Quando e como transferir a administração a outra pessoa

SOLUÇÕES PARA A GESTÃO DE ACERVOS

Controlar e manter o seu acervo de normas técnicas e de documentos internos e externos sempre atualizados e disponíveis para compartilhamento entre todos os usuários é hoje um grande desafio em diversas organizações por envolver a dedicação e o esforço de vários profissionais.

As Normas de Sistemas da Qualidade – série ISO 9000, são rigorosas quanto aos critérios de controle, atualização e disponibilização de documentos corporativos aos seus usuários. Tanto os documentos de origem interna como externa, devem ser controlados para evitar a utilização de informações não-válidas e/ou obsoletas, cujo uso pode trazer sérios problemas aos sistemas, produtos e negócios da empresa.

É por isso que a Target Engenharia e Consultoria desenvolveu Sistemas que gerenciam e controlam estes documentos de forma rápida, ágil e segura, facilitando o acesso à informação e ajudando os seus clientes a garantirem suas certificações.

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O Target GEDWeb – Gerenciador Eletrônico de Documentos via Web da Target – é o único Portal Corporativo no mercado que possibilita o gerenciamento de grandes acervos…

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Vagner Miranda

Os desafios que o administrador de uma empresa enfrenta são muitos e alguns são específicos e comuns em empreendimentos de pequeno e até de médio porte. Nelas, é normal que o próprio dono atue como o principal administrador, já que foi ele quem criou, desenvolveu os processos e conhece melhor o negócio – o que acaba provocando seu envolvimento com o planejamento, estruturação, organização, avaliação da performance e até execução das atividades.

Por muitas vezes as circunstâncias existentes criam a necessidade do dono do negócio manter-se como o administrador da empresa, mesmo que esse não seja seu forte, que ele não goste de desempenhar a função e não seja o mais interessante para o negócio. Para poder se dedicar ao que tem vocação e que normalmente é a maior causa do sucesso da empresa, é preciso muita perspicácia do proprietário para que desde cedo se preocupe em criar as condições que permitirão que ele transfira a administração da empresa para um terceiro, tendo a certeza que terá como manter o controle das ações.

Tomar a decisão de transferir o comando da empresa é um passo muito importante e existe a forma certa e o momento ideal para ser praticada. A transmissão do comando deve ser feita de forma plena, o que corresponde a delegar não apenas responsabilidade, mas também autoridade ao novo administrador que irá passar a gerir a empresa à sua maneira, porém perseguindo os objetivos traçados com o dono do negócio.

O momento de se fazer isso é quando tudo o que for impactado de alguma forma pela mudança estiver devidamente preparado e adequado para a nova situação. As pessoas, incluindo o novo e o antigo administrador, são os que mais precisam estar preparados para essa mudança, sob vários aspectos. O principal deles está relacionado com a necessidade de respeito às regras de conduta que vão garantir a legitimidade a todas as decisões tomadas na empresa nesse novo cenário.

Deixando preparadas as pessoas diretamente envolvidas na transição, o mais importante passa a ser a criação dos mecanismos de controle interno que darão ao dono da empresa a convicção que ele continuará tendo o domínio da situação. A implantação e utilização de bons controles internos é um dos meios que pode contribuir significativamente para que a transferência do comando da empresa ocorra dentro de um ambiente seguro.

Ter bons controles internos funcionando é importante para empresas de todos os tamanhos e em todas as fases de sua existência. Entretanto, quando se fale em controle, logo se pensa na existência de variados tipos de mecanismos voltados para garantir que as metas sejam atingidas, que o patrimônio fique protegido e que o custo e a dificuldade de implementação, manutenção e respeito a eles são fatores impeditivos. Nem tanto.

O administrador de qualquer tipo e tamanho de empresa precisa compreender que os relatórios produzidos a partir do sistema de contabilidade, que legalmente deve ser mantida funcionando pela empresa, podem funcionar bem como instrumentos de controles interno. Os relatórios gerados pela contabilidade permitem controlar as contas bancárias, acompanhando a entrada e saída de dinheiro e os estoques, permitindo saber se o valor investido está adequado. Tem-se também um controle das contas pagar e a receber, analisando os prazos e datas de pagamentos e recebimentos. Além disso, a contabilidade acompanha o pagamento de salários, impostos, empréstimos, receitas e despesas, dentre outras funções.

