Você sabe de fato liderar?

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Ernesto Berg

O questionário abaixo ajudará descobrir se você tem habilidades de liderança. Responda a todas as questões, levando em conta como você realmente age em tais circunstâncias e não como você acha que deveria agir. Se a situação descrita ainda não ocorreu com você, responda então como provavelmente se comportaria.

Para cada afirmação atribua nota de 1 a 5 conforme critério abaixo.

5- Sempre

4- Na maioria das vezes

3- Medianamente

2- Poucas vezes

1- Nunca

1 – Eu exijo bastante de mim no trabalho e exijo do meu pessoal o mesmo tanto da parte deles 5 – 4 – 3 – 2 – 1

2 – Demonstro através do meu comportamento e das minhas ações o que eu espero da minha equipe 5 – 4 – 3 – 2 – 1

3 – Encaro a vida com otimismo, e sempre olho além das dificuldades e problemas momentâneos 5 – 4 – 3 – 2 – 1

4 – Quando delego uma tarefa sempre levo em consideração as habilidades e interesses das pessoas envolvidas 5 – 4 – 3 – 2 – 1

5 – Sou habitualmente muito motivado, porque sei que tenho as habilidades necessárias para ser bem-sucedido 5 – 4 – 3 – 2 – 1

6 – Gosto muito de planejar o futuro, estabelecendo objetivos e metas concretas 5 – 4 – 3 – 2 – 1

7 – Quando trabalho em equipe, encorajo seguidamente a todos para atuarem em conjunto e atingirem os mesmos objetivos 5 – 4 – 3 – 2 – 1

8 – Sempre espero que o meu grupo faça trabalho da melhor qualidade 5 – 4 – 3 – 2 – 1

9 – Eu despendo tempo tentando entender o que as pessoas necessitam de mim para que elas sejam bem-sucedidas 5 – 4 – 3 – 2 – 1

10 – Aceito sem problemas críticas e observações sobre o meu trabalho, sem me sentir magoado ou aborrecido por isso 5 – 4 – 3 – 2 – 1

11 – Quando alguém está chateado procuro entender as razões pelas quais essa pessoa está aborrecida 5 – 4 – 3 – 2 – 1

12 – Quando as circunstâncias são difíceis e adversas sei como superá-las, sem que eu me preocupe em demasia 5 – 4 – 3 – 2 – 1

13 – Acredito firmemente que o tempo gasto em soerguer o moral da equipe é um tempo muito bem utilizado 5 – 4 – 3 – 2 – 1

14 – Gosto muito de conversar e trocar ideias com o meu pessoal a respeito do trabalho 5 – 4 – 3 – 2 – 1

15 – Eu sempre mantenho meus liderados a par de todas as informações que dizem respeito a eles 5 – 4 – 3 – 2 – 1

16 – Eu estimulo meus subordinados a fixarem metas para o desenvolvimento e ascensão profissional deles 5 – 4 – 3 – 2 – 1

17 – Minha equipe sente orgulho do trabalho que faz 5 – 4 – 3 – 2 – 1

18 – Eu propicio vários treinamentos por ano a cada pessoa da equipe 5 – 4 – 3 – 2 – 1

19 – Dou todas as possibilidades para que as pessoas do meu setor cresçam e se desenvolvam, mesmo que corra o risco de perdê-las mais tarde por causa desse crescimento 5 – 4 – 3 – 2 – 1

20 – Normalmente eu trabalho em equipe todas as vezes que surgem problemas para serem resolvidos em meu setor 5 – 4 – 3 – 2 – 1

TOTAL DE PONTOS_______

SUA AVALIAÇÃO

De 80 a 100 pontos. Parabéns. Você tem ótima competência em liderança. Sabe como conduzir-se e conduzir aos outros.

De 60 a 79 pontos. Você vai indo bem, mas pode melhorar em vários pontos. Veja as questões onde deveria ter pontuado mais. Elas lhe dirão quais itens requerem melhoria.

De 40 a 59 pontos. Precisa melhorar em muitos pontos. Sua liderança nem sempre é aceita pelas pessoas. Veja as questões onde deveria ter pontuado mais. Elas lhe dirão quais itens requerem melhoria.

