Academia Brasileira da Qualidade (ABQ)

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Na noite do dia 28 de novembro, no Salão Nobre da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ocorreu a cerimônia de posse de 20 dos 31 membros da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ). Foram empossados 18 Acadêmicos ativos e dois Acadêmicos In Memoriam, que foram representados por seus familiares. Os onze Acadêmicos que não puderam comparecer ao evento serão empossados em cerimônias futuras. O evento contou com a presença das principais autoridades em Qualidade do Brasil, que, ao longo das últimas décadas, revolucionaram os processos produtivos brasileiros sempre em busca da perfeição. Entre os acadêmicos que tomaram posse, estão personalidades como o ex-ministro da Infraestrutura, Ozires Silva, o presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, e o presidente do Conselho do Movimento Brasil Competitivo, Elcio Anibal de Lucca.

A ABQ (www.abqualidade.org.br) é a instituição de referência sobre qualidade e excelência na gestão. Ela congrega especialistas e conhecedores da área da qualidade dos mais diversos setores econômicos nos âmbitos público e privado, e também professores universitários. Trata-se de uma organização não governamental, sem fins lucrativos, cuja missão é contribuir para o desenvolvimento do conhecimento da engenharia da qualidade, da gestão da qualidade e da excelência da gestão, em benefício das organizações e da sociedade brasileira. A Cerimônia de Posse dos Acadêmicos encerra a etapa de formação da ABQ, constituída há quase dois anos e que, a partir de agora, inicia o planejamento estratégico para se atingir os objetivos da Academia. A ABQ conta com o apoio do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), que tem se responsabilizado pelo suporte logístico da ABQ e cedido suas instalações para as reuniões ordinárias da Academia, da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, que administra o site da Academia, da Editora Banas, responsável pela divulgação institucional, e da Fiesp, que cedeu o espaço para a realização do evento.

 

Conheça os 31 Acadêmicos

Ariosto Farias Junior

Engenheiro Civil. Instrutor e Examinador Sênior do Prêmio Nacional da Qualidade, deste 1992 até 2010. Consultor em Gestão da Qualidade e Segurança da Informação. Membro do comitê ABNT/CB 25. Líder da Delegação do Brasil em Comitês da ISO em diversas oportunidades. Instrutor da ISO.

Basilio V. Dagnino

ASQ Fellow. CQP & Fellow, CQI (Londres). Co-fundador do 1º curso de pós-graduação em Qualidade (UCP). Primeiro Gerente Técnico da FNQ (1991 a 1997). Juiz, examinador, instrutor e consultor de modelos de excelência do PNQ e outros prêmios.

Carlos de Mathias Martins (in memoriam)

Engenheiro Eletricista formado pela Escola Politécnica da USP. Primeiro Superintendente da Fundação Prêmio Nacional da Qualidade (1991/97), hoje Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Participou ativamente de instituições voltadas à Gestão e à Qualidade tais como ASQ, ABNT e PQGF.

Dorothea Fonseca Furquim Werneck

Economista (Mestrado e Curso de Doutorado/Boston College-USA). Secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais. Ministra de Estado (duas pastas). Sec. Nacional de Economia. Diretora da FPNQ (duas vezes). Prof. da UFRJ e do Curso de Formação de Diplomatas do Itamaraty.

Edson Pacheco Paladini

Professor Titular do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas/Universidade Federal de Santa Catarina. Doutorado em Engenharia de Produção. Consultor, instrutor e professor de cursos de graduação e pós-graduação na área de Gestão da Qualidade. Autor de 11 livros nesta área.

Eduardo Vieira da Costa Guaragna

Engenheiro Mecânico e Mestre em Administração pela UFRGS. ASQ Senior, CQE, CQM-OE, CRE, CQA. Juiz do PNQ e PGQP. Diretor do PGQP. Consultor, Professor de MBA e Especialização. Autor do livro Desmistificando o Aprendizado Organizacional, Qualitymark.

Elcio Anibal de Lucca

Adm. Público e de Empresas pela EAESP-FGV, graduado e mestrado. Pres. Cons.Curador da FNQ por duas vezes. Pres. Serasa por 20 anos, tricampeã do PNQ e do Ibero-americano. Atualmente Pres. do Cons. do MBC, Cons. Indep. de Empresas e Entidades. Autor do livro Gestão para um Mundo Melhor.

Eliezer Arantes da Costa

Engenheiro em Eletrônica pelo ITA e Doutor pela UNICAMP. Trabalhou na VALE (ex-CVRD), em pesquisa operacional, e na Promon em sistemas da qualidade e em planejamento estratégico. Hoje atua como consultor de empresas em planejamento estratégico e na implantação de sistemas da qualidade.

Ettore Bresciani Filho

Engenheiro (ITA), Doutor (Escola Politécnica – USP). Professor Titular Aposentado (UNICAMP). Professor Responsável pelo Curso de Especialização em Engenharia da Qualidade (UNICAMP). Membro do CLE-UNICAMP. Membro da ASQ (desde 1974).

Evandro G. Lorentz

Engenheiro e Matemático (UFJF), Mestre (UFMG). ASQ Fellow, ASQ/CQE e CQA. Fundador e Primeiro Chair da International Member Unit (ASQ/IMU) brasileira. Consultor e Professor de Pós-Graduação em Cursos de Especialização. Autor de livros sobre qualidade.

Fabio E. P. Braga

Engenheiro (Escola Politécnica – USP). Ex-vice-presidente de Engenharia e Qualidade da TRW do Brasil. Ex-Professor do Curso de Especialização em Engenharia da Qualidade (UNICAMP). Gerente de Relações Institucionais da SAE BRASIL. Membro da ASQ.

Francisco Paulo Uras

Engenheiro (Escola Politécnica – USP). ASQ Fellow, ASQ/CQE, CQA e CMQ-OE. Palestrante do PEC-FGV-SP (2001 – 2009). Membro do Comitê Critérios de Excelência e Instrutor dos Cursos da FNQ. Consultor para implantação do Modelo de Excelência da FNQ.

Hayrton Rodrigues do Prado Filho

Jornalista profissional, estudou geologia na Universidade de São Paulo, jornalismo na Faculdade Casper Libero, palestrante, cursos de especialização, jurado de prêmios de qualidade e meio ambiente, autor de quatro e-books e atua em comunicação interna e externa. Blog: https://qualidadeonline.wordpress.com

Heitor Augusto de Moura Estevão

Engenheiro Civil (UFRJ) extensão universitária no Brasil e na França, Ex -Chefe do Serviço de Engenharia e Ex-Chefe do Escritório de Londres da Petrobras, Ex-Dir. Superintendente e de Operações da BRASNOR – Noruega, Conselheiro da Transportadora Brasileira de Gás, Sec. Técnico do ABNT/CB-25.