Uma vez percebida a utilidade da contabilidade como instrumento de controle interno há mais um motivo para os donos e administradores das empresas insistirem e investirem na manutenção de um sistema de contabilidade que funcione e disponibilize informações em tempo hábil. Delegar a administração a outra pessoa pode significar também mais tempo para fazer a empresa crescer e prosperar. Vale a pena investir.

Vagner Miranda Rocha é administrador de empresas e sócio da VSW Soluções Empresariais.

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Planeje antes de empreender

GLOSSÁRIO TÉCNICO GRATUITO

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Para iniciar um novo negócio e entrar para os time das startups brasileiras, não basta ter uma boa ideia. A intuição do empreendedor é importante, mas ela deve estar aliada a um planejamento minimamente estruturado. A premissa é de Maximiliano Tozzini Bavaresco, sócio-fundador da Sonne Branding, que dá dicas essenciais para quem deseja empreender:

– Organize as ideias e comece a estruturar um plano de negócios. Colocar as ideias no papel, mesmo que seja em uma página do Word, com base em uma estrutura que pode seguir modelos já disponibilizados na Internet por fontes seguras, como Sebrae e universidades, é a primeira etapa de um novo negócio. Além de ser a base de um planejamento minimamente estruturado, esta tarefa ajudará o empreendedor a controlar a ansiedade e o ímpeto de colocar um negócio em prática. Em linhas gerais, o planejamento deve definir o modelo do negócio, seu propósito, além do que e como o produto e/ou serviço vai ser oferecido ao mercado.

– Contemple o orçamento. Ao pensar no novo negócio e no planejamento para colocá-lo em prática, uma pergunta que não pode faltar é: “quanto vou investir?”. Segundo Bavaresco, em geral, os negócios começam a dar resultados em uma velocidade menor do que a prevista pelo empreendedor. Em decorrência do fluxo de caixa, apesar de ser, de fato, inovador, diferente e de atender uma demanda de mercado, o negócio pode não conseguir se manter. “Ou seja, sem dinheiro em caixa, o empreendedor não tem fôlego para levar o negócio adiante e persistir até que ele atinja o ponto em que passa a ser lucrativo”, destaca.

– Estabeleça grandes objetivos. Faz parte deste processo estabelecer objetivos com foco no curto, médio e longo prazos. Estes objetivos devem incluir desde o break even do negócio até questões mais ambiciosas para o período de três a cinco anos de operação. Para cada objetivo, é importante que o empreendedor detalhe um conjunto de metas, que serão os indicativos de que o negócio está evoluindo. As metas podem incluir dados quantitativos, como faturamento, lucratividade, número de unidades vendidas, percentual de custos proporcionais com pessoal, ocupação etc, e qualitativos, como a satisfação dos clientes. “As metas são indicadores de performance do negócio que também auxiliam no desenvolvimento da cultura organizacional e na percepção que os clientes internos e externos têm ou terão da marca”, afirma.

Segundo Bavaresco, para definir quais serão esses indicadores de performance, o empreendedor pode buscar referências em fontes de informações confiáveis no mercado e também nas empresas concorrentes e consolidadas. “O importante é ter claro que todo planejamento e seus objetivos devem ser acompanhados e ajustados periodicamente. Não são informações ou previsões estáticas. O empreendedor precisa avaliar sempre o que superdimensionou ou superestimou em suas premissas iniciais”, ressalta. 

– Defina o público-alvo. A definição do perfil de cliente é fundamental para que o modelo de negócio seja aderente às demandas e expectativas daquele grupo de pessoas. “A partir da premissa de que as pessoas são diferentes e têm distintas formas de se comportar e se expressar, é fácil compreender que não será possível atender todos os bolsos e gostos”, afirma o executivo. Segundo ele, quanto mais alinhado o negócio estiver ao perfil do cliente, maiores as chances de um determinado grupo de consumidores perceber valor e passar a se relacionar com aquela determinada marca. É este alinhamento que impulsiona um dos principais – se não o maior – fator de sucesso de qualquer negócio: “o boca a boca”. 

