Manual de controle médico ocupacional da exposição a substâncias químicas

Segurança em Instalações e Serviços com Eletricidade de Acordo com a NR 10 – Básico – A partir de 3 x R$ 554,02 (56% de desconto)

Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a Revisão da Norma ABNT NBR 17505 – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

capa_manualA Fundacentro disponibilizou para downlad o Manual de orientação sobre controle médico ocupacional da exposição a substâncias químicas, uma obra considerada de grande importância aos profissionais que atuam na elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO). De autoria do médico toxicologista e pesquisador da Fundacentro, José Tarcísio Penteado Buschinelli, que também é professor do Curso de Pós Graduação da entidade, a obra mostra como a má interpretação na dosagem das substâncias químicas pode ser desastrosa ao trabalhador. A má interpretação de indicadores biológicos pode levar trabalhadores saudáveis ao afastamento do trabalho e vice-versa.

Os profissionais devem fazer o controle médico recomendado pela NR 7, mas no entanto, não há critérios para medir a exposição dos trabalhadores. Para Tarcísio, este Manual vem em um momento oportuno para auxiliar os médicos da iniciativa privada e de instituições governamentais a não cometerem erros e conscientizá-los na elaboração desses indicadores. Tarcísio reforça ainda que é muito comum no Brasil se fazer dosagem de substâncias químicas sem que haja um indicador.

O médico ressalta que a elaboração do Manual não se deu somente pelo teor técnico, mas também pelo didático. Em cada capítulo abordado, há palavras de advertência como forma de chamar a atenção do leitor para melhor assimilação do assunto em questão. Outro capítulo que merece atenção é o Apêndice. Nele, o autor reuniu em tabelas, os indicadores biológicos estabelecidos por instituições internacionais que mostram análises coletadas de urina e sangue divididos de acordo com o agente, indicador, coleta e índice de exposição biológica. Idealizado tecnicamente por Tarcísio Buschinelli, o Manual contou com a participação de Eduardo Mello De Capitani, que contribuiu nos aspectos científicos da toxicologia, Marco Antônio Bussacos, na área de Estatística, Mário Parreiras de Faria, Médico e Auditor Fiscal do MTE na área de fiscalização do trabalho e Ricardo Luiz Lorenzi, na redação e compreensão do texto.

Segundo a publicação, os exames ocupacionais podem ser classificados de acordo com seus objetivos, os quais devem estar claros para o médico antes da sua realização. O que define o objetivo do exame é qual decisão deve ser tomada a partir do de seu resultado. Entre as principais decisões, estão: os agentes agressivos do ambiente de trabalho estão em níveis aceitáveis ou poderão causar, ou já estão causando, algum agravo à saúde dos trabalhadores?; o trabalhador está apto ou inapto para a função que exerce? Tem alguma restrição?; necessita tratamento/acompanhamento especial de sua saúde? Se o exame não esclarece nenhum desses itens, deve-se questionar se há sentido realizá-lo.

O Comitê Misto CCE/NIOSH/OSHA apresentou, em 1980, algumas definições clássicas: monitoramento: atividade sistemática, contínua ou repetitiva, planejada para implementar, se necessário, medidas corretivas relacionadas à saúde; monitoramento do ambiente: consiste na avaliação de agentes no ambiente de trabalho para quantificar a exposição dos trabalhadores e avaliar o risco à saúde, comparando os resultados com referências apropriadas; Monitoramento Biológico (MB) que consiste na avaliação de agentes químicos ou seus metabólitos em tecidos, secreções, excreções, ar exalado ou qualquer combinação destes para avaliar o risco à saúde quando comparado com referências apropriadas; e vigilância à saúde: consiste no exame médico periódico de trabalhadores expostos com o objetivo de proteger a saúde e prevenir o aparecimento de doenças relacionadas com o trabalho. As definições mostram que a proteção dos trabalhadores expostos a agentes químicos não é apenas uma tarefa médica, mas envolve uma série de atividades que devem ser realizadas de forma a articular a avaliação ambiental e a avaliação da saúde. Uma parcela da responsabilidade é do médico, e este deve realizar suas atividades com todo o cuidado.

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) considera como principal objetivo dos exames médicos ocupacionais a avaliação da efetividade das medidas de controle do ambiente de trabalho. Além do escopo principal, complementa com outros objetivos: detecção de anormalidades clínicas ou pré-clínicas em um momento em que uma intervenção é benéfica à saúde dos indivíduos; prevenção de futura deterioração da saúde dos trabalhadores; reforço do aconselhamento referente aos métodos de trabalho seguros e de manutenção da saúde; avaliação da aptidão para um determinado tipo de trabalho, sendo a preocupação presente a adaptação do local de trabalho para o trabalhador.

A OIT ainda reforça o objetivo principal da avaliação médica ocupacional quando afirma que: a investigação da origem e causas subjacentes dos incidentes, lesões e enfermidades deveria permitir a identificação de qualquer deficiência em um sistema de gestão de Saúde e Segurança no Trabalho (SST) e estar documentada […] as medidas corretivas resultantes das investigações deveriam aplicar-se com o fim de evitar que se repitam os casos de lesão, enfermidades ou incidentes relacionados ao trabalho. O monitoramento da saúde dos trabalhadores expostos a agentes químicos tem duas vertentes principais: a vigilância à saúde e o MB da exposição.

