7 milhões de mortes ocorrem por ano devido a contaminação atmosférica

TRAGÉDIAS, CRIMES E PRÁTICAS INFRATIVAS DECORRENTES DA NÃO OBSERVÂNCIA DE NORMAS TÉCNICAS BRASILEIRAS – NBR

Capa da publicação E1324

Essa publicação aborda, através da apresentação de casos reais, como o cumprimento de normas técnicas NBR – ABNT está diretamente ligada à segurança, à saúde e à qualidade de vida em nosso dia a dia. O autor explica de forma prática, e infelizmente mostrando tragédias, como as normas técnicas estão presentes no nosso cotidiano. Elas devem ser levadas a sério quanto à sua observância obrigatória e o poder público precisa fazer gestão para fomentar esse cumprimento por parte da sociedade produtiva e de serviço. Mais informações: https://www.target.com.br/livros/target/livro_2013.aspx

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou as novas estimativas onde destaca que em 2012 cerca de sete milhões de pessoas morreram, uma em cada oito mortes no mundo, como resultado da exposição à poluição do ar. Esta conclusão é duas vezes mais alta que as estimativas anteriores e confirmam que a poluição do ar é agora sozinha, o risco ambiental para a grande saúde mundial. Se a poluição do ar fosse reduzida poderia salvar milhões de vidas.

Em particular, os novos dados revelam uma forte ligação entre a exposição à poluição do ar em geral e do ar no interior dos domicílios e doenças cardiovasculares, tais como acidente vascular cerebral e doença isquêmica do coração, bem como entre a poluição do ar e câncer. Isto vais mais  além da função que desempenha a  poluição do ar no desenvolvimento de doenças respiratórias, tais como infecções respiratórias agudas e doença pulmonar obstrutiva crónica.

Na região das Américas, estima-se que houve cerca de 131 mil mortes ligadas aos efeitos combinados da poluição ambiental e contaminação dentro dos domicílios  em países de baixa renda. Outras 96 mil pessoas morreram por esta causa em países de alta renda da região. As novas estimativas da OMS  não se devem somente ao conhecimento mais amplo das doenças causadas pela poluição do ar, mas também devido a uma melhor avaliação da exposição humana a poluentes atmosféricos e pelas medições e tecnologias mais avançadas Isso permitiu aos cientistas analisar mais detalhadamente os riscos para a saúde  a partir de uma distribuição demográfica mais ampla que inclui também as áreas rurais, além das áreas  urbanas.

Considerando outras regiões, os países de níveis baixos e médios de renda no Sudeste da Ásia e do Pacífico ocidental apresentaram a maior carga relacionada com a poluição em 2012, com um total de 3,3 milhões de mortes relacionadas à poluição do ar no interior do domicílio  e 2,6 milhões de mortes relacionadas co a contaminação atmosférica. “Limpar o ar que respiramos impede o desenvolvimento de doenças não transmissíveis e reduz o risco de doenças entre as mulheres e grupos vulneráveis, tais como crianças e idosos”, comentou Flavia Bustreo, Assistente do Director-Geral da Saúde Família, Mulheres e Crianças da OMS. . “As mulheres e crianças pobres pagam um preço alto pela poluição do ar no interior do domicílio, porque eles passam mais tempo respirando a fumança, os vazamentos e fuligem de carvão e madeira proveniente dos fogões lenha”.

Na avaliação realizada foram incluidas as seguintes distribuições das mortes atribuídas a doenças específicas,  o que mostra que a grande maioria das mortes relacionadas à poluição do ar são devidas a doenças cardiovasculares:
Mortes devido à contaminação atmosférica – distribuição por doença:
•    40% – cardiopatia isquêmica;
•    40% – acidente cerebrovascular;
•    11% – doença pulmonar obstrutiva crónica;
•      6% – câncer de pulmão;
•      3% – infecção aguda das vias respiratórias inferiores em crianças
Mortes devido à contaminação do ar no domicílio – distribuição por doença:
•    34% – acidente cerebrovascular;
•    26% – cardiopatia isquêmica;
•    22% – doença pulmonar obstrutiva crónica;
•    12% – infecção aguda das vias respiratórias inferiores em crianças
•      6% – câncer de pulmão.