– Pense na marca. Desde a fase de planejamento e concepção do negócio, a marca e seu posicionamento mercadológico devem ser motivo de atenção dos empreendedores. O papel da marca é expressar o propósito, os valores e a cultura da organização. Assim, cumprindo este papel, a marca é capaz de auxiliar e alavancar o potencial dos bons negócios. “É comum que alguns empreendedores não dêem a atenção devida às questões relacionadas à marca ou as coloquem num plano secundário, muitas vezes tratando-as de forma menos profissional. Muitos imaginam que este investimento só precisa ser feito em um estágio futuro da empresa. Porém, neste caso, perde-se a oportunidade de ter a marca justamente como um impulsionador do negócio”, ressalta Bavaresco.

– Estruture a comunicação. Pensar na comunicação não envolve apenas ações de propaganda e divulgação. Estruturar a comunicação significa considerar todos os pontos de contato que a empresa terá com os seus diferentes públicos. A comunicação acontece por meio de diversas mídias, veículos, canais, inclusive, fortemente, por meio do boca a boca. Segundo o especialista em Branding, um dos maiores equívocos cometidos por diversas empresas, de startups a multinacionais, é atribuir à comunicação a responsabilidade, quase que exclusiva, pelo sucesso ou insucesso de um negócio.

Em linhas gerais, de acordo com o executivo, muitas empresas e empreendedores dedicam energia e recursos em ações de comunicação que poderiam e deveriam estar canalizados no planejamento ou desenvolvimento do próprio negócio. “O alinhamento fundamental é ter o que comunicar de forma verdadeira, é garantir que os clientes vivenciem uma boa experiência de marca em todos os seus pontos de contato. Para criar uma marca de sucesso, é preciso criar uma organização de sucesso. Afinal, a marca é reflexo da organização”, reitera.

Três comportamentos que se autossabotam

NORMAS BRASILEIRAS E MERCOSUL

As Normas Técnicas em Formato Digital no Portal de Normas ou no GEDWeb podem ser adquiridas por meio da internet e oferecem inúmeras vantagens para sua empresa:

Redução de custos — uma única cópia do documento pode ser utilizada por toda a empresa e, em se tratando de arquivos digitais, a conservação e o controle são absolutos.

Facilidade — acesso pela intranet, via internet, pelo servidor da empresa, garantindo segurança e rapidez.

Agilidade — as informações desejadas são localizadas com rapidez, por meio das ferramentas de busca no sistema. Pode-se imprimir trechos ou o texto integral da norma desejada.

Praticidade — para simplificar o processo de compra e possibilitar o acesso rápido à informação necessária, as Normas Técnicas em Formato Digital podem ser adquiridas e acessadas por meio da internet ou via download por meio de e-commerce.

Além de todas essas vantagens, a Norma Digital traz a segurança de um documento válido para auditorias de Sistemas da Qualidade, conforme requisitos encontrados nas normas da série NBR ISO 9000 e do Meio Ambiente NBR ISO 14001, quanto ao controle e gerenciamento de Normas Técnicas. Por isso é o meio mais adequado e eficaz para que as organizações possam utilizar e manter atualizadas suas normas.

Você pode realizar pesquisas selecionando o produto “Normas Técnicas” e informando a(s) palavra(s) desejada(s). Acesse o link https://www.target.com.br/produtossolucoes/nbr/nbr.aspx

Renato Maggieri

Há alguns anos trabalhando com comportamentos que geram resultados, vejo muitos empreendedores e profissionais que, a partir do reconhecimento e substituição de comportamentos inadequados, têm obtido resultados positivos, além de se tornarem mais felizes a partir de tais mudanças, das quais posso citar:

1 – Aversão às metas

Sob o ponto de vista dos comportamentos empreendedores há um dado alarmante: 95% das empresas no Brasil não estabelecem metas para suas equipes e dos 5% que o fazem, 3% é de forma errada, sendo assim, somente 2% das empresas definem metas e as monitoram corretamente.

Diante desta realidade não é difícil concluir que “metas” são extremamente mal vistas pelos profissionais, pois a esmagadora maioria não sabe o que é ou viveu uma experiência frustrada com o assunto.

