Quais as causas do fechamento de empresas?

Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410 – A partir de 3 x R$ 320,57 (56% de desconto)

NR 10 – Atendendo às exigências do Ministério do Trabalho – Reciclagem Obrigatória – A partir de 3 x R$ 264,00 (56% de desconto)

CEP – Controle Estatístico de Processo – A partir de 3 x R$ 165,00 (56% de desconto)

Entendendo e aplicando os conceitos de PPR e PPRO – A partir de 3 x R$ 165,00 (56% de desconto)

Falta de planejamento, deficiências na gestão e o próprio comportamento empreendedor são as principais causas do fechamento de empresas em seus primeiros anos de atividade. Isso é o que mostra a pesquisa inédita do Sebrae-SP Causa Mortis: o sucesso e o fracasso das empresas nos primeiros cinco anos de vida. Pela pesquisa, 46% dos empreendedores afirmam ter iniciado o negócio sem conhecer os hábitos de consumo dos clientes nem o número de consumidores que teriam. Outros 39% ignoravam qual o capital de giro necessário para abrir a empresa e 38% não sabiam quantos concorrentes enfrentariam.

O levantamento constatou ainda que 55% dos donos de empresas não elaboraram um plano de negócios antes da abertura, documento que contempla todos os detalhes do empreendimento como aspectos financeiros, mão de obra necessária, estratégias de marketing, perfil do público-alvo, pontos fortes e fracos, riscos, oportunidades, em resumo, tudo o que o empreendedor tem de analisar para exercer sua atividade com mais segurança. “Esses são alguns equívocos que muitos empreendedores cometem. Eles praticamente abrem uma empresa no escuro, sem o conhecimento básico necessário para entrar no mercado. Isso diminui as chances de a empresa sobreviver”, afirma o diretor técnico do Sebrae-SP, Ivan Hussni. “Os resultados evidenciam que parcela significativa dos empreendedores simplesmente não levanta informações fundamentais”, reforça o coordenador de pesquisas do Sebrae-SP, Marcelo Moreira.

A pesquisa também indica que a bagagem que o empresário leva para o negócio faz diferença. Entre as empresas que fecharam as portas em até cinco anos, 58% dos responsáveis disseram ter experiência prévia ou conhecimento no ramo. Já entre os empreendimentos que se mantiveram em atividade, essa parcela aumenta para 72%. “É fundamental que o empresário se prepare, pois o que está em jogo é o sonho de empreender e, com frequência, são as economias de uma vida ou da família que bancam esse sonho”, ressalta Hussni.

Quantos às estratégias adotadas para atrair clientes, a diferenciação mostrou-se mais vantajosa para a manutenção do negócio no mercado do que a aposta em preços competitivos. Entre as empresas ativas, 38% optaram por oferecer diferenciais em produtos e serviços, escolha de 26% das que fecharam. Já a adoção de uma política calcada em preços foi a preferência de 31% dos negócios encerrados e 23% dos em funcionamento.

O comportamento empreendedor também influi. Nas empresas que passaram dos cinco anos, os empresários se antecipam aos fatos, buscam informações e perseguem os objetivos com mais frequência do que nas empresas encerradas.

A pesquisa revelou ainda que parte dos empresários cujos negócios naufragaram vieram a reconhecer o bom planejamento antes da abertura como o fator mais importante para a sobrevivência da empresa. Este grupo reúne 49% das empresas encerradas. Já entre os que se mantiveram ativos no mercado, 36% consideram esse o aspecto mais relevante e 34% apontam a gestão após a abertura como fator mais significativo para a sobrevivência.

A pesquisa foi realizada com 2,8 mil empresas com registro de abertura entre 2007 e 2011 no Estado de São Paulo. O levantamento envolveu 2 mil empresas do tipo sociedade limitada e empresário registradas na Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) e 800 Microempreendedores Individuais (MEIs) registrados entre 2010 e 2011. Acesse o link para ler a pesquisa completa: http://www.sebraesp.com.br/arquivos_site/biblioteca/EstudosPesquisas/mortalidade/causa_mortis_2014.pdf

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As orientações de como se fazer um contrato

COLETÂNEAS DE NORMAS TÉCNICAS

Realizar o sonho de abrir uma empresa está cada dia mais fácil. No entanto, manter uma sociedade de sucesso depende de regras claras e bem estabelecidas.