Ilcon Miranda Costa

Engenheiro Mecânico (UFRJ), atuante na área da qualidade automotiva desde 1965. Ex-membro das comissões da Qualidade (ANFAVEA, COBEI, MERCOSUL), Reguladora-SBC e CBC. Fundador da ABCQ e do IQA. Professor dos cursos ABCQ (CQE, CRE, CQA e Auditor do SGQ). Auditor e consultor.

Iris Bento da Silva

Engenheiro (EESC-USP). Doutor (UNICAMP). Professor Doutor (UNICAMP), Professor do Curso de Especialização em Engenharia da Qualidade (UNICAMP), Professor da Pós-graduação em Gestão (UNIMEP). Ex-Diretor Técnico do Sindiforja (ligado ao Sindipeças).

João Mário Csillag

Engenheiro (ITA), Mestre e Doutor em Administração de Empresas (EAESP-FGV), Professor Titular e Ex- Chefe do Depto. de Produção, Logística e Operações Empresariais da EAESP-FGV. Juiz do PNQ. Autor do livro “Análise do Valor” – Editora Atlas. Prêmio Qualidade Banas 2000.

Jorge Gerdau Johannpeter

Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais (UFRS). Presidente do Conselho de Administração da Gerdau, da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade do Governo Federal, do Movimento Todos pela Educação e do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP).

José Ephim Mindlin (in memoriam)

Bibliófilo, advogado (USP), empresário. Sócio fundador da Metal Leve, mobilizou a empresa e a indústria para o desenvolvimento de tecnologia própria, alta qualidade e design original. Foi secretário do Estado de SP. Formou a maior e mais significativa biblioteca particular de livros sobre o Brasil, doada à USP.

José Israel Vargas

PhD e Professor Catedrático. Membro da Acad. Bras. de Ciências, dos Países em Desenvolvimento e da Europeia de Ciências, Letras e Artes. Ex-Sec. Tecnologia Industrial, implantou o Inmetro, o IBQN, a Fundação Teófilo Ottoni, etc. Ex-Ministro de Estado de Ciência e Tecnologia e de Minas e Energia.

José Joaquim do Amaral Ferreira

Engenheiro (Escola Politécnica USP), M.Sc. (Stanford University), Mestre e Doutor (EPUSP), Professor Eng.Produção POLI/USP, Diretor de Certificação e Vice-Presidente Fundação Vanzolini, Vice-Presidente IQNet International Certification Network, Membro do Board da SBAlliance, Conselheiro CONSIC/FIESP.

José Paulo Silveira

Engenheiro Industrial Metalúrgico (UFF). No Governo Federal, participou da formulação e gestão do Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade. Coordenou a criação do Comitê Brasileiro da Qualidade CB 25 da ABNT. Atualmente é Diretor Associado da Macroplan Prospectiva e Gestão.

José Ribeiro da Costa (in memoriam)

Engenheiro Nuclear. Prof. da COPPE-USP (Mestrado em Engenharia Nuclear). Prof. Visitante na UCLA/USA (Nuclear Engineering, 1969). Lecturer e Perito da IAEA dos Cursos Internacionais Regionais da IAEA (1978/81). Organizador do IBQN (1977/78) e do COBREN (1980/96, sendo também Presidente).

Juarez Távora Veado (in memoriam)

Ex-presidente do Inmetro, Ex-Diretor da Escola de Engenharia da UFMG e do CNPq. Seu maior reconhecimento público refere-se ao Programa de Tecnologia Industrial Básica (TIB), criado em 1984. Condecorado, pela Presidência da República, com a Ordem Nacional do Mérito Científico.

Marcio F. Migues

Engenheiro, Pós-graduado pela FGV e FDC. Coordenou por 13 anos cursos de pós-graduação em qualidade, atuando como professor no Brasil e no exterior. Examinador do PNQ. Executivo da área automotiva, com 38 anos de experiência. Atual Presidente eleito do Instituto da Qualidade Automotiva.

Ozires Silva

Engenheiro Aeronáutico. Empresário e atualmente Reitor do Centro Universitário Monte Serrat de Santos, SP. Trabalha com o Grupo ÂNIMA Educação, onde estamos nos esforçando para se tentar criar um novo sistema educacional para o país, buscando transformá-lo pela Educação.

Paulo Afonso Lopes da Silva

Estatístico (ENCE/IBGE) e Engenheiro (IME), PhD. (Florida Tech/EUA). ASQ Fellow, ASQ/CQE, CQA e CRE. Professor do Instituto Militar de Engenharia. Professor de Qualidade na Univ. de Wisconsin (2002) e no FIT (2002-2007), EUA. Autor do livro “Probabilidades e Estatística”, também em espanhol.

Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto

Engenheiro (ITA), Master of Science (Stanford, CA), Doutor (POLI/USP). Prof. Aposentado da POLI/USP – Engenharia de Produção, Presidente da Fundação Vanzolini (1982-1987), Juiz do PNQ e PPQG, Prêmio Qualidade Banas 1999, Prof. de Mestrado e Doutorado da UNIP. Autor de vários livros.

Reinaldo Dias Ferraz de Souza

Arquiteto (UnB), com especialização em Gestão da Qualidade pela FCO (UFMG) e pela Union of Japanese Scientists and Engineers (JUSE). Chefe da Assessoria de Captação de Recursos da Secretaria Executiva do MCTI. Representante do MCTI em diversos grupos executivos, no Brasil e no exterior.

Ruy de C. B. Lourenço Filho

Engenheiro (UFRJ), Tese de Livre Docência (UFMG). Consultor da Eletrobras. Professor aposentado do Instituto de Economia (CCJE/UFRJ) e da Ence/IBGE, tendo dirigido ambas as organizações. Autor de vários livros, entre os quais “Controle Estatístico da Qualidade”, pela LTC Editora, em 17ª tiragem.

Vivaldo A. Russo

Engenheiro (UNICAMP). Ex-Presidente de Hydraulics Business da América do Sul da EATON. Professor do Curso de Especialização em Engenharia da Qualidade (UNICAMP). Membro e ex-Diretor da SAE BRASIL.

