada dos seus elementos individuais.

Ele pode ser descrita brevemente como segue.

– Plan: estabelecer os objetivos ambientais e processos necessários para fornecer os resultados de acordo com a política ambiental da organização.

– Do: implementar os processos conforme o planejado.

– Check: monitorar e medir processos conforme a política ambiental, incluindo os seus compromissos, os objetivos ambientais e os critérios operacionais e relatar os resultados.

– Act: fazer ações buscando constantemente a melhoria.

A Figura 1 mostra como o quadro introduzido na norma pode ser integrado a um modelo PDCA, que pode ajudar os usuários novos e existentes para compreender a importância de uma abordagem sistêmica.

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ambiental 1

Esta norma não inclui os requisitos específicos de outros sistemas de gestão, tais como os de qualidade, saúde ocupacional e segurança, energia ou gestão financeira. No entanto, permite que uma organização possa usar uma abordagem comum e pensamento baseado no risco para integrar o seu sistema de gestão ambiental com os requisitos de outros sistemas.

Contém os requisitos utilizados para avaliar a sua certificação. Uma organização que pretenda demonstrar conformidade com esta norma internacional pode fazê-lo: fazendo uma autodeterminação e autodeclaração; ou buscando conformidade por partes interessadas na organização, tais como clientes; ou buscar a conformidade por meio de uma autodeclaração por uma parte externa à organização; ou buscar certificação do seu sistema de gestão ambiental de terceira part.

O Anexo A fornece informações explicativas para evitar erros de interpretação dos requisitos da presente edição da norma. O Anexo B mostra uma ampla correspondência técnica entre a edição anterior e essa edição. As diretrizes para a implementação da gestão ambiental estâo incluídas na norma ISO 14004.

Nesta norma, as seguintes formas verbais são usadas:

– “Deve” indica um requisito;

– “Deverá” indica uma recomendação;

– “Pode” indica uma permissão;

– “Poderá” indica uma possibilidade ou capacidade.

As informações identificadas como “NOTA” destinam-se a auxiliar a compreensão ou utilização do documento. “Notas a entrada” é usado na cláusula 3 para fornecer informações adicionais que complementam os dados terminológicas e podem conter disposições relativas à utilização de um termo. Os termos e as definições na Cláusula 3 são organizadas em ordem conceitual, com um índice alfabético fornecida no final do documento.

Contéudo (tradução livre)