Abrir um negócio com um amigo é um sonho comum no país. Além do incontestável espírito empreendedor, o brasileiro possui duas características essenciais para o sucesso profissional: criatividade e persistência.

No entanto, para se tornar um empresário é preciso estar em dia com as obrigações fiscais e investir em um contrato claro, objetivo e consistente. “O contrato é a base de uma empresa, além de ser o documento que vai estabelecer as normas e regras entre os sócios. É necessário compreender a importância desse papel e a melhor forma de criá-lo”, revela Cristiano Xavier, sócio do Xavier Advogados.

Muitas pessoas acreditam que abrir uma empresa com um familiar, por exemplo, significa segurança e sucesso. Porém, na prática não funciona bem assim. “Não estamos falando de honestidade, mas de objetivos que podem se tornar diferentes ao longo da trajetória do negócio. Se isso não estiver claro e documentado, as discussões em defesa de cada um poderão acabar prejudicando os planos empresariais e a relação pessoal entre os envolvidos”, completa.

Outro ponto fundamental é o tipo de contrato estabelecido. Atualmente, as empresas de pequeno porte utilizam a sociedade limitada. “Nesse caso, a responsabilidade dos envolvidos fica limitada à participação no capital social”, diz. O Código Civil diz que nele devem constar as cláusulas que especifiquem a qualificação de cada sócio, além o capital social, o percentual de cada um, a sede, o prazo da união, entre outros.

“Os empresários podem incluir assuntos importantes como o que ocorrerá se um sócio falecer ou mesmo abandonar a sociedade. Além disso, também podem constar regras sobre os métodos de resolução de problemas”, acrescenta. Para Xavier, um contrato social é muito mais do que a constituição legal de uma empresa. “Quando duas ou mais pessoas decidem abrir um negócio juntos, precisam estar cientes de que a amizade não sustenta o desgaste natural que o mercado e a competitividade provocam”, finaliza.

A saga de um empreendedor brasileiro

REGULAMENTOS TÉCNICOS

Os Regulamentos Técnicos, estabelecidos por órgãos oficiais nos níveis federal, estadual ou municipal, de acordo com as suas competências específicas, estabelecidas legalmente e que contém regras de observância obrigatórias às quais estabelecem requisitos técnicos, seja diretamente, seja pela referência a uma Norma Brasileira ou por incorporação do seu conteúdo, no todo ou em parte, também estão disponíveis aqui no Portal Target. Estes regulamentos, em geral, visam assegurar aspectos relativos à saúde, à segurança, ao meio ambiente, ou à proteção do consumidor e da concorrência justa, além de, por vezes, estabelecer os requisitos técnicos para um produto, processo ou serviço, podendo assim também estabelecer procedimentos para a avaliação da conformidade ao regulamento, inclusive a certificação compulsória. Você pode realizar pesquisas selecionando o produto “Regulamentos Técnicos” e informando a(s) palavra(s) desejada(s): https://www.target.com.br/produtossolucoes/regulamentos/regulamentos.aspx

Vagner Miranda

Segundo o dicionário, o significado de empreender está relacionado com propor-se a fazer algo difícil, a sair da inércia, se mexer em busca de algo mais. No mundo empresarial aquele que se aventura a criar um negócio é reconhecido como um empreendedor.

Por sua natureza, o empreendedor é alguém que através da sua empresa ou até por outros tipos de organização, contribui a todo instante com o desenvolvimento econômico e social, que são condições indispensáveis para a evolução e consequente manutenção da independência do país em relação ao resto do mundo. Engana-se quem acha que a geografia no mundo está definitivamente consolidada. Vide os últimos acontecimentos no mundo.