Abaixo de 40 pontos. Você realmente necessita trabalhar bastante suas habilidades de liderança. Veja as questões onde precisa pontuar mais. Elas lhe dirão quais itens requerem melhoria.

Qual é o motivo que leva alguém a querer tornar-se líder de uma equipe, empresa ou comunidade? É por querer contribuir efetivamente, é por causa da projeção pessoal ou é devido às vantagens que poderá usufruir? Já pensou nisso?

Vamos supor, por um momento, que você seja um líder, mas sem as vantagens e regalias que costumam acompanhar posições de liderança como gratificação de função, status, direitos e bônus especiais e nenhuma daquelas compensações adicionais que habitualmente provocam ciúmes nos outros. Além disso, você terá que se acostumar a não ter sempre razão, a ouvir e fazer perguntas – em vez de só externar suas opiniões -, dar todos os créditos por um trabalho bem feito aos seus subordinados e de dar prioridade a eles. Mesmo assim, você ainda se interessaria em ser líder?

Vamos supor também que, como líder, sua única real recompensa seria a de ver os outros desenvolverem seu potencial e desempenharem o melhor de suas habilidades, sabendo que foi você o catalisador e o guia que permitiu que isso acontecesse. Isto seria suficiente para motivá-lo, sabendo, também, que teria que lidar com as dificuldades e desvantagens típicas da liderança? A resposta não é fácil e provavelmente muitos candidatos a líder já estão coçando a cabeça.

De fato, liderança não é um trabalho fácil. Ela está carregada de demandas, complexidades, expectativas e ambiguidades que a maioria das pessoas não imagina que existam quando decide trilhar o caminho da liderança. Além disso, se você não tem a intenção de assumir riscos, a liderança não é para você. É impossível evitar riscos e, ao mesmo tempo, esperar que você progrida.

O progresso sempre implica em enfrentar riscos. O especialista Michael McKinney afirma, em tom de brincadeira, que, a exemplo de uma bula de remédio, o posto de liderança também deveria ter uma bula com os seguintes dizeres: “Aviso: este cargo pode causar dor de cabeça, náuseas, perda de apetite, insônia, neurose, ansiedade, indecisão, depressão e perda de cabelo”.

Brincadeiras à parte, sem dúvida, bons líderes devem ser recompensados – e muito bem recompensados -, pelas dificuldades que enfrentam diariamente. Mas devemos frequentemente nos perguntar: “Por que eu embarquei de ser um líder, chefe, gerente, diretor (ou o que for)?” Se sua resposta é: “Para preencher meus próprios interesses, ou para fazer meus sonhos se tornarem realidade”, então você assumiu o cargo pelos motivos errados, porque está ali pelas recompensas, o que irá diminuir a sua importância como líder. Acabará criando a cultura de que tudo – ou quase tudo – depende de você, e isso não é liderança, mas ilusão e autopromoção. A grande diferença entre verdadeiros líderes e falsos líderes, é que os verdadeiros líderes assumem um cargo não pelo que possam ganhar, mas pelo que possam dar.

Ernesto Berg é consultor de empresas, professor, palestrante, articulista, autor de 18 livros, especialista em desenvolvimento organizacional, negociação, gestão do tempo, criatividade na tomada de decisão, administração de conflitos – berg@quebrandobarreiras.com.br

 

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O que uma mulher de sucesso deve buscar?

Normas comentadas

NBR 14039 – COMENTADA de 05/2005Instalações elétricas de média tensão de 1,0 kV a 36,2 kV – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 87

NBR 5410 – COMENTADA de 09/2004Instalações elétricas de baixa tensão – Versão comentada.

Nr. de Páginas: 209

Gestora fala sobre a importância da dedicação da mulher em busca do sucesso.

A mulher consolidou o seu espaço no mercado de trabalho, no empreendedorismo e nas posições de sucesso e liderança. Isso se dá pelo fato de a mulher dedicar-se ao avanço do seu papel em meio à sociedade. Diante disso, é importante discutir o que afinal a mulher precisa fazer para alcançar o sucesso na vida pessoal e profissional.