A ignorância sobre tema faz com que haja rejeição ou até mesmo uma aversão, que autossabota os que trabalham sem ter que trabalha sem ter metas, pois para todo aquele que não sabe onde quer chegar, qualquer lugar que chega está bom, o que gera um conformismo com a mediocridade.

2 – Falta de planejamento

Nascemos latinos, brasileiros, somos espertos, descolados e damos um jeitinho em tudo. Tudo isso é muito bom e tem as suas vantagens. O problema é que não dá pra confiar no pensamento de que sempre tudo vai dar certo. Os povos nórdicos e orientais usam mais da metade do tempo disponível para um projeto planejando e o restante do tempo, executando e monitorando os resultados. Nós gastamos pouco tempo planejando e por isso, usamos a maior parte dele executando o projeto e refazendo o que saiu de errado. Essa autoconfiança excessiva é autossabotagem, pois nos faz crer que no final tudo dará certo no final.

3 – Necessidade excessiva de reconhecimento

Há pessoas, que por experiências muito dolorosas em seu passado – especificamente na primeira infância -, apresentam carências que se manifestam como necessidade excessiva de reconhecimento. Obviamente é muito bom receber palavras de encorajamento por um trabalho bem feito e não há nada errado com isso, mas os problemas se dão, quando essa necessidade é excessiva ou quando o superior hierárquico não é muito dado a reconhecer.

Esta carência – que precisa ser trabalhada resolvida – muitas vezes prejudica o profissional quando o reconhecimento não vem, gerando frustração e sentimento de rejeição, que por sua vez, faz com que o profissional fique desmotivado e improdutivo e até mesmo amargo, tornando difícil a convivência. Identificar, reconhecer e mudar comportamentos perniciosos é fundamental para todo aquele que quer ser bem sucedido em qualquer área da vida.

Renato Maggieri é consultor de negócios, palestrante e apaixonado por empreendedorismo e decidiu aplicar seus conhecimentos em comportamento voltados para resultados em benefício dos empreendedores, ajudando-os a potencializarem seus lucros.

Qual é o segredo para ficar rico?

CURSOS TÉCNICOS DISPONÍVEIS NA INTERNET

A Target preparou um programa especial de cursos pela Internet, contemplando as últimas tendências do mercado.

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Com o objetivo de facilitar a participação daqueles que possuem uma agenda de compromissos complexa, a Target criou a opção para que o cliente possa assistir aos cursos através da transmissão pela Internet. Fique atento aos cursos que estão disponíveis. Clique aqui e veja um exemplo de como funciona o recurso.
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Orlando Oda

O livro “A ciência de ficar rico”, de Wallace D. Wattles, que inspirou o livro e filme “O Segredo” diz para pensar e agir de certa forma. Mas, será que existe mesmo algum segredo ou fórmula para ficar rico?

Quando procuro água sei onde encontrar. Consigo visualizar uma fonte, uma torneira, enfim um lugar onde encontrá-la.  Se não sei o que procuro não sei onde procurar.  É como caçar qualquer coisa dando tiro para todos os lados.

Com relação à riqueza e o dinheiro, a maioria das pessoas pensa que basta inventar um produto, vender muito e ganhar muito dinheiro. Será que é simples assim?

Riqueza é a materialização da ideia de servir, ser útil, ou seja, surge quando transformamos uma ideia em produtos ou serviços úteis às pessoas. Riqueza é qualquer coisa que possui a qualidade de facilitar e tornar feliz a vida humana. 

Se produzir riqueza para dez pessoas, apenas essas dez ficarão felizes. A retribuição delas é em forma de dinheiro. Assim, se produzir um bem para dez pessoas, mesmo que cada um retribua com R$1.000,00, teremos 10 x R$1.000,00 = R$10.000,00. Por isso, para ser “rico”, é indispensável criar produtos e serviços para o maior número possível de pessoas.

Ricos são as pessoas que têm a capacidade de produzir muitas “riquezas”, proporcionar muitas alegrias a um grande número de pessoas e possuem mentes ricas que atraem o dinheiro. Para ser rico é necessário gerar a riqueza e ter mente rica que atrai o dinheiro.