 

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Posse na Academia Brasileira da Qualidade (ABQ)

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João Mário Csillag, presidente da ABQ

Tomaram posse em uma cerimônia realizada na Fiesp no dia 28 de novembro os acadêmicos que fazem parte da ABQ. Não compareceram ao evento os acadêmicos José Paulo Silveira, Iris Bento da Silva, José Israel Vargas, Dorothea Fonseca Furquim Werneck e Reinaldo Dias Ferraz de Souza e, por motivo de saúde de sua esposa, Heitor Augusto de Moura Estevão. Também por motivo de saúde não pode comparecer Sérgio Ephim Mindlin, que representaria o seu pai, o acadêmico in memoriam José Ephim Mindlin. Conheça abaixo o perfil resumido dos acadêmicos que receberam um diploma e as homenagens dos convidados:

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Evandro Lorentz

Engenheiro e Matemático pela Universidade Federal de Juiz de Fora, Mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais. ASQ Fellow, ASQ/CQE e CQA. Fundador e Primeiro Chair da International Member Unit (ASQ/IMU) brasileira. Consultor e Professor de Pós-Graduação em Cursos de Especialização. Autor de livro sobre qualidade.

Basilio Dagnino

ASQ Fellow. CQP & Fellow, CQI (Londres). Co-fundador do 1º curso de pós-graduação em Qualidade na Universidade Católica de Petrópolis. Primeiro Gerente Técnico da Fundação Nacional da Qualidade, de 1991 a 1997. Juiz, examinador, instrutor e consultor de modelos de excelência do Prêmio Nacional da Qualidade e outros prêmios.

Francisco Paulo Uras

Engenheiro pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. ASQ Fellow, ASQ/CQE, CQA e CMQ-OE. Palestrante do Programa de Educação Continuada da Fundação Getúlio Vargas – SP, de 2001 a 2009. Membro do Comitê Critérios de Excelência e Instrutor dos Cursos da Fundação Nacional da Qualidade. Consultor para implantação do Modelo de Excelência da Fundação Nacional da Qualidade.

Fábio Braga

Engenheiro pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Ex-vice-presidente de Engenharia e Qualidade da TRW do Brasil. Ex-Professor do Curso de Especialização em Engenharia da Qualidade da Universidade Estadual de Campinas. Gerente de Relações Institucionais da SAE BRASIL. Membro da ASQ.

Ariosto Farias Junior

Engenheiro Civil. Instrutor, Examinador e Examinador Sênior do Prêmio Nacional da Qualidade, desde 1992 até 2010. Consultor em Gestão da Qualidade e Segurança da Informação. Membro do comitê ABNT/CB 25. Líder da Delegação do Brasil em Comitês da ISO em diversas oportunidades. Instrutor da ISO.

João Mário Csillag

Engenheiro pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA, Mestre e Doutor em Administração de Empresas pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas, Professor Titular e Ex-Chefe do Departamento de Produção, Logística e Operações Empresariais da mencionada Escola de Administração de Empresas. Juiz do Prêmio Nacional da Qualidade. Autor do livro “Análise do Valor”. Prêmio Qualidade Banas 2000. É o atual presidente da ABQ.

Marcio Migues

Engenheiro, Pós-graduado pela FGV e FDC. Coordenou por 13 anos cursos de pós-graduação em qualidade, atuando como professor no Brasil e no exterior. Examinador do Prêmio Nacional da Qualidade. Executivo da área automotiva, com 38 anos de experiência. Atual Presidente eleito do Instituto da Qualidade Automotiva.

Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto

Engenheiro pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA, Master of Science pela Universidade Stanford, Califórnia, Doutor pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, onde é professor aposentado. Presidente da Fundação Carlos Alberto Vanzolini de 1982 a 1987, Juiz do Prêmio Nacional da Qualidade e do Prêmio Paulista de Qualidade da Gestão, Prêmio Qualidade Banas 1999, Professor de Mestrado e Doutorado da Universidade Paulista. Autor de vários livros.

Eduardo Vieira da Costa Guaragna

Engenheiro Mecânico e Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. ASQ Senior, CQE, CQM-OE, CRE, CQA. Ex-presidente do Conselho das Partes Interessadas do Movimento Brasil Competitivo. Juiz do Prêmio Nacional da Qualidade e Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade, do qual também é diretor. Consultor, Professor de MBA e Especialização. Autor do livro Desmistificando o Aprendizado Organizacional, Qualitymark.

Paulo Afonso Lopes da Silva

Estatístico pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e Engenheiro pelo Instituto Militar de Engenharia. É também PhD pela Florida Tech/USA. Atua na ASQ, CQE CQA, CRE como e Senior Member. Autor do livro “Probabilidades e Estatística”, também em espanhol. Professor de Qualidade na Universidade de Wisconsin (2002) e no FIT (2002-2007), EUA.

Jorge Gerdau Johannpeter

Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, da Câmara de Políticas de Gestão, Desempenho e Competitividade do Governo Federal, do Movimento Todos pela Educação e do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade.

Carlos de Mathias Martins (in memoriam)

Foi Engenheiro Eletricista formado pela Escola Politécnica da USP. Primeiro Superintendente da Fundação Prêmio Nacional da Qualidade (1991/97), hoje Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Participou ativamente de instituições voltadas à Gestão e à Qualidade tais como American Society for Quality, Associação Brasileira de Normas Técnicas e Prêmio de Qualidade do Governo Federal.

Eliezer Arantes da Costa

Engenheiro em Eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA e Doutor pela Universidade l de Campinas UNICAMP. Trabalhou na Companhia Vale do Rio Doce, em pesquisa operacional, e na Promon em sistemas da qualidade e em planejamento estratégico. Hoje atua como consultor de empresas em planejamento estratégico e na implantação de sistemas da qualidade. É autor do livro “Gestão Estratégica – Da empresa que temos para a empresa que queremos”, já na sua segunda edição.

Edson Pacheco Paladini

Professor Titular do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas da Universidade Federal de Santa Catarina. Doutorado em Engenharia de Produção. Consultor, instrutor e professor de cursos de graduação e pós-graduação na área de Gestão da Qualidade. Autor de 11 livros nesta área.

Hayrton Rodrigues do Prado Filho

Jornalista profissional, estudou geologia na Universidade de São Paulo, jornalismo na Faculdade Casper Libero, palestrante com cursos de especialização, jurado de prêmios da qualidade e meio ambiente, autor de quatro e-books e atua em comunicação interna e externa.

José Joaquim do Amaral Ferreira

Engenheiro pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Master of Science pela Stanford University, Mestre e Doutor pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, onde é Professor em Engenharia de Produção. Diretor de Certificação e Vice-Presidente da Fundação Carlos Alberto Vanzolini, Vice-Presidente da IQNet International Certification Network, Membro do Board da SB Alliance, Conselheiro do CONSIC da FIESP.

Ozires Silva

Engenheiro Aeronáutico pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica – ITA. Foi idealizador e primeiro Presidente da Embraer, Presidente da Petrobrás e de várias outras empresas, Ministro da Infraestrutura e é atualmente Reitor do Centro Universitário Monte Serrat de Santos, São Paulo. Trabalha com o Grupo ÂNIMA Educação, que se esforça para criar um novo sistema educacional para o país, buscando transformá-lo pela Educação.

