III SEMINÁRIO ABQ QUALIDADE SÉCULO XXI

logo_abq

III SEMINÁRIO ABQ QUALIDADE SÉCULO XXI

Qualidade no Brasil: Lições a Aprender

10/11/2016 – FIESP – São Paulo, SP

Dia Mundial da Qualidade

O tema Qualidade é de tal relevância que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Mundial da Qualidade, que em 2016, será no dia 10 de novembro. Por isso, a Academia Brasileira da Qualidade (ABQ), organização não governamental, sem fins lucrativos e referência nacional sobre Qualidade e Excelência na Gestão, que congrega os principais expoentes da Qualidade dos mais diversos setores econômicos nos âmbitos público, privado e acadêmico, irá realizar no dia 10 de novembro o III SEMINÁRIO ABQ QUALIDADE SÉCULO XXI – Qualidade no Brasil: Lições a Aprender, na Fiesp, em São Paulo, na Av. Paulista, 1313 – Bela Vista – Salão Nobre – 15º andar.

PROGRAMA

08h30 – 09h00 Credenciamento
09h00 – 09h30

 

Abertura

Saudação

Acad. Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto – Presidente, ABQ

A Qualidade e o Futuro das Organizações

Acad. Evandro G. Lorentz

09h30 – 10h00 Palestra Magna

Qualidade no Serviço Público: Desafios

Acad. Dorothea Werneck

10h00 – 10h30 Benchmarking: Qualidade no Brasil e no Mundo

Acad. Nigel Croft – o que se faz diferente na Europa

Acad. Reinaldo Figueiredo – o que se faz diferente nos EUA

Acad. Getulio Ferreira – o que se faz diferente no Japão

Moderador: Acad. B. V. Dagnino

10h30 – 10h55 Debates
10h55 – 11h25 Intervalo
11h25 – 11h55 Qualidade na Educação e na Saúde: como melhorar

Acad. Ana Maria Malik

Acad. Ozires Silva

Moderadores: Acads. Eduardo Guaragna e João Mario Csillag

11h55 – 12h20 Debates
12h20 – 12h50 Gestão de compliance e anticorrupção nas organizações

Wagner Giovanini

Reynaldo Goto

Moderador: Acad. Ariosto Farias Jr.

12h50 – 13h20 Debates
13h20 – 13h30 Encerramento

Acad. Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto – Presidente, ABQ

13h30 – 14h30 Confraternização

Programa sujeito a alterações

O evento será exclusivo para convidados, porém, terá transmissão ao vivo pela internet. Inscrições e informações: Natascha Vieira – N8 Eventos – 999264441 ou pelo e-mail: n8eventos@abqualidade.org.br

Clique Aqui e acesse o site do evento

Saudação

pedro

Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto (Acadêmico) – Presidente da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ), é engenheiro (ITA), MSc. (Stanford, CA), doutor (POLI/USP), professor aposentado da Poli/USP – Engenharia de Produção, presidente da Fundação Vanzolini (1982-1987), ex-juiz do PNQ e juiz do PPQG, Prêmio Qualidade Banas 1999 e professor de pós-graduação da Unip. Autor de vários livros.

Palestrantes

evandro

Evandro G. Lorentz (Acadêmico) irá abordar o tema A Qualidade e o Futuro das Organizações onde abordará algumas questões: Como será o futuro? Estamos nos preparando para o futuro ou estamos ajudando a construí-lo? Como agirão as organizações em um mundo onde todos terão um smartphone conectado a uma rede wifi gratuita de alta velocidade? As organizações brasileiras estão se preparando para o futuro? E nosso relacionamento com os sistemas cognitivos, como o IBM Watson? Quais os impactos na educação, na saúde, em tudo? O que poderemos fabricar em casa utilizando impressoras 3D? São muitas indagações, algumas respostas e apenas uma certeza: será ótimo estar lá para vivenciá-las.

dothea

Dorothea Werneck (Acadêmica), com sua vasta experiência na área pública em funções de relevo, abordará ações que respondam aos desafios para melhorar a qualidade dos serviços prestados pelas organizações governamentais. A necessidade de melhoria da qualidade nos serviços públicos é um consenso. Porque ainda temos tantas reclamações? Todos sabem o que gostariam: menor custo, menor tempo, melhor atendimento (informações e simpatia), menos burocracia.

Para o governo, também é óbvio: menor número de “agências” e gastos com salários e manutenção. E certamente, melhor avaliação da gestão governamental com redução das reclamações e das ações judiciais. O que fazer? As ferramentas de gestão estão aí disponíveis. Porque é tão difícil? Quais são os desafios aparentemente intransponíveis?

nigel

Nigel Croft (Acadêmico) vai falar com a visão de quem foi criado e educado no Reino Unido e saiu de sua terra nativa em 1981 para morar (na sequência) nos EUA, Noruega e Brasil, onde ficou durante quase 20 anos, adquirindo a cidadania brasileira em 1999. Atualmente, mora novamente no Reino Unido, com atuações profissionais e pessoais em países europeus como Alemanha, Áustria, Suíça (ISO), Portugal e Bulgária. Nigel vai apresentar suas percepções e experiências, compartilhando as coisas boas e não tão boas de cada país e os aspectos que considera benchmarking para os demais.

reinaldo

Reinaldo Balbino Figueiredo (Acadêmico) vai abordar tópicos relacionados à função qualidade nos USA, envolvendo os setores de serviços, manufatura e agricultura. Em sua palestra, serão apresentados os atores que colaboram para a melhoria da qualidade nos respectivos setores e, também discutirá como o Prêmio Malcolm Baldrige National Quality Award vem apoiando o desenvolvimento de novas metodologias para a Qualidade. A exposição representa sua perspectiva como residente nos EUA há mais de 15 anos, com atuação na área de normalização e avaliação de conformidade, acreditação de organismos de certificação de produtos e laboratórios e, também, decorrente de sua participação nos trabalhos da ISO nestas áreas.

getulio

Getulio Ferreira (Acadêmico) identificará, com base em observações feitas por ocasião de treinamento realizado no Japão e trabalho em subsidiária japonesa no Brasil, lições apreendidas na vivência comparativa entre as práticas dos dois países. As diferenças em relação aos métodos de gestão com foco na Qualidade como base para o sucesso das organizações serão abordadas.

Transformando pessoas com base na cultura do envolvimento e o comprometimento, a criatividade e inovação desafiando paradigmas comportamentais com produtos, serviços e processos diferenciados com alto valor agregado, aquele povo liderou o mundo na busca do que foi denominado Qualidade Total. Os desafios futuros para o caminho do Brasil em um mundo cada vez mais competitivo e imprevisível serão abordados com base nessa experiência vivida.

malik

Ana Maria Malik (Acadêmica) evidenciará sua vivência e pesquisa na área da saúde, enfatizando que todos querem saúde e qualidade de vida. No entanto, buscam os serviços de assistência quando ficam doentes e compram planos de saúde para se proteger quando precisam usar esses serviços. Nesses serviços de saúde, hoje se fala muito em melhoria, que é bastante necessária. Mas no Brasil, mesmos requisitos obrigatórios não são sempre cumpridos, mesmo sem considerar a heterogeneidade existente no país.