Toda pessoa que se propõe a dedicar seu tempo em atividades empreendedoras deveria receber tratamento diferenciado por parte de instituições privadas e principalmente do governo. Tinha que ter estímulos para continuar com sua atividade que de alguma forma beneficia a sociedade, melhorando a vida de um único individuo ou da coletividade. Na prática, porém, não é isso que acontece. O empreendedor está sujeito a regras que tiram seu fôlego, seu foco e sua vontade.

Quem analisa a situação de forma macro ou observa à distância, vai dizer que não é assim. Dirá que existem vários meios disponíveis para ajudar quem se propõe a empreender em alguma atividade geradora de algum tipo de riqueza. Até poderá citar alguns exemplos de como o governo ajuda as pequenas empresas dando acesso a dinheiro fácil via bancos públicos que disponibilizam linhas de crédito com juros subsidiados, consultoria que dá suporte ao pequeno empresário, cumprimento de legislação favorável.

O empreendedor que no dia a dia é quem a enfrenta sabe que a situação é bem complicada e que se não for revista rapidamente não há como o país crescer como necessita. Criam-se empresas, geram-se oportunidades e dá-se emprego, mas não há geração de riqueza suficiente para levar o país a um outro patamar de desenvolvimento.

Não faltam exemplos que mostram o quanto o empreendedor que procura manter suas operações dentro da estrita legalidade tem de dificuldades para conseguir seguir em frente com suas atividades. Quem tem dívidas tributárias é punido com multas e juros abusivos que tornam a dívida impagável e deixam o empreendedor engessado nas suas decisões e reduzem o valor da empresa.

Quem recorre a bancos depara-se com uma instituição que quer emprestar sem correr risco algum e só empresta em função do oferecimento de garantias e custo financeiro impagável. Na cidade de São Paulo, por exemplo, se a atividade for regulamentada a carta tributária sobre a Nf é de 16,33% e mais encargos previdenciários e custos sobre a folha de pagamento que juntos podem chegar a 100% do salário pago.

Todos os exemplos destacam situações em que a forma como as regras estão definidas impactam diretamente a ação do empreendedor. Mas muitas outras decorrentes de políticas equivocadas tanto por parte do governo como também por imposições de entidades representantes da classe trabalhadora, atrapalham indiretamente a vida do empreendedor.

As obrigações impostas na contratação do trabalhador de determinadas categorias e a forma como esses trabalhadores encaram os benefícios adquiridos a partir do registro na carteira de trabalho distorcem a relação a ponto do empregador não conseguir manter um quadro de funcionário estável em sua empresa. Mesmo com baixa ou sem qualificação, o pagamento de um piso mínimo salarial é obrigatório e a baixa qualificação e nível de escolaridade criaram um tipo de empregado que no nível mínimo de pressão prefere ficar desempregado, vivendo de benefícios como o seguro- desemprego e a multa de 10% do FGTS.

Não é preciso ser adivinho para saber que todas as situações destacadas são vividas pelo empreendedor brasileiro. Talvez seja esse conjunto, um brasileiro e o instinto natural de empreendedor, que faz com que mesmo diante de tanta dificuldade ainda surjam tantos novos negócios iniciados por pessoas-empreendedoras – optando por deixar de ter carteira assinada para tentar voo solo em alguma atividade com que tenha afinidade. Um quadro que vai ao encontro do dito popular que prega que Deus é brasileiro.

São essas pessoas-empreendedoras que precisam ser identificadas rapidamente e amparadas pelas políticas econômicas e sociais do governo, pois são elas que podem fazer a diferença e levar o país a alcançar um nível de riqueza suficiente para que todas as outras que ficam “sob as asas do país” tenham uma vida digna. Ser empreendedor não é apenas ter um número de CNPJ – que por qualquer deslize pode ter seu nome inscrito em vários desses órgãos públicos e privados criados para cercear seus sonhos e liberdade.