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Sucesso com produtividade e qualidade – como fazer melhor com menos

e-bookEssa publicação ASQ/Target é o resultado de comparações feitas pelo autor de mais de 4.000 empresas em mais de 100 diferentes indústrias. Essas análises e comparações de produtividade mostraram que praticamente todas as organizações, mesmo as melhores, podem aprender com os seus concorrentes e parceiros. O e-book Succeed with Productivity and Quality – How to Do Better with Less, de autoria de Imre Bernolak, é é o resultado de comparações feitas pelo autor de mais de 4.000 empresas em mais de 100 diferentes indústrias. Estas análises e comparações de produtividade mostraram que praticamente todas as organizações, mesmo as melhores, podem aprender com os seus concorrentes e parceiros, bem como com uma autoanálise sobre como conseguir mais por meio de uma melhor organização e utilização dos seus recursos.

A Parte I explica o que é a produtividade é porque é tão importante. A Parte II descreve como problemas de produtividade e as oportunidades podem ser identificadas por meio de medição e análise sistemática. Enquanto esse não é um livro de estatística, ele explica através de soluções simples e práticas como se pode beneficiar da medição relevante.

A Parte III descreve o modo como cada pessoa pode melhorar a sua produtividade e tornar-se significativamente mais eficiente e eficaz. A Parte IV analisa como a produtividade pode ser melhorada através de um melhor planejamento, organização, uso do tempo, conhecimento, tecnologia e recursos.

Adam Smith já no final do século XVIII reconheceu que a vida das pessoas só poderia ser melhor e menos cansativa quando for aumentada a sua produtividade, isto é, através da produção de mais e com menos esforço e recursos. Este conhecimento não se tornou difundido até há pouco tempo. Embora nos Estados Unidos começou-se a medir a produtividade antes da virada do século XIX, a importância da produtividade só se tinha tornado mais amplamente conhecida no meio do século XX. Isto é, quando as pessoas começaram a analisar a economia que a produtividade causa e que pode ser utilizada para tornar a vida melhor e mais fácil.

O autor deste livro esteve entre os primeiros e mais eficazes contribuintes para a análise da produtividade e melhoria na América do Norte, Europa e Ásia. Ele construiu um meio século de experiência na área de análise de produtividade e melhoria. Foi um dos primeiros na América do Norte a analisar e compreender como a produtividade pode ser melhorada. Colaborou com Productivity and Technology Division of the United States Bureau of Labor Statistics, the American Productivity and Quality Center, em particular na sua formação, no U.S. Network of Productivity and Quality Centers, bem como em organizações de produtividade na América do Sul e Central. Na Europa, a serviu por mais de uma década como diretor da Canada of the European Association of National Productivity Centres.

Em cooperação com estas organizações, dirigiu o desenvolvimento de produtividade do trabalho e as comparações entre empresas no Canadá e nos Estados Unidos e Europa. Até o momento da redação deste livro, essas comparações abrangeram mais de 4.000 empresas em mais de 100 diferentes indústrias. Também dirigiu essas comparações de produtividade entre empresas em toda a Ásia como perito chefe e editor para a produtividade da Asian Productivity Organization e, na década de 1990, serviu em uma equipe do World Bank para melhorar a produtividade em Barbados.

Foi autor muitos artigos sobre produtividade em publicações na América, Europa e Ásia, incluindo muitos relatórios, livros, capítulos e artigos sobre métodos de análise e melhoria de produtividade, publicado pela Organisation for Economic Co-Operation and Development (OECD), do National Bureau of Economic Research, American Productivity Center, British Council of Productivity Associations, American Institute of Industrial Engineers,9 the Asian Productivity Organization,10,11 the Canadian Bureau of Management Consulting,the Washington-based International Productivity Service,13 and the European Association of National Productivity Centres.

As análises de produtividade e comparações mostraram que qualquer organização, mesmo as melhores, pode aprender com os seus concorrentes, bem como a partir de autoanálise conhecer melhor a forma de alcançar mais através de uma melhor organização e utilização do seus recursos. Este livro descreve e compartilha as lições aprendidas por décadas de análise de produtividade e melhoria no trabalho.

Este livro básico e abrangente é destinado a empresários, gerentes de filiais locais de grandes corporações, como bancos ou empresas correntes, bem como gestores ou gerentes de aspirantes em outro organizações privadas ou públicas. É uma leitura essencial para estudantes de administração de empresas e de economia, bem como práticas gerenciais, e preenche um buraco na formação de alunos em todos os campos onde eles irão gerenciar pessoas e recursos. Profissionais, outros trabalhadores do conhecimento, e técnicos também se beneficiarão porque sua formação profissional geralmente se concentra em sua específica experiência e não na melhoria da produtividade.

Ao longo dos anos tornou-se claro que os gestores até mesmo das melhores organizações podem se beneficiar aprendendo a partir da experiência dos outros. O livro contém quatro partes. Em resumo, ele vai lhe mostrar como você pode fazer mais e melhor com menos esforço e recursos.