Além de tudo, no século XXI, já se diz há anos que, embora a medicina ou assistência esteja avançada, o modelo é do século XX e a gestão, do século XIX. Na segunda década do século XXI, ignorar os avanços das tecnologias de informação é ser muito pouco eficiente. Assim, para melhorar a eficiência e a eficácia na gestão da saúde é preciso conhecer a realidade e olhar para o futuro.

ozires

Ozires Silva (Acadêmico) discorrerá inicialmente sobre o quadro que se vê para o ensino e a educação no país, como fruto de décadas de desacertos e mesmo incompetência, constatados pela realidade de uma população com uma maioria de compatriotas semialfabetizados, que nada ou mal estão habilitados a ler e compreender o mais simples dos textos.

Em contrapartida, há um mundo inteligente produzindo produtos, criados por mentes avançadas de equipes especializadas e bem graduadas, vindos de escolas de reputação consagrada. São técnicos e especialistas que, desde o ensino fundamental, aprenderam o que deveria ser aprendido e muitos se transformaram em sábios admirados, cujas lições são exemplos para cada um de nós, hoje cidadãos de um mundo global.

A pergunta seria: o que fazer? Pode-se não saber como respondê-la, mas não se podem calar sem chamar a atenção da sociedade que se não for alteradas as rotas políticas que caracterizam as leis, normas e regras da educação no Brasil, estará sendo pavimentada uma estrada para a pobreza nacional, diante da grandeza do mundo que não se poderá enfrentar.

giovanini

Wagner Giovanini (palestrante convidado) falará sobre o significado do compliance e sua aplicação prática nas empresas. Outro ponto a ser abordado é o fato de a Lei 12.846/2013 – a chamada Lei Anticorrupção impor um risco adicional às organizações, mesmo para aquelas que já possuem sistemas robustos alinhados às legislações internacionais. Assim, Wagner pretende não só alertar os participantes sobre essa questão, mas, também, contribuir com a solução para as medidas mitigadoras. Giovanini tem quase dez anos de experiência no assunto, dos quais oito como diretor da Siemens para o Brasil e depois para a América Latina.

Goto

Reynaldo Goto (palestrante convidado), diretor de compliance da Siemens, irá apresentar a importância da governança corporativa para as empresas que estão no processo de implementação de um sistema de compliance. Durante sua palestra, também irá abordar sua experiência na Siemens durante seus quase 20 anos na empresa, incluindo o período mais crítico que a empresa passou durante as investigações iniciadas em 2006 na Alemanha. Como principal tópico a ser abordado, apresentará boas práticas internacionais relacionadas à análise de riscos de compliance, incluindo um manual elaborado pelo Pacto Global da ONU.

apoios

A Excelência em Gestão, segundo a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ)

logo CEG

Em outubro de 2014, a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) completou 23 anos de atuação. Trata-se de um marco no movimento pela excelência da gestão, que reúne milhares de pessoas em rede em prol da disseminação da causa e da inserção das organizações e do Brasil na rota da competitividade mundial.

O trabalho da FNQ é baseado no Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), uma metodologia de avaliação, autoavaliação e reconhecimento das boas práticas de gestão. O Modelo define uma base teórica e prática para a busca da excelência, dentro dos modernos princípios da identidade empresarial e do atual cenário do mercado.

Reafirmando seu papel de agente para o desenvolvimento das organizações e do País, a FNQ segue ampliando e fortalecendo a sua rede, consolidando-se como um centro de estudo, debate, geração e disseminação da cultura da excelência da gestão. E, ciente deste papel, reinventa um dos seus principais eventos, o Seminário Internacional em Busca da Excelência que passa a ser, em 2015, o Congresso FNQ de Excelência em Gestão.

O Congresso trará palestrantes de renome e conteúdo de vanguarda, em um formato moderno e atual. Acontecerá em 23 de junho, em São Paulo, no Centro de Convenções Rebouças, das 8h30 às 19h30, e contará com debates e networking, para discutir tendências inovadoras para construções de novas ideias e soluções. O público esperado é de 350 pessoas.

Com o tema “O Novo Capitalismo”, o Congresso pretende debater como uma gestão sustentável, integrada e inteligente, formada por um mapeamento de cenários internos e externos, pode representar ganhos para a organização ao se preparar para o futuro e criar valor para todas as partes interessadas. Hoje, o capitalismo clássico está sob o cerco da sociedade. As organizações, antes admiradas pelo seu papel no desenvolvimento social, agora são acusadas de serem as protagonistas de uma destruição do ecossistema e se veem obrigadas a gerar transformação para se adequarem às exigências do planeta e, consequentemente, de seus consumidores.

Não basta mais somente tratar de algumas ações sustentáveis, é preciso repensar a forma de trabalhar, o modelo de negócio e seus reais impactos a pequeno, médio e longo prazos. Pensando em todo esse cenário, vem a pergunta: como os empresários brasileiros estão lidando com essa nova realidade, em um país cuja riqueza ambiental é um de seus diferenciais e que muito vem sendo destruída em prol de uma economia focada no lucro em curto prazo, sem realmente incluir todos os stakeholders envolvidos no negócio?

pavan

Pavan Sukhdev: “Qual seria a importância e o valor da biodiversidade para a sociedade e as empresas?”

O palestrante internacional será o economista indiano Pavan Sukhdev, principal autor do relatório The Economics of Ecossystems and Biodiversity (TEEB), da ONU, que falará a respeito da importância e do valor da biodiversidade para a sociedade e as empresas, e autor do livro “Corporação 2020 – Como transformar as empresas para o mundo de amanhã.” A obra traz uma visão perspicaz a respeito da história das empresas no mundo, chamando a atenção para as características marcantes da “corporação 1920” – que prioriza o crescimento a qualquer custo e a publicidade voltada, exclusivamente, para a ampliação dos mercados – e para a necessidade de fazer a transição para a “corporação 2020”.

O novo modelo corporativo proposto por Sukhdev é baseado em novos incentivos e regulamentações que permitam às empresas aumentar o bem-estar humano e a igualdade social, diminuir os riscos ambientais e os prejuízos ecológicos e continuar a gerar lucro. Para ele, o tempo, porém, está passando. O indiano trabalha com um horizonte de apenas sete anos para consolidar as mudanças corporativas.

Em seu livro, no prefácio, alerta: “O principal agente da economia atual – a corporação – não foi ainda persuadido ou incentivado a produzir uma economia verde. Se isso não acontecer, o relatório Teeb ficará apenas decorando prateleiras, sem nunca ser usado”.

Sukhdev diz que não se trata de querer mudar o mercado global. “Estamos nos concentrando em criar algumas políticas corporativas específicas, sobretudo mecanismos de cooperação e de transparência global. E, por outro lado, estabelecer ferramentas de regulação e controle para atividades importantes, entre elas o financiamento e a tributação internacional. Também é importante ter regras relacionadas à propaganda e, finalmente, divulgar o impacto ambiental da atividade comercial. O que queremos destes diferentes setores é a cooperação para chegarmos à economia verde, na qual os custos naturais de produção também são agregados ao mercado”, afirma.