Ele deve ser motivado a todo instante e mais do que tudo, deve ter a paz necessária para que seu dia a dia seja repleto de realizações, entusiasmo e alegria. Só assim poderá ajudar a quem não tem o privilégio de ter nascido com um espírito de empreendedor.

Vagner Miranda Rocha é administrador de empresas e sócio da VSW Soluções Empresariais.

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O que os jovens empreendedores precisam saber?

Armazenamento de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis de acordo com a Revisão da Norma ABNT NBR 17505 – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Inspetor de Conformidade das Instalações Elétricas de Baixa Tensão de acordo com a NBR 5410 – A partir de 3 x R$ 320,57 (56% de desconto)

Interpretação e Aplicações da Norma Regulamentadora Nº 13 (NR-13) do MTE (Inspeção de Segurança de Caldeiras e Vasos de Pressão) – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Instalações Elétricas em Atmosferas Explosivas – A partir de 3 x R$ 257,81 (56% de desconto)

Vagner Miranda

Criar um produto ou serviço que atenda ao mercado é uma tarefa difícil. O desenvolvimento de novas tecnologias possibilitou a aplicação de técnicas que até então não tinham como ser usadas. Se por um lado não temos tantas necessidades novas, de outro, elas estão permitindo que as conhecidas sejam supridas de forma mais fácil, rápida e com qualidade superior. Isso traz muitas oportunidades de negócios para serem aproveitadas.

A motivação para a conquista de objetivos é parte da natureza de toda pessoa e está presente em todas as fases da vida. São os objetivos que vão mudando à medida que o amadurecimento chega. Eles são traçados pra todos os campos da vida, incluindo o profissional.

Na era do conhecimento a percepção é que tudo está acelerado e que há uma alteração da sequência lógica imaginada para as coisas. Em conformidade com esse quadro, os jovens parecem forçados a definir rapidamente qual caminho vão seguir profissionalmente e é cada vez mais comum que ainda frequentando o banco da faculdade muitos já inventaram ou reinventaram produtos, serviços ou tiveram ideias que os tornaram donos do próprio negócio.

Uns mais cedo outros mais tarde, os jovens estão definindo seus objetivos profissionais. Aqueles que escolhem ter o próprio negócio precisam rapidamente descobrir que mesmo que venham a ter um ótimo produto ou serviço nas mãos é preciso ser muito eficiente nas negociações e operações. Além disso, é preciso manter controles que permitam a construção de indicadores de desempenho que auxiliem na análise da situação possibilitando a correção do rumo em tempo hábil, aumentando assim as chances do negócio se perpetuar.

No caso dos jovens empresários muitas vezes acontece de desenvolverem um produto ou serviço ideal, mas falta a eles o conhecimento necessário para desenvolver o melhor modelo de negócio e implantar as estratégias que vão levar ao crescimento sustentável da empresa. Diante disso é que esse jovem deve perceber logo que para fazer o negócio evoluir é preciso contar com uma estrutura adequada e que nem sempre ele tem que ocupar a função de comando.

Mesmo que a aceitação do produto leve o negócio a alcançar rapidamente o sucesso, é importante criar uma empresa estruturada, com foco na eficiência e agilidade de processos direcionados por um sistema de informações que contribui para se tomar decisões sempre com aderência aos objetivos pretendidos. A maior parte dos negócios criados por esses jovens nasce através da disponibilidade de produtos quase sempre baseados em tecnologia e que atendem necessidades que o mercado não sabia que tinha ou tem e por isso podem atingir um público que vai além das fronteiras do país. Com tamanho potencial de crescimento são negócios que podem atrair o interesse dos investidores que monitoram o mercado em busca dessas grandes oportunidades.

A decisão por parte de pessoas jovens ou não de empreender e iniciar um negócio se mostra bastante racional, mesmo quando são consideradas apenas as oportunidades do mercado brasileiro. Para que o investimento dê certo também faz parte dessa racionalidade a hipótese de em algum momento ser necessário recorrer a terceiros, mesmo que isso represente a perda de poder, a presença de sócios ou mesmo a venda da empresa.