Partindo disso, a gestora Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers, comenta: “Não é difícil perceber que a maioria das mulheres de sucesso são apaixonadas pelo que fazem – e isso não é coincidência. Quando você não ama o que faz, é difícil manter-se motivado para progredir, inovar e se destacar no mercado de trabalho”. Portanto, o primeiro passo para obter sucesso em uma profissão, por exemplo, é gostar do que faz, amar a função que exerce.

Não se iluda por ter chegado até aqui, nos dias de hoje, com os mesmos direitos dos homens, todas as mulheres já poderiam ser consideradas como “mulheres de sucesso”. Para isso, outra atitude importante, segundo a gestora, é não se iludir com a gratidão. De acordo com uma pesquisa realizada pela economista Linda Babcock, 57% dos homens negociam seus salários iniciais, enquanto apenas 7% das mulheres fazem isso. Por isso, ao receber uma boa proposta de emprego, não se iluda.

O nervosismo é um dos piores problemas enfrentados em entrevistas de emprego, então, de acordo com a Madalena, “sinais que demonstram que a mulher está nervosa, como risadas forçadas durante reuniões podem prejudicar a profissional. O ideal é aprender a disfarçar esses pontos fracos ou a lidar com eles”.

Hoje em dia o papel da mulher como profissional mudou e muito se comparado com o modelo antigo. Atualmente as mulheres assumem liderança de maneira mais leve. O que isso quer dizer? “Já é comprovado que o modelo de líder atual que faz mais sucesso com a equipe não é o antigo modelo “general” e sim uma espécie de “técnico de futebol”, ou seja, uma pessoa que inspira o time ajuda e conhece cada um de seus integrantes, assim como seus pontos fortes”, explica a gestora.

Madalena Feliciano acredita que a autoconfiança é essencial para que a mulher alcance o seu lugar e exerça o seu papel de profissional. Por isso, é importante ser grata às oportunidades que surgem no caminho, bem como às pessoas que auxiliam nessa empreitada. “As mulheres bem-sucedidas, que obtêm o que desejam, antes de tudo, acreditam em si mesmas e nas suas metas. Manter o foco no objetivo e não desistir ao ouvir um “não” são capacidades necessárias para quem deseja subir na vida”.

Os cinco pontos de atenção em compliance para 2018

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Jefferson Kiyohara

No contexto de prevenção e combate da corrupção, do assédio e de outras ações antiéticas no ambiente corporativo, destaco os cinco principais pontos de atenção em compliance para as empresas neste ano. A lista contém temas macros, que vão impactar os programas de compliance nas organizações em 2018. O objetivo é alertar executivos e, principalmente, líderes responsáveis por Programas de Compliance, sobre os danos reputacionais e financeiros que estes assuntos podem trazer às companhias se forem negligenciados.

São temas atuais que lidam com questões críticas dentro das empresas como a evolução do combate ao assédio (seja moral ou sexual); o escrutínio regulatório; a consolidação do uso de tecnologias no compliance, e os perigos que residem em eventos de grande movimentação econômica como a Copa do Mundo e a eleição

Abaixo, conheça os cinco pontos de atenção listados para este ano:

1 – Prevenção e combate ao assédio moral e sexual

Uma recente pesquisa da ICTS Outsourcing mostra que quase 30% das denúncias que são recebidas via canal são de práticas abusivas, como o assédio. Isso mostra que é fundamental ter um canal para receber os relatos, bem como um processo sério de apuração e aplicação das sanções cabíveis, além de dar o devido suporte às vítimas. Não basta ter um código de ética proibindo a prática de assédio moral e sexual. É preciso unir forças internamente, por exemplo com o RH, e realizar campanhas de comunicação e treinamento para os colaboradores, agindo de forma preventiva.

2 – Atenção com grandes eventos

Em 2018, vamos ter a Copa do Mundo e as eleições, eventos que ajudam a movimentar a economia e também trazem riscos de compliance para as empresas. Estabeleça regras claras e controles para ações de viagens patrocinadas e eventos, de modo que não ocorram casos que possam ser caracterizados como atos de corrupção ou contrapartidas indevidas. Vale lembrar que no Brasil está proibida a doação por empresas para campanhas políticas. Para evitar que isto não ocorra indevidamente, a empresa deve realizar processos de due diligence em parceiros e fornecedores, além de implantar controles internos para garantir a adequação dos pagamentos realizados.