Prefácio…………v

Introdução……..vi

1 Escopo………1

2 Referências normativas..1

3 Termos e definições…….1

3.1 Termos relacionados com a organização e liderança…1

3.2 Termos relacionados com o planejamento……………. 2

3.3 Termos relacionados com suporte e operação……….. 4

3.4 Termos relacionados com a avaliação de desempenho e melhoria .. 5

4 Contexto organizacional………………………………………6

4.1 Compreendendo a organização e seu contexto…………6

4.2 Compreendendo as necessidades e as expectativas das partes interessadas ……..6

4.3 Determinando o escopo do sistema de gestão ambiental……. 6

4.4 Sistema de Gestão Ambiental……….7

5 Liderança……………………………..7

5.1 Liderança e compromissomitment..7

5.2 Política Ambiental…………….7

5.3 Regras organizacionais papéis, responsabilidades e autoridades……..8

6 Planejamento……….8

6.1 Ações para enfrentar os riscos e as oportunidades…8

6.1.1 Geral………………8

6.1.2 Aspectos ambientais……….9

6.1.3 Obrigações de conformidade…..9

6.1.4 Ação de planejamento………..9

6.2 Planejamento ambiental e objetivos para alcançá-los…………….10

6.2.1 Objetivos ambientais……………..10

6.2.2 Ações de planejamento para alcançar os objetivos ambientais………..10

7. Suporte………..10

7.1 Recursos……10

7.2 Competência………….11

7.3 Consciência…………….11

7.4 Comunicação……….11

7.4.1 Geral………..11

7.4.2 Comunicação interna……………12

7.4.3 Comunicação externa…………….12

7.5 Informação documentada………12

7.5.1 Geral……………12

7.5.2 Criação e atualização……..12

7.5.3 Controle da informação documentada………12

8 Operação………..13

8.1 Planejamento operacional e controle………….13

8.2 Preparação para emergências e responsabilidades…….13

9 Avaliação do desempenho………………………………..14

9.1 Monitoramento, medição, análise e avaliação….14

9.1.1 Geral………………………14

9.1.2 Avaliação de conformidade….14

9.2 Auditoria interna……………..15

9.2.1 Geral……………….15

9.2.2 Programa de auditoria interna…………………..15

9.3 Revisão do programa de gestão………………15

10 Melhoria………………………………………16

10.1 Geral……………………………………….16

10.2 Não conformidade e ação corretiva…………..16

10.3 Melhoria contínua……………………. 17

Anexo A (informativo) Orientação para o uso desta norma…….. 18

Anexo B (informativo) Correspondência entre a ISO 14001: 2015 e ISO 14001: 2004……………………. 32

Bibliografia………………….34

Índice alfabético de termos….35

Conteúdo em inglês

ambiental 3

O escopo da norma especifica os requisitos para um sistema de gestão ambiental que uma organização pode usar para melhorar o seu desempenho ambiental. Destina-se a ser utilizada por uma organização que procura gerir as suas responsabilidades ambientais de uma forma sistemática, de maneira a contribuir para a sustentabilidade.

Ajuda uma organização a alcançar os resultados pretendidos do seu sistema de gestão ambiental, oferecendo mais valor ao meio ambiente, à própria organização e às partes interessadas. Coerentes com a política ambiental da organização, os resultados pretendidos de um sistema de gestão ambiental incluem: melhoramento do desempenho ambiental; cumprimento das obrigações de conformidade; e a realização dos objetivos ambientais.

Esta norma é aplicável a qualquer organização, independentemente do tamanho, tipo e natureza, e se aplica aos aspectos ambientais das suas atividades, produtos e serviços que a organização determina que pode controlar ou influenciar considerando uma perspectiva do ciclo de vida. Não prescreve critérios específicos de desempenho ambiental. Pode ser utilizada no todo ou em parte para melhorar sistematicamente a gestão ambiental. As reivindicações de conformidade com esta Norma Internacional, entretanto, não são aceitáveis, a menos todas as suas exigências sejam incorporadas no sistema de gestão ambiental de uma organização e satisfeitas sem exclusão.

Tabela B.1 – Correspondência entre ISO 14001: 2015 e ISO 14001: 2004

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Transição

O International Accreditation Forum, Inc. (IAF) fornece uma orientação para a transição da ISO 14001:2004 e ISO 14001:2015 que foi elaborada com a cooperação do ISO/TC 207/SC 1 para prestar assessoria aos interessados sobre o regime de transição a ser considerado antes de implementar a ISO 14001:2015. Foram identificadas as atividades que devem ser considerados pelas partes interessadas e aumentar a compreensão do contexto da ISO 14001:2015. A revisão introduzirá alterações significativas e será publicado em setembro de 2015.

A norma é baseada no anexo SL das diretivas ISO, uma estrutura de alto nível (high-level structure – HLS) que padroniza os títulos, as subcláusulas, o texto principal, os termos comuns e as definições essenciais para melhorar a compatibilidade e o alinhamento com outras normas de sistemas de gestão ISO. O IAF e o ISO Committee on Conformity Assessment (CASCO) concordaram em um período de transição de três anos a partir da publicação da ISO 14001:2015. A Resolução IAF 2014-11 foi aprovada pela Assembleia Geral da IAF em Vancouver em 17 de outubro 2014 endossando um período de transição de 3 anos para ISO 14001: 2015.

Assim, as certificações ISO 14001:2004 só serão válidas em até três anos a partir da publicação da ISO 14001:2015. O prazo de validade da certificação com a norma ISO 14001: 2004 emitido durante o período de transição deve corresponder ao final do período de transição de três anos.

Às organizações que usam a ISO 14001:2004 recomenda-se a tomar as seguintes ações: identificar as lacunas da organização que precisam ser abordadas para atender aos novos requisitos; desenvolver um plano de implementação; proporcionar a formação e a sensibilização adequadas para todas as partes que têm um impacto sobre a eficácia da organização; atualizar o sistema de gestão ambiental existente para atender aos requisitos revistos e verificar a sua eficácia; e, se for caso disso, assegurar o contato com o seu organismo de certificação para arranjos de transição.