As novas estimativas são baseadas em dados mais recentes da mortalidade da OMS de 2012 e em evidências de que a exposição à poluição do ar representa um risco para a saúde. Estimativas da exposição humana à poluição do ar em diferentes partes do mundo foram feitas por meio de um novo mapeamento global, os dados coletados, incluindo medições de satélite de vigilância terrestre e dados sobre  emissões a partir de fontes fundamentais, bem como modelos sobre os padrões de viagem da poluição no ar. “Os riscos devidos à poluição do ar são maiores do que se pensava ou compreendia, especialmente para doenças cardíacas e acidente vascular cerebral”, disse Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Meio Ambiente e Determinantes Sociais da Saúde da  OMS. “Atualmente, existem poucos riscos que afetam tanto a saúde do mundo, como a poluição do ar, as evidências apontam para a necessidade de esforços concentrados e medidas integradas para limpar o ar que todos respiramos”, disse ela.

Depois de analisar os fatores de risco e ter em conta as revisões na metodologia, a OMS estima que a poluição do ar no domicílio está associada a  4,3 milhões de mortes em 2012, em locais em que são utilizados fogões de carvão , madeira e biomassa. A nova estimativa é explicada por uma melhor informação sobre a exposição à poluição entre os 2,9 bilhões de pessoas que se estima viverem em domicílios onde madeira, carvão ou esterco são usados como  principal combustível para cozinhar, assim como varios testes de que a poluição do ar está relacionada com o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, pneumonia, e canceres. No caso da poluição atmosférica, a OMS estimou que cerca de 3,7 milhões de mortes em 2012, ocorreram devido a fontes urbanas e rurais em todo o mundo.

Muitas pessoas são expostas aos dois tipos de poluição ao mesmo tempo: atmosférica e do ar interior no domicílio. Devido a esta sobreposição, a mortalidade atribuída a duas fontes não pode simplesmente ser somada, portanto, a estimativa total é de cerca de sete milhões de mortes em 2012. “A excessiva poluição atmosférica é muitas vezes resultado de políticas que não são sustentáveis em setores tais como transportes, energia, gestão de resíduos e indústria pesada. Na maioria dos casos, será também mais econômico que a longo prazo sejam implementadas estratégias que dêem prioridade à saúde, devido à economia em custos de cuidados de saúde, além de benefícios climáticos “, disse Carlos Dora, coordenador  no Departamento de Saúde Pública, Ambiental e Determinantes Sociais da Saúde da OMS . “A OMS e os diferentes setores de saúde desempenham um papel único de traduzir as evidências científicas de poluição do ar para as políticas que podem fazer a diferença e fazer melhorias que irão salvar vidas”, disse ele.

A publicação dos dados de hoje é um avanço importante no roteiro da OMS para a prevenção de doenças relacionadas com a poluição do ar. Isso envolve a criação, sob os auspícios da plataforma global da OMS sobre a qualidade do ar e a saúde que vão gerar melhores dados sobre as doenças relacionadas com a poluição do ar e um suporte mais robusto para os países e cidades com orientação, informação e dados que demonstram os benefícios de saúde derivados de intervenções funadamentais. Ainda este ano, a OMS publicará orientações sobre a qualidade do ar interior abordando as questões sobre  o uso de combustíveis domésticos, e serão analisados dados relacionados com a exposição à poluição do ar e mortalidade geral no interior no domicílio, juntamente com as informações  atualizadas sobre as medições da qualidade do ar em 1600 cidades em todas as regiões do mundo.

Como espantar o estresse e garantir a saúde no trabalho

SOLUÇÕES PARA A GESTÃO DE ACERVOS

Controlar e manter o seu acervo de normas técnicas e de documentos internos e externos sempre atualizados e disponíveis para compartilhamento entre todos os usuários é hoje um grande desafio em diversas organizações por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais. As Normas de Sistemas da Qualidade – série ISO 9000, são rigorosas quanto aos critérios de controle, atualização e disponibilização de documentos corporativos aos seus usuários. Tanto os documentos de origem interna como externa, devem ser controlados para evitar a utilização de informações não-válidas e/ou obsoletas, cujo uso pode trazer sérios problemas aos sistemas, produtos e negócios da empresa. É por isso que a Target Engenharia e Consultoria desenvolveu Sistemas que gerenciam e controlam estes documentos de forma rápida, ágil e segura, facilitando o acesso à informação e ajudando os seus clientes a garantirem suas certificações.