3 – Regionalização das exigências

Em outubro de 2017, o estado do Rio de Janeiro, com a Lei 7.753, tornou obrigatório que empresas contratadas pelo estado ou suas fundações, a partir de um determinado montante, tenham um programa de compliance. Em fevereiro de 2018, o Distrito Federal, com a lei 6.112, trilhou um caminho similar. Em essência, empresas que participam de licitações públicas e tem a administração pública como cliente, devem estar atentas para estruturar programas de compliance, sob o risco de no futuro próximo não ter condições de atender os requisitos para participar.

4 – Alcance legal além das fronteiras e consolidação das leis anticorrupção na América Latina

Além do Brasil, muitos outros países da América Latina avançaram em termos de legislação anticorrupção em 2017, como o Peru, o México e a Argentina. Em 2018, o ano será de amadurecimento. Empresas brasileiras com operações, parceiros ou representações em países latino-americanos devem ficar atentos para adequar o seu programa de compliance para atender aos novos requisitos.

E a temática não se restringe à questão de corrupção. Em maio de 2018 a GDPR, regulamentação da União Europeia de proteção de dados pessoais e privacidade de cidadãos da comunidade europeia passa a vigorar, e sua aplicação não se restringe às empresas com atuação direta na Europa. Tal cenário demanda a atualização das ações de treinamento e de mapeamento de riscos de compliance.

5 – Ampliação do uso de tecnologias

A tecnologia traz benefícios para a gestão das organizações e não é diferente para os programas de compliance. Auxilia na otimização dos recursos existentes. Ela já se faz presente em muitas empresas no Brasil através de serviços de canal de denúncia e ferramentas de pesquisa reputacional. Em 2017, vimos o fortalecimento dos treinamentos e-learning e do uso de analytics nas auditorias, que devem continuar este ano. Neste ano, a formatação e gestão eletrônica de normativos de compliance e o uso de aplicativos em ações de comunicação e treinamento serão instrumentos que ganharão força no combate a ações antiéticas. Outro ponto a ser destacado é o uso de algoritmos e soluções automatizados nos controles internos.

Jefferson Kiyohara é líder da prática de riscos & compliance da Protiviti.

Antes de alcançar o sucesso é preciso estudar a empresa

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Conhecer a cultura da instituição é atitude importante – mesmo antes de conquistar a vaga de emprego.

Você admira uma empresa e sempre quis conquistar um cargo lá. De repente, a vaga aparece. Como você age? Segundo Madalena Feliciano, gestora de carreira Outliers Careers, uma das principais atitudes que o novo empregado deve fazer é conhecer bem a empresa – mesmo antes de assumir o cargo. Mas, como conhecer a cultura da empresa sem nunca ter trabalhado lá?

“Quando o profissional passa por um processo seletivo antes de conquistar a vaga de emprego, pode aproveitar esse momento para descobrir várias informações da empresa: preste atenção nas perguntas feitas pelo entrevistador, pelas atividades que deverão ser realizadas, enfim, em toda e qualquer informação dada por ele. A atenção nesse momento pode garantir um bom resultado no futuro”, sugere Madalena.

Agora, quando não há o processo seletivo, o profissional deve pesquisar no próprio mercado as informações disponíveis sobre a empresa. “Converse com pessoas da área de recursos humanos, pessoas que já trabalharam na organização – ou que ainda trabalham, – entenda quais são as características que a empresa valoriza, etc”, comenta a especialista.

Porém, independentemente das informações adquiridas, tenha em mente que o que é bom para uma pessoa, pode ser ruim para outra. “Portanto, não generalize em ‘bom’ ou ‘mau’, e sim tente captar as características do lugar”, diz Madalena.

Além disso, a internet hoje é uma grande aliada nesse processo de conhecimento. Itens como “missão, visão e valores”, por exemplo, são importantes na hora de conhecer bem uma empresa e sua cultura – e, muitas vezes, esses elementos podem ser encontrados facilmente por meio do site até mesmo na página de rede social da empresa. “Vasculhe mesmo. Já que você possui a internet, use-a a seu favor. Profissionais que mostram conhecimento anterior e interesse sobre a empresa ganham pontos positivos com os chefes” lembra a gestora.