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Indústria e negócio sustentáveis – concepção e operação para a responsabilidade social e ambiental

e-bookO e-book ASQ/Target Sustainable business and industry – designing and operating for social and environmental responsibility, de autoria de Joseph J. Jacobsen, é uma introdução ao desenvolvimento e implementação de um programa com sucesso de sustentabilidade e de responsabilidade social. O leitor é exposto aos objetivos financeiros, ambientais e socialmente responsáveis ​​que são suportados por estratégias e táticas e que têm resultados mensuráveis​​. O leitor é apresentado aos métodos de tecnologias e práticas de execução e também vai aprender a medir o consequente desempenho social e ambiental para os relatórios escritos e apresentações convincentes.

Este livro também revela porque devemos ser sustentáveis, explicando temas aparentemente complexos na ciência de um modo que requer muito pouco de matemática ou formação científica. O panorama também captura como a sustentabilidade e a responsabilidade social podem ser a fonte de inovação de processos e produtos.

Os negócios e a indústria sustentáveis ​ são áreas novas e emergentes de estudo. Faculdades, universidades e líderes empresariais estão interessados em como se tornar mais ambientalmente e socialmente responsável. Com o recente aumento do interesse em ecoprodutos, inovação, responsáveis operações comerciais, fabricação verde, normas internacionais, responsáveis gestão de investimentos, engenharia financeira ética, sustentabilidade, responsabilidade social, práticas de trabalho justas, as alterações climáticas, a segurança energética, a economia verde, empregos de colarinho verde, esgotamento de recursos, energia renovável, a poluição, a expansão populacional e padrões de migração, a equidade demográfica, as cadeias de fornecimento holísticas, abastecimento e qualidade da água e a sua disponibilidade, prédios verdes e sistemas de transporte, conservação de energia, e assim por diante, um guia geral, sob a forma de um manual de síntese sobre a prática de negócio responsável nunca foi feito.

Esse livro é uma introdução ao desenvolvimento e implementação de um bem sucedida programa de responsabilidade ambiental e social. O leitor estará exposto aos objetivos financeiros, ambientais e socialmente responsáveis que são apoiados por estratégias e táticas alcançado por aqueles que têm medidos esses resultados. Este livro explica como construir valor ao negócio através de métodos tradicionais, tais como o Six Sigma, a pesquisa operacional Lean para melhorar os resultados ambientais e sociais ao mesmo tempo, e melhorar as margens de lucro. O leitor será apresentado aos métodos de tecnologias e práticas de execução e também vai aprender como medir a consequência do desempenho social e ambiental para relatórios escritos e apresentações convincentes. Este livro também revela porque devemos ser sustentável, explicando temas aparentemente complexos na ciência, mas de um modo que requer muito pouco de matemática ou formação científica.

O panorama captura como responsabilidade ambiental e social pode ser a fonte de inovação de processos e produtos. Os nove capítulos são dedicados à prática ambiental e responsabilidade social de forma a alcançar a estabilidade financeira a longo prazo. Como resultado, esses capítulos ajudarão a não entender como e porque as empresas precisam ser mais responsável, mas como as empresas podem ser mais bem sucedidas em seus avanços em responsabilidade social e ambiental com as partes interessadas internas e externas. Esses nove capítulos darão ao leitor uma visão geral da integridade ambiental e da responsabilidade social, as respectivas medidas e métodos de melhoria, e as estratégias para a tomada de decisões informadas sobre interseção do desempenho financeiro, social e ambiental.

As normas internacionais serão tratadas de forma completa. A nova ISO 26000 (lançada em 2010) é dada uma atenção detalhada, um pouco mais do que a ISO 9000 ou ISO 14000. A ISO 26000 é uma mescla de orientação, tanto ambiental como de responsabilidade social em um conceito mais geral, um conceito adotado por esse autor. Desde o lançamento do livro ele segue de perto a ISO 26000 depois do seu lançamento, que vai servir de apoio para aqueles que estão preocupados e querem tomar medidas para melhorar as condições. Em grande parte, esse livro inteiro aborda aspectos da nova ISO 26000. Esse livro também especifica como a utilização de métodos tradicionais, tais como Six Sigma, o Lean e as operações de pesquisa podem melhorar os processos, reduzir o uso de recursos e e na geração de resíduos e tomar decisões mais sociais e ambientais que são baseadas em dados financeiros, sociais, e indicadores de desempenho ambiental.

As fontes de dados internos recebem tratamento completo, juntamente com os dados estatísticos básicos de gestão. Um tema recorrente ao longo do livro é a integração de métodos tradicionais de melhoria contínua aplicada ao social e ambiental. O Capítulo 1 faz com que o caso de responsabilidade ambiental e social seja tratado a partir de uma perspectiva global. A necessidade de bem estar humano é analisado, bem como uma breve análise do aquecimento global. O Capítulo 1 define também a sustentabilidade, a responsabilidade social e a ambiental. Identifica um conceito geral de responsabilidade social e ambiental através da análise de semelhanças e diferenças entre estes conceitos aparentemente separadas de um negócio a partir de um ponto de vista da operação. O Capítulo 1 pode ser usado para introduzir estes conceitos aos colegas de trabalho, líderes empresariais, a comunidade de interessados e ao público em geral.