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O Dia Mundial da Saúde, comemorado em 7 de abril, alerta para várias questões que muitas vezes são deixadas de lado: e uma delas é o estresse causado no trabalho. O trabalhador, além de ter os exames médicos em dia, precisa tomar cuidado com pequenas atitudes para não ser consumido pelo estresse do cotidiano – e, consequentemente, deixar que isso abale a sua saúde. O trabalho pode abalar a paciência e a calma das pessoas, porém, para lidar com essas questões do dia-a-dia da melhor forma e manter a saúde intacta, existem algumas regrinhas básicas que podem ser seguidas.

Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, explica que as pessoas não devem se sentir em uma prisão enquanto estão no trabalho. “Com esperteza, responsabilidade e mantendo um bom ritmo, é possível fazer com que o bem-estar seja preservado, sem que a sua vida pessoal seja prejudicada – assim como o seu rendimento profissional”, comenta. Para isso, ela oferece algumas dicas.

“Entre no ritmo: logo cedo, escolha sua trilha sonora e garanta o bom humor para o dia. A música tem o poder de transformar os sentimentos, por pior que seja o seu dia. Ouvir uma música de que você gosta pode ajudar a aumentar o foco e a concentração no trabalho, e, além disso, deixa o clima mais leve”, exalta Madalena.

Reserve uns cinco minutos para você levantar e se alongar, sempre que puder – e aproveite o quanto puder para ficar descalço e caminhar por alguns minutos. Confira se a sua cadeira está na posição correta antes de começar a trabalhar – a melhor postura é com os joelhos formando um ângulo de 90 graus e os pés inteiros apoiados no chão. Os braços e ombros devem ficar relaxados quando você usa o teclado. “Com o passar das horas, policie-se para manter as costas retas e o corpo virado para a frente. Evite sentar sobre uma das pernas, pois isso reduz a circulação e pode chegar a dar dores”, explica.

Porém, lembre-se que além do corpo, os olhos também precisam de descanso durante o dia de trabalho. Para evitar maiores problemas, o ideal é que a tela do computador fique na altura do olhar e que os funcionários façam uma pausa de cinco minutos de hora em hora.

Tenha sempre no escritório alguns lanches saudáveis para não ficar com muita fome entre as refeições principais – e, ao mesmo tempo, não precisar interromper o trabalho ou sair da dieta. Frutas, barrinhas de cereais, iogurte e sanduíches naturais são boas pedidas. Ainda sobre a alimentação, o ideal é não comer nada muito “pesado” no almoço, para evitar o sono – e a consequente queda de produção. “A refeição na hora do almoço deve ser leve e completa. Evite alimentos gordurosos e, para sobremesa, a fruta é sempre uma boa escolha, mas o chocolate não é ‘proibido’ – as melhores opções são o meio amargo ou o amargo” ressalta Madalena.

Outra dica é não exagerar no café – você pode substituí-lo pelo chá verde. “O chá, além de cafeína, contém L-teanina, substância que melhora as funções cognitivas e diminui o stress. Três xícaras por dia é a dose ideal”, fala.

Quando, mesmo assim, o estresse ou as dores de cabeça tomarem conta, não se desespere ou perca o controle. Para as dores de cabeça faça uma automassagem, e, para o autocontrole, encontre uma medida mais inteligente: alguns meditam, outros se isolam por alguns minutos, outros respiram profundamente com calma e mudam o foco da tensão, outros tiram cinco minutos para um café, outros chamam algum amigo para conversar. “Passados esses minutos, o problema provavelmente vai parecer menor – e você, de cabeça menos quente, encontrará mais fácil uma solução para ele”.

E, muito importante: entenda que você pode ser produtivo e comprometido com o seu trabalho sem precisar ignorar o mundo lá fora. “Distrair-se é preciso. Entrar no Facebook por alguns instantes ou ler alguma matéria interessante, por exemplo, não irá afetar o seu desempenho. Só é preciso ter bom senso e não deixar o trabalho em segundo plano.