Ao vasculhar e entender melhor a empresa, você conseguirá identificar também seus pontos fracos e terá bons critérios para definir se aquele é mesmo o emprego que você queria quando se candidatou. “Você torna a empresa mais palpável e passa a entender de forma concreta como o processo funciona ali dentro. As características culturais impostas pela instituição combinam com as suas? Você admira as qualidades da empresa, assim como seus serviços e produtos? Se a resposta para essas perguntas for ‘sim’, você já está no caminho certo”, conclui Madalena.

Dicas para conquistar um emprego e como conciliar a maternidade com a carreira

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O ano novo traz consigo muitas mudanças, novos desafios – e novas vagas de emprego. Com isso, uma das transformações que pode ser observada logo no início do ano diz respeito ao trabalho, que muitas vezes é acompanhado de uma promoção ou até mesmo da oportunidade de ser empregado por uma empresa que você sempre quis trabalhar, mas que nunca esteve disponível – até agora. Essa também é uma ótima época para pessoas que estão fora do mercado e desejam voltar a trabalhar, porém, para passar por cima desses novos desafios e conquistar uma vaga muitas vezes é preciso enfrentar algo que vários profissionais ainda temem: a entrevista de emprego.

Para enfrentar esse obstáculo de forma segura e alcançar os objetivos pretendidos, algumas orientações podem ser seguidas a fim de causar uma boa impressão na entrevista de emprego – e, com isso, estar mais perto de conquistar a tão sonhada vaga. Madalena Feliciano, gestora de carreira da empresa Outliers Careers, comenta que, independente da empresa a qual será feita a entrevista, existem atitudes “genéricas” que devem ser sempre tomadas. “É claro que os locais de trabalho mudam. Há empresas que é preciso ir vestido de forma mais formal, já outros locais permitem uma maior liberdade de vestimenta – porém, independentemente disso, há peças de roupa que devem ser deixadas de lado. Para mulheres, aquelas que são muito curtas, justas, e que têm decote são uma má opção, assim como para os homens, o ideal é estar com a barba bem-feita e, para ambos os sexos, nem pensar em usar roupas sujas ou malpassadas”, diz ela, que completa “aparência não é tudo, mas é seu cartão de visitas e responsável por causar a primeira impressão – ou seja, é extremamente importante”.

Mas além da aparência, existem muitos outros aspectos que serão avaliados durante a entrevista, – e é preciso que o profissional saiba como se comportar frente a tudo isso. “Um erro comum é o entrevistado estar muito ansioso para convencer o recrutador de que ele é a pessoa ideal para aquele cargo, e, nesses casos, pode acabar pecando pelo excesso. O ideal é que haja o equilíbrio: o profissional tem que mostrar-se interessado, proativo e com atitude, porém, não deve falar demais – essa é uma atitude extremamente condenada. Ser claro e objetivo é a dica que dou para as pessoas”, explica Madalena.

Ainda sobre esse aspecto, outros erros comuns acontecem quando o profissional se supervaloriza a fim de tentar impressionar o recrutador ou responde perguntas que não foram feitas, tornando-se chato e prolixo. “Por exemplo: ser criativo é algo que conta muitos pontos. Porém, apenas dizer que é criativo, não. Nesse caso, é melhor não dizer nada – se você realmente for criativo, o seu portfólio vai deixar isso claro, sem precisar de reafirmação. No caso das perguntas, caso não entenda o que foi questionado pelo recrutador, seja honesto e peça para que ele repita o que foi dito. Divagar sobre algo que não foi questionado é uma falha que não deve ser cometida – e é fácil de ser evitada. Só responda o que for perguntado – e faça isso de forma enxuta e clara. Entrevistadores não suportam profissionais que falam demais durante a entrevista – ainda mais se for algo que não foi anteriormente questionada”, exalta a especialista.

Outro ponto extremamente importante é o horário: ninguém gosta de contar com pessoas que não são pontuais. “O atraso desqualifica qualquer profissional, portanto, para evitar que haja problemas dessa natureza no dia da entrevista, programe-se com antecedência, – e, se for preciso, chegue antes do horário”, ressalta Madalena.