O Capítulo 2 olha para o mais alto nível de comunicação de uma organização tem: a missão e visão da empresa. O capítulo contém exemplos de organizações que introduziram a parte ambiental e a responsabilidade social em sua visão e missão. Que emana da missão e visão, as formalidades associadas ao desenvolvimento de uma responsabilidade ambiental e social integrada a um sistema de comunicação. Missão, visão, objetivos, estratégias, táticas, e as medidas são aplicadas a responsabilidade social e ambiental. Princípios e valores orientadores da organização são considerados em conjunto com uma aplicação em responsabilidade ambiental e social interessante a partir de pessoas como W. Edwards Deming e Joseph M. Juran. É dada atenção à documentação de desempenho relativo para efeitos de reporte para os interessados.

O Capítulo 3 é uma aplicação de três das publicações ISO mais amplamente utilizados. Ele descreve aspectos importantes da ISO 9000, ISO 14000 e ISO 26000 para que o leitor possa facilmente imaginar como adotar estas normas gerencial, ambiental e as ideias sociais em suas operações comerciais. Também traz esses três padrões em linha com o conceito geral do triple bottom line, mais tarde expandindo-o para uma linha de fundo quádrupla, que inclui a segurança nacional.

O Capítulo 4 é o capítulo mais importante, porque se trata de meio ambiente e das medidas de desempenho social. Este capítulo contém um amplo panorama de indicadores de desempenho social e ambiental para informar sobre o estado e progresso das iniciativas, funcionários e gerentes. O conceito de pegada é definido, proporcionando a competência no desenvolvimento personalizado de pegadas e outros instrumentos de medição. É dado bastante atenção para pesquisas sociais com amostras enquanto referência a uma extensa instrumento de pesquisa no Apêndice B.

O Capítulo 5 mostra ao leitor como calcular o retorno sobre o investimento responsável (Rori) e como desenvolver um estudo de viabilidade para um projeto que satisfaça pelo menos dois elementos do triple bottom line. Também especifica fontes de financiamento e como trazer esses dólares em um projeto para beneficiar o negócio financeiramente, melhorando o desempenho ambiental.

O Capítulo 6 modifica vários métodos de melhoria contínua tradicionais pela incorporação de um, ambiental e social do projeto unidade financeira como uma aplicação de pesquisa de negócios e estatísticas. Este capítulo contém um guia passo a passo para a organização de um projeto de responsabilidade ambiental e social.

O Capítulo 7 é sobre as operações da planta comercial e industrial sustentável. Neste capítulo, juntamente com o Capítulo 8, é mais detalhado do que os outros, porque os edifícios e as cadeias de abastecimento são tão grandes usuários de energia, água e outros recursos.

O Capítulo 9 encerra este primeiro volume a um nível superior, uma vez que introduz diversos conceitos de economia ecológica. Ele analisa o recente e importante desenvolvimento em micro e macroeconomia. Alguns conceitos de engenharia financeira são definidos para efeitos da exposição de um interruptor explícito entre a engenharia financeira e sustentabilidade. O produto interno bruto é comparado em uma escala com a felicidade nacional bruta.

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E-books

capa7[5]SUSTENTABILIDADE: MISTIFICAÇÃO OU REALIDADE

Autor: HAYRTON RODRIGUES DO PRADO FILHO

Muitos cientistas contestam o problema da mudança climática, que poderia estar ocorrendo na Terra com o aumento do uso dos combustíveis fósseis que lançam na atmosfera os gases do efeito estufa. Tudo bem! Mas o que eles não podem contestar é a poluição de rios e mares, que vem afetando de maneira drástica a quantidade de água potável no Planeta. A partir desta visão, o desenvolvimento sustentável não é um estado permanente de equilíbrio, mas sim de mudanças quanto ao acesso aos recursos e quanto à distribuição de custos e benefícios. Na sua essência, “é um processo de transformação no qual a exploração dos recursos, a direção dos investimentos, a orientação do desenvolvimento tecnológico e a mudança institucional se harmonizam e reforçam o potencial presente e futuro, a fim de atender às necessidades e às aspirações humanas”.
O argumento central desenvolvido pelos economistas a favor da sustentabilidade gira em torno da noção de eficiência no uso dos recursos do planeta. A alocação eficiente de recursos naturais, respeitando ao mesmo tempo as preferências dos indivíduos, seria mais bem executada em um cenário institucional de mercado competitivo. As possíveis distorções desse mercado poderiam ser corrigidas pela internalização de custos ambientais e/ou eventuais reformas fiscais, coletando-se mais taxas e tributos dos responsáveis pelos processos poluentes. A sustentabilidade seria alcançada pela implementação da racionalidade econômica em escala local, nacional e planetária.