A verdadeira natureza da riqueza não é algo físico, um produto. A fonte da riqueza é a ideia que torna a vida das pessoas mais fácil, mais confortável, mais feliz. É preciso buscar a ideia, não o produto. É como diz Thomas Edson: “Gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração”. Se o 1% estiver errado, 99% de esforços serão improdutivos.

Um bom exemplo é o I-Phone, de Steve Jobs. O celular da Apple é sucesso mundial porque eliminou a dificuldade de manusear um celular por meio de trackwheel ou de ter que utilizar uma caneta e principalmente porque facilitou a vida dos usuários ao criar a tela multitoque e tornou o uso do celular muito mais fácil e agradável. Uma coisa é ter a ideia, outra coisa é a engenharia transformar a ideia em produto.

Qual é o segredo do sucesso das Casas Bahia? Segundo Samuel Klein, filho do fundador das Casas Bahia: “Nosso segredo é o slogan da empresa: Dedicação total a você. Isso vale para os clientes, fornecedores, colaboradores. Não basta apenas vender. Temos que dar atenção ao cliente também no pós-venda. Temos que ter uma política de concessão de crédito – com facilidades de parcelamento – para que nosso público-alvo (classes C, D e E) possam realizar seus sonhos de consumo e, com isso, resgatar a cidadania”.

O segredo deles não está em vender muitos produtos a preços baixos como muitos pensam. O sucesso da loja está na facilidade de adquirir produtos por meio de parcelamentos e proporcionar a felicidade de realizar os sonhos de consumo para um grande número de pessoas dessas classes.

O livro “Ciência para ficar rico” ensina que é necessário pensar e agir de uma certa maneira. Mas, não existe jornal de hoje. O jornal de hoje só descreve fatos e acontecimentos de ontem. Coisas que estão acontecendo hoje são as notícias publicadas no jornal de hoje da minha vida. Elas expressam os resultados dos meus atos e pensamentos de ontem.

Para começar a gerar a riqueza precisa decidir agora ser útil, servir às pessoas. Que tal decidir-se a fazer qualquer coisa que tornem as pessoas felizes? Ser atencioso, ser prestativo, não desperdiçar tempo e materiais dos outros, etc. Não preciso lembrar que as pessoas ficam felizes por pouca coisa: um sorriso, um elogio, uma palavra amiga, parar para ouvir, etc. E você, vai ficar rico?

Orlando Oda é administrador de empresas, mestrado em administração financeira pela FGV e presidente do Grupo AfixCode.

Para que sonho não vire pesadelo

REGULAMENTOS TÉCNICOS

Os Regulamentos Técnicos, estabelecidos por órgãos oficiais nos níveis federal, estadual ou municipal, de acordo com as suas competências específicas, estabelecidas legalmente e que contém regras de observância obrigatórias às quais estabelecem requisitos técnicos, seja diretamente, seja pela referência a uma Norma Brasileira ou por incorporação do seu conteúdo, no todo ou em parte, também estão disponíveis aqui no Portal Target.

Estes regulamentos, em geral, visam assegurar aspectos relativos à saúde, à segurança, ao meio ambiente, ou à proteção do consumidor e da concorrência justa, além de, por vezes, estabelecer os requisitos técnicos para um produto, processo ou serviço, podendo assim também estabelecer procedimentos para a avaliação da conformidade ao regulamento, inclusive a certificação compulsória.

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O brasileiro é um povo empreendedor. Afinal, quem nunca sonhou em sair do emprego convencional e ter o próprio negocio, prova disso são os dados divulgados pelo Serasa Experian. De acordo com o site, foram abertas 1.259.102 novas empresas no Brasil somente no período entre janeiro a agosto de 2013. O número é superior a 2011 e 201.

Mas para que o sonho não termine em pesadelo, o empreendedor deve tomar alguns cuidados, sendo que alguns deles necessitam da orientação de um advogado especialista no assunto.  “Herança, inventário, testamentos são complicações que acabam surgindo na hora cuidar do patrimônio familiar. E esta não é uma tarefa fácil. Mas, para isso, existe uma modalidade que pode auxiliar no controle desses bens: a holding familiar, que passou a apresentar grande utilidade na concentração patrimonial e facilitar a sucessão hereditária e a administração dos bens, garantindo a continuidade sucessória”, explica o advogado Adriano Dias.