Parar alguns minutos de manhã e à tarde ajudam a tornar o trabalho menos estressante”, comenta Madalena, que sugere que as pessoas reservem cerca de 15 minutos para cuidarem da sua vida pessoal no começo da manhã e no fim da tarde, por exemplo. “Mas organize-se: se você não controlar o tempo, o estresse depois pode ser maior devido a pendências e cobranças”, conclui.

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Carga tributária X serviços à população

NORMAS COMENTADAS

NBR 14039 – COMENTADA
de 05/2005

Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV. Possui 140 páginas de comentários…

Nr. de Páginas: 87

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NBR 5410 – COMENTADA
de 09/2004

Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

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NBR ISO 9001 – COMENTADA
de 11/2008

Sistemas de gestão da qualidade – Requisitos. Versão comentada.

Nr. de Páginas: 28

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O Brasil está entre os 30 países de maior carga tributária do mundo, mas continua oferecendo os piores serviços à população em termos de saúde, educação, transporte, segurança, saneamento, pavimentação das estradas e outros. A constatação é de um estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Referência na análise e estudos sobre a carga tributária brasileira, o IBPT considerou o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2012 e a carga tributária brasileira, do mesmo ano, para criar o Índice de Retorno de Bem Estar à Sociedade (IRBES), que mede a contrapartida dada ao contribuinte pelos impostos que paga ao governo federal, estaduais e municipais. Os Estados Unidos ocupam a primeira colocação no ranking, oferecendo melhor retorno aos cidadãos, seguido da Austrália, Coréia do Sul e Irlanda. O Brasil aparece na 30ª colocação, atrás de nações vizinhas, como Uruguai e Argentina, classificados na 13ª e 24ª posição, respectivamente, em termos de retorno aos contribuintes.

”A Bélgica, que tinha uma carga tributária de 44% em 2011 e ocupava a 25ª colocação no ranking do estudo anterior, passou a ser o 8ª país com melhor retorno à sua população e reduziu sua carga para 30,70%. O Brasil, no entanto, permanece como o último colocado e, apesar de registrar sucessivos recordes de arrecadação de tributos, ainda não oferece condições adequadas para o desenvolvimento da sociedade”, observa o presidente-executivo do IBPT, João Eloi Olenike.

De acordo com Olenike, os brasileiros se lembram que pagam tributos apenas nesta época de entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física – IRPF. “No entanto, mesmo aqueles que são isentos da declaração pagam IPVA, IPTU, taxas de serviços públicos, além dos tributos embutidos em produtos e serviços que consomem durante todo o ano”, alerta.

No estudo, dois parâmetros, para esse tipo de comparação, a carga tributária (arrecadação em relação ao PIB), que foi obtido junto à OCDE – Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico, referente ao ano de 2012 (última atualização) e também o IDH – Índice de Desenvolvimento Humano, conforme dados da PNUD – (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), com o índice final também para o ano de 2012.

A carga tributária é a relação percentual obtida pela divisão do total geral da arrecadação de tributos do país em todas as suas esferas (federal, estadual e municipal) em um ano, pelo valor do PIB (Produto Interno Bruto), ou seja, a riqueza gerada durante o mesmo período de mensuração do valor dos tributos arrecadados, sendo, como exemplo, no Brasil:

Ano de 2012 (Em R$ mil)

Arrecadação tributária: R$ 1.597,020

PIB: R$ 4.402.540

Carga Tributária: 36,27%

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de riqueza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros fatores para os diversos países do mundo. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente bem-estar infantil. O índice foi desenvolvido em 1990 pelo economista paquistanês Mahbubul Haq, e vem sendo usado desde 1993 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, em seu relatório anual.

O IDH é um índice que serve de comparação entre os países, com o objetivo de medir o grau de desenvolvimento econômico e a qualidade de vida oferecida à população. Este índice é calculado com base em dados econômicos e sociais. O IDH vai de 0 (nenhum desenvolvimento humano) a 1 (desenvolvimento humano total). Quanto mais próximo de 1, pode-se afirmar que esse país é o que atingiu maior grau de desenvolvimento.