Segundo ele, em janeiro de 2009, em seu discurso de posse, o presidente Barack Obama foi eloquente sobre a sua visão de “aproveitar o sol e os ventos e o solo para abastecer nossos carros e movimentar nossas fábricas”. Dessa forma, parecia claro que a ideia era alcançar a independência energética dos EUA por meio do combustível alternativo e isso era de fato um objetivo nobre, tanto para a segurança nacional e para a sobrevivência da biosfera.

“Mas, claro, pouco se ouviu falar sobre essa meta nos próximos anos de seu mandato, e quando fez finalmente ouvir, a visão tinha se transformado além do reconhecimento. Não era mais sobre as energias renováveis, mas sim mais combustíveis fósseis. E o herói improvável foi o gás natural. Os investimentos foram feitos e quem seria o maior beneficiado: a indústria de petróleo e gás, apoiados por seus banqueiros”.

Acrescenta que uma estratégia ostensiva da Arábia Saudita e da OPEP parece ser a de colocar o xisto fora do negócio e os seus objetivos são claros: eles estão produzindo petróleo bruto suficiente para manter os preços abaixo de US $ 75-80/bbl (barril). “Eles parecem estar muitos confortáveis com a ideia de fazer isso, porque os seus custos de produção são mais perto de USD 5/bbl. Além disso, alguns analistas encontraram evidências de uma visão estratégica entre as autoridades sauditas que as suas receitas petrolíferas são mais bem aproveitado internamente para transformar seu país para uma economia mais ampla, mais diversificada, mais duradoura. Se eles estiverem certos, a produção saudita tem outra razão mais estratégica para continuar alta”.

“A aposta estratégica da Arábia tem sérias consequências: ela põe em causa quanto tempo outros países da OPEP (não menos importante Irã, Rússia, Venezuela) poderão manter os preços baixos do petróleo em uma época de estresse orçamental. O que isto significa em termos de instabilidade política é sempre uma incógnita, e que poderia ser um final macabro de baixos preços do petróleo se um desses países produtores de petróleo não suportar a pressão orçamental mais e explodir em caos”.

Ele acha que os grandes produtores nacionais de petróleo e as principais empresas de petróleo e gás terão de repensar todos os seus investimentos de alto custo, especialmente em novas instalações no mar e em xisto. Contudo, não são apenas os grandes produtores que estão em risco. “Nos EUA, a produção de xisto é tradicionalmente liderada pelos chamadas wildcatters ou empresas independentes, e apenas cerca de 30% é com os grandes produtores. Quão seguras é o futuro dessas empresas menores? O colapso dos preços do petróleo vai prejudicar os produtores de petróleo e gás de xisto, especialmente os produtores de gás de xisto e seus subprodutos (indexado ao preço do petróleo) para financiar as operações de perfuração. Formações de xisto oferecem plena produção por períodos curtos e reduzem significativamente depois. Portanto, normalmente estes produtores de xisto dos EUA operam em com linhas de crédito mensais e necessitam de injeções de capital frequentes para perfurar e gerar fluxo de caixa livre. Tal necessidade de regular capital e a perfuração, coloca esses produtores em uma posição muito diferente em comparação com os convencionais, que podem investir e manter a produção a partir de um único ativo de dez a 30 anos. Sem uma perspectiva de lucro de curto prazo positivo, o refinanciamento do xisto poderia secar e as falências podem se tornar mais regra do que exceção”, assegura.

Conforme revela, até agora, os grandes exploradores de petróleo e os produtores estão muito bem capitalizados através de algumas décadas de operações de alta margem de lucros com base em concessões de baixo custo de perfuração, exploração eficaz e os preços elevados do petróleo. “No entanto”, observa, “nem esses recursos valem mais, então o meu palpite é que os EUA e outros governos terão de tomar uma decisão difícil: ganhar a ira da sociedade, fazendo o que sempre fizeram: salvar os seus amigos no mundo dos negócios, ou admitir que eles tenham uma política energética completamente errada. Eles não seriam o primeiro a fazê-lo”.

A visão do Antropoceno, uma era onde nós, seres humanos, tornaram-se a força geológica dominante, era de fato a do presidente Obama em 2008 ou 2009. Ou seja, a estratégia era de investir em combustíveis alternativos e não mais em combustível fóssil. “A política seria reduzir e eliminar gradualmente os subsídios de USD 1 trilhão aos preços e produção concedidos aos combustíveis fósseis (esse número sobe para USD 2 trilhões) se for incluído, como quer Fundo Monetário Internacional (FMI), os custos econômicos das emissões. Em vez disso, na medida em que se refere à energia, estamos continuando coletivamente em 2015 com a visão nublada, estratégia errada, políticas confusas e maus investimentos. Eu tenho um simples pedido aos governos em 2015. Por favor, não resgatem aqueles que fazem más decisões econômicas mais uma vez , apenas permitam que falhem. Vai ser bom para a economia e emprego, e ainda melhor para a nossa existência planetária segura”, acrescenta.

Pavan Sukhdev é fundador presidente da IST Advisory, uma consultoria colaborativa que avalia o desempenho de governos, empresas e ONGs. Pavan foi premiado em 2011 com o McCluskey Fellowship da Universidade de Yale, e escreveu seu livro “Corporação 2020”, enquanto ensinava na Universidade de Yale entre 2011 e 2012.

Agenda

– Credenciamento e welcome coffee.

– Abertura: Wilson Ferreira Junior – Presidente do Conselho Curador da FNQ.

– Palestra magna: O Novo Capitalismo – Como transformar as organizações para o mundo de amanhã – Palestrante internacional confirmado: Pavan Sukhdev, economista indiano, principal autor do relatório The Economics of Ecossystems and Biodiversity (TEEB) da ONU, e autor do livro “Corporação 2020”.

– Coffee break para relacionamento.

– Painel de debate: Negócios de impacto – Como canalizar forças para fins mais inclusivos e sustentáveis

Painelistas convidados – Vox Capital; Sistema B; Artemísia; Plataforma Saúde e Yunus.

– Almoço.

– Painel de debate: Repensando o crescimento econômico – Como prosperar dentro de limites

Painelistas convidados: Unilever; Dudalina; J. Macêdo; Vale e Basf.

– Conclusões e encerramento.

– Happy hour no espaço para negócios.

– Show de stand up.

– Palestra: Cachaça e caipirinha – cultura e prazer do Brasil – Palestrante confirmado: Jairo Martins, autor do livro “Cachaça: o mais brasileiro dos prazeres”.

Mais informações e inscrições nas últimas vagas no link http://www.fnq.org.br/CEG2015/

SEMINÁRIO ABQ QUALIDADE SÉCULO XXI

abertura

A Academia Brasileira da Qualidade (ABQ), organização não governamental e sem fins lucrativos, realizou, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em São Paulo, no dia 13 de novembro o SEMINÁRIO ABQ QUALIDADE SÉCULO XXI – Os desafios para a Competitividade Brasileira. Na abertura do evento, João Mário Csillag, presidente da ABQ, discorreu sobre o O Dia Mundial da Qualidade e a ABQ.