Preço: R$ 10,00

capa3[6]QUALIDADE SEM MEDO

Autor: HAYRTON RODRIGUES DO PRADO FILHO

Porque ter um programa de qualidade, muitos dos leitores podem perguntar? O autor Hayrton Rodrigues do Prado Filho responde que possuir um programa de qualidade, seja baseado nas normas ISO, qualidade total, critérios de excelência do Prêmio Nacional da Qualidade, ou qualquer outro, até mesmo desenvolvido internamente, é uma obrigação e não uma solução definitiva. Lembro-me de ter ido a muitas entregas de certificados ISO, mas uma me marcou profundamente: reunidos em uma churrascaria de beira de estrada, uma quantidade de mulher impressionante, já que a fábrica usava mão-de-obra feminina intensiva na produção de componentes eletroeletrônicos, o diretor presidente japonês, sentado ao meu lado, tomando um copo de cerveja, afirmava para o diretor do organismo certificador que “agora tudo iria melhorar, pois a empresa iria ganhar mercado, ser líder etc.” Não sei como a empresa ficou, mas não é isso: ele estava apenas iniciando seus problemas, com a certificação. Estava somente dando o pontapé inicial em busca da melhoria contínua. E a gente, como nós entramos em um programa desses?
Preço: R$ 10,00

capa4[5]UMA ENCRENCA QUE SE CHAMA CLIENTE

Autor: HAYRTON RODRIGUES DO PRADO FILHO

Em resumo, a questão sobre se o cliente sempre tem razão torna-se secundária, perde sua importância. Afinal, se não é verdade dizer que o cliente tem sempre razão, dizer que ele nunca a tem também é falso.
O que as organizações necessitam é enfatizar as convergências de interesses – seus e dos clientes – buscando realizar transações e desenvolver relacionamentos onde todos fiquem satisfeitos. De uma forma mais pragmática, a razão do cliente deve ser analisada sob uma perspectiva do custo-benefício para a empresa, respeitando-se, por motivos óbvios, as questões éticas e legais.
Se de um lado do balcão existe uma pessoa reclamando, do outro há um profissional que precisa ser respeitado em seu trabalho. O mundo atual está indo em direção da era da competência, que consiste no ato de transformar intenções em resultados positivos para as partes envolvidas. Geralmente quando um cliente tem razão, tem mesmo, pois foi mal-atendido em suas necessidades e até mesmo vítima do não-cumprimento de regras que envolveram a negociação.
Pode ser que este fato tenha se transformado em imutável, principalmente no Brasil, e tenha originado a frase do título sem a interrogação e acabou virando uma verdade com ponto final. Contudo, ele pode não ter razão, quando apela para denegrir o trabalho profissional do outro lado, com alegações malucas, pedidos estratosféricos, arrebatamentos esdrúxulos, etc. A razão tem sempre cliente!

Preço: 10,00

capa6[3]

INDICADORES EMPRESARIAIS

Autor: HAYRTON RODRIGUES DO PRADO FILHO

Os indicadores de desempenho são elementos chave num programa de gestão da qualidade, cuja função é evidenciar a necessidade de ações de melhoria e verificar se as ações implementadas estão produzindo os efeitos desejados, bem como as suas tendências. Indicadores de desempenho são números, resultados de dois ou mais fatores e que nos mostram, de forma inequívoca, como andam as coisas na empresa. Como exemplo, um indicador da eficácia de vendas, pode ser a resultante do número de propostas pelos pedidos realmente fechados. Ou a relação entre o numero de funcionários da loja pela vendas mensais. E que tal comparar o resultado de diferentes lojas comparando a metragem quadrada delas pelas vendas, ou ainda, em uma indústria, a relação de compras do mês sobre o faturamento.
Pode parecer que todos usam estes indicadores, mas no mundo empresarial a maioria das empresas trabalha só por fluxo de caixa: se tem verba compra estoque, e aí por diante, sem se dar conta de que é necessário analisar informações de forma sistêmica, para saber como e onde existem possibilidades de melhorar os resultados. Se trabalhar só de olho no fluxo, o empresário estará agindo a partir de fatos ocorridos, sem tomar nenhuma ação de correção de rumo, ou seja, ficará a vida toda agindo reativamente, sem ter o comando da situação. O outro lado da moeda mostra um gestor analisando gráficos de resultados históricos, podendo observar para onde caminha a empresa e com todas as condições de atuar nos pontos nevrálgicos.
Preço: 10,00

Para comprar qualquer um desses e-books, faça um depósito no valor do livro no PagSeguro para o e-mail hayrton@uol.com.br e envie um e-mail comunicando qual o e-book comprado. Com a confirmação do depósito, o e-book será enviado por e-mail para você.

Uma introdução à gestão dos processos verdes

Matéria

As cadeiras de alimentação para crianças devem apresentar requisitos mínimos de segurança e de usabilidade

O Inmetro avaliou as principais marcas do mercado desses produtos e, das nove marcas analisadas, 100% das amostras apresentaram algum tipo de problema. Por isso, elas foram incluídas na lista de produtos que precisam de certificação compulsória.

Confira

Matéria

NBR 14789: Os princípios, critérios e indicadores para plantações florestais

Essa norma estabelece os princípios, critérios e indicadores para o manejo florestal sustentável de plantações florestais.

Confira

Matéria

Target GEDWEB: a gestão do conhecimento tecnológico adequado para qualquer empresa

O Target GEDWEB permite à qualquer empresa, de qualquer porte, o acesso centralizado às normas técnicas, documentação empresarial, regulamentos, portarias, textos técnicos, publicações da American Society Quality (ASQ), publicações técnicas e científicas, revistas segmentadas, etc.