Para se atingir o objetivo do estudo, criou-se um índice que pudesse demonstrar o nível de retorno à população dos valores arrecadados com tributos, em cada país. O IRBES – Índice de Retorno De Bem Estar à Sociedade é resultado da somatória da carga tributária, ponderada percentualmente pela importância deste parâmetro, com o IDH, ponderado da mesma forma. O ranking é determinado pela ordem decrescente do valor calculado referente ao IRBES de cada país. Quanto maior o valor deste índice, melhor é o retorno da arrecadação dos tributos para a população.

O IRBES é decorrente da somatória do valor numérico relativo à carga tributária do país, com uma ponderação de 15%, com o valor do IDH, que recebeu uma ponderação de 85%, por entendermos que o IDH elevado, independentemente da carga tributária do país, é muito mais representativo e significante do que uma carga tributária elevada, independentemente do IDH.

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Livro: A Bíblia do TPM

livro_haroldoO livro “A Bíblia do TPM – Como Maximizar a Produtividade na Empresa”, de autoria do consultor Haroldo Ribeiro, apresenta todas as informações para que uma empresa implante o TPM de maneira sistemática e definitiva, quer seja como uma ferramenta ou como um sistema de gestão. Foi feita uma edição limitada com 150 exemplares, de capa dura, com aproximadamente 600 páginas, que detalha os seguintes tópicos: os Fundamentos do TPM; o OEE (Eficiência Global do Equipamento); as etapas de implantação; os pilares técnicos e os pilares complementares; como diagnosticar o TPM e a Função Manutenção; quais os fatores de fracasso e de sucesso do TPM; 20 anexos para ajudar o leitor e a empresa em todas as fases do Programa. Para mais informações: www.pdca.com.br/shop

Quanto vale a sua luz?

COLETÂNEAS DE NORMAS TÉCNICAS

O especialista Cristiano Diehl Xavier ressalta que a energia elétrica brasileira é uma das mais caras do mundo e explica que o seu custo para o setor industrial brasileiro supera as tarifas de países desenvolvidos como os Estados Unidos e o Reino Unido

“O brasileiro tem a 11ª conta de luz mais cara do planeta e não faz ideia do que está pagando”, alerta o especialista Cristiano Diehl Xavier, do Xavier Advogados. Ele revela que a maior parte do que pagamos pelas contas de luz são impostos e tributos. “Nossa energia é gerada em hidrelétricas que cobram caro pelo serviço que prestam e os impostos são cobrados em todas as fases do processo, ou seja, pagamos pela distribuição, geração e transmissão.

A energia por si só é barata e acessível e o país é rico em fontes primárias. “Além das condições naturais que o Brasil possui, a hidroeletricidade é abundante. O consumidor não imagina, mas a quantidade de impostos e encargos sobre a tarifa pode até dobrar o valor final”, explica. Se a conta é de R$ 100, no mínimo, R$ 50 são tributos federais, estaduais e municipais (ICMS, CIP,COFINS, PIS, etc.), além dos encargos setoriais.

Ao todo são 23 tributos e cerca de 13 encargos incidentes sobre a energia elétrica brasileira. “Está cada vez mais difícil para o cidadão brasileiro, pois a situação se repete em quase todos os setores essenciais para o cidadão como remédios, alimentos, material escolar e muitos outros. Os impostos são abusivos, desnecessários e preocupantes”, completa. Segundo o Impostômetro, portal que apresenta a totalidade de impostos pagos pelos brasileiros, marca mais de 440 bilhões desembolsados desde o primeiro dia do ano.

“As pessoas talvez não tenham noção do que isso representa. Com o que pagamos até agora, seria possível fornecer cestas básicas para toda a população brasileira por seis meses. É muito dinheiro e pouco retorno. A sociedade precisa cobrar isso com urgência”, ressalta.

Para Xavier, a questão da energia elétrica no Brasil é como todas as outras urgências que temos de educação, saúde e segurança. “Se as pessoas não se unirem em prol dos seus próprios direitos, o poder público vai continuar escondendo esses números”, conclui.

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Conforto térmico: as sensações de frio e calor do ser humano

conforO conforto térmico pode ser definido como a condição psicológica de um indivíduo que expressa satisfação com relação às condições térmicas do ambiente em que se encontra. Esse tipo de julgamento é um processo cognitivo envolvendo muitos parâmetros influenciados por processos físicos, fisiológicos, psicológicos e outros.