Fez uma pergunta para os seus avós: o que você acha se lhe disser que seus netos, que somos nós, teremos celulares quando na época havia apenas telégrafo e correio? E que viveríamos mais de 75 anos quando eles viviam 55? Que faríamos viagens para o espaço e que pousaríamos num cometa quanto na época havia apenas voos de curta distância?

foto 1

João Mário Csillag

“Nós também ficaríamos incrédulos se nos dissessem que teríamos óculos que nos permitiriam trazer arquivos por meio de piscadas à nossa frente; que teríamos lentes com realidade aumentada, permitindo sobrepor imagens virtuais à realidade que nos facilitariam prospectar petróleo e outros minerais, que estas lentes com GPS nos permitiriam prospectar minerais, petróleo tesouros arqueológicos, tradução simultânea de uma língua que não conheço, reconhecer pessoas e disponibilizar suas biografias instantaneamente? Que o carro do futuro não teria motorista, que o câncer vai desaparecer, pois microprocessadores de DNA poderiam detectar proteínas de câncer se formando instantaneamente com material colhido nos vasos sanitários; que nanopartículas poderiam identificar e destruir células cancerígenas na sua formação? Que o mapeamento de genes poderá ser feito para cada um a preços acessíveis e teremos um manual das pessoas. Que o envelhecimento será retardado, dando oportunidade de viver mais? E assim por diante”.

Como conclusão, Csillag afirmou que tais inventos, que são rupturas, são descobertas apenas em países de vanguarda. “Esses os países de vanguarda têm IDH alto, que os diferencia dos demais. Para tais rupturas ocorrerem é necessário haver centros de pesquisa, hospitais de referência e repositórios, como também empreendedorismo em nível alto. E eu pergunto: enquanto todos os países trabalham duro para fazer novas rupturas, o que nós vamos oferecer aos nossos netos quando eles estiverem se formando? Pode-se montar uma árvore de causa efeito procurando a causa raiz disto tudo. Ou seja, IDH alto implica em PIB per capita alto assim como educação e expectativa de vida com segurança em bons níveis. O que implica em ter também boa balança comercial e bons resultados em serviços, em indústria, em comércio e em construções, além de infraestrutura. O que nos falta é qualidade na educação, na expectativa de vida e no aspecto renda per capita, ou seja, Qualidade em tudo que fazemos. E que nosso sonho será recomeçar pela qualidade e voltar em direção aos efeitos subindo até chegarmos a fazer parte dos países de vanguarda onde as rupturas ocorrem, que é o que poderemos oferecer aos nossos netos.

Já Claudius D´Artagnan Cunha Barros, diretor da Propar Gestão Empresarial, falou sobre A Liderança Estratégica no Contexto da Gestão da Qualidade. Para ele, em qualquer empresa, existem as pessoas dos níveis estratégicos que falam a linguagem dos resultados, os níveis táticos que são bilíngues, devem interagir com todos os níveis, já que precisam se comunicar com os níveis operacionais, que falam a linguagem das coisas. A gestão da qualidade em uma Company Wide necessita ter ações institucionais, comportamentais e sistêmicas com equilíbrio para atender bem o cliente.

“Educar é fazer as pessoas entenderem os princípios, os conceitos, os fundamentos, a responsabilidade e a importância do seu trabalho. Treinar é desenvolver as habilidades! E qual o maior e mais eficaz instrumento de educação que se conhece? Exemplo. As pessoas se orientam pelos líderes não pelo que eles dizem, mas sim pelo que eles fazem”.

Segundo D´Artagnan, há uma convergência dos gurus da qualidade: invista na prevenção e no planejamento; qualidade é responsabilidade de todos; e a importância das pessoas e do trabalho em equipe. “Como mensagem final, gostaria de dizer uma frase de um autor desconhecido: “Os grandes resultados e as grandes conquistas jamais serão atingidos através de grandes esforços de poucas pessoas. Os grandes resultados e as grandes conquistas somente serão atingidos através de pequeno esforços de todas as pessoas.”

Nigel Croft, Chairman, ISO/TC 176/SC 2 – Quality Systems, palestrou sobre Qualidade e Sustentabilidade – O importante papel da ISO”. Ele destacou que a ISO desenvolve normas voluntárias internacionais de alta qualidade que facilitam o intercâmbio internacional de bens e serviços, apoiam o crescimento econômico sustentável e equitativo, promovem a inovação e protegem a saúde, a segurança e o meio ambiente. “Os conceitos principais são: identificar os processos necessários para alcançar os resultados desejados; monitorar continuamente os riscos (causa/efeito); pensamento baseado em risco; e gerenciar os processos e o sistema usando o ciclo PDCA. A tendência atualmente é o alinhamento das normas de sistemas de gestão. O Grupo Coordenação Técnica da ISO (“JTCG”) vem buscando uma visão conjunta para as normas de sistemas de gestão; uma estrutura de alto nível para todas as normas ISO de sistemas de gestão; títulos idênticos dos itens sob a estrutura de alto nível; e um vocabulário núcleo genérico para as normas de sistemas de gestão”.

Nigel afirmou que o objetivo é facilitar a vida das organizações que optem por um sistema de gestão único. As Diretivas ISO Parte 1:2012 ou o Anexo SL incorpora as recomendações do trabalho do JTCG; define a estrutura e o formato comum para todas as novas normas ISO de sistemas de gestão e revisões das normas existentes; um texto comum (aproximadamente 30% de cada norma terá texto idêntico); e isso está tendo um profundo impacto na revisão das normas ISO 9001 e ISO 14001. Anexo SL tem uma estrutura de alto nível e inclui: 1. Escopo, 2. Referências normativas, 3. Termos e definições, 4. Contexto da organização, 5. Liderança, 6. Planejamento, 7. Suporte, 8. Operação, 9. Avaliação de desempenho e 10. Melhoria.

Depois, ele comentou sobre a revisão da ISO 9001, já que o Draft International Standard (DIS) foi colocado em votação de acordo com os procedimentos da ISO e recebeu cerca de 90% de aprovação, o que é suficiente para que se possa avançar para a próxima fase: Final Draft International Standard (FDIS). Esse documento agora vai passar por todos os comentários recebidos durante a votação do DIS, a fim de produzir uma versão final que será então apresentada para votação. Uma vez aprovada, a norma poderá ser publicada.

“Estamos no caminho certo, e estamos dentro do cronograma para a publicação”, disse Croft. “A nova versão é fortemente baseada em três conceitos básicos fundamentais: a abordagem de processo que foi muito bem sucedida na versão de 2008 será sobreposta pelos sistema de processos; a metodologia plan-do-check-act e um terceiro conceito central que será novo na versão de 2015 que é o pensamento baseada no risco, visando a prevenir resultados indesejados”.