Confira 

greenDe autoria de Sam Windsor, o e-book An Introduction to Green Process Management (clique no link para mais informações) está dividido em três seções principais. A primeira seção se destina a dar uma compreensão global do que se entende por verde, uma breve história do movimento ambiental no que se refere aos negócios, as tendências do mercado de carbono e as definições do verde. A segunda seção discute as normas, as certificações e as medidas que se relacionam com a gestão ambiental. A seção final apresenta os métodos que podem ser usados ​​para implementar e gerenciar processos verdes dentro de uma organização, juntamente com as ferramentas e um roteiro que pode ser usado pelas empresas que procuram se tornar verde. O roteiro utiliza ferramentas de melhoria de processos que poderão ser familiares para muitas organizações.

A indústria por sua própria natureza converte recursos naturais em produtos e serviços para consumo. Muitas vezes, o negócio gera empregos em desacordo com o meio ambiente. Por isso, ocorreram alguns dos esforços de ambientalistas focados na preservação de solos e florestas. A rápida expansão da revolução industrial americana no final de 1800 criou estas preocupações. As pessoas viram as terras naturais desaparecendo para a agricultura, mineração e madeireiras. Ao mesmo tempo, a fumaça das fábricas e usinas de aço começou a encher o ar. Com as cidades em expansão, a preocupação inicial pode ter sido mais um local para tirar férias do que para preservar o planeta. Independentemente do motivo, uma preocupação emergiu no meio industrial e os ambientalistas ficaram cada vez mais preocupados com a preservação.

Alguns dizem que Henry David Thoreau foi o primeiro ambientalista, alguns dizem que foi Teddy Roosevelt ou talvez até mesmo John Muir. Isso realmente não importa. O que importa para o negócio é que por volta do final do século XIX, assim como o país estava se tornando uma superpotência industrial, já havia pessoas que mantinham seus olhos em o que os negócio estavam fazendo e avaliando o que as empresas estavam impactando o meio ambiente. A palavra “Ecologia” foi cunhada pouco depois. Logo, os ambientalistas começaram a reconhecer a necessidade de preservar as florestas e os solos para as futuras gerações. John Muir, o primeiro presidente do Sierra Club e campeão dos esforços em preservar áreas naturais, levou suas preocupações ambientais para a arena política. Muir continuamente escreveu artigos que trouxeram atenção à forma como a terra e as florestas estavam sendo devastadas ​​por motivos econômicos. Em 1903, durante um visita a um parque de preservação com o presidente Theodore Roosevelt, Muir convenceu-o a devolver partes do parque que tinham sido utilizadas para fins comerciais ao governo federal para a proteção. A interação de negócios, política e ativismo ambiental começou a moldar a forma como as empresas estão a atuando hoje.

Embora houvesse os primeiros defensores do meio ambiente, tais como Aldo Leopold, considerado o pai da gestão da vida selvagem e um dos primeiros líderes da recém-formada U.S. Forest Service, as ações durante os anos 1920 e 1930 favoreceram o crescimento industrial norte-americano, sem haver uma preocupação em preservar a natureza. As leis relativas à proteção do meio ambiente eram fracas. Em 1922, apesar de uma proibição em outros países, os Estados Unidos se recusaram a proibir a pintura com chumbo. Por causa de seus antidetonantes, a gasolina com chumbo tornou-se popular, mesmo quando os perigos eram conhecidos. Em 1924, o Oil Pollution Act foi aprovada, proibindo os navios de descartas óleo nas três milhas da costa. Mas o ato não fez nada para resolver o problema de como as refinarias descartariam o óleo. Nesse ponto, o ambientalismo foi comparado ao nazismo. Essas comparações ainda existem entre algumas pessoas.

Durante os anos 1940, o mundo esteve focado na guerra e pouca atenção foi dada ao meio ambiente. Após a Segunda Guerra Mundial, os negócios de fazer produtos para o mundo retornaram. A indústria americana de materiais de guerra passou a produzir bens de consumo. Em 1948, na cidade de Donora, Pensilvânia, foi ilustrado o que pode acontecer quando a indústria e o meio ambiente se cruzam de uma maneira significativa. Em um evento que ficou conhecido como a Donora Death Fog, uma parede de fumaça pairou sobre a cidade durante quatro dias e matou mais de 20 pessoas. A maioria atribuiu a catástrofe de gás de flúor da indústria local que caiu sobre a cidade durante uma inversão de temperatura.

Em 1962, Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, trazendo o impacto dos pesticidas no meio ambiente. O Clean Air Act, originalmente aprovada em 1963, foi significativamente fortalecido pelo Congresso em 1970. Também em 1970, o estudante de Harvard, Denis Hayes, coordenou a primeira celebração do Dia da Terra. O propósito do dia da terra, de acordo com Nelson, era “Sacudir o establishment político e forçar a questão (ambiental) na agenda nacional “(Earthday.net 2010). Em 1970, o Congresso aprovou a formação da Environmental Protection Agency (EPA) com uma missão que incluiu “proteger a saúde humana e salvaguardar o ambiente natural de ar, água, terra e sobre o qual a vida depende. Por mais mais de 30 anos, a EPA trabalha para “um meio ambiente mais limpo, mais saudável para o povo norte americano “(epa.gov 2010).