Para o IAF, ocorreram várias mudanças estratégicas na nova norma. Por exemplo, a Gestão Ambiental Estratégica, havendo um aumento da proeminência da gestão ambiental dentro dos processos de planejamento estratégico da organização. Um novo requisito para compreender o contexto da organização foi incorporado para identificar e alavancar oportunidades para o benefício tanto da organização como do ambiente.

Uma particular atenção é sobre questões ou alteração das circunstâncias relacionadas com as necessidades e expectativas das partes interessadas (incluindo os requisitos regulamentares) e as condições ambientais locais, regionais ou globais que podem afetar ou ser afetados por, a organização. Uma vez identificada como uma prioridade, as ações para mitigar o risco adverso ou explorar oportunidades benéficas estão integrados no planejamento operacional do sistema de gestão ambiental.

Liderança – Para garantir o sucesso do sistema, uma nova cláusula foi adicionada que atribui responsabilidades específicas para aqueles em papéis de liderança para promover a gestão ambiental dentro da organização.

Proteção o meio ambiente – A expectativa sobre as organizações tem sido expandida para se comprometer com iniciativas proativas para proteger o ambiente de danos e degradação, de acordo com o contexto da organização. O texto revisto não define “proteger o ambiente”, mas observa que ela pode incluir a prevenção da poluição, a utilização sustentável dos recursos, as alterações climáticas mitigação e adaptação, a protecção da biodiversidade e dos ecossistemas, etc.

Desempenho ambiental – Há uma mudança de ênfase no que diz respeito à melhoria contínua, desde a melhoria do sistema de gestão para melhorar o desempenho ambiental. Consistente com a organização compromissos políticos da organização seria, conforme o caso, reduzir emissões, efluentes e resíduos aos níveis estabelecidos pela organização.

Pensamento voltado para o ciclo de vida – Além da exigência atual para gerenciar aspectos ambientais associados a produtos e serviços adquiridos, as organizações terão que estender seu controle e influência para os impactos ambientais associados ao uso do produto e de fim de vida tratamento ou eliminação. Isto não implica a obrigação de fazer uma avaliação do ciclo de vida.

Foi adicionado o item Comunicação, para o desenvolvimento de uma estratégia de comunicação com ênfase na igualdade de comunicações externas e internas. Isso inclui uma exigência de comunicação de informações consistente e confiável, e estabelecer mecanismos para as pessoas que trabalham sob o controle da organização para fazer sugestões sobre a melhoria do sistema de gestão ambiental. A decisão de comunicar externamente é retida pela organização, mas a decisão deve ter em conta os relatórios de informações exigidas pelos órgãos reguladores e às expectativas de outras partes interessadas.

Documentação – Refletindo a evolução dos sistemas informáticos e de nuvem para a execução de sistemas de gestão, a revisão incorpora o termo “informação documentada”, em vez de “documentos” e “registros”. Para alinhar com a ISO 9001, a organização vai manter a flexibilidade para determinar quando são necessários “procedimentos” para assegurar o controle efetivo do processo.

Descubra como pedir demissão e sair pela porta da frente

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Desligar-se do trabalho é uma decisão muito importante na vida e não deve ser tomada de forma precipitada. Antes de qualquer coisa, deve-se fazer uma auto avaliação, perguntando, por exemplo, se fez tudo o que podia para melhorar ou se adaptar ao atual trabalho e se está perdendo ou ganhando com esta decisão. “É preciso avaliar a realidade e as suas expectativas com precisão, pois a maior parte das pessoas quer procurar um emprego dos sonhos. Entretanto, muitas vezes, não têm informações a respeito de si mesmas”, afirma a coach Bibianna Teodori.

Ao contrário do que se pensa, o momento de pedir demissão é tão importante quanto o de admissão. “A forma como você sai de uma empresa é a forma como você será lembrado e as recomendações que receberá ou não dependem desse momento. Além disso, nunca se sabe quando uma oportunidade de voltar para a empresa numa posição melhor surgirá”, diz a especialista.

O processo de coaching pode ser um grande aliado neste momento, para realinhar os valores, descobrir quais são as áreas que precisam ser trabalhadas, trazer mais resultados e, assim, definir novos objetivos. Chegada a hora de pedir as contas, é importante que a primeira pessoa a saber da sua decisão seja o seu chefe. Para Bibianna, este é um grande sinal de respeito e profissionalismo.