Uma dica que a especialista oferece é: pesquise sobre a empresa antes de realizar a entrevista. Conheça a cultura do local, saiba qual a roupa adequada para o processo, a postura e a linguagem que devem ser utilizadas durante a avaliação, etc. “Essas são dicas básicas para quem irá passar por uma entrevista. O mais importante de tudo é falar sempre a verdade, isso transmite maior segurança e credibilidade para o entrevistador, características extremamente importantes na hora de contratar um novo profissional”.

Quanto à maternidade e profissão, pode-se dizer que, com o passar do tempo, a mulher começou a exercer funções que, antes, eram considerados masculinos- como CEOs de empresas ou, até mesmo, como presidente do país, como foi o caso de Dilma, a primeira mulher a presidir o Brasil. Além disso, diversas foram as conquistas sociais e a quebra de certos preconceitos. A mulher sempre pode tudo e agora que a sociedade está compreendendo essa situação.

Entretanto, as mulheres que desejam ser mães enfrentam uma dupla jornada: a de cuidar dos filhos e do lar, e, também, participar da renda familiar. Conquistas como estas, muitas vezes, são acompanhadas por um sentimento de culpa por deixar os filhos, ainda bebês, aos cuidados de outras pessoas, para que elas possam trabalhar fora de casa. “O maior desafio é saber lidar com a culpa, mas é preciso reconhecer que abrir mão do trabalho pode significar prejuízo financeiro e insatisfação pessoal. Assim como ser mãe, trabalhar e ganhar o próprio dinheiro faz parte dos sonhos da maioria das mulheres”, explica Feliciano. Claro, chegar cansada depois de um longo dia de trabalho é muito compreensivo, mas participar da vida de seus filhos também é essencial. Acompanhar os estudos deles, convida-los para jogar alguma coisa ou fazer algum passeio durante o fim de semana são ótimas maneiras de tomar parte da vida de seus filhos, sem sufoca-los e deixá-los muito soltos, ao mesmo tempo”.

A gestora conclui, dizendo que é preciso que as mulheres se lembrem de separar um tempo, alheio da vida profissional e maternal, para elas mesmas. “Apesar de parecer uma missão impossível, é necessário lembrar-se, sempre, de guardar um tempo para fazer alguma atividade que lhe dê satisfação, sem que ela seja feita para os outros, mas em benefício próprio. Com a correria do dia a dia, faz bem cuidar de si mesma, também”.

Já ouviu dizer que quem fala menos, ganha mais?

Projeto de normas técnicas

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Gestora de carreira dá dicas do que não deve ser dito na entrevista de emprego.

Não é incomum para trabalhadores se verem presos em um emprego que não lhes traz satisfação profissional. Seja pelo convívio com colegas, valores da empresa ou remuneração salarial, não estar feliz no ambiente de trabalho afeta não só o rendimento do profissional nas atividades diárias, mas até mesmo sua vida pessoal.

Quando finalmente conseguem uma entrevista em outra companhia, é comum alguns candidatos cometerem erros, seja por ansiedade, ou, até mesmo, por descontarem suas frustrações sobre a atual empresa. Muito frequente, a pergunta sobre o porquê terem saído ou estarem querendo sair de seus atuais empregos, pode servir como uma armadilha para esses profissionais.

Segundo a especialista em transição de carreiras, Madalena Feliciano, é importantíssimo sempre manter a postura profissional e não achar que o entrevistador, por mais legal que seja, é seu amigo e você pode desabafar. “Essa técnica de descontração é muito usada para fazer o candidato se soltar. O problema é quando alguns se soltam demais. Quando perguntarem por que você saiu do emprego anterior, ou porque está buscando uma nova empresa, não prolongue muito a resposta e não entre em detalhes”, afirma.

“Todos nós já passamos por situações em que colegas de trabalhos e chefes de setor não eram tão legais assim, mas esses são nossos problemas pessoais com eles e ninguém mais precisa saber. Diga que houve conflito de interesses e horários ou que você está buscando novas experiências. E só”, acrescenta.