Caso a decisão de empreender se baseie na ideia pura e simples de ser “dono do próprio nariz” e não dar satisfação a ninguém, a probabilidade de fracasso é grande mesmo que se tenha um ótimo produto ou serviço nas mãos.

O jovem empreendedor que sabe desde cedo que vai precisar contar com a ajuda de terceiros prepara a empresa para esse momento e quando a hora chega vai atrás de parceiros. Muitos buscam e conseguem a atenção de empresas incubadoras ou aceleradoras, cuja competência ajuda muito a estruturar o negócio como deve ser e até na busca de investidores.

Contando ou não com a participação de empresas incubadoras ou aceleradoras os jovens devem ter a preocupação de criar as condições que vão permitir aos investidores avaliar o potencial do negócio. Conscientes da situação devem ter os meios que forneçam informações quantitativas, qualitativas e financeiras sobre o negócio.

Manter a contabilidade bem feita e em dia é uma das formas de mostrar aos investidores em potencial que a empresa possui os requisitos mínimos para que ele faça as avaliações necessárias para tomar a decisão de investimento. É através dela que rapidamente ele vai entender a situação financeira e tributária da empresa.

Uma vez mais a contabilidade aparece como elemento importante para o sucesso da empresa e portanto, os jovens empreendedores devem saber da importância de mantê-la bem feita e em dia – e que mesmo com um produto ou serviço de sucesso, o investidor só vai colocar dinheiro na empresa depois que seus auditores confirmarem que elas representam a posição patrimonial da empresa.

Não é difícil encontrar casos de negócios que não conseguiram atrair investidores porque os auditores não puderam revisar os demonstrativos contábeis da empresa. Cautela com a contabilidade é regra para quem quer crescer.

Vagner Miranda Rocha é administrador de empresas e sócio da VSW Soluções Empresariais.

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Empreender: quanto vale um sonho?

SOLUÇÕES PARA A GESTÃO DE ACERVOS

Controlar e manter o seu acervo de normas técnicas e de documentos internos e externos sempre atualizados e disponíveis para compartilhamento entre todos os usuários é hoje um grande desafio em diversas organizações por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais. As Normas de Sistemas da Qualidade – série ISO 9000, são rigorosas quanto aos critérios de controle, atualização e disponibilização de documentos corporativos aos seus usuários. Tanto os documentos de origem interna como externa, devem ser controlados para evitar a utilização de informações não-válidas e/ou obsoletas, cujo uso pode trazer sérios problemas aos sistemas, produtos e negócios da empresa. É por isso que a Target Engenharia e Consultoria desenvolveu Sistemas que gerenciam e controlam estes documentos de forma rápida, ágil e segura, facilitando o acesso à informação e ajudando os seus clientes a garantirem suas certificações.

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O Target GEDWeb – Gerenciador Eletrônico de Documentos via Web da Target – é o único Portal Corporativo no mercado que possibilita o gerenciamento de grandes acervos…

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Paulo Sérgio de Moraes Sarmento

Em 2013 foram abertas no Brasil 1.840.187 empresas, segundo o Indicador Serasa Experian de Nascimento de Empresas. Fui pesquisar em outras fontes e descobri que o Brasil possui 12.904.523 empreendimentos, lembrando que faz parte deste montante as filiais que são igualmente obrigadas a terem os seus CNPJs independentes. Deste total, 11,7 milhões são de empresas e empreendimentos privados, ou seja, a maioria, 90%. Os 10% restantes estão divididos em entidades privadas sem fins lucrativos (9%) e as governamentais (1%).

As empresas micros e pequenas representam 85% e as de médio e grande porte o restante. São milhões de empresas supostamente em atividade e que a cada ano temos esse número acrescido. Se isso é um dado bom ou ruim, depende do lado do binóculo que olhamos. Outros dados, no entanto, mostram o quanto essas empresas duram e, infelizmente, vemos que a longevidade de um grande número delas é curta: 15,41% dos empreendimentos morrem no primeiro ano de vida; 41,86% entre um e cinco anos de vida; e mais de 75% das que sobrevivem após cinco anos, desaparecem em 14 anos.