A consciência aparenta decidir sobre conforto e desconforto térmico com base em sensações diretas de temperatura e de umidade pela pele, em temperaturas sentidas no interior do corpo, e nos esforços necessários para regular a temperatura do corpo. Em geral, o conforto ocorre quando as temperaturas do corpo são mantidas em faixas estreitas, a umidade da pele é baixa e o esforço fisiológico de regulação é minimizado.

Do ponto de vista fisiológico, o conforto térmico ocorre quando há um equilíbrio térmico na ausência de suor regulatório durante a troca de calor entre o corpo de um indivíduo e o ambiente em que se encontra. Em termos de sensações corporais, o conforto térmico está relacionado às sensações de muito quente, quente, morno, neutro, fresco, frio e muito frio.

O conforto também depende de ações comportamentais que são iniciadas inconscientemente ou conscientemente e guiadas pelas sensações térmicas e de umidade para reduzir o desconforto. Algumas das ações possíveis para reduzir o desconforto são: alteração da vestimenta, alternação de atividades, mudanças de posturas ou localização, mudanças nos parâmetros operacionais de dispositivos de controle ambientais, aberturas e fechamento de passagens de ar, reclamação ou abandono do local.

As atividades metabólicas do corpo humano resultam quase que completamente em calor sendo continuamente dissipado e regulado para manter temperaturas normais no corpo. A perda insuficiente de calor leva ao sobreaquecimento, processo denominado hipertermia, e perda excessiva de calor resulta no resfriamento do corpo, processo denominado hipotermia.

O calor produzido por um adulto em repouso é da ordem de 100 W. Devido ao fato da maior parcela deste calor ser transferida para o ambiente através da pele, torna‐se conveniente caracterizar a atividade metabólica em termos da produção de calor por unidade de área da pele, unidade denominada met. Para um indivíduo em repouso, a unidade met corresponde a aproximadamente 50‐58 W/m2, dependendo do grupo étnico ou geográfico.

O hipotálamo, localizado no cérebro, é o órgão central que controla a temperatura do corpo. Contém sensores para temperaturas frias e quentes e é banhado por sangue arterial. Como a taxa de recirculação de sangue no corpo é rápida e o sangue que retorna é todo misturado no coração antes de retornar ao corpo, o sangue arterial é um indicativo da temperatura média do corpo. O hipotálamo também recebe informação térmica de sensores de temperatura localizados na pele e em outros órgãos (por exemplo, espinha dorsal, estômago, etc.).

CONFOR~1

A ISO 7730:2005 – Ergonomics of the thermal environment — Analytical determination and interpretation of thermal comfort using calculation of the PMV and PPD indices and local thermal comfort criteria apresenta os métodos para prever a sensação geral térmica e grau de desconforto (insatisfação térmica) de pessoas expostas em ambientes térmicos. Ela permite a determinação analítica e a interpretação de conforto térmico utilizando o cálculo do PMV (predicted mean vote) e do PPD (predicted percentage of dissatisfied) e do conforto térmico local, dando as condições ambientais consideradas aceitáveis ​​para conforto térmico em geral, bem como aqueles que representam o desconforto local.

Já a NBR 16401-2 de 08/2008 – Instalações de ar-condicionado – Sistemas centrais e unitários – Parte 2: Parâmetros de conforto térmico especifica os parâmetros do ambiente interno que proporcionem conforto térmico aos ocupantes de recintos providos de ar-condicionado. A sensação de conforto térmico é essencialmente subjetiva. Devido às grandes variações individuais, fisiológicas e psicológicas, não é possível determinar condições que possam proporcionar conforto para 100 % das pessoas.

Os parâmetros estipulados nesta parte definem um ambiente térmico em que uma maioria de 80% ou mais das pessoas, de um grupo homogêneo em termos de atividade física e tipo de roupa usada, é suscetível de expressar satisfação em relação ao conforto térmico. Esta parte se aplica a pessoas adultas, em boa saúde, que estejam no recinto há mais de 15 min.