Quando se conta aos colegas antes do chefe, pode-se tornar o ambiente constrangedor, caso o seu superior descubra antes de você informá-lo”, orienta. A ação evitará falatórios nos corredores com os colegas e também que a notícia caia nos ouvidos do chefe antes de ele ser avisado, algo que pode queimar sua reputação no mercado.

Escolher o momento ideal para anunciar a decisão é o mais sensato a se fazer. Nesta hora, Bibianna aconselha ser claro e direto. “Fale com ele sobre a nova proposta, quais são os pontos que o influenciaram e levaram a fazer essa escolha. Desta conversa, pode ser feita uma contraproposta por parte do seu chefe, como aumento de salário, promoção, novos projetos”.

Caso a empresa queira evitar a sua saída e ofereça uma contraproposta, a coach sugere que a resposta não seja dada na mesma hora. Na hora de conversar com o chefe, seja direto e não use o momento para se queixar. Bibianna recomenda honestidade e expor que não está saindo por causa da empresa, mas porque avaliou a própria carreira este é o melhor a fazer.

É importante reconhecer os resultados que a empresa lhe deu e agradecer pelos aprendizados, pois esta é uma prova de maturidade e pode deixar uma porta aberta”, sinaliza. Agora é a ocasião para ajustar como será feito o desligamento e não deixar tarefas incompletas para o seu substituto. “Levante suas responsabilidades e os projetos que estão sob o seu comando, diga que tudo será entregue nos prazos estabelecidos e passe para o seu substituto”.

Ofereça ainda disponibilidade para treinar outra pessoa e passar o seu trabalho. “A relação de confiança é construída com muito trabalho, portanto, continue mostrando profissionalismo”, afirma a coach. Depois da conversa com o chefe, o próximo passo é escrever uma carta com os termos de saída da empresa. “Faça uma carta com tom simpático e deixe claro a intenção de se desligar da empresa, os motivos, a disponibilidade de ajudar durante o período de transição e, claro, agradeça”.

Segundo a especialista, com a saída amigável, as duas partes estarão cientes das condições, o que evitará qualquer tipo de confusão. Caso o chefe não entenda os motivos de seu desligamento e reaja mal, o indicado é tratar o assunto diretamente com o setor de Recursos Humanos.

Por último, a coach lembra que, não menos importante, é avisar os seus colegas sobre a saída. “Não deixe que eles descubram pelos outros. Logo após conversar com o seu chefe, avise todos ao seu redor. Isso é importante para que você seja lembrado como uma pessoa com quem valeu a pena trabalhar”.

Pão francês deve ser produzido conforme a norma técnica para não oferecer riscos à saúde dos consumidores

paofrancesO pão francês é um alimento tradicionalmente consumido pela população brasileira, principalmente em refeições como o café da manhã e o lanche da tarde. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o consumo per capta do pão de sal foi de 53g/dia.

Uma unidade de pão francês (50g) apresenta, aproximadamente, 320mg de sódio. Apesar de possuir um teor de sal em torno de 2% em base de farinha de trigo, o pão francês é um dos alimentos que contribui para a ingestão de sódio pela população brasileira.

É importante destacar que o excesso de sal pode causar vários problemas de saúde como pressão alta, doenças nos rins e no coração. O consumo médio de sal pela população brasileira, com mais de dez anos de idade, foi de 8,2 g/pessoa/dia. O consumo diário de sódio recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 2.000 mg, o que equivale a 5g de sal por dia (1 colher de chá). Importante; sal e sódio são diferentes.

O sal é um ingrediente alimentar composto por cloreto e sódio, cuja fórmula química é NaCl (cloreto de sódio). 40% do sal são constituídos por sódio e como o sal é muito utilizado na preparação de alimentos, isso faz com que ele se constitua na principal fonte de sódio da alimentação.

A NBR 16170 de 04/2013 – Panificação – Pão tipo francês – Diretrizes para avaliação da qualidade e classificação estabelece as diretrizes para avaliação da qualidade e classificação do pão tipo francês. O pão tipo francês é produzido todos os dias nas padarias, sendo o mais consumido no Brasil, além de ser uma das principais fontes calóricas da dieta dos brasileiros.

Não obstante, o pão tipo francês é o grande gerador de fluxo de clientes dentro das padarias; em sua maioria, micro e pequenas empresas. Apesar da sua boa aceitação em todo território nacional, o pão tipo francês pode apresentar variações em suas características físicas e sensoriais, devido principalmente às mudanças nos ingredientes e nas proporções utilizadas, aos tipos de equipamentos e às condições de processamento.