José Ribeiro da Costa (in memoriam)

Foi Engenheiro Nuclear. Professor da COPPE na Universidade Federal do Rio de Janeiro, no Mestrado em Engenharia Nuclear. Professor Visitante na Univesity of California Los Angeles/USA, do curso Nuclear Engineering, em 1969. Lecturer e Perito dos Cursos Internacionais Regionais da IAEA (1978/81). Organizador do Instituto Brasileiro da Qualidade Nuclear (1977/78) e do Conselho Brasileiro de Energia Nuclear (1980/96, sendo também seu Presidente).

Ilcon Miranda Costa

Engenheiro Mecânico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, atuante na área da qualidade automotiva desde 1965. Ex-membro de comissões da Qualidade nas entidades ANFAVEA, COBEI e MERCOSUL, da Reguladora-SBC e do CBC. Fundador da Associação Brasileira de Controle da Qualidade e do Instituto da Qualidade Automotiva. Professor dos cursos ABCQ (CQE, CRE, CQA e Auditor do SGQ). Auditor e consultor.

Élcio Anibal de Lucca

Administrador Público e de Empresas pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas, graduado e mestrado. Presidente do Conselho Curador da Fundação Nacional da Qualidade por duas vezes. Presidente da Serasa por 20 anos, empresa tricampeã do PNQ e do Prêmio Ibero-Americano. Atualmente é Presidente do Conselho do Movimento Brasil Competitivo, Presidente da SHIFT – Lideres Empresarias e Consultor Independente de Empresas e Entidades. Autor do livro Gestão para um Mundo Melhor.

Revista Digital

Com o objetivo de atender os clientes e usuários, a Target elaborou uma pauta de treinamentos estruturados que oferecem aos participantes os subsídios técnicos necessários para que todos possam estar seguros das melhores práticas existentes no âmbito da engenharia, saúde, segurança no trabalho e gestão empresarial atendendo a legislação vigente. Um corpo docente formado por especialistas reconhecidos em seus setores, garante aos alunos uma formação altamente eficaz e qualificada. O número reduzido de participantes por turma é outro fator que confere eficiência aos Cursos Target. Dessa maneira, cada aluno tem mais oportunidades de interagir pessoalmente com os professores e colegas de sala, potencializando a troca de informações e experiências.
Para aqueles que possuem uma agenda de compromissos complexa, a Target transmite os cursos ao vivo pela Internet, utilizando-se de ferramentas de interação de última geração.

Confira abaixo o catálogo de cursos Target

Revista Digital

Solenidade de Posse da Academia Brasileira da Qualidade (ABQ)

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A ABQ irá realizar a sua solenidade de posse no dia 28 de novembro de 2012, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista, 1313, no Espaço do Nobre do 15° andar, às 19 horas e 30 minutos. Na ocasião irão tomar posse os acadêmicos:

Ariosto Farias Junior

Basilio V. Dagnino

Carlos de Mathias Martins (in memoriam)

Dorothea Fonseca Furquim Werneck

Edson Pacheco Paladini

Eduardo Vieira da Costa Guaragna

Elcio Anibal de Lucca

Eliezer Arantes da Costa

Ettore Bresciani Filho

Evandro G. Lorentz

Fabio E. P. Braga

Francisco Paulo Uras

Hayrton Rodrigues do Prado Filho

Heitor Augusto de Moura Estevão

Ilcon Costa

Iris Bento da Silva

João Mário Csillag

Jorge Gerdau Johannpeter

José Ephim Mindlin (in memoriam)

José Israel Vargas

José Joaquim do Amaral Ferreira

José Paulo Silveira

José Ribeiro da Costa (in memoriam)

Juarez távora Veado (in memoriam)

Marcio F. Migues

Ozires Silva

Paulo Afonso Lopes da Silva

Pedro Luiz de Oliveira Costa Neto

Reinaldo Dias Ferraz de Souza

Ruy de Carvalho Bergstrom Lourenço Filho

Vivaldo A. Russo

Também já foram aprovadas pelos acadêmicos a Visão, a Missão e os Valores da ABQ:

Visão da ABQ

A ABQ é a instituição de referência sobre qualidade e excelência na gestão.

Missão da ABQ

Contribuir para o desenvolvimento do conhecimento da engenharia da qualidade, da gestão da qualidade e da excelência da gestão, em benefício das organizações e da sociedade brasileira.

PRINCÍPIOS E VALORES DO ACADÊMICO

  • Ter uma conduta honesta e digna, em conformidade com as leis e os padrões éticos da sociedade.
  • Atuar para o aumento do conhecimento, da competência e do valor da sua atividade profissional e da qualidade, buscando o desenvolvimento sustentável.
  • Zelar por sua reputação pessoal e profissional, atuando com lealdade, honestidade, decoro, veracidade, dignidade e boa-fé.
  • Pautar as suas relações pela cordialidade no trato, pela confiança e pelo respeito, independente de qualquer posição hierárquica, cargo ou função exercida interna ou externamente à Academia.
  • Zelar para que suas ações não conflitem com os interesses da ABQ, nem causem dano à imagem e reputação da Academia.
  • Agir sempre em caráter pessoal e não em nome da Academia, nas suas atividades político-partidárias.

A gestão da cadeia produtiva de eventos de forma sustentável

PAS 79: avaliando os riscos de incêndios

Essa Publicly Available Specification (PAS 79) , revisada em 2012, fornece as orientações e os exemplos correspondentes de documentação para a realização de registros das descobertas significativas de fogo, avaliações de seu risco em instalações, a fim de serem cumpridas as legislações sobre o assunto. Ele não é aplicável no caso de uma habitação unifamiliar privada, ou necessariamente aplicáveis às instalações durante a fase 1 de construção, mas é aplicável a instalações vazias, para que uma avaliação de risco de incêndio seja necessária. Clique no link http://www.target.com.br/portal_new/Home.aspx?pp=27&c=2847 para ler mais.

No Anexo B da NBR ISO 20121, que especifica os requisitos de um sistema de gestão para sustentabilidade de eventos para qualquer tipo de evento ou atividades relacionadas a eventos, bem como fornece orientações sobre a conformidade com esses requisitos, descreve-se como fazer a gestão da cadeia produtiva de forma sustentável. Em muitos casos, a maioria das atividades de produção de eventos é realizada pela provisão da cadeia produtiva de produtos, materiais e serviços contratados (incluindo a força de trabalho). A aquisição, portanto, é uma área-chave na qual o desempenho da sustentabilidade pode ser melhorado. Esse Anexo fornece informações sobre a aquisição sustentável.