Por que então abrem o tempo todo? Mais de cinco mil por dia? A melhor resposta que encontro é que essas iniciativas fazem parte de um sonho! Um sonho alimentado por pessoas que desejam melhorar de vida, que desejam por em prática uma ideia e que, em última análise, tem a ver com a expectativa de uma realização pessoal.

Entretanto, muitos desses sonhos terminam em frustração e em muitos casos gerando danos difíceis de serem reparados. Já vi casos de marido e mulher sócios da mesma empresa simultaneamente terem os seus casamentos desfeitos. Perdas patrimoniais da família, prejuízos a fornecedores, funcionários na justiça e toda uma cascata de problemas.

Ao nos depararmos com essa realidade de empresas fecharem precocemente, posso afirmar que o motivo predominante que leva uma empresa a parar com as suas atividades é na maioria dos casos há falta de planejamento e preparo necessário para administrar um negócio. Administrar uma empresa exige cada vez mais dos seus gestores pela alta complexidade que se impõe nos tempos atuais. As empresas se deparam com  concorrência internacional, extrema burocracia, dificuldades na conjuntura econômica com restrição no crédito, políticas de governo equivocadas elevando juros e impostos que no caso brasileiro são os maiores  do mundo, dentre outras situações.

E como ficam então os sonhos de realização? Como ficam os desejos que movem as pessoas a construir, deixar legado aos seus descendentes? Esse é um assunto tão sério e tão importante na vida, e o mais comum é vermos que o que deveria ser o principal cuidado é relegado ao segundo plano, ou mesmo a plano nenhum.

Se um sonho é tão significante porque se ele fosse concretizado seria capaz de mudar a sua vida e a da sua família para melhor, o lógico seria que essa pessoa cuidasse de um detalhe tão importante, qual seja, o do planejamento do seu sonho e o aprendizado dos seus coadjuvantes! Um fato: a maioria dos empresários entra em uma guerra sem as armas e sem o preparo adequados. Vão à luta de peito aberto desconhecendo suas reais possibilidades de sucesso. Subestimam a arena aonde irão se confrontar. Esquecem que os inimigos são muitos, são fortes e tem até leão à solta!

A pressa é inimiga da perfeição. Pula-se a necessária etapa do planejamento achando que lá na frente tudo se resolve. Para reflexão, tomo aqui a liberdade de citar um pequeno trecho do meu livro Prepare-se! Faça a sua empresa crescer!, publicado recentemente pela MS Business Editora, onde na página 214 escrevo: “…sobre motivação e o processo da mente na busca do sucesso individual… o cérebro é estruturado para nos dotar da capacidade de identificarmos oportunidades em determinados ambientes. De permitir que sejamos capazes de autoavaliarmos nossas competências e habilidades comparativamente com as outras pessoas, de forma que possamos reconhecer os nossos pontos fortes e fracos.

Temos capacidade de focar, de concentrar nossa atenção naquilo que nos interessa, de fazer uma releitura das situações vividas e de usar nossa memória para buscar, no passado, os dados que nos permitam fazer nossas previsões. Para tanto basta olharmos para o futuro. Ora, essa condição é natural para todos nós, precisando apenas ser desenvolvida para que possamos utilizar melhor nossas capacidades cerebrais a favor dos nossos interesses de sucesso. O mesmo princípio encontrado em nosso cérebro pode ser aplicado na empresa utilizando a estrutura criada para o Planejamento Estratégico. Um processo que começa pela motivação do empresário em querer atingir seus objetivos”. Temos que levar mais a sérios os nossos sonhos.

Paulo Sérgio de Moraes Sarmento é economista e sócio da VSW Soluções Empresariais.

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Passivo tributário: fechar a empresa é uma boa saída?