A holding pode ser considerada uma prevenção com relação ao futuro. Para isso, é constituída como societária e pode ser dividida em Sociedade Limitada ou Sociedade Anônima. “A forma social limitada é a mais adequada quando se pretende impedir que terceiros estranhos à família participem da sociedade, isso tudo dependerá do objetivo a ser alcançado com a holding”, destaca o especialista.

Em relação aos inventários, o especialista enumera algumas vantagens das holdings como: tributação da herança e doação de 4%; tempo para criação da holding é de aproximadamente 30 dias (nos inventários gira em média de cinco anos); tributação dos rendimentos é menor; tributação da venda de bens imóveis também é menor e, nas holdings, o cônjuge não é herdeiro. Ainda de acordo com o advogado, ao analisar essas vantagens é possível observar que essa modalidade apresenta-se como uma medida preventiva e econômica, com o objetivo de ser processada a antecipação da legítima. O controlador doará aos herdeiros as suas quotas, da Holding Pessoal, gravadas com cláusula de usufruto vitalício em favor do doador, além das cláusulas de impenhorabilidade, incomunicabilidade, reversão e inalienabilidade.

Vale salientar que o planejamento sucessório quando utilizado para transmissão da herança “em vida” por parte do empreendedor, tem como um dos seus principais atrativos a eliminação da carga tributária que normalmente incide quando da abertura da sucessão através da morte. O advogado ainda informa que, segundo dispõe o Código Civil, art. 1.171, “a doação dos pais aos filhos importa adiantamento da legítima”, dessa forma poderá o doador dispor de 50% de seus bens, sendo que os outros 50% pertencem a meação do cônjuge (quando se tratar de casamento com comunhão parcial de bens, somente constitui a meação os 50% dos bens adquiridos na constância do casamento). Caso a vontade das partes seja doar todos os bens do casal, faz-se necessária a anuência expressa de ambos.

De forma geral, as empresas holding são classificadas como:

a) Holding Pura: quando de seu objetivo social conste somente a participação no capital de outras sociedades, isto é, uma empresa que, tendo como atividade única manter ações de outras companhias, as controla sem distinção de local, podendo transferir sua sede social com grande facilidade.

b) Holding Mista: quando, além da participação, ela exerce a exploração de alguma atividade empresarial. Na visão brasileira, por questões fiscais e administrativas, esse tipo do holding é a mais usada, prestando serviços civis ou eventualmente comerciais, mas nunca industriais. Diante dessa afirmação é necessário, como veremos adiante, estabelecer se a holding deverá ser uma Sociedade Simples Limitada ou simplesmente uma Limitada, porém só excepcionalmente uma Sociedade Anônima.

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Cinco lições do futebol para sua empresa, equipe e você

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O Target Gênius Respostas Diretas é o mais avançado e inovador sistema de perguntas e respostas sobre requisitos de normas técnicas.

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footballCésar Henrique Gonçalves

Com a aproximação da Copa do Mundo no Brasil, o tema futebol é o centro das atenções e torna-se um dos assuntos mais comentados nas mídias sociais e veículos de comunicação. Para nós empreendedores, é importante frisar que os ensinamentos do futebol podem nos trazer dezenas de aplicações práticas. Abaixo listo as cinco lições que entendo serem as mais importantes e pertinentes:

1 – Partir de um objetivo comum a todos

O que divide ganhadores de perdedores no mundo dos negócios é que a maioria deles não sabe exatamente o que quer, o que inclui informações básicas como não ter certeza sobre qual faturamento esperar para o mês seguinte e ano seguinte, qual a fatia do mercado que ocupar e o que é pior, onde e como vão estar no futuro.

Na década de 60, a ONU fez uma pesquisa que se tornou mundialmente conhecida por identificar as características dos empreendedores que têm sucesso. Uma delas é a capacidade de estabelecer metas específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e com prazo.

Em uma equipe de futebol este é o ponto de partida. Sabemos, por exemplo, que o objetivo da seleção brasileira é ser hexacampeã e, para isto, a CBF colocou em prática uma série de ações como investir, traçar um planejamento, escolher as peças do time, estabelecer um cronograma, tudo em função de uma única razão: alcançar o objetivo.