A gestão da cadeia produtiva é a prática de melhorar a forma como uma empresa encontra os produtos ou serviços que ela necessita para seus clientes. O sucesso de uma empresa se confunde com as ações, práticas e produtos de seus fornecedores. A melhor prática é desenvolver e aperfeiçoar políticas de aquisição sustentável e manter uma comunicação clara e aberta com os fornecedores. As práticas de aquisição sustentável podem resultar em um desempenho ambiental melhorado (menor eliminação de resíduos e menores custos de treinamento, menos taxas de licenciamento ambiental e, frequentemente, redução de custos dos materiais), aumento da consciência social (preocupações com o trabalho infantil, emprego das pessoas com deficiência, fornecimento local) e retornos econômicos (comércio justo).

No item 8.2 há a pergunta: o que é aquisição sustentável e por que ela é requerida? Ela requer engajamento com uma ampla gama de fornecedores, de especialistas a não especialistas. É a integração das questões de desenvolvimento sustentável em todos os aspectos do ciclo de aquisição, incluindo: a definição da necessidade para a aquisição sustentável; a avaliação de opções possíveis; o projeto e a especificação; a seleção de fornecedores; a proposta ou a avaliação equivalente; a gestão de pós-contrato; o desenvolvimento de fornecedores; e a análise crítica de desempenho. Convém que quatro objetivos chave sejam tratados ao integrar a gestão de desenvolvimento sustentável o processo de aquisição: minimizar os impactos negativos de produtos e/ou serviços (por exemplo, impactos sobre a saúde, qualidade do ar, geração de resíduos perigosos, impactos sociais devido ao álcool e outras drogas); minimizar a demanda por recursos (por exemplo, utilizando produtos com recursos eficientes, como aparelhos com energia mais eficiente, veículos com combustível mais eficiente e produtos que incorporam conteúdo reciclado); minimizar os impactos negativos da própria cadeia produtiva, em particular os aspectos sociais, como, por exemplo, dando preferência a fornecedores locais e “projetos de inclusão” (onde a força de trabalho inclua uma quota para pessoas com deficiência) e organizações que atendam a padrões mínimos éticos, de direitos humanos e de emprego, incluindo as oportunidades iguais; e assegurar que os termos do contrato justo sejam aplicados e respeitados.

Além disso, pode-se perguntar: quando é recomendado que as questões de aquisição sustentável sejam consideradas? Essas questões de desenvolvimento sustentável sejam consideradas no primeiro estágio do processo de aquisição através da construção de critérios relevantes em especificações de produto/serviço. Isto permite opções a serem selecionadas que atendam à especificação, porém que também forneçam o melhor valor para o dinheiro. Essa abordagem evita potenciais conflitos entre as questões ambientais, sociais e econômicas que surgem posteriormente ao processo de aquisição. E o que envolve a aquisição sustentável? Convém que as etapas-chave a serem realizadas (em nenhuma ordem específica) sejam: estabelecer uma política para a aquisição sustentável; produzir especificações da proposta que incorporam critérios de desempenho de desenvolvimento sustentável; o exercício do diálogo com fornecedores simples ou potenciais; avaliar as submissões das propostas e avaliar o desempenho de desenvolvimento sustentável em todo o ciclo de aquisição.

Já uma política de aquisição pode ser estabelecida e documentada, alinhada com a política de gestão para sustentabilidade de eventos, que elabora (no contexto da aquisição sustentável) as questões, objetivos, keys performances indicatores (KPls) e metas estabelecidos para o evento como um todo. Convém que a política de aquisição sustentável: defina o escopo (ou seja, a extensão) da aquisição sustentável, por exemplo, recursos econômicos, sociais, ambientais e naturais, abordagem do ciclo de vida, temas de eventos-chave, etc.; declare o nível de desempenho desejado, por exemplo, conformidade básica legal ou estender “além das melhores práticas atuais”, incluindo a construção de valores de sustentabilidade nas estratégias do fornecedor; defina a abordagem/critérios de avaliação de fornecedores durante a avaliação da proposta; avalie a consistência e o alinhamento dos requisitos de desempenho para os fornecedores com as expectativas da própria organização.

Somam-se a isso as seguintes considerações sejam levadas em consideração na definição da abordagem para avaliação/gestão de fornecedores e fornecedores potenciais: a extensão em que os produtos/serviços dos fornecedores são fundamentais para o setor de compras da organização; o nível das despesas com relação ao tamanho do fornecedor, a fim de estabelecer o grau de influência que pode ser exercido; as questões importantes sobre recursos sociais, econômicos, ambientais e naturais e os riscos associados relativos ao produto/serviço; e separar os fornecedores por tipo de indústria, serviço ou produto, a fim de desenvolver meios adequados de comunicação/engajamento com eles. Convém que a organização selecione, a partir de abordagens apropriadas, ferramentas e técnicas para avaliar e gerenciar a aquisição sustentável. Estas incluem as seguintes: sistemas de ponderação/pontuação: formas quantitativas/qualitativas de avaliar os méritos das soluções propostas aplicadas aos Kpls; avaliação do ciclo de vida e de todo o custo de vida: os impactos reais de produtos e/ou serviços com base em uma abordagem “cradle-to-cradle” ou seja, uma abordagem holística que avalie os aspectos ambientais e impactos potenciais associados com a manufatura, uso e descarte de um produto; a hierarquia de aquisições sustentáveis: “repensar, eliminar, reduzir, reutilizar, reciclar, descartar”, uma abordagem para minimizar os impactos dos recursos naturais, que é similar à hierarquia de gestão de resíduos; código de conduta do fornecedor: pode ser utilizado pela organização contratante, a fim de assegurar que seus fornecedores estejam em conformidade com os elementos ambientais, sociais e éticos de aquisição sustentável; as melhores práticas da indústria: normas de gestão de desenvolvimento sustentável para setores/áreas específicos da indústria definidos pela indústria e que representem a avaliação da indústria nos níveis de desempenho adequados; melhor valor: segundo a definição do governo do Reino Unido é a “combinação ideal de todos os custos do ciclo de vida e os benefícios que atendem ao requisito do cliente”. Essa abordagem permite que o desenvolvimento sustentável que inclui a gestão da qualidade seja levado em consideração quando as opções de prestação de serviços estão sendo consideradas.

Existem duas amplas abordagens que podem ser utilizadas para estabelecer metas de desenvolvimento sustentável para fornecedores, a abordagem de “comando e controle” e de “parcerias”. A abordagem de comando e controle: envolve a gestão e a regulação mais próxima de fornecedores incluindo padrões especificos e listas de verificação com os quais as organizações podem insistir que seus fornecedores cumpram. Embora ela possa ser efetiva, também pode ser inflexível, fazendo com que os fornecedores reajam a requisitos precisos, em vez de se engajar de forma proativa com os objetivos de desenvolvimento sustentável. Isto, algumas vezes, leva a uma abordagem “superficial” em que o fornecedor toma as medidas mínimas para atender ao padrão de desempenho requerido.