A ISO 9001 é um das normas mais conhecidas da ISO, com mais de 1,1 milhões de certificados em todo o mundo. Fornece requisitos para ajudar as empresas a demonstrar que podem oferecer consistência aos seus clientes , além de produtos e serviços de boa qualidade.

Também fornece uma forma para ajudar as empresas em otimizar seus processos e tornar mais eficientes no que fazem. A ISO 9001 pode ser utilizada por organizações de todos os tipos e tamanhos. A norma tem inspirado uma série de documentos para aplicações específicas em setores industriais e de serviços, inclusive para o automotivo, médico, para os governos locais e muito mais.

Nigel comentou que o projeto da ISO é fazer o alinhamento das normas de sistemas de gestão, pois o Grupo de Coordenação Técnica da ISO está propondo uma visão conjunta para as normas de sistemas de gestão, uma estrutura de alto nível para todas as normas ISO de sistemas de gestão, títulos idênticos dos itens sob a estrutura de alto nível e um vocabulário núcleo genérico para as normas de sistemas de gestão. “O objetivo é facilitar a vida das organizações que optem por um sistema de gestão único”, acrescentou.

foto 2

Jorge Gerdau Johannpeter e a gestão pública

Por fim, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter abordou o tema Qualidade no Serviço Público Brasileiro: Importância da Governança. Para ele, o avanço nessa área foi bastante interessante. “O problema é que o tema em si, os resultados e as repercussões tanto no setor privado como o público, são lentos porque se deve fazer toda uma análise, têm correções, melhorias. Então, os frutos, normalmente, levam 12, 18 meses. Mas isso não quer dizer que já não tenhamos atingido algumas coisas extremamente importantes”.

Ele explicou que o primeiro trabalho foi na Casa Civil. “E aí, nós trabalhamos. Como o PAC, que era uma estrutura que trabalhava dentro da Casa Civil, foi para o Ministério do Planejamento, foi necessário fazer uma, de certo modo, reorganização na Casa Civil para dar condições de administração para que a presidenta possa acompanhar todos os projetos que ela entende mais importantes. Então, utilizou-se a tecnologia já consagrada em outros países, que a McKinsey utilizou em mais de dez países desenvolvidos, bem desenvolvidos. E se fez toda uma estrutura de informática. Isso teve um avanço muito bom, que dá essas condições. Maior ou o menor em utilização e como são normalmente os processos da própria Casa Civil são temas muito internos.

Gerdau disse que o Movimento Brasil Competitivo, que cuida dos temas de programas de qualidade do setor privado e das pequenas empresas, um programa para pesquisar mais de 30 mil pequenas empresas anualmente para fazer a sua avaliação, etc. “No setor público, nós fizemos um trabalho de atendimento, vamos dizer, de uns 12 estados e alguns municípios grandes. Eu diria que, dentro disso, tem um percentual aí de 30% a 40% que houve realmente mudança cultural no modo de gerir as coisas. Agora, esse rompimento cultural que o Brasil absorveu da área empresarial de forma importante é praticamente todos os grupos maiores empresariais entrarem nessa metodologia, que é essencialmente estruturada na experiência do professor Falconi. Metodologia vinda do Japão, que dos Estados Unidos foi para o Japão. O conceito é dominar e gerenciar os processos em todas as suas etapas. Que o domínio do processo e das pessoas que atuam no processo faz que cresça uma eficiência de 20%, 30%”.

Para o empresário, alguns temas, no seu entender, são importantes. Um é a educação. A educação é um fator decisivo na busca por produtividade. Segundo ponto é logística. “Os Estados Unidos tem um custo sobre o PIB de 6,5% a 8% sobre o PIB, o custo da logística. No Brasil, nós vamos a um número ao redor de 15%. Então, nós temos um custo adicional de 7%, 8% sobre tudo o que o Brasil produz. Por isso que, saiu esses dias ainda, produtor de soja no Brasil, para colocar a soja na China, paga US$ 200. O produtor americano paga US$ 105 para colocar. Tem US$ 95 dólares que são tirados do produtor brasileiro para conseguir colocar esse produto lá”.

Ele garante que a opção da gestão pública é a transparência e acesso à informação de forma simplificada; uma visão integrada e integral dos gastos; a governabilidade através de estrutura decisória ágil; o respeito a instituições e contratos; e a responsabilização de gestores (accountability). “Em minha opinião, não temos o direito de sermos omissos, no potencial que a gestão pode representar na melhoria da qualidade de vida da população”, finalizou.

No final do evento, foi lido um manifesto da ABQ pelo acadêmico Evandro G. Lorentz. Quem quiser ler o documento, acesse o link https://qualidadeonline.files.wordpress.com/2014/11/manifesto-abq-2014.pdf Depois disso, houve no salão social da Fiesp um concorrido brunch.

foto 3

Todos os interessados em assistir às palestras completas podem acessar o link http://www.transmitirnaweb.com.br/ABQEVENTOS/

Dicas para fazer uma boa palestra

PALESTRA GRATUITA SOBRE NORMALIZAÇÃO TÉCNICA

ilegal_thumb.jpgEntre em contato comigo (hayrton@uol.com.br ou 11 99105-5304) para agendar a data para uma palestra TOTALMENTE GRATUITA sobre normalização técnica. Podemos levar esse evento às empresas, associações, faculdades, universidades, etc. em qualquer lugar do Brasil. Precisamos apenas de pessoas interessadas em conhecer mais sobre a importância das normas técnicas para a competitividade brasileira e de um auditório com um projetor ou data show. Quando se descumpre uma norma técnica, assume-se, de imediato, um risco, o que significa dizer que o risco foi assumido ou seja se está consciente do resultado lesivo. A consciência do resultado lesivo implica em uma conduta criminosa, passível de punição pelo Código Penal.

Desde a fase da preparação até a hora da apresentação, certas ações fazem com que uma palestra se destaque. Aprenda como fazer isso

Pense na seguinte situação: você precisa preparar uma palestra que será responsável para a sua conclusão de curso ou para ser contratado em um novo emprego. O que você faz? Além de um bom material de apoio, é preciso ter uma postura convincente, uma fala objetiva, clara, e transmitir ao público a segurança de que você sabe o que está falando. Parece difícil? Michel Soares, especialista em oratória, explica como fazer isso de maneira proveitosa e com bons resultados.

“A primeira coisa que você deve fazer antes de criar a sua palestra é perguntar a si mesmo sobre qual assunto você vai falar, o que você quer que as pessoas aprendam e seu objetivo na apresentação. Digo isso porque as pessoas só acreditam no palestrante quando percebem que ele está falando com propósito,defendendo uma causa ou ideia. Já sabe responder essas perguntas?”, questiona Soares.

Além disso, o especialista lembra que uma boa palestra é construída a partir do domínio completo sobre o assunto que você vai falar. “Quando você tem paixão e domínio sobre o conteúdo, torna-se capaz de se posicionar e ter a auto-confiança necessária para conduzir com maestria uma palestra, seja ela para um grande público ou uma apresentação para poucas pessoas”, explica.