Nesse sentido, como parte de um programa de melhoria contínua das padarias, uma das estratégias para ampliar a competitividade do pão tipo francês é estabelecer um padrão de qualidade para este produto. Quanto a um procedimento para avaliar a qualidade do pão tipo francês, pode-se seguir o fluxograma da Figura 1.

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pão1

Para a coleta de amostras, deve-se verifi car a programação do dia de análise e determinar a produção média diária de pães do estabelecimento, a fim de se definir, com base na Tabela 1, o tamanho da amostra a ser avaliada ao longo do dia. Coletar um pão aletoriamente na primeira e na última fornada. Convém que os demais pães que compõem a amostra sejam coletados aleatoriamente, de forma equitativamente espaçada, ao longo da programação do dia de análise.

O número máximo de pães que podem apresentar falhas varia de acordo com o tamanho da amostra, conforme estabelecido na Tabela 1. Convém que os atributos que compõem as características do pão tipo francês sejam avaliados e suas faltas identificadas, conforme a ficha de avaliação estabelecida na Figura A.1 (disponível na norma).

pão2

O Anexo C apresenta o registro fotográfi co das características externas, internas e sensorial (resiliência) por defeito e conformidade dos componentes dos atributos do pão tipo francês, os quais podem ser utilizados para auxiliar na avaliação. Convém que a qualidade do pão tipo francês seja quantifi cada através da soma das pontuações individuais de suas características externas, internas e sensoriais, que se encontram subdivididas em atributos, conforme a Tabela 2, podendo ser dado apenas um valor para cada atributo.

pão3

Convém que a avaliação dos atributos seja realizada uma hora após os pães saírem do forno. Convém que cada atributo, exceto o tamanho, seja avaliado conforme os seguintes critérios de pontuação: ocorrendo pelo menos uma falta grave, convém pontuar o atributo com uma das duas notas da coluna “falta grave”; na ausência de falta grave e ocorrendo pelo menos uma falta leve, convém pontuar o atributo com uma das duas notas da coluna “falta leve”; na ausência de falta grave e de falta leve, convém pontuar o atributo com a nota da coluna “sem falta”.

Convém que a pontuação do atributo “tamanho” seja o resultado da multiplicação do volume específico encontrado (expresso em mL/g) por 3,33. A pontuação máxima deste atributo é igual a 20, mesmo que o volume específi co encontrado exceda o valor de 6,0 mL/g. Convém que a medição do volume específi co seja realizada conforme Anexo B.

Convém que a pontuação de cada atributo seja incluída na ficha de avaliação estabelecida no Anexo A, a qual é utilizada na avaliação dos produtos. Se o número de pães da amostra com falta(s) grave(s) for superior ao estabelecido na terceira coluna da Tabela 1, a classificação do pão é “ruim”, independentemente da pontuação média global obtida. Calcular a pontuação global de cada pão da amostra por meio da soma das notas dos atributos.

Analisar o resultado da classificação da qualidade do pão tipo francês, a fim de verificar se a classificação desejada foi atingida. Caso tenha sido atingida a classifi cação desejada, manter o processo de produção. Caso não tenha sido atingida a classifi cação desejada, rever o processo de produção e implantar ações para melhoria, como por exemplo: treinar a equipe; otimizar o processo; e avaliar os equipamentos e as matérias-primas.

Enfim, alguns estudos demonstram que é possível preparar um pão francês com menores quantidades de sal sem que haja alterações significativas em quesitos como sabor, crosta, maciez e aspectos do miolo. Seus principais ingredientes são: farinha de trigo, água, sal, fermento biológico e melhorador de farinha, os quais possuem algumas funções.

A farinha de trigo é o ingrediente básico na formulação. Tem a função de fornecer as proteínas formadoras do glúten, além de outras proteínas. O glúten (complexo protéico) é formado quando a farinha de trigo, a água e os demais ingredientes são misturados e sofrem uma ação mecânica (amassamento). O glúten dá elasticidade e consistência à massa, retém o gás carbônico (CO2) oriundo da fermentação e faz com que haja um aumento do volume do pão.