A abordagem de parcerias envolve a construção de relacionamento com o fornecedor e utiliza a informação, a influência e a educação com o objetivo de assegurar que tanto o fornecedor como a organização estejam trabalhando com metas similares. A longo prazo, a abordagem de “parcerias” tende a ser mais efetiva do que a abordagem de “comando e controle”, entretanto, ela requer mais esforço e investimento. Quando determinados produtos e serviços forem necessários em uma base de rotina, pode ser mais apropriado investir na abordagem de “parcerias”. É provável que as organizações adotem uma combinação dessas técnicas. Assim, convém que as Solicitações de Propostas referenciem os termos da política de sustentabilidade. As propostas submetidas devem ser avaliadas utilizando os critérios e as técnicas de avaliação descritos anteriormente. Quando for praticável, convém que a implementação da estratégia seja monitorada durante toda o estágio de implementação utilizando KPls e padrões comparativos apropriados. Convém que as informações coletadas durante o processo de monitoramento sejam então avaliadas e reportadas. Convém que as lições aprendidas sejam documentadas e incorporadas no processo de análise crítica para identificar melhorias para atividades futuras.

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Modelo de sistema de gestão para sustentabilidade de eventos

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NBR ISO 20121: os requisitos obrigatórios para a sustentabilidade dos eventos

eventAs estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que são realizados cerca de 330 mil eventos por ano no país capazes de atrair quase 80 milhões de participantes sejam eles ativos ou passivos. A região sudeste ainda lidera e concentra a maior parte dos eventos, promovendo quase 170 mil a cada ano, cerca de 50% do total, seguida pela região sul com 63 mil eventos anuais (19% do total). Quando termina um evento, a maioria dos materiais utilizados em sua montagem, é simplesmente descartado, como convites, panfletos, brindes e até o próprio cenário. Quase 80% de tudo o que foi usado vai para o lixo e só cerca de 20% desse material será reaproveitado. Estima-se que, com a adoção de medidas de minimização de impacto, como priorizar os recicláveis e reutilizáveis na escolha dos materiais usados na produção e confecção do cenário e evitar imprimir o que não for absolutamente necessário, é possível reduzir em até 80% o volume de lixo dos eventos.

Dessa forma, os impactos socioambientais gerados por congressos, feiras de negócios e exposições deve começar a fazer parte das preocupações da sociedade para termos cidades com melhor qualidade de vida. Apenas na capital paulista, segundo dados da Secretaria Municipal de Turismo de São Paulo, são 90 mil por ano, praticamente um a cada 6 minutos, gerando benefícios para a cidade, mas também, muitos problemas ambientais, sociais e de saúde para seus freqüentadores. A redução do impacto negativo no meio ambiente e à sociedade, aumento da qualidade e conforto ambiental para os ocupantes e freqüentadores, custos operacionais menores são alguns dos benefícios que a prática de sustentabilidade socioambiental pode agregar aos eventos. Dessa maneira, fica evidente que o controle sob construção, demolição e reforma, o correto tratamento de resíduos, a racionalização do uso da água, eficiência energética, qualidade do ar e conforto ambiental interno, responsabilidade social da empresa organizadora e montadora, neutralização de carbono gerado podem atenuar os problemas provocados ao meio ambiente.

Editada em 2012, a NBR ISO 20121: 2012 – Sistemas de gestão para sustentabilidade de eventos – Requisitos com orientações de uso (clique no link pra mais informações sobre a norma) aplicável a qualquer organização que deseje: estabelecer, implementar, manter e melhorar um sistema de gestão para sustentabilidade de eventos; garantir que esteja em conformidade com sua política de desenvolvimento sustentável estabelecida; demonstrar conformidade voluntária com essa norma por primeira parte (autodeterminação e autodeclaração), segunda parte (ratificação da conformidade por partes que tenha um interesse na organização, como clientes ou por outras pessoas em seu nome), ou terceira parte independente (por exemplo, organismo de certificação). Na verdade, os eventos são algumas vezes, por sua natureza, de grande visibilidade e passageiros, com impactos sociais, econômicos e ambientais positivos e negativos.

Ela foi elaborada para auxiliar as organizações e os indivíduos a melhorar a sustentabilidade de suas atividades relacionadas a eventos. Especifica os requisitos de um sistema de gestão para sustentabilidade de eventos, a fim de melhorar a sustentabilidade de eventos. É aplicável a todos os tipos e tamanhos de organizações envolvidas no projeto e execução de eventos e acomoda diferentes condições geográficas, culturais e sociais. Ao mesmo tempo, ela requer que as organizações reconheçam a sua relação e o impacto sobre a sociedade, e as expectativas da sociedade com os eventos.

É uma norma de sistema de gestão que desafia uma organização a melhorar seu processo e a considerar a melhoria contínua no seu desempenho, bem como permite à organização a flexibilidade de ser mais criativa sobre a execução de atividades relacionadas a eventos sem prejudicar a finalidade do evento. Não é uma lista de verificação ou uma estrutura de relatório ou um método de avaliação do desempenho de sustentabilidade de eventos. É para ser aplicada de forma flexível e permitirá que as organizações que não trabalhem formalmente em prol do desenvolvimento sustentável comecem a implementar um sistema de gestão para sustentabilidade de eventos.

As organizações com sistemas de gestão implementados serão capazes de integrar os seus requisitos em seus sistemas existentes. Todas as organizações se beneficiarão do processo de melhoria contínua ao longo do tempo. A complexidade do sistema e a extensão da documentação e os recursos destinados a ela serão proporcionais ao seu escopo definido, ao tamanho da organização e da natureza das atividades, produtos e serviços da organização. Este é particularmente o caso das pequenas e médias empresas. O sucesso desse sistema depende do comprometimento de todos os níveis e funções, especialmente da alta direção. Além disso, para que um determinado sistema de gestão seja bem-sucedido, ele precisa ser flexível e integrado dentro do processo de gestão de eventos e não apenas considerado um componente a ser adicionado. Para maior eficácia, a sua influência precisa-se estender por toda a cadeia produtiva, bem como pelas partes interessadas identificadas.