Outra atitude importante é conhecer bem o público para o qual você vai falar. “Com esse conhecimento, você poderá adaptar a sua palestra especificamente para o público. A apresentação permite piadas? Trechos de filmes? Ou a utilização de slides é a melhor opção? Pense em quais são as pessoas que vão lhe ouvir. O que elas devem aprender/assimilar após a sua apresentação?”, exalta Soares.

Para transformar uma palestra “comum” em uma “diferenciada”, aposte no surpreendente. “Isso mesmo, surpreenda as pessoas. Pode ser por meio de dados chocantes – verídicos, é claro -, contando alguma história, etc. Treine antes com pessoas conhecidas e perceba o que mais captura a atenção dos que lhe ouvem”, sugere o especialista.

Outro ponto importante é falar num bom tom de voz e construir um roteiro sobre o que será dito. Apresentações que apenas “jogam” informações para os são cansativas e pouco produtivas. “Por isso, faça uma introdução concisa que exemplifique aquilo que você quer transmitir”, comenta Soares.

Além da sua postura, o material de apoio também ajuda na hora de prender a atenção do público. Slides com letras muito pequenas e sem imagens, por exemplo, fazem com que as pessoas não prestem atenção. “Utilize a tecnologia a seu favor. Hoje já é possível fazer um material de apoio legal, então capriche nisso. Ao fim dos slides, forneça o seu contato e esteja disposto a tirar possíveis dúvidas dos presentes, assim como para receber elogios e críticas”, conclui Soares.

banner

Para  se inscrever para a transmissão online gratuitamente, acesse http://www.abqeventos.org.br/

Seminário Internacional sobre o futuro da ISO 9001

A UBQ convida você a participar do Seminário Internacional sobre o futuro da ISO 9001. Este seminário ocorrerá paralelamente ao encontro mundial do ISO/- TC 176/SC2, que é o responsável pela revisão da Norma ISO 9001, coordenado pela regional Minas Gerais ABNT/CB25- MG, que reunirá pela primeira vez no estado 80 delegados, representantes de diversos países. O objetivo do evento é apresentar os desafios estratégicos da nova ISO 9001,  planejamento da transição do padrão atual para o novo modelo normativo e  principais mudanças que estão sendo discutidas e o futuro da norma.
PROGRAMAÇÃO
13h30 – credenciamento
13h40 – Abertura
– Renato Pedroso Lee – Superintendente da ABNT/CB25
– Maurício Varela – Coordenador ABNT/CB25 Regional Minas Gerais
– Silvana Rizzioli|Presidente da UBQ
– Adriane Ricieri Brito/Subsecretaria de Gestão da Estratégia Governamental
– Agostinho Patrus Filho – Secretário de Estado de Turismo de Minas Gerais
14h10 – Uma perspectiva sobre o uso da norma NBR ISO 9001 em todo o Brasil
Palestrante: Alfredo Lobo | Diretor da Qualidade do Inmetro
14h30  – Os rumos da ISO 9000 e os principais desafios estratégicos
Palestrante: Nigel Croft   | presidente ISO/TC 176/SC2
15h15 – O planejamento da transição e outras questões fundamentais a ser comunicada sobre o padrão revisto
Palestrante: Tania Marcos Paramio|Coordenadora do ISO/TC 176/SC 2/WG 23 – Comunicação e Suporte de Produto.
16h – coffee break
16h30 – Informações chaves para elaboração da Norma ISO 9001:2015
Palestrante Alka Jarvis   |  Representante do USA no ISO 176/SC2
17h15 Tendências do modelo Normativo ISO 9001/2015
Charles Corrie  | Secretário ISO/TC 176/SC 2
17h45 às 18h – perguntas e respostas
18h – Coquetel

Mais Informações:
Data: 06 de março de 2013
Horário:13h30 às 18h
Local:  Fundação Getúlio Vargas | FGV
Av. Prudente de Morais, 444, Cidade Jardim – Belo Horizonte/MG

Investimento:
Associados da UBQ R$ 200,00
Demais participantes R$ 250,00
Estudante R$ 100,00
Incluso na Inscrição: Material apoio, tradução simultânea, certificado e coffee break.
Mais Informações e inscrições
e-mail:
eventos@ubq.org.br – ou telefone: (31) 3274.3200 – http://www.ubq.org.br/eventos/Detalhes.aspx?IdEvento=286

São Paulo: 459 anos

sp

Qualquer pessoa que chegasse ou chega em São Paulo fica embasbacado, assustado e impressionado. Tudo é imenso, inclusive os problemas, a violência, o trânsito, a quantidade de gente circulando. Mas, é simplesmente São Paulo.

Quem diria que essa megalópolis surgiu em torno de um colégio em uma pequena colina, próxima aos rios Tamanduateí e Anhangabaú, onde os jesuítas celebraram uma missa. Era o dia 25 de janeiro de 1554, data que marca o aniversário de São Paulo. O povoado de Piratininga demorou 157 anos para se tornar uma cidade chamada São Paulo, decisão ratificada pelo rei de Portugal. Nessa época, São Paulo ainda era o ponto de partida das bandeiras, expedições que cortavam o interior do Brasil. Tinham como objetivos a busca de minerais preciosos e o aprisionamento de índios para trabalhar como escravos nas minas e lavouras.

patio

Hoje, de acordo com o IBGE, a população do município de São Paulo é de 10.886.518 habitantes. Se for considerada a região metropolitana, ou seja, os 38 municípios que circundam a capital, a população chega a aproximadamente 19 milhões de habitantes. E os números não mentem:

  • 11,7 milhões de visitantes em 2010, sendo 10,1 milhões de turistas nacionais e 1,6 milhão de estrangeiros. O crescimento foi de 3,54% em relação a 2009.
  • 56,1% dos turistas vêm a negócios; 22,4% para participar de eventos; 10,9% a lazer; 4,0% para estudos; 2,6% para visitar parentes e amigos e 2,5% para assuntos relacionados a saúde.
  • 38% das 100 maiores empresas privadas de capital nacional.
  • 63% dos grupos internacionais instalados no Brasil.
  • 17 dos 20 maiores bancos.
  • 8 das 10 maiores corretoras de valores.
  • 31 das 50 maiores seguradoras.
  • Aproximadamente 100 das 200 empresas de tecnologias.
  • Bovespa – a maior bolsa de valores da América do Sul.
  • Bolsa de Mercadoria e Futuros – BM&F, a sexta maior do mundo em volume de negócios.
  • Hospital das Clínicas, o maior complexo hospitalar da América Latina.
  • O maior shopping center da América Latina – o Centro Comercial Aricanduva, com 500 lojas.
  • Dos 7 portais de Internet mais conhecidos, 6 estão baseados em São Paulo.
  • 1.769 estabelecimentos de saúde, 40 hospitais públicos, 61 hospitais particulares, 24.957 leitos hospitalares, 99 bases móveis da Polícia Militar, 93 distritos policiais, 04 postos do Poupatempo, 146 faculdades, 26 universidades.
  • 12,5 mil restaurantes.
  • 52 tipos de cozinhas.
  • 15 mil bares.
  • 3,2 mil padarias (10,4 milhões de pãezinhos por dia e 7,2 mil por minuto).
  • 500 churrascarias.
  • 250 restaurantes japoneses.
  • 1,5 mil pizzarias (1 milhão de pizzas por dia, 720 por minuto).
  • 2 mil opções de delivery.
  • 240 mil lojas.
  • 79 shoppings.
  • 59 ruas especializadas em mais de 51 segmentos.
  • 4 mil farmácias.
  • 5 mil pet shops.
  • 900 feiras livres semanais
  • 864 mil transações de cartão de crédito por dia.
  • 1.931 agências bancárias.
  • 34 mil indústrias.
  • Arrecadação de ISS em 2009: R$ 125,1 milhões.
  • 37 mil táxis.
  • 15 mil ônibus urbanos
  • 1.335 linhas de ônibus.
  • 28 terminais de ônibus.
  • 5 linhas de metrô.
  • 62,3 km de linhas de metrô + 20,0 km em construção..
  • 55 estações do metrô.
  • 270 km de linhas de trem.
  • Segunda maior frota de helicópteros do mundo.
  • 44 empresas aéreas.
  • 4 aeroportos na Grande São Paulo, sendo 1 em Campinas e 1 em Guarulhos.