Enfim, o argumento dos ativistas para uma maior proteção do meio ambiente foi reforçado pela sequência de grande repercussão de desastres ambientais causada pela indústria, como o despejo de produtos químicos em Union Carbide em Bhopal e pelo derramamento de óleo pela Exxon Valdez. O público exigiu uma ação para manter a indústria mais responsável e mantê-los seguros na esteira desses desastres, e os políticos passaram também por pressão social a se preocuparem com isso. Hoje em dia, o há um intenso debate sobre o aquecimento global e as emissões de carbono. A polêmica é ainda mais complicada por argumentos questionando se o aquecimento global é mesmo real e, em caso afirmativo, se é ou não é causado por seres humanos. Estamos aprendendo novas frases como negócio sustentável, produção verde e créditos de carbono. Como proprietários e gestores dos negócios, temos de descobrir o que significa verde para os nossos negócios e tomar oportunamente a ação de baixo custo para manter e conquistar clientes, ou possivelmente para evitar multas e/ou impostos mais caros.

Um guia para implementar o Lean Six Sigma

e-bookDe autoria de Robert M. Meisel , Steven J. Babb , Steven F. Marsh , and James P. Schlichting, o e-book The executive guide to understanding and implementing Lean Six Sigma – the financial impact (clique no link para mais informações) é um guia que oferece uma introdução básica aos conceitos de Lean Enterprise e Six Sigma para executivos, pessoal novo com a qualidade, ou organizações interessadas em informações iniciais na melhoria da qualidade e processo. Ele se destina a ser um guia útil na implementação e otimização de um sistema integrado de Lean Six Sigma abordagem focada em perceber o valor de retorno e impacto linha de fundo. Os princípios de Lean e Seis Sigma são apresentados e discutidos separadamente e através de uma abordagem integrada através do livro três capítulos.

Para empresas produtoras ou não produtoras ou para aquelas que estão apenas começando ou contemplando uma iniciativa Lean Seis Sigma vão encontrar neste livro informações valiosas. Para ajudar a ilustrar a aplicação destes princípios a diversas empresas, muitos estudos de caso foram selecionados e incluídos para demonstrar como as ferramentas e técnicas prescritas podem acomodar e melhorar uma grande variedade de relacionamentos com clientes em toda a cadeia de valor. Exemplos retirados de manufatura, bancos e setores do governo local demonstram o amplo espectro em que Lean Seis Sigma pode ser usado como um quadro de fomentar um melhor desempenho e garantir a satisfação do cliente contínuo e lealdade.

O Lean e o Six Sigma são duas iniciativas de qualidade que vêm recebendo muita atenção e publicidade na última década. Eles incorporam uma filosofia, uma metodologia, e um kit de ferramentas para ajudar as organizações a melhorar o seu negócio e seus resultados. Elas demonstraram ter impacto financeiro quantificável nas organizações. Utilizados em conjunto, existe um efeito sinérgico que acelera esse impacto. Seus conceitos iniciais na verdade remontam à utilização de Henry Ford na produção em massa em um sistema com base no fluxo de trabalho. No Japão, esses conceitos foram expandidos pela família Toyoda em sua fábrica de fiação e tecelagem e depois aperfeiçoados na empresa da família produtora de motores, evoluindo para o que hoje é conhecido como o Sistema Toyota de Produção.

O Six Sigma foi desenvolvido pela primeira vez na Motorola na década de 1980 como uma iniciativa para salvar um negócio pager conturbado. Ele se tornou-se na década de 1990 depois de muita publicidade gerada em torno da sua utilização na General Electric e na AlliedSignal. Em ambas as empresas, houve uma melhora na satisfação do cliente e no desempenho dos negócios. Essas duas metodologias também se concentram em melhorar uma ampla variedade de processos, novos produtos, a administração do cliente, no desenvolvimento dos serviços, finanças, manufatura, cadeia de suprimento, saúde e assim por diante. Ambas as metodologias usam o gerenciamento de projetos para direcionar seus resultados.

Combinando princípios e ferramentas dessas metodologias, pode-se acelerar as melhorias contínuas. O Lean Six Sigma pode integrar a redução de desperdícios com a redução da variabilidade do processo, concentrando-se em valor para o cliente e na melhoria dos negócios. Assim, o objetivo é aumentar a velocidade de produção por meio da eliminação implacável dos desperdícios nos processos. Eles podem ser definidos como qualquer coisa que não agrega valor do ponto de vista do cliente. Esses desperdícios não são necessariamente independentes. A produção por segurança de estoque, por si só, é uma superprodução. Mas se há produção por causa de defeitos, a superprodução também está ligada à perda de correção e desperdícios. Considere o exemplo de alguém que caminha para uma impressora para recuperar um documento. Não é desperdício o movimento em se levantar da cadeira. E não há desperdício no transporte da impressora para o escritório carregando o documento. O caminhar pelo escritório para a impressora constituem desperdícios de movimento ou transporte de desperdícios? Enquanto algumas pessoas gastam tempo debatendo a questão (um desperdício de tempo em si), isso não tem a mínima importância. Quando o desperdício for identificado, a chave é encontrar uma maneira de eliminá-lo.