Segundo a norma, a organização deve determinar: as partes interessadas que são relevantes ao sistema de gestão para sustentabilidade de eventos; os requisitos dessas partes interessadas (ou seja, suas necessidades e expectativas, se estabelecidas, implícitas ou obrigatórias). Deve estabelecer, implementar e manter um procedimento para identificação e engajamento com as partes interessadas sobre as questões identificadas e emergentes do desenvolvimento sustentável, relativas ao seu papel na cadeia de valor dos eventos. Deve documentar as saídas de seu engajamento com as partes interessadas. A identificação das partes interessadas deve, quando aplicável, abranger o seguinte: o organizador de evento; o proprietário do evento; a força de trabalho; a cadeia produtiva; os participantes; o público do evento; os órgãos reguladores; e a comunidade. A organização deve definir seus princípios administrativos do desenvolvimento sustentável na forma de uma declaração de propósito e valores. Os princípios do desenvolvimento sustentável que regem a organização, relativos à gestão de eventos, devem incluir no mínimo considerações para a administração, inclusão, integridade e transparência. Deve definir e documentar seu propósito principal e valores com relação às suas atividades, produtos e serviços que dizem respeito especificamente a eventos.

Os princípios, propósito e valores da organização devem fornecer uma estrutura para a definição de suas políticas, objetivos e metas, conforme definido no escopo de seu sistema de gestão para sustentabilidade de eventos. Assim, a empresa precisa deve estabelecer, implementar e manter um procedimento para identificar suas questões de desenvolvimento sustentável e avaliar sua significância associada com suas atividades relativas a eventos, produtos e serviços dentro do escopo definido do sistema de gestão. A identificação de questões deve, quando aplicável, abranger o seguinte: os aspectos ambientais – utilização de recursos, escolha de materiais, conservação de recursos, redução das emissões, preservação da biodiversidade e da natureza, emissão de poluentes no solo, na água e no ar; os aspectos sociais – normas de trabalho, saúde e segurança, liberdades civis, justiça social, comunidade local, direitos indígenas, questões culturais, acessibilidade, equidade, patrimônio e sensibilidades religiosas; os aspectos econômicos – retorno sobre o investimento, economia local, capacidade do mercado, valor das partes interessadas, inovação, impacto econômico direto e indireto, presença de mercado, desempenho econômico, risco, comércio justo e participação nos lucros. Além dessas questões de desenvolvimento sustentável que uma organização pode controlar diretamente, uma organização deve considerar também questões que ela pode influenciar. Os critérios utilizados para a avaliação da importância devem ser documentados e devem incluir uma consideração de resposta das partes interessadas e a identificação de novas questões emergentes. As saídas do procedimento devem ser documentadas, mantidas atualizadas e compartilhadas com as partes interessadas relevantes.

Os projetos vencedores do Prêmio Mario Covas

O choque elétrico ainda mata muita gente no Brasil
Especialistas estimam que a maior parte dos acidentes aconteça durante o trabalho em serviços de obra ou reparos muito próximos da rede elétrica. Na maioria das vezes, são homens e, infelizmente, sem equipamentos de proteção. Também houve um crescimento no número de internações por conta da exposição à corrente elétrica nos hospitais do Estado – foram 642 hospitalizações em 2008 e 1.031 em 2010. A maior parte das interações neste período foram em Piracicaba (2.104), São Paulo (457) e São Pedro (164), cidade localizada também na região de Piracicaba. Além da morte instantânea, as descargas elétricas podem causar várias complicações, pois as vítimas podem ter arritmia cardíaca grave causada pelo choque, destruição muscular, queimaduras de pele nas áreas de entrada e de saída da corrente elétrica pelo corpo e, tardiamente, insuficiência renal aguda. Se em São Paulo ocorre dessa forma, deve-se imaginar no resto do Brasil, em que não há dados catalogados. Clique para mais informações.

Ontem, no Palácio dos Bandeirantes, os projetos vencedores do Prêmio Mario Covas foram homenageados. As iniciativas premiadas foram:

Campanha Chama Segura – [Comando do Corpo de Bombeiros – Polícia Militar – Secretaria da Segurança Pública]

Capacitação de Cooperativas de Reciclagem de Lixo – [LASSU/PCS/USP – Laboratório de Sustentabilidade do Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais Escola Politécnica – Universidade de São Paulo (USP)]

Centrais de Flagrantes – novo sistema de gestão – [Polícia Civil do Estado de São Paulo – DECAP -Departamento de Polícia Judiciária da Capital – Secretaria da Segurança Pública]

GGC Gerenciamento Gerontológico do Cuidado- Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia- IPGG – [Instituto Paulista de Geriatria e Gerontologia (IPGG) José Ermírio de Moraes – Secretaria da Saúde]

Kit Escolar para Alunos a da Rede Estadual de Ensino – [Secretaria da Educação e Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE)]

Plano de Contenção de Custos do CDP Sorocaba – [Centro de Detenção Provisória de Sorocaba – Secretaria da Administração Penitenciária]

Projeto Desconstruindo a Violência – [Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania da Secretaria da Administração Penitenciária]

Retorno de Investimento com Formação de Pessoal – [CPTM – Companhia Paulista de Trens Metropolitanos]

Sistema de Proteção Escolar – [Secretaria de Estado da Educação e Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE)]

Teatro de Fantoches Educando para o Trânsito – [Polícia Militar – Secretaria da Segurança Pública]

Menções Honrosas

A Evolução da Concessão do Passe Escolar – [EMTU/SP – Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo]

Ambiente de Pagamentos – [Coordenação de Administração Tributária – Secretaria da Fazenda]

Educar para o Trânsito é Educar para a Vida – [3ª Companhia do 2º Batalhão de Policiamento Rodoviário – Secretaria da Segurança Pública]

Gestão de Paciente de Alto Risco Cirúrgico – [Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) – Iamspe – Instituto de Assistência Médio do Servidor Público Estadual]

Laboratório de Baciloscopia da Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região do Vale do Paraíba e Litoral – Corevali – [COREVALI- Coordenadoria Região do Vale do Paraíba e Litoral – Secretaria da Administração Penitenciária]

Logística Hospitalar em Hospital Terciário – [Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia – Secretaria da Saúde]

O Policiamento Rodoviário na solução de problemas indígenas – Case Aldeia Indígena Pindo-Ty – [3º Pelotão da 2ª Cia do 1º Batalhão de Polícia Rodoviária – Secretaria da Segurança Pública]

Programa de Contratações Públicas Sustentáveis – [Secretaria de Gestão Pública – SGP]

Dos projetos que eu julguei e que foi ganhador, gostaria de destacar o Projeto Chama Segura, uma campanha de educação pública que tem como principal objetivo aumentar a segurança comunitária, e exercer a presença do Estado nas comunidades mais carentes. Desenvolvido em parceria com a Liquigás, o projeto consiste na divulgação de atitudes e conceitos sobre segurança evitando diversos acidentes, especialmente com o manuseio e uso diário de GLP. É realizada uma palestra demonstrativa de como manusear corretamente o equipamento e a troca gratuita dos kits de instalação de botijões, compostos por regulador de pressão, mangueira para condução do GLP e um par de abraçadeiras.