Ainda de acordo com a diretora, duas coisas podem acontecer se você falar mal do seu antigo chefe: o empregador pode acabar entendendo mais o chefe do que você e te achar incapaz de realizar tais atividades, ou ele vai achar que você fará o mesmo com a empresa dele quando sair “De qualquer forma, não pega bem para o entrevistado. Passa a imagem de uma pessoa fofoqueira e sem ética, acima de tudo”, afirma.

Outro ponto também importante a ser comentado sobre essa situação é a ansiedade do profissional infeliz com o atual emprego “Eu já vi muitos que tinham tanta pressa em sair da onde estavam que acabaram atirando para todos os lados e cometeram o mesmo erro: novamente se encontraram presos em uma empresa que não gostavam. Em situações como essa, a ansiedade e frustração não podem afetar o julgamento para a escolha de um novo emprego. Muito pelo contrário, se você já passou pela péssima experiência de trabalhar infeliz, preste bastante atenção e analise bem as empresas para as quais você está se candidatando. Pesquise!”.

Profissionalização versus empirismo: desafio das lideranças

Jairo Martins, superintendente-geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ)

Quando a indústria aeronáutica coloca um avião em voo, espera-se, principalmente, que a segurança esteja garantida, o que também vale para navios, carros etc. Uma falha nesses casos pode colocar vidas em risco e comprometer a imagem e a reputação de uma empresa e até tirá-la do mercado. Mas há a probabilidade de falha? Sim, sempre há, afinal, a construção desses e de muitos outros produtos envolve uma série de etapas, produzidas por diferentes fornecedores e, nos dias de hoje, muitas vezes vindas de diferentes partes mundo.

Um dos conceitos da gestão da qualidade está no “zero defeito”, que pode ser implementado por qualquer organização. Ferramentas como Six Sigma ou FMEA (failure mode and effect analysis), dentre outras, aumentam a confiabilidade de um produto durante a fase de projeto, visando mitigar diferenças entre o especificado e que está sendo produzido, diminuindo a chance de falhas.

O objetivo é trabalhar com aquelas que deem um nível de precisão, acabando com a “achologia” e o “empirismo”. Ou seja, que as análises sejam feitas com base em dados e fatos e esse conceito precisa estar presente tanto nas grandes empresas como nas micro e pequenas. Isso deve ser assegurado em toda a cadeia de valor de um produto ou serviço.

É fácil entender que a análise de dados pode permitir que uma empresa ferroviária, por exemplo, estime o horário de chegada de um trem. Quando se consegue reduzir a variação de um resultado, um trem que costuma se atrasar cinco minutos, por exemplo, pode diminuir esse atraso para cinco segundos, por meio de uma boa análise das causas dos atrasos. O que resulta em uma espera praticamente zero, em valor absoluto, para quem aguarda o embarque. O mesmo tipo de raciocínio pode ser estendido à prestação de serviços, seja de grande ou de micro e pequena empresas.

Então, imagine trabalhar com a análise de dados relacionados ao atendimento ao cliente em um restaurante ou uma loja de doces. Conhecer os números e como esses se comportam estatisticamente pode permitir um melhor dimensionamento da capacidade de produção, identificar e tratar algo que está errado no processo de atendimento e, muito provavelmente, implementar ações para deixar o cliente mais satisfeito.

O líder não precisa ter uma base acadêmica, mas ele tem de se preparar e orientar todos em sua empresa para enfrentar os constantes desafios. Cada vez há menos espaços para improvisação, falhas e erros. É fundamental que todos da empresa tenham uma visão sistêmica do negócio e busquem conhecer e utilizar ferramentas, as quais embasem melhor a tomada de decisão e a solução de problemas, reduzindo o risco de oferecer produtos e serviços sem qualidade.

Atualmente, satisfazer o cliente está cada vez mais difícil. Seja ele pessoa física ou jurídica, os empresários de média e pequenas empresas (MPE) precisam capacitar-se em ferramentas de gestão e avaliações de dados para a tomada de decisões assertivas. Além disso, assegurar a profissionalização dos gestores, evitando o empirismo, traz uma cultura da qualidade para a empresa, garantindo sua sobrevivência nesse mercado cada vez mais competitivo.

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