PRÓXIMOS CURSOS

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Vagner Miranda

A existência de dívidas tributárias pela falta de pagamento ou decorrentes de auto de infração é um problema comum em muitas empresas. A forma de tratá-lo é que muda conforme as particularidades de cada negócio. No mercado são encontradas variadas formas para resolvê-lo, oferecidas por escritórios e profissionais liberais especializados no assunto.

Existem propostas arrojadas que prescrevem até a suspensão dos pagamentos com a empresa, entrando em rota de colisão com a Fazenda Pública discutindo judicialmente os tributos a que está sujeita sob vários aspectos. Têm propostas moderadas que sugerem o pagamento via parcelamentos com aproveitamento de benefícios que reduzem o valor da dívida, levantamento e utilização de créditos tributários não aproveitados na época correta, etc. Arrojadas ou moderadas são soluções propostas com base nos instrumentos administrativos e jurídicos legais.

Além dessas possibilidades, alguns empresários adotam um procedimento diferente. Encerram as atividades da empresa com passivo tributário e passam a operar a partir de uma nova empresa aberta em nome de terceiros. Muitos adotam o procedimento sob orientação de assessoria profissional, mas outros apenas se baseiam nas experiências de empresários que vislumbraram na atitude a única saída para continuar no mercado.

O fato é que o mesmo procedimento pode ser adotado por muitos, porém o nível de risco que se incorre é particular e diferente para cada empresário e é isso que deve ser avaliado antes de se tomar a decisão de encerrar as atividades da empresa nessa situação. O que pode ser indício de início de sucesso para um, pode ser o oposto para outro.

Encerrar as atividades da empresa de forma abrupta, sem cumprir com os devidos tramites legais e ignorar a necessidade de gerenciar o pagamento do passivo tributário junto à Fazenda Pública, pode criar grandes problemas inclusive na pessoa física do empresário. A demora em cobrar da Fazenda cria uma falsa ilusão de que está tudo certo.

O dono da empresa encerrada irregularmente passa a incorrer no risco de futuramente ter seu patrimônio particular bloqueado visando o pagamento da dívida. Dependendo da situação, até mesmo o bem de família fica sob risco. Para quem não possui patrimônio a situação não incomoda tanto, mas quem tem deve temer.

É provável que ao decidir por abandonar a empresa pelo elevado passivo tributário existente, o empresário que acabou por desconsiderar que se trata de uma pessoa jurídica e que é dela a responsabilidade pela liquidação das obrigações que contraiu, salvo se o administrador atuar de maneira inidônea. Ao decidir por abandonar a empresa pelo elevado passivo tributário existente, é provável que o empresário  acabou por desconsiderar que se trata de uma pessoa jurídica e que a responsabilidade pela liquidação das obrigações que contraiu é dela e não sua, salvo se o administrador atuar de maneira inidônea.

A justiça considera ato ilegal o encerramento das atividades da empresa sem quitação dos débitos tributários e sem deixar bens suficientes pra esse fim e quando o empresário procede de tal maneira cria oportunidades para a Fazenda Pública pleitear a quitação do passivo tributário com o patrimônio particular do dono da empresa. O empresário precisa estar ciente que a simples inadimplência da obrigação tributária na pessoa jurídica, constituída como limitada, não o levará a responder com seus bens pessoais, salvo se comprovado que agiu em desacordo com a lei.

É verdade que é possível o passivo tributário atingir um valor exorbitante e os mecanismos para sua administração tornarem-se tão complexos que o bom desenvolvimento dos negócios da empresa fique comprometido, mas simplesmente fechar as portas do estabelecimento nessas condições é um procedimento que no longo prazo pode criar problemas cujas soluções serão mais complexas, limitadas e caras que aquelas existentes com a empresa aberta. Definitivamente, essa não é a saída.

Vagner Miranda Rocha é administrador de empresas e sócio da VSW Soluções Empresariais.