O futuro da bioenergia

LIVROS

Livro :: Aprendendo QUALIDADE de uma forma SISTÊMICA

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Livreto :: Praticando o Programa 5S

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Livro :: ISO 9001:2008 - Uma ferramenta de Gestão Empresarial

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Definida como a energia renovável obtida pela transformação química da biomassa, a bioenergia não é uma alternativa capaz de solucionar totalmente o problema energético, mas tem o potencial de substituir parcialmente os combustíveis fósseis nos meios de transporte. O Brasil é pioneiro e apresenta reconhecida vantagem comparativa no mercado internacional, construída pela intervenção do poder público a partir da criação do Proálcool em 1975. Embora nem sempre com a mesma intensidade, o governo brasileiro deu continuidade ao programa de estímulo ao emprego do álcool de várias formas, desde a própria produção do combustível até o comércio de automóveis a álcool com redução de impostos.

O estado de São Paulo é líder na produção de bioenergia no país. Do ponto de vista tecnológico, a maior parte da pesquisa e desenvolvimento de conhecimento se dá nas instituições públicas e privadas existentes em São Paulo e o estado também detém a quase totalidade das indústrias de bens de capital para a produção de bioenergia. Do ponto de vista de capital humano, São Paulo é o líder na formação de profissionais nas áreas de ciências agrárias, biológicas e de alimentos, e a agricultura paulista se caracteriza por contar com cadeias completas e diversificadas.

Por tudo isso, o governo de São Paulo, através da Secretaria de Desenvolvimento, acaba de lançar o livro Bioenergia no Estado de São Paulo, resultado de oito seminários técnicos conduzidos pela Comissão de Bioenergia do Estado, com mais de 500 participantes. A obra detalha a situação atual, perspectivas, barreiras e oportunidades geradas pela bioenergia na região, responsável por 60% da produção de etanol no Brasil, além de outras biomassas de importância significativa, tais como biodiesel, biogás e florestas energéticas, em que a bioenergia representa 30% da oferta total de energia no Estado.

O uso do etanol no mundo como combustível mais limpo do que a gasolina tem crescido consideravelmente nos últimos anos, o que implica o crescimento da cultura da cana-de-açúcar no estado: o aumento de produtividade na produção de etanol (em litros por hectare) tem sido superior a 3% ao ano nos últimos 30 anos. Segundo o livro, o elemento interessante do agronegócio paulista é que o estado tem a maior base industrial do país, sendo que a integração entre o produtor rural, o processador de alimentos, os distribuidores, o atacado, o varejo e os exportadores é especialmente forte. A ligação entre os elos da cadeia confere o poder de rápida assimilação do progresso tecnológico que permeia todos os agentes envolvidos no processo. Além disso, São Paulo tem a maior estrutura de pesquisa sobre produção e aplicação de bioenergia no Brasil.

Esse conjunto de estruturas produtivas confere ao estado um forte dinamismo agrícola que, desse ponto de vista ainda há muito que avançar. Em especial, merece destaque a integração do sistema de produção de grãos à pastagem e ao setor de cana-de-açúcar. A fim de desenvolver melhor esse conceito de integração lavoura-pecuária, torna-se relevante avaliar a estrutura produtiva do estado, considerando a produção de alimentos e de agroenergia.

Enfim, a cultura da cana-de-açúcar em São Paulo, que ocupou em 2007 4,3 milhões de hectares e elevou a produção de açúcar a 19 milhões de toneladas e a de etanol a 13 bilhões de litros, gera cerca de 300.000 empregos e contribui com 21 bilhões de reais ao PIB paulista. O sólido desempenho deste setor agrícola industrial não só tem condições de continuar como também de expandir significativamente nos próximos anos, dentro de padrões sociais e ambientais adequados. A sustentabilidade da produção de etanol, de açúcar e de cana-de-açúcar em São Paulo é o grande problema a enfrentar, para que o setor atinja e mantenha padrões mínimos como os que estão sendo exigidos pelos países que eventualmente venham a importar o etanol do Brasil.

O governo de o estado necessitar estar consciente dos desafios que esta expansão pode provocar e da necessidade de manter a liderança do país na produção de etanol. Por esta razão, a Comissão de Bioenergia identificou as seguintes áreas como mais significativas para ações do governo: zoneamento ecológico-econômico; logística de escoamento do etanol; certificação da qualidade dos biocombustíveis; cogeração de eletricidade; e pesquisa cientifica e tecnológica. Pra cumprir isso, o governo paulista precisa investir nos próximos dois anos cerca de 160 milhões de reais, sendo que a maioria desses recursos se destinará à criação de um Centro de Pesquisa sobre Bioenergia de classe internacional. Isso poderá preparar o país para a transição mundial em curso em tecnologias de segundo e terceira geração e ao mesmo tempo garantir os ganhos de produtividade em tecnologias de primeira geração obtidos nos últimos 30 anos. Faça o download do livro em http://www.desenvolvimento.sp.gov.br/noticias//files/livro_bioenergia.pdf ou em http://portalliteral.terra.com.br/lancamentos/download/2334_livro_bioenergia.pdf

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