Atualmente no Brasil toda farinha de trigo deve ser enriquecida com ácido fólico e ferro, conforme Resolução RDC nº 344, de 13 de dezembro de 2002. Essa medida visa auxiliar a redução de problemas de saúde como a anemia ferropriva e as doenças de má formação fetal do tubo neural.

A água é importante para a formação da massa e para o controle da sua temperatura. A falta deste ingrediente não permite a formação completa do glúten e faz com que o desenvolvimento da massa seja irregular. Por outro lado, o seu excesso provoca o enfraquecimento do glúten, retardando a formação da massa. Também contribui para o desenvolvimento da fermentação do pão.

O fermento biológico é a levedura e outros microrganismos utilizados em processos de tecnologia alimentar que envolvem fermentação. Quando adicionada à massa, a levedura utiliza o açúcar como alimento e o transforma em gás carbônico, álcool e substâncias aromáticas. O gás produzido é o responsável pelo crescimento da massa. O álcool e as substâncias aromáticas contribuem para o sabor e aroma do pão.

O sal é o cloreto de sódio (NaCl) responsável pela melhoria do desenvolvimento da massa, fortalecimento da rede de glúten, formação da crosta crocante do pão, sabor e conservação do produto (vida de prateleira). A sua ausência prejudica o crescimento do pão e a sua qualidade, porém o seu excesso inibe o desenvolvimento da levedura, prejudica a fermentação do pão, além de contribuir para uma maior ingestão de sódio na alimentação.

O melhorador de farinha é um aditivo que agregado à farinha, melhora sua qualidade tecnológica para os fins a que se destina. Além disso, reforça a rede de glúten e consequentemente melhora a capacidade de retenção de gás.

Os direitos de quem acidentou no trabalho

CURSO PELA INTERNET

Metodologia para Identificação e Classificação de Aspectos e Impactos Ambientais, Conforme NBR ISO 14001 – Disponível pela Internet

Possibilitar ao participante a identificação dos aspectos e impactos ambientais, e elaborar o LAIA – Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais de sua organização conforme a norma NBR ISO 14001.

acidenteEspecialista fala sobre os benefícios aos quais todo trabalhador brasileiro possui, relativos a acidentes no trabalho

Não é incomum que as pessoas desconheçam sobre seus direitos como contribuintes no Brasil, devido a falta de informação. Muitas pessoas acabam por prejudicarem-se exatamente por não saberem quais são seus direitos ou deveres, e qual o compromisso dos órgãos públicos quando o indivíduo sofre um acidente, por exemplo.

O auxílio-acidente é um benefício que de todo cidadão segurado do INSS, e ela é pago como uma forma de indenização e ajuda financeira, para o período que não pode produzir. O auxílio-acidente não precisa, necessariamente, de um acidente de trabalho para ser concedido, mas pode ser a partir de uma incapacidade parcial para o exercício da sua atividade profissional e permanente, que não seja curável.

Segundo o que afirma Tiago Kidricki, advogado especializado no setor previdenciário, o requerimento inicial deve ser feito através do pedido do beneficiário por incapacidade, o auxílio-doença. “O que muitas pessoas não sabem é em quais circunstâncias o contribuinte pode requerer esse direito, pois isso não é bem esclarecido pelos órgãos-públicos. Assim como a incapacidade parcial não precisa ser decorrente de um acidente de trabalho, podendo ser de uma doença qualquer, a incapacidade mínima (quando não é tão grave) também dá direito ao auxílio-acidente”, explica.

O advogado também fala que o auxílio-acidente pode aumentar o valor da aposentadoria da pessoa, pois ele é somado ao pagamento mensal do trabalhador. “Outro ponto importante é que o auxílio-acidente irá auxiliar no aumento da média de aposentadoria futura”, pontua ele, que faz parte do Kidricki e Souza Advogados, de Porto Alegre.

Kidricki ressalta que esse auxílio, muitas vezes, se torna difícil de conseguir, pois é necessário muitos documentos para provar a necessidade dele. “A melhor coisa a ser feita é procurar um advogado previdenciário de confiança, para que ele possa garantir seus direitos como contribuinte”, finaliza.

Aprenda a ganhar uma discussão

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A maioria das pessoas não gosta de discutir com os outros – principalmente no meio empresarial -, mas, caso isso aconteça, esteja preparado.