E chega. É ou não é alucinante?

Academia Brasileira da Qualidade (ABQ)

ABQ

 

Na noite do dia 28 de novembro, no Salão Nobre da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ocorreu a cerimônia de posse de 20 dos 31 membros da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ). Foram empossados 18 Acadêmicos ativos e dois Acadêmicos In Memoriam, que foram representados por seus familiares. Os onze Acadêmicos que não puderam comparecer ao evento serão empossados em cerimônias futuras. O evento contou com a presença das principais autoridades em Qualidade do Brasil, que, ao longo das últimas décadas, revolucionaram os processos produtivos brasileiros sempre em busca da perfeição. Entre os acadêmicos que tomaram posse, estão personalidades como o ex-ministro da Infraestrutura, Ozires Silva, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, e o presidente do Conselho do Movimento Brasil Competitivo, Elcio Anibal de Lucca.

A ABQ (www.abqualidade.org.br) é a instituição de referência sobre qualidade e excelência na gestão. Ela congrega especialistas e conhecedores da área da qualidade dos mais diversos setores econômicos nos âmbitos público e privado, e também professores universitários. Trata-se de uma organização não governamental, sem fins lucrativos, cuja missão é contribuir para o desenvolvimento do conhecimento da engenharia da qualidade, da gestão da qualidade e da excelência da gestão, em benefício das organizações e da sociedade brasileira. A Cerimônia de Posse dos Acadêmicos encerra a etapa de formação da ABQ, constituída há quase dois anos e que, a partir de agora, inicia o planejamento estratégico para se atingir os objetivos da Academia. A ABQ conta com o apoio do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), que tem se responsabilizado pelo suporte logístico da ABQ e cedido suas instalações para as reuniões ordinárias da Academia, da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, que administra o site da Academia, da Editora Banas, responsável pela divulgação institucional, e da Fiesp, que cedeu o espaço para a realização do evento.

 

Conheça os 31 Acadêmicos

Ariosto Farias Junior

Engenheiro Civil. Instrutor e Examinador Sênior do Prêmio Nacional da Qualidade, deste 1992 até 2010. Consultor em Gestão da Qualidade e Segurança da Informação. Membro do comitê ABNT/CB 25. Líder da Delegação do Brasil em Comitês da ISO em diversas oportunidades. Instrutor da ISO.

Basilio V. Dagnino

ASQ Fellow. CQP & Fellow, CQI (Londres). Co-fundador do 1º curso de pós-graduação em Qualidade (UCP). Primeiro Gerente Técnico da FNQ (1991 a 1997). Juiz, examinador, instrutor e consultor de modelos de excelência do PNQ e outros prêmios.

Carlos de Mathias Martins (in memoriam)

Engenheiro Eletricista formado pela Escola Politécnica da USP. Primeiro Superintendente da Fundação Prêmio Nacional da Qualidade (1991/97), hoje Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Participou ativamente de instituições voltadas à Gestão e à Qualidade tais como ASQ, ABNT e PQGF.

Dorothea Fonseca Furquim Werneck

Economista (Mestrado e Curso de Doutorado/Boston College-USA). Secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais. Ministra de Estado (duas pastas). Sec. Nacional de Economia. Diretora da FPNQ (duas vezes). Prof. da UFRJ e do Curso de Formação de Diplomatas do Itamaraty.

Edson Pacheco Paladini

Professor Titular do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas/Universidade Federal de Santa Catarina. Doutorado em Engenharia de Produção. Consultor, instrutor e professor de cursos de graduação e pós-graduação na área de Gestão da Qualidade. Autor de 11 livros nesta área.

Eduardo Vieira da Costa Guaragna

Engenheiro Mecânico e Mestre em Administração pela UFRGS. ASQ Senior, CQE, CQM-OE, CRE, CQA. Juiz do PNQ e PGQP. Diretor do PGQP. Consultor, Professor de MBA e Especialização. Autor do livro Desmistificando o Aprendizado Organizacional, Qualitymark.

Elcio Anibal de Lucca

Adm. Público e de Empresas pela EAESP-FGV, graduado e mestrado. Pres. Cons.Curador da FNQ por duas vezes. Pres. Serasa por 20 anos, tricampeã do PNQ e do Ibero-americano. Atualmente Pres. do Cons. do MBC, Cons. Indep. de Empresas e Entidades. Autor do livro Gestão para um Mundo Melhor.

Eliezer Arantes da Costa

Engenheiro em Eletrônica pelo ITA e Doutor pela UNICAMP. Trabalhou na VALE (ex-CVRD), em pesquisa operacional, e na Promon em sistemas da qualidade e em planejamento estratégico. Hoje atua como consultor de empresas em planejamento estratégico e na implantação de sistemas da qualidade.

Ettore Bresciani Filho

Engenheiro (ITA), Doutor (Escola Politécnica – USP). Professor Titular Aposentado (UNICAMP). Professor Responsável pelo Curso de Especialização em Engenharia da Qualidade (UNICAMP). Membro do CLE-UNICAMP. Membro da ASQ (desde 1974).

Evandro G. Lorentz

Engenheiro e Matemático (UFJF), Mestre (UFMG). ASQ Fellow, ASQ/CQE e CQA. Fundador e Primeiro Chair da International Member Unit (ASQ/IMU) brasileira. Consultor e Professor de Pós-Graduação em Cursos de Especialização. Autor de livros sobre qualidade.

Fabio E. P. Braga

Engenheiro (Escola Politécnica – USP). Ex-vice-presidente de Engenharia e Qualidade da TRW do Brasil. Ex-Professor do Curso de Especialização em Engenharia da Qualidade (UNICAMP). Gerente de Relações Institucionais da SAE BRASIL. Membro da ASQ.

Francisco Paulo Uras

Engenheiro (Escola Politécnica – USP). ASQ Fellow, ASQ/CQE, CQA e CMQ-OE. Palestrante do PEC-FGV-SP (2001 – 2009). Membro do Comitê Critérios de Excelência e Instrutor dos Cursos da FNQ. Consultor para implantação do Modelo de Excelência da FNQ.