Segundo a norma, os parâmetros ambientais que afetàm o conforto térmico são: a temperatura operativa; a velocidade do ar; e a umidade relativa do ar. Os valores destes parâmetros que definem as condições de conforto térmico dependem dos seguintes fatores pessoais: o tipo de roupa usado pelas pessoas, que determina a resistência térmica média à troca de calor do corpo com o ambiente, expressa em “clo” (1 clo = 0,155 m² K/W); o nível de atividade física das pessoas, que determina sua taxa de metabolismo, geralmente expressa em “met” (1 met = 58,2 W/m²). Admitindo uma superfície média de 1,8 m² para o corpo de um adulto, 1 met é equivalente a aproximadamente 105 W..

As sensações térmicas são avaliadas numericamente pela escala ASHRAE, em que 0 indica sensação neutra, + 1, + 2 e + 3 sensação de levemente quente a muito quente, e – 1, – 2 e – 3, sensação de levemente frio a muito frio. Avaliação entre – 0,5 e + 0,5 é considerada indicação aceitável de conforto térmico. Os estudos teóricos e pesquisas de laboratório permitem prever, em grupos homogêneos em termos de atividade física e tipo de roupa usada, a porcentagem das pessoas que expressaria determinada avaliação da sensação térmica em determinadas condições ambientais.

Assim, a NBR 16401 estipula os parâmetros ambientais suscetíveis de produzir sensação aceitável de conforto térmico em 80 % ou mais das pessoas. Os parâmetros estipulados nositens 6.1 e 6.2 são válidos para grupos homogêneos de pessoas, usando roupa típica da estação e em atividade sedentária ou leve (1,0 met a 1,2 met).

– Verão (roupa típica 0,5 clo)

Temperatura operativa e umidade relativa dentro da zona delimitada por:

22,5 °C a 25,5 °C e umidade relativa de 65 %;

23,0 °C a 26,0 °C e umidade relativa de 35 %.

A velocidade média do ar (não direcional) na zona de ocupação não deve ultrapassar: a 0,20 m/s para distribuição de ar convencional (grau de turbulência 30% a 50%); 0,25 m/s para distribuição de ar por sistema de fluxo de deslocamento (grau de turbulência inferior a 10 %).

– Inverno (roupa típica 0,9 clo)

Temperatura operativa e umidade relativa dentro da zona delimitada por:

21,0 °C a 23,5 °C e umidade relativa de 60 %;

21,5 °C a 24,0 °C e umidade relativa de 30 %.

A velocidade média do ar (não direcional) na zona de ocupàção não deve ultrapassar: a 0,15 m/s para distribuição de ar convencional (grau de turbulência 30 % a 50 % ); 0,20 m/s para distribuição de ar por sistema de fluxo de deslocamento (grau de turbulência inferior a 10 %).

A diferença entre as temperaturas num plano vertical entre 0,1 m e 1,1 m do solo (entre tornozelos e cabeça de pessoas sentadas) deve ser inferior a 3 K. A variação gradual e contínua da temperatura (passiva ou intencional) não deve ultrapassar a taxa de 0,5 K por hora, sendo que a temperatura final resultante não deve se distanciar dos limites de temperatura estipulados em 6.1 e 6.2 em mais de 0,5 K, nem permanecer neste nível por mais de 1 h. A assimetria da temperatura radiante admissivel deve ser inferior a: 5 K para forro quente; 14 K para forro frio; 23 K para parede quente; e 10 K para parede fria.

Osteopatia combate dor lombar no período menstrual

Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade de Acordo com a NR 10 – Básico – A partir de 3 x R$ 554,02 (56% de desconto)

Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a Revisão da Norma ABNT NBR 17505 – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Especialista explica como a técnica pode atuar no bom funcionamento do útero

O período menstrual é um período de mudanças do organismo que ocorre todos os meses. O fluxo de hormônios ligados aos ovários e útero aumenta bastante, por conta disso, ocorrem alterações teciduais, ampliação da retenção hídrica, distensão da parede uterina, dentre outras coisas. Os sintomas ligados ao período menstrual ou da ovulação mudam de mulher para mulher.