Discutir com outras pessoas pode até ser normal, afinal, nada mais natural do que ter pontos de vista distintos sobre determinado assunto. Porém, dependendo do caso, é possível que uma relação seja abalada por desentendimentos levados muito a sério, por exemplo.

Segundo Andreia Rego, que trabalha com coaching e psicanálise, o pior dos casos não é quando há uma discussão dentro de casa, mas, sim, no ambiente profissional. “Por nem sempre se ter muita intimidade com a pessoa, o clima fica mais delicado de ser resolvido. Por isso, acredito que, ao invés de simplesmente abandonar a intenção de expressar seu ponto de vista, é possível aprender a expressá-lo”, conta.

Andreia cita maneiras de como tratar um colega da empresa durante uma discussão, e, assim, “conquistá-lo”:

1. Escute

Antes de tudo, escute o que seu colega tem a dizer, para que, então, haja a possibilidade de persuadi-lo a enxergar de nova forma. Quem sabe, com esse primeiro passo, você possa até mesmo encontrar um meio-termo, trazendo ganhos para ambos.

2. Desenvolva empatia

Procure entender o que está causando reação negativa do seu colega. Talvez, ele esteja com problemas em casa ou mesmo no trabalho, ou ainda não saiba de alguns fatos que podem mudar sua opinião. Procure entender antes de brigar com ele logo de cara.

3. Tranquilize sua voz

Na maioria das vezes, é no tom da voz que a pessoa usa que pode-se perceber se ela está irritada, magoada, etc. Então, como diria o ditado “abaixe sua voz e melhore seus argumentos”, pois, senão, a pessoa sem razão nessa estória será você. Procure se tranquilizar e falar num tom próximo do normal, isso também fará a pessoa abaixar sua voz e prestar atenção em você.

4. Foque no seus argumentos

No calor da discussão, as pessoas podem esquecer que bons argumentos são os fatores mais importantes de uma discussão. Nunca esqueça que o mais importante é ter fatos que comprovem seu ponto de vista; se eles forem fortes o suficiente para fazer a pessoa trocar de ideia, melhor ainda!

5. Não ataque o outro

O mais importante é não fugir do ponto principal, que é seu motivo para estar discutindo, o que, no ambiente de trabalho, geralmente será voltado para algo relacionado à empresa. Nunca parta para outros âmbitos, como características pessoais ou defeitos da pessoa em si, isso só enfraquecerá o seu lado.

Qualidade na cadeia automotiva

recallO Procon-SP apontou que entre janeiro a julho deste ano foram feitas 70 campanhas de recalls de veículos, atingindo um total de 1.847.524 unidades. No mesmo período do ano passado foram 47 campanhas, atingindo 802.688 veículos. Ou seja, um aumento de 130% de afetados e de 48% do total de campanhas. Os principais problemas apresentados foram falhas no sistema de injeção de combustível, com 14 campanhas, seguido pelo sistema de air bag, com 11 chamamentos.

Neste ano, as montadoras que mais realizaram campanhas foram a Volkswagem (07), a Jeep e Yamaha (06 cada), Ford e Land Rover (05 cada) Chevrolet, Audi e BMW (04 cada). E, no fim da lista, vem a Ferrari, que fará um recall em um único veículo. No período de 2002 até julho de 2015, foram registradas 883 campanhas no Brasil, a Chevrolet é a marca que lidera os problemas de recall com um total de 56 chamamentos.

No mesmo período também houveram recalls de bicicleta, alarme de incêndio, carrinho de bebê, berço infantil e de medicamento, totalizando sete campanhas. Elevando o total de recalls no período para 77 chamamentos. Consulte o banco de dados de recall da Fundação Procon-SP aqui.

O recall é um chamado que as empresas fazem quando um produto ou serviço apresenta um defeito que coloque em risco a saúde e a segurança do consumidor. O objetivo é corrigir problemas e prevenir acidentes. A medida está prevista no artigo 10 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) que estabelece que “O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança”.

O CDC determina que o fornecedor que verificar algum defeito após a colocação do produto ou serviço no mercado, deve comunicar o fato imediatamente às autoridades e aos consumidores. Além disso, qualquer pessoa pode comunicar o fornecedor, Procon ou demais autoridades sobre acidentes de consumo. Todos os recalls devem ser amplamente divulgados em mídias de grande circulação. O Procon-SP divulga regularmente qualquer tipo de recall registrado.