Sua empresa está doente? A importância do check-up corporativo

NORMAS REGULAMENTADORAS

O Portal Target disponibiliza aos seus clientes e usuários, todas as Normas Regulamentadoras, estabelecidas pelo MINISTÉRIO DE ESTADO DO TRABALHO E EMPREGO, que têm como objetivo disciplinar as condições gerais relacionadas à saúde e segurança do trabalhador em cada atividade ou posto de trabalho. Você pode realizar pesquisas selecionando o produto “Normas Regulamentadoras” e informando a(s) palavra(s) desejada(s). Clique no link https://www.target.com.br/produtossolucoes/nr/nr.aspx

Adriano Gama

Você que é empresário, provavelmente conhece a importância em se ter um bom plano de saúde. Sendo assim, acredita que sua saúde e a de seus funcionários estará garantida com médicos e exames dos mais modernos, ou seja, estará seguro quanto a todos os procedimentos necessários para a manutenção das condições de sobrevivência.

Por outro lado, devido ao nosso dia a dia, alguns de nós deixamos de pensar nas atividades que nos propiciem cuidar do nosso corpo e mente. Quantas vezes sentimos uma dor aqui e outra ali e não damos tanta importância? Depois de um tempo, corremos o risco de perceber o quão grave pode ser a problema…

As doenças podem evoluir a qualquer momento, por isso quando conscientes da necessidade em preservar nossa saúde, fazemos check-ups buscando investigar nosso organismo, tratar as eventualidades e nos prevenir contra outros males. Corpos sadios vivem mais.

Agora pense na sua empresa. Você adota essa mesma postura? Se não, quais seriam as consequências disso? Quantas vezes você já procurou um “médico” para sua empresa? Quantos “exames” já foram feitos por especialistas? Quais são estes resultados? Era o que você esperava?

Pois bem, o que proponho é ratificar que qualquer organização, independente do tamanho (pequena, média ou grande empresa) precisa de um especialista para avaliar as condições em que se encontra. Não é prudente descobrir tardiamente que se está em fase terminal. Aí a vaca já foi para o brejo!

Vivemos em um mundo extremamente dinâmico, com mudanças a todo tempo, tornando impossível ao gestor de uma empresa conseguir diagnosticar todos os sintomas que impactam em seu negócio. Os mercados estão em constante mudança, os ciclos de vida de produtos estão cada vez menores e a exigência dos consumidores cada vez maior. Inflação, crise, baixa produtividade, inclusive de vendas, indústrias obsoletas, resultados cada vez menores e, se não bastasse tudo isso, temos os tigres asiáticos a nos devorar. Com certeza, um pesadelo para cada um de nós.

Neste momento, a importância de um bom diagnóstico é crucial para detectar os reais problemas existentes na organização, assim como, determinar o plano de ação a ser executado pela empresa. Entendendo este complexo cenário, o CIESP Sul desenvolveu o NAE – Núcleo de Apoio Empresarial – constituído por consultores especializados, que tem o objetivo de diagnosticar as principais necessidades da indústria.

As empresas são divididas em vários órgãos, assim como nosso corpo. Logo, para se obter um diagnóstico efetivo, tem-se que examinar cada orgão e assim saber como cada um afeta o todo.

O diagnóstico empresarial, como o de um clínico geral, tem a finalidade identificar as intervenções necessárias nos pontos mais sensíveis que trarão resultado, tornando-o uma questão de sobrevivência de médio à longo prazo. Um bom diagnóstico deve verificar aspectos relativos à competitividade, portfólio de serviços ou produtos, flexibilidade em relação às mudanças, à sua capacitação para construir as transformações necessárias (estratégias bem definidas), os recursos estratégicos que serão utilizados, o processo de projetar e construir o futuro da organização.

Sem dúvida é necessário que o empresário tenha a coragem e arrojo para decidir em seguir as orientações provenientes do diagnóstico, pois muitas vezes paradigmas deverão ser quebrados. Para ter acesso a este serviço gratuito basta ser afiliado ao CIESP SUL. Entre em contato e venha conhecer melhor esse novo serviço.

Adriano Gama é engenheiro mecânico e de produção, sócio da M&G Technologies e associado ao CIESP Distrital Sul.