2 – Ter um treinador eficiente

É de fundamental importância ter um líder quando se tem um objetivo claro e existe um grupo ou uma equipe. Nos negócios e em nossas empresas também funciona assim. É necessário alguém que seja capaz de reunir todos em torno do objetivo comum. Esta é a única maneira de deixar de ter um grupo e passar a ter uma equipe.

É importante ressaltar que grupos não ganham nada! Muito me preocupa quando vejo técnicos ou mesmo jogadores dizendo “nosso grupo está unido”. Pode ser verdade, mas de nada adiantará. Grupos são indivíduos fazendo a mesma coisa, mas com objetivos diferentes. Já equipes ou times, são formados por gente com funções diferentes, mas com um objetivo que é comum a todos. Um líder eficiente é uma pessoa que não só entende isto, mas é capaz de transformar seu grupo em um time.

3 – Contar com os melhores jogadores

Quer ter sucesso? Então vai ter que contar com os melhores. Normalmente no futebol é assim. Os que se sobressaem e apresentam mais resultados, jogam. Não é bom, não se adaptou, não deu resultado, não fica.

Me lembro quando era garoto e jogava bola na rua. Sempre alguém tinha que “tirar os timinhos”, escolher quem joga com quem. Mesmo os meninos sabiam fazer o que era correto: escolhiam quem era bom de bola. Os amigos ruins de bola ficavam para o final. Independente do grau de afinidade, no mercado de trabalho é importante aprender a conviver para ter uma equipe vencedora!

4 – Pensar sempre nos reservas

Na época em que tinha uma concessionária de motos, gostei muito de um antigo gerente e ele acabou trabalhando comigo em algumas das empresas que tive. Quando decidi abrir um negócio na capital, ele, que gerenciava uma empresa no interior, prontamente se candidatou a mudar e alçar voos maiores. Meu primeiro questionamento foi: quem fará o que você faz aqui? Ele não me deu uma, mas duas opções. Tinha, em parceria com ele, dois funcionários que sabiam fazer tudo que ele fazia. Ou seja, os reservas estavam prontos.

Muitas vezes empresários não se preocupam com isto e ficam reféns de um ou outro colaborador em que só ele é capaz de desempenhar alguma função. Isto não só atrapalha o crescimento de uma empresa, como a torna vulnerável frente aos imprevistos do dia a dia. Um bom time sempre tem um excelente banco de reservas e em nossas empresas é da mesma maneira, temos que ter com quem contar!

5 – Seguir um esquema de jogo pré-definido

Depois do objetivo traçado, treinador determinado, jogadores escolhidos e reservas com quem contar, segue-se o que se chama de definir o esquema tático. Para nossa realidade, o planejamento. Planejar é fundamental. Nós, latino-americanos, não gostamos de planejar, gostamos mesmo é de fazer. É mais motivador, com muito mais adrenalina e ainda mais gostoso.

A pesquisa da ONU, que citei anteriormente, mostra que empreendedores de sucesso após estabelecerem suas metas, planejam e monitoram sistematicamente o que está acontecendo. Nas minhas palestras e consultorias infelizmente percebo que menos de 10% dos empresários têm o hábito de planejar e pouquíssimos acompanham o andamento das ações.

Planejamento é algo simples, mas muitos não o fazem por não acreditar. Uma pequena reunião para decidir qual o objetivo, quem faz o que e quando cada coisa será feita – claro, tudo por escrito – pode ser chamada de planejamento.

No futebol, a lição que tratamos aqui foi separar os ganhadores dos perdedores. Na realidade empresarial, esta mesma lição divide as empresas que têm sucesso das que não têm. Como no futebol, não se escolhe o resultado na hora do jogo. Prepara-se para o resultado que se quer alcançar antes. O jogo é só um momento e em nossas empresas também. O faturamento, os resultados desejados, no final tudo é somente consequência das lições que fizemos ou deixamos de fazer.

César Henrique Gonçalves é especialista em empreendedorismo, liderança, motivação e vendas, é formado em administração de empresas pela FIPAR e em Teologia pelo Instituto IBAD.