Os bombeiros educadores, equipe com treinamento específico para transmitir à população informações sobre prevenção, vão nas comunidades de baixo poder aquisitivo ministrar palestras sobre a forma correta de manusear os botijões de GLP, aproveitando para transmitir outras informações sobre segurança doméstica, com a distribuição de folhetos educativos. Após a palestra, as pessoas atendidas entregam seus kits usados/vencidos, e que, em grande parte das vezes, esta fora da conformidade com as normas de segurança. Além do aspecto educativo da campanha, vale ressaltar o seu caráter preventivo, tendo em vista a substituição de um kit sem condições de uso, não raro em péssimo estado de conservação, por um kit novo e seguro, preservando-se assim, a vida, a saúde e o patrimônio da comunidade. Os vazamentos e acidentes com GLP não costumam ter como causa o botijão, a maior parte das ocorrências é causada pelo uso inadequado, pelo posicionamento em local de risco ou por más condições do kit de instalação. Os botijões, quando utilizados corretamente, com kits certificados pelo Inmetro, dentro prazo da validade e em boas condições de manutenção, são equipamento seguros, com baixo risco de acidentes. Infelizmente a cultura da prevenção ainda é baixa no Brasil e não existe a massificação das informações corretas sobre o produto GLP.

A maior parte população não tem informações básicas e simples como o prazo de validade dos kits de instalação que é de cinco anos ou que o gás, quando acumulado em um ambiente, pode explodir com qualquer fagulha. Não são raros os acidentes causados pelo desconhecimento das características do produto, resultando em perdas materiais e, por vezes, em perdas de vidas. Os principais focos deste tipo de acidente são comunidades de baixa renda, onde, somada à falta de informação, a impossibilidade financeira para adquirir equipamentos novos, porém a necessidade básica do uso de GLP para fazer a alimentação diária da família.

Além disto, comunidades carentes costumam apresentar características habitacionais propícias à propagação de fogo: residências muito próximas, material construtivo de fácil combustão, locais de difícil acesso, acúmulo de madeira, papelão etc. É importante ressaltar que incêndios em algumas comunidades localizadas sob viadutos/pontes, podem danificar a estrutura de sustentação, prejudicando o trânsito local e, aumentando gastos públicos para recuperação destas estruturas, atendimento de ocorrências e a impossibilidade de avaliarmos acidentes pessoais e principalmente a vida humana. No ano de 2010, foram registradas 2.859 ocorrências com GLP no estado de São Paulo, das quais 11% resultaram em incêndios.

O Projeto Chama Segura já retirou mais de 5.000 kits irregulares de circulação nos oito meses do projeto, capacitou a população para o uso correto do GLP, estimulou a cultura da prevenção e ampliou a segurança comunitária a se tornar mais efetiva no controle do risco. Através de um contato com a liderança da comunidade escolhida, é agendado o dia, o Corpo de Bombeiros e a liderança local executarão a ampla divulgação prévia da ação. No dia marcado a equipe vai até o local ministrar as palestras e fazer a troca dos kits. Depois assistir à palestra, as pessoas entregam o kit antigo e recebem o novo kit e um manual de segurança. O material recolhido será revendido como sucata para as fábricas de reguladores para serem reciclados. Desta forma, todo o material recolhido será reaproveitado, transformado em reguladores novos, garantindo que não haverá desperdício de material, nem descarte de material contaminado.

Enfim, o projeto teve como foco a proteção do ser humano, da vida e, sobretudo, atuou diretamente sobre uma necessidade básica da população que é a segurança. A disseminação da informação e a coleta dos kits antigos são ações efetivas para redução do risco. O Corpo de Bombeiros estima que no decorrer dos próximo anos, com a manutenção e expansão do projeto sejamos capazes de reduzir a quantidade de acidentes, salvando vidas e reduzindo o custo do Estado com a mobilização das equipes, além do atendimento a vítimas de incêndios causados por acidentes com GLP.

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Prêmio Mario Covas 2011-2012

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Mais uma vez o coordenador do Prêmio Mario Covas, Fabio JungmannCardoso, me convida para ser um dos participantes da banca julgadora do prêmio. Ele é uma iniciativa do governo de São Paulo, por meio da Secretaria de Gestão Pública, com a finalidade de reconhecer e premiar as inovações e as boas práticas de gestão estadual que resultem em melhores serviços aos cidadãos. As atividades da banca julgadora consistem em, basicamente, analisar evalidar as avaliações previamente realizadas por uma banca avaliadora. Os julgadores podem manter contato com os responsáveis pela elaboração do Relatório de Avaliação dos finalistas, a fim de esclarecer eventuais dúvidas etrocar informações sobre a iniciativa em questão, por intermédio da Comissão Organizadora e com base no Relatório de Avaliação previamente elaborado pela banca avaliadora. Todos os membros da banca julgadora se reunem para assistir as apresentações, ouvir os depoimentos das finalistas, confirmar informações, esclarecer dúvidas, validar as pontuações e, ao término dessa etapa, deliberar sobre as premiações e as menções honrosas. Todas essas atividades são realizadas voluntariamente e as apresentações das iniciativas finalistas serão no dia 24 e 25 de abril na Fundap.

Já julguei trabalhos bastante interessantes, pois, desde 2004, o prêmio já recebeu 1.168 trabalhos e destacou projetos de 327 finalistas com premiação de 82 vencedores de diversos órgãos da administração pública estadual. O objetivo é reconhecer e disseminar iniciativas inovadoras, que adotam novos métodos, processos, técnicas gerenciais e recursos tecnológicos, que visem atender o interesse público; e coletar e disseminar iniciativas de sucesso para replicação. Já os objetivos da Categoria Inovação em gestão estadual são reconhecer e premiar, anualmente, as melhores práticas de gestão pública no nível estadual; apoiar a modernização da administração pública em São Paulo, motivando os servidores públicos estaduais e valorizando os trabalhos por eles desenvolvidos, bem como divulgar esses trabalhos e possibilitar a troca de experiências.

Podem se inscrever para concorrer na Categoria Inovação Gestão Estadual as equipes de servidores e empregados públicos do Governo do Estado de São Paulo – do Executivo, Legislativo e Judiciário – responsáveis por projetos ou atividades que tenham pelo menos seis meses de implementação e possuam resultados verificáveis. Não há limite quanto ao número de inscrições, podendo ocorrer mais de uma iniciativa concorrente por entidade e as equipes serão compostas de no mínimo dois servidores públicos ou empregados públicos, diretamente envolvidos com o trabalho ao longo de sua implementação. Não há limite máximo de pessoas por equipe. Os candidatos deverão se inscrever-se, por meio do preenchimento eletrônico (on-line) do Formulário de Inscrição, disponível em www.premiomariocovas.sp.gov.br

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