Hayrton Rodrigues do Prado Filho

Jornalista profissional, estudou geologia na Universidade de São Paulo, jornalismo na Faculdade Casper Libero, palestrante, cursos de especialização, jurado de prêmios de qualidade e meio ambiente, autor de quatro e-books e atua em comunicação interna e externa. Blog: https://qualidadeonline.wordpress.com

Heitor Augusto de Moura Estevão

Engenheiro Civil (UFRJ) extensão universitária no Brasil e na França, Ex -Chefe do Serviço de Engenharia e Ex-Chefe do Escritório de Londres da Petrobras, Ex-Dir. Superintendente e de Operações da BRASNOR – Noruega, Conselheiro da Transportadora Brasileira de Gás, Sec. Técnico do ABNT/CB-25.

Ilcon Miranda Costa

Engenheiro Mecânico (UFRJ), atuante na área da qualidade automotiva desde 1965. Ex-membro das comissões da Qualidade (ANFAVEA, COBEI, MERCOSUL), Reguladora-SBC e CBC. Fundador da ABCQ e do IQA. Professor dos cursos ABCQ (CQE, CRE, CQA e Auditor do SGQ). Auditor e consultor.

Iris Bento da Silva

Engenheiro (EESC-USP). Doutor (UNICAMP). Professor Doutor (UNICAMP), Professor do Curso de Especialização em Engenharia da Qualidade (UNICAMP), Professor da Pós-graduação em Gestão (UNIMEP). Ex-Diretor Técnico do Sindiforja (ligado ao Sindipeças).

João Mário Csillag

Engenheiro (ITA), Mestre e Doutor em Administração de Empresas (EAESP-FGV), Professor Titular e Ex- Chefe do Depto. de Produção, Logística e Operações Empresariais da EAESP-FGV. Juiz do PNQ. Autor do livro “Análise do Valor” – Editora Atlas. Prêmio Qualidade Banas 2000.

Jorge Gerdau Johannpeter

Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais (UFRS). Presidente do Conselho de Administração da Gerdau, da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade do Governo Federal, do Movimento Todos pela Educação e do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP).

José Ephim Mindlin (in memoriam)

Bibliófilo, advogado (USP), empresário. Sócio fundador da Metal Leve, mobilizou a empresa e a indústria para o desenvolvimento de tecnologia própria, alta qualidade e design original. Foi secretário do Estado de SP. Formou a maior e mais significativa biblioteca particular de livros sobre o Brasil, doada à USP.

José Israel Vargas

PhD e Professor Catedrático. Membro da Acad. Bras. de Ciências, dos Países em Desenvolvimento e da Europeia de Ciências, Letras e Artes. Ex-Sec. Tecnologia Industrial, implantou o Inmetro, o IBQN, a Fundação Teófilo Ottoni, etc. Ex-Ministro de Estado de Ciência e Tecnologia e de Minas e Energia.

José Joaquim do Amaral Ferreira

Engenheiro (Escola Politécnica USP), M.Sc. (Stanford University), Mestre e Doutor (EPUSP), Professor Eng.Produção POLI/USP, Diretor de Certificação e Vice-Presidente Fundação Vanzolini, Vice-Presidente IQNet International Certification Network, Membro do Board da SBAlliance, Conselheiro CONSIC/FIESP.

José Paulo Silveira

Engenheiro Industrial Metalúrgico (UFF). No Governo Federal, participou da formulação e gestão do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade. Coordenou a criação do Comitê Brasileiro da Qualidade CB 25 da ABNT. Atualmente é Diretor Associado da Macroplan Prospectiva e Gestão.

José Ribeiro da Costa (in memoriam)

Engenheiro Nuclear. Prof. da COPPE-USP (Mestrado em Engenharia Nuclear). Prof. Visitante na UCLA/USA (Nuclear Engineering, 1969). Lecturer e Perito da IAEA dos Cursos Internacionais Regionais da IAEA (1978/81). Organizador do IBQN (1977/78) e do COBREN (1980/96, sendo também Presidente).

Juarez Távora Veado (in memoriam)

Ex-presidente do Inmetro, Ex-Diretor da Escola de Engenharia da UFMG e do CNPq. Seu maior reconhecimento público refere-se ao Programa de Tecnologia Industrial Básica (TIB), criado em 1984. Condecorado, pela Presidência da República, com a Ordem Nacional do Mérito Científico.

Marcio F. Migues

Engenheiro, Pós-graduado pela FGV e FDC. Coordenou por 13 anos cursos de pós-graduação em qualidade, atuando como professor no Brasil e no exterior. Examinador do PNQ. Executivo da área automotiva, com 38 anos de experiência. Atual Presidente eleito do Instituto da Qualidade Automotiva.

Ozires Silva

Engenheiro Aeronáutico. Empresário e atualmente Reitor do Centro Universitário Monte Serrat de Santos, SP. Trabalha com o Grupo ÂNIMA Educação, onde estamos nos esforçando para se tentar criar um novo sistema educacional para o país, buscando transformá-lo pela Educação.

Paulo Afonso Lopes da Silva

Estatístico (ENCE/IBGE) e Engenheiro (IME), PhD. (Florida Tech/EUA). ASQ Fellow, ASQ/CQE, CQA e CRE. Professor do Instituto Militar de Engenharia. Professor de Qualidade na Univ. de Wisconsin (2002) e no FIT (2002-2007), EUA. Autor do livro “Probabilidades e Estatística”, também em espanhol.

Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto

Engenheiro (ITA), Master of Science (Stanford, CA), Doutor (POLI/USP). Prof. Aposentado da POLI/USP – Engenharia de Produção, Presidente da Fundação Vanzolini (1982-1987), Juiz do PNQ e PPQG, Prêmio Qualidade Banas 1999, Prof. de Mestrado e Doutorado da UNIP. Autor de vários livros.

Reinaldo Dias Ferraz de Souza

Arquiteto (UnB), com especialização em Gestão da Qualidade pela FCO (UFMG) e pela Union of Japanese Scientists and Engineers (JUSE). Chefe da Assessoria de Captação de Recursos da Secretaria Executiva do MCTI. Representante do MCTI em diversos grupos executivos, no Brasil e no exterior.

Ruy de C. B. Lourenço Filho

Engenheiro (UFRJ), Tese de Livre Docência (UFMG). Consultor da Eletrobras. Professor aposentado do Instituto de Economia (CCJE/UFRJ) e da Ence/IBGE, tendo dirigido ambas as organizações. Autor de vários livros, entre os quais “Controle Estatístico da Qualidade”, pela LTC Editora, em 17ª tiragem.

Vivaldo A. Russo

Engenheiro (UNICAMP). Ex-Presidente de Hydraulics Business da América do Sul da EATON. Professor do Curso de Especialização em Engenharia da Qualidade (UNICAMP). Membro e ex-Diretor da SAE BRASIL.

 

banner_ipemapoia