Está na hora de expandir sua empresa?

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– Monte seu pacote de normas digitais de forma personalizada;

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– Sistema de busca por palavra-chave, código ou assunto;

– Acesso compartilhado para todos os profissionais e unidades no mundo.

Diego Simioni

A maioria dos donos de micro e pequenas empresas, independente do segmento de atuação, em algum momento, seguramente já se questionaram: “Será o momento de ampliar meu negócio?”. A realidade é que não existe uma ciência exata para responder essa pergunta. De qualquer forma, acredito que ela deva ser acompanhada de outra, um pouco mais precisa: “Quais seriam as possíveis estratégias de expansão da minha empresa?”. Calma, o intuito desse artigo não é complicar a sua vida trazendo mais perguntas.

Boa parte dos ânimos no meio empresarial são regidos pelo desempenho de alguns indicadores macroeconômicos, como o PIB, inflação e taxa de juros. Obviamente, esses indicadores são extremamente relevantes e todos os empresários devem acompanhá-los de perto. Vale a pena, porém, estar atento para indicadores que não são tão amplamente divulgados e que podem fazer mais sentido para avaliação de um determinado segmento.

No ano passado, como todos sabem, o crescimento do PIB foi fraco, fechando em 0,9%. Caso trabalhe com bens de consumo, por exemplo, você poderia avaliar não somente o PIB total, mas a conta de consumo das famílias. O crescimento dessa conta do PIB foi de 3,1%. Bem mais animador, concorda?

Entretanto, quando falamos de um negócio específico, torna-se ainda mais interessante avaliar indicadores do mercado no qual esse negócio está inserido. Muitas vezes, esses indicadores são mais relevantes e tem maior relação com sucesso (ou insucesso) de uma empresa. Veja alguns exemplos:

– O e-commerce, ou comércio eletrônico, cresceu 20% no ultimo ano, de acordo com a e-bit;

– O faturamento do mercado de brinquedos, tomando como base dados da Abrinq, apresentou um crescimento médio composto de 11,2% nos últimos cinco anos;

– Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais e Congêneres (ABIAD), o segmento de sucos e refrigerantes light/diet é promissor e o crescimento total dos últimos 10 anos até 2010 foi de 800%.

Os exemplos mostram respectivamente um canal de distribuição (e-commerce), um mercado (o de brinquedos) e um segmento de mercado (bebidas light/diet). Essas avaliações e outras, como a de nichos de mercado, devem ser levadas em consideração pelo empreendedor na hora de pensar em expansão – e arrisco dizer que são mais relevantes do que a avaliação de alguns indicadores amplos. A postura “não vou investir, o PIB está fraco e os juros estão altos” não contribui para o sucesso de nenhuma empresa.

Voltando à segunda pergunta do início desse artigo, sobre a escolha de uma estratégia de expansão, novamente vale uma avaliação das possíveis oportunidades e um exercício de imaginação. Uma das opções que tem se mostrado atraente é o sistema de franquias. Nele aquele que expande sua marca não precisa gerenciar todas suas unidades e nem investir com capital próprio na abertura das mesmas.

Sua missão é transmitir o conhecimento de seu negócio e oferecer a sua marca para futuros franqueados. O franqueado que normalmente está à frente do negócio tem total interesse que ele dê certo, pois investirá dinheiro e esforço e costuma conhecer melhor a região na qual está abrindo seu negócio.

Claro que isso não é certeza de sucesso ou de isenção de risco, porém, a expansão via franquias é uma tendência que está em alta e que tem boas perspectivas de retorno. Nos últimos três anos, o faturamento do franchising cresceu respectivamente  20,4%, 16,9% e 16,2% de acordo com os dados publicados pela Associação Brasileira de Franquias.

O franchising engloba os mais tradicionais ramos do varejo e serviços, passando por alimentação, vestuário, acessórios pessoais, serviços de informática. Inclusive recentemente foram criados modelos de franquia impensados até pouco tempo atrás, como franquias virtuais e de publicidade online. As oportunidades existem e muitas vezes elas estão ao seu alcance. Faça suas escolhas e mãos à obra!

Diego Simioni é administrador de empresas e sócio-fundador da Goakira.