É bastante comum, no entanto, a queixa de lombalgia ou dor em membros inferiores ligados ao período menstrual. De acordo com o osteopata diretor da Ebefo (Escola de Osteopatia de Campinas), Leandro Sousa, “isso pode ser explicado pela distensão uterina e retração dos ligamentos que ligam o órgão à cintura pélvica”.

O que muitos não sabem, conta Sousa, é que a osteopatia – técnica manual que age na origem da dor -, através de técnicas uterinas específicas (internas e externas), devolve a motilidade ao órgão e aos tecidos que o rodeiam diminuindo e, muitas vezes, eliminado as queixas ligadas ao período. O osteopata afirma que a osteopatia é indicada em inúmeros casos. “As contraindicações apenas seriam para quadros agudos de inflamação/infecção do útero ou regiões próximas, câncer, etc.

O osteopata pode avaliar caso a caso e determinar o prognóstico do tratamento. Por isso, sempre que o período menstrual culminar com dores ou alterações importantes que incapacitem o bom funcionamento do organismo (sobretudo de músculos e articulações), a osteopatia é indicada e tem excelentes resultados”.

Para quem se interessar, o tratamento se baseia em uma avaliação de causas e efeitos (minuciosa). “Detectada a relação das queixas de dor com o período menstrual ou ovulatório, o osteopata analisará que tipo de intervenção é necessária. Por exemplo: o útero pode estar disfuncional em decorrência de uma cicatriz cesárea, por alterações hormonais, por problemas emocionais, etc. A anamnese ditará o tratamento e o prognóstico”, esclarece.

Segundo Leandro, as queixas melhoram muito no momento da aplicação das técnicas e tendem a perdurar conforme o tratamento avança. “Outros sintomas de melhora, além das dores lombares, podem ser sentidos, como a diminuição do edema, a ausência de dor durante a relação sexual e uma menor retenção de líquidos.

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Reclamações contra a reabilitação de crédito e de revisão de aposentadorias

Em 2013 um dos setores que menos responderam aos consumidores em suas reclamações no Procon-SP, foram os serviços de assessoria, principalmente os de reabilitação de crédito e de revisão de aposentadorias. Consumidores em dificuldades financeiras e aposentados – com promessas de regularização de sua situação financeira ou aumento do valor de benefício – expostos a abordagens massivas e agressivas destes serviços buscaram no Procon, assim como têm feito junto aos Juizados Especiais Cíveis, para recuperar valores pagos e promessas não realizados. A empresa de assessoria que registrou maior número de reclamações, sem apresentar solução aos casos, foi a Associação Brasileira de Apoio aos Aposentados – ASBP / PRODAC.  Esta “associação”, ao oferecer seus serviços, induz pessoas idosas a acreditarem que podem conseguir revisão de seus benefícios previdenciários, desde que participem do quadro associativo, mediante o pagamento de uma taxa, ou pagamento direto de valores, acompanhados da promessa  de  melhorias  em seus rendimentos. A ASBP, além de demandada judicialmente através de centenas de ações propostas por suas vítimas, tem contra ela procedimentos instaurados pelo Ministério Público, nas esferas cível e criminal.

Já os serviços de reabilitação de crédito são contratados pelos consumidores com o objetivo de renegociar dívidas e eliminar restrições em cartórios de protesto e nos serviços de proteção ao crédito. No entanto, muitas vezes essas empresas não realizam o trabalho legitimamente esperado pelo consumidor – ter a dívida renegociada e o nome regularizado. Muitos dos serviços que são cobrados poderiam ser feitos com a mesma efetividade pelo próprio consumidor, como, por exemplo, apresentação de cheque pago ao cartório ou obtenção de contato com o credor. Abaixo veja a lista das empresas de assessoria e reabilitação de crédito mais reclamadas em 2013, que apresentam em comum o baixíssimo índice de solução.

Das empresas classificadas, apenas a primeira colocada presta serviços de assessoria ao aposentado. As demais são empresas de reabilitação de crédito. O consumidor que tiver dúvidas ou quiser fazer uma reclamação, pode procurar o Procon de sua cidade ou um dos canais de atendimento da Fundação: Orientações: 151 (Só para a capital); Pessoalmente: de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Sábados, das 7h às 13h, nos postos dos Poupatempo, sujeito a agendamento e distribuição de senha. Telefone: 0800-772-3633.

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